Otelo

Otelo William Shakespeare




Resenhas - Otelo


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Samara 09/06/2011

Sempre que ia na biblioteca e via um livro de Shakespeare, passava longe porque pensava que não iria entender nada. Um dia estava na biblioteca da escola e sei lá porque retirei ele da estante e comecei a ler. Só acordei para a vida quando uma colega pediu licença para passar. Então, notei que estava sentada no chão há mais ou menos duas horas lendo.
A história é atemporal. Iago é uma serpente mas, ao mesmo tempo é muito humano. Existem muitas pessoas como ele. Otelo é um bom aviso dos perigos de se alimentar o ciúme, a inveja e a ira.
Sabia como a história terminava e mesmo assim me empolguei. O meu preconceito com Shakespeare acabou.
Yasmine 10/08/2013minha estante
Eu tenho vontade de chorar, quando penso que muitas obras incrivelmente mal escritas hoje, faz mais sucesso que uma obra dessas.


Jéssika Cordeiro 07/06/2014minha estante
Vamos nos permitir para não perder grandes leituras! :D


Riih.Butragenho 17/09/2015minha estante
Yasmine, não fale assim porque autores de """""""""""""""""""""""""""obras""""""""""""""""""""""""""""" como 50 tons de Cinza e Crepúsculo podem ficar chateados e xingar muito no twitter . kkkkkkk




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Sol 07/12/2009

Nada de Hamlet nem de Romeu e Julieta. Pra mim, este é o melhor drama de Shakespeare! Estou lendo o Rei Lear, vamos ver se mudo ou não de opinião... Recomendo!
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Darllan.Senna 27/06/2018

Arrebatador!
Existem horas em que informações objetivas sobre determinado objeto acabam por destruir toda a mensagem. Se tratando de Shakespeare, a subjetividade deve ser a régua mais precisa para esta crítica. Embora não tenha lido exatamente esta versão de uma coisa asseguro, este livro é genial. Esta obra conversa com o público ao revelar em cada personagem um traço da natureza humana. Da coragem e do ímpeto exclusivamente emocional de Otelo, da pureza e inocência de Desdémona , e sobretudo da genialidade maquiavélica de Iago. Todos esses personagens perfuram nossa alma e mostram que de alguma a linguagem da alma humana é universal e atemporal. Somos o duelo entre a razão e a loucura, a honestidade e a inveja, a confiança e o ciúme. Em todas as circunstâncias quem nos governa? O que nos governa? Somos donos de nós mesmos ou reféns das circunstâncias e de nossos instintos?
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J Bruno 22/01/2017

Otelo
Otelo, um general negro, de origem moura, case-se com a bela Desdêmona, uma das donzelas mais belas e desejadas de Veneza. A vida de felicidade que ambos almejavam se vê ameaçada pela inveja e cobiça de Iago, alferes de Otelo, que anseia por vingança por ter sido preterido na nomeação para uma patente mais alta.

Aparentando uma amizade que não devota e uma honestidade que não tem, Iago se aproxima de Otelo com o intento de convencê-lo de que Desdêmona tem um caso amoroso com Cássio, tenente de Otelo e homem de sua confiança, a quem foi dada a ascensão que Iago tanto ambicionava.

Totalmente cego e tomado pelo ciúme que passa a alimentar, Otelo se torna uma vítima fácil para o plano ardil de Iago, que aparenta conhecer bem cada um dos personagens e onde residem suas respectivas fraquezas.

"Otelo" é um clássico absoluto da literatura mundial, uma das tragédias shakespeareanas mais citadas e debatidas nos mais diversos campos do conhecimento, dentre eles a psicologia.

Otelo se tornaria um símbolo do sentimento que lhe conduz à ruína, um ciúme doentio, alimentado não pela conduta da pessoa "amada", mas por situações criadas na própria mente de quem o alimenta.
Matheus.Cantalice 02/07/2017minha estante
Resenha muito boa




Carol Omena 03/01/2013

" Pois lamentar o mal que já passou
É quase que pedir um novo mal.
Rouba a si mesmo o que lamenta em vão"

(Shakespeare em "Otelo, o Mouro de Veneza")

Embora não seja a maior peça de Shakespeare sem dúvida é a melhor, do ponto de vista da construção dramática.
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Fernando Lafaiete 29/10/2017

Otelo: A tragédia transitória social de Shakespeare.

O que dizer de Willian Shakespeare e suas obras? Teria sido Shakespear realmente um gênio? Muito se questiona sobre sua real identidade e principalmente sobre a autoria de suas principais obras.

Como é possível um homem que nem se quer possuía uma instrução educacional completa e sendo uma pessoa reclusa ter escrito histórias com cargas emocionais tão grandes? Muito se afirma que as grandes peças da era Elisabetana foram escritas por outros autores e creditadas a um rapaz, um jovem fidalgo chamado Willian Shakespear.

Otelo é mais uma peça "escrita" por esta figura emblemática. Uma tragédia envolvente que nos deixa pensativos sobre a complexidade da mente humana. Uma história sobre ciúmes que venceu o tempo e é considerada a tragédia mais famosa sobre este assunto.

Tudo se inicia quando Desdêmona, filha de um importante Burguês inglês, decide fugir e se casar as escondidas com o mouro Otelo. Como justificar este amor injustificável? Como entender este comportamento tresloucado, que faz uma jovem rica, disputada e branca, fugir e se casar um cara negro? - Devemos entender que a época em que a peça foi escrita e encenada, as questões sociais e raciais eram as que ditavam a maioria das vezes toda a política de um país.

Mas engana-se quem pensa que Otelo e sua história de amor são os grandes protagonistas desta tragédia. No meio deste relacionamento amoroso, surge Iago, a figura maquiavélica que nutre um ódio gigantesco pelo personagem principal e que por este motivo, decide manipular tudo e todos para que Otelo acredite que está sendo traído pela sua esposa e pelo seu melhor amigo, o tenente Cássio. Toda a manipulação ocorrida na narrativa, é instigante e assustadora. A frieza e ódio de Iago transcendem qualquer explicação racional. Muitas teorias são levantadas pelos estudiosos da obra Shakesperiana. Teria Otelo tido um caso com a esposa de Iago? Seria Iago apaixonado por Otelo e por este motivo não conseguia aceitar a relação do mesmo com Desdêmona? Seria Iago uma pessoa racista que não conseguia aceitar o status de Otelo na corte veneziana? Ou tudo não passou de um ato de vingança por Otelo não ter promovido Iago a tenente de seu exército? É possível encontrar explicações que justiquem os atos de friezas que muitos afirmam serem intrínsecos ao ser humano?

Os personagens são as representatividades das emoções e situações que permeiam as relações humanas e políticas. Desdêmona (a pureza e inocência), Otelo (a força política), Cássio (a fidelidade) e Iago (a razão). Toda a história assim como A Metamorfose de Franz Kafka, retrata a digressão do comportamento humano diante de acontecimentos inesperados. O casamento do "protagonista" com Desdêmona, representa o choque libertário da transição entre o travadorismo e o classicismo; e o surgimento do movimento humanista, que trará grandes mudanças sociais, culturais e políticas. Iago como a racionalidade vem pra reforçar que a razão é a pior inimiga da humanidade, pois muitas vezes ela deturpa a realidade que nos cerca. Seria a irracionalidade (a razão diminuída) a solução para os problemas do mundo?

Apesar de ser uma peça muito famosa e muito importante, Otelo é a história menos encenada no Brasil. Qual a explicação para isso? Ninguém assume a responsabilidade por tal fato. Mas muitos reforçam que em um país onde o racismo ainda é algo muito enraizado, dar visibilidade para uma obra protagonizada por um negro ainda é visto como algo desnecessário. Em pleno século XXI ainda me deparo com justificativas medíocres como essa.

Otelo serviu de transição e como reforço para que mudanças sociais significativas acontecessem na Inglaterra. E quem ou o que servirá de transição para que ocorra mudanças da hipocrisia e intolerância para a tolerância social? Justificativas racionais que defendem o racismo como a apresentada acima, devem ser combatidas. Talvez a racionalidade seja de fato a nossa pior inimiga.
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Amanda's Tale 31/05/2012

William Shakespeare (adaptado) - Otelo
O livro Otelo, conta como protagonistas o casal Otelo e Desdêmona. Otelo é um general, e Desdêmona é filha de um rico, quando Otelo e Desdêmona se vêem acabam se apaixonado, e se casando as escondidas, pois o pai de Desdêmona não iria aceitar o casamento deles.
Otelo como general, decide fazer com que Miguel Cássio fique como tenente, para a inveja de Iago que pensava que Otelo iria escolhê-lo. É quando Iago chama Rodrigo (é apaixonado por Desdêmona) decidem contar para o pai de Desdêmona, que sua filha e Otelo se casaram, para desgosto do pai, ele decide que irá matar Otelo, mas acaba não fazendo nada, para deixar que sua filha seje feliz. Mas Iago não satisfeito decide fazer com que Otelo, fique contra Miguel.
É quando Iago faz de tudo para Otelo pensar que Miguel e Desdêmona estejam tento um caso, é quando Otelo decide se vingar, mandado Iago mandar em três dias Miguel Cássio, e Iago pede Rodrigo para matar Miguel Cássio, ele manda Rodrigo matar Miguel Cássio, ele acertar Miguel, mas não o mata é quando Miguel se virá e mata Rodrigo.
Otelo também decide se vingar de sua esposa, é quando ela está dormindo, ele a chama de infiel, e ela disse que não, tenta se explicar é quando ele, pega o travesseiro, e sufoca Desdêmona, que morre, é quando Emília bate na porta, e diz que Desdêmona não era infiel, ele diz que não acredita, e diz que foi Iago que lhe abriu os olhos, ela lhe conta tudo é quando Iago chega e mata Emília. E Iago foge. Otelo para seu desespero por ter matado sua esposa, acaba se matando. É Miguel que assumi o lugar de Otelo, e manda castigar Iago por todo mal que fez.
O livro é muito legal, como todos os livros de Shakespeare ele é em formato de peça, mas se encontra muitas adaptações com o formato que estamos acostumados a ler. Eu amo os livros de Shakespeare, esse livro é um romance um pouco trágico. O que o ciúme pode fazer com uma pessoa. É um livro que super recomendo.

Editora: Martin Claret - Bb
Páginas: 156
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Marina 14/12/2015

É Shakespeare!
Esse livro é de arrancar os cabelos, apertar até sangrar a mão de quem tá do lado e morder a língua. É Shakespeare, maluco! Tem jogos mentais, manipulação, mentiras, um amor muito, muito intenso, e por fim, assassinato. O que uma ilusão não pode fazer, certo?
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Paulo Silas 12/01/2018

Ciúmes, traição, cobiça, sangue e tudo o mais que está envolto ao universo shakespeariano, também fazem parte de "Otelo" - um clássico que arrebata o coração de qualquer leitor. Uma peça muito bem construída que faz jus ao patamar que ocupa.

Em mais uma tragédia que escancara as mais profundas facetas humanas, Shakespeare narra uma história em que o ciúme é o protagonista.
Otelo é um nobre à serviço de Veneza. Bom combatente e líder, apaixona-se por Desdêmona, iniciando assim um romance que resulta em problemas. Isso porque Brabâncio, senador e pai de Desdêmona, é acordado às pressas com a notícia de que sua filha saiu de casa sem sua permissão para viver com um mouro. Furioso, Brabâncio se dirige até Otelo, exigindo que aquela situação se resolva com o julgamento do mouro pelo rapto de sua filha. Otelo, sereno, explica que Desdêmona também o ama, não tendo ocorrido qualquer tipo de sequestro. Em meio à discussão, Otelo é convocado para atuar com suas tropas em um determinado conflito, devendo se reunir com o conselho para tanto. Brabâncio também participa da reunião, aproveitando o momento para exigir o julgamento de Otelo, onde e quando tudo se esclarece, uma vez que Desdêmona confirma sua paixão por Otelo e que saiu da casa do pai para viver o seu amor. Nada resta a não ser aceitar a união do casal, mesmo a contragosto de Brabâncio.
Enquanto os acontecimentos se seguem, com a viagem de Otelo e vários súditos para conflitos bélicos - Desdêmona acompanhando desde então seu companheiro, Iago revela para algumas pessoas toda a raiva que possui de Otelo. Por mais que seja seu alferes, possuindo extrema confiança, Iago planeja a desgraça contra Otelo. Ao saber que Rodrigo, um cavalheiro veneziano, nutre sentimentos por Desdêmona, Iago elabora todo um plano ardiloso para que o relacionamento do casal se desmanche, oportunizando assim à Rodrigo ter acesso ao coração de Desdêmona. E assim iniciam os primeiros passos de Iago. Sabendo que Otelo possui todo um ciúme esperando para escancarar sua face, o método escolhido em sua empreitada maliciosa é insuflar tal sentimento. Para tanto, utiliza-se de diversas pessoas (Cássio, Emília, Bianca, Desdêmona, Rodrigo...), tratando-as como seus fantoches, para que, sem que saibam, cumpram com os papeis de seu plano. E funciona. Após causar muitas intrigas e desavenças, Iago logra êxito em fazer com que Otelo revele o seu ciúme doentio, amesquinhando-se a partir de então em sua postura para com sua bela amada Desdêmona, até o momento em que o descontrole toma conta de si, resultando no trágico desfecho da história.

É uma história excelente, que possui razão de permanecer viva e respeitada durante tantos séculos. A construção dos personagens, considerando toda a riqueza de cada um desses, é um feito notório do autor que se revela como uma marca própria em cada peça que desenvolveu. Com Otelo não é diferente. As nuances, as vicissitudes, as particularidades são conferidas aos personagens de maneira brilhante, adotando cada qual peculiaridades distintas. O enredo, como visto, é muito bem construído, convencendo o leitor com todo o primor que a obra proporciona.
Um livro que merece e deve ser lido!
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Lucas 21/01/2013

Deveria chamar-se "Iago".
Adoro a linguagem de Shakespeare! da uma impressão de que todos os personagens são mais poéticos, idealizados e sabem gramática!
Para evitar spoilers, apenas digo que achei interessante que o conflito mais grandioso é deixado de lado logo no início, para que as misérias do caráter humano tomem palco e sejam protagonistas.
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Mione_chan 06/12/2010

Não devo ter lido o mesmo livro que vocês haha.
Achei esse livro um tédio, tanto que me serviu de sonífero diversas vezes. Não consegui ler até o fim e quando precisei para uma prova, levei uma bomba bonita hahaha.

Talvez, um dia, eu retome a história para ver se consigo ler até o fim.
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Denise Campos 26/01/2011

Nunca li um livro de Shakespeare, como a maioria das pessoas conheço suas histórias mas antes de pegar esse livro só era de ouvir falar.
Confesso que não me apaixonei nem nada, acho que de tanto conhecer não teve tanta graça, foi mais para matar a curiosidade.
E poder dizer que já li Shakespeare.
Claro que tenho consciência que é uma adaptação
nat 09/08/2011minha estante
O meu caso foi o mesmo que o seu, a única parte realmente boa foi o final - que não foi nenhuma surpresa. História bem fraquinha.




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