A vingança da mulher de meia-idade

A vingança da mulher de meia-idade Elizabeth Buchan




Resenhas - A Vingança da Mulher de Meia-Idade


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Luzia 07/07/2010

Poderia ser a nossa história
Eu me transportei pra dentro do livro e me identifiquei profundamente com a Rose, teve partes que me emocionei e cheguei a chorar, em outros me indignei com a situação dela.
Um casamento de 25 anos, dois filhos adultos, um emprego sólido e um casamento supostamente indo bem e sem mais nem menos o marido resolve que não quer mais ficar casado e que está envolvido em um caso de mais de ano com a assistente dela 20 anos mais jovem...
Não estamos livres de acontecer conosco esta situação...
Na página 382 começa a se desenrolar a cena que esperei desde o início. O marido cinquentão se dá conta da cagada que fez, pois imaginou que sua vida com a amante seria uma eterna sessão de sexo tórrido e sem compromisso, mas que acabou virando a mesma suposta "prisão" que ele vivia antes com a rotina casa-contas-trabalho-filhos que ele vivia antes, com a diferença que a companheira anterior era uma mulher especial, inteligente, companheira e apaixonada por ele.
Eu cheguei a ficar com a alma lavada!
Pena que ele esperou tempo demais... pois ela estava disposta a aceitar tudo no início, mas ele passou como um triturador por cima dela e no final a amante vagabunda ficou com o marido, o emprego e a casa dela, mas ela deu a volta por cima como toda mulher inteligente deve fazer. O marido perdeu o respeito dos filhos, a companheira de todas as horas, o respeito dos amigos de longa data e trocou por uma esposa trofeu com vinte anos a menos que ele e que só estava de olho no carro-cargo-cartão de crédito-casa-status dele. No final acho que ela tinha tanta inveja da Rose que ela queria a vida dela completa para si e não se importou com nada para ter isso.
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Danni 21/11/2010

Não é uma vingança ...é uma volta por cima^^
Para quem está a procura de uma diversão pacata este livro pode ser uma boa companhia.
Apesar do título, que parece voltar o livro para um público mais velho, eu dei boas gargalhadas com a história de Rose, uma mulher independente, decidida, com dois filhos criados, um jardim que ela adora, um marido que ela ama e uma casa, que apesar de não ser o que ela sonhava, é seu canto e onde ela sonha todas as noites.
Tudo está muito bem, até ela descobrir que seu marido tem uma amante e que esta é sua secretária.
O mundo então se abre a seus pés, em meio a prantos, risadas e amigas ela consegue se por de pé novamente. Uma boa leitura, muito engraçadinha e divertida.

*.*

Ansiosa por A Segunda Esposa ^^
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Luciane 03/01/2011

Adorei!!!!
Gostei bastante do jeito que a autora conduziu o enredo, trazendo alguns flash que explicavam o passado (o primeiro foi confuso, mas logo se pega o jeito).
A história contada no livro volta e meia acontece por aí e ninguém está livre.
Esta parte do livro resume bem (p. 364):
- É verdade. Você pode esperar na fila, pacientemente arrastando os pés em direção ao topo, e aí alguém lhe passa sua frente e lhe dá um belo pontapé. Você está feliz casada, e aí não está mais, e você imagina que vai morrer de humilhação e dor. [...] - Mas você não morre, não do modo óbvio. E além do mais, você pode se vingar; mas não da maneira óbvia. Você se vinga acreditando que, sim, apesar de tudo, você pode viver bem, talvez até melhor. Diferente, afinal de contas".
"Viver bem é a melhor vingança."
Adorei a forma como a Rose lidou com toda a situação - traição do marido e dispensa do trabalho - apesar do desespero inicial, ela deu a volta por cima de forma muito elegante!! Legal também o reencontro com o amor do passado.
Este foi mais um livro viajante em círculo(http://www.skoob.com.br/topico/grupo/1284)
Obrigada, Lúcia, por proporcionar leituras tão agradáveis!!
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Zana 02/06/2012

Pontos discutíveis, a começar pelo título!
A Vingança da Mulher de Meia-Idade retrata a história de Rose, uma mulher casada há 25 anos com dois filhos adultos, vida estruturada e supostamente feliz até que seu marido Nathan resolve abandoná-la por Minty, uma mulher mais jovem considerada sua amiga e assistente no jornal em que trabalhava.

Elizabeth Buchan utiliza uma linguagem fácil apresentando um texto bem organizado. A narração é concebida no presente com mesclas de flashbacks remissivas ao passado, proporcionando assim meios de se conhecer a vida de sua personagem. O argumento é fraco com pontos discutíveis contribuindo para que a história retratada se configure apenas regular. Começando pelo título que diz “A Vingança da Mulher de Meia-Idade”, todavia não existe vingança e o fato da personagem ser abandonada por uma mulher mais jovem não apresenta ter tanta relevância no contexto da história, ou ainda não justifica a ênfase que o titulo lhe concede. O que existe é muita condescendência e aceitação por parte da personagem traída revelando uma incongruência em se tratando de emoções humanas. Por mais equilibrada e espiritualizada que uma pessoa seja em situações parecidas, a raiva ou o sentimento de mágoa, injustiça e traição terminam por resvalar se não em vingança pelo menos num propósito de retaliação e não cooperação. A personagem Rose cede de forma fácil e sem desforra a todas as propostas que lhe são apresentadas, quer seja pelo marido Natan, quer seja no assunto que envolveu a sua demissão.

A questão trabalhista de Rose é um fato que causa estranheza. Como uma mera empregada demitida, que não era sócia ou algo parecido, haveria de discutir rescisão com clausula de impedimento de exercer um novo trabalho parecido por seis meses?!

A meu ver, a personagem Rose foi muito besta e cordata. Pra quem não possui sangue de barata, a Minty no mínimo merecia um sonoro tapa na cara. Ceder sua casa de forma fácil e sem argumentação para o ex-marido viver com sua nova mulher nada menos que a amiga traidora que roubou seu marido e emprego em troca de uma festa para sua filha? É muita falta de noção!

Quanto aos personagens masculinos Hal e Natan, ambos eram egoístas centrados em si mesmo e não mereciam Rose. O primeiro agiu de forma abominável para de forma tardia e dispensável pedir desculpas anos depois. O segundo, revelou-se um tremendo salafrário!


Resumindo, a vingança aludida pela autora nada mais foi do que o decurso natural e previsível dos acontecimentos. A "volta por cima" da protagonista não aparentou ser tão volta por cima assim tendo em vista que não configurou nada de sensacional. Pelos pontos discutidos o livro de Elizabeth Buchan adquire somente duas estrelas e o rótulo de um livro apenas razoável!






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Val 26/09/2012

Primeiro, o título não tem nada a ver com a história. Qdo lí a sinopse achei que o enredo seria interessante, meio Marian Keyes, me enganei. Não que seja todo decepcionante, mas a história não tem momentos interessantes, vai se desenrolando até o final. Eu sei que tem mais dois livros, talvez com mais conteúdo que este.
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cheledrum 06/01/2013

Chato
Achei um livro muito chato, não via a hora de acabar.
De "vingança" (nem volta por cima) não se viu nada. Não passou emoção, eu sentia mais raiva do que a personagem principal.
Pra mim ela só deixou a vida levar, levontou porque não dá pra ficar no chão pra sempre, não tomou uma única decisão por si.
Fora que ficou falando um monte sobre plantas, achei que ela ia se redescobrir como paisagista, mas como muita coisa no livro não levou a nada.
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Cris.Pimentel 15/08/2017

A vingança...
Este é um bom livro, mas só tem um sentido completo se lermos a continuação (A segunda esposa), daí sim, o ciclo se fecha.
A autora descreve os sentimentos da protagonista de forma profunda, impossível não ter alguma empatia.
Caso você decida ler, não esqueça da continuação, para ter a visão completa da história.
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