Um Brinde de Cianureto

Um Brinde de Cianureto Agatha Christie




Resenhas - Um Brinde de Cianureto


38 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3


Arlin 13/12/2009



Foi minha iniciação com AG...ainda hj lembro do efeito que essa leitura provocou em mim: uma linguagem única, com uma elegância ímpar, fiquei fascinada e nunca mais parei. Sou "Agathamaníaca".
Karoll 25/11/2012minha estante
Foi meu primeiro livro dela também e desde então nunca mais parei de ler!! Hoje faço coleção dos livros dela!!! ^^


Carol 28/01/2013minha estante
Também foi meu primeiro livro!!!




Nicca 23/12/2009

Um dos melhores!
Agatha Christie é Dama do crime e esse é um dos livros que não a deixa perder esse título!

Numa narrativa sob diferentes perspectivas, ela primeiro nos faz pensar que não há como descobrir o assassino, depois que o crime é quase impossível e ao fim de maneira espetacular nos apresenta o desfecho desse fascinate caso. É perfeito mesmo sem o brilhantismo de Hercule Poirot.

Um dos meus preferidos!
comentários(0)comente



Bia Machado 17/02/2010

Quem eram aquelas pessoas, DE VERDADE?
Uma mulher morre durante o jantar em comemoração ao seu aniversário. Causa da morte: ingestão de cianureto. Acreditou-se que Rosemary Barton tinha se suicidado, tomando o composto químico em sua bebida. Porém, meses depois, seu marido George recebe cartas que afirmam que, na verdade, ela tinha sido assassinada. Mas por quem? Apenas seis convidados à mesa, teria sido um deles? Aliás, as cartas realmente estavam dizendo a verdade? George acreditará que sim, e tentará descobrir o autor do crime, algo que pode ser extremamente perigoso.

O melhor dos livros de Agatha é, a meu ver, suas personagens. Ela realmente dá vida a eles, fazendo até termos a impressão de que existem, de fato, na realidade. A gente se torna cúmplice de alguns, odeia a outros, desconfia de quase todos... Torce para que não seja quem nós queremos que "se dê bem no final"... =) Muitas vezes, nos engana, como quando pensamos determinada coisa de certa personagem e esta se mostra totalmente o contrário do que achávamos. Isso acontece muito durante a leitura de "Um brinde de Cianureto": será mesmo Iris Marle tão ingênua quanto parece? O que Ruth Lessing esconde por trás de tanta eficiência? Quem é Anthony Browne na verdade? Do que Stephen Farraday era capaz para manter sua carreira política e seu prestígio? E sua mulher, Alexandra, do que seria capaz para manter seu casamento?

Mais uma ótima história policial de Agatha Christie, que me deixou até quase no final com um monte de dúvidas. "Até quase no final" porque consegui descobrir o assassino e o motivo, \o/! Só não conseguia definir o "como" aconteceu de maneira completa, apenas parte da ação. Mas valeu a pena, com certeza! Recomendado!
comentários(0)comente



Fabio Shiva 08/07/2012

Ah que delícia!!!
Li esse livro não sei faz quanto tempo, e que bom! Não lembrava mais de nada da história, a não ser um certo eco familiar dos nomes dos personagens. Por isso pude saborear com muito gosto essa leitura, que não consegui largar até chegar à última página.

O livro traz algumas variações interessantes. Em primeiro lugar, o crime já aconteceu quando a história começa. Depois, logo de cara são apresentados um por um cada suspeito e as suas motivações para cometer o crime. O grande enigma aqui, mais que adivinhar quem matou, é descobrir como foi feito: aí é que está a solução do mistério e o maior atrativo da trama.

A solução é satisfatória, embora não espetacular. O melhor mesmo é o desenvolvimento, muito bem feito, de modo a deixar o leitor grudado na leitura.

E de resto, um ponto chato: pra que esse racismo todo, dona Agatha? Não precisava.


***

Aproveito para convidar você a conhecer o meu livro, O SINCRONICÍDIO:

Booktrailler:
http://youtu.be/Umq25bFP1HI

Blog:
http://sincronicidio.blogspot.com/

Venha conhecer também a comunidade Resenhas Literárias, um espaço agradável para troca de ideias e experiências sobre livros:
.
http://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com.br/
*
http://www.facebook.com/groups/210356992365271/
*
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=36063717
*
Juninho 18/01/2014minha estante
que racismo?


Fabio Shiva 26/01/2014minha estante
Oi amigo Juninho! Não estou bem certo, pois já tem um tempo que li, mas acho que há um personagem mexicano que ela descreve com todo o nojo que devia estar sentindo... uma pena pensar que Agatha provavelmente enxergaria em mim mesmo um ser inferior, só por não ser um lorde inglês que nem ela...




Matheus Fellipe 21/02/2016

Suicídio ou Homicídio???
O livro se inicia com a morte de Rosemary por envenenamento, tudo indica que ela cometeu suicídio, mas há quem pense que foi um homicídio e toda a história vai se desenvolvendo... os primeiros capítulos narram a visão dos personagens presentes no aniversário, onde falam da morte dela e soltam aos poucos algumas informações que nos fazem crer que qualquer um poderia tê-la matado. Passado cerca de um ano de sua morte e devido a alguns outros acontecimentos, o Coronel Race entra na história para investigar o possível assassinato. Não posso dizer nada mais do enredo porque os spoilers, com toda certeza, virão juntos.

“Sim, ela compreendera. Não havia como afastar por muito mais tempo a recordação daquela cena. Precisava se lembrar de tudo. A música, o toque dos tambores, as luzes baças, a apresentação, as luzes acesas outra vez e Rosemary estendida sobre a mesa, a face azul e convulsa. ” — Pág. 39

Enfim terminei de ler esse livro, digo que foi difícil, iniciei a leitura em fevereiro, mas só conclui em julho, o livro é pequeno, mas a história se dissolvia tão lentamente que não me encorajava terminar. Então esqueci o livro por um tempo, na página 100 mais ou menos, e fui ler outros livros. Na Maratona de Inverno, dei continuidade. No começo ainda estava bem devagar e isso se estendeu por, pelo menos, mais umas 50 páginas, e só nas últimas 100 ou 80, quando a investigação se inicia, é que a história se engrena, dá um salto e melhora consideravelmente.

Realmente o final fez com que eu mudasse minha opinião sobre o livro. Eu nunca havia lido nada da Agatha Christie, ganhei um box com cinco livros dela em edição de bolso, e resolvi começar por esse livro em específico, primeiro, porque queria conhecer alguma obra da tão aclamada Rainha do Suspense, e segundo, porque a capa era a mais bonita do box. No começo, jurava que na hora que terminasse a leitura daria no máximo 3 estrelas, pois a história não havia me agradado tanto e a escrita, por mais engenhosa e bem escrita que é, tem traços e termos utilizados nos romances do início do século passado, e isso não me agrada muito. Porém, quando terminei, conclui que Agatha Christie realmente faz jus ao seu título, porque ela elaborou a trama de uma maneira que eu não consegui ter nem ideia do desfecho.

Achei a escrita da autora muito parecida com a de Sir Arthur Conan Doyle, autor dos romances e contos com o detetive Sherlock Holmes. Considero que, se essa história fosse um pouco mais enxuta no início, ela seria bem melhor. Pretendo futuramente ler outros livros da autora, pois ela escreveu muitos e certamente esse não é um dos seus melhores escritos. Espero gostar mais ainda de seus desfechos e personagens.

A edição lida, é da Editora L&PM Pocket. Por mais que não gosto muito das edições de bolso, essa não é das piores, as folhas são brancas, mas não são transparentes, a capa não possui orelhas, mas não é tão frágil. A diagramação e o tamanho da fonte são bons e não atrapalham em nada a leitura.

Levando-se em conta tudo o que falei, acho justo que esse livro receba 4 estrelas.

site: http://coisasdeumleitor.blogspot.com.br/2015/08/resenha-um-brinde-de-cianureto-agatha.html
comentários(0)comente



Sangelo 06/02/2016

Um suicídio, não, dois. Espera é assassinato?
Neste livro acompanhamos a história de um suicídio, que não é tão suicídio assim, e de como esse mesmo crime acontece novamente. A autora é muito criativa e consegue prender o leitor do início ao fim mostrando todos os detalhes da fatídica noite, os questionamentos das pessoas envolvidas (ou seriam suspeitas?) com Rosemary, nossa (vítima?). Acabamos descobrindo que as aparências enganam e todos possuem motivos para (matar?). São tantos questionamentos, é isso que a autora quer passar, às vezes é preciso escutar bem mais do que o que foi dito e digamos mudar um pouco a percepção dos objetos que nos circundam.
comentários(0)comente



Vi 14/04/2011


Foi em um luxuoso restaurante que a tragédia aconteceu. A linda e elegante Rosemary Barton escolheu o local para comemorar seu aniversário, entre os 6 convidados, encontram-se pessoas que no fundo não desejam o bem da moça. Mas ninguém imaginaria um desfecho tão trágico.

A jovem foi envenenada com cianureto despejado em seu copo de champagne. Suicdio ou Assassinato? Um inusitado jogo, no qual cada personagem irá poder contar sua versão e dar um novo enfoque a personalidade da morta.
comentários(0)comente



Bruno 17/08/2011

Agatha Christie - Um Brinde de Cianureto
Conhecida mundialmente como a escritora mais publicada na história (somente atrás da Bíblia e Shakespeare), Agatha Christie escreveu mais de 60 romances. Me envergonho um pouco de dizer que Um Brinde de Cianureto é o primeiro livro dela que pego para ler, já que nunca tive tanta curiosidade de conhecer as obras dela, mesmo sabendo que não era a toa que ela se tornara a escritora mais bem sucedida, vendendo mais de 4 bilhões de cópias durante e após sua vida.

Mas não estou aqui para falar dos sucessos da Rainha do Crime, mas sim dessa obra em específica, lançada em 1945, sobre o suposto suicídio de Rosemary Barton durante seu jantar de aniversário. A história nos é contada de seis pontos de vista diferente - todos convidados da comemoração - e suspeitos de terem envenenado a moça com cianureto de potássio.

O livro é uma análise psicológica sem igual dos motivos que levam a um assassinato. Seja traição, inveja, medo, todos os personagens, inclusive a irmãzinha menor, Iris Marle, tem motivos suficientes para assassinar a coitada, e é isso que nos é revelado durante a narrativa, que além de ser bem construída é também simples e instigante. Você não consegue parar de ler até descobrir quem foi o assassino da bela e imprudente Rosemary.


Veja a resenha completa aqui:
http://bruno-bianchi.blogspot.com/2011/08/resenha-agatha-christie-um-brinde-de.html
Barcossi 05/01/2014minha estante
Captei uma pontinha de spoiler na sua resenha ou estou enganado? rsrs

(OBS.:ainda estou lendo)




Silvio 30/09/2015

Acho que não entendi direito...
Se entendi, ficou incompleto, o que tira, e muito, o mérito do livro. Somente uma das mortes foi esclarecida, como, porquê, quem, etc. e tal. A outra morte ficou no ar... se foi mesmo suicídio, o que também não ficou claro, caiu numa incoerência. Parece que a autora esqueceu-se dela ou, como não soube resolver, mandou que os leitores resolvam. Decepcionei-me.
comentários(0)comente



Juninho 18/01/2014

O que foi isso?
Com um gancho retrógrado de pessoas se lembrando de um suicídio que ocorreu no passado e insistindo em ter os detalhes de volta em sua mente, numa rapidíssima e deliciosa leitura cheguei na Parte 2, nessa, cada segundo valeu muito a pena, por mim o ápice da história se mostrava ocorrer ali. ''Um Brinde de Cianureto'' me trouxe uma série de dúvidas sobre os recônditos da alma humana e uma leve impressão que as aparências pode nos incentivar a acreditar no que os fatos e papéis não veem, talvez não de uma forma tão clara assim, pois o foco da história é outro. A Parte 3 tem um alto decréscimo depois do susto - mesmo que esperado - e vai se evoluindo a cada um de seus curtos capítulos. Por que insistirmos tanto em decifrar o que o nosso ''inimigo'' deseja? Manter a calma e olhar em todos os ''cantos'' e também para o improvável é a 'faixa de chegada'. Que história! Que história! Não esperava nada da forma que ocorreu, fiquei perplexo pois culpei todos os personagens, tentei olhar de todas as formas possíveis, mas em ''Um Brinde de Cianureto'' não houve o mais ou o menos provável, houve Agatha Christie mostrando ser quem é.
comentários(0)comente



Yoná Michelam 16/02/2014

O livro começa com o ponto de vista de cada personagem sobre o mesmo acontecimento. Com isso achei o começo um romance meio água com açúcar, mas à partir da segunda parte do livro fica interessante. O melhor foi ler que os fatos são sensatos e plausíveis, uma dosagem proporcional de romance e suspense. Valeu a pena ler o livro de uma autora como a Agatha. Recomendo!
comentários(0)comente



Mário H. 16/03/2014

até agora o melhor que li da Agatha, se duvidar o melhor dos de investigação
Que história fascinante, prende a atenção de uma maneira extraordinária. Quem matou? Por quê? Como? simplesmente genial Agatha...
comentários(0)comente



Felipe 16/06/2015

não leia.
Camila A. Meireles 24/01/2016minha estante
suas resenhas monossilábicas... (tô me divertindo lendo todas)




deboradiasd 30/07/2016

Bom
Final muito previsível. Esperava me surpreender...
comentários(0)comente



Estante Mofada 28/05/2013

Um brinde de cianureto
Um ano após a morte por envenenamento de Rosemary Marle, seu ex-marido George Barton recebe um bilhete anônimo dizendo que sua esposa não havia se suicidado, como supunha o veredicto, mas sim sido assassinada.
Então ele e Iris Marle, a irmã da falecida, tentam reconstituir a cena do assassinato, no dia do aniversário de Iris, à fim de finalmente descobrir quem foi o culpado por esta desventura.
O assassinato ocorrera no restaurante Luxembourg, no dia do aniversário de Rosemary, quando 7 pessoas, contando com a aniversariante, sentavam-se a mesa, e esta bebeu um drinque contaminado...Com cianureto...
Foram convidadas as mesmas pessoas, que tiveram seus lugares determinados de acordo com o dia do assassinato. O convite foi igualmente chocante a todos.
Será que o crime vai ser desvendado???

Resenha extraída de: www.blogestantemofada.blogspot.com.br
Página no Facebook: www.facebook.com/EstanteMofada
Twitter: @estantemofada
comentários(0)comente



38 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3