Delírio

Delírio Lauren Oliver




Resenhas - Delírio


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Amanda Azevedo 10/06/2012

Love hurts but sometimes it's a good hurt
And it feels like I'm alive
(…)
Have a heart and try me
'Cause without love I won't survive


Love Hurts — Incubus


Você já sofreu por amor? Ao ler essa pergunta imagino que você tenha imaginado um ex-namorado (a) ou até mesmo seu namorado (a) atual. Mas a pergunta não é simples assim. Eu me refiro a todo e qualquer tipo de amor. Esse que você sente pelo seu pai, mãe, irmãos, amigos... Sei que você já sofreu por eles. Amar é isso, não é? É se importar. É ser um pouco o outro. Se sentir afetado quando outras pessoas afetam quem você ama e se sentir despedaçado quando quem você ama te afeta, te toca... De um jeito que machuca.

Você gostaria de se ver livre disso? Do amor? E consequentemente da dor, que por vezes, ele nos traz? Essa é a grande questão: pra você, amar vale a pena?

É o mais mortal entre todos os males: você pode morrer de amor ou da falta dele. — Página 9

No tempo em que essa história se passa a realidade é a seguinte: o amor é visto como uma doença — amor deliria nervosa — e foi determinado pelo Governo que todos os cidadãos ao completarem 18 anos passariam pela intervenção onde seriam submetidos a cura.

Lena, nossa protagonista, está em contagem regressiva para passar pela intervenção. Ela mal pode esperar pelo momento onde finalmente estará curada dessa doença — o amor. Depois de passar pelo processo ela receberá um marido — é isso mesmo, o próprio sistema fica encarregado de arranjar um par para todas as pessoas, escolhendo dentre uma lista aquele que supostamente é mais compatível — e será encaminhada para alguma faculdade.

Mas a poucos dias de sua tão esperada cura ela conhece Alex e descobre sentimentos que até então, eram totalmente desconhecidos para ela e passa a perceber e a se perguntar se o amor é realmente algo tão abominável como acreditava.

Ao ler o livro me surpreendi, por acreditava que ao passarem pela intervenção as pessoas ficavam livres apena do “amor de casal” — na falta de expressão melhor —, mas não! Quem é curado se torna uma pessoa indiferente em relação a todo e qualquer tipo de amor. São frias com seus pais, filhos, irmãos, amigos. São transformadas em pessoas “ocas”.

Estou há 18 anos sem conhecer esse “amor de casal”, às vezes me sinto paranoica por pensar que estou atrasada e que talvez nunca conheça esse amor, mas até vivo — não digo que perfeitamente ou completamente feliz — sem esse amor, talvez esse vazio que, por vezes, sinto nem seja isso... Mas o fato é que: vivo sem esse amor “romântico”, mas não consigo imaginar minha vida sem o amor dos meus pais, dos meus amigos e de parte da minha família. Eu sentia pena das pessoas que já tinham passado pela intervenção, por levarem suas vidas simplesmente envelhecendo a cada dia, sem sentirem nada, vivendo como robôs, só que feitos de carne e osso.

A Lauren Oliver já havia me conquistado em Antes que eu vá com uma narrativa poética capaz de tocar o leitor verdadeiramente e em Delírio não foi diferente. Sua forma de conduzir a história é inexplicavelmente mágica. Emocionei-me muito durante a leitura, chorei, sorri, senti raiva, medo, aflição. A Lauren é dona de uma escrita capaz de penetrar, de maneira sutil, o mais íntimo do nosso ser.
Allana 14/11/2012minha estante
Adorei sua resenha, me fez ter ainda mais vontade de ler o livro.


Mari Tayt-Sohn 08/05/2014minha estante
Depois de ler sua resenha, me deu uma vontade louca de ler esse livro.


Bina 31/05/2014minha estante
Leiam,recomendo. Esse livro é perfeito. Teve uma hora em que eu não conseguia mais parar de ler. Esse livro me afetou de tal forma que eu lia me sentindo dentro da história, me sentia no lugar da Lena e com meu coração altamente acelerado eu terminei um dos melhores livros que ja li na vida.




Regiane 08/07/2012

Que venha Pandemônio!

“ Agora o lugar está cheio dele: tão próximo que não consigo respirar, não consigo me mover, falar ou pensar. Toda vez que seus dedos me tocam, o tempo parece parar por um segundo, como se pudesse se desfazer. O mundo inteiro está se desfazendo, concluo, exceto nós. Nós. ”

“ E, de repente, tudo é tão ridículo e estupidamente claro que tenho vontade de rir. É isso o que quero. Sempre foi meu único desejo. Todo o resto - cada segundo de cada dia antes desse momento, deste beijo - não significou nada. ”


Lauren Oliver me surpreendeu mais uma vez. Se eu já tinha me afeiçoado com Antes Que Eu Vá, agora então ela conquistou minha total admiração. Adoro autores flexíveis que ousam temáticas diferentes, e isso a Lauren prova que tem de sobra.

Há muitos anos o amor já foi visto como algo bom, mas atualmente ele é considerado como a pior e mais grave doença. Através do avanço da ciência, eles descobriram uma maneira de erradicá-lo, e dessa forma, todos os cidadãos ao completar 18 anos são obrigados pelo governo a se submeterem a cura.

Lena Haloway está prestes a completar seus 18 anos e não vê a hora que o dia da sua intervenção chegue. Seu desejo é viver sem dor, com tranqüilidade e segurança. Lena sabe que depois de curada não precisará se preocupar com mais nada, pois o governo tratará de encaminhá-la a faculdade, além de nomear um marido a ela. A garota confia plenamente nas imposições das autoridades, porém faltando apenas poucas semanas para a sua cura, inesperadamente ela se apaixona e reconhece imediatamente os sintomas. Será que depois de prová-lo ela ainda desejará a intervenção?

Eu sou suspeita para falar sobre livros que abordam distopias. Eu simplesmente adoro a temática e nunca me canso do assunto. Reconheço que Delírio possui elementos que me fizeram lembrar sutilmente de Destino da Ally Condie, mas nada que me incomodasse. Aliás, a obra de Lauren me agradou muito mais. Tanto que entrou para a lista dos meus favoritos.

A narração segue em 1ª pessoa sob o ponto de vista de Lena, e através dela, vamos descobrindo os propósitos e as regras da sociedade. É emocionante e intrigante a cada capítulo, pois a protagonista é totalmente cega pelo sistema, mas aos poucos ela vai enxergando a verdade, e outras coisas interessantes são reveladas. Cada vez que eu avançava na leitura, mas eu sentia necessidade de devorar o livro.

A escrita de Lauren é muito cativante e envolvente. Resultado: o leitor se rende logo nas primeiras páginas. Os cenários e acontecimentos são muito bem descritos, sem dar qualquer chance à monotonia. Prende do começo ao fim.

Lena é uma protagonista bem interessante e que ganhou minha afeição logo de cara. Não fiquei com raiva dela, nem mesmo enquanto vivia "dentro de uma bolha" e não entendia sua verdadeira realidade. Bastou eu me colocar na pela da personagem para compreender suas atitudes.

“ Naquele instante, realmente percebo quão profundas e complexas são as mentiras, como elas se espalham por Portland como esgotos, cobrindo tudo e enchendo a cidade com o fedor: a cidade inteira construída dentro de um perímetro de mentiras. ”


Hana - a amiga que todo mundo deseja - possui uma personalidade marcante, é super extrovertida e não tem medo de se arriscar em nome da diversão. Grace é uma garotinha encantadora. Fiquei emocionada com suas atitudes para com Lena. Alex com certeza é um dos personagens mais interessantes. É um tanto misterioso, mas conforme ele vai se revelando, torna-se impossível não admirá-lo.

Lauren Oliver conseguiu criar um mundo distópico inovador - mesmo possuindo mínimos detalhes que lembram Destino. Me dá uma aflição ao imaginar nossas vidas sem amor. É horrível só de pensar nessa possibilidade. Seríamos todos vazios, apenas sombras vagando por aí. Por esse motivo fique deslumbrada com essa ideia que a autora utilizou em sua obra. Considero Delírio um dos melhores livros distópicos da atualidade.

Eu não sei vocês, mas eu adoro marcar os trechos que eu mais gosto - com marcadores adesivos - em todos os livros que eu leio. Eu me superei em Delírio, pois perdi as contas de quantos quotes eu selecionei. Claro que não dá para eu citar todos, mas além dos anteriores, esses dois seguintes eu gostei demais.

“ Enquanto eu estou deitada ali, com a dor penetrando meu peito e a sensação ansiosa e doentia se agitando dentro de mim e um desejo tão forte por ele que é como uma faca rasgando meus órgãos e me dilacerando, tudo que consigo pensar é: Isto vai me matar, isto vai me matar, isto vai me matar. E eu não me importo. ”


“ A Shhh diz que o deliria altera a percepção, compromete a capacidade de raciocinar com clareza e impede julgamentos corretos. Mas ela não diz o seguinte: o amor transforma o mundo inteiro em algo maior. Mesmo o lixo, brilhando no calor, um amontoado enorme de sucata, plásticos derretidos e sujeira, parece estranho e milagroso, como um mundo alienígena transportado para a Terra. ”


O final do livro é totalmente angustiante, o que me deixou demasiadamente ansiosa a ponto de roer as unhas. Não vejo a hora de lançarem a continuação por aqui - intitulada como Pandemônio. Espero que a Intrínseca não demore tanto. Delírio terminou com várias pontas soltas, mas não me chateou, pois foi uma tática inteligente da autora que guardou várias revelações para o 2° volume da série.

Para quem aprecia livros distópicos, cheio de suspense e romance, é mais que recomendável.
Nayara 06/03/2016minha estante
"angustiante" não é suficiente para descrever aquele final, de forma alguma. É muito mais que doloroso.




Flavia 20/04/2012

Resenha postada em http://livrosechocolate.blogspot.com.br/2012/04/delirio-lauren-oliver.html
Lena é a menina certinha, criada pela tia após acreditar que sua mãe morreu em decorrência da doença, que vive submissa aos "caprichos" do governo e acredita que terá um ótimo futuro se continuar obediente. Ela começa a fazer uma contagem regressiva dos dias que faltam pro seu aniversário de 18 anos e pra que sua intervenção seja feita logo de forma que ela possa ficar livre de uma vez por todas dessa doença terrível que é o amor e do que ele faz com as pessoas, mesmo que ela nunca tenha sentido isso por alguém.
Uma pessoa curada, simplesmente deixa de sentir afeto por qualquer pessoa, seja ela um amigo de infância, a mãe, ou os próprios filhos que ela possa vir a ter.
Lena cresceu acreditando que a cura é uma coisa boa e necessária para uma vida plena e feliz, mesmo sabendo que existem "inválidos" a solta, que vivem escondidos na selva, fugindo e resistindo a essa "ditadura", e mesmo das lembranças que tem da mãe que não conseguiu ser "curada" e fazia questão de deixar claro o quanto a amava.

Só que Lena não contava que iria conhecer Alex e os mistérios que cercam o rapaz, que acaba mostrando pra ela que a vida na "selva" poderia ser bem diferente do que ela espera se passar pela cirurgia que a espera... Então, Lena, que até então desconhecia a "vida lá fora" começa a se descobrir, o que fará com ela se decida se quer ser curada, ou se quer se deixar levar pela doença.

A leitura pra mim, foi muito arrastada com detalhes inuteis e fiquei com a impressão de que a autora gosta de enfeitar e encher linguiça demais em vez de chegar ao ponto logo e isso me desanimou muito. É um estilo de escrita que não me chama atenção. Acho que uma coisa é descrever e detalhar o ambiente, e outra coisa é exagerar com atitudes que não fazem sentido ou que não servem nem acrescentam nada, como detalhar a observação de um bicho voando, a toa, do nada, dentre outros exageros, como se quisesse "poetizar" o texto. Aff.

Achei a ideia inicial, sobre o amor ser tratado como doença e a necessidade de ser erradicado pra acabar com o sofrimento e as bobagens que os outros fazem em nome dele, bacana, confesso; mas achei que a história iria tomar outro rumo, ou que a pessoa infectada pudesse pelo menos ter livre arbítrio.. mas não...

Não dá pra deixar de comparar com Destino, de Ally Condie. Acho que uma sociedade que vive a mercê do governo, e ai de quem se manifestar contra que será punido severamente, é uma idéia já explorada, então não tem como deixar de comparar. Pra mim foi um tipo de leitura que eu lia, lia e lia, mas fiquei com a sensação de não sair do lugar.

Esse lance de o governo ter poder de controlar as pessoas, o que elas devem e não devem fazer, se intrometendo em suas vidas da forma mais invasiva e cruel possível é uma ideia que me deixa sem paciência.
E outra coisa que me deixou maluca da vida: Como pode uma pessoa não ter sentimentos, gerar e criar um filho sem amá-lo, ter um relacionamento com uma pessoa por quem você não sente nada (e olha que nem é questão de golpe ou coisa do tipo, já que isso não existe nessa sociedade), tratar todas as pessoas que você conhece com indiferença, como se nunca tivessem tido uma história ou amizade, e isso porque o simples fato de demonstrar qualquer afeição por alguém é considerado um crime... Nossa... isso é uma loucura sem tamanho! Não consigo imaginar um mundo assim, sinceramente.

Mas enfim, a história simplesmente não me surpreendeu, não me prendeu de maneira que eu ficasse empolgada. Lena é uma pessoa aberta a opiniões, que mesmo com medo da repressão do governo, resolve experimentar o que é proibido pra chegar as próprias conclusões, e gostei disso. É um livro razoável, pela ideia inicial, pelo desenvolvimento dos personagens e pelas descobertas que Lena faz, mas nada além disso. Se não fosse pela capa, muito linda e metalizada, daria duas estrelinhas... :p
Ana Luiza Assis 29/06/2012minha estante
Eu não gostei muito da Lena não, achei ela uma das protagonistas mais chatas, lamentonas e indecisas que eu já vi. A capa me conquistou também, mas a história também não me prendeu ou encantou nenhum pouco. Acho que a escritora se perdeu no lance dos detalhes, mas lendo outro livro dela, o incrível "Antes que eu vá" a escrita é bem mais direto, continua sendo hiper detalhado, mas não maçante. Recomendo a leitura. :)


Laís 19/02/2013minha estante
Na minha opinião, a Lena foi o que estragou a trama... As várias páginas de pensamentos, dela lamentando me fizeram desistir do livro várias vezes. Acho que se a protagonista fosse a Hana, o livro seria muito mais empolgante. Só vou ler a sequência por causa do final agoniante. Não consigo acreditar que aquilo aconteceu de verdade!


Jessica 27/02/2013minha estante
Enfim, alguém que me entenda e que considera o livro cheio de descrições desnecessárias. Estou lendo porque disseram que o final vale a pena, só espero que sim! Boa resenha a sua!


Vanessa 02/03/2013minha estante
Não sei por qual motivo, mas o livro me pareceu clichê. Alguém mais concorda? Obs: ainda não li.


Deh 29/01/2015minha estante
Tive interesse em ler o livro porque o tema e a sinopse me chamaram a atenção, além da capa rsrsrs Porém me decepcionei muito, e olha que isso eh difícil acontecer. O livro todo fica numa lenga lenga. Eu fiquei durante, literalmente, o livro inteiro esperando q acontecesse alguma coisa emocionante, naquele "ah, agora vai" só q não foi. Só beeem pro final acontecem as coisas mais emocionantes, soh q dai o livro termina daquele jeito horroroso. Parece novela, que fica enrolando e deixa pra descobrir o q vai acontecer no próximo capítulo. Não de uma forma construtiva, que nem todos os outros que li, com um final estruturado, que nos deixa ansiosos pelo próximo. É meio que nem dar de cara com o poste. A técnica do final bombástico funcionou para fazer eu kerer ler o próximo livro. Mas senti que foi uma afronta a inteligência do leitor. Enfim, estou fervorosa assim pq acabei de ler agora o livro e fiquei possessa rs. Amenizando um pouco, nao digo q o livro eh 100% ruim... a historia poderia ser muito melhor desenvolvida, mas dá pra minimamente se distrair. Lerei os próximo e espero que sejam melhores.


Mônica 04/03/2015minha estante
Olá Flávia, que bom que li sua resenha, estou separando os livros que pretendo adquirir daqui um tempo (já comprei muitos esses dias e estão esperando para serem lidos). Sinceramente concordo com você, não quero nem pensar em um mundo onde o amor não exista. Depois de conhecer o amor tão poderoso por um filho. Esse tipo de livro não me atrai.




Paula BDB 25/03/2012

A primeira coisa que me chamou atenção nesse livro foi a capa,que é linda,depois foi a sinopse,que me deixou morrendo de vontade de ler.Então comprei ele na pré-venda e quando ele chegou na sexta-feira,passei ele na frente de outros e o li durante o fim de semana.

Eu estava com muita vontade de lê-lo e com uma enorme expectativa e ela foi correspondida... o livro é muito bom,tem uma estória bem construída,de leitura fácil e me prendeu do começo ao fim.

Em algum momento da história humana os cientistas descobrem a cura para uma doença chamada: amor deliria nervosa - o amor.Que segundo esse novo governo foi e é a causa de muitas coisas ruins,a raiva,a violência,a perda do raciocínio e a morte de muitas pessoas.Então logo após uma pessoa completar 18 anos ela passa por uma intervenção e é curada para sempre dessa doença e vive sua vida que é programada antes mesmo até da intervenção,quando é escolhido seu par para você se casar,se você vai ou não a universidade,onde você vai trabalhar e morar e quantos filhos você deve ter.

Lena é a personagem principal e ela conta os dias para sua intervenção,que é o que ela mais quer na sua vida,ficar livre e curada.Ela vai a escola,mora com sua tia,tem uma melhor amiga,mas todos os seus passos e suas atitudes são controlados e observados,assim como das demais pessoas,tanto os que não passaram pela intervenção quanto os curados.Mas existe em Lena mais do a vontade de ser curada,existe também um lado dela que sente e pensa de forma independente e ela se descobre forte e capaz de tudo ao conhecer e se apaixonar por Alex.Quando tudo muda em sua vida.

Bom,eu adorei o livro e confesso que nas primeiras cem páginas ou mais tive até uma sensação de sufocamento com as regras impostas por esse novo governo e sobre como as pessoas curadas agem,a Lena tem uma batalha com ela mesma,sobre o que ela acha que quer e é certo e sobre o que ela realmente quer e é certo.Como eu já disse o livro me prendeu do começo ao fim e quando ele terminou eu pensei:"Terminou?E agora,como vai ser?"Portanto agora eu estou na expectativa pelo próximo livro que vai ser Pandemônio,tomara que chegue logo por aqui.Recomendo o livro,um dos melhores que li nesse ano!
Jacqueline 04/04/2012minha estante
concordo, no início a trama se arrasta, mas depois aquele final deixa qualquer um ansiosa pela continuação. Gostei da resenha


Luan Queiroz 28/11/2012minha estante
Poxa, fiquei com bastante vontade de ler esse livro. A história é muito parecida com a da série Feios.




SoulBookss 11/08/2012

Delírio - simplesmente perfeito !
Ninguém nunca esta completamente bem, é preciso ter momentos tristes para se sentir feliz,é preciso passar por momentos dificeis pra saber apreciar e dar valor a coisas simples como um ultimo abraço ,uma ultima palavra ou até mesmo em como soa engraçado algumas palavras quando saem da boca de alguém que amamos!
Esta não é só mais uma história de romance adolescente clichê! É uma visão nova do amor, aquela parte em que não nos traz somente alegria mas que também nos faz mal ,faz de nós dependentes ,nos faz sofrer que nos faz sentir como duas almas abtando um unico corpo , vivendo em completa sintonia e partilhando um turbilhão de sentimentos: dor, tristeza, raiva ,medo , coragem ,esperança é uma centena de emoções mas sentidas e vividas intensamente como se fossemos apenas um... Lena e Alex vivem um amor inocente , lindo e fora da lei, fora dos padrões do que se diz certo no mundo de Lena , a beira da praia sem poderem se tocar ou conversar publicamente, mas um amor que é completamente magico e tão intenso que mesmo com todas dificuldades e barreiras é forte , quando estão a sós um simples ato como aproveitar a vitamina D do sol num jardim a tarde , ou olhar as estrelas e imaginar como seria a vida deles em um lugar onde o amor não fosse visto como uma doença,pensar em como seria dar um abraço, dizer Eu Te Amo ou andar de mãos dadas sem ter que se preocupar se alguém esta olhando ou se não vão ser jogados em alguma cripta no dia seguinte para apodrecer e morrer como delinquentes por simplismente amar alguém a ponto de prefirir morrer amando doque viver sem poder amar, só de imaginar já os faz feliz.Enfim Delírio é renegado de mistério e aventura, é simplesmente alucinante e encantador!
Em um Futuro pós-apocaliptico, não ouve lutas por poder ,guerras ou massacres...O problema é outro , as pessoas começaram a enlouquecer e morrer por amor, o que eles chamam de "Amor Delíria Nervosa",aquela doença que nos traz dificuldade de concentração, boca seca, , fixação, gagueira, borboletas no estômago,dor no peito, ilusões , o governo considera seres humanos imprevisiveis em seu estado natural , acreditam que somente quando seus instintos animais são controlados, eles podem ser confiaveis, então a cura foi descoberta e a intervenção foi solicitada , e assim toda população foi desenfectada... Assim que se completa 18 anos você passa por sua intervenção, seu futuro é traçado desde o momento em que saí do ensino médio , melhor desde que você nasce seu futuro já esta traçado, sua faculdade com quem serão pareados , mas calma você tera suas 3 opções dentre as que eles escolheram , e logo após sua escolha estara casada com uma pessoa que não sentira nem ao menos pena de você! E um futuro que todas as regras são ditadas pelo governo , em que você nasce achando que um abraço apertado é sintoma de uma doença gravíssima que pode te levar a morte ou te enlouquecer, tudo que foge as regras é crime e pode ter serias consequências.
O que todos nós procuramos é um amor que nos entenda e que nos faça sentir a vontade consigo mesmo, que goste de você do jeito que você é ,e quando isto acontece e a saudade aperta ou falta dele dói, a perda nem sequer é cogitada pois com ela você também se perde, mas mesmo assim você se sente bem, saiba que você esta infectado pelo ''Amor Deliria Nervosa'', então é neste momento que te pergunto, qual seria o mais mortal dos males, morrer por amor ou pela falta dele? , talvez seja necessário sofrer por amor, afinal ninguém consegue ser feliz sozinho.
Então Gente SUPER recomendo este livro ,não sei se consegui passar um pouco da emoção do livro para vocês , mas tenho certeza que não vou conseguir passar o tanto que este livro me emocionou. Ele me deixo de queixo caído eu chorei , fiquei apavorada , angustiada , feliz ri muito e isso tudo ao mesmo tempo!Lauren é simplesmente maravilhosa, (apesar de estar meio brava, pelo o livro ter parado num final daquele. Como pôde fazer isso com a gente? ¬¬ Quem leu vai entender) ela realmente colocou todo sua criatividade nesse livro. Realmente pensei em varios finais para mas não passou pela minha cabeça parar daquele jeito , enfim agora é aquietar o coração e esperar o proximo livro "Pandemônio".
comentários(0)comente



Glaucia 11/05/2012

Resenha do Mix http://www.mixliterario.com/2012/05/resenha-delirio-lauren-oliver.html
Você consegue imaginar um lugar sem amor? Um lugar onde as pessoas são frias, desprovidas de sentimentos, cegamente obedientes ao governo, a ponto de deixá-lo conduzir todo o rumo de sua vida? Assim é a estória contada por esse livro. Magdalena, ou Lena, nasceu em uma época em que o amor é considerado uma doença, “deliria nervosa”, e que as pessoas recebem uma “cura” para essa anomalia. Elas são conduzidas através de manuais, desde que nascem; que mais parecem bíblias, e dizem o que fazer, como viver e como agir aos sintomas que consideram uma anomalia. Não podem se quer demonstrar afeto em publico, porque isso é indicio de contaminação. Tudo é um verdadeiro terrorismo, até mesmo com toque de recolher para os jovens que não foram “curados”.


Aos dezoito anos os jovens são analisados, como animais em um abatedouro; fazem uma bateria de testes, para traçar o perfil psicológico e a partir dali serem “emparelhado” com o parceiro escolhidos previamente, e também “curados”. Não há relações emocionais, as famílias são criadas apenas para a procriação e manutenção da sociedade. Existe uma segregação sexual, que chega a ser irritante. Você consegue se imaginar em um mundo como esse? Bem, esse é o cenário dessa estória.


Lena está prestes a completar os dezoito anos e ansiosa demais, ou eufórica, para receber a “cura”. Ela teme acabar como a mãe, que cometeu o suicídio após um quarto procedimento e esse temor a persegue. Os dias que antecederam a sua entrevista, Lena está uma pilha de nervos, pressionada pela tia Carol; com medo de ir mal e ser “emparelhada” com uma pessoa não muito legal. Sua melhor amiga, Hana, não parece muito ansiosa e tem uma opinião contraria sobre o assunto. Ela, em meio a tanto terrorismo, se vê coagida até a não falar sobre o assunto com a amiga, que tem uma atitude rebelde.


No momento em que está sendo analisada, respondendo a uma bateria de perguntas que têm o único objetivo traçarem o grau de sentimentalismo e propensão á doença, uma boiada invade o laboratório e Lena fica encolhida, tentando fugir da confusão. É nesse momento ela vê um jovem lindo, com um sorriso malicioso, observando sua entrevista. E tem a certeza de ser um dos rebeldes.


Em grande parte do livro, Lena se vê em conflito, medo, confusão e ansiedade. A pressão causada pela tia Carol e pela família, com quem vive, não ajudam muito. Ela sabe que em pouco tempo será curada e qualquer sentimento humano será tirado. Mesmo a amizade com Hana deixará de existir, quando não houver o sentimento que unem as jovens.


Hana não parece muito disposta a aceitar a cura e passa por um momento de rebeldia. Ela descobre que existem outras possibilidades, quer curtir a vida antes que toda sua liberdade seja “roubada” pelo governo. Lena tenta impor a ela o que acha que é certo e as duas entram em conflito, causando um grande sofrimento.


As coisas começam a ficar estranhas quando os caminhos do misterioso Alex cruzam com os dela, deixando-a ainda mais confusa e amedrontada. Quando Lena e Alex engrenam finalmente o relacionamento, o seu estado de confusão dela só piora. Lena tem certeza de ter sido contaminada pela “delira nervosa”. Agora ela quer estar sempre com ele, passando a mentir e fugir o tempo inteiro para viver esse momento único, sabendo que em pouco tempo receberá a “cura” e o que sente por ele não existirá mais. Apesar de ela estar um pouco mais forte, ainda percebesse o medo e a ansiedade. Do nada Alex passa a ser a sua razão de viver e a proximidade da perda faz Lena mudar muito as suas atitudes e considerar decisões drásticas para a sua vida. Ela começa a enxergar outra realidade, perceber que nem tudo é como o governo fez parecer e que parece existir uma grande farsa. Descobre a beleza das poesias, o gosto do sentimento crescendo e o significado da palavra amor. Sua mente começa a se abrir para novos horizontes.


A narrativa é feita em primeira pessoa, lenta e na maioria das vezes cai na mesmice. Os pontos altos do livro são as partes com Alex, mas não se empolguem muito com isso. Quando você acha que a trama vai evoluir, ela volta ao mesmo passo de antes e o leitor fica se perguntando por que as coisas demoram a acontecer. Mas a autora tem uma escrita boa e isso acaba compensando o resto.


O livro termina de forma eletrizante e abre passagem para o próximo. Sinceramente não sei qual será o rumo que a autora dará as personagens, mas tenho certeza que a nova Lena não será nada comparada a menina do início da estória. Muita coisa mudou em sua vida e agora, fugindo para sobreviver, Lena precisa encontrar forças para seguir em frente e descobrir quem ela realmente é.


Bem, espero que gostem!


Bjs no core
Aline Stechitti 24/05/2013minha estante
Li sua resenha inteira esperando o porquê das duas estrelas :/




Lygia 21/03/2012

Delírio - Lauren Oliver
AMOR: uma única palavra, algo delicado, uma palavra que não é mais larga ou longa que uma lâmina. É o que ela é: uma lâmina, uma navalha. Ela corre pelo centro de sua vida, cortando tudo em duas partes. Antes e depois.
O restante do mundo cai em ambos os lados. "
(página 211 da versão digital)

Lena está aguardando ansiosamente pela sua intervenção. Um pouco mais de 3 meses e então ela se verá livre da doença, da ameaça que fica à espreita, o amor deliria nervosa. O 'Shhh', código de conduta que estuda desde criança, destaca todos os pontos negativos dessa doença horrorosa que costumava assolar toda a população, há tanto tempo atrás, e a garota não consegue imaginar um mundo onde as pessoas se amavam. Aliás, ela nem conhece essa palavra e nem sequer pode pensar nela - é proibido, é errado, não é seguro. Graças aos céus os cientistas de seu tempo conseguiram descobrir a cura para ela, e é através dessa intervenção, assim que a garota completar 18 anos, que a mesma não sentirá mais nada e ficará livre do amor para sempre. Ou assim ela pensa.

Hana, a melhor e única amiga de Lena, quer mais. Ela sabe que contatos físicos são desestimulados desde que ela se entende por gente e apesar de levar uma vida confortável (afinal, são poucos os que tem carros na cidade e a família dela é uma delas), a garota não se sente bem. Ela sabe que algo está errado. E começa a procurar, e quem procura acha: pessoas ainda conseguem encontrar festas normais, garotos e garotas interagindo. Mas é errado e proibido, e se forem pegos pelos reguladores, coisas não muito agradáveis acontecerão. Mas elas já passaram por suas avaliações- o processo que te atribui notas e determinante para escolha do seu par assim que você passa pela intervenção - e Hana sabe que elas tem pouco tempo. Ela quer aproveitar, pois assim que passar por seu processo e ficar livre de dor, livre do amor, com certeza nem sentirá mais falta da amizade de Lena.

Além do motivo óbvio de se ver livre da doença, Lena quer passar logo pelo intervenção e exibir publicamente com orgulho a marca que a cirurgia gera porque, quando ela ainda era criança, sua mãe se matou, dominada pelo amor deliria nervosa, mesmo que tenha passado pelo processo 3 vezes. Ela quer que as pessoas parem de olhar torto para ela, como se fosse uma aberração, ou até mesmo uma Inválida. Aliás, essa é outra palavra proibida. São chamados de Inválidos todas as pessoas que por algum motivo não passaram pelo procedimento e estão fora da fronteira que o governo estipulou como seguro. Pessoas que o governo prefere ignorar que existam.

As pessoas seguras e felizes, como determina o livro do 'Shhh', vivem sem o amor e casadas com uma pessoa determinada para elas através da avaliação. Alex trabalha em um dos laboratórios onde são realizadas as avaliações e as intervenções. Com mais de 18 anos, ele tem a marca e provavelmente já foi pareado com alguém. Mesmo assim, Lena não pode evitar sentir algo diferente quando o vê pela primeira vez. E depois de novo, e então, mais uma vez. Será que ela já está infectada com o amor deliria nervosa, como sua mãe? E se tudo o que aprendeu durante sua vida toda estiver errado e a intervenção não for o procedimento correto?

Pois bem, Delírio é o ponto de partida para a distopia criada por Lauren Oliver, e por esse motivo, como todo livro introdutório de série e/ou trilogia, temos um ritmo mais lento de leitura. E foi assim pra mim até a página 200, aproximadamente. Detesto fazer comparações óbvias, mas é inevitável falar que até o número da página dita, eu tive a impressão de estar relendo 'Destino', da Ally Condie. Muita introdução para explicar como a sociedade funciona e inserir de vez o leitor no universo criado. As páginas finais, por outro lado, são de ação pura, e talvez seja por esse único motivo que eu desejei ter Pandemonium em mãos para saber o que acontece em seguida.

É inegável o dom que a autora possui de prender o leitor com sua forma de escrita. Tal como 'Antes que eu vá', por mais que eu não tenha amado a história de paixão, não conseguia parar de virar as páginas, só para saber o desenrolar dos fatos. Acho que a decepção rolou justamente por ter a impressão de ler algo duplicado, e também, porque encontrei algumas incoerências com a questão da população viver de forma harmoniosa, digamos assim, sem ter sentimentos, mas serem capazes de gerar filhos. Esses, que até aos 18 anos, tem todos os sentimentos à flor da pele, mas convivem com pais que não conseguem amar, porque é errado. A criança é criada, imaginei eu, sem nenhum elo, nenhuma referência para as emoções, e elas nem sabem lidar com isso, porque seus pais, após a intervenção, nem mesmo conseguem dar palavras de conforto e ânimo. Sinceramente, isso não fez sentido pra mim. Só lendo para entender. Mas recomendo a leitura justamente porque levanta as discussões acerca das escolhas, livro-arbítrio. E é ótimo acompanhar as emoções intensas vivenciadas pelos personagens quando fazem parte de um universo cheio de restrições e proibições.

Resenha em: http://www.brincandocomlivros.com/2012/03/resenha-delirio-lauren-oliver.html
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Ana Paula 22/08/2012minha estante
Eu com certeza estaria contaminada com o Amor deliria nervosa... kkkk Vivo amando tudo!!!
Desde que você me falou do livro, fiquei super curiosa para ler. É um dos primeiros da minha lista. Obrigada pela resenha!
Um abraço!


Ana Paula 22/08/2012minha estante
Eu com certeza estaria contaminada com o Amor deliria nervosa... kkkk Vivo amando tudo!!!
Desde que você me falou do livro, fiquei super curiosa para ler. É um dos primeiros da minha lista. Obrigada pela resenha!
Um abraço!


Ana Paula 22/08/2012minha estante
Eu com certeza estaria contaminada com o Amor deliria nervosa... kkkk Vivo amando tudo!!!
Desde que você me falou do livro, fiquei super curiosa para ler. É um dos primeiros da minha lista. Obrigada pela resenha!
Um abraço!




Blog MDL 13/09/2013

Lindo e profundamente tocante
Na cidade de Portland, estado do Maine, nos Estados Unidos da América. Uma garota chamada Lena espera ansiosamente o dia em que finalmente será curada da pior doença que a terra já viu: o amor. Ao contrário de muitos não curados, como sua melhor amiga Hanna, ela não tem dúvidas que a cura é a verdadeira salvação das pessoas. Afinal, o amor já havia destruído sua vida uma vez quando tirou a sua mãe de seu convívio, e ela não seria tola o bastante para permitir que a tragédia se abatesse novamente sobre ela. Não. Ela iria passar pelas avaliações, faria a intervenção, se graduaria e se casaria, conforme o que o governo mandasse, porque ela sabia que eles fariam apenas o que fosse melhor para toda a população.

Contudo, algumas semanas antes de sua vida tomar um caminho irremediável, ela conhece Alex. A princípio ela não acredita que está em perigo, já que tem sua vida completamente traçada. Mas ao conviver com esse garoto de opinião tão distinta da maioria a faz perceber que durante muito tempo sua vida não foi nada mais que uma mentira e que nem tudo que parece é. Agora ela tem que correr contra o tempo para viver intensamente cada segundo de sua vida, pois independente da sua escolha, o seu destino estará para sempre a mercê da morte.

Lauren Oliver é uma escritora sem igual, o seu texto transborda poesia mesmo sendo esse um livro de estilo prosa e isso se comprova facilmente com a facilidade que ela tem de mesmo nos momentos mais difíceis da personagem, ela conseguir lançar algo poético sobre aquilo que poderia ter sido apenas uma cena chocante. Sua fluidez de escrita é tanta que ela consegue fazer com que nós percebamos o amadurecimento da personagem mesmo que ela não conduza Lena a um tipo diferente de narrativa e que execute essa transformação apenas ao mudar as atitudes e pensamentos claustrofóbicos da personagem, em coragem e um amor sem igual que pode ser notado através de palavras delicadas e de descrições poetizadas de tudo que acontece ao seu redor.

E por falar em Lena, é válido dizer que é provável que o leitor se sinta um pouco estranho no início do livro, afinal, ela fala do amor de um modo tão frio que é natural sentir o choque da indiferença ao ler o quão doentio ela acha o fato de alguém sofrer por que ama e não é amado, ou porque perdeu alguém que lhe é importante. Mas devo dizer também que isso vai se modificando gradativamente no decorrer da história por que é através dos olhos dela que conhecemos Alex e notamos todas as suaves mudanças que ele exerce sobre ela, principalmente porque ao invés dele tentar conquistá-la através de declarações exacerbadas de sentimentos, ele tenta demonstrar a todo o instante o quanto ela é importante para ele. E acredito que é isso que o torne tão atraente, o fato de ele pensar nela e em respeitar as suas decisões, independente se concorda com aquilo ou não.

Confesso que fiquei tão encantada com ele que eu não pude evitar chorar compulsivamente com o final do livro. Sério pessoal, acho que não chorava tanto desde que li A Culpa É Das Estrelas e é por isso mal posso esperar para ler Pandemônio que com certeza, promete ser um livro de tirar o fôlego. E antes de me despedir, gostaria não apenas de indicar o livro, como também, de aconselhar para todo aquele que for lê-lo ficar próximo de uma caixa de lenços quando as últimas 50 páginas estiverem chegando, eu tenho a mais absoluta certeza que ela será necessária.

site: http://www.mundodoslivros.com/2013/03/resenha-delirio.html
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Lu 09/07/2015

Pode um mundo ser feliz sem o amor?
No primeiro livro da trilogia, a autora nos apresenta um mundo em que o amor é considerado doença contagiosa e crime, a Deliria Nervosa. Quando todos completam 18 anos, o Governo exige que passem por um processo de cura e para então ficarem imune da doença e de todo tipo de sentimentos. A cura tira todas suas emoções. Além disso, a sociedade acredita que a única forma de ser feliz é após a cura.
Lena Haloway está ansiosa para passar pela Intervenção; como é chamado a cirurgia para a cura. Lena conta os dias para se tornar uma curada, perder todos os seus medos e insegurança, acredita que tudo vai se tornar melhor do que já é que finalmente vai ser feliz. Mas até que um dia ela se vê apaixonada.. Narrado em primeira pessoa por Lena, Delirio é uma distopia totalmente incrível e surpreendente.
A escrita da autora é ótima, envolvente, a leitura flui rápidamente e fica impossível de parar.
No início de cada capítulo há uma citação Shhh, que é um livro de regras e explicações do Governo sobre a Deliria Nervosa.
Os personagens coadjuvantes são carismaticos, eu gostei da Lena e me surpreendi com ela ao decorrer da obra, adorei a Hana (amiga de Lena) e o seu jeito, e por fim, foi inevitável não me apaixoar pelo fofo do Alex. Todos os personagens foram bem explorados e não foram deixados de lado.
Delirio foi um livro surpreendente para mim, posso dizer que não daria nada para a leitura e quando terminei posso afirmar que foi tudo, e estou me segurando pra não começar a ler a continuação.
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naniedias 29/04/2012

Delírio, de Lauren Oliver
Lena tem uma mancha em seu passado. Sua mãe pegou a doença e apesar das três tentativas de cura nunca conseguiu se ver livre dela. E, depois de tanto sofrimento, ela acabou se matando. Assim, Lena e a irmã poderiam ter ficado desamparadas, mas foram acolhidas pela tia - a quem Lena trata com absoluta obediência.
Desde que se lembra, ela conta os dias para intervenção - para que enfim não precise mais se preocupar com essa doença terrível que foi a responsável pela quebra de sua família.
Mas será mesmo que ela quer isso? Sempre que se lembra da mãe, são momentos felizes, de muitas risadas - momentos que não são comuns em famílias curadas. Será que ela conseguirá ser feliz sendo como todo mundo?
"Tem certeza de que ser como todo mundo fará você feliz?"
Ela estava bastante certa sobre o que queria para o seu futuro até que conhece Alex. E ser infectada. Infectada pelo "Amor Deliria Nervosa" - ela está apaixonada! E o mundo sem esse amor parece não ser mais interessante.
"Você pode morrer de amor ou da falta dele."

O que eu achei do livro:
Resumindo Delírio em poucas palavras: "bom como romance, fraco como distopia". Agora explico-me aos pouquinhos.
Delírio é um romance para jovens adultos (o famoso young adult) e como tantos outros do gênero tem uma narrativa bem simples e fluidia, com uma protagonista adolescente. Lauren Oliver tem uma escrita gostosa, mas que não tem nada de muito especial.
Sua protagonista, Lena, é muito cheia de dúvidas e chega a ser enfadonha em alguns momentos. A melhor amiga, Hana, é bem mais decidida e, a meu ver, daria uma protagonista mais interessante (mesmo que, em certo momento, tenha fraquejado. Aliás, até essa fraqueza me pareceu interessante). Não que Lena seja de todo ruim, ela só é um pouco irritante em alguns momentos (coisa muito comum nos romances desse estilo).
Como romance, o livro é ótimo. Tem um romance que nasce quase aos poucos - não é tão lentamente quanto um romance maduro, mas também não é tão repentino que se torne inacreditável. É uma paixão bem adolescente mesmo, daquele tipo mais intenso. A evolução é muito interessante e o envolvimento dos personagens também.
Por outro lado, como distopia, Delírio deixa um pouco a desejar. Achei muito interessante a forma como o amor é tratado como doença: o "Amor Deliria Nervosa". E a cura dessa doença é obrigatória para todos os cidadãos. A autora mostra um pouco de como o sistema é repreensivo, autoritário e mina a liberdade das pessoas com regras e leis, o que acaba levantando algum questionamento no leitor. Afinal de contas, você prefere amar e correr o risco de sofrer quando esse amor chegar ao fim ou quando não for correspondido, ou prefere nunca sofrer desse mal? Nunca se apaixonar por outra pessoa, nem mesmo como amizade? Mas é só isso. O livro, que prometia ser distópico, acaba não se aprofundando muito na questão de falta de liberdade e não mostra muito desse novo mundo imaginado pela autora. Como grande fã de distopias, eu senti falta desse maior questionamento vindo da protagonista e também de conhecer um pouco mais desse governo tão diferente do nosso.
A edição do livro em português ficou maravilhosa! A capa está linda e o trabalho gráfico impecável. Ao vivo, a capa é metálica e ainda mais bonita do que nas fotos da internet (que não conseguem mostrar o quanto essa capa brilha) - o detalhe das letras também é deslumbrante, vazadas, há um rosto por trás das letras. Eu não tive a oportunidade de ler o original em inglês, então não posso falar sobre a tradução, mas alguns episódios me deixaram curiosa para saber se está do mesmo jeito em inglês - e devo confessar que preferia o título original. A revisão ficou muito boa também, o que é sempre uma grande satisfação. Como o final do livro deixa muitas brechas (e eu nunca gosto muito de finais assim, que se assemelham mais ao final de um capítulo do que ao final de um livro), fiquei bastante feliz por encontrar um trecho do próximo volume. Outra coisa que me agradou muito foram as epígrafes (aquelas citações no início de cada capítulo): todas são de livros desse novo mundo imaginado por Lauren Oliver, o que me deixou ainda mais curiosa para conhecê-lo melhor.
Delírio é um livro interessante e uma leitura gostosa, mas não é a melhor distopia. Indico principalmente para adolescentes, que apreciam essa paixão arrebatadora e o ritmo ágil da narrativa. Leitores adultos que procuram uma maior crítica à sociedade (coisa comum em livros distópicos) podem, como eu, se decepcionar um pouquinho.

PS: No capítulo dois, a personagem fala de laranja como se fosse mexerica (ou tangerina, dependendo de que lugar do Brasil você é). Ela descasca com a mão e separa os gominhos. Isso para mim é mexerica, não laranja. Laranja não dá para descarcar com as mãos e nem mesmo para separar em gominhos. Eu queria saber como está no original. Se alguém tiver o livro original e puder olhar para mim - para matar minha curiosidade - eu ficaria muito grata.

PS2: Quando Lena vai ser entrevistada, ela dá o sobrenome da mãe, porque diz que é assim que tem que ser quando fala com o governo. Mas ela não menciona que o nome dela é Magdalena - inclusive na ficha está escrito Lena. Só mais tarde ela fala que Lena é apelido para Magdalena e ainda revela que existe um nome do meio. Achei bastante estranha essa relação dela com o nome, até porque ela não deu o nome completo, mas o apelido. Outra coisa que eu gostaria de saber como está no original.

Nota: 7
Dificuldade de Leitura: 5


Leia mais resenhas em www.naniesworld.com
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Mandi 24/10/2012

Um mundo completamente mudado. Amor? O que é amor? Ninguém sabe... O amor não existe mais, ele é uma doença. Mas existe a cura, porém, será mesmo essa a melhor opção? Ser curado?

"Amor: uma única palavra, algo delicado, uma palavra que não é mais larga ou longa que uma lâmina. É o que ela é: uma lâmina, uma navalha. Ela corre pelo centro de sua vida, cortando tudo em duas partes. Antes e depois. O restante do mundo cai em ambos os lados."

Lena Haloway sonha com o dia da sua intervenção, o dia que ela será curada - ela conta até os dias que faltam. Ela não quer ser igual sua mãe, que se suicidou porque tinha o famoso amor deliria nervosa. Quer ser normal, ser feliz igual a todos. Até que Alex aparece...

"Amor, a mais mortal das coisas mortais: mata quando você tem e quando você não tem. (...) Amor: ele vai matá-lo e salvá-lo, ao mesmo tempo."

Lena nunca pensou que poderia sofrer do amor deliria nervosa. Mas os dois apaixonados quebram barreiras e começam a se encontrar as escondidas. Se fossem pegos, poderia acontecer algo não tão grave como antecipar a intervenção ou algo muito mais rígido como ir para as Criptas - ou às vezes até não -, caso eles não cooperassem.

"-Sabe que não é possível ser feliz a não ser que às vezes se sinta infeliz, certo? (...) - Não é possível ser feliz realmente a não ser que às vezes se sinta infeliz. Você sabe disso, certo?"

CONTINUA: http://bookandcupcake.blogspot.com/2012/10/delirio.html
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Camila Ramos 20/05/2012

Delírio é um lançamento da intrínseca que está sendo muito bem falado. De tanto ouvir coisas boas, fiquei com muita vontade de ler. Mas criei expectativas muito grandes.

O livro tem como narradora a Lena. Ela tem 17 anos e faltam menos de 3 meses pra ela receber a intervenção. A intervenção seria a cura pro amor. Porque nessa distopia o amor é uma doença chamada ‘Amor Deliria Nervosa’, e acharam a cura. Lena está super ansiosa, mas o que ela não esperava acontecer, era ser infectada antes de receber a cura.
Ela se apaixona por um garoto chamado Alex e é aí que a ‘batalha’ começa.

Eu comecei a ler esse livro assim que recebi ele aqui em casa. No começo eu gostei, depois foi ficando chato. O livro é muito parado. Só começa a animar mesmo nos últimos 10 capítulos, por aí. Sem contar que a Lena é super chata. Ela é muito medrosa também. E mesmo apaixonada pelo garoto, ela continuava a ter pensamentos chatos e dúvidas. Tudo bem que a vida inteira ela foi avisada sobre a doença, mas eu achei muito drama da parte dela. Isso estava me irritando demais.

Eu gostei bastante da amiga dela, Hana, que era totalmente o contrário da Lena. O Alex é um cara super fofo e determinado. Muito corajoso, tenho que dizer. E a Gracie, a prima da Lena, ela é uma criança que mesmo sem falar nada, me cativou bastante. xD
Eu fiquei incrivelmente espantada como os personagens curados são tão frios. Tipo, eles foram curados do amor, então o que resta? São pessoas calculistas, que só se importam com a imagem deles na sociedade. Como isso pode ser bom? Como eles são felizes sem o amor? Isso me deixou meio chocada.

Percebi na narrativa dessa autora que ela AMA colocar detalhes de tudo. E acho que ela odeia diálogos, porque são bem poucos nesse livro. Senti falta de ver mais cenas entre a Lena e o Alex. A autora poderia ter tirado cenas detalhadas sem necessidades e colocado outras cenas mais interessantes... E vi também que ela adora repetir palavras, tipo, amor, amor, amor... fuga, fuga, fuga... Como se a gente não fosse entender se ela escrevesse uma vez só.

Mas então, eu criei super expectativas para o livro. Não foi ruim, eu gostei, dei 4 estrelas até. Mas tenho que aprender a nunca mais ter tantas expectativas assim. É uma leitura boa (depois que a Lena deixa de ser chata, nos últimos capítulos) e eu recomendo sim. E o final do livro é daqueles de matar qualquer um, sabe? Mas com todos esses fatos, eu acho que consigo esperar lançar aqui no Brasil sem problemas. LEIA! :D
Ana Luiza Assis 21/06/2012minha estante
Também me decepcionei um pouco com esse livro, a protagonista é uma das mais pé no saco que já vi. Lena tem medo de tudo e mesmo negando até de fugir com o Alex. Mas quem sabe o livro não da´uma guinada no 2º?


Liz 12/09/2012minha estante
Concordo, o livro vale a pena mesmo é pelos últimos capítulos. Lena é muito chata e parada no início. Mas acho que o final compensa e quero muito saber o que vai acontecer!


Liz 12/09/2012minha estante
Concordo, o livro vale a pena mesmo é pelos últimos capítulos. Lena é muito chata e parada no início. Mas acho que o final compensa e quero muito saber o que vai acontecer!




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Jéssica 18/01/2013

Delírio total :)
Eu posso definir este livro em apenas três palavras: Envolvente, assustador e tenso, mas ele também é incrível, a julgar pela capa que achei perfeita, a diagramação do livro também é bem bonita e a narrativa de Lauren é ótima, sem falar que todos os personagens a meu ver foram super bem elaborados, desde que comecei a lê-lo, não teve um só minuto que não consegui me imaginar a própria Lena diante de todos os acontecimentos, diante de todas as suas dificuldades e medos bem presentes na história, pois bem vou parar de babar o livro e seguir adiante haha.

Lena Haloway é uma menina que não vê a hora de completar 18 anos, passar pela intervenção e finalmente se tornar uma curada. Por quê? Bem, ela sonha viver na mais santa paz, sem a doença deliria nervosa, viver com estabilidade, sem nenhuma dor...se sentir completamente segura já que sua mãe morreu desta mesma doença. Em outras palavras,viver feliz para sempre.

Lena é extremamente ingênua em relação a isso, e esse é um dos pontos da história que me deixa com raiva da personagem, acredita totalmente na cura, e que isso será melhor para ela e para todos. Diferente de Lena, sua melhor amiga Hana se questiona bastante a respeito da cura, não acredita muito e tenta alertar Lena quanto a isso.

Apesar de sentir um pouco de raiva de Lena, depois começo a entender melhor seus medos e suas inseguranças, pois elas não surgiram "do nada", ela sofreu bastante com a morte da mãe e não queria acabar como ela, infectada e morta. Mas o inevitável acontece, faltando apenas algumas semanas apenas para a sua intervenção, ela acaba se apaixonando pelo corajoso Alex, e fico feliz depois disso,por que é a partir desse momento, que Lena começa a "acordar" ...


"Ouvi muitas vezes que quando eu fosse curada do amor ficaria feliz e segurança para sempre. Eu acreditava nisso. Antes. Agora tudo mudou, e posso dizer que hoje prefiro sofrer de amor por um único milésimo de segundo do que viver cem anos reprimida por uma mentira."

Ela começa a perceber que aquilo em que ela acreditava sobre as autoridades, os reguladores, o governo, era tudo mentira, e as verdades vão aparecendo aos poucos e deixando Lena por um fio, e nós leitores também! O final foi bem inacabado e até entendi o que a autora quis fazer, mas queria algo pelo menos mais explicado, estou super ansiosa para a continuação, não vejo a hora de ler Pandemônio.

Resenha disponível em: http://strawberrydelivrosefilmes.blogspot.com.br/2012/07/delirio-lauren-oliver-resenha.html
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