A Cama na Varanda

A Cama na Varanda Regina Navarro Lins




Resenhas - A Cama na Varanda


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Camila M. 23/03/2009

Muito bom
Para quem gosta de livros com bastante argumentos histórios e bem dinâmico este vale a pena. Ele aborda sobre o tema amor e sexo de forma interessante e científico, trazendo desde a história sobre estes determinadores na humanidade, sua desenvoltura com o tempo até os dias atuais.
Conta também com os estudos de casos de clientes da autora que é psicologa se não me engano... o conteúdo é bem legal.
Recomendo para quem é um curioso sobre comportamento humano.
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Carina 11/09/2013

A defesa do poliamor
A pesquisa realizada pela autora, exposta principalmente na parte inicial da obra, é bastante interessante. Como seu objetivo é destruir a ideia de amor romântico, ela vai mostrando aos poucos que o amor, tal como o conhecemos hoje, é uma construção social. Até aí, tudo bem é interessante saber que nossos sentimentos possuem uma história, inclusive porque assim os podemos compreender melhor.

Os problemas do livro começam quando a autora passa a defender que a única forma possível de romance é o poliamor (ainda que ela sempre se esquive de afirmá-lo diretamente, esta opinião está pressuposta em toda a argumentação). A escritora parece ser contrária à ideia de casal, contudo, dá exemplos de amor real, verdadeiro e profundo entre trios (recorrendo inclusive à simbologia do número 3 para comprovar esta tese). Assim, a contradição fundamental da obra é que o amor romântico acabou a menos que você esteja disposto a se abrir um pouco mais. Ora, se não existe amor romântico entre 2, como poderia existir entre 3 ou 20 pessoas? Se o objetivo da obra era eliminar o romance tal como o conhecemos e substituí-lo por relações mais leves (e levianas), a ambigüidade em torno ao conceito impede que o livro alcance sua meta.

A eliminação dos problemas em relações de poliamor também soa falsa. Se o amor romântico é uma construção social, fruto de séculos, conceitos como ciúmes e posse não desaparecem de um momento para o outro. Por fim, para quem tanto insiste em defender a diversidade, faltou acreditar na existência de casais que podem ser felizes com base no modelo convencional de relação. A tentativa da autora de impor o poliamor como único modelo possível é tão censurável quanto a imposição do amor romântico que ela condena.
Gabi® 23/09/2013minha estante
Após ler sua resenha fiquei realmente interessada em ler o livro, principalmente por você apontar os problemas do livro, quando a autora, indiretamente, impõe o poliamor como "única forma possível de romance". Muito obrigada!


luvittor 01/04/2014minha estante
Estou na metade do livro, e noto uma tendencia da autora ao poliamor. Ela poderia ter sido imparcial, e mostrado que todas as formas de relacoes humanas podem funcionar dependendo do contexto. O conceito de "funcionar" também é muito relativo. Mas não a condeno por isso. Acho que esse livro tem um alvo, e para esse alvo (eu) esta sendo muito elucidativo me ajudando a me recriar (ou afirmar) o meu comportamento.

So marquei que gostei do seu comentario, nao pq concorde com o que voce escreveu e sim pelo olhar critico que sempre devemos ter.


Tiffany.Bumagny 28/07/2015minha estante
Concordo totalmente com o seu ponto de vista Carina, a autora afirma o fracasso das relacoes de hoje sem antes mostrar ao leitor o outro ponto de vista. O livro e tendencioso com informacoes historicas interessantes.


Cassi 30/08/2017minha estante
Não vi como contraditória a defesa do poliamor em relação à crítica ao amor romântico. Segundo o livro o amor romântico, pressupõe exclusividade e unidade entre duas metades incompletas, é baseado em projeções do ideal de outro e não no outro real e acaba por acarretar em frustração.

Já o poliamor pressupõe que o indivíduo não veja o outro como posse e sim como um ser livre. Em nenhum momento ela defende que o amor romântico funciona no poliamor, o amor romântico é criticado.

A autora defende o poliamor e a diversidade das relações amorosas inclusive a possibilidade de ser solteiro e feliz. Ela não defende a monogamia porque na época em que o livro foi lançado, e ainda hoje, a monogamia é imposta como única forma de relacionamento amoroso possível para ser feliz. Por isso não há necessidade de defesa para a mesma, então ela aponta os problemas dessa e as possibilidades de outras formas de relacionamento que certamente terão seus problemas também.

Está presente no livro a ideia de que para algumas pessoas a monogamia é a melhor escolha, apenas não é a única possível. O propósito do livro é apontar para a possibilidade de outras formas de envolvimento afetivo sexual e de mostrar como os padrões de hoje foram construídos historicamente.

O ciúme é cultivado em nossa cultura por isso ele também exite em uma relação amorosa não exclusiva, não me lembro se isto é abordado no livro, mas partindo da minha experiencia em um relacionamento aberto (não poliamoroso), o ciúme é algo com o que a gente aprende a lidar quando se atenta para o fato de que o outro não nos pertence, este é um aprendizado muito enriquecedor.


Gilbson 20/02/2018minha estante
Não existe imparcialidade. Regina é super lúcida ela defende com paixão sim o poliamor, e outras formas de relação fora do padrão, justamente pq a Regina quer ser uma libertária - talvez seja presunção da parte dela - mas acho isso uma postura heróica. Contudo, defender não significa impor. Ela deixa isso claro.




fabianelima 28/08/2011

Esclarecedor
Lindo, cativante, bem escrito. Mostra as origens de vários preconceitos bobos, de obrigações sociais esdrúxulas (obrigação feminina de ser mãe, monogamia), e mostra um caminho melhor. Abridor de mentes.
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Carol 16/11/2012

O livro é incrível! Conta sobre como funcionou a relação homem x mulher diante da sociedade, desde o início.

Em momentos ha informações que me deixaram pasma, outros me fizeram gargalhar.

Vale muito a pena ler!

Gosto da maneira de pensar da Regina, apesar de não concordar com tudo, muita coisa faz sentido.

Recomendo a leitura, a homens e mulheres.
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Ju Lopes 24/09/2009

Ótimo
Muito interessante... principalmente o que se refere a casamento. Porque um casal que se ama tanto chega a um ódio mortal, como uma relação extraconjugal (imaginária ou real) pode melhorar uma relação, etc.
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Carlos 18/04/2012

Apesar de radicalizar o pensamento feminista, dá bons argumentos e conteúdos para discussão sobre a emancipação da mulher e principalmente a questão da sexualidade, focando no corpo e no prazer. Bom para discutir, ampliar o pensamento e até elaborar um meio termo entre o machismo e o feminismo. Não pode nunca ser adotado ao pé da letra.
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Lourena 29/05/2015

Bem explicativo
É um bom livro pra entender sobre o feminismo, amor romântico e sexualidade. .Mas a leitura eventualmente fica monótona porque tem exemplos demais.
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Daniella 02/01/2016

Vale a pena ler
É um livro que te leva a refletir sobre os temas propostos: amor, sexo e casamento. Apesar de lançado em 1997 e revisto em 2007, ainda tem reflexões atuais. Acredito que as ideias tenham sido mais impactantes no lançamento que agora, mas vale a pena por compilar num mesmo livro um grande número de possibilidades e tendências amorosas e sexuais, exemplificadas com experiências de consultório.
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Ana Carolina 22/01/2017

Esse fui uma livro que me surpreendeu. Já tinha ouvido/ lido muito sobre ele ser bastante ousado.
Basicamente conta sobre a história do sexo e do amor, desde a pré-história até hoje, conta relatos de pessoas, a maioria mulheres de como é a vida sexual e casamento.
Não recomendo muito pra os cristões, pois crítica, mas muito mesmo a igreja e a bíblia.
Eu gostei, me suprendi lendo, como já disse conta a estória da sexualidade, o que amei.
A autora escreve muito bem, sabe argumentar sobre o que acredita então ela não escreve só por escrever.
Aprendi muito com o livro, lendo outros relatos não me sinto mais um ET por pensar fora do convencional.
Recomendo demais o livro, indico pra pessoas que tem mente "aberta", para os conservadores será um choque enorme que pode ser bom ou não.
É um ótimo livro vale a pena ler.
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Tony Nando 22/08/2018

Incrível
Um livro maravilhoso, que esclarece nossas mente sobre o amor romântico e o sexo, que mostra como são distintos, e mesmo assim um não anula o outro; deixa claro o quanto a sociedade precisa aceitar o outro como é, e como devemos abrir nossa mente para as revoluções sexual e amorosas, o sexo e as relações estão mudando temos que ter a mente e o coração aberto pra isso, esquecer os dogmas do passado e aproveitar todos os prazeres que desejamos. Ser livre não é sinônimo de solidão; liberdade é da natureza humana.
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Lillian 29/04/2018

Realmente uma arejada nos pensamentos.
Gostei muito do livro, é bem esclarecedor e nos enriquece culturalmente, discordo em partes mas recomendo.
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Sol 07/12/2016

A cama na varanda
Muito bom, vale a pena ler acredito que não vão se arrepender
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Lay K. Silva 23/11/2014

Me enganei com a propaganda/proposta. É mais um livro de auto-ajuda (que não faz a minha linha) do que um lance desafiador.
Cassi 30/08/2017minha estante
Não é auto ajuda, só quando ela joga a ideia de homem autônomo e mulher autônoma que soa como auto ajuda, mas essa é uma parte ínfima comparada como todo o livro.




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