As Seis Mulheres de Henrique VIII

As Seis Mulheres de Henrique VIII Antonia Fraser




Resenhas - As Seis Mulheres de Henrique VIII


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Nat 30/10/2017

Catarina de Aragão, Ana Bolena, Jane Seymour, Ana de Cleves, Catarina Howard e Catarina Parr., estereotipadas como a Esposa Traída, a Tentadora, a Boa Mulher, a Irmã Feia, a Moça Má e a Figura de Mãe. Assim entraram para a história as seis mulheres do rei Henrique VII. Algumas caídas em desgraça por conta própria, outras com a ajuda do próprio marido (um homem lindo e justo quando jovem que se torna um gordo com desejos beirando os caprichos de uma criança birrenta), e uma e outra que conseguiu algum tipo de felicidade. Antonia Fraser desmistifica cada uma das rainhas de Henrique VII e mostra que cada uma delas contribuiu, das próprias maneiras, para a história da Inglaterra.

"Divorciada, decapitada, morta, divorciada, decapitada, sobrevivente."

Assim começa uma das melhores biografias que eu já li. História inglesa nunca foi meu forte, apesar de sempre ter sido apaixonada pela vida de reis e rainhas mundo afora, conheço bem pouco. Eu estava de olho nesse livro fazia um bom tempo justamente por retratar uma época que só conheço um pouco através de filmes e séries (eu adoro a história da rainha Elizabeth e sua Era de Ouro, mas pouco sabia sobre a vida de seus pais, mesmo Ana Bolena sendo um assunto bastante abordado quando se fala de realeza inglesa). Aliás, talvez o fato de ser a mãe de uma das melhores governantes da Inglaterra, considerando os bastidores da transformação de Ana Bolena em rainha e a obsessiva fixação de Henrique VII por um filho homem que demorou para chegar e não viveu muito para reinar, seja o maior atrativo para a vida da Rainha Virgem. Eu não quero me prender a Ana Bolena, porque cada uma das mulheres teve um impacto e também não quero dar spoiler do livro, então deixo uma das passagens que mais me cativou (por falta de palavra melhor) e me lembrou que eu não estava lendo uma obra de ficção (porque sim, eu estava torcendo para Ana não morrer):

"Por que se considerava essencial livrar-se da rainha Ana de uma vez? A resposta está no comportamento de sua antecessora. Certa vez, o rei e seus assessores tinham previsto uma retirada digna da rainha Catarina do palco, possivelmente para um convento. Em vez disso, tinham enfrentado sete anos de protesto, assumindo formas tão variadas como uma ameaça imperialista do exterior e apoio pessoal a Catarina dentro do país. Não dariam a mesma oportunidade a Ana Bolena. A dispensa com o que seria, na verdade, outro divórcio, teria deixado o rei com mais uma ex-esposa, poucos meses depois de ter-se livrado, pela morte da primeira. O momento da morte da rainha Catarina acelerara a queda da rainha Ana: agora, uma vez mais, a influência da mulher morta estendia-se além de seu túmulo na catedral de Peterborough para derrubar a mulher que a suplantara."

Um livro excelente, pois a autora, além de mostrar como era a vida social com todas as intrigas da corte, falando do vestuário e dos hábitos alimentares, da aparência física e dos dotes artísticos, conseguiu recriar um período muito distante da história britânica de maneira muito real e acima de tudo, desrotular cada uma das rainhas. Completamente recomendado.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2017/10/as-seis-mulheres-de-henrique-viii.html
Mireille 30/10/2017minha estante
Adoro esse livro!




Mi Hummel 21/04/2014

Henrique VIII e seus belos peões voluntariosos...
" É sedutor considerar as seis esposas de Henrique VIII como uma série de estereótipos femininos, mulheres como cartas de tarô. Assim, Catarina de Aragão se torna A esposa Traída, Ana Bolena é A Tentadora, Jane Seymor A Boa Mulher; Ana de Cleves é a Irmã Feia, Catarina Howard A Menina Má;por fim, Catarina Parr é A figura da Mãe..." pag. 551

Bem, não pude resistir a este livro assim que vi na prateleira. Tenho muitíssimo interesse na história de Henrique VIII e em suas mulheres. Na verdade, eu só conhecia 2 - Catarina de Aragão e Ana Bolena. E, meu interesse, na verdade, era na figura da primeira, cuja história romanceada conhecia através de " A princesa Leal" e ainda permanecia em mim a errônea ideia de que seu cruel destino fora marcado pela cepa ( É possível conferir esse aspecto em minha resenha do livro de Philippa Gregory). Porém, não foi assim.

Antonia Fraser remonta toda a história política de Henrique afinal, é impossível desvincular sua vida pessoal de sua vida pública. Portanto, além de nos dar um retrato de suas consortes há ainda um amplo retrato do poder monárquico de Henrique.

Sem dúvida, a Rainha Catarina de Aragão, a rebelde Princesa Viúva, foi a que mais lutara por seus direitos como verdadeira esposa e foi quem mais teve sorte. Pois, ela não haveria de sentir toda a ira do Rei que tornava-se cada vez mais irascível com o passar dos anos e das esposas. Além de tornar-se cada vez mais obeso e gigante.

Ana Bolena, a Feiticeira de olhos negros encantadores ( Uma bela Capitu inglesa) reúne todos os ingredientes de um amor tórrido e um destino cruel, marcado por sua incapacidade de gerir filhos homens.

Resta dizer que não consegui parar de ler até chegar ao final. Uma vez que, ao passar Ana Bolena, precisava conhecer as demais consortes do Rei ( e imaginava como alguém poderia desejar se tornar esposa de um homem temível como Henrique. Mas, não havia muito escolha.)

Meu interesse agora, acena na direção de Elizabeth. A filha de ninguém menos que Lady Bolena e quem, por ironia, ascende ao trono.
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Wilton 04/10/2013

O livro narra a fascinante história dos tudores. As seis esposas do rei são retratadas sem que a autora tome partido, ela porta-se como uma observadora neutra e bem informada. Sempre faz comparações com os hábitos do quinhentismo e os atuais, justificando certos fatos para nós realmente incompreensíveis. Não dou a nota máxima porque não gostei da tradução que me fez parar em muitos trechos para "traduzir" a ideia ou fato relatado. Não gostei também da profusão de nomes e títulos, alguns inexpressivos e dispensáveis. Recomendo o livro com as ressalvas mencionadas.
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Andrea 08/04/2013

Recomendo
O melhor livro de história sobre as mulheres de Henrique VIII e era Tudor com certeza. Fácil compreensão e envolvente por ser uma narrativa e não simplesmente um livro de História.
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Vanessa 30/06/2012

Henrique VIII
A série "The Tudors" poderia ser baseada neste livro, que conta o poder que uma bonita mulher tinha sobre o monarca Henrique VIII, e o poder que ele próprio tinha em destruir a vida daqueles que não lhe serviam para mais nada. A história de um rei autoritário, narcisista e preocupado com seu próprio umbigo na grande maioria do tempo.
Leitura obrigatória para quem gosta de história.
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Mariana 12/12/2011

Filhas de uma época em que mulher só servia para obedecer e procriar, as seis mulheres de Henrique VIII, apesar de chegarem ao posto de primeira-dama do reino, não conseguiram fugir da sina do sexo feminino. Cada qual do seu jeito, são todas ligadas pela vontade voraz e inconstante de um monarca que não media esforços para se desfazer de suas esposas, já visando à próxima, sempre mais jovem e - por que não dizer - descartável.

O livro, ao apresentar a biografia dessas figuras do século XVI, transporta-nos ao universo da corte inglesa, aos conflitos religiosos, aos valores tão diferentes dos nossos. Apesar de a autora ressaltar que estamos em outra época, podemos ler sua indignação em cada página, sendo impossível não julgar as ações e acontecimentos. Assim, nada mais normal do que sofrer com a reviravolta da vida de Catarina de Aragão, sentir ódio das armações de Ana Bolena, ou rir da brusca mudança de Ana de Cleves.

Apesar de se tratar de uma biografia, “As Seis Mulheres de Henrique VIII” não é um livro truncado, como normalmente são os textos históricos. Apesar de ter vários “parênteses” com curiosidades e fatos associados a determinados acontecimentos, a narrativa flui com a naturalidade de um romance, também apresentando as piadas prontas do cotidiano. Um bom exemplo é quando Ana de Cleves, ao virar rainha, adota o lema “Deus me proteja”. Ou quando Christina de Milão abafa um riso ao ouvir que o rei é “o cavalheiro mais delicado que existe”.

O livro é denso, requer atenção, mas vale muito a pena. Recomendado a qualquer interessado em literatura e/ou história.
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Daniel 09/07/2011

As Mulheres do Rei
Este é o segundo livro desta autora que leio, o primeiro foi A Conspiração da Pólvora, Terror e Fé na Revolução Inglesa.

Como já esperava, Antonia Fraser escreveu uma biografia muito interessante de todas as rainhas (e ex-rainhas) de Henrique VIII além de, por tabela, também deste, que acredito, seja o mais famoso rei inglês.

Deste a época de escola, acreditava que Henrique VIII era famoso porque mandava matar suas mulheres e agora vejo que ele somente mandou matar duas de suas seis esposas, não é tanto, não é???

De todas suas esposas acho que a mais infeliz foi Catarina Howard e a mais feliz Catarina Parr. A primeira porque era novíssima quando se casou com ele (bem mais velho) e tinha tudo para ter uma longa e boa vida na corte inglesa mas pos tudo a perder (literalmente perdeu a cabeça) por não conter seus impulsos sexuais. A outra Catarina, porque foi a última esposa, sobreviveu ao rei e depois de sua morte aproveitou a vida bastante confortável que lhe proporcionou parte da herança do rei bem como por manter o status de rainha viúva.

Outra curiosidade é que as duas que foram executadas (Ana Bolena e depois Catarina Howard) eram cortesãs, ou seja, já viviam na corte inglesa quando suas antecessoras ainda estavam casadas com Henrique VIII.

Ana de Cleves, quarta esposa, foi a mais submissa delas, aceitava tudo que o rei falava, até mesmo quando Henrique VIII providenciou o divórcio pois desconfiava que ela não era donzela (virgem) e que sua fisionomia e corpo (a autora cita que ela deveria ter os seios caídos) não eram o que ele esperava. Viveu muitos anos como "irmã" do rei.

Há muitas outras curiosidades no livro, leia-o, vale à pena.

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Beka Assis 20/06/2011

Quando recebi a recomendação num grupo sobre a dinastia Tudor, imediatamente comecei a procura por um exemplar desse livro. Foi um tanto difícil encontrá-lo mas valeu a pena cada minuto de procura.
A autora consegue descrever com detalhes um arranjo geral da vida destas seis mulheres tão diferentes mas com um ponto em comum: foram casadas com Henrique VIII. A narrativa é muito bem feita e se torna envolvente, fazendo-nos viajar por aqueles anos turbulentos que a Inglaterra viveu.
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Li 16/02/2011

DESAFIO LITERÁRIO 2011 - FEVEREIRO - BIOGRAFIAS E/OU MEMÓRIAS *LIVRO 2*
Sinopse: "Divorciada, decapitada, morta, divorciada, decapitada, sobrevivente." Assim, as seis mulheres de Henrique VIII - Catarina de Aragão, Ana Bolena, Jane Seymour, Ana de Cleves, Catarina Howard e Catarina Parr - passaram a ser popularmente conhecidas. Não tanto pelas vidas que tiveram, mas pela maneira pela qual essas vidas acabaram. Da mesma forma, ficaram estereotipadas como a Esposa Traída, a Tentadora, a Boa Mulher, a Irmã Feia, a Moça Má e a Figura de Mãe. A historiadora Antonia Fraser prova de forma brilhante e conclusiva que as mulheres de Henrique tinham personalidades fortes e sensíveis. Vítimas da obsessão do rei por um herdeiro homem, mas não vítimas passivas, demonstraram força e inteligência. A autora abre novas perspectivas de compreensão da vida social de um interessante período da história britânica, de 1509 a 1547.

Escolhi este livro pois vi uma resenha sobre ele no "o que elas estão lendo" certa vez, e achei bem interessante. Escolhi também pensado na série The Tudors, mesmo sem acompanhar direito... Não sei, algo na história me fez ter um interesse enorme em saber mais, talvez a excentricidade. Enfim.
A autora começa o livro fazendo um apanhado geral sobre as seis mulheres e depois passa a falar sobre cada uma delas em particular, seguindo a ordem dos casamentos.
É engraçado ler sobre esta época! A monarquia era tão forte que tudo era feito pensando no fortalecimento e proteção das casas reais. Fiquei pensando como devia ser ruim ser nobre ou de família importante, naquela época...
Não vou entrar em detalhes, mas basta falar que Henrique se casou com praticamente todas as mulheres por um interesse genuíno (a volubilidade dele não vou discutir, rs). Vou falar rapidinho sobre cada uma:

Catarina de Aragão. Criada para ser rainha, piedosa, culta, inteligente e com conhecimentos de jogos políticos, foi a primeira e ele casou por afeição. Nesta época, ele era um homem bonito, alto e atlético. Catarina se arruinou por ter mimado muito o marido, não ter dado o herdeiro ao trono e ter envelhecido antes dele.

Ana Bolena. Para mim, não merece a fama que tem. Ela era atraente, sim, mas o rei demorou anos para notar isso. E quando um rei tirano quer alguma coisa, ele vai ter. Claro que não foi inocente, era ambiciosa, mas não preparada e simpática como Catarina. Para mim, morreu de graça, por culpa da língua comprida em uma época que não se tinha privacidade alguma. Além disso, não deu o herdeiro ao trono e o rei já estava “apaixonado” outra vez.

Jane Seymour. Foi a menina dos olhos de Henrique. Era submissa, coisa que ele prezava absurdamente. E deu a ele o que mais queria, por isso, foi a rainha mais querida.

Ana de Cleves. O único casamento político de Henrique. Para mim, foi a mais sortuda das esposas: Foi rainha por pouco tempo, se divorciou antes de consumar o casamento, e ainda caiu nas boas graças dele pela submissão com o divórcio.

Catarina Howard. Esta parece merecer todos os “adjetivos” que colocaram em Ana Bolena. Foi, ao contrário das outras, só uma menininha sem juízo brincando de ser rainha sem pensar nas conseqüências dos seus atos. E pagou pela burrice.

Catarina Parr. Uma mulher do top de Catarina de Aragão (além desta, foi a única a ser declarada regente em caso de necessidade), mesmo sem ter sido criada para ser rainha. Foi inteligente, sensata, perspicaz e se dava bem com os filhos do rei.

"É sedutor considerar as seis esposas de Henrique VIII como uma série de estereótipos femininos, mulheres como cartas de tarô. (...) Há elementos de verdade, é claro, em todas essas descrições evocativas, e no entanto cada uma delas ignora a complexidade e a variedade do caráter individual. Em suas maneiras diferentes, e por diferentes motivos, quase todas essas mulheres foram vítimas, mas não por vontade própria. Pelo contrário, um nível impressionantemente elevado de força, e também de inteligência, foi exibido por elas numa época em que, por tradição, seu sexo pouco tinha das duas."

O livro em si é meio confuso. Boa parte dele li por pura obrigação, pois os nomes praticamente idênticos, as datas, os títulos, muita descrição sem sentido (pelo menos para mim), faziam minha atenção oscilar absurdamente. Mas até que não foi tão ruim de ler, a autora escreve de uma jeito mais informal e irônico. De qualquer forma, é interessante a título de conhecimento de estilo de vida de época, dos jogos políticos, de como foi o reinado, no geral, de Henrique VIII. Gostei de conhecer melhor estas personalidades históricas e de matar minha curiosidade por essas azaradas, que era meu objetivo.
Mas de qualquer forma, a melhor parte do livro é o epílogo!
Para quem gosta de biografias, tem interesse nos casamentos malfadados de Henrique VIII e quer saber mais sobre a vida na corte do século XVI e seus jogos políticos, vale a leitura.


*http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/*
Viquinha 18/02/2011minha estante
Menina, não é muito mulher para um livro só, não? Eu acho a vida desse monarquia algo tão infeliz. Agora vou te contar, tenho implicação com Henrique VIII. Aff!
Quanto a resenha, tá demorando para sair um blog, hein? Já tem uma leitora. =D

Beijocas


Aline 19/02/2011minha estante
Que homem mais safado esse!!!
E eu nem sabia que tinham sido mais que 3 esposas kkkkkk


clandestini 25/02/2011minha estante
Nossa, não conhecia esse livro, mas fiquei morrendo de curiosidade. Retrata uma de minhas épocas históricas favoritas (e olha que eu sou apaixonada por história, respiro história todos os dias da minha vida!).




Drika 10/01/2011

A história em si é muito fascinante.
Antonia Fraser apresenta-nos os acontecimentos do reinado de Henrique VIII através da personalidade e das atitudes de suas seis esposas.
Achei a narrativa um tanto quanto confusa, talvez seja problema de tradução.
Levei uma eternidade para ler a parte I (que trata da primeria esposa, Catarina de Aragão), muitas informações e um vai e vem no tempo que causa confusão.
A partir de Ana de Cleves o texto passa a fluir melhor.
Mas é necessária muita atenção para essa leitura, além das relações intrincadas da época, há muitas Catarinas, muitas Marias, muitos Thomas, muitas Anas....... sem falar nos sobrenomes e o fato de que todos são ligados também por parentesco.
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Fernanda 01/11/2010

As seis mulheres de Henrique VIII
PONTOS FORTES: Sou suspeita, adoro , simplesmente amo e me interesso por tudo que seja antigo, acho que o mais gostei foi ler sobre a forma como as pessoas viviam em 1500, como se vestiam, como eram os hábitos, como a vida era frágil, todos morriam muito cedo, a média de idade das mulheres era de 30 anos, morriam muito antes dos homens.

PONTOS FRACOS: Não sei se posso dizer que seja um ponto fraco, mas eu ficava muito ansiosa pra ver o desfecho que não tinha paciência em certos pontos que ele contava sobre as guerras, a briga por terras propriedades que tinham muito naquela epoca. Também me confundia um pouco com os nomes, fala de muitas pessoas ao mesmo tempo, bem complexo, você tem que prestar uma atenção imensa, senão se perde da história.

PRA QUEM VOCÊ INDICA: Pra que gosta de ler, não tem pressa de acabar um livro (porque ele tem mais de 500 minusculas paginas). Pra quem gosta de história, porque é exatamente disso que se trata, não tem dialogos e nem nada parecido, é o fato como eles pensam que tenham sido.
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Dani Fuller 18/09/2010

22/05/2010
Sem palavras...
Não entendo minha fixação pela família Tudor, por Henrique VIII, suas esposas e filhas... uau uau uau. Não dá para descrever. É uma história tão incrível que parece mentira, inventada. Chorei com o final, apesar de tudo, não tiveram um final feliz. Gostaria que a família tivesse continuado, mas não foi a vontade de Deus. E para mim o Henry era amaldiçoado eheheheh.

E ainda fiquei chocada que os túmulos das esposas não foram 'conservados' ao longo dos séculos.. quer dizer fizeram o possível né.. mas tantos acidentes aconteceram. Até com o próprio Henrique. Que absurdo! Afinal ele não foi qualquer um né... mas enfim. È uma grande história, e estou fazendo possível para ler tudo publicado sobre.
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Saskia 07/06/2011minha estante
Também tenho uma verdadeira fixação nos Tudors




Roseli Camargo 30/06/2010

Não abandonei
Acabei de ler a Irmã de Ana Bolena com uma narrativa incrível da Philippa Gregory e passei para esse que é mais uma relato histórico e não um romance. Não deixa de ser muito bom, mas acho melhor continuar com os outros de Philippa e voltar para ele depois, pois é bem minucioso e uma aula de história.
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Tatah 15/08/2009

The Tudors?
Bom livro pra quem quer entender melhor toda a zona familiar da época do Henrique VIII (que, vamos combinar, foi das mais pandemônicas). É engraçado também comparar esse livro com "The Tudors", da HBO. Sério... a série segue praticamente esse roteiro, claro, às vezes dando atenção maior pra um ou outro elemento, mas é muito certinho. Enfim.

É também um livro fácil, mas com uns probleminhas de tradução - nada muito gritante, mas que pode dar uma confusão do cacete. Tipo a esposa do Charles Brandon, conde de Suffolk: pra não confundir com a rainha Catarina Howard, a grafia do nome dela é Katherine. Porém, já na rainha Catarina Parr, quando a rainha morre, começa-se a usar a grafia "Catarina" também.

Tem muita coisa tipo essa de piscou, perdeu. Mas... se a pessoa enfiar a cara e se concentrar bem, percebe e não morre não. Tem que fazer isso também, já que a escritora curte um vai-e-vem no tempo, como se fosse muito fácil entender a ordem familiar daquela zona de gente.

Mas, enfim. É um livro fácil, mas denso; confuso, mas nada difícil. Complexo hein? hahah.
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