Um Mundo Brilhante

Um Mundo Brilhante T. Greenwood




Resenhas - Um Mundo Brilhante


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Carolina Gama 27/08/2017

Bacana
O livro fala basicamente do que acontece com Sara e Ben, noivos, quando se mudam pra Flagstaff e a vida parece começar um outro rumo, diferente do habitual, que eles não queriam mais. Até então, tudo bem, porque o livro narra como os dois foram parar lá, contando a desilusão de Ben sobre a vida e o emprego e outros detalhes que na verdade, só compõem os personagens. A coisa começa a esquentar depois, quando Ben simplesmente descobre que há um jovem morto em sua porta. Um jovem índio, morto provavelmente por hipotermia, supostamente bêbado em uma noite de muito frio e neve. Legal, um início de livro bem animado, agitado. E é aí que a história de verdade começa.

Ben, que ainda está tentando fazer com que sua vida melhore, se depara com esse jovem, com a polícia investigando o caso, e decide ajudar. Ele sente uma vontade estranha de solucionar o caso. Só que a situação muda, em termos, quando ele conhece Shadi, irmã do jovem morto. É neste ponto que tudo começa a se desenrolar, porque Ben se sente estranhamente envolvido com ela. Sente como se a morte do rapaz não tivesse sido em vão, como se fosse programada pra acontecer ali, perto dele. É como a chamada do livro propõe, literalmente. Ben se vê pertencendo a um mundo que, aparentemente, não é ao que ele acha que pertence. Ele se vê, do nada, sentindo muita coisa por ela. Então, além da relação dele com Sara, os próprios pensamentos começam a aparecer e ele fica indeciso, se vendo diante de um momento em que só ele pode, ou não, mudar o rumo da própria vida.

Tecnicamente, é uma história sobre o casal e uma história que mostra o poder de escolha das pessoas. Muitos acharam o livro sem emoção em muitas cenas, mas eu achei na medida, porque o foco da autora era justamente deixar transparecer a ideia de que nós colhemos o que plantamos e que, na vida, só nós podemos decidir nossos caminhos, por mais que saibamos que exista o destino.

Vale a leitura!

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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Nanda 14/04/2017

Um Mundo Brilhante
Começo elogiando a capa, achei ela muito linda e já imaginei um livro com uma história que ia entrar para minha lista de favoritos.

A história fala de um casal que não estava vivendo, como posso dizer.... "num mar de rosas". Eles moram numa cidade onde a neve é uma de suas principais características, quando de repente, Ben Bailey (protagonista da história) encontra um rapaz morto na frente de sua casa...na neve. Apartir esse fato se desdobra em vários outros acontecimentos, com várias pessoas, com várias mentiras. Esse "simples" acontecimento, faz Ben se aproximar de pessoas que não conhecia e que acabou ficando muito próximo, faz com que ele se envolva em acontecimentos perigosos afim de descobrir quem matou o rapaz.

Não tenho muito mais o que falar do livro a não ser que ele se trata totalmente da investigação que o personagem principal faz sozinho a respeito da morte do rapaz que encontra na frente de sua casa, mas é um livro que envolve uma investigação de maneira que não choca muito, que não faz a gente "grudar" muito na narração.

Confesso que esperava muito mais do livro, não digo que foi ruim, mas achei fraco...a história não me conquistou muito. Mas mesmo assim, é um bom livro.

site: http://trilhas-culturais.blogspot.com.br/2016/05/resenha-um-mundo-brilhante.html
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Jorge 20/05/2016

Uma história brilhante escrita por uma mente brilhante.
“...Mas nada é tão fácil quanto parece. E nada fica verdadeiramente imaculado. Como um osso fraturado que não se curou da maneira certa, a recuperação pode ser lenta e incompleta, e, nos piores casos, uma infecção pode se desenvolver, fazendo com que a doença se alastre de maneira lenta e silenciosa pelo resto do corpo.” ( pág. 211).


Se eu soubesse que seria tão gratificante e apreciador ler uma obra escrita por T. Greenwood, eu já teria feito isso bem antes. Greenwood mostra se capaz de determinar cores para momentos decisivos da vida. Uma história brilhante escrita por uma mente brilhante.
“Um Mundo Brilhante” chama atenção por sua belíssima capa encapada com gliter e só por esta razão já vale a pena tê-lo na estante. O melhor de tudo é que o conteúdo não deixa a desejar.
A história se passa em Flagstaff, cidade localizada no norte do Arizona, EUA. O cenário é de muito frio e logo nas primeiras páginas somos apresentados ao dilema de Ben Bailey, personagem central da trama. Enquanto caminha pelo quintal da residência em que mora com a noiva, contemplando os primeiros flocos de neve do inverno rigoroso que se aproxima, Ben Bailey se depara com uma cena totalmente inesperada e intrigante. Um jovem rapaz bugre esta desmaiado em frente a sua residência, desfigurado por causa de hematomas e machucados, provavelmente decorrentes de um espancamento brutal. Bem liga para a emergência vir socorrer o estranho, mas seus esforços para salvá-lo são inúteis.

“Segredos. Como pequenos sapos escondidos em seu bolso. Não se pode esquecer deles porque estão sempre se mexendo ali dentro, contorcendo-se, tentando escapar. Você sabe que, a qualquer momento, um deles pode conseguir subir e pular para fora do seu bolso, revelando -se para o mundo com um coaxado estridente. E quanto mais você se esforça para tentar contê-los, para tentar escondê-los, mais se esforçam para escapar” (pág. 286).

A partir daqui não consegui mais parar de ler o livro. A narrativa de Greenwood é instigante, poética e sutil, inclusive grifei várias frases no decorrer das 336 páginas. As personagens são sensíveis e humanas, e particularmente me identifiquei muito com o protagonista. A edição da Novo Conceito está muito bonita, a única coisa que eu melhoraria é qualidade do papel utilizado no miolo. Provavelmente vou ler outras obras escritas por esta autora. Recomendo a leitura.
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Margarete.Martins 16/05/2016

Sinceramente esperava mais da obra. O título me chamou a atenção e pensei que fosse haver algo mais profundo, mais elaborado, porém não saiu do lugar comum. 336 páginas que poderiam ser resumidas em poucas linhas.
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Patricia.Pereira 16/05/2016

Ben é um cara sonhador, que tem gosto diferente de sua noiva. Ele a trai, mente para ela, oculta coisas fúteis, não mais suporta a vida monótona que eles tem. Encontra Shandi 'a mulher dos seus sonhos', mas que não consegui largar Sara mesmo após uma tragédia que ele mesmo a causa, a parti do momento que começa a querer ajudar Shandi, por que seu irmão havia sido encontrado morto na frente de sua casa. Uma forma de querer tampar o buraco que tem em sua vida após a morte de sua irmã casula, e esta mulher tem o mesmo sofrimento que o dele.
Entra em uma fria, envolve Sara, Shandi mas outras duas garotas, até que chega o ponto que Frank entra no meio e resolve tudo num passe de mágica, ele deixa "a mulher de sua vida" (Shandi), e volta para a monotonia de sua vida anteriormente com Sara.
Thais Cristina 19/05/2017minha estante
E teve gente que ainda gostou dessa história.. Gosto é gosto rs.




Leila 15/01/2015

Deprimente
Basicamente, o livro conta a história de um homem (Ben) que está dividido entre duas mulheres (Sara e Shadi).

Ben é um cara inseguro e indeciso. Está insatisfeito com sua vida, mas não toma uma atitude para mudá-la. Tem medo de enfrentar as pessoas e sempre acaba cedendo às vontades dos outros. Depois, fica se lamentando e imaginando como sua vida poderia ser diferente. Enquanto não decide o que quer, as circunstâncias e as outras pessoas acabam fazendo as escolhas por ele. Ben vive de forma apática e sem reação. Isso torna a leitura meio deprimente. Às vezes, dá vontade de dar uma chacoalhada no Ben para ver se ele reage.

Ainda não consegui decidir se gosto de Sara. Ela é uma garota mimada que sempre teve tudo. Não gosta de ser contrariada e sempre quer que os outros façam suas vontades. E Ben sempre cede. O que me fez gostar dela um pouco, foi a preocupação com as crianças doentes. Ela sofre de verdade por elas, isso a torna mais humana.

Gostei de Shadi. Parece ser uma garota legal, batalhadora. Mas o livro não fala muito sobre ela.

Não gostei do final porque não era o que eu esperava. Mas, se formos analisar o comportamento de Ben ao longo da história, o final até que é bem coerente.

O livro nos faz refletir sobre várias coisas. Nos faz pensar em como seria nossa vida se tivéssemos feito escolhas diferentes no passado. Muitas vezes temos que decidir entre dois caminhos que podem mudar nossa vida completamente. Sempre temos medo de errar, mas não podemos deixar que esse medo nos paralise. Às vezes, é necessário ousar, para depois não ficar como Ben, se arrependendo do que não fez. Recomendo a leitura para quem gosta de drama.

A narrativa é em terceira pessoa e os capítulos são curtos. A capa é muito bonita (ela brilha!) e a ortografia está impecável.

Resenha publicada no Blog Meus Livros e Sonhos:


site: www.meuslivrosesonhos.blogspot.com.br
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Leandro 20/10/2014

COM HISTÓRIA FORTE, UM MUNDO BRILHANTE VAI TE PRENDER ATÉ O FIM!
É um livro diferente do que eu já havia lido. Normalmente não dou muita bola para livros com temas muito sérios, ou que bairam a realidade, pois, eu compro e leio livros para fugir da realidade e viajar nos mundos criados pelos autores. Mas Um Mundo Brilhante chamou minha atenção.

A trama traz o professor Ben Bailey, que num dia normal de inverno, ao percorrer o caminho de sua porta, debaixo de uma incessante neve que caia lá fora, até sua caixa de correio. ele se depara com o corpo de um homem, congelado. A partir desse exato momento, a vida do professor que também faz bicos de Barman, acaba mudando completamente. Pois, aquela historia não sai de sua cabeça. E com isso, a curiosidade e a vontade de saber o que acontecera de fato com o garoto, o leva para o hospital. Chegando lá, ele encontra Shady, irmã do rapaz congelado.

Para alguns, a trama do livro é um absurdo. E eu também acho. Mas isso não influenciou em meu julgamento para o livro. A história que a autora cria, retrata seres humanos de verdade, em situações que, por muitas vezes, acabam sendo constrangedoras para quem está lendo, pois chega a ser um absurdo o modo que Ben encara sua vida. Diante de várias pistas a respeito do rapaz, ele acaba fazendo com que esse desejo, anseio de saber quem de fato estava por traz daquilo, acaba gerando conflitos e duvidas dentro de sua mente. Acho que esse é o momento em que as pessoas começam a se decepcionar com o livro. Parece que começam a se ver dentro da historia de fato. Eu já não consegui ser abalado por isso. É algo polêmico, com certeza. Mas não podemos esquecer que estamos lendo uma história onde existem pessoas em suas vidas corriqueiras, com problemas e tristezas do dia-a-dia. Claro que, todo livro bom, deve te transportar para dentro da trama, fazendo você viajar. Mas, como esse é um assunto sério, e algo que não faria, talvez tenha sido minha defesa para apenas ter o sentimento de uma boa leitura.

Ao meu ver, a autora, T. Greenwood, conseguiu criar um clima de tensão, não só pelo jeito simples em sua escrita, mas por usar capítulos curtos, o que faz da leitura prazeroza e fluente. Eu gosto de livros que são construídos dessa maneira, além, é claro da narrativa em terceira pessoa, onde te traz uma maior visão sobre os fatos que estão ocorrendo na trama. Eu fiquei com um pouco de raiva do Ben. Achei a atitude do cara em relação a sua esposa e a garota Shady um tanto quanto covarde. O cara, fascinado por tentar descobrir o que acontecera com o rapaz, parece ter perdido a noção do mundo ao seu redor. Um pouco de ousadia não mataria também. Achei os outros personagens muito fracos. Tudo bem que, quando amamos, por vezes, fingimos não enxergar os erros alheios, mas em certos momentos na obra, isso fica constante.

A uma certa decepção por tanta expectativa criada ao saber conhecer a historia de uma maneira resumida, mas é um livro que vai te envolver de alguma maneira. O problema é que o gosto de cada um varia. Eu, ao contrário do que tenho lido por aí, gostei do livro, mesmo repudiando certas atitudes do professor no decorrer da trama.

A capa é belíssima como podem ver. E me dei bem, pois peguei uma promoção muito boa na Saraiva, pagando R$ 9,90 pelo livro.

Enfim. É um livro diferente do que costumo ler e talvez por isso é que acabei ficando meio impressionado com a trama.
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harietis 10/03/2014

Para quem gosta de uma leitura fácil, sem emoção e bem real do começo ao fim, está aí uma boa dica.
Ben Bailey é professor adjunto na faculdade local e barman nas horas vagas. Ele mora na cidade de Flagstaff com a sua noiva Sara e sua cachorra Maude. Eles têm uma vida bem monótona e tudo está em perfeita ordem até a chegada do inverno (estação favorita de Ben) e ele, ao sair para buscar o jornal, encontrar um garoto indígena espancado. Ele não conseguiu parar de pensar naquela história o dia todo e tomou a decisão de ir ao hospital para saber noticias e acabou se agarrando na expectativa dele estar bem, porém, ao chegar lá, ele conhece a irmã do garoto, Shady. Ela lhe dá a triste notícia do falecimento de seu irmão e o convida para ir ao enterro de Ricky.


Ben fica fascinado pela garota e também compartilha de sua dor, pois sabe exatamente o que a garota estava sentindo, pois também havia perdido sua irmã. Ele tenta consolar Shady de todas as formas possíveis e prometeu a si mesmo que descobriria quem havia feito àquela crueldade, mas, para sua surpresa, não poderia contar com a polícia caso não tivesse nenhuma testemunha, pois ele era apenas um garoto indígena e a morte dele era tratada apenas como uma fatalidade. No início, ele e Shady conseguem algumas pistas e concordam em tentar descobrir quem tirou a vida daquele garoto, mas isso acaba ficando perigoso demais para ambas as partes.


Em meio a tanta dor e pistas, eles acabam se envolvendo e despertando um sentimento forte o bastante que fez com que bem pensasse várias vezes em desistir do relacionamento com Sara, pois quando a conheceu se encantou pela sua autoestima e confiança, mas agora tudo tinha caído na rotina e aquelas sensações boas, tornaram apenas sentimentos relacionados à solidão que o remetia a lembranças de sua triste infância. As coisas não andavam fáceis financeiramente para Ben (demitido da faculdade) e Sara acaba conseguindo um emprego de enfermeira em um hospital na cidade onde moram seus pais e apesar de ser diferente da área que ela atua no hospital de Flagstaff, resolve aceitar e o desafio, e Ben acabou não tendo escolha a não se mudar também.

Apesar da vida em outra cidade, de um novo emprego e de novas oportunidades de vida, ele não conseguia parar de pensar em tudo aquilo que ficou para trás e principalmente de tentar encontrar alguma maneira de encontrar alguém corajoso o suficiente para ir até a polícia e contar quem era e como tudo aconteceu naquela noite em que o garoto foi surrado até quase a morte... e tudo isso ligava a ele a uma mulher encantadora e que já havia passado pelas mesmas coisas que ele: Shady. Nem mesmo a distância foi capaz de separar e fazer com que ele se esquecesse dela... Mas também não seria certo abandonar tudo (família, emprego e oportunidades) por causa de um novo amor. Ou seria? Se desconsiderarmos os momentos de fraquezas que qualquer ser humano possa ter, a responsabilidade de Ben falou muito mais alto durante todas as oportunidades que ele teve de ser feliz, mas ele deveria continuar ali, no conformismo de sempre, mesmo que aquilo não o trouxesse nenhum tipo de felicidade.

O livro é narrado em terceira pessoa, e possui capítulos curtos, o que faz com que a leitura se desenrole facilmente. Mas o primeiro livro da autora T. Greenwood publicado no Brasil foi completa decepção para todos aqueles que esperavam grandes acontecimentos. O que faltou na história? Emoção. Faltou coragem e ousadia dos personagens. Faltou fazer com o leitor se envolvesse e se entregasse de corpo e alma para aquilo que estava sendo apresentado. E, por fim, faltou que a autora superasse todas as expectativas depositadas em sua história.

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Livretando 31/01/2014

Resenha: Um mundo brilhante
Sabe aquele livro que possui uma narrativa tão leve e tranquila que quando você percebe já está passando da página cinquenta? Pois é, Um Mundo Brilhante é assim!

E é em clima de suspense que a história começa. Benny Bailey, ao sair de sua casa para buscar o jornal da manhã, avista algo muito estranho destacando-se sobre a neve imaculada de sua calçada. Ao aproximar-se, Ben percebe que trata-se de um corpo, o corpo de um jovem que aparentemente havia bebido demais na noite de halloween a acabara desmaiando bem ali. Mas logo percebeu que não se tratava de embriaguez, no rosto dele haviam hematomas que denunciavam que o garoto havia se envolvido em alguma briga. Ben acorda sua esposa - Sara - que é enfermeira, para examinar o corpo enquanto ele chama a emergência. O socorro chega e o rapaz é levado ao hospital.

O esperado era que Ben seguisse com sua vida normalmente, apesar do incidente ocorrido naquela manhã. Mas ele não consegue desgrudar o pensamento daquele jovem. Não consegue parar de se perguntar o porquê daquela violência, pois, apesar de todos dizerem tratar-se apenas de um caso de embriagues, ele sabia que existia algo por trás disso tudo. O que era estranho, afinal, Bailey reconhece o jovem como sendo um cliente do bar onde trabalha como barman e sabe que aquele garoto, diferente de muitos outros residentes na cidade, não costuma se meter em brigas.

Ben decide visitar o rapaz no hospital, onde descobre a identidade do garoto que chama-se Ricky Begay. Lá, Benny acaba conhecendo sua irmã, Shadi Begay, que o convida a comparecer ao enterro do irmão. À partir desse momento a vida de Ben está prestes a dar uma reviravolta, pois ele percebe-se encantado por Shadi e então vê-se diante de um dilema: "deveria ele continuar em sua vida monótona ao lado de Sara, ou arriscar-se em uma nova paixão?"

Narrado em terceira pessoa, o livro intercala entre o passado e presente da vida do personagem principal. Apesar de tratar-se de um livro com uma narrativa que permite uma leitura muito fluída, essa obra não me agradou tanto quanto eu esperava. É, a cada página que passava esperava que a história evoluísse, mas não, mantinha-se sempre no mesmo ritmo. O final me decepcionou ainda mais. Não, não esperava um final muito diferente do que teve, apenas algo melhor elaborado. Os capítulos são bem curtinhos, o que facilita ainda mais na leitura. No início, achei que o foco seria a investigação da morte de Richy, mas logo percebemos que não, a questão central da história são os dramas e questionamentos vividos por Ben. Gostei do livro, apesar dos pontos negativos citados. É uma boa história, nos permite refletir sobre nossas escolhas. Com certeza é uma obra que vale à pena ser lida.

site: http://livretando.blogspot.com.br/2012/02/resenha-um-mundo-brilhante.html
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j_almansa 17/01/2014

Há um estranhamento ao ler esse livro: como uma pessoa que mente tanto pode buscar a verdade? Fica inverossímil.
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Marlon 13/11/2013

Não e de Joga Fora
Comprei o livro achando coisa, e acabei vendo uma coias totalmente diferente do que eu esperava... Mais não e chato e bom

Não sou Fã de Historia super amorosas, melódicas etc.. "Me entendem"
Nos primeiros capítulos e meio devagar a historia mais ate Ben Bailey sai de casa numa manha qualquer e encontra um garoto nas neves, muda totalmente, enquanto você vai lendo e vai ficando cade vez mais e mais curioso pelo desfecho do próximo capitulo...

Recomendo e uma leitura super rápida claro não de 5 horas ou menos mais e uma leitura boa e rápida.
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PseudoEstante 09/11/2013

A minha primeira ideia desde livro foi: "Que lindo!!!! Ele brilhaaaaaaaaaa *-*". Mas aí depois eu li a sinopse e meio que murchei porque descobri que era um drama e eu, particularmente, não gosto desde gênero. E é aqui que aquela máxima do não-julgue-um-livro-pela-capa-nem-pela-sinopse entra na minha vida, já que o livro não é fofo por brilhar nem tão dramático quanto a sinopse sugere.

"Um Mundo Brilhante" trata principalmente de três problemas reais porém complexos para o ser humano: um trauma de infância atrelado a um sentimento de culpa que dura até a idade adulta, um relacionamento amoroso que era perfeito no início mas que hoje (depois de tanta confusão e desentendimento) se tornou insustentável e a realização profissional incompleta mesmo depois de tantos anos de dedicação aos estudos. Imagine como deve ser Ben não conseguir nunca deitar a cabeça no travesseiro e dormir o sono dos justos...

Mas nem esses três pontos supracitados conseguiram fazer com que eu achasse o livro dramático. Na verdade, a minha opinião é: temos uma boa história realista, com personagens tão reais que a visualização das cenas torna-se fácil. Você encontrará também coincidências e desencontros normais da vida, motivos de discussões que provavelmente já foram iguais aos de muitos casais mundo a fora, sentimentos aos quais você já foi refém e aquelas bifurcações no caminho, onde você deverá escolher entre a infelicidade certa e a felicidade duvidosa.

Porém... Confesso que fiquei chocada com o final. Sem querer soltar spoiler, só vou dizer que foi contra todas as expectativas que eu formei ao longo da leitura. Por um lado foi interessante, pois me surpreendeu bastante. Por outro não foi tão bom assim porque não terminou da forma que eu queria. Difícil agradar alguém como eu... xD

site: http://pseudoestante.blogspot.com.br/2012/04/resenha-um-mundo-brilhante.html
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Karina 28/09/2013

Livro legal com uma história interessante.
Só acho que faltou foco numa mensagem principal a ser transmitida.
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Paola 26/09/2013

Um Mundo Brilhante
Um Mundo Brilhante é o tipo de livro que te conquista aos poucos, a história vai avançando e a cada página você se envolve, e também quer saber, e também questiona. Eu esperava uma história bem diferente. Bem menos real, talvez. Estamos tão acostumados à literatura de ficção que um livro tão realista no sentido de pensamentos e ações, dúvidas tão humanas é capaz de prender nossa total atenção. Um livro muito bom, pela história e pelo realismo.

Leia mais:

site: http://uma-leitora.blogspot.com.br/2012/06/um-mundo-brilhante.html
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Ana Carla 31/07/2013

Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato.

Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática.

Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu.
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