O Amor do Pequeno Príncipe

O Amor do Pequeno Príncipe Antoine de Saint-Exupéry




Resenhas - O Amor do Pequeno Príncipe


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Lucas FC 21/07/2009

Bom, mas tem um porem...
o livro eh bom, cartas numa simplicidade e beleza rara, porem o livro eh tao pekenino, q a vontade de continuar lendo ñ passa com apenas 30 pag. uma pena esse detalhe.
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Dani Tiemi 11/07/2009

Relendo...
A primeira vez que li não gostei mto, acredito que estava decepcionada pelo pouco conteúdo do livro. Esperava por mais cartas...
Mas hoje, relendo, percebo as belezas de suas cartas de amor, um tanto melancólicas, mas belas. Cartas de amor são sempre belas.

"Claro que a menor primavera enfraqueceria minhas decisões - mas azar se não há mais primavera".
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Thara 28/04/2010minha estante
Deve ser melhor que Pequeno Príncipe.




Manuela 22/02/2020

Uma grata surpresa. Pequenas cartas onde o autor e o personagem (Pequeno Príncipe) confundem-se. reais, as cartas contariam uma história de amor vivida por Antoine no último ano de sua vida.
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Nanase 15/09/2009

Esse livro mata. Sem exageros, ele mata. A dor do autor é palpável, mano, chega a dar pena pensar que alguém capaz de escrever uma história tão cheia de esperança como O Pequeno Príncipe se machucou tanto. Me fez admirá-lo ainda mais.
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Manuela 03/07/2011

Amor nosso
O amor é algo tão, tão pessoal.

O amor inventado e não correspondido: é nosso.

O amor que partiu para sempre: ainda é nosso.

O amor que virá e não saberemos como será: é nosso.

Não há no mundo quem possa arrancá-lo de nós.

Nem mesmo a morte,
nem mesmo a distância,
nem mesmo a vida.
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PublishNews 17/04/2009

Je t'aime
Em O amor do Pequeno Príncipe - Cartas a uma desconhecida (Nova Fronteira, 32 pp., R$ 24,90), de Antoine de Saint-Exupéry, uma paixão perdida no tempo vem à tona por meio das cartas inéditas do escritor. A correspondência, reproduzida em fac-símile e traduzida para o português, resgata uma história de amor protagonizada pelo escritor e aviador francês durante seu último ano de vida - episódio que só se tornou público em novembro de 2007, por ocasião da venda de diversos documentos do autor que hoje fazem parte da coleção do Museu de Cartas e Manuscritos, em Paris. As cartas, destinadas a uma mulher desconhecida, iluminam também a relação entre o autor e sua criação e retomam a mistura de doçura e melancolia que marcou sua obra. Juntamente com a publicação do título, a Editora Nova Fronteira, no Ano da França no Brasil, dá início ao lançamento das novas edições dos livros de Antoine de Saint-Exupéry; Cidadela, Correio Sul, Terra dos homens, Voo noturno, Cartas à sua mãe e Escritos de guerra. No Link Leia Mais você confere outras informações sobre a publicação.
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Cris 23/01/2010

Curtinho e composto por algumas poucas cartas escritas pelo autor do clássico (e de uma das minhas frases preferidas - "tu te tornas eternamente reponsável por aquilo que cativas") a uma desconhecida que, pela minha percepção, talvez não acreditasse ou não desse a devida importância aos sentimentos dele (que tb parece um bocado carente).

Por mais que eu tenha uns dois ou três livros contendo cartas de amor na minha infinita lista de "para ler", e que como humanos todos tenhamos carências e fraquezas, acho algo entre estranho e desconfortável ler o que aflige a alma de alguém tão escancaradamente, alguém que eu não conheço, histórias reais das quais eu não sou parte.

O livro vale não só pelo texto que mostra um pouco da criatura no criador, mas muito pelas ilustrações que são basicamente o que compõe algumas cartas.
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predo 22/04/2010

Achei que poderia ser melhor...
As cartas são muito emocionantes, gostei muito delas.
Mas acho que poderia ter algo a ver mais com a história em si do pequeno príncipe.
Mas mesmo assim foi legal
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Pedro Paulo 26/03/2012

Realidade
INACREDITÁVEL como um livrinho tao "pequeno" possa trazer mudanças tao grandes! Sim, os contos de fadas sao a única realidade!
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Yad Epilef 12/07/2014

"E o que dizem é que foi tudo por causa de um coração partido..."
Antes de mais nada, recomendo FORTEMENTE que tenha lido "O Pequeno Príncipe" antes de ler esse livro e essa resenha. Farão mais sentido assim...

"Os contos de fada são assim. Uma manhã, a gente acorda e diz: 'Era só um conto de fadas...' E a gente sorri de si mesmo. Mas, no fundo, não estamos sorrindo. Sabemos muito bem que os contos de fadas são a única verdade da vida.(...)

Não gosto da estação interior que substituiu minha primavera: uma mistura de decepção, de secura e de rancor. Mergulho num tempo vazio onde não tenho mais motivo para sonhar. O mais triste num sofrimento é se perguntar : 'Vale a pena?'

Vale a pena todo esse sofrimento por quem nem mesmo pensa em avisar? Certamente não. Então, nem sofrimento se tem mais, e isto é ainda mais triste.

Não há Pequeno Príncipe hoje, nem haverá nunca mais. O Pequeno Príncipe morreu. Ou então tornou-se cético. Um Pequeno Príncipe cético não é mais um Pequeno Príncipe."

Exupéry era aviador veterano pelas forças aliadas durante a Segunda Guerra. Em 1943, lança "O Pequeno Príncipe", e nesse mesmo ano, após voltar dos Estados Unidos, segue para Argel, na Argélia para retornar a sua esquadrilha e continuar lutando. Na viagem de trem que o leva até Argélia, ele conhece uma jovem, casada, e se apaixona perdidamente. Ele mandou algumas cartas a ela, sem resposta, e jamais foi revelada a identidade da moça. Em 31 de Julho do ano seguinte, Exupéry sai em missão de reconhecimento pela região de Tulon (França) e não mais retorna. Só em 2004 encontraram os destroços de seu avião, e seu corpo jamais foi encontrado. Sua morte permanece um mistério.

"E o que dizem é que foi tudo por causa de um coração partido..." Legião Urbana - Dezesseis
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Augusto 10/02/2019

Não sei bem o que pensar deste livro...
Chegou-me por minha filha que o encontrou numa biblioteca e pediu que lêssemos juntos.
É certamente bem diferente do que ambos esperávamos.
De um amor triste e melancólico que não sei ao certo se chegou a encontrar lugar para se concretizar... e se encontrou... pareceu-me daqueles amores que já nascem fadados a um final dolorido.

"Descubro com melancolia que meu egoísmo não é tão grande assim, pois dei ao outro o poder de me magoar.
Menininha, foi com carinho que lhe dei esse poder. É com melancolia que a vejo usá-lo."

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Três Leitoras 22/06/2016

Resenha completa no bog
Sim, você não está lendo errado não. Saint-Exupéry não escreveu um único livro. Em O amor do Pequeno Príncipe encontramos cartas originais do autor que depois de viver mais de dois anos nos Estados Unidos, voltou ao campo de ação militar e conheceu uma moça de 23 anos, casada, oficial e condutora da ambulância da Cruz Vermelha.

Apaixonados, os dois se relacionaram no último ano da vida dele.

As cartas nos revelam, então, uma ligação entre o autor e o personagem, o que transforma sua obra num retrato vivo e representativo da expressão do mais nobre dos sentimentos.



São cartas que revelam um breve cotidiano e a necessidade de termos confiança e bases sólidas, sem maquiagem, apenas um amor, O amor em plenitude. Por que não basta ser difícil, só precisa ser possível!

Os contos de fadas são assim.
Uma manhã, a gente acorda
E diz: ‘Era só um conto de fadas...’
E a gente ri de si mesma.
Mas no fundo, não estamos sorrindo.
Sabemos muito bem que os contos de fadas
são a única verdade da vida.
Antoine de Saint-Exupéry

site: http://www.tresleitoras.com.br/2016/06/resenha-o-amor-do-pequeno-principe.html Concluído
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Carol . carollivros 02/12/2014

De incrível sensibilidade, como era de se esperar do autor!...

Relido em 01/03/14.
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Mariana Melo 28/05/2011

Trecho da resenha do Felizvros, SEM SPOILER
Pasmem, o livro é ainda menor que o Pequeno Príncipe, e bem pobrinho de conteúdo. A impressão que tive é que o Antoine estava precisando de dinheiro então vendeu uma meia dúzia de cartas intimas suas e mandou fazerem um livro.

Mas vejam bem, eu não odiei o livro. Acho que pra quem curte o Pequeno Príncipe é legal conhecer, mas não fará nenhuma falta na sua vida se você não lê-lo. Mesmo porque, não há nenhuma relação entre este livro e a história do original. São somente cartas do Antoine, sem qualquer contexto ou enredo. Há momentos bonitos nessas cartas? Sim, alguns poucos. Mas não há o Pequeno Principe.




Leia a resenha completa no Felizvros Para Sempre, com mais detalhes da experiência do livro e Compromisso Anti-Spoiler:

http://felizvrosparasempre.blogspot.com/2011/04/resenha-o-amor-do-pequeno-principe.html
Raoni 11/06/2011minha estante
As cartas foram publicadas muito tempo após a morte do autor... Se ele estava precisando de dinheiro, o livro não tem nada a ver com isso.
Quanto ao conteúdo, está profundamente ligado ao do Pequeno Príncipe. A mesma pessoa que escreveu o livro bonitinho com lições sobre amor escreveu essas cartas sofridas, o que deixa claro que amar, do jeito que o Pequeno Príncipe ama, faz sofrer. As cartas mostram progressivamente que é possível e necessário encontrar uma maneira mais saudável de amar.




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