Objetos Cortantes

Objetos Cortantes Gillian Flynn




Resenhas - Na Própria Carne


680 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Marcio Quara 29/03/2015

Poderia ter sido excelente, mas foi apenas mediano
Já aviso de antemão que a minha opinião (sem spoilers) não irá agradar a todos. Não leia este livro com a esperança de encontrar a mesma qualidade observada em Garota Exemplar. Esta obra, que foi a primeira publicada pela autora, está bem aquém do esperado e acho, sinceramente, que o endeusamento do livro é injusto e está ocorrendo em virtude do sucesso de Garota Exemplar, que é inegavelmente ótimo.

Este é apenas o segundo livro da autora que leio, mas gostaria de falar duas coisas. A primeira é que, ao comparar as duas obras supracitadas, é possível constatar uma evolução gigantesca na qualidade da escrita da autora e no grau de desenvolvimento dos personagens. Enquanto Garota Exemplar possui uma trama sem pontas soltas e uma narrativa viciante, inteligente e com personagens tridimensionais, Objetos Cortantes apresenta totalmente o contrário. A narrativa pode até ser ágil, mas as informações presentes no livro estão tão fragmentadas que foi possível perceber duas falhas graves: desenvolvimento excessivo de informações irrelevantes para a trama e ausência de explicações cruciais para o enredo. Além disso, senti que os personagens foram mal explorados e superficiais.

A segunda observação é que a Gillian gosta de chocar o leitor. Isso é muito nítido em todas as suas obras. Não que isso seja algo negativo, mas acredito que deva ser feito de maneira inteligente, caso contrário fica fora do contexto e o acontecimento acaba perdendo a relevância. Foi justamente isso que aconteceu nesta obra, algumas informações foram muito incômodas e polêmicas, mas, ao final da leitura, pouco ou nada acrescentaram à trama.

Conclusão:
Posso ter parecido muito duro na minha crítica, mas o livro é bom. Só fiquei um pouco decepcionado, pois a trama tinha tudo para ser genial, mas foi mal desenvolvida e acabou sendo apenas mediana. De qualquer modo, acho que a leitura é válida e espero ansiosamente pelo próximo lançamento da autora.
Patsy 29/03/2015minha estante
amei a resenha e a critica! está entre minhas próximas leituras, até mesmo porque ganhei aquele super box lindo, mas eu já imaginava que não seria tão bom por ser o primeiro, vou dar um desconto, ir sem grandes expectativas e quem sabe eu vou gostar um pouco mais.

Escreva mais resenhas meu amigo, ficou ótima!!! Parabéns!


Marcio Quara 01/04/2015minha estante
Leia sim e espero que goste. Eu me chateei um pouco pois as expectativas estavam altas, mas o livro é bom.


Renato 22/04/2015minha estante
Descreveu perfeitamente o livro!


Luisa 28/05/2015minha estante
A única resenha que condiz com o que eu achei do livro. Mediano e perturbador. Realmente com muitas informações desnecessárias e outras cruciais foram deixadas de lado. Terminei o livro bastante decepcionada.
Parabéns pela ótima resenha!


Haida 06/07/2015minha estante
Exatamente o que achei do livro!


Maíra 07/01/2016minha estante
Também achei a mesma coisa do livro :) Ótima resenha!!!


Sabrina 10/07/2016minha estante
Eu não poderia descrever melhor! Concordo com cada linha, mas não achei o livro bom.

Na verdade, única coisa que acrescento: me incomodou a construção das personagens femininas, relações incômodas dos homens e mulheres (bem machistas e abusivas) e perpetuação de um padrão de beleza que me gerou pouca empatia (quase deu nojo como todo mundo nesse livro era loiro ou tinha o olho claro, que chatice).


Ulli 23/07/2016minha estante
Achei a opinião perfeita. Foi exatamente o que senti quando li. Não sei se é por que li Garota Exemplar antes e me APAIXONEI. Acho que tive muitas expectativas e acabei muito decepcionada. Não que não valha a pena ler, vale. Mas... Não acho que seja maravilhoso ou perfeito, foi apenas legal...


Mayra 30/07/2016minha estante
Descreveu perfeitamente a minha opinião.
O livro só começa a empolgar bem para o final, a narrativa não é das melhores, não há evolução dos personagens e a explica dos acontecimentos no final foi tão surreal que não da para acreditar.
Mas onprimejro livro da autora que li, também foi garota exemplar, no caso gone girl. Não sei dizer se a grande diferença foi na tradução ou se na evolução da autora em si.


Luana Ludmila 29/09/2016minha estante
Ótima resenha, Márcio. Parabéns pela sinceridade, confesso que eu também não estou tão empolgada como estava antes de começá-lo (ainda lendo). Não é tão alucinado e empolgante como foi garota exemplar, mas tem lá seus créditos. Não gostei da personagem, chata e pouco explorada, assim como a mãe e filha menor. Além dos fatores da beleza como dito aqui pela Sabrina, acho que ela recriou esse cenário de pessoas perfeitas sei lá onde. No entanto, tem alguns pontos bons como o jogo de palavras cortadas, o detetive clichê e as meninas más. Do mais estou finalizando ainda, a leitura é válida, não deixem de ler. :)


Marcelo Caniato 21/11/2016minha estante
Tive essa mesma sensação lendo O Adulto. Parece que ela fica muito preocupada em surpreender e chocar o leitor, e acaba pecando nessa parte.


Jessika.Costa 26/07/2018minha estante
Digo que o mesmo aconteceu comigo, nesse livro eu esperava mais e acabei por achar mediando...


Lidiane.StAfany 17/11/2019minha estante
Gillian Flynn, autora do livro Objetos Cortantes, nos apresenta uma narrativa intensa. O livro é contado por Camille, uma repórter do jornal Daily Post, de Chicago, que recentemente havia saído de um hospital psiquiátrico por tendência a automutilação (que começou na adolescência, antes de sua irmã mais nova, Marian, que estava sempre doente morrer).
Camille é forçada a voltar ao seu passado, a pequena Wind Gap, no Missouri, para investigar o assassinato de uma menina, Ann, e o desaparecimento de outra, Natalie, que posteriormente fora encontrada morta, da mesma maneira que Ann, sem seus dentes. O que a leva ficar na casa de sua mãe, Adora, junto de seu padrasto e sua meia irmã, Amma, com os quais não tinha quase que nenhum contato.
Aos poucos Camille esclarece segredos de sua família, podendo considerá-los sim, cortantes. Ela deixa com que Adora a medique, assim como faz com Amma e fazia com Marian. Amma criara uma resistência a medicação, Marian acabou não resistindo, e Camille permitiu a medicação para ter provas contra a mãe. Adora tinha MPP, Munchausen Por Procuração, que faz com que o responsável, quase sempre a mãe, deixe a criança doente para conseguir atenção para si mesma. Adora fora presa pelos assassinatos de Ann, Natalie e Marian, por ter conteúdos criminais em sua casa, que comprovassem o assassinato das garotas. O tribunal decide que Camille fique com a custódia de Amma, que volta com ela para Chicago.
No dia doze de outubro, Lily, uma amiga que Amma fizera em Chicago desaparece, 4 horas depois, seu corpo é encontrado morto, com seis dentes arrancados.
?Tirei o conteúdo da casa de bonecas cômodo a cômodo.? ?O piso do quarto de minha mãe. As belas placas de marfim. Feitas de dentes humanos?. Amma, que por muito tempo permitiu que Adora a adoecesse, na verdade controlava a mãe deixando-a adoecê-la, em troca exigia amor e lealdade, nenhuma outra garotinha era aceita, pelas mesmas razões ela assassinou Lily, porque suspeitava de que Camille não gostasse dela.
Amma permaneceu trancada até seu décimo oitavo aniversário. No dia de sua prisão, Camille desmorona totalmente, e Curry, seu editor chefe e amigo, junto de sua esposa, Eillen, levam-na para sua casa após uma nova tentativa de corte, e todos os objetos cortantes foram trancados. ?Estou aprendendo a ser cuidada. Aprendendo a ter pais?.
Objetos Cortantes é uma leitura perturbadora e que a todo momento nos revela como o ser humano, no livro, especialmente mulheres, podem ser amedrontadoras e controladoras. ?Algumas vezes se você deixa as pessoas fazerem coisas com você, na verdade você está fazendo a elas?. Em uma cidade com vocação para a desgraça, Wind Gap, nos é apresentada como um centro de estupros e uso de drogas, onde jovens que não possuem outras coisas para fazer se distraem maltratando outros, o que reflete grande parte da sociedade que vivemos.




Angel 18/10/2012

Sem descrições. Só acho que deveria ter continuação em mais mil livros e se transformar na melhor saga do mundo. Caindo de amores mesmo.
Helen 18/09/2015minha estante
Vi seu comentário e já pensei que uma personagem do livro poderia ser a protagonista de várias estórias incríveis!





Duda 23/04/2020

Esse livro conseguiu prender muito minha atenção.
Foi um livro que me fez sentir raiva, angústia e ansiedade, mas mesmo assim a história é muito boa.
luquescunha 28/04/2020minha estante
Quero muito ler esse livrooo


Duda 28/04/2020minha estante
É muito bom




Rwan 02/05/2014

Na própria mente
Não tem como não amar esse livro. Realmente, ele é formidável. Mais uma vez Gillian Flynn se superando. Primeiramente conheci a autora pelo seu famoso livro Garota Exemplar (quem não leu ainda corra e adquira já o seu)que é sem sombra de dúvida fantástico. Procurando mais sobre ela descobri a existência de Na própria carne, e fiquei louco pra ler. Amei a ideia da personagem se repórter, ter que voltar pra terra natal para cobrir uma história de assassinato de duas garotinhas e reviver seus demônios, isso sem contar o fato dela cortar/fatiar/escrever palavras na pele. O livro é contado por Camille, do seu ponto de vista e sem dúvida é um belo ponto de vista. Desde o primeiro instante o livro te prende. Afirmo que demorei pra ler porque queria passar mais tempo lendo, mas é praticamente impossível parar de ler. Tanto que escrevo essa resenha instantes após o fim da minha leitura, isso mesmo, li a madrugada toda. Eu me recuso a falar mais sobre a história, qualquer resumo rápido pode ser um spoiler. Garanto que o final não deixou a desejar, realmente não sabia quem era o assassino. Me surpreendeu e gostei da surpresa. Meu conselho: passe na livraria mais próxima e compre agora esse livro. Ele é fantástico e sinto que palavras não serão suficientes pra descrever a magnitude do livro. Agora reitero que até uma lista de compras de Gillian Flynn eu lerei. Boa leitura!
Jacy Barbosa 06/01/2016minha estante
Realmente não tem como parar de ler, li em 2 dias.
Eu tinha vários palpites sobre o assassino, mas confesso que não imaginei que seria esse o assassino.




Maria Paula de Sá 06/03/2020

Me irritou...
Uma história um tanto previsível, ligeiramente enfadonha... Infelizmente excedi minhas expectativas por ser uma obra muito bem comentada, minha frustração proveio de minha ânsia em ler um mistério renomado. Acabei por, não odiar, mas acha-lo insuficiente. Resumiria como um daqueles livros para se ler sem muito entusiasmo, fico triste em pensar que fui uma das pouquíssimas pessoas que não se adaptaram com a história.


Camille, perto dos seus 30 anos, vive uma vida conturbada na grande Chicago como repórter de uma empresa jornalística relativamente pequena. Considerada uma mulher problemática, têm ocorrências com quase todas as pessoas que conhece, inclusive sua família, no qual contém um passado doloroso demais para se compartilhar numa roda de amigos.
Entretanto, mais uma vez, a vida mostra à ela que traumas antigos sempre retornam e tomam o controle das coisas caso você não se permita ser curado de tais feridas emocionais, e com isso, surge um imprevisto fatal em sua cidade natal onde houveram desaparecimentos de duas garotinhas, sendo uma delas encontrada morta e outra ainda desaparecida. Seu chefe, Curry, um homem que ela considera como um pai, propõe a ela cobrir esse caso, justificando que por ser um local remoto, a imprensa não atenderia aos chamados da cidadezinha de Wind Gap e eles seriam os únicos a relatarem os passos de um potencial serial killer, ainda mais com sua família morando lá, onde achava que ela seria bem recebida (só que não). Contrariada por ter que retornar ao seu tenebroso lar, Camille se instala em sua antiga casa, com sua mãe Adora, padrasto Alan e meia-irmã Amma, na mesma residência em que perdera seu grande amor, sua irmãzinha Marian que morrera muito jovem.
Enfrentando seus maiores medos, decepções e contradições, Camille se depara com o caos que a cidade se encontrava, deixando-se perturbar pelas opressões do presente e passado, afogando-se numa maré repleta atitudes incoerentes para com a situação. Senti muitas vezes que estava lendo o diário de uma mulher desequilibrada e doente (obviamente), que não conseguia se desprender das amarras das próprias ruínas. Tive oscilações em reconhecer a verdadeira idade e identidade da personagem, pois as vezes mais parecia uma adolescente sem rumo, o que me irritou um pouco por ter envolvimento com drogas ilícitas com pré-adolescentes. (QUERIDA, SE TOCA, CADÊ A RESPONSABILIDADE???) O fato é, pistolei legal em algumas partes.
Enfim, a narrativa é fácil de compreender e com certeza mais voltado para o drama familiar f*dido no qual estava vivendo novamente, talvez seja por isso a minha frustração... Deveria estar ciente do que se tratava o livro de certa forma, sem contar que é bastante previsível em muitas áreas, inclusive no que deveria ter sido um bom plot twist, não fez-me nem cócegas. Acredito que seja um bom livro, apenas não funcionou comigo. A autora é muito bem comentada e com certeza darei chances aos seus outros livros, uma hora vai, né?
comentários(0)comente



Harry 28/02/2020

Problemas, traumas e consequências.
Segundo livro que leio da autora e estou satisfeito até então.
Em Objetos Cortantes temos "Camille Preaker" - jornalista e residente em Chicago - como protagonista.
A trama começa com Camille tendo que se deslocar de Chicago pra sua cidade de infância (Wind Gap) onde terá que cobrir o assassinato de duas adolescentes pro jornal em que trabalha, o "Chicago Daily Post".
A história é narrada toda em primeira pessoa, o que torna a leitura mais tensa em determinados momentos.
O livro aborda temas fortes como abuso, estupro, manipulação, alcoolismo e sexo na adolescência. Além de violência, claro. Já que temos os assassinatos.
Além de diálogos e frases impactantes, feitos pra chocar o leitor, que coincidentemente vemos em "Garota Exemplar" também. Temos aqui uma marca da autora? Ora, parece que sim.

O livro só não foi melhor pela rasa abordagem em certos temas como a MPP/SMPP, que foi citada e pouco aprofundada. E também por alguns personagens terem sido pouco explorados, apenas terem sido "jogados" na trama pra ter um dialogo ou outro.

No geral o livro é bom, mas poderia ser melhor. Por ser o primeiro livro publicado da autora e avaliando como tal, diria então que é muito bom.
comentários(0)comente



Fê Evlaine 23/05/2020

Não me agradou
Não gostei muito do livro. Achei a trama meio forçada e esquisita e um tanto previsível.
comentários(0)comente



Elmar 04/05/2020

Muito bom, porém pesado.
Muito bom, empolgante, e trata de assuntos muito sérios, em relação a depressão, pessoas que se cortam ou tem comportamento autodestrutivo, bem como apresenta algumas doenças mentais das quais não havia ouvido fala. Muito bom livro, porém o leitor deve estar atento, pois e um livro pesado, violento, evidenciando muito a violência contra a mulher, e como ela e rotineira em cidades tradicionalistas do interior dos EUA, o que também não está muito longe de nossa realidade.
comentários(0)comente



Marcella.Martha 30/07/2015

Perturbador e maravilhoso
Num mundo onde escrever bons personagens femininos e boas histórias que girem ao redor de personagens femininos, ainda é, incrivelmente, em pleno 2015, uma tarefa de nível quase olímpico, a Gillian Flynn vem merecendo receber uns aplausos pela sua contribuição.

Eu só li dois livros da Gillian Flynn até agora, é bem verdade – Garota Exemplar e, agora, Objetos Cortantes. Mas foi o suficiente para que eu queira ler absolutamente todos os livros que ela já tenha escrito antes ou que venha a escrever no futuro. A escrita é muito boa, a narrativa te prende de forma que você não consegue parar de virar página. Mas esse não é nem o grande mérito das histórias dela, na minha singela opinião. A cereja no bolo aqui são os personagens. Ou, melhor dizendo, as personagens.

Objetos Cortantes é um livro sobre mulheres. Eu esperava um thriller psicológico aos moldes de Garota Exemplar, mas o que encontrei foi algo ainda mais forte, mais perturbador e mais doentio. Absolutamente todo mundo é problemático. Nada do que acontece nesta história é bonito ou doce. Nada. É natural do leitor avaliar os personagens de uma história em busca de alguém em quem se possa confiar – quem estará sempre falando a verdade, fazendo as melhores escolhas, oferecendo abrigo e segurança ao personagem principal. Em Objetos Cortantes, esse porto seguro simplesmente não existe. A começar por Camille Preaker, nossa narradora.

Camille é uma jornalista de Chicago que é enviada de volta para a sua cidade natal no Missouri pelo seu chefe para fazer matérias sobre os assassinatos de duas meninas que podem ou não estar interligados. O problema é que dizer que a relação de Camille com a sua família – e o restante da cidade, para falar a verdade - é péssima chega a ser um eufemismo. O retorno à cidade significa lidar com uma mãe que nunca a amou, com os fantasmas de uma adolescência problemática, com a morte da sua irmã mais nova, 20 anos antes, e com uma meia-irmã que ela mal conhece, mas que pode dizer de cara que coisa boa não é.

Em Objetos Cortantes, todas aquelas coisas repetidas à exaustão em quase todas as histórias sobre mulheres serem vítimas, inofensivas, donas de instintos maternos naturais caem por terra. Mulheres podem ser doentias, podem ser cruéis, podem ser frias – mulheres podem ser ótimas vilãs ou personagens principais daqueles menos confiáveis possível. Mulheres não precisam ser sempre fontes de conforto e segurança. Mulheres podem, SIM, controlar uma trama inteira sem necessidade nenhuma de um macho inserido no meio para criar um romance. E foi exatamente a construção destas personagens e desse mundo onde basicamente todos são mulheres altamente perturbadas que me deixou mais encantada – apesar de encantada não ser exatamente a palavra – com esse livro.

Acho que o final poderia ter sido um pouquinho melhor trabalhado. A impressão que eu tive foi de que a autora estava meio que desesperada para terminar logo e assim que a defesa abriu ela bateu pro gol. Mas não chegou a ser ruim; aliás, achei melhor que o final de Garota Exemplar.

De forma geral, Objetos Cortantes é uma leitura que te incomoda e te deixa meio boquiaberto, espantado mesmo com a doença das pessoas, não apenas as patológicas mas as sociais também – cidade pequena nos Estados Unidos, vocês podem imaginar como não funcionam as coisas. Mas, se você não está atrás de uma princesinha apaixonada e curte uma história mais dark e sem heróis e heroínas para salvar o dia, recomendo demais.
comentários(0)comente



Francisco S. Oliveira 28/05/2020

Fui tapiado...
Uma história com certo nível de atenção e uma protagonista escrota...
Infelizmente Gillian Flynn não foi bem acertiva ao desenrolar a história...
Não digo que não é um livro que não vale a pena ser lido; ele só não foi adequado pra mim...
Cheio de malícia, segundas intenções, muitos segredos, uso de drogas de forma estranha...
Bem, me desculpem. Esse livro foi uma perca de tempo, mesmo por me fazer rir umas 4 vezes...
comentários(0)comente



Wesley Santos 22/04/2020

Surpreendente!
Esse livro realmente superou minhas expectativas em diversos momentos, principalmente em relação ao jeito como a autora descreve cenas que deixariam qualquer um chocado e em seguida faz com que o leitor pense nelas como algo "natural" ou "compreensivel".
Durante a leitura senti que os capítulos com diálogos mais longos eram um pouco mais parados e sem ritmo, mas nada que não possa ser ignorado...
E sem falar que após a leitura descobri que esse foi o primeiro livro da autora! Em resumo foi uma ótima leitura, a trama é ótima (as vezes meio parada), tem cenas intrigantes em diversos aspectos. E um desfecho sensacional!
comentários(0)comente



Eliete 15/06/2020

Bom mas nem tanto...
A história é rápida e o enredo em si é bom, mas infelizmente o livro peca no quesito personagens. Não senti conexão com ninguém no livro, todos rasos demais mesmo os que tinham histórias mais sombrias. A protagonista é a que mais define essa descrição, com um passado difícil e marcas que leva durante toda a vida a personagem ao invés de profundidade acaba transmitindo uma superficialidade parecida com personagens de fundo. É um livro bom pelo desenrolar da história e o plot em si é satisfatório, bom pra passar o tempo e só.
Cyn | @booksdacyn 15/06/2020minha estante
A série é sensacional. Eu dispensei o livro após assistir, nesse caso eu inverti a ordem e não li o livro. Amy Adams 0 defeitos


Eliete 15/06/2020minha estante
Vou dar uma chance a série, todos falam que é boa mesmo.




Fabian Rodrigo 01/03/2020

Inicialmente somos levados a crer que será mais uma história de assassinato e investigação, aos poucos percebemos que este é um enredo secundário. O livro aborda mesmo as relações humanas, principalmente relações de abuso e dependência, como nós humanos nos sujeitamos à situações humilhantes e até criminosas para nos sentirmos amados, pertencentes.
comentários(0)comente



Eny 10/07/2020

Um bom livro, mas podia ser melhor
Ok, eu gostei bastante, tenho que admitir. Devorei ele rapidinho.

A autora consegue trazer personagens reais a história, sabe aquele colega seu que fez uma coisa muito idiota e você pensa "como é possível ele ter pensado nisso?". Então, esse livro trás personagens desse estilo, aqueles que fazem escolhas doidas e tem pensamentos que, pra gente, parecem sem coerência. Um personagem real, como uma pessoa real pode vir a ser.

Mas, no geral me decepcionei um pouco, por algumas coisas que acontecem no final do livro eu lembro de ler e revirar os olhos, acho que minhas expectativas estavam um pouco altas.

Porém, não me arrependo de ter lido.
comentários(0)comente



Duda 30/05/2020

Muita Expectativa ...
Li o livro "Garota Exemplar" a um bom tempo e resolvi ler esse agora. Porém criei uma grande expectativa achando que ia ser bom e achei bem razoável. A trama é meio parada com fatos confusos, no qual não me prendeu.
comentários(0)comente



680 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |