Objetos Cortantes

Objetos Cortantes Gillian Flynn




Resenhas - Na Própria Carne


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Thay Freitas | Sankas Books 24/03/2016

Quando a família é a sua pior parte
É com base nessa frase que Camille Preaker, jornalista, se sente desconfortável ao saber que precisa voltar à sua cidade de origem - Wind Gap, no Missouri - a pedido do seu editor, para cobrir dois casos misteriosos que tem acontecido na cidade.
Com uma bagagem carregada de mágoas, medos e lembranças do passado, das quais ela luta para superar e esquecer, ela se vê obrigada a reviver todos esses importunos que ainda fazem parte das recordações que ela luta tanto para deixar pra trás. No entanto, ela também vê nesse trabalho a oportunidade de consertar algumas coisas e ter a liberdade emocional que tanto almeja, além do sucesso profissional que ela tanto busca.

Poderia ser fácil, isso se sua infância não tivesse sido tão traumatizante pelo descaso da mãe, por não ter conhecido seu pai e de ainda ter de lutar contra a tristeza insuperável da morte de outra irmã, há alguns anos atrás... Aliada à uma adolescência problemática, resumida em sexo, drogas, bebidas, estigmas de beleza e automutilação que é onde claramente podemos sentir a sua dor explícita em palavras que falavam por si só. A sensação da faca rasgando sua pele era sua válvula de escape, como se o sangue perdido, pudesse também fazer esvair metade do seu sofrimento, mas que como resultado, ela obteve um corpo marcado pela própria dor, destruindo sua autoestima.

Cada pessoa tem sua própria versão de uma lembrança".

Agora ela precisa voltar para onde tudo começou e onde de maneira inevitável todas as feridas serão reabertas. Ela precisa voltar para Wind Gap, que é uma cidadezinha recentemente abalada por dois casos misteriosos. De uma garotinha morta há um ano, de forma monstruosa e outra - quase da mesma idade - desaparecida há alguns dias. Responsável para reportar esse assassinato e desaparecimento, ela tem que retornar e se hospedar inevitavelmente na casa da sua mãe, a quem nunca teve uma relação muito boa e a quem vive com o marido e sua meia-irmã, praticamente desconhecida.

No desenrolar da trama, Camille, que sofre rejeição não só da sua mãe, mas do próprio delegado, de um detetive que já está na cidade para também trabalhar no caso e não fica contente com a intromissão e de alguns moradores - simplesmente por tentar desvendar o caso e mexer em algo que todos julgam: "triste demais para ficar lembrando" - vai se envolvendo nos casos ( agora dois assassinatos) e se envolvendo com mais algumas pessoas da cidade, muitos que ela nem lembrava mais da existência.

Enquanto incansavelmente ela tenta desvendar os mistérios, ao mesmo tempo que mostra-nos um pouco da sua infância e adolescência que diz muito, outros personagens são apresentados, plantando um quebra-cabeças cheio de peças perdidas em nossa cabeça e quanto mais sabemos deles, menos chegamos à uma conclusão. Personagens secundários muito bem construídos que colaboram e muito para que a história ganhe as pitadas de suspense que tem, adeptos à duas personagens bastante fortes e que te deixa querendo saber mais e mais delas: Adora, sua mãe, uma mulher rude, cheia de regras, dominadora e que acha ser a dona da verdade, é a personagem mais estranha do livro. Alguém que mostra ter um súbito senso de humor, de várias facetas e que mostra ter mais segredos do que ela mesma ousa imaginar. E Amma, sua meia-irmã, uma criança de 13 anos, egocêntrica, doente por atenção e que quando esta não lhe é ofertada, pode ser muito agressiva. É ousada, atrevida, de dupla personalidade e muito à vontade com o domínio que na rua tem sobre tudo e todos, claramente mostrando o quanto todo esse comportamento também é resultado de uma criança manipulada e que sofre o desejo de fazer o mesmo.

Continue lendo em: http://sankasbooks.blogspot.com.br/2016/03/resenha-objetos-cortantes.html
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Fernando Lafaiete 30/04/2018

Objetos Cortantes: Estou tentando entender os elogios que esta obra recebeu (... e que continuará provavelmente recebendo). #Pensativo
***Não possui spoiler***

Gillian Flynn é uma das escritoras mais elogiada no gênero thriller psicológico; mas ela definitivamente não é uma autora que me agrada como eu gostaria que me agradasse. Ainda tenho interesse em suas obras e continuarei lendo-a. Os plots me motivam, os psicológicos me instigam e os desenvolvimentos até que me prendem. Mas os personagens são os grandes problemas para mim. O fato de todos serem perturbados, cheios de atitudes questionáveis me fazem não criar nenhuma conexão com os mesmos e durante o virar de páginas, tanto faz se eles viverão ou morrerão. Esta indiferença é um ponto mais que negativo pelo simples fato de que conexão emotiva é algo que valorizo muito em minhas leituras independente do gênero que estiver lendo.

Objetos Cortantes é um livro bem mais comercial que Garota Exemplar, devido sua estrutura narrativa. O começo me agradou mais e eu me vi envolvido com o plot. O mistério da trama é bom e o livro flui bem. O fato de acompanhar uma jornalista que possui uma relação disfuncional com a mãe e que se vê obrigada a retornar para sua cidade natal a fim de investigar uma série de assassinatos de jovens garotas, é interessante e o clima é bem árido e muito claustrofóbico.

Entretanto, as obviedades da obra me irritaram muito. Desde o início fica claro qual será a suposta grande revelação do final. A manipulação narrativa empregada pela autora na (falha) intenção de desviar a atenção do leitor é péssima. O desenvolvimento investigativo é fraco e as atitudes dos personagens são repetitivas. Desculpem a sinceridade, mas só será surpreendido no final quem não ler com atenção.

E o que dizer das adolescentes de 13 anos de idade e dos adultos da estória? As garotas se oferecem, se drogam, transam com vários caras e os adultos da cidade não veem o que está acontecendo? Onde estão os pais dessas crianças? A protagonista não só vê tudo que está acontecendo como se droga com a irmã de 13 anos durante uma brincadeira que de brincadeira não tem nada. É uma personagem central tão irresponsável e sem noção que nem sei como ela conseguiu se tornar jornalista de um importante jornal. Ela é desequilibrada e nem condições emocionais de fazer um trabalho de campo, como o proposto pela autora, ela tem.

São tantas atitudes absurdas e tanta coisa óbvia que faltou o agente literário da autora alertá-la antes que esta obra fosse publicada. Eu já sabia desde o início quem era o criminoso e por isso a segunda metade foi um martírio. Não aguentava mais toda aquela enrolação para a autora revelar logo o que eu já havia sacado e que na verdade só a mosca morta da protagonista não tinha percebido.

É uma obra mediana, que tinha tudo para ser excelente. Mas se tornou mais um livro previsível na minha lista de thrillers problemáticos que infelizmente só aumenta. Este livro só não consegue ser pior que Piano Vermelho e A Febre. Se fosse pior que as bombas citadas, a autora mereceria ser presa, pois seu livro ultrapassaria o limite do ruim e se tornaria um crime.

Um livro qualquer coisa que conseguiu me decepcionar mesmo eu tendo lido sem nenhuma expectativa. Assistirei o filme que será lançado? Pra ser sincero, só assistirei quando estiver passando pela milésima vez na televisão. Como vejo muita gente amando esta estória... Só digo uma coisa: Leiam e tirem suas próprias conclusões. Afinal de contas, gosto é igual aquilo mesmo, cada um tem o seu.
Ka Sthéfany 30/04/2018minha estante
Essa tá na minha lista de piores livros que já li na vida.


Ka Sthéfany 30/04/2018minha estante
Esse tá na minha lista de piores livros que já li na vida.


Fernando Lafaiete 30/04/2018minha estante
Super te entendo Ka. Como já li coisa pior, dei 3 estrelas. Mas ele é de fato uma leitura descartável. Não indico!


Passarinho 30/04/2018minha estante
Foi o primeiro livro da autora que li e fiquei me perguntando pq diabos ele é tão elogiado, além que achei o final bem corrido pra mostra o óbvio quem era a pessoa criminosa em duas últimas páginas que revirei os olhos.


Keylla 30/04/2018minha estante
Está na minha meta esse ano... Há uns 2 anos me esperando na estante. Já me aconteceu várias vezes de ser "O LIVRO" pela maioria, e não ter feito diferença alguma para mim.


Leila Macedo 30/04/2018minha estante
Não me identifico com a autora. Li Garota Exemplar e não gostei nem um pouco. Foi uma leitura cansativa, onde pulei várias partes e ainda me decepcionei com final... Gillian Flynn não é pra mim!


Fernando Lafaiete 30/04/2018minha estante
Então gente... Eu até tentei gostar dela mas até agora não rolou. Passarinho, eu também fiquei com essa sensação. O livro é tão previsível e o final tão sem graça que não sei como as pessoas conseguem gostar do mesmo.

Keylla, eu espero que você goste. Eu realmente vou torcer pra que isso aconteça. Ninguém merece começar um livro e se decepcionar. Espero que pra você este livro se torne " O LIVRO". :)

Leila... Eu também e li e também não gostei de Garota Exemplar. Me irritei tanto com a leitura. Também achei uma leitura cansativa e pra mim também foi uma leitura previsível. Queria ter venerado o livro como a maioria faz... Mas não rolou. :/


Heloise.Schiavini 27/05/2018minha estante
Nossa eu da mesma opinião que a Leila Macedo (comentário ali em cima) e você! Li garota exemplar que apesar de ter gostado do final, e este, mas achei a escrita da autora muito cansativa. Garota exemplar ainda tem uma história bem construída mas esse meu deus, horrível. Desisti da autora.


Fernando Lafaiete 28/05/2018minha estante
Pois é Heloise. Eu também não me dou muito bem com a autora. Ainda não desisti 100% dela, mas estou bem perto disso. :/


Mi 29/05/2018minha estante
Terminei de ler hoje por causa da minissérie e tudo o que vc falou era o que eu pensava durante a leitura. Todo munfo perturbado nessa família kkk mas o pior foi a protagonista uma mulher adulta, ok que tem a cabeça perturbada mas se deixando influenciar por uma pirralha de 13, difícil de engolir.


Fernando Lafaiete 29/05/2018minha estante
Pois é Mi... Achei isso completamente ridículo. Muito sem noção. :/


Erica 09/06/2018minha estante
resumiu perfeitamente o livro! senti o mesmo ao ler...os fatos (chocantes demais) jogados no leitor...nenhuma empatia pelos personagens?, pelo contrário, a protagonista me irritou profundamente com suas atitudes. A autora perdeu a chance de fazer do livro algo importante e o colocou no patamar de ser meramente chocante...


Fernando Lafaiete 09/06/2018minha estante
Concordo Erica. Achei este livro descartável. Mas foi uma leitura tranquila, que me irritou, mas que pelo menos serviu para passar o tempo.




luooliveira 19/07/2016

Um bom romance de estreia
Objetos Cortantes apresenta uma trama envolvente e foi o tipo de livro que me fez querer ler cada vez mais a cada capítulo, sempre ansiando para saber o que vinha a seguir. A trama criada por Gillian em seu romance de estreia consegue cativar o leitor, nem que seja apenas pela vontade de resolver a investigação.
Entretanto, encontrei alguns problemas ao longo da leitura. Um deles foi exatamente a protagonista, Camille. A construção da personagem em si é boa. É interessante ver como seus problemas pessoais a afetaram no passado e ainda afetam no presente, e suas atitudes são aceitáveis conforme a leitura avança e passamos a conhecer um pouco melhor seu passado. Porém, em determinado ponto do livro, ela se torna uma personagem cansativa e previsível demais, dada a sua falta de evolução ao longo da história. Ela está sempre se rebaixando e se submetendo aos outros, além de constantemente se comparar com a irmã de 13 anos e nunca tomar uma postura de adulta, levando em consideração que ela tem lá seus 30-e-poucos-anos. Como citei anteriormente, são atitudes até aceitáveis se você levar em conta o histórico conturbado dela consigo mesma, mas mesmo com isso em mente, ainda assim Camille conseguiu me incomodar bastante.
Outro ponto que me desapontou foi o grande clímax do livro ? que não aconteceu. A história tem seu final, mas não dá forma como eu achei que se daria (o que talvez tenha sido culpa minha, que fui com grandes expectativas). O fim é lento e eu me senti lendo o relatório de um caso criminal. Além de ter sido, pelo menos para mim, previsível. Temos uma reviravolta interessante, mas nada de que eu não tenha suspeitado desde antes da metade do livro ? o que em muitos casos pode ser bom, afinal "sim, você estava certo!", mas que nesse caso em especial se tornou um pouco decepcionante, talvez pela falta de suspeitos realmente plausíveis. Mesmo já "sabendo" a conclusão, tentei me enganar promovendo outros personagens a suspeitos, mas tudo soava muito superficial e clichê, o que me fez desistir e apenas acompanhar a trama se desenrolar.
Apesar dessas dificuldades, o livro tem uma boa construção, a ambientação é interessante e sua descrição é envolvente: cidade pequena, pessoas superficiais e fãs de uma boa fofoca, alguns segredos e uma terrível tragédia.
Consegui me divertir com a leitura, e fiquei feliz por ter sido este meu primeiro contato com Gilliam Flynn. Tinha a intenção de ler Garota Exemplar antes mas, se for realmente tão bom quanto todos dizem ser, imagino que com certeza seria frustrante investir em outros romances da autora e me deparar com Objetos Cortantes que, como eu disse, é um bom romance de estreia.
Partindo deste ponto, estou empolgado com as próximas leituras de outros títulos da autora.
E que fique claro que esta é a minha opinião, e cada um certamente tem sua própria experiência de leitura. Não é justo uma história ser taxada de "ruim" ? e nem mesmo de "boa" ? tendo como base a opinião pessoal de alguém. Leiam e tirem suas próprias conclusões.
E, se aceitarem uma dica: façam deste livro o ponto de entrada na escrita de Gillian Flynn, assim como eu.
Bruna.Bastos 13/09/2016minha estante
Ótima resenha. Concordo 100%. Também já sabia o final desde a metade do livro. Acho que a autora deu muuuuitas pistas ao longo da construção a história. E também achei a narrativa lenta, cheia de detalhes desnecessários. No entanto, assim como você, gostei da leitura e não me arrependi de ter lido. Dica: Lugares Escuros é muuuuito melhor!




Grace Ribeiro 08/07/2018

Objetos Cortantes
Esse foi o primeiro livro que li da autora. Confesso que me interessei pela leitura justamente por causa da série e, como prefiro ler antes de assistir, logo busquei o livro.

A leitura é rápida. Dois dias são suficientes para você conhecer a história de Camille Preaker, uma repórter de um jornal sem prestígio em Chicago que é enviada de volta a sua cidade natal no Missouri, para cobrir o assassinato e o desaparecimento de duas garotas, que podem ou não ter alguma relação.

De volta a Wind Gap, no Missouri, Camille irá encontrar outro desafio além de conseguir desvendar a história para o jornal, conviver com sua mãe neurótica que não tem contato por quase 8 anos, seu padrasto, sua meia-irmã que é praticamente uma desconhecida e os fantasmas de sua irmã falecida há quase 20 anos.

Entrevistando velhos conhecidos, famílias das vítimas e algumas pessoas da cidade, a jornalista relembra sua infância repleta de mistérios e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão sinistros quanto as cicatrizes em seu corpo.

No meio da trama, o final da história se torna previsível, mas ainda assim não deixa de ser impactante.

O que me incomodou bastante foi o fato das personagens nunca terem mais de um caminho para escolher seguir. Pareceu um pouco forçado demais. Em alguns momentos da leitura me peguei falando "como assim? que pessoa no mundo faria isso?", "mas essa atitude não faz o menor sentido", e a que mais pensei quando se trata da meia-irmã "isso é falta de uma boa surra" hahaha Desculpa pelo pensamento, mas...dá vontade! Não posso detalhar mais para não entregar nada do livro.

Não ficam pontas soltas. Tudo é explicado numa narrativa fluida e muito simples. Vale a pena a leitura.
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Almicci 13/07/2016

Na Própria Carne
gostei da história em si, porém, achei a narrativa um pouco cansativa em algumas partes.
acho que em alguns momentos a autora perdeu tempo detalhando coisas desnecessárias e em outros momentos foi muito breve.
um bom livro.
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Catarina B. 31/03/2019

Mulheres e Maternidade compulsória
A grande questão que envolve Objetos Cortantes é maternidade e como ela é nociva quando é compulsória. Os problemas de Camille, Amma e Adora giram em torno da relação problemática com suas mães. Objetos Cortantes, na superfície, é um livro sobre um mistério a ser desvendado, mas na verdade ele se revela como um thriller psicológico, em que o mais interessante é saber quem é Camille, quem é Adora e quem é Amma. Quem são essas mulheres e seus problemas psicológicos causados como consequência de uma sociedade em que a maternidade é compulsória.
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Dani Gerin 26/11/2012

Bastante previsível mas é interessante. Não é dos melhores, mas ainda assim é um bom livro. Quanto ao final, achei que faltou algo.
Chrisanto 06/08/2014minha estante
Concordo com você. No final da História parece que ela acelera demais o ritmo, dava para ter trabalhado melhor a relação dela com a irmã.




Fran 28/08/2015

Uma expressão que define como esse livro de deixou: "sem chão".
Devo dizer que Garota Exemplar me avassalou de início ao fim, mas o modo como somos introduzidos aos segredos trazidos pela autora, são extasiantes, atenuando a reviravolta final, claro, que mesmo sendo esperada em boa parte da estória, torna-se surpreendente, quis engolir todas as palavras imediatamente.
Um livro indiscutivelmente incrível, de uma autora não menos que isso.
zeleandromasi 28/08/2018minha estante
Você assistiu a série?




Lillian.Holanda 07/07/2016

Perturbador !!!!
Eu terminei de ler o livro ontem, e desde que eu terminei, não consigo parar de pensar nele, e em seus personagens. Nossa personagens principal, Camille Preaker, jornalista do Chicago Daily Post,que tem o vicio na bebida e em transmitir suas emoções através da escrita de palavras em seu próprio corpo . Camille é enviada até Wind Gap, sua cidade natal para cobrir o assassinato de duas crianças por um suposto serial killer que tem preferencia por garotinhas,cidade essa que Camille não faz questão de lembrar depois da morte de sua irmã caçula. Então Camille se vê obrigada a passar um tempo na casa da sua mãe Adora, uma mulher fria e atormentada e sua meia irmã, Amma uma adolescente de dupla personalidade, e é ai que começa toda a "treta".
Não teve um momento que eu me senti cansada, a escrita da autora é de fácil compreensão, e ela tem um dom em fazer coisas simples se tornarem uma coisa horripilante, esse é o meu primeiro livro nessa linha de thriller e suspense, e foi maravilhoso,já quero ler os outros livros da Gillian, mas vou dar um tempo, pq essa mulher sabe como fazer sua mente ir aos lugares mais obscuros. Eu só não dei 5 estrelas pq achei o final muito corrido, e depois que vc já esta na metade do livro fica meio obvio quem matou as meninas, mas a trama é boa demais!!!
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K.G | @entaoeuli_ segue lá bb 22/10/2017

PRA LER COM A BOCA BEM FECHADA! ( Entendedores entederao )
ENTAO EU LI OBJETOS CORTANTES, E PARCEIRAS, GILLIAN FLYN É A RAINHA DOS PSICOPATAS!

Gente eu to me tremendo muito com esse final! QUE HINO DE FINAL!

Esse é o segundo livro que eu leio da autora, e eu ja tenho algumas opinioes a respeito da escrita dela, e da forma com que ela constrói e conduz as historias.

nesse livro conhecemos a Camille, uma jornalista meia boca, de um jornal meia boca, na cidade de Chicago. Camille esta em fase de reinserção apos passar um periodo em tratamento, por possuir tendencias de automutilação.

Entao ela é mandada pra cidade onde ela nasceu, pra investigar um assassinato. A partir dai a gente conhece uma cidadezinha muito da bizarra, com moradores muito bizarros, com um atmosfera muito bizarra.
Conhecemos a familia da Camille, sua mae e suas irmas, e entendemos o porque ela fugiu daquela cidade. COM UMA FAMILIA ASSIM QUEM PRECISA DE INIMIGOS?

E a trama vai se desenvolvendo te forma bastante morbida e monotona ATÉ QUE COMEÇA ENTAO A CHUVA DE REVIRAVOLTAS.

De forma geral eu achei a TRAMA desse livro melhor que de garota exemplar..... é mais envolvente, mais chocante, tem uma atmosfera mais arrepiante, mais Dark, Porem pra mim ainda falta.
a narrativa é mais lenta, não é um livro que desperta muitas emoçoes ao longo da leitura, ele é morno... constante, mas as coisas andam.

Assim como em garota exemplar tem um personagem que se destaca MUITO DOS DEMAIS! Que é a AMMA, uma das irmas da Camille, ELA É FODA.

esse é o problema que eu vejo na escrita/ historias da Flyn tem sempre um personagem EXTREMAMENTE FODA, em uma trama que não é lá tao foda assim. São personagens que voce tem vontade de salvar daquela historia, de colocar em outro livro QUE SEJA TAO FODA QUANTO ELES.

porque assim como em garota exemplar A MOTIVAÇÃO PRA TUDO E MUITO BOBA MEU DEUS, BOBA DEMAIS, QUE CHEGA A SER CRUEL

dai quando voce chega no final... bom agora eu posso gritar CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO QUE FINAL FOI ESSE????????????????????????????? EU TO ME TREMENDO, TO CHAO, TO PERPLECSA
MEU ZEUUUUUS E TODOS OS DEUSES DO OLIMPO! POR ERA, POR ARTEMIS! POR TODOS! EU TO CHOCADA!

É UM PLOT TWIST ATRAS DO OUTRO. FINAL INCRIVEL! So faltou a tela do meu celular trincar de tao chocante.

não esperava de jeito nenhum! na verdade eu fui pelo caminho totalmente errado! GENTE EU TO OLHANDO PRA TELA E NEM SEI O QUE ESCREVER!

ou seja o final é foda. De forma geral, o livro é 3,5 estrelas, porque a trama em si poderia ser melhor. O LIVRO TEM QUE SER INTEIRO FODA, APRENDAM ISSO AUTORES PELO AMOR DE SHAWN MENDES.

Com certeza lerei os outros da autora, tem seus defeitos, mas nao deixa de ser MUITO BOM! a capacidade da autora em criar psicopatas é incrível

e GILLIAN EU AMO O SEUS PSICOPATAS! ( mas tem que melhorar o desenvolvimento das tramas amor.
Elvis 22/10/2017minha estante
Gillian é assim. O Começo é sempre fraco, mas as reviravoltas nos deixam sem folego. Li três livros dela e só não gostei de Lugares Escuros.


Hellen.Santos 23/10/2017minha estante
O final não me surpreendeu ?




Michelle Correa 06/09/2015

Sensacional!!!
Sabe aquele tipo de livro que te prende do começo ao fim? Bem Gillian Flynn não brinca em serviço na escrita.É realmente aquele tipo de livro que você muda de opinião a cada virada de página.
Objetos cortantes conta a história de Camille jornalista que se vê prestes a voltar a sua cidade natal para cobrir um crime misterioso,a morte de uma criança onde o mais estranho ela é encontrada sem os dentes,numa cidade pequena onde todos "aparentemente se conhecem" .
Livro mostra os avanços do crime e mostra a difícil infância de Camille na sua casa com uma mãe dominadora e sua irmã caçula uma garota problema.No fim das contas,Camille além de investigar o mistério da cidade acaba tendo de enfrentar seus próprios fantasmas e segredos que só aquela cidade soube esconder por tantos anos.
Certamente minha resenha não conta um terço da história mas esse livro vale muito a pena,excelente escritora um livro sensacional.
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Van Tourinho 27/11/2015

Camille Preaker leva uma vida solitária em Chicago, onde divide seu tempo entre escrever para uma coluna policial no jornal Daily Post, beber vodca e se torturar por seu passado, deixado para trás, em sua cidade natal, Wind Gap, no sul do Missouri.
Lá na cidade de Wind Gap um assassinato horrendo ocorreu: Uma menina dada como desaparecida foi encontrada morta e teve todos seus dentes arrancados. E ela não é só a primeira, por isso Curry, chefe de Camille, com seu instinto jornalístico, pede para que ela viaje até sua cidade natal e investigue um novo desaparecimento. Ele acredita que com uma boa matéria eles passariam a ser o jornal mais importante de Chicago.
Camille a contragosto volta a sua cidade, temendo reencontrar sua mãe, de personalidade fria e ao mesmo tempo superprotetora.
O trabalho da repórter não será nada fácil, além de ter que enfrentar seus fantasmas do passado, terá que se esforçar muito para conseguir extrair as informações da população amedrontada e avessas a entrevistas, para tentar descobrir quem é o responsável pelos assassinatos. Conseguindo assim um furo de reportagem.
Camille não é uma pessoa muito estável. Depois da estranha morte da irmã, no passado, passou a se cortar. Escrever palavras em seu corpo, com faca, gilete, foi a maneira que encontrou para acalmar sua angústia.
Camille aprendeu a se controlar, e bebe para afastar o desejo de se mutilar, mas voltar à cidade de Wind Gap a deixa mais sensível. E apesar de odiar a mãe, é submissa a ela, e faz tudo o que ela pede, mesmo que não queira, ou não goste.
Adora, mãe de Camille é uma mulher fria, mas que sufoca as filhas, tentando provar para si mesma e para todos que a conhecem que é uma boa mãe.
E Ama, meia-irmã de Camille é uma adolescente que sabe dessa necessidade da mãe se mostrar cuidadosa, por isso age como um anjinho na frente dela e por trás mostra o que é verdadeiramente.
Nesse trilher eletrizante, é difícil conseguir encontrar culpados, quando todos moradores da pequena cidade, parecem íntegros e assustados com os recentes acontecimentos.
O que me deu mais aflição foi ver Camille consciente de seus problemas, a beira de um colapso nervoso, e ainda assim se forçar a terminar seu trabalho.
“Na Própria Carne” foi um livro que me causou muitos sentimentos, mas que ao final me deixou simplesmente incrédula. Um ótimo livro. Uma ótima leitura.
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Natalia.Costa 20/03/2015

Simplesmente apaixonada por Gillian Flynn
Li em quatro dias por não ter tempo de ficar sentada lendo o dia inteiro.
um livro maravilhosamente perturbador que deveria ter continuação e que me deixou mais ansiosa ainda para ler garota exemplar.
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Neto 28/02/2016

ok
Eu achei um livro mediano, talvez por ter sido o primeiro da Gillian, a história é bem rasa mas não tem como negar a originalidade que a autora tem na criação dos personagens e ambientação. Do monótono Missouri à decadência moral de uma família é o resumo do livro... Infelizmente não consegui me ligar a personagem principal o quanto amei os momentos que passei ao lado da Amy Exemplar, talvez por que o jeito ácido da Amy é incomparável à deprimente Camille. Mediano, sem mais, mas o trabalho da Gillian pretendo acompanhar e muito.
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ANE 21/06/2015

Desnecessário
Sinceramente não gostei do livro, a leitura fluir por curiosidade, mas o desfecho da história é mais horripilante, do que o imaginado.

A protagonista é uma paranoica que auto-se mutila e tem que descobrir ou melhor cobrir o assassinato de duas jovens, por ser jornalista.

Pra mim o tipo de história que fica enojado, após a leitura. Li em um grupo literário para discussão, mas não é o tipo de livro que teria na minha estante.
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