Objetos Cortantes

Objetos Cortantes Gillian Flynn




Resenhas - Na Própria Carne


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Savanna.Cristina 10/08/2015

Tenso, porém envolvente.
Objetos Cortantes foi o primeiro livro da Gillian Flynn que li e pude perceber o quanto ela desenvolve perfeitamente a trama com personagens bem construídos e complexos. A narrativa, como a própria descrição do livro diz, é bem tensa e cheia de reviravoltas. E, apesar de não ser um livro fácil de ler, devido ao drama psicológico que envolve toda a trama, a leitura flui muito rápida e fiquei boa parte dela empolgada e curiosa pelo desfecho da história. Confesso que o final me deixou um pouco decepcionada como se estivesse faltando algo (digno de uma continuação), entretanto super recomendo o livro.

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Clarisse.Oliveira 30/04/2019

Muito bom
O livro é muito bom de ler, fiquei agoniada pra saber o final, te envolve do começo ao fim, depois que acabei ainda fiquei um tempo digerindo
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Wania Cris 01/09/2018

Estória forte e envolvente
Personagens bem construídos, estória assustadora, diversas opções de suspeitos, final compatível.
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Leise 24/04/2019

Final surpreendente
Já imaginava quem era o assassino, mas a Gillian Flynn se superou no final... Apesar de algumas partes serem bem "sinistras", eu achei a leitura bem envolvente.
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Karina Matos 21/04/2015

Essa resenha também foi publicada no blog Vida aos Vinte.
Uma palavra para esse livro: incrível.

Objetos Cortantes é o romance de estreia de Gillian Flynn. Foi publicado originalmente em 2006, e agora chegou ao Brasil pela Editora Intrínseca.

Camille Preaker é uma jornalista mediana, que trabalha em um jornal de baixa circulação em Chicago. Seu editor, Frank Curry, acha que uma cobertura a respeito do assassinato e do desaparecimento de duas garotas no interior do Missouri darão ao jornal uma maior visibilidade em Chicago, já que os jornais maiores ainda não estão falando desse assunto. A cidade onde os crimes estão acontecendo é Wind Gap, onde Camille nasceu e cresceu, e por isso ela é enviada até lá para obter informações sobre os crimes e fazer a matéria.

Em Wind Gap, Camille tem que enfrentar o desafio de conviver com a mãe, o padrasto e a meia-irmã, além das pessoas que fizeram parte da sua infância e adolescência, enquanto tenta descobrir detalhes das investigações. Ela tem problemas com automutilação e bebidas.

Fica difícil falar sobre as impressões que tive sem dar spoilers ou, no mínimo, dicas do que pode acontecer no final. Mas tenho que dizer que desde o começo a mãe de Camille, Adora Crellin, me pareceu insuportável – em alguns momentos desprezível – e a sensação foi piorando ao longo do livro. O comportamento dela é extremamente irritante, assim como o de sua filha mais nova, Amma. Mas sabendo da existência de um padrão nos livros da Gillian Flynn – que falam sobre mulheres más -, isso já era esperado.

Algumas situações me fizeram refletir sobre a vida que levo, e acho que principalmente os que vivem em cidades pequenas vão sentir a mesma coisa. Algumas mulheres de Wind Gap são mais do que más, são quase diabólicas, e isso me fez refletir sobre como podemos nos deixar enganar tantos anos por pessoas que pensávamos ser tão amáveis…

Não posso deixar de comparar Objetos Cortantes com Garota Exemplar, que foi o livro que me deixou completamente apaixonada pela autora. A narrativa da Gillian é brilhante nos dois casos, mas achei que houve um amadurecimento na escrita dela entre os dois livros. Enquanto Garota Exemplar não deixa pontas soltas, Objetos Cortantes às vezes se perde em detalhes que não são exatamente relevantes e acho que faltou um pouco de sutileza ao revelar os segredos da história. Talvez isso se deva às minhas expectativas, que eram bem altas.

Mesmo assim achei o livro incrível, o final surpreendente e a narrativa da Gillian Flynn espetacular. Ainda prefiro Garota Exemplar, mas achei Objetos Cortantes inteligente e inquietante (no bom sentido), e recomendo para todos que gostam de leituras do gênero, e para aqueles que vão ler um livro da Gillian pela primeira vez. Começando por ele, provavelmente vão se apaixonar pela narrativa e inteligência dela.

No site dela há uma parte dedicada aos leitores onde a Gillian explica os seus motivos para escrever sobre mulheres perversas e diz que quando pensa em Objetos Cortantes, se lembra de uma fotografia de 1948, tirada por Frederick Sommer, chamada Livia (nome da imperatriz romana assassina). Ela diz que os olhos da garota são assustadoramente inteligentes, os lábios teimosos, todo o seu rosto malicioso – talvez malévolo -; e que essa é uma das suas fotografias preferidas no mundo, um lembrete de que garotas – e mulheres – podem ser más.

site: vidaaosvinte.com.br
Luciane Leite 22/04/2015minha estante
Um dos melhores livros que li nos últimos 10 anos.


Karina Matos 23/04/2015minha estante
Muito bom né Luciane! Já leu Garota Exemplar?


Luciane Leite 23/04/2015minha estante
Ainda não, quando conheci só tinha com a capa do filme. Estou esperando o relançamento com a capa original. Mas quero muito. Em maio saí Lugares Escuros tbm.


Karina Matos 23/04/2015minha estante
Oba! Vc PRECISA ler Garota Exemplar! Eu consegui comprar com a capa original na última hora. Foi um dos melhores livros que já li, se vc quiser ler, fiz resenha dele também ;) Quando vc ler o livro me diz o que achou. Sou apaixonada pela Gillian Flynn!




Flavia C. M. 18/03/2015

Perturbador do começo ao fim!
Resenha publicada originalmente no blog Menina de Paris - http://meninadeparis.com/2015/03/18/resenha-18-objetos-cortantes-gillian-flynn-editora-intrinseca/

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é sobre o livro “Objetos Cortantes”, da jornalista Gillian Flynn, autora do livro que inspirou o filme “Garota Exemplar” (“Gone Girl” no original em inglês).

Muito animada com Garota Exemplar, adaptado para o cinema e estrelado por Ben Affleck e Rosamund Pike, em um passeio à maravilhosa Livraria Cultura da Av. Paulista pus as mãos em “Objetos Cortantes”, publicado pela Intrínseca, e li cerca de 40 páginas sentada naqueles pufes tão confortáveis que ficam à disposição dos visitantes. Não conseguindo largar a história, devorei-a em poucas horas no tablet, no formato epub.

Camille é jornalista em Chicago. Uma jornalista que não é brilhante e nunca conseguiu ter acesso aos melhores casos, mas por quem seu chefe Curry nutre um carinho paternal. Uma missão lhe é designada logo após sua saída de um hospital psiquiátrico: voltar à Wind Gap, sua pequena cidade natal, para saber mais sobre o assassinato de Ann Nash e o desaparecimento de Natalie Keene, ambas garotinhas com cerca de 9 anos de idade, que parecem ser obra de um criminoso em série. A polícia não tem pistas de quem poderia ter estrangulado e arrancado todos os dentes de Ann Nash e, agora, raptado Natalie. Em sua estadia, Camille é “obrigada” a hospedar-se na casa de sua mãe, Adora, rica proprietária de uma fazenda e abatedouro de porcos que sustentam a economia de Wind Gap, com quem não tem relações muito amistosas. O histórico familiar de Camille é muito complicado: sua meia-irmã do meio, Marian, morreu ainda muito jovem (fato que nunca foi superado pela mãe) e sua meia-irmã caçula, Amma, de 13 anos, comporta-se como uma criança na frente da mãe, mas já se comporta como uma adulta do portão para fora (uma adolescente sexy, garota popular da escola que pratica bullying, abusa de álcool, drogas etc).

O livro é muito, mas muito psicológico. A narrativa em primeira pessoa nos oferece contato em primeira mão com a mente de Camille, que não é de forma alguma estável: ela corta palavras em seu corpo desde a infância e vive episódios frequentes de alcoolismo, apesar de ter acabado de sair da rehab. Estar em Wind Gap é abrir novamente todas as suas antigas feridas e revirar seus sentimentos em relação a praticamente todos os habitantes da cidade, que a conhecem desde pequena. Porém, seu corte mais profundo é sua relação com sua mãe, Adora. Adora também desenvolveu uma série de problemas psicológicos desde a morte da filha, Marian, e parece exercer seu papel de mãe de forma exagerada em relação a Amma. Ou seja, qualquer acontecimento da história é filtrado pela mente perturbada de Camille, que também nos oferece impressões pessoais sobre suas antigas amigas de infância, hoje típicas donas-de-casa frustradas, e as amigas de sua mãe.

O livro todo tem um clima muito tenso (afinal, qualquer garotinha que estiver na rua pode ser a próxima vítima, pois o criminoso ainda está à solta) e o final também é bastante bom, com detalhes surpreendentes.

Eu a-do-ro livros “pesados” e “perturbadores” (histórias tensas, personagens problemáticos etc), então esse entrou, sem dúvida, para minha lista de favoritos. Para quem gosta de histórias desse tipo e já gostou de Garota Exemplar, RECOMENDADÍSSIMO!!!

Até a próxima resenha!

site: http://meninadeparis.com/2015/03/18/resenha-18-objetos-cortantes-gillian-flynn-editora-intrinseca/
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Livros e Citações 20/07/2015

Um livro difícil de esquecer
Autora: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Páginas: 256
Classificação: 5/5 estrelas

http://www.livrosecitacoes.com/resenha-intrinseca-objetos-cortantes-gillian-flynn/

Objetos Cortantes conta a história Camille Preaker, que é repórter de um jornal sem prestígio em Chicago e recebe a incumbência de voltar a sua cidade natal para cobrir o caso de meninas que foram sequestradas e depois assassinadas. Assim, Camille vê-se obrigada a voltar a conviver com sua família problemática, formada por uma mãe neurótica que nunca se importou com ela, um padrasto indiferente e uma meia-irmã que é praticamente uma desconhecida. E quanto mais se envolve nas investigações, Camille vai descobrindo os segredos macabros que envolve a sua família e a cidade.

Esse é o primeiro livro de Gillian Flynn, a autora do genial Garota Exemplar, que foi um dos melhores livros que eu li em 2014 e um verdadeiro favorito. No entanto, eu não esperava muita coisa desse livro, já que geralmente o primeiro nunca é sempre tão bom, afinal o autor ainda está desenvolvendo a escrita e descobrindo qual será o seu estilo. E foi grande e prazerosa a minha surpresa ao descobrir que estava redondamente enganada, Gillian já mostra para o que ela veio, criando uma história macabra e perturbadora com um narrativa eletrizante que não vai te deixar soltar o livro até terminar.


O livro é curto, mas a autora sabe desenvolver a trama como ninguém, todos os seus personagens são bem desenvolvidos e o enredo parece criar vida a cada página ao ponto de fazer você segurar o fôlego em cada momento de tensão, além de deixar louco para conseguir descobrir quais são os segredos ocultos em Wind Gap — quem diria que uma cidade tão pequena poderia esconder tantos segredos sórdidos.

As personagens femininas de Gillian são um show a parte, cada uma delas mais complexa que a outra e nenhuma delas parecidas com o tipo de protagonistas femininas que vemos povoar a literatura. Suas mulheres podem ser cruéis e problemáticas, mas elas são tão diversificadas que é difícil não despertar alguma emoção ao leitor, não importa se é ódio ou amor.

No entanto devo dizer que essa não é uma trama para um leitor fraco de estômago, algumas partes são muito pesadas e a autora não esconde até que ponto pode chegar a sordidez humana. Como já sabemos, Flynn ama chocar o leitor e isso é nítido na trama, sendo que os fatos se tornam cada vez mais perturbadores com o aprofundamento do enredo e em alguns momentos a leitura chegou ao ponto do desconfortável, foi impossível não ficar enojada com os relatos de algumas situações.

Assim, devo dizer que Objetos Cortantes é um livro difícil de esquecer e que deve ser lido por quem gosta de uma história policial diferente e, claro, altamente recomendado para quem já gostou dos trabalhos de Gillian Flynn e quer mais um gosto da escrita dessa brilhante autora.

Resenha por: Debora

site: http://www.livrosecitacoes.com
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Erika 24/10/2017

Maçante!
Apesar de não ter curtido muito Garota Exemplar, resolvi dar uma chance e ler objetos cortantes. A expectativa estava alta. Porém foi mais uma decepção. Mais uma vez faltou algo. Considero um livro bom, aquele que me empolga, me deixa ligada, com vontade de ler. E Não aconteceu com esse livro. Olhava para a "cara" de objetos cortantes e dava desânimo. Enfim, não fluiu bem. A narrativa É morna, o enredo é parado como um lago. Só lá para o final que a coisa vai esquentando e ficando melhorzinho. Não foi um dos melhores livros de suspense que eu li. E olha que suspense é uma praia que me jogo com vontade. Agora estou na dúvida se leio por lugares escuros.
Blog Eu Aprendia a Ler 18/11/2017minha estante
Nossa tudo isso foi o que eu senti, achei o livro chato que dava até sono.


Erika 18/11/2017minha estante
Ai que bom achar quem pense igual. Dá até um alívio. Kkkk... o povo ama Gillian Flyn. Mas sinceramente...desisto. Nao curti garota exemplar. Dei uma nova chance. Pensei que ia gostar e aconteceu a mesma coisa. Livro parado. Uma volta danada para chegar aos finalmentes.


Bruno 08/04/2018minha estante
Oi, Erika!
Li Objetos Cortantes e Lugares Escuros, e posso dizer que a qualidade muda muito! Lugares Escuros, no qual eu não colocava muita esperança, me agradou bastante. Eu te recomendo!




Domenica Mendes 12/05/2015

Flynn e sua ousadia de nos despir de nós mesmos
Gillian Flynn tem o dom de ser uma escritora atual que consegue me convencer a ler seus livros através apenas da sinopse. Isso é um fato.
Somando-se aos títulos intrigantes e capas produzidas pela editoração de arte da editora, eu confesso que saindo de Garota Exemplar (cuja resenha você pode acessar e ler, bem como ouvir o episódio CabulosoCast #102 onde falamos sobre o livro) não pensei duas vezes ao decidir ler “Objetos Cortantes”, principalmente depois de assistir ao booktrailer.
Mas, vamos lá: Flynn provou mais uma vez que conhece as relações entre seres humanos e nos mostra, sem medo nem vergonha, algumas características asquerosas e assustadoras de nós mesmos. Quem leu Garota Exemplar sabe que depois da leitura é impossível não observar as outras pessoas e pensar de forma fria sobre relacionamentos, assumindo a responsabilidade de nossos atos e erros perante os dois. (Bem que minha mãe sempre me dizia que a gente pode dormir a vida inteira com o inimigo e nem se dar conta disso…).
Já Objetos Cortantes ameaça chegar perto disso, mas é mais romanciado, pega menos na alma. Penso que é assim devido ao seu formato em gênero romance policial.
– Eu corto palavras – murmurei, como se fizesse diferença.
Todos temos nossos segredos, mas simplesmente não gostamos de assumir que os outros também têm os seus.
E quando a pressão aumenta, cada um tem sua própria forma de reagir: alguns se tornam viciados em trabalhar, outros em ler, outros em sair, em dormir, em comer, em malhar, em gritar, em correr…. e Camille, a protagonista da história, se tornou viciada em cortar palavras… em sua própria pele.
Camille é a filha mais velha de Adora, uma mulher excêntrica, poderosa, de classe alta e que definitivamente pode ter nascido para tudo: menos para ficar sozinha, perder o controle e ser mãe. As duas não se dão bem, não se gostam, não se aturam, contudo precisam engolir o orgulho quando Camille é enviada para sua cidade natal, Wind Gap por seu chefe para cobrir uma notícia sobre o desaparecimento de uma criança na cidade. Ao descer na cidade, descobre sobre outro caso: o de uma criança de idade similar que foi brutalmente assassinada no ano anterior e cujo responsável pela atrocidade ainda não foi preso.
A narrativa se desenvolve a partir dos acontecimentos na cidade e sob perspectiva da jornalista, enquanto tenta lidar com seu próprio passado. Chegar na cidade, após anos de distanciamento, é forte e desperta lembranças de sua irmã caçula que morreu ainda jovem. Além disso, ela precisa lidar com sua irmã mais nova, mimada e descontrolada, que age sobre o feitiço de sua mãe, além de ter de lidar com todas as pessoas com quem cresceu e visivelmente não eram, necessariamente, as melhores pessoas para ela.
Em meio a tudo isso, destaca-se o fato de que Camille tinha o hábito de se auto mutilar. Não dá para saber, de imediato, se o fato é natural ou traumático, se está ligado a dor ou prazer… eis a façanha de Gillian Flynn que sempre nos deixa, seus leitores, oscilando entre esses extremos: onde a meio passo da razão, encontra-se apenas a loucura.
Análise Crítica
Confesso: sou fã (mesmo) de Gillian Flynn.
O livro é bem escrito, todo em primeira pessoa e apresenta todos os acontecimentos e personagens sob a dimensão de Camille.
A estrutura narrativa é bem montada, não sobra espaço para confusão e o desfecho é levemente deduzível, contudo até o último momento torcemos para que estejamos errados.
A edição lançada pela editora Intrínseca em 2015 possui 256 páginas, capa comum e folhas amareladas, escritas a preto. A diagramação é comum, as letras são de bom tamanho, a leitura vai bem.
Vale ressaltar que o livro foi originalmente escrito em 2006 e que antes de ser relançado pela Intrínseca no Brasil, ele foi lançado sob o título de Na Própria Carne pela editora Rocco em 2008. (Trata-se, portanto, do mesmo material).
Por fim, o livro segue ritmo do gênero trriller psicológico, indo para viés policial, assumindo (por isso mesmo) ritmo um pouco diferenciado do que a obra de destaque Garota Exemplar.
Meu conselho? Cai de cabeça! Vale a pena!!!

site: http://leitorcabuloso.com.br/2015/05/resenha-objetos-cortantes-gillian-flynn-editora-intrinseca/
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carrot 29/12/2015

Estréia triunfante
O livro é sem palavra, a autora não deixa passar nada em branco a história intrigante e muito viciante. Vale a pena.
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Alan 25/04/2016

O final não foi uma surpresa. O livro entrega muitas dicas e do meio pro final dá pra sacar tudo, mas é uma leitura bem válida e super gostosa. Um thriiler bem bacana. Curioso pra ver a adaptação da HBO com a Amy Adams! :D
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Lúu 02/09/2018

Maravilhoso!
Livro surpreendente, com final surpreendente. Comprei ele há mto tempo atrás, mas estava na fila de leitura, e com a série iniciando me interessei em iniciá-lo. Não me arrependi, o livro é ótimo, mto bem escrito, a história prende e todos os personagens são mto bem construídos! Indico mto! E a série tb, aliás.
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Bruna 28/09/2015

Alguém de um prêmio para Gillian Flynn
Se tem uma mulher que fez eu me interessar por thriller psicológico, essa mulher foi Gillian Flynn. O livro é simplesmente sensacional! Não vou negar que nas primeiras 40 páginas é tedioso, parece que a história não vai trazer nada em especial, e que vai ser um livro parado.
MAS MUITO PELO CONTRÁRIO! O livro te deixa com frio na barriga o tempo todo, eu devorei as páginas, e o suspense que a escritora coloca na história é sensacional. A trama, os personagens, a história... Surpreendente.
Que venham milhões de livros da maravilhosíssima Flynn, porque cada história é melhor do que a outra.
5 estrelas, porém eu daria 1.000. Adorado, favoritado, melhor leitura do ano
Jemima.SantAna 17/11/2017minha estante
acabei de comprar, não gostei tanto da estória de "garota exemplar" (também já tinha ouvido spoilers), mas achei a sinopse desse mais intensa. Comprei pq concordei 100% com a sua avaliação de "que falta vc me faz" e "garota no trem"




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