Objetos Cortantes

Objetos Cortantes Gillian Flynn




Resenhas - Na Própria Carne


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laura 24/10/2016

Objetos Cortantes foi o meu primeiro contato com Gillian Flynn. Não criei muitas expectativas - justamente por já ter lido inúmeras críticas ao seu trabalho - e admito que isso ajudou muito para que eu entrasse, de fato, na história. É bastante envolvente e eu definitivamente não esperava por esse final, mas sinto que a reviravolta demorou muito para acontecer e não há muito tempo de absorver todas as informações que estão sendo jogadas na sua cara. Gosto da história, mas acredito que, se fosse desenvolvida de outra forma, poderia ser uma experiência literária fantástica ao invés de somente divertida.
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Gabi Gomes 05/05/2015

Um caso policial que mexerá com seus sentimentos
Camille quer esquecer o seu passado na pequena cidade de Wind Gap, e para isso, começa uma nova vida como jornalista em um jornal de Chicago, entretanto, um novo caso de assassinato em Wind Gap a manda de volta para todas as pessoas que Camille repudia, principalmente sua mãe.
Para uma pequena cidade do estado de Missouri, dois assassinatos no período de um ano é assustador, principalmente quando as vítimas são duas meninas pequenas, que até onde Camille sabe, são inocentes. Todavia, ao reviver suas tristes lembranças da adolescência, Mille percebe que as pessoas de Wind Gap são mais do que "interioranos" inofensivos.
Em meio a relação cada vez mais difícil com sua mãe, as novas dúvidas que surgiram sobre a morte de sua irmã e o contato com Amma (sua meia-irmã), Camille se vê cada vez mais envolvida com os crimes cometidos de forma brutal, e agora, as cicatrizes em seu corpo - que tanto odeia -, podem levar ao verdadeiro assassino e libertar um inocente.
Mas será que o gene do crime é hereditário?

O primeiro livro de Gillian Flynn mostra o talento bruto da autora para criar cenas de crime perfeitas e mentes psicóticas assustadoras, e com Objetos Cortantes, vemos o porquê de Garota Exemplar estar entre os livros mais celebres do ano de 2014, o qual ganhou filme.
Um ponto que valoriza o livro é a personagem principal de personalidade real - diferente do perfeccionismo que é o clichê dos principais -, a qual está sempre em luta com sigo mesmo devido as cicatrizes que contam seu passado, ao mesmo tempo em que nos mostra a podridão dos moradores de Wind Gap.
O livro possui uma crítica à sociedade ao expor os moradores, mostrando seus defeitos e valores questionáveis . A maldade mostrada não só pela meia irmã de Camille, mas por quase todos, nos deixa cada vez mais envolvidos na narrativa, e mexe com nossos sentimentos de forma arrebatadora! Em muitos pontos da história senti a corrupção dos personagens me afetando completamente.
E com toda certeza isso é o que faz Gillian Flynn ser uma autora acima da média!
Além de um mistério que apenas aumenta até o clímax e depois, a autora consegue nos colocar em cada cena narrada, como se fossemos os investigadores.
Os detalhes da narrativa apenas completam o complexo quebra cabeça que é Objetos Cortantes, o qual termina com um final chocante e imprevisível.

site: http://equacaoliteraria.blogspot.com.br/
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Priscila Freitas 28/05/2015

Correspondeu às minhas expectativas!
Foi meu primeiro livro de Gilian Flynn e, na minha humilde opinião, a escritora tem talento. Objetos Cortantes foi uma leitura fácil, leve, jovial. Um livro instigante e que me surpreendeu a cada capítulo. Devorei em poucos dias e recomendo a leitura!
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Matheus Fellipe 21/05/2016

O primeiro romance de Gillian Flynn já prenunciava o seu sucesso
Camille Preaker está tentando se estabilizar psicológica e profissionalmente após um período traumático onde os vícios (automutilação e bebidas alcoólicas) tomavam conta de sua vida. Ela vive em Chicago, onde trabalha como repórter num pequeno jornal. Porém, alguns acontecimentos recentes em Wind Gap, sua cidade natal, fazem com que ela tenha que retornar a trabalho para seu antigo lar, do qual escapou 8 anos antes.

“Algumas vezes posso ouvir as palavras discutindo umas com as outras em meu corpo. [...] Ao longo dos anos fiz piadas comigo mesma. Você pode me ler. Quer que eu soletre para você? Eu certamente dei a mim mesma uma sentença perpétua. Engraçado, certo? Não suporto olhar para mim mesma sem estar totalmente coberta. [...] Tudo o que sei é que cortar me fazia sentir segura. Era prova. Pensamentos e palavras, capturados onde eu podia vê-los e rastreá-los. A verdade ardente em minha pele, em uma taquigrafia bizarra. [...]” — Pág. 67

Uma garota foi encontrada morta há alguns meses na pequena cidade, ela fora estrangulada e teve todos os seus dentes removidos. Outra garota está desaparecida e tudo leva a crer que o assassino atacou novamente. Quando Camille chega, ela se depara com uma população em alerta, os que não estão ajudando nas buscas ficam em casa se escondendo e protegendo os filhos do mal que pode estar lá fora.

“— Por que mais você arrancaria os dentes de uma garotinha morta?
— Ele levou os dentes dela?
— Todos exceto a parte de trás de um molar de leite.” — Pág. 18/19

A repórter investigativa que existe em Camille fala mais alto que as palavras escritas em sua pela, ela vê na dor que as pessoas estão sentindo uma forma de conseguir o que quer e precisa, nem que tenha que enganar e decepcionar seus amigos e sua família.

“[...] Curry gosta de dizer que repórteres são como vampiros. Não podem entrar em sua casa sem seu convite, mas, uma vez do lado de dentro, você não consegue expulsá-los até que tenham sugado todo o seu sangue. [...]” — Pág. 107

Camille sempre teve na mão o que sempre quis, de roupas a brinquedos, porém o amor de sua família lhe fora negado. Ela nunca conviveu com o pai, que foi substituído por um padrasto quase invisível; sempre se sentiu rejeitada por Adora, sua mãe; aos 13 anos perdeu a irmã mais velha vítima de um câncer; e não chegou a conviver muito com sua meia-irmã Amma. De uma infância sem afeto, ela se tornou uma adolescente problemática, quebrando paradigmas e se incutindo no mundo sem responsabilidades.

Agora, enquanto investiga os acontecimentos na cidade, ela conhece um pouco mais sua meia-irmã Amma, que é uma adolescente mimada e manipuladora, amada e odiada na cidade e que esconde muitos segredos. Adora continua sendo a mãe que Camille nunca gostou, neurótica e obsessiva. Camille mergulha no passado e lembra de coisas obscuras envolvendo sua família e que podem estar ligadas aos recentes acontecimentos.

“[...] Minha cabeça doía desde a orelha esquerda, passando pelo pescoço e descendo a coluna. Minhas tripas reviravam, eu mal conseguia mover a boca de tanta dor, e meu tornozelo queimava. E eu ainda sangrava. Podia ver pelas manchas vermelhas nos lençóis. O lado de Amma também estava ensanguentado: um salpicado onde ela ralara o peito, uma mancha mais escura no travesseiro.” — Pág. 193

Com uma escrita magistral e uma trama repleta de reviravoltas, lembranças, crueldade, frieza e dor, o primeiro romance de Gillian Flynn já prenunciava o seu sucesso.

Objetos Cortantes não é uma obra tão impetuosa quanto Garota Exemplar, mas o suspense desenvolvido pela autora nesse drama familiar que foca no psicológico dos personagens (em especial no de Camille, que narra a história em primeira pessoa), consegue nos prender de tal maneira que só nos resta ler freneticamente as páginas em busca do tão aguardado desfecho. O livro recebe 5 estrelas.

site: http://leitornoturno.blogspot.com.br/2016/05/resenha-objetos-cortantes-gillian-flynn.html
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Grasiele Lima 07/06/2017

Não superou as minhas expectativas, mas foi interessante - @paginalida
"Todo mundo tem um momento em que a vida sai dos trilhos. O meu foi no dia em que Marian morreu. O dia em que peguei aquela faca vem em segundo lugar, quase empatando." .

Esse foi o primeiro livro que li da Gillian Flynn, e confesso que, pelo gênero em que ele está inserido, eu esperava um pouquinho mais. Mas, por ser o romance de estreia dela, até entendo.

Gosto muito de romance policial e esse, na parte da investigação, foi bem fraquinho. O final foi absurdamente corrido e a revelação do assassino não me surpreendeu. Acho que o ponto alto desse livro é a personagem principal e a sua família completamente disfuncional. Ela é bem complexa e foi bem interessante ir desvendando a história dos personagens.

Uma coisa que me deixou bem curiosa em relação à personagem principal é em como ela conseguiu se ferir na parte de trás do corpo. Já que ela escreve palavras, imagino que isso deva ter sido uma coisa bem complicada de se fazer.

No geral, foi um livro interessante de ler. Não foi nada excepcional, mas valeu a leitura. Já li Garota Exemplar, da mesma autora, e achei bem mais empolgante.

Fiz uma resenha sobre esse livro no meu blog. Quem quiser conferir e saber mais sobre a trama, link abaixo!

Me sigam no Instagram: @paginalida

site: https://paginalida.wordpress.com/2016/01/17/resenha-objetos-cortantes-gillian-flynn/
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Cris 29/06/2015

Ao contrário de Garota Exemplar, esse livro me deixou curiosa desde o início. Mas por causa do clima e descrições psicológicas, não é um livro muito fácil de ser lido. O que é fácil nele, é prever o que vai acontecer e por isso achei meio decepcionante.
Fer Kaczynski 05/07/2015minha estante
Mais gente leu esse para o desafio, tenho curiosidade com ele




DaniM 19/09/2018

Li pelo hype da série. Depois descobri que foi o primeiro livro da autora de Garota Exemplar e é, com certeza, seu pior livro. Essa autora tem uma capacidade maravilhosa de construir personagens críveis, ainda que surreais. E nos outros livros - Garota exemplar, Lugares Escuros e O Adulto - consegue criar uma atmosfera de mistério muito envolvente. No entanto, neste especificamente, sua narrativa de thriller vai bem até certa parte, mas de repente ela se perde completamente, como se tivesse pressa de finalizar o livro, como se tivesse se cansado de escrevê-lo, como se quisesse acabar logo com aquilo. Eu me senti enganada, como se estivesse acompanhando uma história da qual o próprio narrador se fartou e tocou o foda-se.
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Lualuana 19/07/2015

Gillian Flynn é a melhor.
Li esse livro depois de Garota Exemplar. Gostei de Garota Exemplar, mas Objetos Cortantes me marcou muito mais. É aquele livro que você lê e reserva um tempo para refletir. Neste livro eu senti empatia com a personagem principal, o que não aconteceu em Garota Exemplar. Odiei a Amy e o banana do marido dela.
A história da protagonista é triste, triste, triste. Se ela existisse de verdade, eu gostaria de dar um abraço nela. E é claro, a história é cheia de reviravoltas. Gillian Flyn é ótima em construir personagens. São todos tão complexos, ninguém é inteiramente bom ou mau. E é incrível a carga emocional que eles carregam, com seus problemas e defeitos. A autora é ótima em enterder a mente humana, e transmitir para o papel todas as nuances de uma personalidade complicada. Leiam esse livro!
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Fernanda @condutaliteraria 24/06/2015

Gillian Flynn possui uma habilidade incrível de explorar a insanidade humana e o que ela pode causar nas relações pessoais e sociais.

Este é o livro de estréia da autora e traz Camille Preaker, uma repórter de um pequeno jornal em Chicago, que volta a sua cidade natal Win Gap, para analisar a morte de uma garota e o desaparecimento de outra.

Objetos Cortantes é um suspense psicológico perturbador e intenso, testando as emoções do leitor a todo o momento.

Adorei a história e a autora só subiu no meu conceito. É certo que eu saquei o fim com alguma antecedência, mas a leitura não deixou de ser envolvente e me prendeu tanto que não liguei para esse fato.

Recomendo!
Fer Kaczynski 04/07/2015minha estante
Esse livro parece ser muito bom mesmo Fer, quero ler tbm




Gabi 02/08/2015

Perturbador. Intrigante. Desconfortante. Surpreendente.
Camille Preaker é uma repórter não muito bem sucedida, tanto na sua vida profissional quanto na pessoal. Recém-saída de uma clínica psiquiátrica, na qual havia sido internada para tratar da sua tendência à auto-mutilação, a jornalista é solicitada por Frank Curry, o editor-chefe do local onde trabalha, para cobrir crimes um tanto incomuns para uma cidadezinha do interior que poderiam render bastante para o seu jornal, já que Curry acredita que esses casos podem se tratar de assassinatos em série.
Uma garota desapareceu e outra foi encontrada morta na "pacata" Windgap e Camille precisa passar alguns dias por lá para escrever sua matéria. O problema é que esta é a sua cidade natal e faz oito anos que não pisa naquele lugar, por motivos que ela mesma prefere esquecer.
Durante a investigação e a preparação de sua reportagem, Camille necessita conviver com a mãe, o padrasto e a meia-irmã, além de outras pessoas que fizeram parte da sua vida anos atrás, e assim vai relembrando memórias da sua infância e adolescência, aos poucos desvendando mistérios de sua família e encarando o seu próprio passado.
Perturbador. Intrigante. Desconfortante. Surpreendente. Essas palavras são capazes de descrever esse livro, mas não são suficientes para isso. Objetos Cortantes mexe com a sua mente durante toda a leitura. Garanto que o caso das garotinhas, uma desaparecida e outra assassinada, não é o que mais irá te atormentar. O que realmente prende a sua atenção e te faz querer mais e mais da história é o mistério à cerca da protagonista.
Camille Preaker é uma personagem bastante intrigante desde o primeiro momento em que nos é apresentada. A sua personalidade, os fantasmas passados que a atormentaram algum dia e que continuam a ser motivo de tormento, tudo isso faz com que o leitor se esforce cada vez mais a cada página para descobrir e entender o que ela sente e o que se passa pela sua mente.
Apesar de o mistério envolvendo a protagonista ser o foco principal da história, a investigação dos crimes em Windgap não fica para trás, afinal, eles são fundamentais para a construção do passado de Camille. Não posso falar muito sobre a história, já que se trata de um suspense e qualquer informação pode ser um spoiler. O que eu posso dizer é que o trabalho da Gillian Flynn na construção dos personagens e de toda a trama foi incrível. Esse foi o meu primeiro contato com a autora e com o thriller psicológico e gostei muito de ambos. Sem dúvidas pretendo ler outra obra da Gillian Flynn e desse gênero.

site: http://frases-perdidas.blogspot.com.br/2015/07/minha-estante-36objetos-cortantes.html
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Mari 17/03/2015

Objetos Cortantes
Estava louca para ler esse livro, pensando que poderia ser mais uma obra genial igual a Garota Exemplar, e bom... Esqueçam qualquer outro livro da Gillian Flynn, senão você não vai conseguir aproveitar a história do jeito que deveria. Leia sem culpa, sem expectativas e sem pensar em Garota Exemplar toda vez que você olhar a capa.
O livro conta a história da jovem Camille Preaker, uma repórter, considerada medíocre de Chicago, que trabalha em jornal talvez mais medíocre que o seu trabalho e que é obrigada a voltar a sua terra natal para cobrir um possível caso de serial killer, em que no ano anterior uma garotinha desapareceu e logo depois foi encontrada morta em um dos riachos do local e agora outra garota esta desaparecida. A jovem de trinta anos, que na maior parte do tempo parece mais nova, tem que enfrentar grandes monstros do seu passado: sua mãe, o fantasma de sua irmã morta por uma terrível doença e todas as lembranças que a fizeram se cortar durante sua vida.
Para conseguir sua reportagem, que promete tornar o jornal visto pelos moradores de Chicago, se encontra com antigos amigos e com recém-chegados na cidade, ao mesmo tempo em que a nova meia-irmã e a mãe neurótica parecem fazer tudo para deixa-la louca.
Uma história que só me prendeu do meio do livro pra frente, mas de boa narrativa, com um assunto mais profundo que Garota Exemplar, trata da violência e abuso de uma forma psicológica. Você lê o livro inteiro à procura do serial killer e o final se mostra surpreendente. É um livro de ótima história, só fiquei chateada de ter ido esperando DEMAIS do livro, mas vale a pena tirar um ou dois dias para lê-lo :)
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Letícia 05/06/2015

Pertubador
Perturbador e surpreendente.

No meio do livro eu já tinha certeza que sabia quem era o "vilão" da história, tudo leva você a pensar em x pessoa, mas nas última páginas, tudo se inverte.

É um ótimo thriller psicológico, para quem curte o gênero, tem momentos de extremo nervosismo.

Terminei o livro esperando um pouco mais, assumo que prefiro os romances policiais a suspenses psicológicos, mas gosto de ler tudo que tenha suspense, embora amo um "final feliz" clichê, me julguem.

O que mais gostei foi de ver o protagonismo das mulheres no livro. #GirlPower

ps: acho que a sinopse do livro já meio que dá spolier, então não vou escrever uma resenha completinha, esse livro merece ser lido sem mínimos spoliers.
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