PDM

PDM Stephen Wallenfells




Resenhas - PDM


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Héliton 29/10/2019

Naves alienígenas ocuparam todo o planeta Terra, e agora?
Livro de estreia do autor Stephen Wallenfels e que faz parte de uma série na qual ainda está trabalhando.

PDM se trata de um história onde os personagens Josh e Megs, 15 e 12 anos de idade respectivamente, devem sobreviver diante um cataclismo que os Alienígenas fazem sobre a terra, cada um em seu local nos EUA, Josh na sua casa em Washington e Megs na garagem de um hotel em Los Angeles. O ponto aqui é, como sobreviver sem sair de onde está, reclusos, sem saber até quando esse ataque se estenderá? A narrativa faz o leitor se perguntar até onde eles poderão sobreviver com os mantimentos que possuem e com os imprevistos que lhes ocorrem.

O livro tem uma boa estrutura para esta situação, onde a narrativa é dividida em dias, nos quais os personagens passam diante este ataque externo no planeta Terra, alternando entre as perspectivas de acontecimentos de ambos, o que é muito bom, pois percebemos que todo dia é um desafio que aparece diante deles, sem perder os detalhes que o fazem tomar as decisões de suas ações seguintes. E no fim nos deparamos com algumas reviravoltas que deixam o leitor com vontade de saber a que fim o planeta Terra terá e o que o futuro reserva para os personagens. Desde o início a pergunta que os personagens e o leitor se fazem é: O que os Alienígenas querem na real?

Uma boa recomendação para você que curte temática apocalíptica, PDM.

"Sobreviver a um cerco alienígena é um feito. Sobreviver à humanidade é outra história".
Helen 29/10/2019minha estante
Perfeito 'o'


Héliton 30/10/2019minha estante
Mas ó S2 obg mna




Inlectus 20/12/2017

Bom.
Esse livro viraria um seriado fácil.
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David 29/08/2014

DEMOROU, MAS CHEGOU!
Surpreendente, como qualquer outro título da Editora Bertrand Brasil que tive o prazer de ler, PDM é um resumo de ação, suspense, sentimentos e muita adrenalina a cada capítulo, em doses regulares de pura agonia.
Josh estava tendo uma manhã nada tranquila, trancado dentro de sua casa com seu pai, pessoa com a qual não convive nada bem. Vivenciar um cerco extraterrestre não poderia ser pior do que ficar confinado enquanto tenta sobreviver às malucas leis de seu familiar, mantendo a incerteza se sua mãe está bem ou não.
Já Megs estava em Los Angeles, dentro do aconchego do carro de sua mãe, esperando-a voltar, quando percebe que ela provavelmente não voltará! Não quando misteriosas esferas prateadas surgem no céu e começam a sequestrar as pessoas com lasers fulminantes. O que ela deve fazer? A quem deve recorrer, sendo que sua única família é a mãe desaparecida? Como sobreviver? Qual o verdadeiro vilão?
PDM recria uma habitação totalmente irônica, onde o leitor se pega surpreendido a cada página, não só pelos personagens a primeira vista bobos, como também pelo enredo num geral, que vai tomando corpo conforme os fios vão se entrelaçando. Nesta obra o leitor será levado a conhecer a estes dois protagonistas citados acima: Josh e Megs. Ambos, particularmente, não possuem qualquer ligação, só estão vivenciando um mesmo ocorrido (invasão alien) de diferentes cantos do planeta. Ao invés de vir separado em capítulos, o livro conta com dias! Para cada protagonistas, 28 dias no total, sendo que alguns são bem curtos e sintéticos, de forma que o autor, Stephen Wallenfels trás toda uma trama arquitetada, que vai se ligando lentamente.
Em um primeiro momento, me peguei achando que havia depositado esperanças demais no livro, e do nada, sem menos esperar, sou arrebatado totalmente pela leitura, passando folhas e mais folhas loucamente em busca de encontrar as respostas para as minhas perguntas. Wallenfels criou uma atmosfera tão de suspense, que o leitor ficará sem ar, a espreita do próximo passo que deve dá, sendo que sempre hesitante quanto ao destino que os personagens estão prestes a enfrentar. Para um livro de estréia, o autor se saiu super bem, soube seduzir seu leitor e elaborar uma história original e ironicamente forte, onde você não apenas testemunha o “impossível”, como também reconhece o lado mais tenebroso da humanidade. E esse é o jogo legal do livro. O autor centraliza uma invasão alien, quando na realidade, pior do que eles, somos nós, em nossa essência. Wallenfels faz todo um mergulho psicológico em seus personagens e em sua trama, ironizando não apenas nossa sociedade, mas a nós mesmo. Quem se aventurar por essas páginas não só estará fazendo um mergulho profundo em uma aventura de tirar o fôlego, como também possivelmente repensará suas próprias atitudes. Se o autor estava pensando em fazer seu leitor refletir... Bem ele conseguiu. E novamente, só posso dizer o quanto à edição estava perfeita e o quanto o livro me foi profundo quando eu achei que seria uma grande decepção. Surpreendente, de maneira que estou aguardando uma possível continuação o mais breve possível.

site: www.olimpicoliterario.com
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Literatura 14/07/2014

Tema aqueles que estão ao seu lado
Dois jovens completamente diferentes, em lugares opostos dos EUA. Megs, de 12 anos, está na Califórnia com a mãe. Josh, com quase 16 anos, está na sua casa com o pai que não se dá bem, em Washington. O que eles têm em comum? Nada, até que a Terra é invadida. As PDMs – sigla que dá nome ao livro e significa Pérolas da Morte – aparecem no céu. As esferas negras e luzidias aparecem por todos os lados, soltando seus raios e abduzindo todos os seres vivos nas ruas. Serão os jovens capazes de sobreviver?

PDM, a obra de estreia de Stephen Wallenfels (Bertrand Brasil, 279 páginas) poderia entrar em mais um clichê de aliens cercando o nosso planeta, mas ele surpreende pela vertente com que nos abraça. Aqui, somos obrigados a presenciar a capacidade humana de agir sob pressão, que nem sempre é positiva. Aqui, o pior de nós mesmos é posto para fora, nosso lado animal, que sobrevive e denigre, cria e destrói, centrado em sua própria sobrevivência. Centrado neste dois adolescentes e intercalando entre ambos os pontos de vista, acompanhamos Josh, um garoto mimado e egocêntrico, amadurecendo com o pai que não o entende, e Megs, escondida em uma garagem, mantendo-se escondida do pior inimigo da história: o próprio homem.

Veja resenha completa no site:

site: http://www.literaturadecabeca.com.br/resenhas/resenha-pdm-tema-aqueles-que-estao-ao-seu-lado/#.U8R1aPldU00
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Leitora Viciada 21/05/2014

PDM (POD) é o livro de estreia de Stephen Wallenfels e o primeiro da série em que ele trabalha no momento. O segundo possui o título em inglês Monolith (Monólito).
O título é uma sigla; não foi criada por algum governo, por alguma força militar, pela mídia ou por cientistas. É criada por um dos protagonistas pela sua ideia pessoal do que são as centenas (milhares!) de naves alienígenas que se espalham pelo céu. E é assim que o livro é: O ponto de vista de pessoas comuns, despreparadas e desinformadas sobre a invasão de naves negras assustadoras. Que cidadão estaria?
A capa da Bertrand Brasil é uma mistura de desolação e mistério, com destaque a uma das naves e... um ser humano. Não é um extraterrestre que assombra a capa, é a silhueta de uma pessoa.
A diagramação é dinâmica, com dois grupos de fontes diferentes - cada um para seu narrador.

É um livro jovem, mas não de tema fácil. PDM é uma trama carregada de pressão psicológica, drama e desespero. Mantendo um texto simples, cru e direto, o autor consegue expor a complexidade da natureza humana exposta a uma catástrofe totalmente sem explicações. Como os humanos reagem a um ataque alienígena?
Como a capa destaca: "Sobreviver a um cerco alienígena é um feito. Sobreviver à Humanidade é outra história." Se em PDM você já é sortudo, abençoado e vencedor (como preferir) por não morrer em um primeiro instante, será que sobrevive aos demais obstáculos? As outras pessoas, você mesmo, fome, sede, medo, violência... Tudo pode ser mais terrível que os alienígenas.
Assim como tem ocorrido com outros temas apocalípticos, principalmente zumbis, a questão como foco especial é sempre as atitudes das pessoas. O caos psicológico e a ética colocada em prova, assim como conflitos de razão versus emoção e a dúvida de se colocar em primeiro lugar para sobreviver mesmo atropelando os antigos princípios e leis de uma civilização que parece não mais existir. Aqui Stephen Wallenfels escolheu seres extraterrestres para ser o estopim dos conflitos pessoais e de relacionamentos.

A narrativa ocorre em primeira pessoa, porém sempre se alterna entre os protagonistas Josh e Megs. Cada capítulo possui um título dado pelo respectivo narrador e funciona como um relato do dia-a-dia após a chegada das naves invasoras. Ás vezes um acontecimento de grande impacto é brevemente contado sob as duas perspectivas.
Como Josh está prestes a completar dezesseis anos e Megs tem doze, a visão do livro é juvenil e leve, com boas doses de ironia. Uma ideia excelente do autor, projetar o peso da temática do livro em visões adolescentes e frescas. Não perde a importância, mas cria vigor e traz energia através dos relatos.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2014/05/pdm-stephen-wallenfels-e-bertrand-brasil.html
Nazaré 19/06/2015minha estante
Eu adorei esse livro.Vejo-o como uma Distopia. Tem um pouco de tudo nesse livro: suspense, drama, terror, alívio cômico. Achei fantástico. Que venham as continuações, pois quero ler todas.




Jacqueline 22/04/2014

Tenho mais medo dos seres humanos do que dos aliens
Gosto de tramas com alienígenas desde a época em que assistia a Arquivo X escondida da minha mãe (quem não lembra daquela musiquinha assustadora da abertura?).
Quando li a sinopse de PDM esperava uma abordagem completamente diferente, contudo, o autor me surpreendeu de maneira muito positiva.

Josh e Megs não se conhecem. Ele mora em Washington, e ela em Califórnia. Porém, ambos presenciaram o mesmo evento: esferas aparecem flutuando no ar, e de repente eles precisam lidar com ameaças mais perigosas do que alienígenas invadindo a terra.

" As buzinas se confundem com as sirenes. Um homem tropeça e cai no chão. Os carros passam por cima do pobre coitado como se ele fosse um quebra-molas. Grito para que os carros parem, mas ninguém me ouve." Megs

Stephen aposta na narração intercalada, feita em primeira pessoa pelos dois adolescentes, o que transforma PDM em um livro dinâmico e tenso. Pessoalmente amo esse tipo de narrativa, e aqui funcionou não só pelo fato de apresentar duas vozes distintas, mas também por mesclar momentos onde temos mais ação (Megs) e introspecção (Josh). Wallenfells soube dosar perfeitamente a sutileza com a crueldade.

Já de cara fica claro que a invasão alienígena é apenas um pano de fundo. No início eu até fiquei ansiosa para o momento em que surgiria uma explicação em torno das esferas de PDM (pérolas da morte, que é como Josh nomeou). Só que conforme a trama foi se desenrolando, o foco passou a ser a sobrevivência dos personagens, e as decisões que precisavam tomar para permanecerem vivos.

Como falei acima, os alienígenas e suas esferas são apenas o estopim para uma busca desenfreada pela sobrevivência. É interessante observar o quão primitivo o ser humano pode ser quando surge algum tipo de ameaça. Alguns se tornam cautelosos, outros obcecados, e há ainda os valentões que decidem tirar proveito de tudo.

O autor explora suas personagens e a complexidade de sentimentos de modo completo. Enquanto Josh de 15 anos, lida com um pai metódico e racional, Megs de 12, precisa se virar sozinha após o sumiço da mãe.
Gosto do modo como a vida de ambos contrasta drasticamente. Josh é o típico "aborrescente" que reclama de tudo. Às vezes eu sentia pena de seu pai, que sempre era o alvo de suas grosserias. Mas conforme as páginas vão passando, a relação dos dois tem uma melhora significante e comovente.
Já Megs parecia um MacGyver de saias, se arrastando por tubulações, e arriscando a própria vida para salvar um gatinho. Tal comportamento seria irreal vindo de uma menina de apenas 12 anos, mas seu passado vivendo nas ruas com a mãe, acaba oferecendo o embasamento perfeito para sua esperteza.

Eu não classificaria PDM como um sci-fi. Creio que a história esteja mais para uma distopia. O final embora tenha sido um pouco corrido e ter ficado em aberto, deixa claro que haverá uma continuação, e estou empolgada para conferir. Apesar de se tratar de uma ficção, a brutalidade e a ameaça proveniente do comportamento humano abordados por Stephen, infelizmente não estão longe da realidade dos dias atuais. Super recomendado.

site: www.mybooklit.com
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Lucas 16/04/2014

PDM - Stephen Wallenfels (http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/)
Assim como no discurso de Ronald Reagan, 40º presidente dos Estados Unidos, em 1987, em nossa obsessão com os antagonismos de agora, acabamos esquecendo tudo o que une os seres humanos. Talvez precisássemos de uma ameaça externa, universal para reconhecermos tais laços comuns. "Às vezes até penso em como as diferenças do mundo sumiriam rapidamente se encarássemos uma ameaça fora do planeta.". E é a partir desse discurso que Stephen Wallenfels nos guia através das páginas de PDM.

O livro apresenta a história de um adolescente de 15 anos, Josh, e uma garota de 12, Megs. O primeiro se localiza em Washington e a segunda em Los Angeles, California. Ambos possuem uma vida "normal" até que, às 5h da manhã, guinchos invadem seus cérebros causando uma dor insuportável. Guinchos que anunciam a chegada das Pérolas da Morte (PDM), dos extraterrestres.

Raios descem das espaçonaves em direção aos humanos e carros, fazendo-os desaparecer ao seu toque. Todo o ser humano que está ao ar livre é alvo dos ETs. A única "salvação" é permanecer em um local coberto.

Em Washington, Josh, um dos protagonistas narradores, fica confinado em sua casa juntamente com o seu pai e o seu labrador chamado Dutch (sua mãe havia viajado à trabalho). Ele nunca teve uma grande relação com o seu pai se comparado a que tinha com a mãe, tornando o ambiente um pouco desconfortável, mas isso não é uma grande barreira quando lá fora, no céu, possuem naves parecidas com Pérolas Negras que querem te capturar.

Do outro lado dos Estados Unidos encontra-se Megs. Após a gasolina do carro acabar, a mãe vai à uma "entrevista de emprego" dizendo retornar em uma hora, deixando Megs sozinha. Esse intervalo de uma hora é o suficiente para a invasão. Uma garota de 12 anos, sozinha dentro de um carro numa garagem de um hotel. Garagem que, futuramente, se mostrará mais perigosa do que os ETs lá de fora.

PDM se mostrou algo totalmente diferente do que eu esperava ao solicitar a prova. Esperava algo em que o núcleo fosse os Aliens, mas não. A invasão acaba sendo apenas uma alavanca para as coisas acontecerem. Josh acaba sendo obrigado a conviver com o seu pai 24 horas por dia, visando a sobrevivência, enquanto Megs, de apenas 12 anos, é obrigada a se esgueirar pela garagem à procura de comida e água, tomando cuidado para não ser capturada por alguns homens perigosos que habitam o hotel. Tudo isso acaba gerando um final totalmente inesperado.

Confira o resto da resenha em:

site: http://claqueteliteraria.blogspot.com.br/2014/04/resenha-pdm.html
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