Mordida

Mordida Meg Cabot




Resenhas - Mordida


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Rafaela Regis 25/08/2020

Mordida - Meg Cabot
Tem coisa melhor do que sair de uma ressaca literária com um livrinho de uma autora maravilhosa?? Não tem! E como esse já estava na lista há um tempinho, resolvi passar ele na frente para desarnar na leitura ... digamos assim.


Mordida é o segundo volume da duologia Insáciavel, e nele descobrimos tudo o que aconteceu depois do final bombástico do primeiro livro e devo dizer que a minha expectativa estava a mil!



A história já começa com uma volta ao passado, digamos assim, e acabamos descobrindo que tudo o que foi "construído" no primeiro livro, nesse aqui foi por água abaixo! Pelo menos para mim, pois não entendi muito bem o que havia acontecido, afinal estava tudo bem alinhavado no final do primeiro livro e eu estava esperando que a vida de Meena tivesse finalmente chegado no ponto que ela mais queria e seu dom estivesse ajudando mais pessoas, enfim...



Meena agora está trabalhando com os Paladinos, o que já era de se esperar, mas o relacionamento dela com Alric não evoluiu em nada, e se analisarmos bem, ele involuiu de uma forma que eles não se falam mais, no entanto estão sempre presente na vida um do outro ... pelo trabalho. O grande e poderoso Lucien, ex-namorado de Meena, está passando por alguns contratempos e ainda está tentando de tudo para voltar a se relacionar com ela, mesmo que ela não esteja mais interessada devido ao alto preço que seria ficar com ele.



Gente realmente estou escrevendo se entender muito bem o que eu achei do livro, mas com toda a sinceridade, não acho que teria tido a necessidade de fazer um segundo livro, o final do primeiro foi bom do jeito que foi, mas poderiam ter colocado um epilogo descrevendo o que ia acontecer com os personagens e tal, pois esse livro passa a impressão de ter sido escrito as pressas, com ideias desconexas, e os diálogos então ...



O livro foi dividido em quatro partes, que na verdade se passa em quatro dias, pois é! A história inteira se passa praticamente em quatro dias! E tudo se resolve nesse tempo e muita coisa acontece de forma apressada, e foi encaixado sem muito planejamento.



Amo a Meg e seus livros e mesmo terminando a leitura de Mordida, não consigo entender o que se passou pela cabeça dela ou o que ela queria passar com esse livro, pois parece que nada faz sentido, e o final do livro foi tão morno que nem parece que foi ela que fez, sabe.



Mordida foi um livro que li e não parece que ficou nada sabe, nenhuma passagem interessante, nenhum diálogo marcante, e isso me deixou e deixa frustrada porque fiquei esperando pelo tcham da história, sabe, aquela virada ou reviravolta que faria a história ser memorável, as partes cômicas e o romance que é uma característica da escrita da Meg, também estão ausentes aqui, e isso também foi bem decepcionante.



Um livro que tinha tudo para mostrar como seria o depois na vida da Meena, depois de tanto sofrimento, mas que na verdade fica naquele looping eterno e não resolve nada. Personagens que no primeiro livro eram fortes, carismáticos e decididos, se tornam o oposto, dramas sem necessidades, e motivações sem muito cabimento. E tudo, tudo mesmo que estruturou a história por trás dos paladinos e dos vampiros é revelado, mas isso também é explicado tão rápido que "perde" o destaque por causa da correria do fim. Como fã da Meg, fiquei decepcionada com esse livro, mas se você assim como não pode deixar de ler nenhum livro dela... leia!

site: http://dlivros.blogspot.com/2020/08/resenha-mordida-meg-cabot.html
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Maria.Helena 13/06/2020

Pobre Lucien...
É com lágrimas nos olhos que descrevo como esse livro foi para mim.
Do começo ao fim a nossa querida Meg apresentou ação e mistério nessa continuação envolvente de Insaciável. Logo que terminei o primeiro já corri para começar o desfecho da história de Meena e seus companheiros de aventuras.
Todos os personagens importantes voltaram para o desfecho e teve a adição de um personagem brasileiro (fofa essa Meg não? Mas não se iludam com o "padre caliente").
Resuminho básico: temos a Meena na guarda palatina, triângulo amoroso entre ela, Lucien e Alaric, mistério com os corpos dos turistas desaparecidos, Lucien apaixonadíssimo por Meena mas tendo certas ideias ...
Mas voltando a parte das lágrimas, poxa Meg, que final hein. Foi corrido demais, poderia ter aprofundado o triângulo amaroso pra que a gente pudesse ter o benefício da dúvida de quem "shippar" com Meena. Sinceramente saio com o meu coração bem triste com esse final, não acreditei quando li e fiquei em negação até a última página quando pensei: "É isso mesmo, não tem como fugir, vou ter que encarar esse final", acho que ainda estou em negação ahahaha.
Enfim, é um livro bom, com um desfecho nada convencional (talvez tenha sido isso que a Meg queria nos mostrar), mas saio chorosa e sentimental dessa leitura e por mais que Lucien seja das trevas, ele é um doce e um amorzinho (revelando meu shipp ahahah).
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Mili 07/06/2020

Muito bom!
Mordida foi um livro que me fez ficar muito revoltada em alguns momentos, mas que no geral foi um livro que eu gostei demais. Assim como o primeiro muitas atitudes dos personagens principais não me agradou e só por isso não dei 5 estrelas.
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Emanuelle 27/05/2020

Viciante, inusitado e... decepcionante?
A trama toma direções diferentes daquela que esperamos. Amei, odiei, torci contra, torci a favor...
E embora o final tenha sido fiel às crenças de Meena ao longo de toda a duologia, e que seja completamente compreensível o jeito que termina, ainda assim nos deixa a sensação de que faltou algo.
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Shai | Leitora Lunática 02/05/2020

Sequência igualmente rasa
A sequência de Insaciável não é muito melhor que o primeiro livro, por fim eu não sabia mais para qual par romântico estava torcendo, e algumas vezes eu quis que a protagonista tivesse uma morte qualquer.
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Tati 10/04/2020

Como escrever uma continuação e matar todo o enredo:
Mordida é isso. A leitura eh boa mas o desfecho decepciona. Triste.
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Raquel Jacobina 09/04/2020

Resenha escrita em 2012, por mim, para um blog não mais ativo
Neste segundo livro da série, diferente do que estava esperando somente preencheu algumas questões. Dividido em quatro dias, sim quatro dias nos traz uma Meena mais fraca e sentimental. Lucien tem poucas partes o que já tirou todo o encanto que eu sentia, e Alaric está bem mais “turrão”.
Quando li resenhas do livro fiquei bastante curiosa em saber porque não estavam gostando do livro, e realmente tenho que concordar com o que li, não parece que foi a mesma Meg Cabot que o escreveu, sempre que leio algo dela é como se cada página fosse um convite para a próxima o que aconteceu com este livro foi o oposto, cada página levei arrastando aos troncos e barrancos, uma narrativa exaustiva que não me chamou atenção apesar de ter ação logo no primeiro capítulo.
Um final bem diferente do que esperei, não vou falar para não estragar nada aqui, e acho que sim este é o final da série ainda não pesquisei sobre.
O livro foi ficar interessante pela página 230 o que é demasiado estranho para um livro de 300 folhas. A personagem principal que antes, como a maioria das personagens da autora, mostrava uma garra e determinação, mais parecia uma cachoeira não tem uma parte que não me lembro dela estar chorando ou assustada.
Tenho que dizer que os personagens secundários ficaram ótimos, como Carolina apesar de aparecer pouquíssimo teve uma narração onde explicou sua participação na história. E então temos ainda o padre Henrique, sim este merecia um Oscar, foi muito bem trabalhada uma trama bem bolada no caso dele. E como esquecer dos vampiros amigos de Lucien, Emil e Mary Lou, duas figuras que não poderiam ser descartadas neste livro.
No geral o livro apenas teve o seu desfecho, o que salvou a leitura foram os diálogos que tristemente digo, tinham muitos! E quando havia muita explicação – devo citar um capitulo em particular, o 12 – a leitura cansava tanto que minha vontade era de parar a leitura. Gostei muito dos agradecimentos onde tem uma nota da autora onde ela explica algumas partes do livro, algumas coisas que ela citou, achei importante por mais que para muitos não pareça.
Pela primeira vez de todos os livros que já li da autora me decepcionei. Tenho que dizer que aqueles que ainda não leram, para não esperarem demais, a história está apenas finalizando. O livro um, Insaciável, foi incrível! Mesmo com suas 500 páginas a minha leitura fluiu como água li em apenas dois dias o que me incomoda ter demorado tanto nesse de 300.
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Bruna 23/02/2020

Decepção é o sentimento!
Gostei tanto do primeiro volume que fiz questão de continuar essa duologia, mesmo sabendo que esse livro tem uma avaliação baixa!
O livro começa legal, mas depois ele só desce à ladeira.
Odiei esse livro, um dos piores livros que já li nesse ano até agora.
Completamente decepcionada pelas coisas que o rumo tomou, não tinha expectativas nenhumas nesse livro, mas mesmo assim ele foi triste de ruim, aconteceu tudo tão acelerado que quando eu vi já tava pulando páginas só pra chegar no final logo, que é
outra bomba.
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Krous 28/09/2018

Ainda que eu tenha críticas a fazer da história, eu dou 4 estrelas sem problema algum porque foi uma leitura gostosa de fazer e eu fiquei surpresa. As resenhas e os comentários que li me diziam que finalizaria a leitura insatisfeita. Mas Meg Cabot não me decepcionou e por isso sou grata.

Bom, primeiro vamos combinar que não havia a menor necessidade desta sequência ainda que fosse a oitava maravilha do mundo. Não é como se o final de Insaciável fosse aberto.

Ao que diz respeito à escrita de Meg Cabot, faço das minhas palavras a da Luciana - que já resenhou este livro há muito tempo - é clara, limpa e mostra que a escritora fez sua pesquisa muito bem.

Eu comecei o livro decepcionada com Meena - no ponto em que estava quando terminei Insaciável - porque até metade do livro anterior ela era tão maravilhosa, independente e sagaz, mas bastou se apaixonar por Lucien que virou uma mocinha chorona, carente, não tirava o nome do amado da boca, sempre o defendendo mesmo quando ele claramente demonstrava sinais de obsessão por ela. Mas eu a perdoei no livro anterior graças a um capítulo em que Alaric Wulf descreve o comportamento das vítimas dos vampiros. Meena se encaixava nele, ainda que de leve porque seu dom ainda a deixava com discernimento. E eu a perdoei neste livro porque da metade dele em diante o senso pareceu voltar 100% a ela.

Não entendo quem defende o Lucien. Muito menos quem torcia para que ele e Meena terminassem juntos. No outro livro possui diversos trechos indicando que ele, se não fosse um vampiro, poderia facilmente ser classificado como homem abusivo. E neste livro encontramos trechos e mais trechos, diálogos e mais diálogos de como Lucien é obcecado por Meena. Não é amor, ele acha que ela É dele. Saca, como uma propriedade?

Não que ele não seja um bom personagem. Aliás, nos dois livros não temos personagens ruins e os secundários são utilizados na história. A isso, sou muito grata.

O que notei é que desde o início, quando Cabot inseriu informações sobre o comportamento das namoradas dos vampiros, sobre a história de Drácula, sobre a vida de Meena, Lucien e Alaric, ela nos dava pista. Lucien é um vampiro, uma criatura conhecida por ser sedutora. Claro que seria ultrarromântico com Meena, um (aparentemente) cavalheiro. Não se seduz ninguém com contas a pagas e pedindo para tirar suas botas com chulé. Meena estava sob influência desse traço do vampiro e da carência que muita mulher sente, pois há um enorme desejo de encontrar sua cara metade e muito pouco homem decente por aí para ser considerado o cara ideal. E o Alaric, bom, através dele Cabot esclareceu todos os pontos.

Ainda que tenha achado o plot twist principal meio brochante, gostei da história e de seu desenvolvimento. Gostei mais ainda, aliás, fiquei ALIVIADA, seria correto, de ver que a escritora não romantizou a relação de Lucien e Meena. O que, infelizmente, vai na contramão de muitos escritores hoje em dia.

Pena que este livro não fez mais sucesso e pena que Meg Cabot não é mais conhecida dos jovens de hoje porque ela é muito boa e tem discernimento, o que sinto falta em outros escritores.

Ainda assim, para um livro com vampiros, faltou representatividade - nada anormal em literatura, né? -. E o final... por que a mocinha sempre tem que terminar com alguém? É crime ser solteira?

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Gabi 27/09/2018

Vampiros | Caça vampiros | Igreja
Sinceramente, acho que esse segundo livro conseguiu ser ainda mais estranho do que o primeiro no quesito da trama. Temos a protagonista que após decidir tirar todo e qualquer vampiro em sua vida. E isso não é um grande problema. Acaba que ela praticamente transfere todo o seu sentimento e atração para outra pessoa como se todos os problemas pudessem ser resolvidos dessa forma e assim tudo faria finalmente "sentido".
Achei a questão do confronto entre a igreja, os seres humanos envolvidos em toda a questão dos vampiros e os próprios vampiros muito boa. Pintando um quadro diferente mostrando que não todos os vampiros são ruins e não necessariamente a razão esta com todos os que caçam vampiros.
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Alanna 17/05/2019minha estante
Concordo plenamente!




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