A Lista Negra

A Lista Negra Jennifer Brown




Resenhas - A Lista Negra


451 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


ste 31/10/2019

A lista negra.....
MANOOO, MANOOO, muiito perfeito. A autora narra a história de superação e de autoconhecimento da Val após um atentado onde o seu namorado, nick, matou farios colegas de escola. A autora conta de forma incrível, os sentimentos e dificuldades que a personagem enfrentou. Não tem um trecho onde não seja possivel sentir oque a Val esta sentindo. E temos a melhor parte, o discurso de formatura, o momento em que fica definitivamente claro de que apesar de tudo, ela ficara bem. Que ela nunca vai esquecer ninck e oque aconteceu, mas ira dar um jeito de seguir em frente. É magnifico ve a evolução da mentalidade dos sobreviventas, os problemas que algo desse tamanho pode causar e mesmo assim ela continua lutando. Só lendo para saber, para conhecer quem era a Val. Quem era o Nick, que apesar do que fez, era uma pessoa boa, que amava a val, amava Shakespeare, tinha amigos, sofria bullying e que motivado por um sentimento de odio decidiu colocar um fim em tudo. Ao ler essa história é possível passar por um reflexão e perceber uma forma de conselho na história, para sermos boas pessoas. Como um trecho do livro diz "como sempre há tempo para a dor, também sempre há tempo para a cura" e basicamnete, ela nos ensina a sermos fortes e lutarmos. Lutarmos como a Val lutou para sobreviver.
comentários(0)comente



Lu 23/10/2019

Um temão!
A lista negra ou a Lista do ódio é um bom livro, aborda um tema muito atual e de imensurável relevância.

A protagonista é acusada de ser co-autora da tragédia que se caiu sobre a sua escola e tem que lidar com as acusações, desconfianças,a culpa e a empatia (amor) pelo o autor, de fato, do incidente. O monstro que todos menosprezavam e passaram a odiar.

A escrita da autora é boa, tem cenas emocionantes, em principal a descrição do tiroteio e as poucas passagens com o pai, porém apesar de ser um "temão", da história ter uma ótima premissa, acho que o assunto merecia ser mais e melhor explorado.

Muita coisa é superficialmente abordada, magicamente resolvida. Personagens obviamente necessários para a trajetória da protagonista foram mal apresentados e desenvolvidos.

Apesar de ter considerado uma narrativa fluída, instigante e comovente, em algumas passagens. O livro, não atendeu a minha expectativa.

Enquanto relevância como leitura, acho bastante recomendável pra jovens que estão entrando na adolescência, pois a autora toma muito cuidado ao contar a história. Fato que acho contribuiu com a quebra da minha expectativa, pois acho um livro muito bom pro público infanto-juvenil, porém vendo de um ângulo mais adulto, é possível perceber que muito mais coisas poderiam ser exploradas e melhor trabalhadas.

Mas sim, é um bom livro. Provoca interesse pelo tema. Recomendo.

Porém, comparado com Amor Amargo da mesma autora, deixa a desejar.
comentários(0)comente



Gabybadgirl 15/10/2019

Livro de suma importância para jovens e os pais para que possam compreender a causa e efeitos que o bullying refletem na vida de todos!Um tema tão antigo e ao mesmo tempo tão atual.....
comentários(0)comente



Yza 06/10/2019

A lista do ódio já começa com uma notícia de jornal sobre um tiroteio que aconteceu em um colégio e a partir daí acompanhamos Valerie em sua busca de redenção, aceitação e autoconhecimento.

O livro é narrado em primeira pessoa e eu fiquei bem agoniada com as coisa que a protagonista passava visto em primeira mão pela perspectiva dela, ter noção de sua solidão, desesperança e confusão é de doer o coração mais gelado. Porém ao mesmo tempo é encorajador ver a personagem remar na vida, encontrar coragem para continuar quando todos incluindo ela esperam a desistência, no meio de tanto ódio e dor, perseverar e evoluir é uma inspiração e tanto.

“Não saber como ser você mesma dói demais.”

Não se trata de uma leitura leve, mas também não é um livro insuportável. A autora soube com maestria contar essa história, com delicadeza, sensibilidade, mostrando sempre todos os ângulos, apontando os erros de cada personagem, sem poupar ninguém, muito menos o leitor que é obrigado a questionar sua própria realidade, encaixando a narrativa no seu próprio contexto de vida.

Bullying é algo tão falado hoje em dia que para algumas pessoas (geralmente os praticantes) virou virgula, um mimimi a mais nessa sociedade politicamente correta, então pode parecer repetitivo quando eu digo que essa pratica de “zoar” o colega pode machucar, uma brincadeira inofensiva pode destruir uma autoestima, tocar em uma ferida antiga ou criar uma nova. Pensando nisso e no contexto do livro me vi obrigada a aceitar que TODOS somos ou já fomos praticante e alvo, em alguns dói mais, em outros menos, mas a intensidade só sabe quem sente, então é bom policiarmos as brincadeiras e lembrar sempre que só é engraçado quando TODO MUNDO ri (sorriso amarelo de vergonha não vale), diferente disso podem surgir danos que ferem a um ou a muitos.

"Em alguns dias, chegar ao fim do dia é uma grande vitória."


Tiroteio em escolas é algo recorrente nos E.U.A sendo assim faz parte de uma realidade triste da vida da autora e infelizmente aconteceram aqui no Brasil algumas vezes o que me fez olhar com mais empatia para os americanos e sua dor e dessa forma entender melhor a história de A lista do ódio, reconhecendo a importância de livros com essa temática, levantar esse assunto principalmente para a faixa etária que mais sofre com isso, que são os jovens é de suma importância, deveria ser leitura obrigatória em toda escola, em todos os países.

Poucas coisas me incomodaram na história, mas acredito que seja proposital, pois nem tudo na vida tem uma explicação ou motivo, muito menos um final lindo de contos de fadas, algumas coisas podem ser evitadas, outras sobrevividas e muitas apenas são.

"Veja as coisas como elas realmente são, disse a mim mesma. Veja o que realmente está a sua frente."


Sou muito grata a Pam por ter apresentado esse livro (assistam ao vídeo dela) ele ficou na minha estante por um bom tempo já que uma parte minha morria de medo da intensidade da narrativa e como isso ia me afetar, hoje me sinto boba por ter esperado tanto. Temos aqui um livro necessário, escrito de uma maneira espetacular, que mostra sim uma realidade feia e cruel, mas também fala de perdão e esperança.

Me despeço aqui de vocês torcendo para que leiam esse livro o mais breve possível e da Val torcendo para que ela fique bem ao longo do caminho.

Beijos

site: https://osuficientee.blogspot.com/2019/08/resenha-lista-do-odio-jennifer-brown.html
comentários(0)comente



Pipoca Nerd 28/09/2019

Resenha: A Lista Negra de Jennifer Brown
Dia 01 de outubro de 2015, um atirador invadiu uma universidade em Oregon, nos EUA, e fez disparos matando, pelo menos, nove pessoas. “A Lista Negra” conta uma história dessas, aliás, a história por trás do massacre. Infelizmente, é muito comum assistirmos aos noticiários e encontrarmos notícias sobre massacres em colégios americanos em que um aluno assassina seus professores e colegas de turma.

Esse livro sempre foi muito recomendado pela ex-blogueira do Garota It, Pam Gonçalves, que sempre elegeu “A Lista Negra” como um de seus livros preferidos, e ela sempre falava que ainda não tinha conseguido escrever uma resenha sobre o livro. Agora entendo.

Vamos para história do livro: Valerie namorava Nick e ambos estudavam no Colégio Garvin. Os dois sofriam constantemente agressões verbais e até físicas pelos colegas . Ambos, também, passavam por problemas familiares e encontraram um no outro o apoio de que tanto precisavam.

Valerie tinha um caderno em espiral e nele anotava os nomes das pessoas que a maltratavam, esnobavam e que faziam o mesmo com Nick. Os dois compartilhavam em conversas a lista negra e, consequentemente, falavam muito de morte.

Sabe quando alguém te irrita e você solta por impulso: “Eu queria matar essa pessoa?” Nick levou a história ao pé da letra, e no emblemático dia 02 de maio de 2008, Nick matou várias pessoas e deixou outras feridas, dentre elas sua namorada Valerie que levou um tiro na perna ao tentar salvar sua arqui-inimiga Jessica Campbell.

Valerie é uma sobrevivente que precisa lidar com mais ódio do que já lidava antes, com desconfiança de todos em sua volta e, principalmente, com a dor de perder Nick ,que deu um tiro em si mesmo depois que a baleou.

Já pensou o quão duro é amar tanto alguém que cometeu um massacre na escola e que é considerado um monstro?

Já pensou o quão duro é ser, também ,considerada um monstro por escrever uma lista de nomes de pessoas que foram assassinadas pelo seu namorado?

Esse livro é tocante, realista e uma lição de vida. Considero leitura obrigatória para educadores e jovens, pois é uma história de bullying.

O ser humano tem muito ódio dentro de si. Todos nós sentimos raiva, e nessa história está o retrato das consequências desse ódio que nos afeta de tal maneira que não nos deixa enxergar quem o outro realmente é.

Certamente, ao fim da leitura, você vai se incluir no rol dos seres humanos malvados, mas calma! Apesar de todo esse ódio que todos carregamos, também somos seres humanos de amor. Nem todos, mas todo dia é tempo de ler um livro e tentar fazer diferente com sua vida.

site: http://pipocanerd.com/livros/
comentários(0)comente



Malu.Araujo 12/09/2019

Você realmente perdoa?
O livro descreve o ponto de vista da rotina da Val, antes e depois do dia em que Nick, seu namorado entra armado na escola e atira em alguns alunos que estavam na lista negra criada por eles.
Apesar da pegada adolescente do livro, me surpreendi positivamente com ele, um livro que leva o leitor à uma reflexão sobre seu comportamento, você de fato perdoa o outro? Muda de comportamento? Precisa realmente acontecer uma tragédia para mudar como se trata as outras pessoas, inclusive aqueles que vc não gosta?
comentários(0)comente



Nika Baumann 01/09/2019

Resenha: A Lista Negra - Jennifer Brown
Livro de estréia da autora Jennifer Brown, narrado em primeira pessoa pela protagonista Valerie, conta a história de uma adolescente que sofre bulling na escola em que estuda.

Mais do que um drama trágico é a história de dois adolescentes problemáticos obcecados pela morte, A Lista Negra é um livro intenso e emocionante.

Jennifer Brown desenvolveu muito bem o livro, instigando o leitor a ler mais e mais. Com uma narrativa sutil a autora faz com que o leitor entre na obra, vivencie e sinta um pouco do que Valerie viveu e sentiu.

Valerie e Nick, seu namorado, sofrem bulling e humilhações por parte dos alunos da escola em que estudam. Obrigados a aguentarem todo o sofrimento calados decidem criar uma lista. Eles compartilham um caderno onde anotam os nomes das pessoas que os fazem sofrer, das pessoas que intimamente odeiam.

Até então, tudo era uma lista inofensiva que servia como desabafo dos maus tratos sofridos. O que Valerie não imaginava era que a lista aparentemente inocente fosse se tornar seu maior pesadelo.

Um dia Nick entra na praça de alimentação da escola armado e começa atirar em pessoas que estavam na lista. Surpresa com a atitude do namorado tenta desesperadamente contê-lo, mas ao defender sua pior inimiga é atingida na perna e em meio à balburdia perde os sentidos.

Ao acordar no hospital, começa a se lembrar de toda a tragédia e também descobre que Nick após atirar nas pessoas acabou por se suicidar. Ela não podia acreditar que tudo aquilo havia acontecido.

"(...) As pessoas fazem isso o tempo todo - acham que 'sabem' o que está se passando na cabeça de alguém. Isso é impossível. É um erro achar isso. Um erro muito grande. Um erro que, se você não tiver cuidado, pode arruinar a sua vida."

É a partir desse momento da trama que o leitor passa a se colocar no lugar de Valerie e tenta compreender se de fato ela era culpada pelo que Nick fez, já que todos a culpavam, inclusive seus pais. Tanto Valerie quanto Nick tinham uma vida familiar conturbada, no entanto eram adolescentes normais, com sonhos e ideais como qualquer outro.

Cada capitulo é iniciado com um trecho de jornal, mostrando anúncios e depoimentos de vítimas sobreviventes. Nesses flash-backs a autora permite que o leitor saiba como eram os fatos antes do massacre e também como eram as vidas de Valerie e Nick com suas famílias e os poucos amigos.

Em meio a tudo isso, Valerie ainda teve que vivenciar o divórcio dos pais e o afastamento, mesmo que provocado por ela própria, de seu irmão. Ela fica afastada das pessoas por um tempo, mantendo contato apenas com o detetive que investigava o caso, o psicólogo que fazia seu acompanhamento e sua mãe.

Apesar de toda a confusão psicológica em que se encontrava, ela voltou para o colégio, mesmo sabendo que todos acreditavam em sua culpa, inclusive ela se questionava como não percebera que o namorado pretendia matar todas aquelas pessoas. Sempre achou que a Lista não passasse de uma brincadeira.

"A escola ainda não havia decidido se eu era vilã ou heroína e acho que eu não posso culpá-los. Eu mesma estava tendo dificuldade para resolver isso. Será que eu fui a bandida que criou o plano para matar metade da minha escola ou a mocinha que se sacrificou para acabar com a matança? Em alguns dias eu me sinto as duas. Em outros, não me sentia nem bandida, nem mocinha. Era muito complicado."

Uma história cativante, um livro muito bom, que nos faz refletir nossas atitudes. Um tema de abordagem difícil, muito bem elaborado pela autora e de fácil compreensão, que desperta no leitor fortes sentimentos.

Deveria ser considerado leitura obrigatória nas escolas, não só serve de exemplo aos adolescentes, é um livro voltado para todas as idades. Uma leitura que deve ser refletida e absorvida de forma que se possa entender e guardar a mensagem que nos é passada.

site: https://bebendolivro.blogspot.com/
comentários(0)comente



Book.Obsession 14/08/2019

Assim que li Mil Palavras, embarquei logo nessa leitura. Já tinha visto ótimos comentários e só pude atestar o quanto Jennifer Brown não poupa o leitor ao trazer temas fortes, delicados e muito necessários.
Através de fichas ao longo dos capítulos, temos informação sobre os personagens mortos no tiroteio, como eram no ambiente escolar e porque entraram na tal lista.
É importante ressaltar que esse não é o tipo de história fácil de se ler, a narrativa é forte, impactante e pode conter gatilhos. Assim, vemos o quanto é necessário o diálogo, o olhar atento dentro do que acontece na escola, o bullying praticado pelos alunos, a violência e o ódio em demasia e o quanto isso pode influenciar e marcar para sempre a vida dessas e de tantas outras pessoas.
A lista do ódio foi relançando pela editora Gutenberg e ao final da história temos um bônus, o conto “Diga alguma coisa”, onde nos coloca para conhecer através de David um relato impactante e surpreendente sobre o amigo do Nick, além de complementar a trama principal.
Que a autora virou uma das minhas preferidas, disso não tenho dúvidas. A lista do ódio é uma obra que poderia ser usada como paradidático nas escolas tamanha reflexão que causa sobre essa fase escolar tão legal, mas que infelizmente tem sido um ambiente cada vez mais difícil para pais, professores e alunos.
Uma história que me fez derramar algumas lágrimas, principalmente no cerimonial. Com personagens bem construídos, complexos. Mas nem tudo pode ser considerado caos. É possível se deparar com cenas de amizade, perdão, esperança, com grandes mensagens e lições de vida que certamente deixará várias sementinhas em seu coração.


Resenha completa no blog.

site: https://www.bookobsessionblog.com/2019/08/resenha-lista-do-odio-jennifer-brown.html
comentários(0)comente



llildeath 11/08/2019

A Lista Negra
Li há uns 2 anos atrás e achei muito maçante. Os personagens não são dos mais envolventes e a trama não foi bem desenvolvida. Sinceramente, não acrescentou em nada na minha vida e não recomendo pra ninguém.
comentários(0)comente



Gisele Alves 10/08/2019

O livro simplesmente é envolvente. Leitura fácil, na maioria das vezes até simples demais. Nos mostra a que ponto as pessoas chegam por conta do ódio, do bullying, da falta de empatia. Um ótimo livro para os adolescentes de hoje.
comentários(0)comente



Elton 05/08/2019

Impactado
Quantos murros cada letra desse livro dão em nossos rostos cínicos! Ele nos faz pensar e repensar sobre nós mesmos e como vivemos em sociedade. Faz pensar em nossas pequenas atitudes bobas que podem ser um vendaval pra outros. Muito intenso e profundo.
comentários(0)comente



Victor Dantas 31/07/2019

"Permita-se a enxergar a realidade como ela é. E converse sobre".
A primeira vez que ouvir falar desse livro, foi no canal da Pam Gonçalves, onde ela falava de livros que todos jovens deviam ler. Tive a sorte de comprá-lo numa promo esse ano, mas, tive receio de lê inicialmente, pois sabia que era uma história que continha gatilhos, até que essa semana resolvi finalmente lê-lo e não podia deixar de contar como foi minha experiência e considerações.
Bom, o leitor começa já sabendo que houve uma tragédia numa escola, onde um garoto chamado Nick saiu atirando em outros estudantes, deixando várias vítimas, e no final, acabou se suicidando. Uma dessas vítimas, é a nossa protagonista, a Valerie, que era namorada de Nick.
A valerie o nick, sempre sofreram muito bullyng dos seus colegas de classe, e isso levou a criação de uma lista de nomes das pessoas que cometiam esse ato com eles. E a princípio, fora essa lista de nomes, que fez o Nick iniciar o tiroteio, no dia 2 de maio de 2008.
A história então, dá continuidade com a recuperação de Valerie, e a sua volta ao Colégio Garvin, depois do atentado. Ela então irá ter que enfrentar comentários maldosos, e começará se questionar se fora culpada ou não, e além disso terá que lidar com a relação instável com seus pais.
Em meio a tudo isso, Valerie irá começar um tratamento com um psicólogo chamado Hieler, que ao contrário dos outros, vai apenas ouvir a Valerie, sem pré-julgamentos, e ao longo dos capítulos veremos o efeito disso no progresso da nossa personagem, como ela vai se reerguer por completa.
Tratando de assuntos como bullyng, aceitação e empatia pelo próximo, Jennifer Brown, consegue desenvolver uma narrativa delicada, e seus persongens são tão reais, que o leitor se vê dentro daquele mundo, querendo abraçar a Valerie a todo instante.
Há passagens bastantes reflexivas no livro e diversos ensinamentos, um deles mostra como devemos sempre medir nossas palavras, e como isso pode desestabilizar alguém de uma forma tão cruel, a ponto de provocar tragédias como a do livro, e como a empatia, o diálogo é essencial para evitar pré-julgamentos sobre o que ou quem é diferente da gente, e que não há padrões quando falamos de ser humano, sentimentos.
Outra coisa que me fez questionar, foi como a escola e as relações entre adolescentes são romantizadas pela sociedade, a ponto de não serem discutidas com seriedade, afinal, a escola também é um espaço social, de relações, e muita dessas relações são carregadas de traumas, valores, problemas, e que mais do que nunca precisa ser discutidos sim.
Não é coisa de adolescentes!
É coisa de saúde!
É coisa de ser humano!

Termino aqui com uma citação do livro: "Como sempre há tempo de dor, há sempre tempo para cura. É claro que há".

Leiam A lista negra!
comentários(0)comente



Retr0 31/07/2019

Esse livro me prendeu do início ao fim, pois é bem escrito, possui bons personagens e tem uma história bem bacana. Acho que todo adolecente deveria ler.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Gaby 24/07/2019

A Lista Negra
A história, embora tecnicamente seja sobre um tiroteio na escola, na verdade vai muito além disso. O autor opta por não focar muito no atirador, e nem nas vítimas, mas em alguém no meio, Valerie. Ela era namorada de Nick e ajudou a criar o "A Lista Negra" - uma lista de pessoas que as intimidaram, humilharam e julgaram. Mas foi apenas uma lista inofensiva de nomes, certo?
Bem, foi até que Nick decidiu entrar na escola numa manhã e pegar as pessoas daquela lista, uma por uma, e depois se matar. Agora, Valerie ficou viva com a culpa. Muitos acreditam que ela e Nick planejaram o tiroteio, muitos a culpam por criar a lista independentemente. Seus pais não conseguem olhar para ela. Seu grupo de amigos tem medo de estarem associado a ela.

“Em alguns dias, chegar ao fim do dia é uma grande Vitória”.

Valerie é uma personagem muito simpática. É fácil se relacionar com ela, sentir sua dor, sua culpa, sua solidão e sua raiva. Todo mundo a odeia às vezes, e é extremamente doloroso ver seu ódio privado arrastado para o mundo ver e julgar. Isso me deixou tão irritada por ela estar sendo culpada por escrever os nomes daqueles que fizeram da sua vida um inferno.
E, através dela, Nick não é apenas um menino malvado com uma arma. Ele se torna um ser humano cheio de dor e tristeza, cansado de ser chutado na terra e tratado como merda só por ser diferente. Este livro quebra as barreiras entre a vítima e o vilão, entre o adolescente médio e aquele capaz de fazer algo tão horrível.

“Como sempre há tempo para a dor, também sempre há tempo para a cura. É claro que há. ”

A narrativa deste romance é muito convincente. É definitivamente mais um romance dirigido por personagens do que um enredo dirigido, mas para esta situação em particular funciona muito bem. A culpa de Valerie é retratada de uma maneira muito realista, sua luta com sua própria identidade e sua luta para realmente entender seus sentimentos por Nick. É apenas desolador.

comentários(0)comente



451 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |