O Guia do Mochileiro das Galáxias

O Guia do Mochileiro das Galáxias Douglas Adams




Resenhas - O Guia do Mochileiro das Galáxias


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Bruna 15/10/2017

Leitura Gostosa
Achei de fácil leitura, com muito humor. Deixa com vontade de dar continuidade à leitura, no caso o volume 2.
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Leo, o afectivo 07/10/2017

Greve de Filósofos
O Guia do Mochileiro das Galáxias é, sem dúvidas, uma das obras mais fascinante do universo (seja o nosso, seja o de Adams).
Um fato nervosamente interessante é o nome deste. Segundo Adams, ele adorava ser chamado DNA, visto que dizia ser o próprio DNA, Douglas Noel Adams (interessante, né?)
De todos os 35 capítulos que li, o capítulo 25, sem nenhuma dúvida nervosa, é, de todos, o que me deixou mais fascinado com o DNA, Douglas Noel Adams (hehehe). Sabe por quê? Porque é neste capítulo que surge a primeira greve de filósofos (você já imaginou como é uma greve de filósofos?). Estes, Vroomfondel e Majikthise, reclamavam do Pensador Profundo, um (desculpa a expressão) fodendo computador capaz de responder qualquer pergunta. A reclamação era a seguinte: "O que adianta a gente passar a noite em claro discutindo se Deus existe ou não pra no dia seguinte essa máquina dizer qual é o número do telefone dele?". Que dilema, que dilema!
Não é à toa que depois de Kant, um filósofo alemão que aparece constantemente no vestibular da FUVEST perguntando "o que são as luzes?", a metafísica morreu (será que foi o por causa do Pensador Profundo que Kant matou a metafísica?!).
Em resumo feliz e bem-humorado, O Guia do Mochileiro das Galáxias é um livro que te propõe a única pergunta que realmente importa responder: após uma bebida, como um copo d'água se sente? (acho que esta pergunta influenciou Albert Camus, filósofo que, definitivamente, não cai na FUVEST, a propor sua indagante pergunta "Vale a pena viver?").




Obs: eu tive que usar parênteses no meu texto, pois o Skoob é (pasmem!) um travessãfóbico.
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Hedler 02/10/2017

Quarenta e dois.
O livro faz o leitor mergulhar em um universo vasto e riquíssimo quando se trata em história.
A criatividade de Adams é notável, pois ele consegue divertir o leitor fazendo piadas de diversas áreas, criando raças, planetas e até mesmo fazendo-nos refletir sobre a vida. Este livro, cheio de ''Plot twists'', deveria ser considerado leitura OBRIGATÓRIA a todos.
Preparem as toalhas nas mochilas e corra, pois os vogons não irão esperar. Mas lembre-se: Não entre em pânico!
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Julio.Argibay 25/09/2017

Divertido
Achei o livro muito criativo e fluido. Ri muito e me diverti bastante. Um humor sarcástico e inteligente. Vale a pena.
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Fabio.Junio 20/09/2017

Um dos melhores livros
Com uma linguagem simples, Douglas Adams usa o humor para falar de coisas que são sérias, prende você totalmente na leitura e pra mim 5 livros foram pouco , queria mais , um dos melhores livros que já li.
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Ana 13/09/2017

O Guia do Mochileiro das Galáxias
E aqui estamos nós, com um livro lido que eu JAMAIS pensei que fosse ler… huahuauhauhua

Guia do Mochileiro me foi dado pela Gaby de presente e eu fiquei mega feliz, porque vamos lá né? Quem ficaria triste em ganhar livros?? Mas eu nunca tive a pretensão de ler essa série, mas como no Desafio eu precisava de um livro indicado por um amigo… Cá estamos nós.

O livro é bem curtinho então a essência dele está na sinopse. Um cara que num dia estava deitado na porta de casa como forma de protesto para não ter sua casa demolida, no outro está no espaço, pegando carona numa nave com seu amigo “ator” porque a casa ao qual morava, foi demolida, junto com o planeta terra! RÁ! emoji-revirando-olhos.png

Arthur ganha um Guia do mochileiro das Galáxias e a partir desse momento, sempre seremos contemplados com algum significado de alguma coisa. Inclusive o tão famigerado motivo de ter uma toalha e suas benéfices.

Eu particularmente acho que esse livro é muito gelo e pouco whisky. Existe toda uma “fama” de que esse livro é apenas para poucos porque apenas os nerds entendem.


Não sou o Ás da inteligencia e entendi termo a termo citado no livro, inclusive as piadas sem graças a lá Big Bang Theory…

Foi mal aí galerinha!
Achei o livro mega chato e arrastado em suas 208 longas páginas. Pretendo ler os demais algum dia porque sofro dessa merda de toque na vida, mas assim, daqui a alguns muitos meses…

Acho que gostar de uma obra é muito legal, mas ficar se desfazendo de outros porque não gosta da mesma obra que você é infantilidade. Cresça. Apenas!

Talvez toda essa falação sobre a obra já tenha me deixado com o pé atras antes de ler. Pode até ser, mas que eu achei chato, eu achei sim. Toda essa obra Nosense de Douglas Adams não me ganhou. Não sou nerd. Que bom então! huahuauhauhauha

A nível informacional, a obra já está a venda em volume único para delírio dos nerds mochileiros!

Pra quem curte esse tipo de humor, super indico! Quem não curte, passe reto! Mas acho que sempre é bom tirar suas próprias conclusões, logo, leia!!

site: https://literakaos.wordpress.com/2017/08/17/resenha118-o-guia-do-mochileiro-das-galaxias-de-douglas-adams/
Fabio.Junio 20/09/2017minha estante
Esse livro é demais amo ele é todos os outros da série.


Ana 20/09/2017minha estante
Não me ganhou essa obra... Infelizmente.... ?




ReinaldoFerraz 01/09/2017

Uma ficção científica para rir
Uma ficção científica leve, gostosa e divertida. Até a destruição da Terra fica legal nos textos de Douglas Adams. Gostei muito do livro. Uma leitura rápida e que te falei rir sozinho com as situações dos personagens. Um clássico indispensável. Leitura obrigatória e recomendadissimo!
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J. 24/08/2017

"— São só quatro da tarde e já estou sendo expulso de uma espaçonave extraterrestre a seis anos-luz do que resta da Terra! "
Uma coisa dá pra notar sobre Douglas Adams no Guia do Mochileiro das Galáxias, ele é um grande gozador, um tirador de sarro, um zombeteiro, exímio manipulador da arte da sátira, do deboche e tudo o mais, que rega a história a todo momento com piadas inocentemente brilhantes. E o principal alvo de suas piadas é senão outro, o ser humano.

O Guia do Mochileiro é o primeiro de uma série de cinco livros, sua história começa com a manhã conturbada de Arthur Dent, seu protagonista terráqueo, inglês, humano (mas aos olhos de muitos seres da galáxia, não mais que um macaco). Ao acordar, uma das primeiras coisas que Arthur enxerga é um trator amarelo do lado de fora da sua casa, e em meio a ressaca da véspera, tenta se lembrar da coisa importante que o irritou na noite anterior e acabou o levando a tal bebedeira. Não tarda a recordar que o trator está ali para demolir sua casa, pois o conselho municipal planejou fazer uma via expressa por aquele caminho.

Arthur a princípio decide deitar na lama frente a sua casa para impedir que o trator avance, mas seu estranho amigo Ford aparece e o convence a ir com ele ao bar, nesse meio tempo estabelecendo-se um engraçado acordo de que ninguém derrube a residência na ausência de Arthur.

Já no bar, descobrimos que Ford não é terráqueo, mas nativo de um planeta próximo a Betelgeuse (estrela gigante vermelha, também pode se entender por um sol da constelação de Orion). Ao tempo em que estão no bar, a terra recebe a visita de seres chamados Vogons, seu líder, coincidentemente, anuncia que estão ali para demolir a terra, pois o conselho de planejamento galático decidiu fazer uma via expressa hiperespacial por aquele caminho. Após o aviso, sem titubear os Vogons destroem o planeta terra, Ford, porém, já sabendo o prognóstico daquele planeta desde a noite anterior, consegue salvar a si e a Arthur, pegando carona na nave Vogon.

"— Criatura da Terra, a situação é a seguinte: como você sabe, há dez milhões de anos que administramos o seu planeta para descobrir essa maldita Questão Fundamental."
"— Por quê?"
"— Não, essa aí já descartamos..."

Desde o início já se estabelece um arsenal de diálogos cômicos. Muitos deles, assim como também algumas histórias de outras raças contadas no meio da trama, são uma sutil indireta ao ser humano, tanto no coletivo quanto no individual, ácidas críticas estão sagazmente camufladas por todo o tipo de bobagem bizarra. Fala-se sobre política, filosofia, a evolução, o sentido da vida e do universo, e tudo isso de uma forma divertida, inusitada, ousada e genial.

"— Se uma porcaria de uma máquina resolve procurar e acha a porcaria da Verdade, como é que fica o nosso emprego? O que adianta a gente passar a noite em claro discutindo se Deus existe ou não pra no dia seguinte essa máquina dizer qual é o número do telefone dele?"

Este é um livro para se fazer pensar enquanto ri, e rir enquanto pensa. De bate bocas irônicos saem "cale a boca's" apaixonantes. De contos bizarros saem analogias surpreendentes. Embora nessa história naturalmente espera-se de Arthur que este seja promissor, ele é um protagonista tão rodeado de personagens cativantes que essa cobrança quase não vem à tona.

"— Escute aqui, cara, não pense que a gente é que nem esses retardados que só sabem puxar gatilho, que nem sabem conversar direito! Eu não ando por aí dando tiros a torto e a direito e depois saio contando vantagem pelos botecos da Galáxia, como muitos policiais que conheço! Eu saio por aí dando tiros a torto e a direito, só que depois morro de arrependimento e conto tudo pra minha namorada!"

Para estipular um limite de piadas inteligentes nessa obra, talvez só o gerador de improbabilidade infinita. O guia do Mochileiro das Galáxias é um clássico do gênero ficção científica, com algo virtuoso em cada entrelinha e personagens tão encantadores que até seus defeitos são traços de carisma.

"— Não vai dar certo. Minha mente é tão excepcionalmente grande que uma parte dela vai continuar se preocupando." — Marvin.

Nesse primeiro livro a leitura é um pouquinho crua, mas algo compreensível vide a época em que foi escrito, e nada que os pontos positivos da obra não possam compensar com louvor.

site: https://literoverso.blogspot.com.br/2017/08/resenha-o-guia-do-mochileiro-das.html
El Pizza 01/09/2017minha estante
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El Pizza 01/09/2017minha estante
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J. 01/09/2017minha estante
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Kakalla Bueno 15/08/2017

Tô apaixonada. Eu confesso que preciso começar a escrever falando sobre como estou louca pra ler os outros livros. Douglas Adams é genial, a forma com que ele escreve é muito envolvente, sem contar as piadas inteligentes e sensacionais que ele usa. Gosto de como ele faz parecer com que os elementos da aventura do Arthur e Ford são reais, gosto também de como consigo imaginar uma fotografia maravilhosa com suas descrições. Sem dúvidas a continuação do livro vai ser fantástica.
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Gaby.Camargo 04/08/2017

Atmosfera científica de uma forma cômica
Douglas Adams escreve de uma maneira peculiar, completamente diferente de tudo o que eu já li até hoje. Ele é engraçado, irônico e crítico. Considerado Mestre da sátira, o autor cria personagens únicos e inesquecíveis, assim como situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos e de diversas instituições atuais.
_
? Esse livro também trata da busca pelo sentido da vida, aborda temas atuais inseridos na atmosfera científica de uma forma cômica, não só diverte como também faz pensar.
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? É uma leitura rápida, confusa em alguns momentos, com termos estranhos e situações completamente fora "da caixa". Mas agradável; Nada muito fantástico nem impressionante na minha opinião, entretanto, válida para nos inserir no mundo geek.
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Nani 01/08/2017

Talvez eu não tenha senso de humor, ou talvez fiz a leitura em um momento inadequado de minha vida, ou talvez seja só pq eu não sou fã de ficção científica. Não me surpreendeu, não me divertiu, não empogou...
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Alex 30/07/2017

Uma viajem e tanto
Ótimo livro! humor inteligente e bem divertido. O autor em cada capítulo deixa aquele suspense que faz a pessoa querer ler o livro inteiro de uma só vez.
Muito bom!
"Não se trata das resposta e sim das perguntas que você faz"
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Lucas.Souza 28/07/2017

Adorei
Adorei essa obra. Guia do mochileiros possui uma leitura dinâmica e engraçada que destacam a obra, um clássico.
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Gustavo Stein 26/07/2017

Citações interessantes
O Guia do mochileiro das galáxias / Douglas Adams; tradução de Carlos Irineu da Costa e Paulo Fernando Henriques Britto. Edição Popular – São Paulo: Arqueiro, 2010.ISBN: 978-85-99296-94-3; CDD: 823; CDU: 821.111-3

p. 33: “- Esta surpresa é injustificável. Todos os planos do projeto, bem como a ordem de demolição, estão em exposição no seu departamento local de planejamento, em Alfa do Centauro, há 50 dos seus anos terrestres, e portanto todos vocês tiveram muito tempo para apresentar qualquer reclamação formal, e agora é tarde demais para criar caso.”

p. 37: “Apenas seis pessoas na Galáxia sabiam que a função do presidente não era exercer poder, e sim desviar a atenção do poder.”

p. 43: “Após pensar e observar por alguns meses, abandonou essa teoria em favor de outra: se eles não ficarem constantemente exercitando seus lábios – pensou ele -, seus cérebros começam a funcionar.”

p. 51: ““O raciocínio é mais ou menos o seguinte: ‘Recuso-me a provar que eu existo’, diz Deus, ‘pois a prova nega a fé, e sem fé não sou nada.’ “Diz o homem: ‘Mas o peixe-babel é uma tremenda bandeira, não é? Ele não poderia ter evoluído por acaso. Ele prova que você existe, e portanto, conforme o que você mesmo disse, você não existe. QED.’”

p. 53: “- O quê? Inofensiva? Só diz isso, mais nada? Inofensiva? Uma única palavra! Ford deu de ombros. - Bem, tem 100 bilhões de estrelas na Galáxia, e os microprocessadores do livro são limitados – disse ele. – Além disso, ninguém sabia muita coisa a respeito da Terra, é claro.”

p. 58: “- Quero dizer – explicou Ford -, que isso é uma vida satisfatória pra você? Marchar de um lado pro outro, berrando, empurrando gente pra fora de espaçonaves... O vogon levantou os olhos para o teto baixo de aço, e suas sobrancelhas quase passaram uma por cima da outra. A boca entreabriu-se. Por fim, disse: - Bem, o horário é bom...”

p. 91: “Não basta apreciar a beleza de um jardim, sem ter que imaginar que há fadas nele?”

p. 127: “- Essas máquinas têm mais é que fazer contas – disse Majikthise -, enquanto nós cuidamos das verdades eternas. Quer saber a sua situação perante a lei? Pela lei, a Busca da Verdade Última é uma prerrogativa inalienável dos pensadores. Se uma porcaria de uma máquina resolve procurar e acha a porcaria da Verdade, como é que fica o nosso emprego? O que adianta a gente passar a noite em claro discutindo se Deus existe ou não pra no dia seguinte essa máquina dizer qual é o número do telefone dele? – Isso mesmo! – gritou Vroomfondel. – Exigimos áreas de dúvida e incerteza rigidamente delimitadas!”

p. 139: “- É – disse o velho, olhando ao redor sem saber por onde começar. – Dez milhões de anos de planejamento e trabalho, tudo por água abaixo. Dez milhões de anos, terráqueo... Você concebe uma coisa dessas? Toda uma civilização galáctica pode evoluir a partir de um verme, cinco vezes seguidas, em dez milhões de anos. Tudo por água abaixo. – Fez uma pausa. – Pois é, coisas da burocracia – acrescentou.”

p. 141: “Como todos sabem, palavras ditas impensadamente podem custar muitas vidas, mas nem todos sabem como esse problema é sério.”
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