A Profecia de Hedhen

A Profecia de Hedhen Cristina Aguiar




Resenhas - A Profecia de Hedhen


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Vitor Planck 13/09/2012

A Profecia de Hedhen
Em uma visita não programada ao shopping acabei me vendo em um encontro literário. Com sorte premiado com o livro "A Profecia de Hedhen". A apresentação da historia feita pela propria autora me conquistou e assim que me vi sozinho no ônibus de volta para casa comecei a ler...
Não me decepcionei. "A Profecia de Hedhen" me apresentou uma visão nova para os livos de fantasia. Nele a mulher apresenta um papel dominante em toda a narrativa, seja com as protagonistas, seja com as personagens secundarias.
Alem disso, fugindo do usual padrão dos livros de fantasia, a historia não se passa em um mundo medieval, mas em uma antiguidade semelhante aos dos povos que habitavam o antigo "Crescente Fértil". É bastante perceptível a forte inspiração bíblica da autora, o que não tira o mérito do livro...
Em fim, é uma ótima leitura que merece a nossa atenção. Aguardo com muita expectativa outras obras da autora...
Carolina Lopes 13/09/2012minha estante
Estou louca para ler esse livro!!!
O meu já está a caminho...
Parabéns pela resenha, me deixou com mais vontade ainda de ler.


Mia Antiere 20/09/2012minha estante
Já está em minha lista de desejados!




Carolina Lopes 10/01/2013

Viciante e inovador!
A Terra de Hedhen vivia em paz e cheia de alegria, mas as trevas a invadiram e sacrifícios humanos e subserviência forçada passaram a ser a realidade do povo.
A esperança do povo está no cumprimento da profecia e no surgimento de uma mulher, a Herdeira, que unirá os povos e trará a luz de volta à Hedhen.


Cirene é a Rainha de Salema, principal cidade de Hedhen. Ela sempre foi admirada e amada pelo povo, mas sua irmã Atalia inveja-a pelo sua vida, pelo seu poder e pelo seu falecido marido, o Rei. Ao dar a luz a sua filha Deborah, - a Herdeira que carrega em si a marca do luminar menor, a lua - Cirene sabe que um mal está a espreita para acabar com a vida de Deborah e com a esperança de um povo e um mundo livre da escuridão.
A Rainha pedi para Hulda, a profetisa e sua conselheira, para que fuja com Deborah e a crie em um lugar seguro, para que um dia a profecia seja cumprida. Logo após, Cirene não resiste e morre.


No meio da fuga, Hulda descobre que outra criança, Jael, nasceu no mesmo dia que Deborah e carrega a marca do luminar médio, a estrela. Sabendo que a profecia só se realizará com ambas, Hulda leva-as juntas para um local seguro e, dessa forma, Deborah e Jael crescem em segurança.


Durante esse anos, Atalia, irmã de Cirene, governou Salema espalhando o mal por toda Hedhen. Ela nunca desistiu de procurar Deborah para por fim a ameaça de perder o trono, usando para isso todas as forças do mal que podia.


Enquanto isso, Deborah e Jael sabem que o momento da profecia se realizar está cada vez mais próximo. Elas treinam e aprendem para que quando chegar a hora elas estejam preparadas para cumprir seu destino. Até que finalmente esse momento chega e toda a história começa.


"O tempo foi passando e as meninas foram crescendo junto às montanhas, intercaladas por verdes vales e muitas cachoeiras. Hulda sempre as visitava. Do outro lado do rio a terra jazia em um véu de desesperança. As conquistas ordenadas por Atalia eram sempre um verdadeiro massacre. Quase todos os reinos de Hedhen, eram-lhe tributários e Jabim, o rei feiticeiro de Hazorah, criou um exército poderoso e indestrutível que portava armaduras de ferro. Cidades eram saqueadas, os homens eram mortos e mulheres jovens eram levadas para se incorporarem ao exército de guerreiras de Atalia.
Hulda viu as meninas crescerem longe dessa realidade e se sentia aliviada. Atalia continuava sua busca pela sobrinha e, a cada ano que se passava, sentia-se mais ameaçada. Suas conquistas eram apenas um pano de fundo macabro para realizar essas buscas.
Vinte e três anos! Hulda suspirou ao ver as duas moças lutando na campina verde do vale. Já eram duas mulheres feitas. Deborah era mais alta. Tinha uma expressão sempre atenta nos olhos grandes e negros que combinavam com os cabelos, uma pele bronzeada e uma autoridade natural que emanava dela. Jael era um pouco mais baixa, de cabelos castanhos, olhos cor de mel, e uma agilidade muito peculiar. O corpo era bem proporcionado e atlético. Ambas eram conscientes da missão que tinham pela frente e treinavam para estarem prontas, quando o momento chegasse. Hulda sentou-se sobre a relva e ficou observando a luta equilibrada."



É impossível não se encantar com esse livro. A leitura é fácil e sem enrolação, e a trama é muito bem amarrada e elaborada. Não dá para ficar entediada, em poucas páginas muita coisa vai acontecendo e quanto mais lia, mais eu queria ler. O livro é cheio de ação, com toques Bíblicos, uma pitada de romance e magia. Ele despertou em mim sentimentos que há um tempo não sentia durante uma leitura. Era quase um sacrilégio ter que fechar o livro para ir dormir.


Eu adorei que as mulheres no livro são tão ou mais importantes que os homens, elas são fortes e corajosas. Não há nenhuma donzela indefesa em apuros


Os pontos negativo foram alguns erros, que por causa do prazo para lançar o livro a tempo para a Bienal é compreensível, mas a revisão da Modo deveria ter caprichado mais; e a falta de um mapa. O livro é cheio de nomes de lugares e no começo e sem um mapa fica difícil se localizar.


A forma como a Cristina escreveu foi primorosa. É um livro digno de ser lido por todos e, quem sabe, uma adaptação para o cinema ou TV. Pena que aqui no Brasil esse mercado não é bem explorado.
Acho que não consegui expressar nesta resenha o quanto eu gostei desse livro, vale muito a pena ler. Vou ficar esperando o segundo volume!!!
Recomendado!


"Sua cabeça bateu com força na superfície da pedra ao voltar à posição inicial, A essa altura, ela não tinha mais consciência do que ocorria a sua volta. Os sons se misturavam em sua cabeça e tudo eram somente dor e escuridão."


>> Mais resenhas em http://cantinhocarolina.blogspot.com.br/
Neiva 11/01/2013minha estante
Uauuuuuuu, adorei, o único problema é que agora eu preciso desse livro com urgência rs.


Giliane 30/09/2016minha estante
Sabe aquela vontade de ler, urgente, só que você tem mais livros em andamento? Então, com essa resenha não sera possível. Abandonei todos. Esse esta em primeiro lugar!




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Paula 13/09/2013

Um mundo fantástico e cheio de aventura!
A Profecia de Hedhen nos conta a história de Deborah e Jael, duas meninas nascidas no mesmo dia e que carregam a marca de ser uma Luminar, para um dia cumprirem a profecia que foi feita há muitos anos. Essa profecia diz que esses Luminares iriam governar com sabedoria e tirar as trevas de Hedhen, trazendo sua luz.

Toda a trama, desde o começo, me surpreendeu. Eu acertei quem era o Luminar do Sol e algumas coisas sobre a profecia, mas o final foi diferente do eu esperava. E de uma forma boa! Eu realmente achei a escrita da Cristina maravilhosa e envolvente.

Quantos aos personagens, são muito bem construídos, humanos e divinos ao mesmo tempo! Eu adorei a Jael, a Noa e o Héber! Não que eu não tenha gostado dos outros, mas esses eu me apaixonei! xD A Deborah é uma protagonista forte e decidida, ao mesmo tempo mostrou-se humana. Achei que seu destino ficou muito bom... e, como conversei com a Cristina esses dias, nada são flores numa história assim! =D A única personagem que senti falta de um aprofundamento foi a própria Atalia, que eu realmente queria conhecer mais sobre seus pensamentos e sentimentos! Isso não atrapalhou a história de jeito nenhum, mas eu sou chata e adoro conhecer TUDO. xD Quem sabe um spin-off sobre ela, hein, hein, HEIN? xD

Agora, minha opinião final é: AMEI! Amei, amei, amei! E digo mais, Cristina Aguiar é a Tolkien brasileira! =D Parabéns pela bela história! =D
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Way to Happines 11/03/2014

A Profecia de Hedhen - Ana Aguiar (por Lígia Colares)
Com o começo da SAN, e o meu contato com os autores, confesso que A profecia do Hedhen estava na minha lista de livros que eu estava ansiosa para ler! Tinha visto muitas imagens e quotes na internet, e a capa e o nome me chamaram muito a atenção! Assim, quando entrei em contato com a Ana, foi com grande satisfação, e comecei a leitura com grandes expectativas...

E vocês podem achar que eu fui comprada porque não falo mal de nenhum livro, mas minhas expectativas foram alcançada e em alguns momentos, extrapoladas! Para começar, Ana nos descreve uma sociedade matriarcal, que mais pra frente fui descobrir que era uma sociedade em que homens e mulheres tinham as mesmas responsabilidades e participações, inclusive nas guerras. Isso por si só me conquistou, mas acompanhar Jael e Deborah em suas descobertas sobre seus destinos e a profecia que as direcionava, perceber como mulheres podem ser fortes e fazer a diferença.. Confesso, adorei!

De início, confesso que fiquei muito confusa... Era perceptivel que algo muito importante estava acontecendo, mas que eu nao tinha conhecimento o suficiente para compreender o quanto... Mas percebi que era totalmente intencional quando os acontecimentos foram sendo explicados aos poucos, e muitas coisas fui entendendo juntamente com Jael e Deborah...

Me identifiquei com as personagens... Muito mais com Jael que com Deborah, haha! Entrei em conflito junto com elas... Ansiei pela soluções, e aprendi a ter fé numa profecia muito antiga (e que nem existe, gente! haha!). Sofri junto com elas, e em um trecho em especial tive que segurar minhas lágrimas... Ou seja, a Ana me alcançou em todos os sentidos! Não só pela forma de escrever, mas também pelo fato de ela se importar com muitos detalhes, como a reação do corpo humanos em dadas situações!

E então, Ligia, porque não cinco estrelas? Uma coisa me deixou em duvida entre 4 e 5 estrelas., os vilões. Assim como temos um ótimo ponto de vista das personagens principais, temos poucas informações sobre os vilões... Eles pareceram simplesmente malvados, mas sem explicar exatamente porque acreditam em algo diferente das protagonistas... Já que tudo o que as protagonistas acreditavam estavam acontecendo! Mas como a história foi muito bem escrita, estou confiante que o volume dois já tem suas 5 estrelas reservadas! \o
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Josy-chan 15/11/2013

Resenha
Num país onde a literatura nacional é recheada de personagens femininas fracas, sem pulso, sem coragem e impetuosidade, onde personagens masculinos mesquinhos e carrascos são idolatrados como exemplo de masculinidade, aonde enredos chegam a nos causar sono, onde autores se inspiram em modinhas ao invés de clássicos, eis que surge um livro de capa impecável, de diagramação deslumbrante e de uma história de tirar o fôlego.

Prepare-se: A Profecia de Hedhen de Cristina Aguiar vai mudar sua visão sobre literatura nacional.

Leia mais No blog Fic-Lovers

site: http://fic-lovers.blogspot.com.br/2013/11/resenha-profecia-de-hedhen.html
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Paulinha 24/04/2013

A Profecia de Hedhen
Passe lá no blog e confira as novidades: http://ideiaampla.blogspot.com.br/

Título: Os Tronos da Luz
Subtítulo- A Profecia de Hedhen 1
Autora: Cristina Aguiar
ISBN: 978-85-65588-30-0
Capa: Denis Lenzi
Linha Literária: Romance sobrenatural

Em uma noite escura e fria a rainha de Salema agonizava após o parto de sua única filha, sentindo as forças esvair de seu corpo, ela pede a sua fiel amiga e conselheira para ver ao menos uma vez o rosto de sua filha. Contemplando aquela linda criança a qual chamou de Deborah, a rainha de Salema pede em seu leito de morte para Hulda fugir para bem longe de Salema levando a sua filha e deixando-a bem longe das mãos de sua irmã Atalaia.

A luz do pai criador precisava voltar a brilhar e a paz deveria reinar na terra do Hedhen, para que isso fosse possível era necessário que a profecia fosse cumprida. Deborah, uma criança que acabara de nascer trazia consigo as esperanças de todas as nações, mas antes que o grande dia chegasse ela deveria ser protegida e ensinada a se defender e lutar pelo seu povo.

Quando Hulda terminou de proferir o juramento à rainha fechou os olhos e não voltou a abri-los. Hulda pega a criança em seus braços e parte de Salema, a parteira disse para Atalaia que a sua sobrinha nascera desfigurada e morta, enquanto ela acreditasse nisso daria tempo para Hulda deixar Salema com Deborah.

Deborah era uma luminar e trazia a marca de uma lua em seu corpo, sua irmã de criação Jael também era luminar a elas foi incumbindo o dever de realizar a profecia, mas para elas cumprirem tal tarefam deveriam conhecer a profecia toda, contudo elas só tinham uma parte a outra só seria revelada quando o luminar do sol de revelasse.

A vida de Deborah e Jael foram cheias de sacrifícios para se cumprir o que estava escrito, dedicaram a suas vidas ao cumprimento da profecia, mas essa parecia cada vez mais ser algo que cruel.

Amor, amizade, fidelidade, lealdade, traição, obediência e fé, foram muitas as provas que essas duas jovens tiveram que passar; mas será que isso realmente valeria a pena? Será que as pessoas realmente gostariam de conhecer o amor do pai?

Cristina Aguiar esta de parabéns pelo livro “A profecia de Hedhen”, a história teve um desenrolar muito bom, desde a primeira página a escritora conseguiu prender a atenção do leitor não deixando que em nenhum momento esta fosse quebrada.

Para quem me conhece, sabe que amo história de aventuras; o que me chamou atenção em “A profecia de Hedhen” é a forma em que a história se desenrolou, nos últimos capítulos a história me lembrou muito da história de Jesus, o “lance” de se sacrificar para que todos fossem salvos; se a intenção da autora foi colocar um Jesus e face feminina ela conseguiu fazer isso com maestria e de forma light, já que em nossa sociedade machista e com predominância de ideias e culturas masculinas uma mulher como salvadora nem sempre é fácil de se engolir.

O livro “A profecia de Hedhen” é o primeiro livro da Saga “ Os Tronos da Luz” estou curiosa para ler a continuação já que não faço a mínima ideia do que poderia vir por ai.

“A profecia de Hedhen” é de fácil e rápida leitura, demorei para ler por causa dos imprevistos que me aconteceu durante esses últimos dias. L A capa do livro ficou muito bonita, a revisão ficou perfeita aparentemente já que não encontrei nenhum erro de digitação. O que não gostei no livro foi às ilustrações internas nos capitulo, achei que elas atrapalharam a leitura já que ficavam sob as palavras e dificultou um pouco enxerga-las.

Nunca havia participado antes de um book Tour e achei interessante a proposta em si, a única coisa chata de book tour é que a gente não pode marcar o livro, teve frases que me chamaram a atenção e fiquei morrendo de vontade de destacar, mas não fiz para enviar ele para a próxima leitora e participante do book tour em perfeita condições.

No mais indico o livro para quem gosta de uma boa aventura medieval, cheia de tramas e segredos. Boa leitura!


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Fabi 26/11/2013

Adoráveis Guerreiras.
Hedhen era uma terra maravilhosa, até ser dominada pelo mal e se transformar em um mundo, onde o povo vive com medo e sem esperanças. Com o domínio da rainha Atalia, apenas poucos acreditavam na antiga Profecia que dizia que os tempos de luz voltariam através da herdeira predestinada e de mais dois luminares.

“O Luminar Maior que trazia em si o poder da luz solar. O Luminar Menor cuja glória era semelhante a da luz lunar. O Luminar Médio que tinha a luz estelar em seu interior.” (trecho inicial)

Deborah, a herdeira e Jael, a guardiã foram protegidas e preparadas desde que nasceram. Elas têm o compromisso de fazer a profecia se cumprir. As amigas nasceram no mesmo dia e trazem em seus corpos sinais que as identificam como as luminares.

“Ambas eram conscientes da missão que tinham pela frente e treinavam para estarem prontas, quando o momento chegasse.” (trecho)

O livro fala sobre fé, coragem e crescimento. A cada nova prova, as heroínas vão se revelando mais sábias e merecedoras da vitória. Durante as batalhas ainda existe a revelação do terceiro luminar. Aventura, magia, amor e amizade são os temas abordados nessa história.

“Não precisa cruzar a ponte comigo, mas me ajude a chegar até ela. Pode ser que, quando a hora chegar, a coragem me abandone.” (trecho)

Minhas Impressões

A trama, em sua maior parte, está voltada para as mulheres guerreiras. Cheguei a pensar que o livro falaria sobre religião, por conta das referências bíblicas, mas elas apenas demonstram a pesquisa da autora e estruturam muito bem a história. O tema principal é a fé, que nos possibilita acreditar e concretizar um objetivo baseado em nossa vontade verdadeira.

Entre os pontos positivo estão as passagens de ação e aventura dessas duas heroínas, que a cada página me surpreendiam com sua coragem e sabedoria. Acompanhei apreensiva, seus destinos repletos de provações e reviravoltas. Torcendo para que tudo desse certo e vibrando com suas conquistas. Adorei a personagem Jael desde o início.

Fica a dica para os leitores que apreciam literatura fantástica. O livro conta com uma trama bem estruturada e cenários medievais bem descritos.


site: www.escrevendoaospouquinhos.com.br
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Nanda 03/07/2014

[Resenha] A Profecia de Hedhen (Os Tronos da Luz #1) - Cristina Aguiar
Recebi o livro A Profecia de Hedhen da participação do booktour organizado pelo blog Way To Happines. Logo de início notei que o livro traria referências bíblicas, como a criação do mundo e tudo mais. Porém, nesse ponto a autora inovou trazendo toda uma história nova tendo como protagonistas os Luminares. A história se inicia com uma Profecia, depois que a terra de Hedhen estava sendo tomada pelas forças das trevas. A Profecia dizia que no futuro os Tronos seriam retomados e expulsariam as trevas do reino, mas o caminho percorrido não seria fácil pelos Luminares.

Eu gostei muito, mas muito mesmo, da história. Há muito tempo que eu não lia um livro do gênero que me prendesse tanto a atenção. Confesso que me assustei no início com o tamanho do livro, por ser uma trilogia, e fiquei preocupada que a história fosse ter algum tipo de enrolação, sabe? Felizmente não foi isso que aconteceu.

O livro é narrado em terceira pessoa, o que facilita o entendimento visto que são muitos personagens e histórias paralelas. Esse foi um dos pontos que achei mais fraco na história, em algumas partes precisei voltar a leitura para entender de verdade sobre em quem estava o enfoque. Porém, isso não atrapalhou muito.

As personagens foram muito bem construídas, gostei de ver como Cristina não colocou Deborah e Jael como sofredoras por sua questão de Luminar. Muito pelo contrário, ambas são personagens fortes e decididas, mas acima de tudo, elas possuem uma humanidade que muitas vezes me perguntei se de fato não existiram mulheres assim. O mistério inicial fica em encontrar o Luminar Maior, para a Profecia realmente começar a se cumprir.

No outro núcleo, dominado pelas trevas, está Atalia, uma sacerdotisa (que também é tia de Deborah) e que pretendia exterminar de uma vez por todas os Luminares. Achei a construção de Atalia fraca, não sei explicar direito, mas ela tinha tudo para ser uma daquelas vilãs bem maléficas e não foi bem assim.

O interessante do livro é que muitas informações iniciais pareciam que eram jogadas a esmo, mas com o andamento da leitura era fácil recordar o que aconteceu em algumas páginas atrás e fazer uma junção. Nesse quesito a autora acertou em cheio, pois praticamente nenhuma ponta solta foi deixada. Além disso, a autora envolveu sim o romance, mas em nenhum momento ele foi colocado acima do que era proposto inicialmente e isso me encantou.

Minha queixa maior mesmo é em relação à diagramação, fiquei extremamente incomodada com as páginas mais escuras no início de cada capítulo. A cor da fonte era preta, juntou uma imagem escura, adeus leitura à noite para a pessoa míope que vos fala. Fora isso, não tenho muito que reclamar, vi alguns errinhos de vírgula, mas só.

Por fim, A Profecia de Hedhen foi de longe uma das leituras mais surpreendentes até agora. A história é excelente e, embora eu não tenha detalhado tanto para evita spoilers, muitas cenas são de tirar o fôlego. Por conta de não ter sobrado quase nenhuma ponta solta, eu não vi necessidade de uma continuação. Mas confesso que fiquei curiosa por algo que acontece bem no finalzinho do livro.

site: http://www.entrelinhascasuais.com/2014/07/resenha-profecia-de-hedhen-os-tronos-da.html
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Laury 11/01/2013

A Profecia de Hedhen - Cristina Aguiar
Aviso muito importante antes de começar o livro. Se sua memória foi péssima como a minha, aconselho já separar um papel para ir anotando o nome dos personagens para não esquecer quem é quem. Fiz isso infinitas vezes no livro, afinal ele tem 450 páginas e seria meio difícil ter pouco personagem, não acham?

Bem, o livro conta a historia de um reino fictício no qual reina as trevas, e para o qual a única esperança da volta da Luz é a Profecia. Uma espécie de distopia de outro mundo, que poderia muito bem ser o nosso. A Profecia é levada por alguns como motivo de vida, enquanto para outros é só uma lenda. Ela prega que três pessoas – os luminares maior, menor e médio – surgirão e trarão de volta a paz. E é assim que conhecemos Deborah e Jael. Desde que nasceram elas sabem que fazem parte da Profecia. A Lua e a Estrela.

Até ai tudo de boa, feliz, porque você pensa, “vai ter uma guerra, o bem milagrosamente vencerá e fim”, mas ai você olha para o livro e encara 450 páginas. Por que tanta página se a estória é tão simples? A resposta é fácil, a estória não é tão simples assim! Tudo começa bem e se desenrola as mil maravilhas até a metade do livro, mas depois dessa parte… Meu Deus! Que aflição!! Sabe aquele momento que você vai lendo, mas não consegue entender o que está lendo porque sua cabeça está lá na frente tentando descobrir o que vai acontecer? Quase morri! Queria porque queria ler o final e respirar mais tranqüilamente, mas resisti e não fiz isso. Não façam também! Vale à pena esperar!

Eu comecei o livro com um pezinho meio atrás. Vou explicar porque. Adorei a estória na sinopse que vi no site, mas quando comecei a ler me deparei com o que parecia ser uma “guerra teológica”, uma espécie de disputa de Deuses, entende? Qual é mais forte, poderoso, verdadeiro… essas coisas. E tive a impressão que o livro começava a se referir à natureza de forma pejorativa e eu como defensora numero um da natureza, fiquei com aquela pulginha. Por isso fiquei extremamente feliz quando descobri que não se tratava disso. Afinal, essa idéia que tive no inicio era a única coisa que me impedia de amar o livro por completo. Mas o livro mostra uma forma “diferente” de encarar “a criação” e mesmo que naquele contexto faça referencia ao mundo deles, eu acho que não deixa de se aplicar ao nosso. Afinal fala sobre as diferenças da adoração a Deus (Pai-criador) e da adoração as coisas.

O livro com certeza vale à pena. Os cenários são lindos, a personalidade dos personagens é impecável e a Profecia muito bem criada. Me apaixonei por tanta gente. A Deborah e a Jael nem se fale, elas me lembraram a Lissa e a Rose de Academia de Vampiros, apesar de a Deborah ser infinitamente mais desenvolvida que a Lissa e os livros não terem nada haver um com o outro. As duas juntas são simplesmente muito fofas, irmãs que se amam muito, apesar de não serem verdadeiramente irmãs. Eu gostaria de ter a personalidade da Deborah, mais controlada, mas acho que a minha é mais como a da Jael, mais impulsiva. Mas as duas são surpreendentes, tudo que elas enfrentam e passam para a Profecia se realizar… Oh God!

As duas sofrem de um tanto e quando você acha que não tem mais como sofrer, elas sofrem mais ainda. Cada tortura me dava uma aflição. Eu sei que no final eu estava soluçando cada vez que as duas “caiam” nas mãos do mal. Mas não pense que o livro se resume a sofrimento e lágrimas, não mesmo. Acho que nunca vi um livro com tantos casais. Rsrs E o impressionante é que os casais davam super certo, tinham química, mesmo eles tendo surgido meio que do nada. Falando em casais, impossível não falar dos companheiros da Deborah e da Jael. Não vou falar os nomes deles para não dar spoiler, mas são LINDOS!!! O amor que eles sentiam por elas era muito fofo, daqueles que você faz até “own *-*”, sabe? Kkkk Muito, muito lindo. E a personalidade deles combinam com as delas. Ai, chega, são lindos, ponto! Kkkk

E já que falamos de amor, não posso esquecer das pessoas que seguiam a Herdeira. A Hulda é o exemplo de mãe. Nathan é a coisa mais fofa que já vi. Othoniel só conseguiu meu amor no final, mas ok. Kkk É tanta gente que gostei e não lembro o nome, mas também tanta gente que não consegui engolir.

Mas o que achei mais impressionante no livro foi o fato de eu saber o final e mesmo assim não parar de ler. Vou explicar. A Deborah é a Herdeira e consegue ver certos eventos do futuro e em um momento ela vê como tudo vai terminar. Ou seja, no meio do livro eu já sabia como ele iria terminar, mas ainda assim não desisti de ler. Li até o final torcendo para que tudo acontecesse diferente. E mesmo soluçando de tanto chorar eu ainda tinha a esperança de tudo ser diferente. Kkkk Não pensei em parar nenhuma vez! Sério, eu fiquei surpresa com isso, porque o livro me prendeu de uma forma estranha e boa.

Enfim, o livro é muito bom e apesar de ser uma série, o primeiro volume TEM um final. A estória que engloba o primeiro livro, acaba no primeiro livro. Mas não pense que não tem aquele pontinho que dá a curiosidade para o próximo, porque tem, ah se tem. Kkkk É uma aventura de tirar o fôlego, que quando você é obrigado a fechar o livro no meio da estória, você fecha o livro angustiada, porque sente a necessidade de continuar. Fora que cada nome de capitulo te instiga mais ainda. Muito bom! Recomendado principalmente para quem gosta de aventura.

Uma coisa muito importante também, a autora é uma fofa e passei horas conversando com ela! kkk Breve teremos uma entrevista com ela aqui, ok? Aguardem ansiosos!

Beijos!

Laury.
http://maniacaporlivros.wordpress.com
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Lê Vieira 22/11/2013

Desde o momento em que abri o livro já percebi que tinha em mãos uma obra que teria tudo para me envolver e me fazer adorar ainda mais a literatura nacional. O trabalho gráfico deste livro é de deixar muitas obras “gringas” para trás.
Uma história cheia de personagens femininos, todos com personalidade forte e marcante, com suas próprias conquistas e anseios e que em nenhum momento demonstram uma fragilidade exagerada e cheia de drama. Mulheres guerreiras, sacerdotisas e determinadas em atingir os objetivos propostos a elas.


Em um lugar repleto de escuridão a esperança estava nas mãos de duas jovens, que foram descobrindo aos poucos a importância que seus atos teriam para salvar seu povo. Calma, não é um livro feminista que exalte apenas a força da mulher, pelo contrário, a autora soube equilibrar a importância de cada pessoa à história, independente do sexo, classe social ou nível de instrução. Foi possível notar que todos que realmente queriam fazer parte da mudança tiveram importante papel no desenrolar dos acontecimentos.


As batalhas foram muito bem descritas, com os detalhes na medida certa e com as sensações do personagens tão bem expostas que em alguns momentos eu conseguia realmente ‘sentir’ a dor pela qual eles estavam passando. Não vou citar os momentos em que fiquei sem fôlego ou que fiquei torcendo de verdade pela melhora de alguém, pois isso poderia ser um grande spoiler, mas saibam que este livro é repleto de sentimentos facilmente passados para o leitor.

Admito que me atrapalhei um pouco no início pela quantidade de personagens, isso se deve ao fato de eu não ser uma pessoa que consegue se concentrar com facilidade, mas como todos tem papel importante na história eles aparecem em diversos momentos, o que foi uma grande ajuda para que eu lembrasse quem era quem.

A personalidade de cada personagem me agradou muito. Não encontrei um sequer que me irritasse por ser fraco e chorão, mesmo sendo jovens todos sabiam o que precisava ser feito e não ficavam lamentando pelos cantos por isso. Claro que em determinado momento (não direito qual, para não estragar a surpresa) há emoção e sofrimento, mas foi descrito de uma forma tão incrível que me comoveu e despertou meu senso de justiça.

Para quem ainda faz cara feia para a literatura nacional, mas adora uma história com magia negra, forças do mal, guerreiros destemidos e batalhas bem criadas, com certeza após ler este livro passará a abrir os olhos para as boas histórias que são escritas por autores brasileiros.

"A profecia de Hedhen" é o livro 1 da saga "Os tronos da Luz", mas não se desespere, pois mesmo havendo continuação a autora criou uma obra com início, meio e fim, ela não criou aquele tipo de saga que deixa história mal contada deixando o leitor nervoso por não saber o que vai acontecer. Este foi um dos diversos pontos positivos que encontrei, já que eu não sou nenhum exemplo de paciência e só costumo começar a ler séries se já tiver todos os volumes na estante por não aguentar história sem fim.


site: http://confraria-cultural.blogspot.com.br/2013/11/resenha-profecia-de-hedhen-cristina.html
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SahRosa 26/02/2013

daimaginacaoaescrita.com
Durante anos o povo tem adorado uma deusa falsa, ignorando os ensinamentos do Grande – Pai, as trevas inundaram a terra de Hedhen, que amarga perante sacrifícios de sangue. Para trazer de volta a luz que há muito tempo já se encontrava quase esquecida, uma profecia foi criada, anunciando a chegada dos Luminares, o Sol, a Lua e a Estrela.

Duas jovens têm o destino traçado, a Herdeira e a Guardiã, que juntas irão fortalecer as palavras da Profecia, restaurar a fé e a esperança perdida. Para que a Luz possa de fato triunfar, é necessário encontrar a outra parte da profecia, aquela que ainda não foi revelada e que tende a mostrar o Rei perante aos homens, aquele que foi escolhido como Luminar Sol.

Só que para toda jornada existe um caminho, e neste caminho há obstáculos a serem vencidos, mas o importante é que a fé nunca deve ser duvidada, afinal o Grande – Pai esta lado a lado para iluminar e confortar todos os seus filhos.

***

Após a conclusão da leitura, fiquei refletindo sobre o que escrever e quais palavras usar para compor esta resenha. Muitas vezes pensei que expor minha opinião sobre algo que gostei fosse fácil, mas sinceramente não é. Como expor tudo aquilo que vivenciei acompanhando as aventuras de Deborah e Jael? Só posso dizer que me sinto grata e feliz por ter tido essa chance, de poder ter lido um livro muito bem desenvolvido e estruturado como é a obra de Cristina Aguiar.

Fiquei me perguntando como será que foi o processo de criação dessa estória, pois tudo foi muito bem moldado para agradar aos fãs de literatura fantástica, aos apreciadores de uma ótima aventura medieval, com lições de fé, amor, esperança e amizade!

Com uma narrativa em terceira pessoa, somos conduzidos há vários pontos da estória, seja da Herdeira, da Guardiã, dos vilões e do Rei. Cada passo nos leva a encaixar cada mistério em volta de A Profecia de Hedhen, além de sentirmos medo e aflição em determinados momentos, principalmente com a chegada do final.

Posso dizer que a autora soube bem como criar cada um de seus personagens, que aliais são vários, que vamos conhecendo pouco a pouco, nos afeiçoando a eles, quer dizer, com exceção dos vilões, que são simplesmente cruéis e devo dizer que me deram raiva, muita raiva, em especial a Rainha Atalia, sem dúvidas uma serpente, muito má e dissimulada!

Mas falarei de Deborah e Jael, com certeza minhas favoritas! Ambas nasceram no mesmo dia, são a Luminar Lua e Luminar Estrela, a Herdeira e a Guardiã. As duas crescem à medida que os capítulos vão se desenrolado, mostrando o quão fortes, corajosas e sábias são! Só posso dizer que eis uma saga que esperarei ansiosa por sua continuação! Onde aguardarei o retorno da Luz, para ver novamente o Rei, a Herdeira e a Guardiã!

A todos que desejam um livro repleto de batalhas memoráveis e personagens marcantes, A Profecia de Hedhen é uma excelente escolha! Você irá se envolver com todos os passos da Profecia, desejando mais que tudo que a Luz triunfe nas terras de Hedhen!
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Blog Stalker Literária 19/08/2015

Deborah e Jael nasceram envoltas pela profecia, e cresceram se preparando para o dia o qual precisariam lutar e reviver a crença do Grande Pai, tirando Hedhen do caos e escuridão que se encontra. Mas o caminho não será fácil, além de aprender a se defender fisicamente, também terão que aprender a fortalecer a sua alma dos futuros ataques de seus inimigos, que possuem o manejo da força das trevas, que machuca muito mais os Luminares do que qualquer outra arma.
Outros testes também a aguardam, elas terão que se mostrar dignas, crentes e corajosas, além de que terão que esperar a revelação do Rei Luminar do Sol. Fazer alianças e conquistar povos que antes creram no Pai-Criador é mais que importante, pois sem eles a batalha final não será ganha. Aceitar seu destino pelo bem maior é primordial, já que a paz e a justiça do sei reino depende dos três Luminares.

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site: http://www.gordinhaassumida.com.br/2015/08/a-profecia-de-hedhencristina-aguiar-1.html
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Anna Gabby - L&V 08/03/2014

Mulheres guerreiras, uma profecia e três reis malignos
Hedhen era uma terra cheia de luz, onde todos acreditavam no Pai Criador e onde os três “luminares” reinavam absolutos e justos. Mas um grande mal se aproximava e ganhava força, temendo pelo fim do que era bom, os três luminares criaram a profecia que traria a luz de volta aquelas terras.
Cirene, a rainha de Salema, acaba de dar a luz a uma linda menina, mas está tão fraca que só consegue pedir a Hulda, a profetiza, que proteja a criança de Atalia, futura rainha de Salema, antes que a morte a levasse. Hulda foge com a pequena Deborah, a jovem que um dia deveria reinar sobre Salema, a portadora de uma marca em forma de lua.
Durante sua fuga, Hulda encontra Héber, o líder dos Queneus, que ao ver o sinal que Deborah carrega, apresenta a Hulda a recém nascida Jael, portadora do sinal da estrela. Duas Luminares que estão ligadas pela profecia e que possuem a vida ameaçada, para protegê-las Hulda leva as meninas para Gades, uma terra de guerreiros, mas esquecida pelos inimigos das portadoras dos sinais. Em Gades, as meninas crescem e aprendem a ser boas guerreiras, mas o mal também cresceu.
Graças à magia de Jabim, senhor de Hazorah, Sísera, filho de Atalia, encontra as Luminares, mas elas e o povo de Gades conseguem afastar o mal, por hora. O tempo para se cumprir a profecia chegou, mas muito ainda há de acontecer. As Luminares terão que lutar suas próprias batalhas (por elas e por seus povos) e terão de encontrar o Rei, portador da marca do sol, o Lumiar Maior, enquanto se preparam para descobrir o que há na parte selada da profecia e como se dará o retorno da luz. Essas guerreiras sofreram e lutaram pela verdade que carregam. O mal, representado por Atalia, Jabim, Sísera, Anrafel (Senhor de Babilos) e seus comandados, fará de tudo para impedi-las, inclusive convocarão magias ocultas.
Escrever essa resenha é mega complicado, pois como sempre acontece (comigo) quando se gosta muito de um livro, não há palavras que consiga descrevê-lo ou explicar sua beleza. Mas vamos tentar...
Começando pelo enredo, a pequena introdução que eu dei é menos que um resumo do resumo, pois há muito mais ocorre nas páginas desse livro; eu poderia ficar falando da profecia, dos Queneus, de Babilos, Salema, etc. (Mas seria Spoiler) A linha cronológica é construída ao longo de alguns anos, mas não se perde em nenhum momento e nem se torna lenta. Ficou nítido que o enredo tem algumas partes inspiradas na Bíblia, não é um texto que discuta religião, mas que ela está presente e isso é inegável.
A narrativa é ágil, envolvente e em terceira pessoa. A autora conseguiu me fazer arrepiar em algumas cenas com sua descrição, tornou tudo real e palpável ao mesmo tempo em que foi surreal. Isso desde o inicio da história até o seu final e só de relembrar algumas cenas meu coração acelera! Faz tempo que um livro não fazia isso comigo. kkkk
Os personagens são fortes e lutam pelo que acreditam independente se são bons ou maus. Os vilões não foram tão abordados quanto os Luminares e os defensores da profecia, mas eu pude sentir a inveja e a sede de poder que havia em Atalia.
A diagramação é linda, mas como algumas folhas possuem uma imagem sombreada por trás de um texto de cor negra, tive dificuldade para ler essas partes.
O final é fechado, mas há ganchos para o próximo livro que eu preciso ler!!!
Preciso dizer que esse livro é perfeito para o dia de hoje, pois apesar de termos personagens masculinos marcantes, esse foi o livro onde as mulheres brilharam... Deborah e Jael, com a fé que depositam no Pai e a coragem ao aceitar a profecia, Hulda que luta pelas meninas, Atalia que não poupa esforços para destruir quem a ameaça, as Amazonas que formam o exército de Salema, a Ordem Branca que luta no exército profético... Todas mulheres de fibra e força.
No mais esse é um livro para ser lido e sentido, minhas palavras não poderia explicar e eu agradeço muito a autora por ter me permitido ler uma história tão maravilhosa e desejo para ela muito sucesso, pois é mais que merecido. Essa história se tornou favorita e merece mais até do que as 5 borboletas!

" - Isso não requer coragem? Não precisamos ser guerreiros ou heróis para alcançar essa virtude. Basta um coração disposto."

site: http://anna-gabby.blogspot.com.br/2014/03/a-profecia-de-hedhen-cristina-aguiar.html
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Caroline 25/09/2015

Começamos com o nascimento as duas luminares Lua e estrela, Deborah e Jael respectivamente. A herdeira e a guardiã. Elas são criadas sabendo do seu papel para salvar a terra de Hedhen das trevas que se apossaram momentaneamente do que é direito dos luminares. Como diz o nome há uma profecia dando um norte as duas. Parte da profecia está selada e só pode ser aberta quando a primeira parte for cumprida.
Devo alertar a todos que iram ler esse livro que é uma leitura intensa e densa. É muito gostosa de ler e flui muito bem, mas por ser rico em informações acaba tomando mais do nosso tempo para que possamos apreciar cada detalhe. São muitas aventuras em um único livro, isso torna-se prático para nós leitores, apesar de ser denso a autora soube colocar em um livro o que renderia dois e isso não fez a historia ficar pesada demais.
Como disse a autora nos bombardeia de detalhes a cada pagina do livro, eu gostos disso pois a historia fica completa sem lacunas para que duvidemos do rumo que a autora decide levar o livro.
Eu li apenas um Livro do Bernard Cornwell e tenho que dizer que a autora conseguiu elevar sua escrita a esse grande autor. Sei que é chato comparações, mas como esse caso é para o bem vale. A forma de escrita densa, mas muito satisfatória faz com que sejam muito parecidos, o que diferencia é o linguajar. Tio Cornwell usa uma linguagem mais robusta e da antiguidade, a Cristina usa termos do gênero mais de forma atual que torna a leitura mais fácil.
Preciso falar o quanto ela é cruel. Eu imaginava o que ia acontecer (e aconteceu), mas quanto mais me aproximava dos últimos capítulos não quis acreditar que a Cristina ia ser tão cruel com nós, pobre leitores. Chorei muito com esse fato, que por sinal vou deixar vocês curiosos para ler o livro por que apesar de toda essa crueldade é incrível. Não deixei de me surpreender a cada novo capitulo lido.

site: http://estudiodecriacaoblog.blogspot.com.br/
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