Doce Vampira

Doce Vampira Ju Lund
Ju Lund




Resenhas - Doce Vampira


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Bia 03/07/2018

Surpreendentemente bom!
Um romance que começa docinho e simples de ler como qualquer chic lit, mas logo se revela distópico, com enredo surpreendente, críticas contemporâneas e um final que te deixa desesperada pela continuação!
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Leydiane.Nunes 20/04/2018

Me surpreendeu MUITO!
Em uma mistura de romance e mistério, nós somos apresentados a história de um amor impossivel entre duas meninas, que por si só já sofreria preconceito, imagine se uma delas for uma vampira?
Eduarda de Ávila é uma jovem de 17 anos, que estudou a vida inteira em escola pública, mas no último ano do ensino médio sua mãe, como havia planejado, a transferiu para uma instituição particular. Foi nesta nova escola que Duda, deslocada, conhece a sensual e divertida vampira Ester. Passando mais tempo juntas ao realizar trabalhos, a amizade das duas cresce e um novo sentimento inesperado surge e com ele muitos mistérios.
Nesse universo criado por Ju Lund os Vampiros convivem bem com a maioria dos humanos, frenquentam escolas, trabalham juntos e recebem bolsas de sangue do governo para não precisarem caçar. Mas existe uma "religião" intitulada os Semeadores que não concordam com este novo mundo e querem que tudo volte a ser como era antes, e para isso eles são capazes de tudo!

Posso dizer que a escrita da Lund me surpreendeu muito! O tema pode parecer um clichê que ja conhemos, mas a autora o aborda de uma forma totalmente nova, com personagens palpaveis e uma trama envolvente.
Eu indico este livro para todos que procuram uma leitura rápida e leve, sem furos e que cumpre o que promete. Este é o primeiro livro de uma trilogia que eu com certeza vou acompanhar!

site: https://www.instagram.com/p/BhpBjlDHLw-/?hl=pt-br&taken-by=daydreamsbooks
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Bia Gonçalves 16/04/2018

Ok. Confuso, mas ok.
A premissa do livro é ótima: envolve vários tipos de preconceito, o que provavelmente seja uma grande alfinetada na nossa sociedade.
Entretanto, uma coisa que me incomodou bastante foi a forma corrida como a história foi contada. O número reduzido de páginas é um atrativo, sem dúvida, mas talvez seria melhor alcançar as 300 e inserir um pouco mais de detalhes, pensamentos, ações, descrições. Por algumas vezes fiquei confusa, uma hora algo acontecia na mente da personagem, de repente a narrativa pulava para as ações de terceiros. Isso poderia ser melhorado, seria uma experiência mais marcante para os leitores.
Mas, ainda assim, gostei da leitura. Não sabia o que pensar quando li a sinopse. Sinceramente fiquei com medo de ser uma bagunça total. Apesar da pressa na narrativa, consegui compreender bem todos os pontos, de modo que até fiquei curiosa para o próximo volume. Vamos ver...
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Liih.Santos 31/10/2017

Doce Vampira #1
UM ROMANCE QUEER CHICK. Os vampiros se revelaram ao mundo, mas ainda sofrem muitas desconfianças dos humanos. Apaixonadas Duda e Esther precisam lidar com todos os tipos de discriminação por serem de raças diferentes e ambas do mesmo sexo. Será que o amor delas sobreviverá a segredos e ao fanatismo? Descubra nesse romance com toques de drama e mistério. Entre de cabeça no universo fantástico criado pela escritora Ju Lund.

Primeiro livro que li do gênero Queer Chick e primeiro também da autora Ju Lund que eu já conhecia por indicações de amigos e que agora virei fã!
Amei conhecer Doce Vampira, simplesmente me agradou muito, tanto a escrita, o enredo, as personagens e também a história por ser sobre vampiros, que é um dos meus gêneros favoritos, com um final surpreendente que me deixou querendo ler mais e mais o próximo volume.
Sobre a capa, é linda, assim como as fotos que encontramos especialmente feitas para a edição.
Doce Vampira é uma história muito linda, que mostra um amor lindo entre duas personalidades bem diferentes que juntas lutam contra o preconceito da sociedade, leiam e se apaixonem por Esther e Duda.
?????
Editora AVEC @aveceditora
Autora Ju Lund @julundescritora / @portaljulundoficial
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Matheus Machado 14/10/2017

Resenha | Doce Vampira
"Revelar a sua verdadeira natureza e manter uma convivência pacífica com a humanidade pode parecer um sonho realizado pela sociedade vampiresca, mas não quer dizer que seriam aceitos facilmente pelos humanos. Apaixonadas, Eduarda e Esther precisam lidar com dois tipos de discriminação, por serem de espécies diferentes e por serem ambas do mesmo sexo."

Doce Vampira poderia ser simplesmente um outro Crepúsculo, pois depois da notoriedade da obra de Stephenie Meyer qualquer história parecida poderia ser inspirada na saga que também ganhou vida nos cinemas. Porém, Ju Lund, mesmo que trazendo similaridades, se distância disso ao fazer de Doce Vampira um romance (queer chic) com ares shakespearianos ambientado em um cenário que mistura conceitos brasileiros e norte-americanos.


site: http://matinecinetv.com.br/2017/10/14/resenha-doce-vampira/
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Yasmim Braga 21/09/2017

um romance diferente!

Neste mundo aqui, os vampiros e os humanos convivem muito bem. Há muito tempo, o governo decidiu que seria melhor aceitar a raça do que exterminá-la. Existe uma lei que os protege, que resguarda seus direitos vampíricos. Apesar disso, os humanos ainda têm muito preconceito, dizem que aceitam, mas é só nas aparências.

OBS: Os vampiros aqui são diferentes, não tem como comparar com nenhum outro filme/livro, temos apenas que esquecer essas outras obras e focar aqui, pois são vampiros únicos.

Eduarda acaba mudar para uma escola privada e não tem facilidade para fazer amigos. Fica muito só e acha que terá que fazer o trabalho de dupla sozinha também, quando Esther - uma moça vampira com uma beleza muito estonteante - aparece e lhe convida para ser seu par. A partir de então, elas iniciam uma amizade, que vai se fortalecendo muito. Conforme o tempo vai passando, elas conseguem se conectar de uma forma única, não desgrudam uma da outra. Até quando Duda percebe que seus sentimentos vão além da amizade, então, se declara e descobre que é correspondida. Esther e Duda começam a namorar e notam que estão mais felizes do que nunca, que estar nos braços uma da outra foi o que sempre quiseram.

"O preconceito machuca as pessoas e, muitas vezes, deixa cicatrizes que jamais são curadas."


Os pais de Duda não aceitam a situação, acham um absurdo um relacionamento com uma vampira, então pedem a expulsão de Esther (com justificativa de ser maior de idade) e fazem questão de levar a filha em um médico, pois acham que podem consertá-la. No meio de muitas consultas médicas e remédios, Duda decide que precisa fugir com sua amada. Elas se organizam e conseguem levar Duda para morar na casa dos pais de Esther.

"Viver tem suas dores, como no amor, você vive ou sofre por ele."

Duda está certa de que é isso que quer para sua vida, até começar a conhecer a casa da família e Louise (mãe e criadora de Esther). Descobre não se sentir confortável lá, acha tudo muito impessoal, e seu medo surge quando o assunto 'transformação' é abordado por Louise. Duda entra em pânico ao pensar nisso, pois não havia cogitado essa possibilidade, queria apenas ficar com Esther. É seguro mesmo ficar ali? As pessoas estão certas de não se relacionarem com os vampiros? O que deve escolher? A razão ou o coração?

Duda sente que nunca teve seu lugar no mundo, até encontrar Esther. Sempre se sentiu deslocada. É inteligente, mas também, bem impulsiva, o que faz dela um pouco boba as vezes. Acontecem coisas que ela poderia ter evitado, mas não pensar direito ocasionou isso. No entanto, se joga no amor, sem medo ou discrimnação por ser uma raça diferente, pois enxerga todos como iguais.

Esther é mais velha do que aparenta (claro, por ser vampira), sendo assim, muito mais madura. É uma garota elegante, descrita com uma beleza incrível, super culta e segue completamente as tradições da família. Achei ela até perfeita demais hahaha isso me incomodou um pouco. Porém, Esther conseguiu me cativar, pois sua personalidade é doce e gentil. O mistério que envolve sua família acaba te prendendo, pois ela foi bem indiferente com as perguntas que Duda fazia a respeito de tudo, fiquei curiosa querendo entender o que estava rolando ali.

Quando parece que a autora vai abordar apenas isso (vulgo, a relação das duas e o medo da humana), ela começa a seguir outros caminhos, nos apresentando uma organização religiosa, outros personagens, ela acelera o ritmo da história e você fica tenso, porque percebe que as coisas estão dando tudo errado para as protagonistas. O final é o que te deixa bravo e com vontade de continuar, porque acaba de um jeito perturbador e que não deveria ter um fim ali, fiquei tipo: WHAT?? Ja quero a continuação!


A escrita da autora é muito fácil e envolvente. Ela descreve tudo de forma suficiente para conseguirmos imaginar a cena. O romance me convenceu, achei fofo demais, torci bastante pelas duas. Achei que a Duda foi bem construída, mas a Esther foi deixada um pouco de lado, poderia ter sido mais desenvolvida, (poderia ter defeitos também) queria saber mais dela. Mas tudo bem, porque tem uma continuação.. Gostei bastante das cenas de ação, conseguiram me prender.

A capa é muito bonita, a diagramação super bem feita, todo início de capítulo tem uma reprodução da capa em preto e branco, que eu adorei. Ao fim do livro, encontramos um mural de fotos, onde tem uma sessão com fotos tiradas especialmente para o livro. (o que achei bem legal)

No mais, super indico caso você curta histórias sobrenaturais ou romance lgbt.





site: http://literarte.blog.br/
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Delirium Nerd 09/06/2017

Doce Vampira: Sobre Descobertas, Prazeres e Incertezas
Desde que as histórias de vampiro surgiram, muitas foram suas ambientações, passando por várias épocas históricas. Em Doce Vampira, os vampiros vivem no século XXI e estão relativamente inseridos entre os humanos. A lei os reconhece e eles são atendidos com o suprimento de sangue necessário, de forma que os vampiros não precisam mais se alimentar dos humanos como única forma de sobrevivência.

Outro detalhe importante é que eles não passam o dia inteiro escondidos, mas somente uma parte dele. Têm alguns poderes comuns ao universo vampiresco, como maior velocidade, capacidade sensitiva maior, além de, logicamente, viverem por muitos e muitos anos. Infelizmente, porém, mesmo com o passar do tempo, ainda existe muito preconceito com relação a eles no momento e contexto em que a narrativa se dá.

Dito isso, a história nos apresenta Eduarda, uma jovem adolescente que se enamora por uma pessoa, tendo como resultado ser alvo de duplo preconceito: uma mulher que é um vampiro. Esther tem mais ou menos a aparência de uma jovem mulher, apesar de seus mais de cem anos. Com ela, Eduarda descobre o amor e a sexualidade. E por causa dessa experiência, que teoricamente nem parece ser tão estranha em seu meio, ela vai enfrentar um verdadeiro horror.

Paramos por aqui, porque a autora conduz o livro de forma tal que quando achamos que estamos diante de um ápice de tensão, ela começa a se enveredar por outros caminhos, nos mostrando que estávamos totalmente erradas sobre o que temer, além de nos presentear com uma história sobre descobertas, prazeres e incertezas, combinados com vários mistérios.

Parece haver alguns subtextos importantes em Doce Vampira. Primeiro, porque ao colocar o relacionamento afetivo de Eduarda no fim da adolescência e início da vida adulta, ela oferece uma metáfora bastante acertada de como este momento pode ser difícil na vida de uma pessoa. Mesmo tendo vivido por quase duas décadas, Eduarda ainda não tem bagagem suficiente para tomar decisões importantes, mesmo quando confrontada por elas.

Com isso, ela fica à mercê da família, dos amigos e até de estranhos. Ao mesmo tempo, ao se relacionar com uma mulher, a autora também mostra que nesse momento Eduarda ainda tem muito o que descobrir sobre o mundo, mas também sobre si mesma. É, inclusive, interessante como a autora não força um comparativo entre as possibilidades sexuais, como a sugerir que a questão nem é da escolha de um caminho, mas muito mais sobre se permitir sentir e viver.

A própria escolha por se relacionar com uma pessoa do mesmo sexo fica menos relevante diante de todo o emaranhado de acontecimentos e sensações por que passa Eduarda. Porque, como vamos percebendo ao longo do livro – que vai num crescendo emocionante – é que muitas vezes a falta de apoio, de escuta e compreensão das pessoas que nos amam e se importam conosco acabam sendo muito mais decisivas para direcionar nossos caminhos do que as escolhas que se apresentam.

Prepare-se: Doce Vampira parece, de início, apenas um passatempo sedutor, mas se torna cada vez mais misterioso e surpreendente, fazendo com que devoremos suas páginas!

site: http://deliriumnerd.com/2017/03/07/livros-doce-vampira-resenha/
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Keth 30/01/2017

Este é um livro capaz de envolver qualquer tipo de leitor a se apaixonar por cada palavra escrita.
Resenha:

Duda nunca foi uma garota de fazer muitas amizades, agora que mudou de escola e perdeu seus amigos ela tenta retomar a vida escolar em um colégio novo.

Ela era a única novata até aparecer Esther que deixou a garota completamente feliz por não estar agora mais sozinha deixando de ser a mais nova aluna da classe.

Depois de fazerem uma dupla na aula ambas se tornaram amiga...melhores amiga.

Essa amizade foi a cada dia crescendo e se tornando um sentimento maior... Amor.

Querendo deixar de lado esse sentimento fez com que ficasse um clima estranho entres as duas e ao abrir o coração, Duda descobre que sua Vampira (Esther) senti o mesmo por ela.

Esconder o relacionamento não da muito certo para elas, as pessoas começam a perceber a proximidade das duas e este assunto chega aos pais de Eduarda que não aceita nada disso e a proíbe a filha de falar com sua amiga.

Esther é expulsa da escola por ser maior de idade e estar se relacionando com uma menor (ela é uma vampira e tem muitos anos a mais que Duda e isso era inaceitável, pricipalmente por existir o grande preconceito com a espécie).

A menina completamente apaixonda pela vampira decide lutar por seu amor, para isso é necessário mentir.

Agora longe de casa o que viria pela frente? Será que o amor das duas é grande o suficiente para superar tudo que esta acontecendo? Duda seria capaz de mudar por seu grande amor? Sua Doce Vampira estaria realmente lhe falando a verdade?

Seus pais mentiram e a família de Ester também...Ela iria acreditar em quem agora? A cada momento tudo ficava mais sério e perigoso...

P.S.: O livro me surpeendeu bastante, achei a história super envolvente. A leitura é rápida e bem fácil.

Achei as protagonistas fofas, não ficou nada meloso que realmente era o que esperava, ficou algo simplemsente tão bom que é inexplicavel!

Por ser um tipo de leitura que não estou acostumada achei ótimo.

Para quem curte vampiros super recomendo, com certeza o leitor vai se envolver na história e devorar o e-book em poucas horas. rs

É bem interessante como o livro é bem neutro de uma forma que acredito que envolve todo tipo de leitor. Nada é muito, quando você pensa que vai ter apenas isso, aparece outra coisa e cada vez vai mudando levando a gente a ter um outro olhar (amo quando o autor não fica na mesma coisa). Impossível ter tédio com a história é tudo muito bem escrito do começo ao fim.

Este é um livro capaz de envolver qualquer tipo de leitor a se apaixonar por cada palavra escrita.

Super recomendo!


site: https://parbataibooks.blogspot.com.br/2015/07/resenha-doce-vampira.html
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Corujas de Biblioteca 08/01/2017

Resenha por Victoria Starepravo do blog Corujas de Biblioteca
Eu nunca havia lido um romance Queer, e eu não sabia muito sobre a autora, mas vi que era um livro sobre vampiros e isso foi o suficiente para despertar meu interesse.

A história é bem interessante. É fácil imaginar uma sociedade onde os vampiros vivem abertamente e o preconceito do qual eles seriam vítimas. Agora imagine se apaixonar por alguém que não apenas é de outra raça, mas também do mesmo sexo, e sofrer o dobro de preconceito. O fanatismo, o extremismo presentes na história fazem você refletir sobre nossa sociedade atual também.

A Duda é uma menina nova e inocente, mas todo o mistério que envolve Esther e sua família vampira mais do que compensam pela humana entediante. O relacionamento das duas é bem pesado. Duda vive cheia de dúvidas mas não tem coragem de dizê-las em voz alta, enquanto Esther tem muitos segredos que não pode contar pelo fato de Duda ser humana, e isso acaba atrapalhando a relação das duas, por mais que elas se amem.

A escrita é boa e eu realmente me prendi a história. É impossível resistir ao final e não querer desesperadamente a continuação desse livro.
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Stela 05/10/2016

ROMANCE QUEER CHICK
É um romance diferente de todos que já havia lido, principalmente por se tratar de um relacionamento amoroso entre uma humana e uma vampira. Porém, ao longo da história, a escritora me surpreende de forma inesperada, criando em mim dúvidas e me fazendo suplicar por respostas.

O livro é narrado em primeira pessoa por Eduarda, uma garota de 17 anos que está prestes a completar seus 18 anos e se tornar totalmente "independente", como ela realmente espera acreditar. Eduarda é uma garota discreta e reservada que, ao se mudar de uma escola pública para uma particular à escolha forçada de seus pais, acaba por conhecer Esther, que também está iniciando seus estudos na nova escola.

De início, existia uma mistura de carinho e admiração, porém depois notou que era mais que isso. O que ela não espera é que a amizade desenvolvida entre ela e Esther chega, de forma lenta e gradativa, se tornando mais intensa a cada momento, resultando em um novo sentimento despertado em ambas: amor.

E como todo relacionamento é, o que Duda e Esther vivem não é diferente, existe um certo preconceito que as impedem de prosseguirem, não apenas pelos colegas da escola, mas principalmente vinda de seus pais, os quais não permitem que a filha namore alguém do mesmo sexo, principalmente uma vampira.

"O preconceito agiu e ela saiu da escola. Fui proibida de vê-la. Meus pais me vigiavam, levavam e buscavam a todo lugar, os professores estavam sempre me observando e minhas amizades se foram. Fiquei sozinha e sem o meu amor."

"O problema não é ser diferente; na verdade, a questão toda está na cabeça fechada de algumas pessoas. Desde quando ser diferente é ruim?"

Decidida então a assumir todos os riscos e sem pensar nas consequências, assim completado seus dezoito anos, Duda resolve fugir para bem longe de seus pais a fim de viver seu amor com sua doce amada. O que ela realmente não espera é saber lidar com essa nova experiência ao lado de uma vampira. Até onde ela suportaria para viver um grande amor? Será que Duda estaria pronta para uma nova vida? Ou melhor, trocar a mortalidade por uma eterna? É claro, Esther quer viver para sempre com Duda, mas para que isso aconteça, ambas precisam chegar a um acordo. E esse acordo simplesmente não poder ser selado se ainda existem dúvidas.

Eduarda amava estar com Esther, mas algumas dúvidas ainda pairavam no ar diante de tudo que estava a sua volta, sobre os vampiros. Tinha a breve sensação de que havia alguma coisa sendo escondida, coisas misteriosas aconteciam entre os vampiros. Sua rotina se tornava massacrante, e a agonia de viver ali se enchia dias pós dias. Pensava na escola e nos amigos, era o que mais fazia: pensava na vida que estava do lado de fora da janela. Porém, agora Esther fazia parte de sua vida e simplesmente não poderia viver sem ela.

Um pequeno detalhe a destacar é que os vampiros, naquela época tinha liberdade total, assim como os seres humanos. Ou seja, eles eram considerados civis comuns e legalmente registrados. Frequentavam escolas, universidades e exerciam profissões idênticas aos dos humanos. Não tinham limitações. No entanto, essa liberdade não era exatamente verdadeira, e ainda eram discriminados, temidos e odiados. E o pior ainda estaria por vir: uma guerra poderia ser feita contra os vampiros, partindo dos extremistas que odiavam a raça vampírica.

Percebi que Ju Lund criou um mundo completamente diferente, onde uma paixão completamente proibida se torna resistente à qualquer preconceito. Até onde uma humana e uma vampira poderiam suportar ser alvos de preconceito para ficarem juntas? A pergunta é simples, a resposta é complicada. Isso você só descobre lendo. Eu totalmente recomendo. Gostei do livro, é lindo, é romântico. A narrativa é perfeita e completa.

No mais, como li o livro pelo kindle, devo dizer que a diagramação está perfeita, sem erros de gramática ou de formatação. O capricho na capa é evidente, pois ela é linda né, vamos concordar. A escrita da autora também foi ótima, sabendo descrever com precisão sentimentos, lugares e nos fazendo suspirar quando necessário. Não foi nada apressado, tudo no seu lugar, realmente adorei.

site: http://www.leitorasvorazes.com.br/2016/03/resenha-29-doce-vampira.html
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Stela 05/10/2016

ROMANCE QUEER CHICK
É um romance diferente de todos que já havia lido, principalmente por se tratar de um relacionamento amoroso entre uma humana e uma vampira. Porém, ao longo da história, a escritora me surpreende de forma inesperada, criando em mim dúvidas e me fazendo suplicar por respostas.

O livro é narrado em primeira pessoa por Eduarda, uma garota de 17 anos que está prestes a completar seus 18 anos e se tornar totalmente "independente", como ela realmente espera acreditar. Eduarda é uma garota discreta e reservada que, ao se mudar de uma escola pública para uma particular à escolha forçada de seus pais, acaba por conhecer Esther, que também está iniciando seus estudos na nova escola.

De início, existia uma mistura de carinho e admiração, porém depois notou que era mais que isso. O que ela não espera é que a amizade desenvolvida entre ela e Esther chega, de forma lenta e gradativa, se tornando mais intensa a cada momento, resultando em um novo sentimento despertado em ambas: amor.

E como todo relacionamento é, o que Duda e Esther vivem não é diferente, existe um certo preconceito que as impedem de prosseguirem, não apenas pelos colegas da escola, mas principalmente vinda de seus pais, os quais não permitem que a filha namore alguém do mesmo sexo, principalmente uma vampira.

"O preconceito agiu e ela saiu da escola. Fui proibida de vê-la. Meus pais me vigiavam, levavam e buscavam a todo lugar, os professores estavam sempre me observando e minhas amizades se foram. Fiquei sozinha e sem o meu amor."

"O problema não é ser diferente; na verdade, a questão toda está na cabeça fechada de algumas pessoas. Desde quando ser diferente é ruim?"

Decidida então a assumir todos os riscos e sem pensar nas consequências, assim completado seus dezoito anos, Duda resolve fugir para bem longe de seus pais a fim de viver seu amor com sua doce amada. O que ela realmente não espera é saber lidar com essa nova experiência ao lado de uma vampira. Até onde ela suportaria para viver um grande amor? Será que Duda estaria pronta para uma nova vida? Ou melhor, trocar a mortalidade por uma eterna? É claro, Esther quer viver para sempre com Duda, mas para que isso aconteça, ambas precisam chegar a um acordo. E esse acordo simplesmente não poder ser selado se ainda existem dúvidas.

Eduarda amava estar com Esther, mas algumas dúvidas ainda pairavam no ar diante de tudo que estava a sua volta, sobre os vampiros. Tinha a breve sensação de que havia alguma coisa sendo escondida, coisas misteriosas aconteciam entre os vampiros. Sua rotina se tornava massacrante, e a agonia de viver ali se enchia dias pós dias. Pensava na escola e nos amigos, era o que mais fazia: pensava na vida que estava do lado de fora da janela. Porém, agora Esther fazia parte de sua vida e simplesmente não poderia viver sem ela.

Um pequeno detalhe a destacar é que os vampiros, naquela época tinha liberdade total, assim como os seres humanos. Ou seja, eles eram considerados civis comuns e legalmente registrados. Frequentavam escolas, universidades e exerciam profissões idênticas aos dos humanos. Não tinham limitações. No entanto, essa liberdade não era exatamente verdadeira, e ainda eram discriminados, temidos e odiados. E o pior ainda estaria por vir: uma guerra poderia ser feita contra os vampiros, partindo dos extremistas que odiavam a raça vampírica.

Percebi que Ju Lund criou um mundo completamente diferente, onde uma paixão completamente proibida se torna resistente à qualquer preconceito. Até onde uma humana e uma vampira poderiam suportar ser alvos de preconceito para ficarem juntas? A pergunta é simples, a resposta é complicada. Isso você só descobre lendo. Eu totalmente recomendo. Gostei do livro, é lindo, é romântico. A narrativa é perfeita e completa.

No mais, como li o livro pelo kindle, devo dizer que a diagramação está perfeita, sem erros de gramática ou de formatação. O capricho na capa é evidente, pois ela é linda né, vamos concordar. A escrita da autora também foi ótima, sabendo descrever com precisão sentimentos, lugares e nos fazendo suspirar quando necessário. Não foi nada apressado, tudo no seu lugar, realmente adorei.

site: http://www.leitorasvorazes.com.br/2016/03/resenha-29-doce-vampira.html
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Achados Literários 06/02/2016

Excelente leitura! ;)
Eduarda Ávila tem 17 anos, e, para melhor preparo para a universidade, ou pelo menos é o que a mãe de Duda fala, a garota muda de colégio, de público para particular. No novo colégio, se passa uma semana sem que Duda faça amigos, até que uma novata vai para a escola; Esther. Esther é linda, com seus cabelos negros, estilo diferente, (sempre com botas de cana alto e salto fino), e, sua maior particularidade, é o fato de ser vampira. Rapidamente, Duda e Esther se tornam amigas inseparáveis, mas com o tempo, elas percebem que sua amizade cresce em direção à uma nova direção; o amor.
As fofocas surgem por toda parte, chegando aos ouvidos dos pais de Duda, os quais proíbem as duas de se encontrarem. Esther é expulsa do colégio, e, ainda por cima, Duda perde suas outras poucas amizades. Quando a tristeza parece ser o único sentimento em sua vida, Duda recebe uma mensagem de Esther, e uma luz aparece. Fugindo de casa, na noite seguinte à que completou 18 anos, ou seja, alcançou a maioridade, Duda vai para a casa de Esther. Lá, ela conhece a família da namorada, mas o que era para ser temporário e uma visita para conhecer os parentes de Esther, se torna uma enigmática e estranha estadia.
Com sua linguagem fácil, e ao mesmo tempo culta, Ju Lund te prende ao livro ao mesmo tempo em que Duda e Esther fazem o mesmo. "Coisas" e fatos que deveriam ser "normais", se tornam misteriosos, e até mesmo estranhas, instigando a curiosidade do leitor. No início, a leitura nos prende por causa da curiosidade em relação à história de Esther e Duda, mas após a fuga de Eduarda, o que nos prende é o mistério por trás da família de Esther, e de seu comportamento quando está perto de sua "criadora".
O final, totalmente inesperado, faz o leitor clamar por mais, enquanto sofre ao mesmo tempo em a personagem sofre.
Crítica final: Talentosa, Ju Lund trás um toque de romance e paranormalidade ao mesmo tempo em que trás mistério, até mesmo em coisas simples. Após a leitura, o leitor clama por mais obras da autora, e, claro, a continuação de Doce Vampira.
"Mas o amor é assim, não tem regras, você vive o sentimento ou sofre por ele."
Recomendo a leitura. :)

site: http://achadosliterarios.blogspot.com.br/2015/05/resenha-doce-vampira-ju-lund.html
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Flávia Nunes | Sobre Vícios 14/01/2016

Doce vampira foi minha primeira vez, a primeira vez que leio um romance Queer Chick, ou seja, um romance homossexual entre duas mulheres. O livro fala sobre Duda (humana) e Esther (vampira), elas se conhecem na escola e constroem uma amizade sincera.


Com o tempo, elas percebem que o sentimento entre elas vai além da amizade, elas se amam, se completam. Assim, começa uma linda história de amor, mas nem tudo são flores, além do preconceito que enfrentam por serem do mesmo sexo, ainda vem o problema de Duda ser menor de idade e Esther uma vampira.

Mas o amor é assim mesmo, não há regras, ou você o vive ou sofre por ele.




A história vai além de um mero romance, eles nos traz questões sociais como o extremismo religioso e preconceito, em alguns momentos eu me segurei para não chorar, por saber que isso não está só ali no papel, isso é algo vivo; Vivemos numa sociedade preconceituosa, machista e religiosa e quem se difere desses preceitos é considerado anormal e digno de humilhação. A autora me ganhou, é preciso coragem para escrever uma história envolvendo tudo isso, é um tapa na cara da nossa sociedade.
Ao terminar, eu suspirei e disse: - Ju Lund, eu te amo!

site: www.sobrevicios.com.br
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Telma 11/01/2016

Interessantíssimo!!! (diferente do trivial)
Oi queridões!!!!

Essa é minha primeira resenha do ano!

Nada como começar com vampiros, não é? (sim, sou maluca por eles!)
Pois bem. Já havia conhecido Ju Lund em sua contribuiçao no sensacional livro VAMPIROS (clique aqui e veja resenha detalha, conto a conto), com o conto Anunciação (pelo qual me apaixonei!), então sabia que coisa boa vinha por aí.

Esse livro me chamou atenção, por além de ser um romance vampiresco, ter como tema central a homossexualidade e que foi abordada de forma fantástica pela Ju Lund.

Num futuro, onde vampiros convivem com humanos "pacificamente" (as aspas é por conta do preconceito nem sempre velado), Esther, uma vampira secular, transformada no início da vida adulta, se apaixona por Duda (Eduarda) e ambas decidem superar toda a discriminação para viver esse romance. Qual discriminação? A de uma vampira e uma humana se relacionando e a de duas mulheres se relacionando.

Assim que Duda completa 18 anos decide fugir com Esther para viverem esse amor e é quando nos é apresentado o universo fantástico da obra.

Os vampiros, apesar de gostarem de sangue, alimentam-se também de frutas e legumes/vegetais/verduras, o que achei pitoresco e o que conhecemos como mitologia, é mitologia também para os vampiros na época.

A abordagem social me deixou boquiaberta! Muito sutil mas muito bem embasada.

Veja nas palavras de Duda:


Os vampiros "saíram de seus caixões", como dizem as pessoas mais maldosas como minha mãe. Na verdade, todos sabiam que existiam pessoas um pouco diferentes e talvez estranhas. Essas pessoas possuem um tipo de sociedade unida e que por muito tempo, articulou-se junto aos governantes a fim de se mostrar à população. (...) O que importa é que eles vivem em harmonia conosco, devem ser respeitados, possuem direitos e deveres e não saem mordendo as pessoas para se alimentar. Longe disso, possuem alimentação controlada pelo Estado. O problema não é ser diferente, na verdade, a questão toda está na cabeça fechada de algumas pessoas. Desde quando ser diferente é ruim?
(o negrito foi por minha conta)

As duas terão que enfrentar um duplo preconceito juntas. Conseguirão permanecer juntas apesar das muitas diferenças e de todos os que não querem essa união?

Só lendo para saber, né?

Amei a diagramação da Editora, na verdade, amei todo o acabamento... todo o trabalho da Editora.

Duas coisas me deixaram levemente irritada (se podemos dizer assim):

O romance das duas é, em muitos momentos, clichê... mas não um clichê dos bons... algo um tanto forçado. Por vezes com diálogos pueris/infantis demais. Com um floreado desnecessário, enfim...

A outra coisa foram as notas de rodapé. Eu costumo adorá-las, mas achei muitas explicações longas e desnecessárias. Gostei de haver a explicação mas achei que poderia ter ido direto ao ponto pra se fazer entender.

De qualquer forma, se você é romântica(o) e tá a fim de um clima diferente, distópico, esse livro é para você!

Há continuação e já está disponível dentre outros locais, na loja da própria Editora (clique aqui).

Se desejar ler o primeiro capítulo e perceber a escrita gostosa de Ju Lund, a Editora também disponibiliza o primeiro capítulo.

(imagem para clique)


Coincidentemente, tempos atrás fiz esta arte em Photoshop que ilustra muito bem o livro:

(imagem)


O que é Literatura Queer Chic?
Adorei essa explicação dada por Ana Lúcia. Veja link original na Info Escola!

"O termo ‘queer’ significa a princípio algo exótico, excêntrico. Nos anos 20, porém, ingressou na fala do dia-a-dia como um sinônimo de homossexual. Na boca de outras pessoas, é considerado quase sempre um insulto, mas quando utilizado no interior dos grupos gays é visto como algo politicamente correto.
No âmbito da literatura o ‘queer’ está disseminado em todos os gêneros: no romance, na poesia, na esfera teatral e nos ensaios. E também nos subgêneros. É uma espécie de ramificação literária que se diferencia apenas pelo tema abordado, sempre do interesse do público homossexual, e é elaborada por escritores que assumem essa opção sexual.
Esta modalidade literária é significativa por focar em tópicos singulares, próprios de um segmento nada irrelevante da raça humana. Na literatura a sutil e intrincada vida emocional dos homossexuais é traduzida perfeitamente. Nela é possível exprimir e compartilhar emoções em código. De outra forma seria quase sempre complicado ou até mesmo impossível expressar esses sentimentos.
No campo da literatura infanto-juvenil homossexual estes temas são particularmente abordados de forma espontânea, como um incentivo à aceitação do diferente e à negação dos clichês vinculados a qualquer tipo de preconceito sexual. Apesar disso, os escritores deste gênero são algumas vezes questionados, especialmente pelas instituições eclesiais, por medo de que seus livros despertem comportamentos nocivos no seu público. Ou até mesmo que estejam ligados a casos de pedofilia.
Por outro lado, outro público segmentado gera uma literatura específica, a chick-lit, um caminho próprio seguido pelas autoras femininas quando optaram por adotar um padrão distinto do masculino. Este também é um subgênero controvertido na esfera literária, distante da unanimidade. Há quem adore, e os que odeiam.
Dele saem várias vertentes, e uma delas está hoje em voga, o estilo erótico, do qual a escritora mais aclamada pelos fãs desta modalidade é E. L. James, autora do célebre 50 tons de cinza. Assim como os homossexuais, as mulheres constituem também uma fração importante da humanidade, mas ambos são considerados minorias, já que predomina em nossa sociedade o paradigma masculino e heterossexual.
Portanto, não é surpresa alguma que os gêneros Queer e Chick sejam muitas vezes discriminados e marginalizados. Quando, então, aliam-se ambos à Literatura Fantástica, também alvo de muitos preconceitos, a aceitação do leitor se torna crítica. É o que sente na pele autoras como Ju Lund, que teve a coragem de ligar estes três ramos em seu livro Doce Vampira, nele compondo o que se pode chamar de Literatura Queer Chick.
Ela é uma mescla de Literatura Fantástica com tópicos contemporâneos, tais como a discriminação ao homossexualismo, o preconceito racial e o extremismo religioso. Ju canaliza a sua narrativa fantástica toques de emotividade e romantismo, lemas da literatura Chick, e uma história de amor homossexual. E com essa decisão ousada enfrenta muitas vezes críticas desfavoráveis."


PS.: Possíveis erros gramaticais ou ortográficos serão corrigidos em minha releitura

Se quiserem ver as imagens, dirijam-se ao link abaixo:

site: http://surtosliterarios.blogspot.com.br/2016/01/doce-vampira.html
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