A Cura Mortal

A Cura Mortal James Dashner




Resenhas - A Cura Mortal


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Mackz0 31/12/2012minha estante
Outra coisa que decepciona muito é o surgimento do fulgor, nos livros anteriores da a entender que foi por causa dos clarões solares. nesse ultimo fala que foi causada por uma guerra biológica, e no fim de tudo a chanceler fala que foi uma medida de controle populacional! ficou muito mal explicado.


Agnes 01/01/2013minha estante
Verdade! :(


Rycker 08/02/2013minha estante
Tudo o que posso dizer é que você expressou tão bem o que senti que fiquei sem palavras para adicionar... Obrigado.


Diego Piovesan 20/08/2013minha estante
Esse livro é PÉSSIMO! Se arrasta o livro inteiro, tem poucos capítulos que são, de fato, bons. Não explica coisas absurdas tipo: Thomas (insuportável!) nunca qs saber a relação da Brenda com a Chanceler. E ela sabia algo sobre ela - que ficamos sem saber. Brenda deixa claro no segundo livro que ela e Jorge não são imunes e que ela quer a cura (ou seja, está infectada, certo?) ai do nada ela vira imune e vai pro paraíso com o Thomas? Foi muito corrido, mal feito e sem nenhuma explicação. Não parece um livro do James. Alias, o 4º livro eu imaginei que seria pós tudo isso e explicaria os fatos antes do labirinto, ou seja, revelando as memórias do Thomas, Aris, Teresa e Rachel (que, obviamente, os 4 faziam parte da organização), além de falar sobre a chanceler e toda a organização CRUEL. Mas não, nada disso, é uma história totalmente diferente e mais chata ainda. Fiquei MUITO desiludido, sério!


Ana Paula 16/11/2013minha estante
Eu discordo contigo sobre a Teresa porque desde o primeiro livro eu odiei ela (fiquei desconfiada dela desde o início, no segundo livro torci mesmo para ela ser uma traidora e eu poder odiá-la 100%), ai o final achei ligeiramente bom então kkkkkkkkk
Sim também achei que foi o livro bem inferior, Denver foi tããaaao chata, parece que o meio do livro se arrastou, o finalzinho foi legal, mas meio confuso. Poderia ter um livro extra mesmo com algumas explicações...
Mas o final dos imunes foi meio o que eu queria e esperava... que se foda o mundo, os Cranks dominaram mesmo. Só queria saber onde que fica esse tal lugar, mas ok.
O problema maior realmente foi o desenrolar do livro, tinha tanto potencial para ser a melhor trilogia distópica de todas, mas aí cagou :/


Lorran 29/01/2014minha estante
A Chanceller Paige,na minha opinião, conheceu Brenda e Jorge após o evento do deserto, quando os dois tinham sumido, provavelmente ela viu como a amizade entre o Thomas e ela havia evoluído e logo ali já estava tramando a alternativa, se caso as coisas dessem errado, a regra era fazer com que Brenda ajudasse na fuga de Thomas e os outros, foi o que entendi. E sim, queria saber muito sobre as memórias do Thomas e da Tereza e dos outros, achei que encontraria todas as respostas nesse ultimo livro mas muito poucas foram respondidas :(


Suelen 01/03/2014minha estante
Concordo com tudo o que você disse. Os primeiros livros são ótimos, mas a cura mortal é péssimo. Quando cheguei ao final do livro desejei que tudo fosse um sonho do Thomas, infelizmente não foi. O final do Newt foi triste mas consigo entender as razões do autor ter feito assim, mas que final foi aquele da Teresa? E cadê o passado do Thomas? E quanto ao Asis e a Rachel e o grupo B, não vamos saber mais nada sobre eles? Essas foram algumas das muitas perguntas das quais ficamos sem respostas. Me decepcionei muito com esse livro.


Léo 14/03/2014minha estante
Gente, vocês que já leram, PAREM DE COLOCAR EM CAPS LOCK A MORTE DE ALGUNS PERSONAGENS, PQP.


Rafael 23/07/2014minha estante
Faço de quase todas as suas palavras, minhas. Entretanto, não gosto tanto das pessoas falando 'por que tanto ódio por Teresa?' Cara, a garota matou ele. Por dentro, vulgo. A traição foi tudo planejado, ok, ela fez isso pela vida dele, ok... Mas pelo amor, depois de beijar Aris e deixar Thomas por horas agoniando sozinho, me admira a falta de ódio dele por Teresa.

Na minha visão, o autor pecou seriamente no desenvolvimento da relação dos dois. E deu um final agoniante. Dou pontos para o autor ter tirado emoções de mim, contudo, não são o tipo de emoção que eu esperava. Eu senti mais crueldade vinda do autor, sem condizer com nada que apresentou antes, do que uma cena emocionante do livro, da história sendo contada.

O pior de tudo foi a maldita sensação ao perceber que tudo que Teresa e Thomas passaram acabou em nada.

Para o último livro da saga Maze Runner, essa é minha opinião para o todo: O que aconteceu?


Jonathan 05/08/2014minha estante
Você falou tudo o que eu senti lendo esse livro. Mas eu fiquei com muita raiva da Teresa também, quando ela beijou o Aris, e colocou o Thomas naquela sala, que eu pensei que iriam matá-lo, mas depois da explicação, o meu ódio por ela foi amenizado, sendo que ela sabia que, com certeza, que não iriam matar ele ali dentro, por Thomas ser valoso para o CRUEL e sim, se ela não conseguisse fazer aquilo tudo. Mas ele continuou odiando ela, e isso foi me dando um ódio do Thomas, porque no terceiro livro, ele a esnobou né? Só pensava na Brenda, Brenda e Brenda! E Teresa que fez de tudo pra ele ficar vivo, nada.

Fiquei muito bolado com o Thomas, Newt E Minho por não quererem recobrar a memória! Como assim uma pessoa não quer recobrar a memória? Isso me deixou com muita raiva.

Se o autor demonstrasse a relação de Thomas como uma grande amizade, ficaria legal. Só que o Thomas teria que ter se importado mais se fosse o case né! Mas não, o autor, mostra o que seria um relacionamento amoroso, e depois descreve como se eles fossem grandes amigos do passado, sem revelar o passado.


Lucas 13/08/2014minha estante
SPOILER.Acho que só eu gostei desse ultimo livro totalmente,tem uma parte na resenha que vc diz "E aliás, a Brenda não é Imune! Oi, ela eventualmente vai virar uma Crank, darlings!".Mais no ultimo livro ele deixa bem explicito de que ela é imune e que ela também estava "atuando" mais não totalemente.eu achei um final bom,o "paraiso" para qual eles vão no final,obviamente só não estava destruido porque devia ser isolado ou coisa do genero.Algumas mortes foram realmente chatas só que Chuck foi induzido pelo CRUEL a se matar por Thomas,Newt estava com um nivel alto do fulgor pedindo assim pro Thomas lhe polpar dessa agonia,Teresa salva a vida de Thomas e todos eles morreram por causa dos experimentos do CRUEL,que alias,deixou eles fugirem da sede por uma variavel,mais sabendo que esta seria a ultima,pois o ultimo passo pra conseguir a cura era o cérebro de Thomas.Algumas perguntas ficaram ao ar mais as que importavam foram respondidas,o passado de Thomas não achei que fosse necessário porque "aquele" Thomas pareceu muito chato e sangue frio porque ele concordava totalmente com os experimentos mais depois de passar pelo dissipador e passar por tais experimentos ele viu o quanto era traumatizante e cruel.
Alguns acharam o Thomas um personagem chato no final mais pelas experiencias passadas com certeza ele teve um motivo para ficar tão chato.
A metade do livro foi realmente muito parada e um pouco chato,mais o final foi cheio de ação e foi melhor do que eu podia esperar.Maze Runner teve um final ótimo e eu recomendo esse livro a todos os leitores."Como tentamos instilar repetidamente em nossos indivíduos,o CRUEL é bom."


Tauany 16/09/2014minha estante
Você resumiu minha total frustração com este terceiro livro. Havia até comentando como os personagens foram descaracterizados, nem ao menos pareciam com os que nos foram apresentados nos primeiros livros. Fora que, a Brenda tudo bem encenar, mentir para o Thomas no deserto, agora para Teresa não há perdão. Sinceramente, nunca senti minha inteligência e capacidade crítica tão subestimada por um autor.


Bárbara 14/10/2014minha estante
Concordo totalmente. O extremo ódio que Thomas sente pela Teresa é irracional, ele perdoa a Brenda por ter se passado por um Crank (participando dos planos da CRUEL) mas não perdoa Teresa por fazer aquilo para salvar a vida dele. O modo como o amor e afeto que ele sentia pela Teresa somem é irreal, e toda a afinidade que eles tinham???? A morte dela foi revoltante, foi como se o autor quisesse apenas se livrar dela para deixar o Thomas com a Brenda...


Renan Maia 01/11/2014minha estante
Incrivel como James Deshner consegue arruinar oque seria a melhor trilogia de todos os tempos em apenas um livro.


sophsantana 10/12/2014minha estante
Amor,você tá enganada.Você não prestou muita atenção aos detalhes,porque tanto Brenda quanto Jorge são Imunes.E sobre a vida dos personagens antes do Labirinto,você tem que ler Ordem de Extermínio!Mas quanto à TERESA,MDS!Concordo totalmente!Desnecessário!Ainda mais porque eu tava chorando muuuito,e o Thomas nem sentiu nada!E olha que ele perdoou a Brenda,que trabalhava para o CRUEL,mas não perdoou a Teresa,que fez aquilo para salvá-lo!


sophsantana 10/12/2014minha estante
sobre a chanceler Paige,fica óbvio!Ela havia planejado isso a muito tempo.Aquela hora que Brenda diz: "Tenho que contar algo sobre mim e a chaneler Paige" é claramente sobre o ligar para onde foram!Alguns dos seus argumentos ficaram sem sentido.


Rafinha 19/12/2014minha estante
Concordo com tudo que você disse. Fiquei muito decepcionado com o livro em todos os sentidos. Não vou ficar citando os péssimos momentos do livro pois você já fez isso. Depois de dois livros excelentes, o último tinha tudo pra ser épico, mas acabou com minhas expectativas, infelizmente:(


Iago 02/01/2015minha estante
No final do livro, na nota final, A Chanceller Paige diz que tinha DOIS agentes infiltrados no CRUEL, o que já deixa a entender que era Brenda e Jorge. Era isso que a Brenda iria contar para o Thomas na lanchonete e Thomas falou que não queria saber. Livro bom demais, amei.


Caio 11/02/2015minha estante
Excelente saga, porém, acho que faltou um livro pra complementar o final e explicar de fato como surgiu o fulgor. O lance do controle populacional como ficou muito mal explicado como já disseram.

Devorei a saga em poucos dias, a leitura é incrível e prende muito a atenção.


Nilton.Jose 09/07/2015minha estante
No geral eu gostei do livro. Só fiquei extremamente frustrado com a idiotice do Thomas de não ter recuperado sua memória, tantas coisas que poderiam ser explicadas... Quando disseram que ele ia encontrar Hans que entendia dos chips que eles tinham na cabeça pensei ''pronto, é agora que ele recupera a memória e explica tudo'' aí ele se recusa a recuperar a memória, wtf. A morte da Teresa foi totalmente desnecessária e o fato do Thomas mal ter demonstrado sentimento com a morte de alguém que segundo ele era sua ''melhor amiga'' pior ainda. Ainda não li a Ordem de Extermínio mas pelo que ouvi dizer se passa antes de tudo acontecer. Realmente deixou varias coisas a desejar, alguns buracos na história, mesmo assim eu gostei. Mas que podia ser melhor...Ah sim, isso podia!


Andbsousa 28/08/2015minha estante
SPOILER

Terminei o epílogo agora. Que livro destruidor! A cena final do desabamento me chocou muito.
Teresa! :'(
Percebi que a qualidade decaiu um pouco em relação aos dois primeiros, mas a leitura não foi ruim (as pessoas exageraram um pouco nas críticas).
Não gostei da entrada repentina e desnecessária do Braço Direito na história e achei o encerramento da trilogia meio corrido e improvisado.
Fechar com chave de ouro é para poucos escritores!
Mas apesar de tudo, gostei muito da experiência que o livro me trouxe.


Tatiana K. 26/09/2015minha estante
Verdade! Devorei os 2 primeiros livros, achei a escrita de James Dashner maravilhosa, mas no último livro fiquei decepcionada e a leitura se arrastou, achei que o autor deu importância à partes que não importavam e nisso eles corriam e corriam e não chegavam a parte alguma. Foi maior enrolação e acabou cheio de pontas soltas.
Só discordo sobre a Teresa, sinceramente, eu não liguei. Não criei vínculo com a personagem como com Minho e Newt. Achei desnecessárias tantas coisas que ela fez e/ou deixou de fazer no decorrer do livro que acabei "desgostando" dela.
E a Brenda e o Jorge são imunes sim, disseram que tinham contraído Fulgor qdo conheceram Thomas, pois eram infiltrados. 
Comecei a ler a Ordem do Exterminio, mas desanimei! Uma pq não gosto de prequels e outra pq não são os mesmos personagens. 


Houari 14/06/2016minha estante
Li esse livro por pura obrigação de não conseguir deixar a história sem saber o fim porque que troço chato, meu Deus.
O primeiro livro eu devorei, ficava curioso, queria ler o caminha seguinte. Me intrigava. Daí foi ladera a baixo.
Não recomendo essa série por suas inconsistências e falta de ritmo. Quando alguém me pergunta uma série boa eu recomendo As Crônicas de Gelo e Fogo e o Harry Potter, minhas favoritas e com livros muito bem escritos


Vitor 24/06/2016minha estante
EXATAMENTE! O mundo não precisa de outra resenha...
Sobre a Teresa: O autor fez isso com ela só para ter como "continuar com a humanidade". Se ela tivesse sobrevivido, eles não iam, digamos assim, ter filhinhos. Ele não resolveu direito esse triângulo amoroso e no último momento fez isso pois não tinha mais ideia nem paciência para escrever nada...
Fora que esse livro não tinha necessidade nenhuma de ter um romance não é? Acho que isso foi só uma jogada para chamar atenção dos caça shippers =D
Enfim...


Marcus Lisboa 03/11/2016minha estante
O Thomas devia ter se entregado, quanto mais o livro passava mais ficava com raiva dele, a intenções do CRUEL são boas, não sei se o métodos são corretos mas de qualquer maneira no fim a conclusão final que dependia do Thomas ele não se entregou, quer dizer ele condenou a humanidade ao caos para que ELE continuasse vivo. Se eu fosse qualquer um dos amigos dele teria o entregado sem pensar, também não perdoei o fato dele ter abanado o Newt.


Marcus Lisboa 03/11/2016minha estante
O Thomas devia ter se entregado, quanto mais o livro passava mais ficava com raiva dele, a intenções do CRUEL são boas, não sei se o métodos são corretos mas de qualquer maneira no fim a conclusão final que dependia do Thomas ele não se entregou, quer dizer ele condenou a humanidade ao caos para que ELE continuasse vivo. Se eu fosse qualquer um dos amigos dele teria o entregado sem pensar, também não perdoei o fato dele ter abanado o Newt.




F. Pierantoni 27/09/2012

A Cura Mortal
As aparências enganam.

Os clareanos aprenderam à força essa lição. Pelo Labirinto e pelo Deserto, depois de Variáveis e Variáveis, mentiras e traições, perceberam que nada pode ser tão bom quanto parece. Não confie. Não se iluda. É isso que o autor James Dashner cansou de dizer. Vai ver ele já sabia Vai ver ele só queria nos preparar

Porque as aparências enganam. E os livros também.

A Cura Mortal azeda o legado da série Maze Runner (V&R Editora). A ficção-científica visceral, criativa e emocionante que conhecíamos culmina numa história genérica sobre desastres biológicos e zumbis, num último livro tão bobinho quanto a palavra Crank argh.

Enquanto os dois livros anteriores aconteceram sob as rédeas do CRUEL, o desfecho da saga conta o fim dos Experimentos, quando Thomas e seus colegas finalmente encontram a oportunidade de insurgir contra seus captores. Mas vai ser difícil, não vai? O CRUEL criou o Labirinto, os verdugos e os transportais O CRUEL apagou suas memórias, controlou seus cérebros, torturou seus amigos Que chance teriam Thomas e os outros contra uma organização como essa?

Muitas acredite se quiser. Para nossa surpresa, o CRUEL é composto de um bando de trapalhões guardinhas e cientistas tapados, que mal conseguem controlar um punhado de moleques e ainda caem nas mais óbvias armadilhas. Os clareanos estão fugindo! Soltem os verdugos! Soltem os líquidos metálicos e viscosos que comem carne humana! Não O CRUEL prefere usar lançadores de bolinhas que dão choque. Sério.

À parte o conflito com o CRUEL, A Cura Mortal trata principalmente do mundo exterior e da questão dos zumb Digo, Cranks. Pelos olhos de Thomas, enxergamos um cenário construído com clichês de enredos distópicos, enfeitado com alguns plongs do autor espere até descobrir a ideia genial do governo sobre o que fazer com os Cranks

O que mais dói no meu coração de (ex?) fã de Maze Runner é como A Cura Mortal nos joga na cara o quão deficiente Dashner é como escritor. Tudo bem, ele nunca foi genial, mas os bons enredos passados mascaravam e compensavam sua escrita. No entanto, agora, sem um Labirinto ou um Deserto por trás, temos que fechar os olhos e suspirar para não perder a paciência com suas manias.

A superexposição é a pior delas. Dashner fala demais, fala o óbvio e ainda repete algumas vezes, como se o leitor fosse incapaz de interpretar. Eu sei que Thomas está desconfiado. Eu sei que Thomas está com raiva. Eu sei que Thomas está com medo. Não há motivo para pontuar cada pensamento ou sentimento. Ao invés disso, que tal me mostrar como ele se sente? Show, dont tell sacou? Bem, Dashner até tenta de vez em quando, mas a única figura de linguagem que conhece é a comparação. E que comparações Cordas vocais com cordas de um violão, cientistas malvados com gangsteres mafiosos à escolha de alguém para matar (!).

Triste e decepcionado, guardo A Cura Mortal na estante, completando minha coleção, mas também sepultando aquela que se mostrava como uma das melhores sagas dos últimos anos.

Adeus Maze Runner.

Queria ter ficado no labirinto.

--

Gostou da resenha? Quem sabe você também goste do meu livro.
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Ander 24/10/2012minha estante
Eu não queria concordar com você, mas depois de finalmente terminar o livro, fica difícil não concordar! É uma pena ler dois livros ótimos pra chegar nesse e se decepcionar... Mas eu ainda acho Maze Runner uma boa trilogia. =)


romulomnmoraes 30/11/2012minha estante
Olha, li essa sua resenha antes de ler o último livro da série. Achei difícil tudo que você falou aí ser verdade porque Prova de Fogo para mim foi fantástico. Mas depois de terminar de ler, concordo com tudo que você escreveu. O livro quase inteiro foi chato e repetitivo para mim. E quando o final pareceu que ia compensar, eis que uma escrita sem emoção e uma conclusão murcha terminaram de estragar...

Tem algumas coisas boas, mas a série poderia ter terminado de uma forma bem melhor.

Queria ter ficado no Labirinto... [2]


Duska 22/02/2013minha estante
Sabe E concordo com vc, eu amei os 2 primeiros livro e td mundo dizia, vc tem qu eler o cura mortal é o melhor de todos, eu estava uma pilha de ansiedade e quaando começei a ler, senti falta dos clarões, senti falta do labirinto que por sinal apareceu no fim.
Não aguentei ouvir falar sobre as tais lança granadas e realmente mesmo se o thomas e seus amigos fossem tão bons contra verdugos e crans eles nao poderiam ter conseguido lutar tal facilmente e se desvencilhar tao facilmente de uma orgazinação dita como sendo a uniao de varios paises. :s eu realmente me decepcionei, a unica coisa que salvou foi o aparecimento breve do labirinto no fim... e só


Taty 25/04/2013minha estante
Concordo com você :(


Aleeh 22/09/2013minha estante
Concordo com vc Cura Mortal foi o único livro que estragou a trilogia Maze Runner , Decepção Muito grande . :(


Ronaldo 03/02/2014minha estante
Super concordo, sinceramente so nao dei menos de duas estrelas por causa dos anteriores, porque odiei esse livro, odiei as principais mortes do enredo e tambem odiei aquele epilogo. VSF o livro ruim...


Cammy 20/03/2014minha estante
Queria ter ficado no Labirinto... [3]
Tô fula da vida! fiquei master decepcionada com esse livro! esperava TÃO mais!!!!! tinha TANTOOOO potencial! e o senhor James Dashner jogou no lixo! Ù_Ú


Nanda 01/07/2014minha estante
Depois que li sua resenha de Maze Runner-Correr ou Morrer, eu simplesmente me apaixonei pelo livro sem nem mesmo te-lo lido, depois que li virou um dos meus livros preferidos, e depois dessa resenha vou começar a me preparar para a possível desilusão que vou sentir ao ler esse livro.


Alvaro 20/09/2014minha estante
Ao terminar de ler o ultimo livro da serie a palavra final é Decepção. James Dashner conseguiu acabar com o projeto.

Queria ter ficado no labirinto. O retorno.


Dafny Fernandes 30/12/2014minha estante
Expressou toda a minha opinião bem melhor do que eu mesma faria. Sem palavras pra decepção que eu senti.


Pam 31/12/2014minha estante
Medo, eu já achei o segundo ruim demais, o terceiro começou um pouco melhor. Acho que vou querer por fogo nele :( Uma pena mesmo, desde Jogos Vorazes um livro não me despertava tanto quanto Correr ou Morrer.


Arionor Vieira 04/01/2015minha estante
Realmente. Eu achei que ele enrolou tanto a história que chegou no final do livro e começou a amontoar vários acontecimentos sem sentido. SPOILER - tipo a morte de Teresa e dos imunes.


Ana Valeska 23/07/2015minha estante
"Queria ter ficado no labirinto." Expressa muito bem meus sentimentos a respeito desse livro.




Daniel Rodrigue 12/07/2014

Decepção total
Correr ou Morrer é um livro que te deixa excitado para acompanhar a saga. Prova de Fogo também foi ótimo, um desfecho interessante para os acontecimentos do primeiro livro, e também nos deixa grande expectativa para a continuação da saga.
Enfim... A cura mortal. Pelo título ja começamos a nos perguntar: "então eles vão realmente conseguir uma cura para o Fulgor?"
Estava bastante animado no início do livro, os acontecimentos do final de Prova de Fogo levavam a pensar que um desfecho impressionante seguiria pela frente. Mas a realidade foi completamente diferente.
Ao longo do livro a leitura se torna cansativo, é ação, ação e mais ação, o que a gente realmente quer, "as respostas", não nos são apresentadas por completo.

Quem ainda não leu o livro, não aconselho a ler a resenha por estar repleta de spoilers. Aos demais, deixem no comentario se concordam ou não com minha visão. Obrigado

depois nao vao dizer que eu não avisei ...
SPOILER] [SPOILER] [SPOILER] [SPOILER] [SPOILER] [SPOILER]


Os motivos que me levaram a considerar este livro um final decepcionante para a saga são:

1- O C.R.U.E.L que durante os dois primeiros livros se mostra uma organização forte, de uma hora pra outra vira uma instituição imcompetente que não consegue deter um bando de adolescentes que eles mantiveram sob seu domínio durante todo o experimento. Não consigo entender como de repente eles perderam toda a competência e até mesmo seus soldados muito bem armados não foram capazes de deter a fuga dos clareanos.

2- Brenda trabalha pro CRUEL? WTF? aquilo no deserto era tudo parte de uma encenação pra observar a reação as variáveis --' É tanta encenação que nos faz pensar que todos na saga estão encenando o tempo todo.

3-Por que diabos Thomas se recusou a recuperar sua memória?!!! Não era isso que ele queria desde o começo?? OK, ele descobriu que trabalhava pro CRUEL e não estava nada satisfeito consigo mesmo, mas e daí? o passado nao pode ser alterado, do que adianta fugir dele. E além disso, as lembranças dele o teria ajudado em muitas situações.

4-Aquela parte de Denver foi bem cansativa, senti que a história foi sendo meio que arrastada.

5- Thomas e os outros resolvem se unir ao Braço Direito simplesmente porque eles tem o mesmo objetivo e porque tem o Gally com eles? Sdds desconfiômetro. Quando Thomas passou a agir assim sem pensar? Era óbvio que o plano do Braço Direito ia muito além de dominar o CRUEL e usar seu dinheiro pro bem das pessoas.
Assim que me deparei com essa história de Braço Direito, na hora me lembrei da trilogia Divergente, sabia que ia acontecer algo parecido... Dito e Feito, assim como Tris havia se unido aos sem facção por terem o mesmo objetivo em "Insurgente", Thomas resolveu se juntar ao Braço Direito. Enfim, como eu já esperava , assim como Tris, Thomas se deu mal, uma vez que ele teve que enfrentar as consequencias de ter se unido à eles tão ingenuamente.

6- Thomas está prestes a ter seu cérebro retirado, quando de repente acorda e descobre que A PRÓPRIA LIDER DO CRUEL havia desistido da experiência e assim salvado a vida dele. Afinal, qual é a dessa Chenceler Paige?? Quem realmente é Chanceler Paige, James Dashner eu gostaria muito de saber, já que quando Brenda ia falar sobre isso com Thomas ele simplesmente havia perdido a vontade de saber.

7-Por que tanto ódio por Teresa?? Alô, ela fez o que fez para te proteger Thomas, é dificil entender isso?

8-A morte de Chuck e de Newt já não bastavam? Precisava matar Teresa também? Sinceramente foi péssimo esse fim de Teresa, eu gostaria muito de que ela e Thomas tivessem ficado juntos. Mas não ... James preferiu que Thomas ficasse com Brenda (personagem que não vi muita graça).

9-Ok... Chanceler Paige diz pra Thomas resgatar os imunes no Labirinto. Tinha mais de 500 lá, por que matar 300 deles na fuga sr James Dashner? Já não teve morte demais por causa do fulgor e tal? Isso que é gostar de sangue!

10-(ULTIMO E PRINCIPAL MOTIVO) depois de escapar do cruel, passar por varias dificuldades, Thomas enfim consegue escapar com os imunes por um transportal indicado por Chanceler Paige (denovo ela... quem é ela??) aí eles são levados para uma espécie de paraíso. WTF? O mundo inteiro sendo distruído pelo fulgor e no fim Thomas e seus amigos vivem felizes e isolados em uma espécie de refugio??? Então tá, ficam todos lá felizes e saltitantes enquanto o resto da humanidade morre em consequência do Fulgor!
Thomas e Brenda se casam, tem dois filhos e um cachorro enquanto o resto do planeta arde em caos? É isso sr James Dashner?!!

Pronto, bem melhor agora. Depois da leitura deste livro precisava me expressar de alguma forma minha insatisfação.
Apesar deste final lastimável, eu indico a saga Maze Runner por causa de seus dois primeiros e emocionantes livros.
Infelizmente o autor tinha tudo na mão para fazer de Maze Runner uma das melhores sagas da atualidade, mas preferiu fazer o que fez.

Quero ressaltar que não achei um livro horrível, eu apenas esperava bem mais de acordo com o que nos foi apresentado nos dois primeiros livros.
Apesar de tudo adimiro o autor James Dashner e lhe agradeço muito por essa saga inesquecível.


Clareano forever =D
Mila 05/08/2014minha estante
Minha opinião é bem similar, eu adoraria A Cura Mortal se ele não fosse o último livro, faltou muitas coisas para ser um final e depois de eles saírem do laboratório pela última vez ficou meio sem sentido, o final poderia ter sido muito melhor.


Tauany 16/09/2014minha estante
Concordo com cada palavra! O final foi frustrante... Boa resenha!


Bruna 22/09/2014minha estante
Acabei de terminar a leitura de A Cura Mortal e vim direto procurar uma resenha pra ver se alguém tinha achado o final tão horrível e sem sentido como eu achei. Foi extremamente frustante ler dois livros ótimos e cheios de mistérios para no fim o desfecho ser tão decepcionante. A líder do CRUEL desistindo no último segundo? WTF? Qual a necessidade de criar toda uma organização em prol de achar a cura para uma doença que está dizimando a humanidade, e no fim simplesmente isolarem os imunes em um "paraíso" para recomeçarem o mundo do zero? Então por que não fizeram isso desde o começo? Realmente me pareceu que James Dashner não sabia como terminar a série e optou pelo fim mais provável e fácil.


Hannah 05/01/2015minha estante
SPOILER! Concordo com quase todas suas opiniões mais....... a da morte da Teresa...sim eu achei necessária! O final estava relativamente chato e sem rumo! Alguém especial deveria morrer afinal.... isto é um apocalipse ! A Teresa sempre foi muito apagada deste o primeiro livro.E não a salvadora quem foi o salvador na minha opinião foram o Minho e o Newt que deram uma espécie de ''humor'' mesmo sendo em uma ocasião de apocalipse futuristico :p Sempre quis que Teresa ficasse com o Tommy mas... slá n sei explicar o por que odeio ela tanto quanto o Tommy a odeia deste de prova de fogo mesmo sabendo que ela ''traiu '' ele pelo seu bem :( mais nunca aceitaria ela como uma ''salvadora'' '-' tanto que ela nunca foi e nunca será um bom personagem em TMZ na minha opinião! vlw bjs :)


carla gabi 07/04/2015minha estante
Eu também não achei muita graça no final, mas muitas coisas das quais você perguntou foram respondidas, Thomas não confiava no Cruel e ele acreditava que aquelas memórias não eram de verdade e sim mais um teste pras variáveis, mesmo assim ele continuava em dúvida o que fez ele realmente desistir, tirando o medo do seu "eu" passado foi Minho e Newt terem aderido a mesma ideia que ele.
E ele tem raiva da Teresa porque simplesmente ela exagerou muito, ela não precisava daquilo tudo para que afetasse o Thomas, simplesmente o beijo com o Aris teria feito isso e mesmo assim era uma pessoa que ele confiava muito, ela não soube reparar a dor dele e ele desconfiava cada vez mais dela.




Evelyn 19/12/2013

Watarréu???
Tá... eu já tinha ficado irritada com finais de trilogias antes. Parece que é moda agora escrever uma série maravilhosa e no último livro chutar o balde e mandar a lógica e a sanidade pro quinto dos infernos, mas nesse aqui, o autor se superou.
O cara faz você se apaixonar por alguns personsagens nos dois primeiros livros. No terceiro ele resolve te proporcionar uma sensação completamente diferente: você passa a se perguntar porque é que alguma vez gostou de algum desses personsagens.
O personagem principal, Thomas, fica simplesmente descaracterizado. O cara passa de um dos mais brilhantes seres humanos na terra para um completo jumento. De repente ele perde a capacidade de julgar as coisas com clareza e parece que tudo que faz é em torno da tal da Brenda, que sozinha já é um pé no saco, imagine sendo forçada garganta abaixo como o autor tenta fazer o livro inteiro. Que mania agora de invetar uns triângulos amorosos e sempre a primeira pessoa, aquela que a gente aprende a gostar e a torcer, se tornar completamente secundária e sem importância.
Além desses triângulo ridículo, não sobra mais muito espaço pra nada. Uma história complexa, do nível conspiração mundia, termina de um jeito tão besta que você fica procurando por páginas ocultas no fim do livro.
Tenho o tal do quarto livro, que não sei se passa antes ou depois de tudo, mas nem to com vontade de ler. Vou pegar algum autor agora que nunca me decepcione pra fazer passar o trauma.
Cammy 20/03/2014minha estante
Bom saber q eu não sou a única q não suporta a Brenda! rsrsrs


Emy 01/04/2015minha estante
Eu nunca odiei tanto uma personagem de livro quanto odeio a Brenda , serio ela é uma personagem desnecessária .




spoiler visualizar
Ana 26/10/2014minha estante
Concordo com absolutamente tudo que você disse!


beccaalvesf 06/01/2015minha estante
Concordo contigo. E ainda tem mais um aspecto pra adicionar na sua lista.
Por que a Teresa mudou de opinião sobre a CRUEL? Sendo que mesmo antes de perder a memoria ela ainda acreditava que cruel era bom. Faltaram muitas explicações, e os personagens ficaram bem rasos.




Yago Lemos 26/08/2012

Mil batidas por minuto
São 2h da manhã, e aqui estou eu fazendo essa resenha, tendo acabado de terminar o livro. A Cura Mortal, último livro da série Maze Runner, do autor James Dashner, acreditem ou não, superou os seus predecessores. Um livro completo, sem deixar pontas soltas na história, termina a trilogia magnificamente.

Não sei a razão certa, mas o livro inteiro me lembrou de um poema do escritor John Cale. Um trecho, especificamente:

"Não entres tão depressa nessa noite escura,
A velhice queima e estressa ao fim do dia,
Revolta-te, revolta-te contra o desvanecer da luz."

O desvanecer da luz, em A Cura Mortal, é constante. O livro tem um tom sombrio, assustador até. A responsabilidade de Thomas pesa cada vez mais em seus ombros, o levando a tomar decisões importantes em nome de um todo. "Não entres tão depressa nessa noite escura", diz o poema, e também a consciência de Thomas. Não sucumba, não desista. A luz desvanece, mas é necessário revoltar-se contra ela.

O livro inicia com Thomas em uma sala branca e escura, à beira da loucura, trancado há semanas sem contato com o lado de fora, a não ser pelas mãos que aparecerem pela janela para oferecerem as refeições diárias.

A organização CRUEL resolve mostrar sua cara e apresentar a Thomas o processo final para a Cura. E Thomas, relutantemente, entra depressa na noite escura. A organização clama não ter mais nada a esconder, mas será que o CRUEL merece a confiança de Thomas e seus amigos?

Com uma pegada forte, rápida (e bota rápida nisso!), James Dashner coloca o leitor numa corrida pela vida, pela cura, pela humanidade. Não seria um livro do Dashner sem a morte de alguém importante, então vou dar um mini-spoiler aqui: esperem uma morte triste. Uma "morte" que se arrasta ao longo de cerca de 200 páginas, mas ao longo dessas páginas, sabemos que ela será inevitável.

Senti como se 400 páginas não foram sucificientes. O livro é uma correria sem pausa pra respirar, Thomas e seus amigos estão em constante movimento, levando o leitor a mil batidas por minuto. É impossível não se sentir angustiado depois de uma leitura longa, e sentir a necessidade de parar um pouco pra respirar.

Somos apresentados finalmente ao mundo "de fora", longe do CRUEL, do labirinto. E o que nós vemos não é bonito. Um mundo controlado pela doença, pela loucura, pela fome. De um jeito meio distorcido, lembra Jogos Vorazes. Os "pacificadores" do mundo de A Cura Mortal são semelhantes aos de Panem. Alegam ter uma boa intenção, mas por trás há apenas sujeira.

E é aí que você se pergunta: "Afinal, o CRUEL é bom ou não?" Isso você só vai descobrir no final do livro, mas tenho que admitir, essa pergunta me perseguiu por dias após eu terminar o livro.

Um livro que merece ser aplaudido em pé. Recomendadíssimo! Impossível terminar a trilogia de um jeito melhor. Agora é só esperar pra saber se a V&R vai traduzir "The Kill Order", a prequel da trilogia.

Mas lembre-se: Não entres tão depressa nessa noite escura.
Marise 31/08/2012minha estante
Comecei ontem e você me animou a continuar.


Diego de Luca 20/07/2015minha estante
vc não leu o mesmo livro que eu....hahahahaha


Calebe 31/10/2015minha estante
Como assim jovem???????? Esse livro é muito ruim. E as respostas??? E todos os furos e erros???




spoiler visualizar
Giovanna 13/06/2014minha estante
Exatamente Joyce, fiquei com as MESMAS DÚVIDAS!


Luana 19/02/2015minha estante
Eu gostei muito do livro, e achei que poucas questões ficaram no ar, e mesmo assim nada grandioso que fosse mudar o rumo da história. Como toda grande história de guerra há baixas.

1.Não mandaram porque eles acreditavam que eram capazes de encontrar uma cura e salvar a todos e não somente os imunes.
2. Um pedaço de mundo isolado e que não foi afetado pelo fulgor, tudo foi providenciado desde o começo pela Chanceler Paige (Onde é não faz diferença para o desfecho)
3. Só sei que ela é a fodona, uma das principais idealizadoras do CRUEL e que no fim das contas foi a única que percebeu que não chegariam a uma cura e haviam reservado um paraíso para o Grand Finale, com o objetivo de conservar a raça humana. (Acredito que em "ordem de extermínio" tenha mais explicações sobre ela. Começarei a ler em breve
4. O governo anterior ao CRUEL disseminou o vírus como forma de controle populacional após os clarões solares, já que os recursos estavam escassos e não davam conta da população.
Suas últimas perguntas fiquei sem entender..
5. Você está falando da fuga do quartel? Essa ficou solta pra mim também.. mas ao que deu a entender foi mais uma manipulação, ou talvez tenha sido coisa do braço direito.
6. Qual o verdadeiro nome da galera? Para o CRUEL eles são cada, um indivíduos, e para o grupo A, o de Thomas, eles são Clareanos (nomeados assim por eles próprios) O grupo B é apenas Grupo B.
7. Essa é uma questão realmente importante. Porque mesmo se eles tiverem filhos, mesmo sendo imunes, eles possuem o vírus, o que gera uma pequena chance de que a criança possa vir a ter o vírus e não ser imune, mas são chances remotas. Depois de todos os riscos que correram em busca de uma cura, essa não seria uma dúvida para deixar que os únicos capazes de dar continuidade a raça humana sucumbissem.




Mila 30/12/2014

...
CONTÉM SPOILERS!

Saiba o leitor que essa resenha contém apenas críticas negativas. Mas espero que considerem que elas têm fundamento. Bem, pelo menos para mim, elas têm.
Correr ou Morrer foi um dos melhores livros que já li. Essa triologia começou incrivelmente bem, e não pude esperar para ter os próximos livros. Não gostei do segundo, mas o considero um bom livro. Mas este terceiro... veio para nos ensinar que escrever uma triologia decente é para poucos.
Já deixo minha maior insatisfação bem clara: minha maior frustração, de longe, é o destino de Teresa, minha personagem favorita. Todos a odeiam, todos falam mal dela, mas não posso ver como qualquer pessoa faria de modo diferente quase tudo que ela fez, levando em conta que ela estava tentando salvar o bendito do protagonista. Tudo o que ela fez foi para salvar a pele dele. Como ela mesma disse, ela abriu mão do relacionamento que eles tinham para salvá-lo, e sofreu com isso. Não sei como isso a transforma num monstro. Depois as opiniões dela em relação a "que lado está" fica confusa porque Thomas não lhe dá a menor chance de se explicar e porque nosso autor não nos esclarece nada. (Sinceramente, porque ele não explicou aquela confusão sobre quem fugiu primeiro do CRUEL?!) Matá-la só para fazer Tom ficar com Brenda (que é a personagem mais sem graça que já vi na vida) foi simplesmente ridículo. Brenda também mentiu, também o enganou porque CRUEL mandou que ela fizesse assim, mas nem por um segundo sequer ele se irrita com ela. Isso me pareceu imaturidade literária do autor, sinto admitir. Ficou bem contraditório, para não dizer pior.
Ao contrário de muitos, achei o fim de Newt interessante, embora triste, e acho que esse é meu único elogio para esse livro. Sim, eu gostava muito dele, mas achei seu fim emocionante e bem mais tocante do que de muitos. E a gente sabe que um queridinho sempre tem que morrer, né?
A volta de Gally conseguiu ser mais inútil do que o bilhete de Newt.
Eu realmente me enjoei de Thomas, principalmente por não concordar com muitos de seus pensamentos e atitudes. Senti muita vontade de saber a história pelo ponto de vista de outro personagem, em certo ponto. Ele ter recusado se lembrar de seu passado foi broxante, e mais uma vez tive a sensação de que o autor fez isso só por preguiça mesmo de não ter de dar mais explicações.
Gosto muito de Minho, mas no segundo e terceiro livro ele nos é apresentado de modo diferente do Minho que conhecemos em Correr ou Morrer. Newt também. Há diferenças em suas personalidades que não fazem o menor sentido. Newt era mais irritadiço e se tornou um anjo, Minho era super camarada antes, e depois, e em vários momentos, disse e falou como um verdadeiro idiota. Minha conclusão é que James não é muito bom com construção de personagens, ele se perde facilmente.
Um grande problema em A Cura Mortal, também, foi a explosão exagerada de ação, do começo ao fim. Sabemos que a intenção disso é prender o leitor e criar uma "leitura frenética", mas o efeito foi o contrário em mim. Em dado ponto o corre corre sem fim, e sem nenhum embasamento, ficou maçante, sem explicação, um tanto de ruídos sem nenhum significado.
Enfim, não recomendo a triologia, mas definitivamente recomendo Correr ou Morrer. E só. Mas, como cada um tem um gosto, reconheço e compreendo que muitos também gostarão de A Cura Mortal.
Nathan 01/01/2015minha estante
Pensei a mesma coisa! Fizeram de Teresa uma "pseudo-vilã", donde todos a odeiam por ter salvado Thomas!!!


beccaalvesf 06/01/2015minha estante
Gostei muito de correr ou morrer, e isso fez com que eu comprasse o box completo. O que foi bem frustrante na realidade. Concordo com cada palavra sua. Acredito que se o livro trouxesse a perspectiva da Teresa no lugar do Thomas poderia ter sido melhor, a Teresa era minha personagem preferida, mas essa tentativa falha do autor em canonizar o Thomas só fez com que ele se tornasse chato e entediante. A perspectiva de algum outro clareano também poderia ter sido interessante por dar elementos dos anos anteriores na clareira. Esperava muitas respostas no terceiro livro que não aconteceram, ouvi falar que a prequela o livro "Ordem de extermínio" tem mais respostas, inclusive ouvi muitas criticas boas a respeito. Não acho que o autor tenha tido preguiça porque em todos os livros ele se estendeu demais nas partes de ação do livro, deixando de dar informações imprescindíveis a respeito da história por trás do que acontece. Acredito que ele se perdeu e não soube como construir os personagens, apesar de ter gostado bastante do primeiro livro é perceptível que os personagens são rasos, não dá pra entender muito bem o que fermenta a raiva de quem passa pela transformação. Os personagens mudaram, as personalidades se alteraram, acredito que o autor tinha muitas ideias e acabou colocando informação demais, como por exemplo eles voltarem ao labirinto e resgatar os imunes, o que foi confuso e raso também. O final do Newt fez bastante sentido, apesar de ter sido triste. A impressão que tive foi que no último livro o autor se estendeu demais na ação e em detalhes desnecessários, e depois tentou correr e deixar detalhes importantes de lado pra finalizar o livro. O autor poderia ter se aprofundado mais no grupo B também, e ele o tratou quase como desnecessário, poderia ter dado mais informações a respeito da chanceler Ava e do Jason, mas ele se perdeu, ele simplesmente se perdeu. Ele colocou informações demais e não conseguiu lidar com todas elas. Não recomendo essa trilogia e existem outras distopias bem melhores, e melhores construídas também.


Mila 10/01/2015minha estante
Concordo plenamente com vocês!
=D




Lucas 03/11/2014

Os Forninhos não cairam, EXPLODIRAM!!!
Não liguem se esta resenha ficar ruim. Eu ainda estou em depressão por causa do desfecho desta distopia incrivel.

Tudo começa quando Thomas acorda em um quarto branco, onde passará mais de três semanas em quarentena. Ele é comunicado pelo Janson que aquela foi a terceira fase dos experimentos. E que agora ele e seus amigos poderão receber suas memórias. Alguns não vão querer essas memórias e vai gerar uma rebelião. A partir daí não falarei mais nada.

Com essa breve sinopse eu deixo aqui meus comentários do que achei desse desfecho. Achei bom em alguns momentos, mas o final poderia ser melhor. Não querendo dizer que odiei o final. Eu simplesmente achei que James Dashner poderia ter dado um final mais digno pra essa trilogia que foi maravilhosa.

Gostaria muito de ter dado 5 estrelas, mas eu não fiquei satisfeito com o final. Já que James Dashner resolveu me pegar de surpresa e matar meus dois personagens favoritos. Mas o pior de tudo não foi só ter matado,como simplesmente ele cagou pra esses personagens na hora de descrever a cena da morte deles. Foi como se ele tivesse pisado no personagem de uma forma escrota. Fiquei decepcionado com isso.

Mas enfim, eu gostei do desfecho mas poderia ser melhor. Mas ainda sim continua sendo minha trilogia favorita. E nada vai mudar.

Agora para aqueles que já leram o livro vou pra parte dos spoilers agora!

SPOILERS

1-Fiquei muito bolado com o Thomas na hora que ele descobriu que a Brenda trabalhava para o CRUEL e não parou de falar com ela. E quando ele descobriu que Teresa fez um plano com o CRUEL no segundo livro ele parou de falar com a Teresa. E eu super shippo Thomesa. Nada contra a Brenda, gosto muito dela, mas eu preferia que o Thomas ficasse com a Teresa no final.

2-A morte do Newt e da Teresa me deixou com depressão total. Porque eu gosto deles demais. Muitos fãs ou pelo menos alguns de MAZE RUNNER detestam a Teresa do inicio ao fim. Eu amo a Teresa, queria muito que pelo menos ela ficasse viva. Mas não o James tinha que pisar no meu coração.

3- Eu achei que o final poderia ser melhor. Eles do nada saem do labirindo passam pelo transportal e saem num lugar lindo cheio de árvores, e que eles poderiam reviver ali só com os imunes, longe do fulgor. E do nada o Thomas e a Brenda se beijam e acaba. Ou seja, a Teresa acaba de morrer e o Thomas e a Brenda simplesmente se beijam. #combastanteódio

4-Quanto a morte do Janson, eu só quero dizer que "Se fudeu ótario!!!"

5- Fora algumas pontas soltas que Tio James deixou. Começando pela Chanceler Paige que é comentada o tempo todo durante a trilogia e não dá as caras. Nem sei que fim levou aquela mulher.

Mas fora esses probleminhas nada me impede de gostar e amar essa trilogia. Em breve terá resenha de A ORDEM DE EXTERMÍNIO e ARQUIVOS.

Lembrem-se, CRUEL não é bom!!!

Ju 10/11/2014minha estante
Concordei muito com você.
Eu adorava o Newt, achei muita sacanagem bem ele não ser imune e ainda ter aqueles últimos dias péssimos e a morte daquele jeito. Ele merecia muito mais que isso =/
Eu tive sentimentos contrastantes pela Teresa, porque não conseguia decidir se confiava nela ou não. Mas achei o fim do mundo ele culpá-la daquele jeito, sendo que tudo que ela fez foi pra salvar a vida dele, e levar todas as mentiras da Brenda numa boa. Não tem a menor coerência isso. Fora que a morte da Teresa foi totalmente desnecessária. Eles já tavam quase atravessando o transportal, pra que matá-la? Só pro Thomas ficar com a Brenda? Fora que nem foi dada a menor importância pra morte dela, parece que o Thomas superou instantaneamente,fiquei muito brava com isso.

Eu gostei muito da trilogia também, fazia tempo que não ficava tão empolgada, li esse livro em 1 dia, mas o final deixou muito a desejar pra mim.
Gostaria de mais respostas e de um final diferente pra esses dois.


Lucas 11/11/2014minha estante
Que bom que vc concorda comigo, porque eu fiquei muito em choque com o final. Com as decisões de Thomas, a morte da Teresa e a de Newt. Achei o cúmulo do absurdo o James ter matado ela para o Thomas não ficar na dúvida se ficava com a Teresa ou a Brenda. Eu como disse antes gosto muito da Brenda. Mas a Teresa é a melhor. E até hoje não superei a morte de Chuck.
Mas eu achei tb que ficou com algumas pontas soltas. Que assim espero que sejam reveladas nos outros livros. ( A ordem de extermínio e Arquivos).




Isa 04/10/2014

Que foi isto?
Maze Runner tinha tudo para ser uma das melhores trilogias de distopias que já li. A história era interessante, personagens carismáticos, e tinha muito ação, suspense, drama e emoções. Aos primeiros dois livros, eu os amei tanto que li ambos em apenas quatro dias, e os avaliei com 5 estrelas. James Dashner havia nos apresentado a um cenário totalmente novo, embora não apelativamente distópico, mas que possuía um dos dilemas que vêm atormentando a humanidade durante a história: vale a pena sacrificar poucos para salvar muitos?
Então, imagine minha IMENSA decepção ao chegar para ler o último livro da distopia, A Cura Mortal. Que, literalmente DO NADA, tudo o que nos havíamos deparado anteriormente se evaporou no livro. Dashner voltou atrás com tudo, até com seus personagens.
Primeiro, CRUEL se transformou em uma organização ineficaz e inútil. Não tenho nem palavras para explicar o quão fútil se tornou. Onde estavam os verdugos, a tecnologia, o exército?
Segundo, foi a futilidade de algumas passagens da história. A ida a Denver, o aparecimento de uma organização contrária ao CRUEL, o aparecimento de antigos personagens saidos do nada... tudo foi incoerente, inexplicável, inconcebível.Não posso escrever mais sobre isso, se não darei spoiler.
Teresa, que antes me irritava, no começo desse livro estava insuportável (me explico, fãs de Teresa, acalmem-se por favor: essa tendência de Dasnher para Teresa, de nunca nos deixar saber de que lado ela estava, é extremamente IRRITANTE para mim, então meio que sim desejava sua morte). Mas a irritação de Thomas com ela foi pior que a minha. Eu tinha gostado de Brenda, de sua aparição como Crank pirada, e tinha achado um lance bem mais legal com ela do que com Teresa. Mas até eu, que shippava Brenda e Thomas, achei injusto o que foi feito aqui: Dashner desconstruiu totalmente a garota que ela era nos primeiros livros pra justificar o porquê de Thomas preferir a Brenda, ou o porquê do final mais que forçado ele escreveu para Teresa (sério, precisava ser assim? Foi terrivelmente forçado e mal escrito).
Mas a cereja do bolo foi o final. Sério, James? Final mais utópico que já vi na minha vida. O pior que eles fizeram realmente o que CRUEL queria: ser os ratos de laboratórios que são, ir procrear por ai, tocar o paraiso e BLA BLA BLA. Não tenho palavras para descrever o quão pasma fiquei com ele.
O retrocesso da série com esse livro foi palpável e muito dolorosa de se ler. Mortes desnecessárias, massivas e até mesmo sanguinárias, decisões ingênuas de personagens que mostraram ter senso em livros anteriores. Acho que o ponto alto do livro foi uma morte lenta e inevitável de um personagem muito querido, o único que até em seu momento de loucura mostrou algum senso. Dashner escreveu como um escritou inexperiente e imaduro, tanto que até me perguntei se ele mesmo escreveu os dois primeiros da trilogia, ou algum amador escreveu a Cura Mortal em seu lugar.
Me arrependo de ter lido a série? Não. Me arrependo de ter lido a Cura Mortal? Sim. Sinto como se devesse ter parado no Laberinto ou no deserto, fingido que o autor morreu antes de terminar a história, ou que A Cura Mortal foi apenas alguma fanfic que um aspirante a péssimo escritor escreveu por aí.
Porque, nesse caso, a fantasia é melhor que a realidade.
Manú 08/10/2014minha estante
Posso dizer porque nos decepcionamos com um livro ou com um filme? Porque ele não termina do jeito que queremos... A gente imagina uma coisa e no final acaba tudo sendo diferente! Desde o início imaginei que não teria cura nenhuma, que eles do CRUEL só estavam mesmo tentando salvar a própria pele mas que no fundo sabiam que prosseguir com isso seria bem difícil dado ao avanço rápido da doença incurável.
Quanto a raiva do Thomas pela Teresa eu sempre achei plausível. Não, nunca deixei de gostar dela. Ela fez o que fez pra salva-lo. Mas perdoar uma coisa dessas tem que ser uma puta pessoa boa, e convenhamos que na atual situação do mundo fica meio difícil lembrar dessas coisas e só pensar em sobreviver e que uma pessoa que você confiava quase fodeu com a sua vida '-'
Sim, a morte desse personagem (que creio ser o mesmo que eu estou pensando) me deixou de coração no chão. POR QUÊ? PRA QUÊ? Eu gostava mais dele do que do próprio Thomas! Mas alguém querido tinha querido tinha que morrer pra nos passar que qualquer um que tivesse sido contaminado morresse.
Desde o início foi isso: UMA BUSCA INCANSÁVEL POR UMA CURA INEXISTENTE! E na minha cabeça teria que terminar dessa forma: Como se tudo tivesse que começar do zero novamente.


Isa 12/10/2014minha estante
Manú, concordo com vocPe quando diz que eles não tinham a cura... Eu também tinha imaginado isso. Mas o que me decepcionei foi sem dúvida tudo o que o autor destruiu, o que em livros anteriores fazia sentido.
No primeiro livro adorava a Teresa, no segundo a odiei e depois a perdoei, mas fiquei com pé atrás. Algo em Teresa me fazia dizer que ela mudaria de lado mais rápido que mudaria de roupa. No começo do terceiro, quando ela tentava justificar as ações de Cruel, isso foi demais pra mim. A odiei definitivamente ai. Mas matá-la do modo que Dashner fez?!?! Aquela garota era uma sobrevivente de coisas piores. Morrer esmagada e com aquela desculpa esfarrapada foi muito baixo para Teresa. Muito irreal
Mas por mais que não tivessem a cura (a iniciativa do Dashner de escrever sobre uma doença e deixá-la sem cura, isso foi uma ousadia, tenho que admitir), odiei o fato de que mesmo no final CRUEL estava orquestrando a vida deles: enviando em algum outro lugar paradisiaco para poder perpetuar a humanidade enquanto o resto do povo se ferra. Isso foi demais pra mim. Não sei o que esperava, mas definitivamente NÃO isso.


Manú 22/10/2014minha estante
Isa, é complicado demais realmente. Mas se pararmos pra pensar, todos estavam infectados.. Perdendo a sanidade mental. Ia acontecer com todo mundo e pelo o que vimos realmente não ia rolar cura. Ou fazia isso, ou morria todo mundo! Acho injusto e justo ao mesmo tempo. O Dashner foi ousado DEMAIS, ele criou uma doença e não nos deu respostas pra uma possível cura! WTF? Por que fez isso?? - No meu pensamento foi pra mostrar que nem com as melhores das tecnologias, somos capaz de TUDO. Sempre vamos ser vuneráveis a algo!


beccaalvesf 06/01/2015minha estante
Concordo com você, Isa. E Manú, o que eu penso é que o autor colocou muitas informações e acabou se perdendo, concordo com você, sempre tive essa impressão que a CRUEL não estava nem perto da cura, que na realidade eles só estavam brincando de Deus e tentando livrar a propria pele. Fora as várias pontas soltas que deixou, como por exemplo : Por que a teresa tinha um nome diferente e sobrenome?. Me senti da mesma forma com relação a Teresa, amando, odiando, amando novamente, sentindo uma desconfiança muito forte. Mas acredito que a Brenda também traiu o Thomas quando na verdade também fazia parte de um plano da CRUEL, e ele a perdoou como se ela não tivesse feito nada. Passei o terceiro livro todo com o pé atrás com a Brenda, fora o fato de que ela era um personagem com a personalidade fortíssima e que de repente se tornou submissa e sem opinião. Acredito que o autor se focou demais na ação dos livros e esqueceu de se aprofundar a respeito dos personagens, todos os personagens tiveram histórias, confusas, rasas e sem desfecho. Fora o fato de que : Onde era esse paraíso? Os cranks poderiam chegar lá? Era um lugar que a chanceler Pager construiu em segredo pra que os imunes sobrevivessem? Era um lugar seguro? Essa questão ficou em aberto pra mim. Achei o primeiro livro ótimo, e que o autor foi se perdendo nos outros dois.




Psychobooks 15/10/2012

Resenha Dupla:

Mari: Depois de um ano de espera, finalmente A Cura Mortal foi lançado! E lá fui eu, toda cheia de expectativas para saber como terminaria a Trilogia Maze Runner e finalmente obter a resposta de várias perguntas, certo? Em partes...

Alba:A expectativa para a leitura estava nas alturas! Li o primeiro e amei, o segundo livro da série também foi muito bem-amarrado e seguiu uma linha semelhante ao primeiro. Esperava que o terceiro fosse uma bomba, um livro 10 estrelas. Algo que me tirasse do centro... Tirou! Mas não do jeito que eu esperava.

Mari: Dessa vez, Thomas e seus amigos não estão no labirinto, nem no deserto, mas dentro das instalações do CRUEL, prestes a recuperar a memória e finalmente descobrir se o CRUEL é bom, ter a chance de salvar a humanidade do Fulgor e ver como o mundo está atualmente.
A escrita do James Dashner continua fluida, com um ritmo alucinante, que não deixa o leitor desgrudar os olhos do livro enquanto não chega a última página. Mas lá pela metade do livro eu me perguntei: "O que está mesmo acontecendo por aqui?". Muitas coisas ficaram confusas, mas eu ainda tinha esperanças de ter muitas perguntas respondidas, o que infelizmente não aconteceu.

Alba: Senti o tempo todo que James sambava, girava, corria, rodopiava e não chegava a lugar algum. A escrita é sim fluída e ele busca colocar ação em todos os momentos da narrativa, mas nesse livro, os personagens estão perdidos e não há sentido algum em suas ações. Eles parecem baratas tontas, à procura de algo para fazer mas sem nunca encontrar.
A narrativa é em terceira pessoa, mas do tipo engessada, que só acompanha o ponto de vista de um personagem - no caso, do Thomas. Isso nos limita MUITO. Houve também descaracterização do personagem, suas atitudes simplesmente não condizem com o que nos acostumamos a ver nos dois primeiros livros.

Mari: Não posso comentar muito sobre alguns eventos, mas preciso dizer: "Que merda de final foi esse para a Teresa? WTH?!". Já a história de Newt foi digna, cheia de sentimentos verdadeiros, o autor fez um ótimo trabalho nessa finalização. E o que aconteceu com o Thomas? Nos dois livros anteriores ele foi um personagem fantástico, mas dessa vez ele repetiu tanto "Ele era meu amigo mais próximo" que ficou um tanto enfadonho. The Kill Order é uma prequel (enredo abordado antes do primeiro livro da série) com outros personagens, então, não tenho mais esperanças de saber mais sobre o passado dos personagens.

Alba: DECEPÇÃO. Fiquei com a impressão CLARA de que o autor não sabia aonde ia com a história. Ele não sabia o que fazer com o enredo, então nos enrolou por umas 300 páginas para depois arrematar a história de qualquer jeito com um final bem sem-graça. Há durante todo o tempo uma tentativa de criar-se um romance entre dois personagens, mas a química é simplesmente inexistente. Newt realmente brilha, o único personagem que fez o livro valer a pena. (por culpa dele o livro pra mim foi 3 e não 2,5 estrelas)

Mari: É realmente uma pena ter me decepcionado tanto com o final da trilogia, depois de ter dois livros seguidos com 5 estrelas, eu esperava que o fechamento fosse fodástico, infelizmente nem tudo é como desejamos. Ainda assim, recomendo a série pois Correr ou Morrer e A Prova de Fogo são maravilhosos!!!

Alba: Terminei o livro com vontade de entregá-lo para o James Dashner e dizer "Não, tá tudo errado, começa do zero!". É superdecepcionante quando sagas tão boas terminam de uma forma tão boba... A série vale mesmo pelos dois primeiros livros e, já que é pra ficar sem respostas, recomendo que nem leiam o terceiro.
É preciso comentar também a demora para o lançamento da série. Cada livro foi lançado com o espaço de um ano entre um e outro, isso quebra muito o ritmo da leitura, mas estaria tudo lindo se a edição estivesse impecável. Não é o que acontece. A revisão está ruim, as folhas mal-cortadas e é difícil de abrir o livro, pois parece que as páginas estão muito coladas no miolo... Espero que as próximas edições saiam com essas falhas corrigidas.

"- Não - Thomas discordou. - Não podemos mais agir assim. Às vezes eles fazem coisas só para me obrigar a fazer o contrário do que acham que eu acho que acham que eu quero fazer."
Página 133

" A ira do Sol golpeou a Terra. A segurança em muitos prédios do governo estava comprometida. Um vírus fabricado pelo homem, criado para uma guerra biológica, escapou de um centro militar de controle de doenças. O vírus atingiu os principais centros populacionais e se disseminou com rapidez. Tornou-se conhecido como Fulgor. (...)"
Página 118
http://www.psychobooks.com.br/2012/09/resenha-dupla-a-cura-mortal.html
Mari_Rp 17/07/2014minha estante
Quero apenas visar que com este comentário não pretendo ser grosseira ou criticar seu ponto de vista,mas,na primeira frase, em que Thomas disse: "Não podemos mais agir assim. Às vezes eles fazem coisas só para me obrigar a fazer o contrário do que acham que eu acho que acham que eu quero fazer", está na verdade,certa.Logo depois que ele disse isso segue essa frase: "Hã?-perguntaram os três ao mesmo tempo,a confusão transtornando a expressão antes duvidosa",ou seja,o intuito era criar uma frase confusa,para digamos assim...dar um tipo de humor ai.




Quel 01/08/2014

Acho que dessa vez eu aprendir ..
Nunca me decepcionei tanto com o final de um livro , acho que estou exagerando um pouco , já me iludi muito com um final de um livro , mas como " A Cura Mortal " , nunca !
Não havia lido ainda nenhum livro desse autor , e quando conheci o primeiro volume dessa trilogia senti um sentimento tão verdadeiro , de admiração , e logo quis conhecer toda a história do livro 02 , e as estrelas cairam para quatro , algo havia mudado , mas ainda não era o suficiente para ser uma decepção . Comecei a " ler " a "Cura Mortal " e sentir uma ansia de vomito , nausea , de tanta decepção . Cadê aqueles personagem caracteristico do volume 01 ? O que aconteceu com Thomas , por que mudou ? Por quê o drastico fim para a minha personagem favorita da história ? Por quê Teresa ? Por quê o autor fez dessa trilogia uma verdadeira merda no final ?
Acho que esse livro tem o final mais sem nocão que já vi , acho difícil existir um pior .

Me sinto de luto, tristee , com raiva , com ódio das atitudes bobas dos personagens , do rumo que a história tomou , até chegar no maldido fim .

Sinto raiva do Tommy , me sinto traída , por ele ter traído a teresa , seus sentimentos , por ter se transformado em um personagem sem luz , ele se apagou na história , mas tudo é culpa do inventor , o autor , que raiva !!

#Enfim , ler quem quer ,mas cuidado praticamente todos os leitotes desse livro se decepciou , o autor até inventou um quarto volume , uma breve história , mas não deu muito certo .
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Louiz 02/02/2013

SUFOCANTE!!!!!!!!
James Dashner tem um jeito muito singular de escrever isso é fato. Mas ai você se pergunta... Até que ponto isso é bom?

Embora tenha lido em uma velocidade considerável, Quando fechei o livro julguei uma lentidão absurda na leitura, para o ultimo livro da saga tudo que se espera é um final explicativo com flores e borboletas. MAS NÃO, parece que deixar a aventura e o corre-corre de lado não é uma das qualidades do autor, algumas horas você se sente sufocado com o tanto de coisa que está acontecendo, e se pergunta muitas vezes aonde foi parar a explicação de todo aquele mistério. Não que o autor não tivesse oportunidades de esclarecer tudo que abriu nos primeiros livro, muito pelo contrário, a impressão que me deu é que não fez porque não quis.

O Livro é uma jornada fácil a ser percorrida, mas entretanto, me contorci muito durante as madrugada com o livro na mão em busca de mais respostas e menos ação.

POREM SOU INCAPAZ DE JULGAR OU FALAR MAL DO JAMES, ele é um deus na literatura, e os seus livros me fizeram sentir um jorro de emoções que até hoje sou incapaz de processar, se você é um daqueles que adora quando as coisas estão prestes a funcionar e de uma hora pra outra tudo vai por água abaixo REPETIDAS E REPETIDAS E REPETIDAS E REPETIDAS vezes, bem, você amará cura morta, mas se você é do tipo que finalmente quer ver as coisas darem certo e os problemas se resolvendo, aconselho que pare em Prova de fogo.

É com muito pesar que avalio esse livro como bom, apesar de tudo ele saber aplicar as emoções de maneira absurdamente incrível, e tem uma dose dramática que você só se da conta no final, não é lá um final épico esperado mas é um bom final, que provavelmente me deixará dormir em paz novamente.
Taty 25/04/2013minha estante
Lipeh, terminei de ler o livro essa semana, e ao ainda não tinha encontrado um termo que traduzisse como me senti durante a leitura até ler sua resenha.
SUFOCANTE! é isso mesmo que o terceiro livro é!...rs...não gostei da leitura, por vezes achei maçante, mas como conjunto gosto da série, pela originalidade e intensidade das situações criadas pelo James Dashner. Mas dos três livros, pra mim Cura Mortal foi aquele que não agradou tanto quanto os outros. mas enfim, parabéns pela resenha!




Gui 19/12/2014

Um série que começou muito boa, mas teve um desfecho ruim, com o último livro deixando a desejar. Um livro confuso, que não conseguiu seguir os fatos anteriores de maneira linear, com um final meio forçado. Os dois primeiros livros foram muito bons, mas o terceiro decepcionou muito.
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Well 12/08/2014

O Fim não Justificou os Meios.

Para ser sincero nem justificou nada. Neste terceiro e último volume da trilogia,James Dashner fez bem o mesmo trabalho que com os outros livros. Inclusive em seus defeitos.
A trama segue a saga de Tomas para se livrar da instituição que tanto oprimiu os adolescentes. O livro segue em altos e baixos como ondas. A escrita continua fluída e ágil no estilo do autor. Mas o inicio se torna meio lento e amarrado demais... E de repente tudo se acelera, pra logo depois se tornar mais lento ainda.
Descobrimos umas poucas verdades sobre os Clareanos, o nome do homem-rato,alguns detalhes (insignificantes) do passado de Tereza e Tomas e ficamos na torcida pra um final interessante pros amigos que tanto lutaram. Também surge uma cidade "nova" e percebemos a situação alarmante que o mundo se tornou.
A sensação que temos, como disse eh a de ondas. As emoções vem aos poucos... E ao mesmo tempo sentimos que muita coisa ali não precisava estar la, pois nada mais eh do que preenchimento de paginas. O que mais me incomodou no livro foi as pontas soltas. Se no segundo tinha algumas, neste tem varias. Coisas que nos deixaram com pulgas atrás da orelha, o autor não se preocupou em nos responder. Pareceu mais preocupado em dar andamento frenético a historia,principalmente em seu final, que na minha opinião parece ter sido "comprada". Como se para agradar algumas pessoas mais românticas. O que não me convenceu em meio aquelas turbulências de acontecimentos apocalípticos. Sem falar nas mortes repentinas... Algumas realmente emocionantes e outras apenas para eliminar personagens(principalmente entre os principais).
Deu vontade de fazer um fanfic da serie para eu mesmo criar respostas aqueles acontecimentos todos. Mas... Dai me lembrei do prequel da serie, que vou le-lo com afinco em busca de respostas... Mesmo sabendo que trata-se de uma historia anterior e talvez sem os cativantes personagens que aprendemos a gostar.
Não queria dizer isso, mas espero muito que Hollywood faça a trilogia completa. Primeiro porque,apesar dos pesares,gostei muito da serie, e segundo pra que os roteiristas nos deem aquilo que o Tomas não teve. Respostas concretas e verossímeis!
Foi uma boa diversão!
beccaalvesf 07/01/2015minha estante
Acredito que a versão cinematográfica da trilogia pode ter mais respostas que os livros por conta do publico alvo. Concordei com tudo o que você disse, e acredito que o autor quis colocar muita ação no livro e isso fez com que os seus personagens fossem rasos, que suas personalidades fossem volúveis, e que nós tivéssemos uma avalanche de informações desnecessárias. Como disse uma outra resenha 'Nadou, nadou e morreu na praia'.


Well 25/02/2015minha estante
Verdade Viu... Tomara que nos filmes,os produtores respondam mais perguntas do que no livro.
E concordo tambem... nadou nadou e morreu na praia! KKKKKKK.




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