1602

1602 Neil Gaiman




Resenhas - Marvel 1602


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Christine.Jara 27/09/2019

Que releitura legal. Recomendo a todos.
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Marcio.Caldas 14/06/2019

Incrível!!
Esta é a melhor palavra ´para definir um autor que consegue unir em uma mesma história fatos históricos e super heróis, em uma história cheia de reviravoltas, que mistura as origens e personagens da Marvel, numa história singular.
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Débora 17/07/2018

Leitura Obrigatória
Neil Gaiman realoca brilhantemente os principais heróis da Marvel 400 anos no passado, na Inglaterra da rainha Elizabeth, com desenhos de Andy Kubert e pintura de Richard Isanove.

São quase 30 personagens desenvolvidos em tramas paralelas com muita ação, política, suspense, traição, amor, misticismo.

Neil Gailman transpõe os personagens sem perder em nenhum momento a "essência" Marvel (então cuidado fãs de Neil Gaiman e da DC! Esta É uma HQ da MARVEL, não venham depois ficar falando que é ruim...).
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Fco EC Arruda 18/03/2018

Neil Gaiman na Marvel...
Não há como errar... uma visão única, ainda que deslocada da realidade comum, os herois clássicos são levados para o século XVII. Destaque para Carlos Javier e sua escola de sanguebruxos...
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Welson.Avelar 27/02/2018

Ótima releitura dos nossos queridos heróis Marvel
O que aconteceria se alguns dos principais heróis Marvel aparecessem 400 anos antes do esperado?
Neil Gaiman e Andy Kubert nos dão ideia nesta história.

O roteiro de NG é excelente! Ele nos conduz por uma Inglaterra elisabetana crível mesmo com pessoas místicas e poderes sobrenaturais.

A ambientação é ótima! Contextualizado pouco antes da "Conspiração da Pólvora", NG apresenta-nos uma história de traições, alianças e trégua, com ótima narrativa, bem desenrolada e personagens bem desenvolvidos.

Assim, na medida do possível, afinal, são quase 30 personagens usados para 8 volumes de 22 páginas. Complicado...

O encaixe histórico foi feito com esmero, tanto no texto (nomes e descrições de localidades) quanto na arte desta obra.

Aqui vale destacar o desenho de Andy Kubert que fez questão de usar mapas registrados da época para localizar as cidades e regiões, bem como estudar a arquitetura da época para os desenhos das construções. O mesmo vale para o desenhista das capas, o ótimo Scott McKowen.

Importante falar também das cores usadas por Richard Isanove. Maluco...sem comentários. É linda demais a arte-final deste sujeito, sem cabimento.

A resolução da trama eu acho que pecou. Aquele que tinha a solução de tudo o que acontecia tomou certas atitudes que não condizem com a origem do personagem da forma como a conhecemos.

Enfim! Gostei muito do universo proposto para esta história. Fiquei querendo mais. =)
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Menotti 10/02/2016

Uma obra de arte
Estava numa livraria e recebi a indicação de que essa HQ era muito boa. Neil Gaiman arrasava nela e tinha uma história muito bacana. Comprei, demorei um tempo para ler e estou impressionado.

Neil Gaiman é realmente um gênio, um cara que viaja nas suas ideias e transforma-a numa realidade sem igual. Conheci-o pelo Sandman, li Os Filhos de Anansi e quero ler O Oceano no Fim do Caminho dele. Essa cara me mostrou que você pode viajar e escrever uma história sem medo, você não tem orçamento, você tem uma imaginação e papel.

1602 é uma obra de arte das HQs, recomendo a todos a leitura. Tentei não falar muito da história, pois sem querer daria spoiler e não é este o intuito da resenha. Comprem, leiam e se debrucem nesse mundo que Gaiman bagunçou.
Brunna 06/04/2016minha estante
Essa edição é volume único ou é o nº 1 dos 4 livros?




Marieliton M. B. 02/02/2016

Uma boa história que não existe nos livros de História
Primeira incursão de Neil Gaiman pelo Universo Marvel, 1602 conta como seria o aparecimento dos grandes heróis da Casa das Ideias na Europa do século XIII e como ele seriam afetados pela principal organização da época , a Igreja.
Por mais Neil Gaiman seja conhecido por fazer grandes obras e tal, em 1602 ele fez SÓ uma boa história e nada mais. No quadrinho não têm nenhum momento épico ou algo que fique marcado pra eternidade da 9ª arte. É apenas uma história com os heróis, que costumamos ver no presente, vivendo no passado.
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Beija-flor-brilho-de-fogo 23/01/2016

Gosto dos quadrinhos que se mesclam a fatos históricos ou míticos. Essa HQ traz algo disso, com referências: à colônia perdida de Roanoke na América do Norte (introduzida pelos ingleses e com destino desconhecido de seus habitantes); à Virgínia Dare (primeira criança nascida nessa colônia); à Era Elisabetana e à temível Inquisição espanhola. Elementos presentes e inspiradores ao autor.
Por outro lado, não curto HQs com muitas personagens, que acabam desenvolvendo várias histórias paralelas onde, geralmente, vemos diálogos e explicações intermináveis, sobrecarregando as cenas, limitando a ação e tirando expressividade das personagens. Essa obra também tem essa característica em minha visão.
A leitura foi assim, com uma curiosidade instigante, mas enfadonha em vários momentos, parecendo que algo extraordinário ia ocorrer e de repente voltamos para a mesma monotonia.
Realmente, fez falta o Wolverine e o Homem-Aranha no pedaço (não aquele Peter "mais sem graça").
Não gostei, mas não estou dizendo que a história é ruim, só não tive empatia e a curtição que aprecio nos quadrinhos.
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HARRY BOSCH 09/01/2016

1602
ótimo trabalho de Neil Gaiman & Andy Kubert ,uma surpresa a cada capitulo,muito bem escrita e desenhada.
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Bruci 31/12/2015

Resenha: Marvel 1602
minha obra preferida de Neil na Marvel Comics
No meu blog escrevi sobre:
https://anarkialiteraria.wordpress.com/2015/10/30/marvel-1602-%E2%80%A2neil-gaiman-andy-kubert-richard-isanove-scott-mckowen/

site: https://anarkialiteraria.wordpress.com/2015/10/30/marvel-1602-%E2%80%A2neil-gaiman-andy-kubert-richard-isanove-scott-mckowen/
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Paulo Eduardo 13/10/2015

1602 é uma história difissílima de ser contada! Ora, imagine só reimaginar grandes heróis Marvel no contexto do final da Era Elisabetana, tudo isso numa trama muito bem escrita, instigante, e cheia de mistérios e conspiração. Admiro a coragem de Gaiman em se propor esse desafio, e por se sair tão bem sucedido ao encaixar os personagens da Marvel no contexto da época de forma tão bem feita. E reconhecer todos eles nesse novo universo nem sempre será tarefa fácil: Gaiman nos entregou alguns personagens de bandeja, mas outros não são tão óbvios assim. Enfim, 1602 é a primeira obra-prima que li do autor. Ainda não tive a oportunidade de ler Sandman nem Deuses Americanos, mas 1602 é uma pequena mostra do potencial do escritor. Acho estranho essa obra não ser citada em listas de melhores HQs, e ainda ser considerada por alguns como um "um trabalho mediano". Apenas o prazer de ver personagens clássicos introduzidos magistralmente em um universo tão diferente, mas ainda assim mantendo sua essencia, já valeria o posto de grande obra. Some isso uma trama envolvente, com um mistério muito bem bolado, e temas adultos explorados de forma madura. Definitivamente, um dos melhores títulos dessa coleção da Salvat.
Ah, e como não falar dos desenhos de Andy Kubert, que são lindos e se encaixam perfeitamente na história. As capas de Scott McKowen também não pode deixar de serem citadas.
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Coruja 06/04/2015

A princípio, quando estava elaborando minha lista do Desafio Corujesco, tinha imaginado falar de steampunk nessa rodada. Mas o livro que escolhi para tanto não conseguiu me conquistar o suficiente para que eu quisesse falar dele (não é necessariamente que ele fosse ruim, só que não consegui ter qualquer empatia por nenhum dos personagens…).

Fiquei então pensando com meus botões, olhando para minha estante e em algum ponto dessa história decidi que ia passar abril escrevendo resenhas de todos os últimos livros do Gaiman que li, com direito a sorteio e tudo o mais. E 1602 era perfeito para entrar no meu ‘bingo’ cruzando Gaiman e o tema do Desafio.

Gosto de quadrinhos e gosto de histórias de super-heróis. A despeito disso, leio muito pouco do gênero porque não tenho paciência para passar meses (às vezes, anos) para saber qual será o desenlace de uma determinada história. Em vez disso, leio os resumos dos arcos que me interessam e assim ficamos todos felizes.

Nesse aspecto, 1602 é uma história sob medida para mim porque ela é uma minissérie – foi publicada originalmente em quatro fascículos – e quando me caiu em mãos, já tinha sido publicada em sua completude.

A história se passa (surpresa, surpresa) em 1602, na Inglaterra Elisabetana. Começamos sendo apresentados a Sir Nicholas Fury, responsável pela Inteligência do reino e Stephen Strange, mago e médico pessoal da rainha. Em seus respectivos papéis, eles têm de lidar com conspirações contra a vida da rainha, relíquias templárias, a inquisição espanhola, política do Novo Mundo e, por cima de tudo, uma tempestade que se avizinha e bem pode significar o fim do mundo.

É surpreendente como Gaiman consegue trabalhar personagens clássicos do cânone da Marvel dentro desse universo, respeitando suas origens e ao mesmo tempo fazendo-os ter todo o sentido do mundo num ambiente medieval: mutantes como bruxos para servir de lenha nas fogueiras da Inquisição parecia-me óbvio, mas eu realmente não sabia como o Homem Aranha e o Quarteto Fantástico, que estão tão intrinsecamente ligados à tecnologia moderna, poderiam ser explicados aqui... mas ele conseguiu fazê-lo.

1602 tem vários dos meus elementos favoritos numa narrativa – História alternativa, vários núcleos de personagens que se alternam e se entrelaçam para que tudo possa fazer sentido, intrigas palacianas, política e preconceito. Gostei tanto que não me importaria de ver mais nesse universo, mas creio que faça sentido fechá-la da maneira como acontece.

É difícil no momento encontrar essa minissérie aqui no Brasil – dá para achar os fascículos em português em sebos com algum esforço (os meus foram um presente) – mas já está previsto o lançamento do encadernado na coleção Graphic Novels Marvel/Salvat. Caso não queira esperar em português, o encadernado em inglês não é difícil de encontrar.

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2015/04/desafio-corujesco-2015-um-genero-bem.html
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Robson 21/01/2015

Eu gostei
Essa hq são varias historias acontecendo ao mesmo tempo,mas na minha opinião é muito boa.
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Murilo 21/03/2011

Não é um Sandman... Ainda bem!
Em 1602, Gaiman sai da sua zona de conforto de Sandman e contos de fantasia e nos trás uma história totalmente original e divertida. A sinopse todo mundo conhece: heróis da Marvel reconstruídos em 1602, tendo que lidar com as fogueiras da Inquisição, a morte inexplicável da rainha Elizabeth e a posse do extremista rei James da Escócia, que quer a morte dos mutantes (aqui chamados de sanguebruxos).

A reimaginação dos personagens é fantástica. Nem todos mantém seus poderes de outrora, mas é isso mesmo que define os heróis Marvel? Ou será o senso de justiça de Nick Fury, a curiosidade de Peter Parker, o patriotismo de Steve Rogers e a união do Quarteto Fantástico pelos laços familiares?

A arte de Andy Kubert é altamente competente, mas colorida de mais pro meu gosto. Se tratando de Marvel, não devia me surpreender.

No geral, o álbum tinha tudo pra dar certo. Pois é. Tinha. Mas não deu.

Apesar de muito original, a história não empolga em momento algum. Os personagens, mesmo em outra época e enfrentando problemas diferentes, ainda são os mesmos que todo mundo já conhece. Quebrando assim, a proposta inicial de mostrá-los em situações além do tradicional.

Falta na narrativa um pouco da originalidade que consagrou o autor e que está presente em todas as suas outras obras. Talvez os personagens Marvel sejam unilaterais de mais para isto. Ou talvez Gaiman deva continuar escrevendo Sandman e outras fantasias.
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