Harry Potter and the Philosopher

Harry Potter and the Philosopher's Stone J.K. Rowling




Resenhas - Harry Potter and the Philosopher's Stone


27 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2


LuanaSP 04/06/2009

Boa pedida
Pra quem gosta de ler em inglês, ou quer treinar mais, é uma boa pedida reler a saga do Harry Potter em inglês. Os livros são baratos (em papel jornal) e os livros são ainda mais divertidos porque as brincadeiras linguísticas não se perdem na tradução.
M. 30/01/2012minha estante
Fora que a tradução deixa o livro muito 'bobinho', o que faz muita gente não gostar dele (eu sou uma das que não teriam gostado se não tivesse lido em inglês).


Rodrigo Oliveira 21/02/2013minha estante
Meu livro em inglês acabou de chegar de Londres. Vou lê-lo e pretendo reler a saga inteira em inglês.


Felipe Gus 28/10/2015minha estante
AOnde posso conseguir uma versão em pdf , mas em inglÊs?




Anica 06/10/2010

Harry Potter and the Philosopher's Stone (J. K. Rowling)
Quando viu que eu estava lendo Harry Potter e a Pedra Filosofal meu amigo perguntou se eu estava querendo entrar no livro dos recordes como a última pessoa a ler esse livro. A piada faz sentido: 13 anos após o lançamento original,10 após a chegada ao Brasil e cá estou eu, na minha primeira-segunda vez com o título.

Explico: já tinha lido anteriormente (tem aí uns sete anos), mas não me agradou. Falaram que a tradução que era meio fraquinha mas que se lesse no original eu iria gostar. E ano após ano eu fui adiando a tal da leitura “no original”, até que vi uma caixa bacana para vender na Amazon e defini uma meta: terminar a série antes de chegar os 30 anos. A saber, tenho 29.

Enfim, a verdade é que me enrolei mesmo mas ok, terminei o primeiro hoje na hora do almoço. O que dizer? são dez anos de pottermaníacos falando sobre o livro, de filme e tudo o mais. Você não sai ileso disso, mesmo que queira. Somando a isso o fato de que eu já tinha lido o primeiro volume, digamos que a sensação que tive durante a leitura foi de um tremendo vale a pena ver de novo.

Mas é aquela velha história de livros mudarem a cada leitura. Sete anos depois, eu não sou mais a mesma e não espero do que leio a mesma coisa que esperava em tempos de faculdade. Aprendi o valor da leitura por puro entretenimento e não procuro em Harry Potter e a Pedra Filosofal o novo Ulisses da língua inglesa. Acho que deu para entender como foi que recebi o texto, certo?

E mesmo já conhecendo todo o desenvolvimento da história, a verdade é que me diverti. A história de Harry Potter lembra muito aqueles joguinhos que precisa terminar um evento para abrir outros. Eu não faço ideia de como fica mais para frente, porque filme eu só vi até o terceiro e livro eu só tinha lido o primeiro, mas a linguagem é simples mesmo – não tem nada daquela balela da tradução, não. Mas oi, livro infanto-juvenil, você espera fluxo de consciência, narradores múltiplos e afins? Lógico que não.

Harry Potter e a Pedra Filosofal encanta pelo enredo, não pela estrutura. Pode não ser também a coisa mais criativa do mundo (yadda yadda yadda, Neil Gaiman) mas foi desenvolvido de um jeito que tem aquele gostinho bom de sessão da tarde. Sendo bem sincera, fechei o livro e me dei conta de como fiquei com inveja de quem era adolescente ou criança na época que leu essa obra – deve ter sido ainda mais divertido.
Rodrigo Oliveira 21/02/2013minha estante
Que bom que você se divertiu. Os primeiros livros são realmente para isso. Mas a partir do terceiro, fica mais complexo e quando você termina o sexto, você vê o tamanha da genialidade da J.K. Rowling. A narração deixa de ser infantil também. E quando você finalmente termina a série... é indescritível.




Thais 19/11/2010

Mais gostoso no original
Como todo bom fa de Harry Potter, eu tenho a minha hitoria com ele, meu pai me deu o primeiro livro quando eu tinha uns 11 anos, eu simplesmente adorei! Depois com o lancamento dos outros livros eu continuei amando Harry Potter, mas soh li os livros em portugues. Quando chegou a hora de ler Reliqueas da Morte, eu tive a oportunidade de ler no original, mas meu ingles ainda nao era assim tao bom, entao nao gostei muito do livro.

Mas agora estou tendo a oportunidade de reler a serie toda no original, e estou achando delicioso ler a historia do Harry conforme a J.K. Rowling escreveu, sem interferencia da tradutora (nada contra ela, se nao fosse a Lya Wyler eu nunca saberia que eh Harry Potter), algumas passagens ficam muito mais engracadas ou mais claras, dependendo da cena, enfim, parece um 'outro livro'.

P.S: desculpem os erros de portugues, estou num teclado sem acentos.
Marina 10/02/2013minha estante
achei a mesma coisa...


David 19/12/2015minha estante
Onde encontro essa versão para comprar aqui no Brasil?
Tô querendo a versão dessa capa




Si 02/01/2013

Coloquei as minhas frases favoritas, excluindo as já muito conhecidas ;)
'Brazil, here I come... Thanksss, amigo.'
(Brasil, aqui vou eu... Obrigado, amigo)

"There are some things you can't share without ending up liking each other."
(Há coisas que não se pode compartilhar sem acabar gostando um do outro.)

"Harry couldn't sleep. He tried to empty his mind - he needed to sleep, he had to.
(...)
Harry felt terrible."
(Harry não conseguia dormir. Ele tentava esvaziar a mente - ele precisava dormir, ele tinha que dormir.
(...)
Harry se sentia horrível.)

"Chess was the only thing Hermione ever lost at, something Harry and Ron thought was very good for her."
(O xadrez era a única coisa em que Hermione sempre perdia, algo que Harry e Ron achavam que era muito bom para ela.)

"'You're worth twelve of Malfoy,' Harry said to Neville."
(Você vale doze de Malfoy, Harry disse a Neville.)

"He couldn't ever remember feeling happier. He'd really done something to be proud of now - no one could say he was just a famous name any more."
(Ele não conseguia se lembrar de já ter se sentido tão feliz. Ele realmente tinha feito alguma coisa da qual poderia se orgulhar agora - ninguém mais poderia dizer que ele não passava um nome famoso.)

'That's chess! You've got to make some sacrifices!'
(Isso é xadrez! Tem que se fazer alguns sacrifícios!)

'This isn't magic - it's logic - a puzzle.'
(Isso não é magia - é lógica - um enigma.)

'I shall answer your questions unless I have a very good reason not to, in which case I beg you'll forgive me. I shall not, of course, lie.'
(Eu irei responder suas perguntas a menos que eu tenha uma boa razão para não respondê-las, nesse caso eu peço que me perdoe. Eu não irei, é claro, mentir.)
comentários(0)comente



Bruna 26/06/2017

Meu primeiro audiobook, estou muito apaixonada. 'Reli' para o WW Book Club.
comentários(0)comente



Izabela 31/03/2017

Quando resenhei Harry Potter and the Cursed Child, comentei que nunca tinha imaginado resenhar um livro do meu bruxinho favorito, afinal, tinha lido toda a série muito tempo atrás. Claro, reli os livros algumas vezes desde então, mas nunca na ordem certa (e nunca para resenhar). Foi aí que, esse ano, resolvi que iria reler toda a série na ordem certa. Fazia tempo que queria isso, mas sempre ficava enrolando. Eu precisava de tempo (mas não tenho) e ficar esperando não ia me levar a lugar algum. Foi aí que criei coragem e criei um tipo de projeto para reler Harry Potter com os leitores aqui do blog (vocês) e isso me motivou demais. Afinal, mais pessoas estariam relendo e, algumas até mesmo pela primeira vez, lendo comigo. Agora que já expliquei tudo isso, posso contar que passei um dia inteiro pensando em como seria essa resenha, afinal, na minha cabeça, quem sou eu para resenhar algo como Harry Potter? E aí eu pensei: Sou uma fã. Uma fã que ama os livros e a história e que, até mesmo, só começou a gostar de ler por conta desse bruxinho. Então, tomei coragem e aqui estou. É claro que o livro segue com cinco lindas estrelas no skoob e um lindo coração de favorito. J.K. Rowling conseguiu me lembrar, mesmo depois de muito tempo, o que é ser tocada por uma história. Ao (re)ler esse livro, me lembrei o motivo de ter começado a gostar de ler.

Harry nunca sonhou alto. Sua vida se resumia a correr de seu primo, que tinha duas vezes o seu tamanho, e se esconder em seu pequeno quarto, que nada mais era que o quartinho debaixo da escada. De vez em quando, via algumas coisas sem explicação acontecerem a sua volta, mas tudo seguia sem explicação e, se ousasse perguntar para seus tios, acabaria trancado em seu quartinho. Harry havia perdido os pais muito cedo, em acidente de carro, segundo sua tia, e não lembrava muito deles. Ele, definitivamente, não era querido na casa, mas era um lar e, de certa forma, isso bastava para ele. O que ele não esperava era que todas as coisas malucas que aconteciam iam chegar ao limite no aniversário de seu primo. Harry, sem saber como, conseguiu sumir com o vidro que separava as pessoas de uma cobra dentro de um zoológico e, como a cobra, misteriosamente, conseguia conversar com Harry, é claro que a culpa só podia ser dele. E aí foi o de sempre, castigo no quartinho, sem direito à perguntas. Quando estava perto de completar onze anos, Harry começou a receber cartas misteriosas, mas seu tio fazia questão de destruir cada uma que chegava em sua frente. As cartas não paravam de chegar, rendendo, até mesmo, uma fuga em família para hotéis e uma casa abandonado no meio do mar.

No meio de toda essa loucura de cartas, quando todos finalmente acharam que estavam a salvo, Harry completou onze anos e, exatamente quando o relógio bateu meia-noite, um gigante entrou com tudo onde eles estavam, no meio do nada. Ele estava ali para levar Harry. Mas como? Por quê? Simples, Harry era um bruxo e todas as cartas, que chegavam de todos os lados possíveis, eram de sua mais nova escola de bruxaria, Hogwarts. Hagrid, o gigante, estava ali para levá-lo para a compra de materias. Mas espera. Isso só podia ser uma pegadinha. Harry? Um bruxo? Como isso é possível? Simples, não tinha tido nenhum acidente de carro, tudo era uma grande invenção dos tios, que tinham pavor de tudo que era fora do normal. Os pais de Harry haviam sido mortos pelo maior bruxo das trevas que o mundo bruxo já viu, Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. Harry, por outro lado, havia conseguido escapar de um poderoso feitiço e, mesmo bebê, havia derrotado o bruxo. Além de bruxo, Harry era muito famoso. Era muita informação em pouco tempo, mas logo Harry estava embarcando para sua nova escola e sua nova vida. Ele só não podia imaginar que tudo viraria ainda mais de cabeça para baixo em Hogwarts. Um novo melhor amigo todo atrapalhado, Ron, e uma nova melhor amiga que sabia, literalmente, de tudo um pouco, Hermione. Ah! E claro, no meio disso tudo ele precisava entender melhor quem ele era, o que aconteceu com os pais e ainda tentar descobrir o que é a tal da pedra filosofal. Não seria mesmo um ano normal.

A primeira coisa que preciso comentar é que não me lembrava, de verdade, o tanto que eu amo o Hagrid, sério. O gigante atrapalhado com o coração maior que o mundo me fez lembrar, assim que apareceu carregando o bebê Harry, depois de toda a treta, o motivo de eu amar tanto essa série mágica. Outra coisa que não me lembrava, é que no livro, em inglês, ele fala de um jeito bem único e bem atrapalhado, algo bem marcante do personagem. Também amei relembrar o jeito doce e inocente do Harry. Claro que, com o passar dos livros, vamos vendo ele crescendo, mas nesse primeiro contato, ele é apenas o Harry. O menino que dormia com aranhas debaixo da escada. Hermione e Ron são um show a parte também, é claro. O que me lembra, os Weasleys são os melhores, rs. Malfoy, ah, Malfoy. Posso até ter ido com a sua cara no Cursed Child, mas durante a releitura eu queria bater nesse gurizinho mimadinho (haha). Ok, se eu for falar de cada um, não vamos sair daqui hoje.

Resolvi reler em inglês, por treino mesmo. Sou professora do idioma e, por mais que o use diariamente, raramente é de forma leve. Por isso, resolvi que leria todos em inglês e, para mim, foi um acerto. Outro acerto, ainda maior, foi simplesmente ter lido. Voltar, literalmente, para o mundo mágico me lembrou o que é amar uma história e o motivo de eu ter começado a gostar de ler com esse bruxinho. A história sobre coragem, amizade e, principalmente, amor, nunca perde a graça ou fica fora de moda. J.K. transforma palavras em magia e somos automaticamente levados para Hogwarts. Estou maluca para reler os outros e, bom, agora em Abril será a vez do segundo. Indico a releitura para todos que já se encantaram com essa história e a leitura para todos, todos mesmo.

site: http://www.brincandodeescritora.com/
comentários(0)comente



Thay Gomez 17/09/2017

Maravilhoso
Sempre foi um sonho ler Harry Potter em Inglês, e hoje eu o realizei.
Levei muito mais tempo que o normal (Já li a Pedra Filosofal em questão de 2 dias)!! A escrita de JK é fluida, deliciosa, a gente não sente que está avançando no livro, visto que, mesmo com capítulos longos, eles são contagiantes.
comentários(0)comente



Sara 29/12/2018

Always
Essa é a quarta vez que estou lendo a saga Harry Potter e poder fazer essa leitura no inglês original está sendo uma experiência maravilhosa. J.K. Rowling presenteou o mundo com essa obra que fala sobre amor, amizade, crescimento e magia. Eu não gostava muito de ler, mas com 11 anos de idade descobri que os filmes de Harry Potter que eu tanto amava tinham livros e corri em busca de cópias para ler. Foi um caminho sem volta. Me apaixonei por leitura e não parei mais. Serei eternamente grata a esse mundo que me ensinou tantas coisas. E não importa quantas vezes eu leio, meu coração sempre pulsa com as aventuras do Harry, com as brincadeiras do Fred e Jorge, com a frieza de Voldemort, com a sabedoria de Dumbledore. Cada personagem, cada cena, cada descoberta é uma oportunidade de aprendizado. A leitura de Harry Potter em sua língua de origem apenas reforça o dom de J.K de nos prender com suas histórias.

- After all this time?
- Always!
comentários(0)comente



Luca Coelho 29/09/2010

Menos influência da tradutora. =)
comentários(0)comente



Falk | @desfalkblog 01/12/2016

A melhor experiência: edição britânica ilustrada e com audiobook
Li Harry Potter e a Pedra Filosofal pela terceira vez e foi melhor do que nunca. A cada leitura, além de reviver cada pedacinho das páginas, tiramos um pouco mais de detalhes desse mundo. Dessa vez, quis fazer diferente: não bastava ler somente o livrinho que ganhei lá em 2004, teria que ler o conto original, em inglês, e, ainda por cima ouvindo o audiobook narrado pelo Stephen Fry.

Poderia parar por aí, mas aí Dona JK e um moço ilustrador que trabalhou com o Patrick Ness na edição elogiadíssima de A Monster Calls, resolvem lançar um projetinho novo: edições ilustradas de Harry Potter. "Philosopher's Stone" na visão de Jim Kay me deixou assim: besta. É lindo, delicado, dedicado e reimaginado. É a maior essência do mundo imaginado pela JK Rowling, e será assim que me lembrarei dos espaços, personagens e criaturas mágicas nos próximos anos.

Stephen Fry deixa um trabalho primoroso de narração: cada personagem tem uma voz diferente, e cada voz que o Stephen faz tem nuances diferentes... que magia é essa que ele usa pra interpretar TODOS os personagens e toda as suas emoções de forma tão singular? Minha admiração por ele é bastante forte e acredito que, sim, tenha sido a melhor escolha possível entre todos os profissionais que se dedicam a esse tipo de empreitada.

Quanto à história, o amor de sempre acaba falando mais alto. Momentos de nostalgia me fizeram sorrir feito besta: o Quadribol, as aulas, o bom e velho amigo Hagrid, e até Neville sendo bem mais Neville que nunca... E foi melhor ainda poder ler em inglês dessa vez. A tradução é um processo admirável, que exige um conhecimento enorme de ambos os idiomas, mas não tem como defender que a tradução sempre acaba perdendo uma pontinha e outra. O humor de Dumbledore, irônico e bobo, um clássico britânico, acredito que tenha se perdido no meio disso. Ou talvez tenha sido minha maturidade de hoje, 2016, que me deixou perceber essa nova faceta do velhinho.

Lendo como livro infanto-juvenil, é um conto maravilhoso, e vai continuar sendo incrível por muitos anos. O primeiro livro da JK mostra o talento dela como criadora, mas ainda fica distante da maturidade que ela atingiu como escritora a partir de O Cálice de Fogo (apesar de eu considerar Enigma do Príncipe o ápice dessa maturidade). Enfim, essa mulher me entregou uma das grandes experiências de leitura da vida, e eu, mais uma vez, só tenho a agradecer. Não fosse essa senhorinha britânica bem danada, eu nunca teria sequer prestado atenção nesse mundo infinito da literatura.
comentários(0)comente



Flávia 22/11/2017

O que dizer sobre esse livro quando tudo ja foi dito? Realmente mais que uma obra prima! Estou muito feliz por finalmente ter embarcado nessa aventura!
comentários(0)comente



Rodrigo.Lorenzi 25/06/2018

Bem, o que é que eu vou dizer? Eu já li esse livro umas cinco vezes e devo ler muito mais ao longo da vida, mas agora decidi reler a série toda em inglês.

Eu fico emocionado, de verdade, real, com o que a Rowling fez. Eu vou ser bem cafona aqui, mas ela consegue sempre me levar de volta pra um mundo que, aos 12 anos de idade, meio que me salvou e continua salvando. É impressionante o universo construído por ela e é impressionante ver como ela criou uma história tão linda que acompanha a gente por anos. Toda criança, adolescente e adulto deveria ter algum contato com a série Harry Potter.

Tirando a cafonice da declação, ler em inglês foi uma experiência deliciosa e me fez aplaudir o trabalho da Lia Wyler. A tradução para o português é sublime.

E o trecho que me faz dar uma choradinha:

"Sua mãe morreu para salvar você. Se existe uma coisa que Voldemort não consegue compreender é o amor. Ele não entende que um amor forte como o de sua mãe por você deixa uma marca própria. Não é uma cicatriz, não é um sinal visível... ter sido amado tão profundamente, mesmo que a pessoa que nos amou já tenha morrido, nos confere uma proteção eterna. Está entranhada em nossa pele.

Então, Dumbledore se interesou muito por um passarinho no peitoril da janela, o que deu tempo a Harry para enxugar os olhos com o lençol."
comentários(0)comente



Nanda 26/08/2013

A saga HP dispensa comentários. Já li várias vezes a versão em português, porém, esse tem um sentimento especial pois além de eu ter ganhado este foi o 1º livro que li no idioma inglês (o fato de conhecer a história ajudou muito é claro, por ter um vocabulário "Potteriano").
Vale muito à pena a leitura, mesmo pra quem já conhece toda a história. Para estudantes de inglês ajuda a enriquecer o vocabulário e conhecer novas palavras.
comentários(0)comente



Jean Lopez 08/01/2019

Encantador!
"It does not do to dwell on dreams and forget to live."
Joanne nos prende do início ao fim, com sua escrita instigante, nesta tão aclamada estória (cheguei atrasado neste universo, mas, cheguei!).
comentários(0)comente



Neto 23/01/2013

Ah, Harry Potter! Isso fez parte da minha infância. Acredito ter sido um dos primeiros a ler o livro aqui no Brasil, logo nos anos 2000. Um amigo me emprestou o primeiro livro, quando ele o nome Harry Potter ainda era escrito sem luxo algum, sem raio saindo do P nem nada do tipo. Bons tempos, onde eu, no auge dos meus dez anos, começava a tomar gosto por ler livros.

Antes já havia lido O Pequeno Príncipe, O Menino no Espelho, O Menino do Dedo Verde e mais alguns aí… mas foi Harry Potter que me fez amar ler, certamente. Já reli o primeiro livro da série inúmeras vezes, mas agora decidi que vou reler a série toda em inglês, no original.

Agora não, porque ano passado terminei Harry Potter and the Philosopher’s Stone e estou perto de terminar Harry Potter and the Chamber of Secrets. É claro que eu sabia de tudo o que acontecia, mas é legal reler no original. Justamente porque aí pude perceber as diferenças de adaptações.

Bom, para quem não sabe (o que acho difícil existir), o primeiro livro conta o início da saga de Harry Potter, o garotinho que sobreviveu de um feitiço mortal praticado pelo bruxo mais malvado e temido de todos os tempos. Após a terrível fatalidade, que levou os pais de Harry para o além, o garoto foi criado por duros e terríveis anos por seus tios horrorosos e teve de conviver com seu primo mais intragável ainda.

Sua sorte reside em uma carta que chega quando seu aniversário de onze anos se aproxima, informando-o que ele é na verdade um bruxo e que teria uma vaga especial em Hogwarts, uma escola para pessoas dotadas de poderes mágicos. E então o livro vai narrar sobre as aventuras de Harry nesse mundo fantástico que é Hogwarts, onde a maior parte da história se passa.

A premissa parece bem simples, e é. Não se engane, Harry Potter and the Philosopher’s Stone é um livro infantil. Classificam-no como infanto-juvenil, mas a realidade é que é muito mais infantil do que juvenil. Contudo, a riqueza do universo criado por Rowling é impressionante.

O livro (na época e agora) me leva a lugares longínquos e inimagináveis. A imaginação rola solta durante toda a leitura, com animais fantásticos, feitiços e um pouco de história daquele mundo mágico. É um universo bastante inspirado, e os personagens melhoram isso ainda mais.

Ao invés de Rowling fazer Harry Potter como um modelo a ser seguido, um aluno exemplar e tudo mais, ela resolve fazer o contrário e o coloca como uma figura de se tomar pouca nota a não ser por ele ser famoso por ter derrotado (sem saber) o mais terrível bruxo de todos os tempos, Voldemort (pssst – Você-Sabe-Quem). Um garoto desleixado, que não sabe nada sobre magia e nem procura estudar sobre, e que deixa as tarefas para as últimas horas, Harry é o garoto comum em idade escolar.

Isso é interessante, pois, apesar de Harry ser o herói da história, ele nada seria sem seus dois melhores amigos: Ron Weasley e Hermione Granger. O trio é essencial para a aventura, sendo Hermione a mais inteligente de todos. Nascida trouxa (ou seja, de pais não-mágicos), Hermione possui magia correndo no sangue e foi para Hogwarts com basicamente todos os livros já decorados. Estudiosa e esforçada, é sempre ela quem tem a iniciativa de pesquisar sobre algum mistério, especialmente o que fica ao entorno do livro: o da Pedra Filosofal.

Ron representa a lealdade e a amizade. Pronto para o que der e vier ao lado de Harry, também se mostra muito mais do que é na escola – visto que é tão desleixado quanto o protagonista. Sem ele, Harry facilmente falharia em todos os seus propósitos durante o livro.

Por fim, Harry vem por representar a coragem e a superação. Um garoto órfão que teve uma infância difícil com os tios e agora é uma celebridade em Hogwarts, Harry possui uma curiosidade enorme e um bom senso de justiça. Isso o vai levar a várias encrencas e problemas, e isso vai trazer à tona sua determinação e coragem por impedir que algum mal ocorra.

O resto dos personagens são extremamente carismáticos e interessantes. Desde os professores ao brilhante diretor de Hogwarts, Albus Dumbledore, bem como o rival de Harry, Draco Malfoy, percebemos a profundidade dada aos personagens. Não há aqui quem seja totalmente bonzinho ou totalmente mauzinho. O Yin-Yang é muito balanceado por Rowling, e é por isso que nos apaixonamos facilmente por todos os personagens da série. Obviamente temos favoritos, mas até mesmo os mais secundários têm momentos interessantes.

Uma coisa para se notar na tradução para o português é o personagem Hagrid. Quando li em português, ele falava tudo absolutamente certinho, normalmente, que nem qualquer outro personagem. Porém, em inglês a coisa é diferente: Hagrid fala errado e com gírias, diferentemente dos outros. Isso mostra seu baixo grau de instrução. Não sei por que não fizeram isso na versão nacional, pois dá mais personalidade… só posso imaginar que, por ser um livro infantil à priori, preferiu-se deixar corretamente, para evitar que as crianças saíssem escrevendo errado… é a única coisa plausível.

A primeira aventura de Harry Potter foi, por muito tempo, meu livro favorito. Já devo tê-lo lido mais de quatro vezes em português, e agora soma-se uma em inglês. A linguagem é simples, direta e funcional, e Rowling tem o dom da narrativa dinâmica e até mesmo didática, não é nem um pouco difícil ler no original esse livro. Ok que o início é bem lento, talvez até mais do que o necessário, mas é importante sabermos quem são os Durlsey (os tios de Harry) e como ele foi entrar em Hogwarts. E ainda acho que, mesmo sendo o mais infantil da série, é um dos melhores dela.
comentários(0)comente



27 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2