Uma Breve História do Cristianismo

Uma Breve História do Cristianismo Geoffrey Blainey




Resenhas - Uma Breve História do Cristianismo


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Fran 08/10/2020

Gostei
O autor de forma resumida relata alguns acontecitos do cristianismo ao longo dos séculos. Dentre eles, o período de perseguição dos cristãos pelo império Romano (Nero), conversão de Constantino, Igreja de Roma e de Constantinopla, Lurero, Calvino, Cruzados. Abordagens no catolicismo, ortodoxa, protestantismo e batista.

Após leitura desse livro, passai a ter uma maior compreensão dos movimentos religiosos e a Importância dos "personagens" envolvidos.

O livro me instigou a conhecer mais sobre o cristianismo e já adqueri o livro "Historia do cristianismo" o qual relata a trajetorio da igreja cristã de jorma mais detalhada.
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Fran 01/10/2020

Instigante
De forma resumida relata fatos histórico ao longo da expansão do cristianismo que deveriamos como cristaos conhecer. A leitura desse livro me incentivou a conhecer mais a jundo sobre o tema.
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Marcos.Wagner 17/09/2020

Ótimo livro
Eu recomendo um livro com um panorama histórico do cristianismo Franco claro e objetivo
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Rodrigo 31/08/2020

Um resumo muito bem feito
O livro faz um resumo da história geral do cristianismo, sem se aprofundar muito em detalhes. Mas para um começo de estudo sobre o assunto é muito bom. Destaco a abrangência que o autor deu a reforma protestante, que faz entender melhor as diferentes doutrinas religiosas de hj.
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Dan 30/04/2020

Cristianismo com lágrimas. Cristianismo sem lágrimas.
O enfado que se manifesta no percurso de algum autor de fôlego se deve a opção dos temas anexados. Na minha opinião, em diversas vezes o tema principal se reduz a outros assuntos subjacentes com um grau mínimo de envolvimento. Trocentas datas numa mesma folha ou descrições verborrágicas atrapalham um pouco da experiência.

A bíblia tem 300 profecias que se cumpriram; se isso não é a ciência mais exata - como disse Newton - eu não faço ideia do que seja. Eu percebi que quando destinamos uma ofensa a alguma religião, estamos na verdade insultando o único verdadeiro sentido para essas pessoas, quem sabe até tirando suas vidas e isso ninguém admite.
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Luciano Luíz 22/03/2019

Se tem algo que se tornou comum no mercado editorial é o termo utilizado em títulos de livros de história de uma forma compacta. Muitos autores publicam coisas que começam com “Uma Breve Qualquer Coisa”. No entanto, se bem me lembro o primeiro (ou quem realmente se destacou) foi GEOFFREY BLAINEY com seu UMA BREVE HISTÓRIA DO MUNDO (que não li).
Livros escritos por historiadores geralmente são produzidos mais especificamente para historiadores. Usam duma linguagem científica ou então ainda quando mais popular, são obras chatas ou didáticas demais e não ficam tão interessantes (mesmo que o tema o seja, mas a qualidade da escrita não ajuda). O primeiro que li de Geoffrey foi UMA BREVE HISTÓRIA DO SÉCULO XX. Não gostei, apesar de conter boas informações, mais parece um livro escolar que me foi empurrado goela abaixo e eu tinha de digerir de todas as maneiras possíveis. O segundo foi UMA BREVE HISTÓRIA DAS GUERRAS e este foi horrivelmente ruim. Tudo nesse volume era cansativo: a qualidade da narrativa e o conteúdo. Apesar do título guerra, a obra em verdade mais se assimilava a uma breve história da paz.
Depois destes dois livros, achei que não mais teria interesse por outros títulos do historiador. Porém, leitor tipo rato de biblioteca como sou, acabei mergulhando de novo em busca de uma aventura, fosse do que fosse. Aí me deparei com UMA BREVE HISTÓRIA DO CRISTIANISMO. Não vou mentir, fiquei com receio, pensando que seria mais um livro desastroso. No entanto, foi surpreendente.
Aqui a narrativa de Geoffrey está muitíssimo mais elaborada (simples, mas competente e simpática). Sua escrita se deu bem com o tema e o livro em hipótese alguma fica lento ou mesmo chato em quaisquer páginas. Ele soube abordar o assunto com uma qualidade que possivelmente deve estar presente em outras obras (assim espero).
A linguagem é completamente acessível. O autor percorre dois milênios da história apresentando o cristianismo com uma gama de detalhes profundos. Mesmo sendo um livro da série Uma Breve História, a quantidade de informação é respeitável.
A obra é fundamental para quem gosta de estudar religiões independente de seguir alguma, ser agnóstico ou ateísta.
O que não gostei foi de algumas partes onde é mencionado “outros historiadores”, mas não há nomes. Fica apenas assim: “Segundo um historiador...”
E desse jeito o livro fica um pouco sem sentido na questão de pesquisa. Outra coisa que ficou vaga foi a questão da Inquisição. Ela é mencionada somente uma vez em uma curta frase. O curioso é que este livro contém muitas coisas más relacionadas ao cristianismo e apenas a Inquisição foi simplesmente deixada de fora. Talvez porque o autor pretenda lançar uma possível BREVE HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO? Sei lá...
No entanto, além de atrocidades cometidas em nome de Cristo, há também muitas coisas boas praticadas. Ali vemos até mesmo esportes criados em meios religiosos como o basquete. Há também a luta contra o racismo, o preconceito com as mulheres, vemos a Reforma Protestante, a origem de diversas seitas (crenças menores no início), muitas informações sobre Jesuítas, Franciscanos, o Islamismo, etc. e tal e principalmente, pessoas que empreenderam suas vidas em prol de outras com amor ao longo dos séculos até o início do 21.
Enfim, esse é um livro que compensa ter na estante.

L. L. Santos

site: https://www.facebook.com/lucianoluizsantostextos/
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Deilson Barbosa 03/11/2018

Uma breve história do Cristianismo
Uma breve história do Cristianismo - Geoffrey Blainey
Impressões sobre a leitura do livro.
São 335 páginas dispostas em 31 capítulos. É dividido por duas partes, uma que vai do nascimento de Jesus, características de sua terra e do judaísmo na sua época, até a época das cruzadas e das ordens mendicantes. A segunda parte vai dos pré reformadores até os desafios enfrentados pela religião no século XX, passando por temas como surgimento do metodismo, crescimento do ateísmo, colonialismo e as duas Grande Guerras Mundiais.
Sem "spoiler" do livro, podemos dizer que ele vai mostrar a difusão do cristianismo após a crucificação de Jesus, evidencias de sua existência e posterior perseguição dos cristãos. O livro mostra como de deu a absorvição pelo Império Romano e pelo povo do ocidente, principalmente devido ao auxílio aos doentes em períodos de epidemias.
A partir daí são mostradas as principais transformações do cristianismo ao longo da história e suas dificuldades tanto internas quanto externas.
Foram batalhas, teológicas, políticas, conquistas e derrotas em torno da fé cristã. O livro mostra as diferenças entre a igreja do ocidente e do oriente, principais concilios e o grande cisma da igreja. Na época da Reforma e Contra Reforma (Reforma Católica) é mostrado como esse evento se tornou o germe do nosso pensamento moderno e da nossa democracia. Um ponto positivo do livro é que ele consegue em poucas páginas mostrar os principais nomes da igreja dw cristo ao longo da História, tanto na igreja Católica, quanto no meio Protestante e Ortodoxo além das demais ramificações do Cristianismo, sem deixar a desejar na parte Histórica.
O livro é um auxilio a mais à nossa fé, mostrando que em momentos de crise (pessoal e histórica) a fé de muitas pessoas é avivada e o cristianismo se reformula voltando ao centro do que é a vontade de Deus.
Vejo nesse livro que é necessário estudar os fundamentos da nossa fé. E buscar auxílio no Espírito Santo e ter coragem e humildade de seguir a Cristo, aceitando o propósito de Deus para nossa vida como esses homens e mulheres retratados nesse livro fizeram

site: http://humahistoria.blogspot.com/2018/11/uma-breve-historia-do-cristianismo.html
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Nassor 28/12/2017

Um ponto de partida
O livro passa por momentos chave do cristianismo sem para isso se propor a esgotar nenhum dos temas e períodos históricos que pretende relatar. Recomendado para quem precisa de um panorama geral, e a partir dele, partir pra obras mais densas, com referências mais explícitas em caso de pesquisa académica, ou mais extenso mesmo, por curiosidade, em termos espirituais não podemos classificar o livro, é mesmo imparcial e a proposta dele não é ser um evangelho, as brutalidades, cisões e virtudes do cristianismo estão todas ali expostas.
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José 30/11/2017

Parcial história do cristianismo
Achei parcial. Mais do ponto de vista do catolicismo.
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Fernando 23/08/2017

Perfeito
O autor consegue transmitir dados históricos pesados de uma forma muito agradável. Recomendo muito a leitura
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KADU-BASS 03/10/2016

Importante
Geoffrey Blainey, transmite a história do cristianismo de forma imparcial , fácil e sem erudições . Em certos momentos ele aborda alguns temas , não todos , de forma mais rápida . Mas este foi objetivo do autor ser breve , mas prático . Por isso que é uma obra de referência ao meu ver , pra que aquele leitor(a) pesquisar mais sobre um determinado momento do cristianismo . Você pode gostar ou não do cristianismo , mas não pode negar a influência que teve na arte , na filosofia , na musica , nos direitos sociais etc .

Com seus erros e acertos foi a ainda é de certa maneira no mundo ocidental , a religião mais influente de todos os tempos .

Excelente obra .
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Ricardo Silas 20/07/2016

Um pouco sobre cristianismo primitivo e seu legado
Ao mensurar o predomínio histórico do cristianismo, é comum ver teólogos afirmarem que o desenvolvimento da civilização ocidental tem uma dívida impagável com a fé e a cultura cristã. Bilhões de pessoas parecem crer fielmente que a revelação divina é a melhor explicação para tamanho êxtase religioso. Mas, se quisermos compreender os primeiros fatores responsáveis pelo alvorecer dessa gigantesca religião, deixemos de lado as supostas intervenções sobrenaturais e façamos uma breve viagem pela história.

A começar pelos últimos dias de Jesus Cristo, parte da elite romana, também formada por autoridades judaicas, fez oposição contra o homem então aclamado pelo povo como o verdadeiro messias. Por onde passou, Jesus acolheu pobres, enfermos e minorias para com eles dividir pães e peixes e iluminá-los com exemplos de sabedoria. Seus sermões eram uma heterodoxia aos rituais estabelecidos pelas leis mosaicas, e logo um núcleo de líderes judeus pressionou Pôncio Pilatos, que governava a província da Judeia, a sentenciar o suposto filho de Deus a uma das penas mais perversas da época: a morte por crucificação. O objetivo era sufocar aquele ousado sistema de crenças, amamentado no seio herético do judaísmo, até fazê-lo desaparecer do Império Romano. Todavia, crucificar o líder que tanto inspirou o populacho trouxe efeitos indesejáveis para a ordem dominante. Pouco tempo depois, o nazareno foi transformado em mártir, um ícone da plebe urbana. Mas, como ficaria evidente, não foi somente o santo sacrifício que atrairia novos prosélitos.

Do século I ao início do século IV d.C., difunde-se em diversas províncias romanas o movimento popular mais tarde denominado como cristianismo primitivo. Costuma-se descrever seus correligionários como criaturas humildes, cuja formação moral se baseava em atos de cooperação, afeto e caridade. Dizem ainda que eles eram tolerantes e de temperamento inteiramente dócil. Mas um retrato menos angelical da fé cristã não esconde as imperfeições de sua prática. Afinal, inseridos num ambiente de discórdia repleto de idólatras de deuses romanos, é natural que os incipientes cristãos os demonizassem quase ininterruptamente. Tertuliano exclamava que uma das mais regozijantes recreações do paraíso era contemplar, lá de cima, o sofrimento dos que iriam arder no fogo do inferno. “Como não irei admirar-me e rir e rejubilar-me e exultar ao ver tantos monarcas soberbos e tantos deuses falsos gemendo no mais fundo abismo das trevas”, disse ele.

Mesmo menosprezando o politeísmo, os ensinamentos de Cristo eram acessíveis a quem se dispusesse a aceitá-los. Pelas periferias e centros do Império Romano, ainda que a contragosto e embaraço, monoteístas se esforçavam para instruir seus adversários quanto aos recentes preceitos divinos. Ao apostatarem da idolatria politeísta, os novos fieis se amontoavam aos crescentes sectos judaico-cristãos. Além disso, e por mais insólito que pareça, os cenários de enfermidade epidêmica garantiram ao cristianismo uma notável simpatia das multidões. Quando epidemias infernizavam a população romana, os cristãos primitivos, em sua maioria mulheres, faziam linha de frente no cuidado aos moribundos, garantindo, consequentemente, uma imensa quantidade de admiradores. O elo entre eles era tão forte a ponto de as inúmeras campanhas de perseguição religiosa fracassarem na missão de enfraquecer as primevas comunidades. Era mais vantajoso ser torturado e morto na vida terrena do que renunciar à promessa de vida eterna do Todo Poderoso.

Ainda durante os três primeiros séculos após a crucificação de Cristo, sectários dos deuses gregos e romanos tentavam satisfazer os prazeres efêmeros desta vida, enquanto os servos do messias buscavam algo mais duradouro e etéreo no post-mortem. Eles tinham a mais intensa certeza na ressurreição, na conseguinte ascensão de Jesus aos céus e, sobretudo, na derradeira promessa de que ele, desta vez em esplendor e glória, viria salvar seus escolhidos. Paulo de Tarso, por exemplo, acreditava fielmente que viveria tempo suficiente para prestigiar o segundo advento de seu mestre. A tarefa de preparar o mundo para o iminente Dia do Juízo era entregue a cada recém-convertido. Todos precisavam cumprir seu dever missionário de evangelizar os vizinhos, parentes, amigos, forasteiros, bandidos, escravos, bárbaros, enfermos e incréus. Não havia crueldade maior do que recursar-se a espalhar as boas-novas de vida eterna e salvação. Não fosse o impacto dessas crenças fundamentais, os cristãos certamente não teriam conquistado a devoção de tantos defensores.

O que sucede o Édito de Milão (313 d.C.) e a presença do Imperador Constantino no I Concílio de Niceia (325 d.C.) lançaria a cristandade na grande disputa pela hegemonia espiritual. A partir daí, encontrar um adversário à altura ficaria cada vez mais raro. Prova disso é que o longo milênio que demarcou o período da Idade Média fez do direito romano, da filosofia grega e de inúmeras instituições monárquicas meros apêndices de imponentes organismos eclesiásticos. Apóstolos inspirados nas palavras do messias, alguns deles inseridos no próprio cristianismo primitivo, compuseram uma teologia que mais tarde se tornou a essência do Novo Testamento bíblico e o fundamento de toda atividade intelectual posterior. Nas gerações seguintes, querelas públicas, concílios ecumênicos, fogueiras santas, caças às bruxas e técnicas criativas de tortura formariam o vasto repertório de sincretismo clerical.

Embora a historicidade de Jesus seja contestável, mais se discutiu sobre seu caráter, se ele era Deus ou homem, do que sobre todas as ciências naturais juntas. Polêmica semelhante também afetou o preparo do pão da Eucaristia: alguns o queriam bem fermentado, outros sem fermento algum. Para os pais da Igreja, negligenciar tais assuntos, por mais escrupulosos e extravagantes que fossem, era consentir em passar a eternidade acorrentados aos demônios do inferno. Se em meados do século XX o cristianismo granjeou quase um terço da humanidade, não foi porque o poder do Espírito Santo se manifestou em nossos corações, ou porque Jesus pregou com lábios divinos, mas sim porque, a princípio de tudo, os cristãos primitivos, resistindo a pressões inimagináveis, semearam as ideias que tornaram possível a sobrevivência de suas crenças. Se devemos agradecê-los ou amaldiçoá-los pela herança que deixaram, isso cabe discutir em outra ocasião.

site: http://www.universoracionalista.org/um-pouco-sobre-cristianismo-primitivo-e-seu-legado/
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Neto 15/11/2015

Fácil de ler
É um livro fácil de ler... não se aprofunda muito, mas isso já é esperando quando se tem que contar mais de 2000 anos de história. Recomendo.
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Fidel 05/08/2015

Em "Uma Breve História do Cristianismo", escrito por Geoffrey Blainey, autor de "Uma Breve História do Século XX" e "Uma Breve História do Mundo", você será convidado a conhecer a fascinante história sobre a origem e a expansão do cristianismo.

Após a leitura, chega-se a conclusão que: com a palavra e com a espada, com a redenção e morte, os seguidores de Jesus Cristo espalharam pelos quatro canto do mundo aquela que viria ser a mais importante e influenciadora religião do mundo, cujos números são grandiosos em todos os sentidos. A história mostra isso.

O autor de forma breve conta a história do cristianismo desde um pouco antes do nascimento do menino Jesus até o final do século XX onde ele faz, ao final, uma breve reflexão sobre o cristianismo: O cristianismo vai acabar? Indaga o autor. Não há resposta no livro quanto ao fim do cristianismo, mas fica evidente a poderosa influência que a religião teve no mundo como forte agente transformador.


De origem Judaica, Jesus foi preparado pelos sacerdotes judeus para um propósito: aquele que continuaria a missão de Moises de conduzir povo a libertação. Porém, dissidente, Jesus se posicionou em oposição contra o que ele não concordava no judaísmo, sobretudo em relação a postura dos sacerdotes. Desta forma, Jesus começa uma luta solitária contra uma parte do judaísmo e contra a opressão do governo romano.

Conforme relata o autor, Jesus não criou a religião cristã e nada escreveu sobre a sua doutrina. Orador excepcional, levara as suas mensagens para os seus ouvintes através da fala. É provável que um dos motivos pelos quais Jesus não usava a palavra escrita tenha sido o fato da maioria do povo para quem ele pregava ser analfabeta. Nesta circunstâncias, Jesus sabia que palavras proferidas e ações tinham mais poder que palavras escritas. Conforme Blainey, quem ficou com a incumbência de escrever sobre Jesus e seus testemunhos foram os seus discípulos cerca de 70 anos após a sua morte. Mas neste período o cristianismo crescera muito e isso mostra que Jesus usou estratégia certa. Jesus foi um discidente que ao dizer não para algumas posições na estrutura do judaísmo e se mostrar muito influente com o povo criava o seu caminho para o calvário.

site: http://fideldicasdelivros.blogspot.com.br/
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Volnei 01/06/2015

Uma breve história do cristianismo
Nesta obra o autor nos dá uma breve lembrança de como surgiu o cristianismo no mundo, chegando até os dias de hoje de uma forma clara e resumida

site: http://toninhofotografopedagogo.blogspot.com.br/
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