Baltimore e o Vampiro

Baltimore e o Vampiro Mike Mignola
Christopher Golden




Resenhas - Baltimore e o Vampiro


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Rafael 09/09/2015

Mereceria 5 estrelas se não fosse pela descrição longa e com expressões e termos repetidos (provavelmente seja próprio das histórias de horror gótico) & pela falta de ação em alguns trechos da história.

Recomendo e pretendo ler as histórias em quadrinhos do universo do livro lançadas pela Dark Horse Comics.

site: http://www.lordbaltimore.net/home
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Coruja 25/11/2014

Para compensar a decepção que foi Drácula: o morto-vivo - um dos livros que menos gostei esse ano (sério, tem coisas nele que são simplesmente muito ridículas...) - decidi tirar da estante outro volume com vampiros que estava à espera e que me tinha sido muito bem recomendado. Aliás, eu provavelmente teria passado batida por Baltimore e o Vampiro não fosse a empolgação com que a Débora falou dele...

O livro é algo entre romance e quadrinho - Mignola traz sua experiência com HQ's para a dinâmica narrativa da história e as ilustrações em preto e branco nos ajudam a mergulhar no clima com que ele nos quer envolver. E, embora não pareça haver uma data certa para quando acontecem os fatos narrados no livro, eu fiquei com a I Guerra na cabeça - por causa das trincheiras e da descrição dos campos de batalha e dos motivos que levaram à explosão do conflito.

Baltimore e o Vampiro traz uma leitura clássica do mito vampiresco, mesclado com elementos de O Soldadinho de Chumbo - os capítulos inclusive começam com citações do conto de Andersen. Lorde Baltimore, que de vítima nas trincheiras se eleva primeiro a comida de morcego, depois a vingador divino, faz as vezes do soldadinho numa cruzada infernal contra a criatura que destruiu sua vida - criatura esta que foi chamada à existência pelos homens e pelo cheiro de morte e guerra e desperta para sua vocação de praga e pesadelo pelo próprio Baltimore.

A história nos é contada em vislumbres de três testemunhas - três homens que cruzaram com o protagonista, mas que também trazem suas próprias cargas e fantasmas para a mesa. Por terem também vivido desventuras sobrenaturais, eles são capazes de acreditar na história de Baltimore e o Inimigo que se ergueu na trincheira ao começo do livro. A forma como essas várias narrativas se interlaçam me fizeram lembrar do cenário de Decamerão, em que convivas fugindo da praga se reúnem contando histórias.

O clima gótico, o folclore antigo, a rica imagística sugerida pelas ilustrações - tudo isso se combina para fazer desse um título de arrancar arrepios. Li de uma sentada só, sem querer largá-lo antes de saber o final. E a jornada, por inteiro, certamente vale à pena. Mais que recomendado.

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2014/11/para-ler-baltimore-e-o-vampiro.html
Debora 25/11/2014minha estante
E por mais incrível que pareça eu nem sabia da existência do livro também até trombar com ele na biblioteca. O nome de Mignola chamou atenção (e eu nem sabia que ele escrevia!), porque conhecia um pouco de seu trabalho e ilustrações. Mas este primeiro livro já me conquistou.
Mas não sei porque ele finalizou a história toda em quadrinhos,




Victor 09/09/2013

Excelente!

Confesso que ao pegar para ler Baltimore e o vampiro, fiquei receoso, afinal, nunca havia lido nada do Christopher Golden e não sou muito fã das ilustrações do Mike, mas a proposta inicialmente me pareceu interessante, visto que nas indicações da contra capa, tinha um comentário do Joe Hill, um dos meus favoritos.

Conforme comecei a leitura já curti logo de cara a escrita dele, as frases soavam poeticamente trágicas. A narrativa realmente prende a atenção e nos faz querer saber o que virá a seguir.

Apesar de muitos livros prometerem isso em sinopses, poucos são os que realmente conseguem tal façanha.

Assim, com o desenvolver do livro, novos personagens são apresentados e as histórias magníficas de cada um tornam-se o núcleo central da trama, nos maravilhando com uma torrente de criatividade e temáticas góticas como há muito não via em livros de fantasia.

Ótimo!

Christopher Golden conseguiu lugar reservado para minhas próximas leituras!

Recomendadíssimo para quem curte uma história criativa, sem clichês e com uma pegada dark.
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Albarus Andreos 25/06/2012

Ótimo, mas poderia ser melhor
Edgar Allan Poe, um dos maiores escritores de terror de todos os tempos, morreu em Baltimore, em 7 de outubro de 1849. Não sei o que há em Batimore, cidade americana do estado de Maryland (e onde se passa o desenho animado Futurama da Fox, dos mesmos autores de Os Simpsons) nunca fui até lá. Talvez seja uma cidade linda, talvez seja uma cidade linda e soturna... Talvez nada disso. Talvez Baltimore e o Vampiro (Ed. Amarylis, 2009) seja uma homenagem de Christopher Golden e Mike Mignola ao poeta e escritor que inventou o conto policial e o conto de terror moderno e o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da literatura. The Masque of the Red Death é um conto de Poe, datado de 1842 que curiosamente cita primeiro a Peste Vermelha... Vamos tentar atar essas pontas.

O que é certo é que o livro ilustrado soturnamente pelo desenhista Mike Mignola, descreve o encontro de três desconhecidos, Demetrius Aischros, o Dr. Lemuel Rose e Thomas Childress, numa cidade decadente após a Primeira Guerra Mundial, numa Europa ainda assolada pela peste. Todos os três foram convidados para estar ali, naquele dia e naquele horário, por uma outra pessoa conhecida dos três. Sentados à mesa de uma taberna imunda, cada um deles revela suas ligações com esse amigo comum, Lorde Baltimore, e estas revelações constroem a história que vamos lendo.

Não preciso nem dizer que a partir dessa premissa inicial temos ouro em forma de enredo. Deu para notar como a situação bem construída do início é de dar água na boca para continuarmos lendo o livro? ESCRITORES DE LITERATURA FANTÁSTICA, APRENDAM! O livro é muito bem escrito, mas não se trata exatamente de um romance, como somos levados a crer no princípio. Como cada um dos três estranhos sabe só um pouco sobre a vida de Lorde Baltimore, estes contos isolados vão se unindo para descobrirmos, junto com eles próprios, a história que veremos no livro. Quem já leu a Ilha do Tesouro, de Stevenson, já viu isso antes. Mas lá vai:

Na guerra, em pleno campo de trincheiras do front nas Ardenas, o capitão Henry Baltimore e sua tropa são trucidados pelo fogo alemão. Todos morrem menos ele que, completamente estrupiado, perde uma perna e por pouco não sucumbe também. Enquanto tenta sobreviver na lama, cheio de corpos sobre si, tem uma terrível visão que vem do céu: vampiros vem se alimentar dos cadáveres e moribundos. Os vampiros de Golden e Mignola tem muito mais da tradição popular do oeste europeu do que o vampiro moderno. São seres abjetos comedores de cadáveres, em sua maior parte. Mas voltando, Baltimore, ao se ver sob os dentes de uma das feras, saca uma baioneta e ataca o rosto do monstro, salvando-se. Tudo é descrito com doses cavalares de dor, cheiros pútridos e as mais diversas misérias que uma situação limite como essa pode proporcionar.

Por sorte (e aqui vemos com não muita surpresa o ritmo marcadamente de HQ que o roteiro toma) ele é resgatado e no hospital acaba sendo visitado pelo vampiro, agora na forma de homem, que lhe revela que, por seu ato inusitado, uma maldição tomará o mundo e ele se vingará de Baltimore. Essa maldição é a peste vermelha (alusão ao conto de Poe?) que mata e transforma outros humanos em vampiros.

Não gostei disso. Não tem muito sentido, contudo é como descreve o doutor Rose (que cuidou de Baltimore no hospital e que agora está defronte dos outros dois homens na mesa da taberna); aí está o início da maldição, compartilhado com os demais.

Como a premissa inicial já sugere (três homens contando a história em turnos e elas não são exatamente sequenciais, mas complementares, umas às outras), as histórias são fragmentadas, e explicam porque acabam por acreditar, com testemunhos pessoais, em tão fantásticas alusões ao macabro. São vívidas e as lembranças deles são cheias de terror e desolação e temos uma linha central a qual elas vão se apoiando. As narrativas enfocam momentos chave e conhecemos mais de Baltimore. Não é realmente uma boa maneira de imergirmos no texto, pois a falta de linearidade causa certo desconforto e nunca realmente sentimos a narrativa fluir.

Embora a escrita seja de primeira, perdemos muito tempo com rodeios e parece que nunca chegamos ao Baltimore e o Vampiro, título da obra. Por isso, relaxe. Aproveite os mestres escrevendo, veja como se ambienta (genialmente) uma trama bem urdida. Não vá com tanta sede ao pote e imagine-se como um quarto companheiro sentado à mesa com um copo de cerveja choca diante de si e deixe seus pêlos arrepiarem.

Os desenhos de Mike Mignola sempre me incomodaram quando lia gibis de super-heróis, me incomodavam porque eu não considero o traço dele adequado ao tema, elegante ou preciso como John Byrne, Sal Buscena ou Neal Adams; ao contrário, é um desenho que vê principalmente o feio e o torpe, o que, por outro lado, se adéqua perfeitamente ao livro; sempre em preto e branco, fotografando momentos, são flashs de fachadas de prédios descorados, casebres tomados pelo mato, lápides tortas e rostos decrépitos, nunca o assunto principal de cada narrativa contada pelos três homens. São olhadelas de canto de olho enquanto nos concentramos no mote narrativo. É estranho ler um livro ilustrado, confesso. Parece nos remeter a algo feito para adolescentes criançolas, mas o efeito real é de arte! Lembre-se, estamos nas mãos de um cara como Mignola, que deu vida a um dos personagens mais mal encarados das HQs: Hellboy! E vai saber agregar conteúdo a uma história assim, lá longe!

Gostei bastante do livro, sinistro e pesado, mas a fragmentação realmente me incomodou por não termos um enredo que se resolve dinamicamente. Há também um momento típico de gibi no final, quando os três companheiros de sina são convidados a ir ao apartamento de um outro personagem e lá encaram o vilãozão e ele fica com aquele papo interminável antes de simplesmente dilacerar e estripar de vez. Sabe, aquela coisa de Lex Luthor explicando pro Superman, já caído, o mecanismo que irá tirar sua vida com uma pedra verde e brilhante, e HAHAHAHAHAAA.... É realmente bem caricato e perdemos um pouco do sinistro e dramático. Vilão fazendo discurso final antes de tudo dar errado e o herói se livrar das correntes para socar sua cara feia pela centésima vez não dá, né.

A diagramação e tradução do livro estão impecáveis, de ótima qualidade. Há páginas pretas separando as partes do livro e cada parte vem em capítulos. A cada uma das páginas pretas temos um trecho do conto O Soldadinho de Chumbo, de Andersen. Há um esforço deliberado dos autores em fazer uma analogia entre o conto de fadas e as partes do livro. Tenta-se até uma correspondência entre os finais dos dois textos que não ficou nada boa. Baltimore e o Vampiro poderia ter ficado muito bem sem errar esse alvo.

De qualquer forma, recomendo. É um tipo de leitura que devemos nos deixar emergir para aproveitarmos tudo. Não há romance, não há caras bonitinhos, não há heróis infalíveis, não há segunda chance. Deixe toda a esperança para trás antes de cruzar esta porta, caro leitor... E me diga o que há do outro lado, se sobreviver!
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Shaftiel 04/05/2012

Livro de horror
Baltimore e o Vampiro é um dos melhores livros de horror que li recentemente, se não o único realmente de horror que tenho lido. O livro transmite a sensação de desamparo e medo dos personagens não só pelas palavras, mas também pelos desenhos simples espalhados pelas páginas.

A história se passa durante uma das Guerras Mundiais, quando Baltimore, tentando se salvar, dá início ao ataque voraz dos vampiros contra a humanidade, espalhando uma praga que destrói aos poucos o mundo. A história desse soldado é contada aos poucos, sendo o centro da trama, mas não o único direcionamento da mesma. Três dos amigos dele são personagens importantes e suas histórias são essenciais para se adentrar no mundo terrível de Baltimore.

O livro é dividido, portanto, em quatro eixos. Primeiro a história da praga iniciada por Baltimore, a luta contra os vampiros. Os outros três eixos são parecidos com contos, prelúdios sobre cada um dos personagens. Assim o livro toma a forma de pequenas histórias muito interessantes que envolvem o leitor. Cada descrição dos horrores sobrenaturais mantém os olhos presos na página e suas variações são sempre interessantes.
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Jorge 15/11/2011

Baltimore e o vampiro.
Mais que perfeito. Chega ser até difícil descrever esse livro em palavras. Seu estilo trágico me encanta. A linguagem é muitíssimo elegante e bem colocada. Não houve um pedacinho do livro sequer que eu desejasse que acabasse logo. O segredo de Lorde Henry Baltimore se pendurou até as últimas páginas e confesso que a última página é emocionante demais. Os mistérios se solucionaram e tudo foi bem encaixado. Favoritíssimo!
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Itin | @onlyforbooks_ 08/06/2011

A mente criadora de Hellboy e suas fantásticas aventuras, se une a Christopher Golden renomado escritor de fantasia americano, para juntos criarem Baltimore, uma história de terror clássico, que segue as boas fórmulas do gênero, foge de clichês, mas não empolga como deveria.
A narrativa começa com Baltimore e seu pelotão em plena Segunda Guerra Mundial na batalha contra os Hessianos. Numa manobra arrojada e mal planejada, eles acabam caindo numa emboscada onde são arrasados. Baltimore o único sobrevivente, está caído no campo de batalha quase morto, quando vê estranhas criaturas aladas se alimentando do que restou de seu pelotão. Baltimore acaba atacando essa criatura e ferindo-a, mas o carniceiro revela ser mais do que parece e jura vingança contra Baltimore e sua raça.
A partir daí os holofotes, saem de Baltimore e passam para: Demetrius Aischros, Lemuel Rose e Thomas Childress, três cavalheiros que recebem um convite de Baltimore para comparecer em um determinado local e esperarem por ele. Enquanto se conhecem cada um conta como e onde conheceu Baltimore, e quais experiências sobrenaturais vivenciaram para levar a acreditarem nessa história.
A narrativa é bem detalhada e fluente, e consegue transportar o leitor com facilidade para “dentro” das páginas, e passar com muita competência o clima de destruição e doença da época da Guerra, cenários góticos, lúgubres, e pestilência por todo o local. Por outro lado o ritmo do livro não empolga, e não consegue fazer com que o leitor passe muito tempo “dentro” do livro.
O livro lembra um livro de contos, mas o mais interessante é a composição dele. Intercalando cada capítulo, ele traz uma passagem do conto O Soldadinho de Chumbo de Hans Christian Andersen, trechos que servem de referencia para a própria jornada de Baltimore, que acaba tendo o mesmo destino do soldadinho, como se fosse uma versão distorcida da história.
Eu não sei qual função teve Christopher Golden – embora tenho quase certeza que foi ele quem escreveu a narrativa – mas para quem é fã de Hellboy fica evidente a presença de Mignola, seja pelas ilustrações sombrias e envolventes, como pela imaginação, afinal durante as narrativas de Aischros, Rose e Childress, eles contam as situações sobrenaturais que já tiveram. Para quem leu Hellboy sabe que Mignola adora transformar lendas e mitos em verdadeiros contos de terror, e a história do Urso, da cidade das marionetes e do El Cuero (uma das mais bizarras criaturas criadas por Mignola) não deixam a desejar.
Tirando o ritmo arrastado o livro é excelente, e lembra em muito a obra de Bram Stoker, seja a narrativa intercalada ( que no caso de Drácula, era feita através de diários) seja pelo aspecto comportamental dos vampiros (que se assemelha a visão de Stoker, e não tem nada de encantadora dos “vampiros atuais”) e ainda conta com uma batalha final (coisa que não tinha em Drácula, que era também muito “arrastado”). Pode não entrar para a história, mas é um horror clássico de muito bom gosto! Recomendado!




Rafael 09/09/2015minha estante
Na verdade, o monstro El Cuero não é uma criação de Mignola e sim baseado numa lenda da mitologia chilota do sul do Chile.




@EqualizeLeitura 06/05/2011

[Resenha] Baltimore e o Vanpiro
RESENHA ESCRITA PARA O BLOG http://equalizedaleitura.blogspot.com

Primeiro de tudo eu tenho que falar: que capa é essa?! *-* Eu fiquei acariciando, olhando para as ilustrações e o morcego em destaque em vermelho na capa do livro e cada detalhe que eu pude ver. Minha mente viajou apenas com a capa.

O livro conta a história de Henry Baltimore. Na verdade, conta as histórias de Demetrius Aischros, Lemuel Rose e Thomas Childress e de como cada um deles conheceram Baltimore, em diferentes ocasiões, regiões, situações.

A narrativa começa no ponto de vista de Baltimore, onde ele conta um pouco do que vivei na guerra contra os hessianos e como viu todo o seu pelotão ser massacrado e de como conheceu o vampiro. Depois disso, temos a mudança de ponto de vistas narrativos, onde lemos as histórias aterrorizantes e excitantemente curiosa dos outros personagens. Cada um deles contam a sua. O que passaram e o que presenciaram. Alguns, nunca acreditariam. Então por quê esses três homens estavam reunidos em um taverna desolada a pedido de Lord baltimore para revivenciar cenas que ainda os atormentavam? Muitos diriam que são lendas. Outros apenas mitos ou boatos. Mas ninguém poderia negar que coisas estranhas aconteciam desde que a peste se lançou pelo mundo. Os mortos eram cremados. Por que caso isso não acontecesse, eles voltariam para atormentar e matar. E vampiros, fantasmas e demônios existem.

Quando as cortinas do mundo são puxadas e percebemos que o que há por trás dela nos é desconhecido, o medo é a única resposta natural.
página:79


Uma escrita simples, rica, detalhada. Os autores conseguiram mudar o ponto de vista do personagens sem se perderem no meio do caminho, dando uma conexão para todos e nos presenteando com histórias magníficas e muito bem escritas. Confesso que algumas me deixaram assustada. Uma coisa que eu gostei MUITO mesmo foram as ilustrações. Gente, elas davam um ar mais sombrio ainda para a leitura e te ajudam a entrar no clima tenebroso. Outro ponto que eu não posso deixar de comentar são as referências ao livro O Valente Soldado de Chumbo do escritor Hans Christian Andersen. O livro faz parte da infância do personagem Baltimore e me emocionou por que de uma maneira distinta, parecia com a história do personagem.

Um aviso: não é livro para crianças. Todas as cenas são muito bem descritas. E tem cenas bem descritas e detalhadas da guerra, lutas, criaturas sobrenaturais e horripilantes, ferimentos, sangue e mutilação.

Recomendadíssimo, principalmente para aqueles amantes de vampiros. Não os que se apaixonam, pensam em sua fêmeas, brilham na luz ou podem andar à luz do sol. Aqui eu estou falando dos verdadeiros vampiros: os que aterrorizam e são temidos, uma praga e malignos. Talvez um ponto fraco seja que eu esperei um pouco mais do final. Quando eu cheguei ao FIM no final da página, ainda virei procurando por mais
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Lina 06/10/2010

O interessante é que o nome do livro é Baltimore e o Vampiro, mas os que menos aparecem são - adivinha - Baltimore e o Vampiro.
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Marselle Urman 07/06/2010

Terror bestial clássico. Muito bom.
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Dy 11/03/2010

Eu achei um SACO. Muito chato. Lento. Arrastado. Desculpas a quem gostou , mas para minha faltou fluidez, a história não desenvolve bem.
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Gilmars 14/09/2009

Personagens bem construídos
Uma estória aterrorizante e bem amarrada. Daria 5 estrelas se não achasse que faltou algo mais no final, que não compromete, aliás. As sombrias ilustrações do MM que permeiam as páginas ajudam a entrar no clima pesado do enredo.

Recomendo fortemente, principalmente para os que gostam de estórias de vampiros clássicos DE VERDADE, onde eles são uma praga que se alastra, uma força maligna que afeta à todos envolvidos!
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Enrique 22/02/2009

Foda! Baltimore são na verdade quatro histórias: uma narrativa principal e as histórias contadas pelos ex-companheiros de Baltimore enquanto esperam por ele em uma taverna desolada. Golden e Mignola transformam a Europa da primeira guerra em uma terra sem lei medieval assolada por fantasmas, demônios e vampiros, e o único homem capaz de detê-los é o mesmo que os libertou em primeiro lugar.
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