Tudo Abaixo do Céu

Tudo Abaixo do Céu Matilde Asensi




Resenhas - Tudo Abaixo do Céu


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Sara 26/12/2019

CHATOOOOOO
Nao percam tempo, é serio, livro chato e no final nao da pra entender nada.
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Kelly.Neumann 26/02/2017

Aventurando-se pela China
Leitura deliciosa. Eu não conhecia Matilde Asensi, mas adorei sua literatura e pretendo ler outros livros dessa escritora espanhola que nos leva a viajar com seus personagens.
Em “Tudo Abaixo do Céu”, viajamos com Elvira e sua sobrinha Fernanda, pela China dos anos 1920.
Elvira, pintora espanhola que vive em Paris, que tem que cuidar de sua sobrinha Fernanda, partiu para a China a fim de dar um enterro digno a Rémy, marido de quem estava separada. Elvira tinha esperança de que ele tivesse deixado a ela uma boa herança, mas quando chega a Shanghai tem uma surpresa: Rémy havia gasto todo o seu dinheiro e o que ela herdou foi uma enorme dívida.
Em Shanghai, Elvira e sua sobrinha se deparam com uma cultura diversa com a qual tentam se adaptar, já que as mulheres são tratadas com certo desprezo. Lá conhecem Lao Jiang, antiquário de quem Rémy adquiriu uma peça valiosa, procurada por uma gangue chinesa capaz de matar para recuperá-la. Essa peça é “a urna das cem jóias”, que guarda o segredo para se chegar ao lendário mausoléu de Shi Huang Ti, onde está escondido o tesouro do Primeiro Imperador.
Ao descobrir que estão em perigo, Elvira parte em uma viagem pelo coração da China, contando com a ajuda do antiquário Lao Jiang, a sabedoria oriental de Mestre Jade Vermelho e a inteligência do menino Biao, em uma tentativa arriscada de encontrar esse tesouro. Nessa viagem, Elvira tem a oportunidade de conhecer melhor a cultura chinesa, com toda a sua simbologia, tão bem descrita por Asensi, e ela e sua sobrinha Fernanda passam por uma significativa transformação.
Tudo Abaixo do Céu é uma verdadeira “caça ao tesouro” e os aventureiros viajam por diversas cidades chinesas, atravessando rios e montanhas, enfrentando perigos dos mais variados, superando seus limites e, sobretudo, tendo a oportunidade de se aprofundar cada vez mais milenar cultura chinesa, com toda a simbologia presente nessa cultura.
De forma descritiva e didática, Asensi consegue levar o leitor a conhecer um pouco sobre essa cultura milenar, com explicações sobre o Tai Chi, o I Ching, o Feng Shui, além dos significados de alguns ideogramas, a simbologia que os animais como o Dragão, o Tigre Branco ou a Serpente exercem na cultura chinesa, entre outras curiosidades pelas quais vale a pena ler o livro até o final, visto que o leitor também é desafiado e sente vontade de conhecer mais sobre a China e sua cultura.
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ClausRT 28/08/2014

Bom, mas cansativo
Adorei a história. Ela me mostrou a China de um ponto de vista que eu desconhecia, com muitas informações folclóricas e históricas muito interessantes. Porém, a autora não sabe dividir os acontecimentos da história em capitulo. Um livro de 405 paginas ter apenas 5 capítulos é uma piada! Mais da metade da história acontece no capítulo 2.

A autora é muito descritiva e fiel aos personagens. Eu só fiquei um pouco decepcionado com o final, pois não aconteceu nada que eu queria que acontece-se, mas dai eu já estou sendo um leitor chato.

É a história de Exploração de Tumba estilo Indiana Jones mais legal que eu já li até o momento, mas não são muitas as pessoas que tem paciência para ler esse livro.
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Helder 12/04/2010

Aventura na China na década de 20.
No começo parece que vamos ler um romance de época. Aquelas duas espanholas chegando a China na decada de 20, como todas as diferenças culturais.
Mas logo no primeiro capitulo já somos tomados pelo misterio, ao saber que ambas correm risco de morte, pois o ex marido de Elvira tinha algo que chineses perigosos e chineses ligados a realeza, estão afim de matar para conseguir.
E assim começa a saga desta mulher, que chegou a China cheia de preconceitos e que vai se emaranhando pelo país de costumes estranhos atrás de um segredo de 2 mil anos.
Os personagens desta saga são muito interessantes, como Elvira, a preconceituosa espanhola, com seu olhar colonialista, Lao Yung , o antiquario com seus segredos e conhecimentos milenares, Fernanda, a sobrinha adolescente de Elvira e Biao, seu “lacaio” chines, uma das maiores surpresas do livro.
O começo do livro já é bem agitado, pois o grupo tem que se unir para conseguir encontrar as 3 partes do mapa que indicam onde está a tumba do Imperador. São 100 paginas lidas num folego só.
Porém , diferente do Ultimo Catão, outro ótimo livro desta autora, que mantem sempre o ritmo crescente, este livro tem uma queda no meio. Sendo assim, tenho dois motivos para não dar nota 5 para este livro:
Um ponto fraco , são os “bandidos”. A intenção da autora era de que os mocinhos se sentissem perseguidos, mas isso nunca ocorre. No começo, na parte em que procuram o mapa, até existe uma certa perseguição, mas depois parece que eles desistiram. Quando você ja esqueceu que existem bandidos, eles aparecem, mas nem chegam a dar medo, pois rapidamente os problemas se resolvem.
Outro problema no livro é o excesso de didatismo. No meio, parece que a autora pretende nos dar uma aula de cultura chinesa, e enquanto eles ficam parados no mosteiro de Wudang, a história fica um pouco parada. Imagino que a autora tenha feito uma viagem a China e tenha ficado maravilhada com a cultura. E ai vem as explicações do que significa o Tai Chi Chuan, o I Ching, o Feng Shui. Muitas palavras que conhecemos, mas para as quais nunca nos aprofundamos. Mas vale a pena se acalmar nesta parte e tentar absorver um pouco desta cultura milenar, apesar de as vezes a autora cair num didatismo muito grande. Parece sempre que estamos tendo aula de chines com um europeu, que também teve aula com um outro europeu.
Mas depois desta calmaria, ainda estamos na metade do livro, e ai voltamos a ter a mesma Matilde Asensi com a criatividade do Ultimo Catão. Agora com a ajuda do Mestre Vermelho, um dos monges de Wudang, nas ultimas duzentas paginas acompanhamos sedentos este grupo desvendando os mistérios da tumba do Imperador. Saudades de Indiana Jones e até dos Goonies. Incrivel que Hollywood ainda não tenha descoberto os livros desta autora. As descrições do templo do Imperador são incriveis, assim como as provas que precisam vencer e as soluções encontradas. Novamente eu digo que morreria na primeira prova, pois todas estão associadas a milenar cultura chinesa. A parte da camara escura é sufocante, a descrição das pontes é muito legal e a solução dos espelhos e das contas espalhadas no chão também são incriveis.
Vale a pena a leitura. Tem um pouco de cultura e bastante aventura. E um bonito final também.
Arrisque-se!
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Teresa 18/12/2009

A China antes de Mao
Matilde Asensi é uma escritora de sucesso na Europa e seus livros, de um modo geral, são de "suspense histórico". Este não é seu melhor exemplo, mas prende a atenção o clima misterioso, mas o suspense não chega a tirar o fôlego. Desta vez, história se passa na China do início do século XX, iniciando-se em Xangai e passando por várias cidades chinesas (no livro há, inclusive, um mapa com o trajeto da caminhada em busca da solução do mistério que envolve o objeto que recebeu juntamente com os pertences de seu falecido marido. Depois de receber a notícia de sua morte, a pintora espanhola Elvira De Poulain viaja com a filha adolescente até Xangai para reclamar o corpo do companheiro e fazer o enterro o quanto antes para voltar a Paris. Ela fica sabendo que seu marido lhe deixara uma imensa dívida contraída com o jogo e mulheres e mais: e fora assassinado. Elvira sente-se uma estranha no ninho, um lugar exótico como nunca vira, ao se deparar com cheiros, imagens e sons e pessoas diferentes. O crime foi cometido porque seu marido tinha a posse de um objeto de imenso valor. Na busca pelos assassinos, fica sabendo de uma caixa de conteúdo valioso que pertenceu ao primeiro imperador da China. Enquanto se envolve em desafios físicos e obstáculos intelectuais para desvendar esse mistério, Elvira se adapta à linguagem à cultura e à geografia chinesas. Do ponto de vista cultura chinesa há muita informação para nós leitores, pois a autora costuma fazer pesquisas muito ricas para o pano de fundo de seus romances.
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