Eu, Robô

Eu, Robô Isaac Asimov




Resenhas - Eu, Robô


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Wagner Coelho 18/09/2019

Leitura empolgante.
Amei esse livro. Ele tem contos simples e empolgantes que começam com os primeiros passos da robótica e terminam em inteligências artificiais avançadas, tudo sendo gradualmente apresentado de forma coerente ao leitor.
Vi algumas críticas ao último conto, por ser complexo mas ao meu ver ele é uma consequência do avanço descrito pelo autor e definitivamente ele exige um pouco mais de concentração, criatividade e conhecimento pra se entender a dinâmica da situação. É como Donnie Darko, você dificilmente vai entender na primeira vez que assistir ao filme (se é que vai entender) mas passa dias matutando acerca do que realmente aconteceu e fica bolando teorias.
Leitura altamente recomendável para amantes de ficção.
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Will 05/09/2019

Prazer em conhecê-lo Sr.Asimov
Esse é meu primeiro contato com a obra de Isaac Asimov, estou realmente fascinado com este trabalho, uma leitura leve, divertida e interessante. O lapso temporal de uma obra escrita em 1950 quase não se é notada. Ao ler o primeiro capítulo logo percebi que eu poderia devorar o livro em apenas algumas horas, ponderei e decidi apreciar a leitura, não é sempre que encontramos tamanha genialidade. Sorte a minha que ainda existem diversos livros que vou poder me reencontrar com o talentoso Isaac Asimov.
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Wilson 28/08/2019

Espetacular
Espetacular trabalho do mestre Asimov.
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Millene 23/08/2019

Susan Calvin é a psicóloga dos robôs do século XXI. Sim! Essa história futurista se passa no começo desse século!!
Eu descobri depois que peguei que esse não é realmente o primeiro livro da série, é mais como se fosse um livro extra que conta vários relatos da história da criação dos robôs até a época que eles praticamente tomam conta da humanidade.
Não tem um personagem específico como protagonista mas alguns aparecem aqui e ali em alguns casos.
Cheguei a ter dó de uns robôs pela maneira que eram tratados e achei incrível como as três leis da robótica podem ser contornadas.
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Jessica.Guabiraba 21/08/2019

Robbie é o melhor conto
Bem, esse livro reúne contos incríveis do autor Isaac Asimov, formando uma bela história que tem Dra. Susan Calvin como protagonista ?? entre os 9 contos, o que mais me chamou atenção foi o primeiro, "Robbie"(que nem era cotado para entrar no livro, mas tem uma narrativa linda e marcante, de um robô que não fala, porém é dono do coração de uma linda menininha, que mais parece ter pais Robôs do que uma babá Robô), nunca pensei que fosse chorar tanto com livro de ficção científica, amo cada experiência nova que esse gênero me proporciona. Amo os temas, amo a evolução dos Robôs e os questionamentos dos humanos, o enredo e a linguagem. Sim, eu amo ficção científica ??
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Antonio Talavera 14/08/2019

Muito bem escrito e a frente de seu tempo
Os contos nesse livro tem uma progressão muito interessante, o que faz com que percebamos como os robôs vão alterando os aspectos da vida em sociedade. Alguns poucos são exagerados e cansativos, em geral são bem escritos e intrigantes, o livro nunca foi tão atual.
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Laura 28/07/2019

Se você acha que não gosta de ficção científica, é provavelmente porque você nunca leu Asimov
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Adriana 27/07/2019

Maravilhoso! É tudo o que dizem.
O livro reúne contos sobre robôs. Ao longo dos contos, os robôs vão evoluindo e se aperfeiçoando. Os "erros" que apresentam se tornam cada vez mais complexos, e remetem ao desenvolvimento de consciência.
Quando se inicia um conto é quase impossível parar de lê-lo, e quando o leitor imagina que nada pode ser melhor que o conto anterior, o autor te surpreende mais uma vez.
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Pedro H. Castello 23/07/2019

Surpreendente
Talvez por conta de minha baixa expectativa acerca deste livro eu o achei excelente, achei incrível como todos os contos se resolvem de maneiras que obedecem a leis físicas ou reações quimicas(como no conto: Andando em círculos[no.2]).
Apesar de tudo, achei decepcionantes os contos de números 7 e 9(Evasão![no.7] e Um conflito evitável[no.9]), pois ao meu ver eles não se desenvolvem, indo por exemplo, do ponto A até o ponto A. Mas apesar disso eu achei o livro excelente, e espero ler novamente histórias com a melhor dupla de ficção científica, Mike Donovam e Greg Powell.
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Rodrigo 22/07/2019

Não me prendeu tanto como gostaria
Talvez por ter ouvido falar tanto tanto sobre esse livro, minha expectativa estava altíssima (o que geralmente é um perigo), a qual não foi completamente atendida. Foi uma boa experiência, mas nada "espetacular".

Contos que em sua maioria são "ok" , alguns muito bons (Robbie, o exemplo) , outros bem "viajados".

Pra mim é muito nítido como esse livro foi importante para sua época a qual foi lançado. Com todos os méritos merece sua fama desde muito tempo, a visão de desenvolvimento tecnológico de Asimov é muito à frente de seu tempo.

Mas tenho pra mim que hoje em dia o livro fique mais "diluído" entre os leitores que pegam a obra pela primeira vez.

O tempo é inexorável, mas o legado permanece.

É uma leitura sem erro. Difícilmente alguém irá achar ruim. No mínimo uma boa experiência pra o leitor. Vale a leitura para os curiosos.

Ademais: ter um Asimov na estante é uma honra.
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Daniel Muniz 04/07/2019

Mestre!!!
Que livro, que livro!!! Primeiro contato com Asimov e fiquei querendo que o livro não acabasse, seus contos vão desde a dor, emoção, até o suspense, reflexão. Estórias muito bem contadas. Pra quem gosta de ficção científica e principalmente robôs, um prato cheio...
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Gustavo.Junqueira 03/07/2019

"Mas neste mundo, é facil interpretar mal as intenções"
Robôs ! O que pode acontecer caso a criatura se volte contra seu criador ? Como podemos imaginar que um robô pode se tornar consciente ? O que o poderia fazer despertar para este mundo ?

Eu, robô é uma coletânea de vários contos escritos por Isaac Asimov e em cada conto, cada historia mesmo que em algumas os personagens principais não fossem profundamente desenvolvidos ha sempre uma duvida ou critica da sociedade quanto aos robôs ou o que os robôs poderiam ser caso não respeitassem as 3 leis.

Achei muito boa a leitura a pensar de algumas historias não ter me conectado quanto outras mas de qualquer forma é um livro muito bom.
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Natália Tomazeli 30/06/2019

Leis da robótica, dilemas éticos e uns caras enfadonhos
"Mesmo quando eu era jovem, não conseguia acreditar que, se o conhecimento oferecesse perigo, a solução seria ignorância. Sempre me pareceu que a solução tinha de ser a sabedoria. Não se deveria deixar de olhar para o perigo; ao contrário, deveria-se aprender a lidar cautelosamente com ele."

Acho que todo mundo que é fã de ficção científica já teve uma pontinha de curiosidade de ler esse livro. Eu, pelo menos, sempre tive essa curiosidade, mas muito mais porque eu adoro o filme adaptado desse livro, que por sinal já digo, é bem diferente do livro e eu até ouso a dizer que não chega a ser bem algo adaptado desse livro, mas sim algo adaptado das ideias do autor. Aliás, ainda prefiro o filme por diversos motivos.

Vou confessar que não era bem isso que eu esperava de "Eu, robô", sabia que era um livro de contos, mas achava que a história do filme era um dos contos do livro, ou algo do tipo, enfim.... Bem diferente do que eu imaginei, mas nem por isso ruim.
Como livro em si, não tem nada de mais, escrita, personagens e enredo... É tudo bem simplista. Tão simples que alguns vão achar até bobo, eu mesma não vou dizer que não achei em algumas partes, mas mesmo assim não deixei de me divertir. Não prejudicou minha experiência de leitura nem me incomodou tanto, sinceramente. Foi uma leitura leve e fácil, apesar da temática ser ciência, que não costuma ser algo tão fácil, ainda mais para quem não tem muito interesse no assunto. Não se parece com nada tão profundo ou técnico, a obra em si é mais o conceito mesmo. Aqui o foco central é explorar várias facetas que incluem as famosas "Três Leis da Robótica", com um viés social filosófico inserido. Antes de ler um livro assim, acho que a gente precisa meio que ter em mente que ele foi escrito na década de 50, a tecnologia era outra e o contexto que o Isaac escreveu não foi primeiramente planejado para ser um livro, os contos foram escritos separadamente e publicados em uma revista, um por um (inclusive na edição que eu li, da Aleph, tem uma nota do autor que ele conta com mais detalhes a história dessa publicação e tal).
Como os robôs eram meio que só uma ideia naquela época, obviamente que essa obra teria a tendência de envelhecer um pouco mal, mas nem acho que foi o caso, sabe? O "problema" aqui é outro... O que tem de genial nas ideias de Asimov, tem de insuficiente em todo o resto, esse é o problema que faz a obra não ser completa, por isso não achei esse livro tão espetacular assim.
Dito isso tudo, chego a conclusão de que o livro tá bem longe de ser o melhor Sci-fi que eu já li, mas também não é de se jogar fora, inclusive deu um gostinho de "quero mais", então vou procurar com certeza outras obras do autor para ler, até porque acho que ele tem material robótico suficiente para desenvolver mais histórias.
Ah, quase ia me esquecendo de mencionar que discordo totalmente de quem classifica esse livro como distopia. Gente, porque vocês classificam ele assim, podem me explicar? Sério!
Porque assim, primeiro lugar que não tem as características de mundo distópico aqui. É o mundo da década de 50 padrão com um toque a mais de tecnologia. Não tem caos, não tem opressão, tirania, abuso de poder, população estúpida ou alienada (pelo menos não a mais de que a gente já tá acostumado), privação de qualquer coisa e aquele pessimismo inerte. Na real, mal tem robôs na terra, para falar a verdade. Até que o filme consegue aí ter um pouco dessas características e tal, essa coisa do duelo das máquinas vs humanos que poooode acarretar nesse cenário mais distópico, mas eu não consegui ver isso nítido no livro em nenhum momento. Não sei se foi pelo jeito que o autor abordou o tema, mas pra mim isso aqui é pura ficção científica, só. Inclusive se alguém quiser me apresentar outro ponto de vista, seja bem vindo, vou gostar de entender aí essas suposições do pessoal de que "Eu, robô" é distopia.
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Danielbped 21/06/2019

Um clássico, sem dúvidas, do pai da robótica, um dos mais aclamados autores de ficção científica.
Este livro é um compilado de contos que envolvem as três leis fundamentais da robótica, que são:
1 - Um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal.

2 - Os robôs devem obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira lei.

3 - Um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores.

O livro possui alguns contos maravilhosos. A forma que Asimov explora os conflitos possíveis entre as leis é incrível.
Um dos motivos pelo qual este livro se tornou um clássico, além da apresentação das três leis citadas anteriormente, ele foi lançado em 1950. Não havia de onde tirar inspiração para o desenvolvimento das histórias. Asimov era tão gênio, que conseguiu criar um ambiente crível num futuro totalmente improvável, criar um problema neste ambiente, e ainda encontrar uma solução que faça todo o sentido.
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Natália | @tracandolivros 01/06/2019

Eu, Robô
“Eu, Robô” é um livro de contos escrito de uma forma diferente. Um jornalista se encontra com Susan Calvin – a mais famosa e grandiosa robopsicologa que viu o crescimento da robótica desde o início – com o intuito de entrevista-la sobre os robôs com os quais trabalhou, e numa espécie de evolução ela vai contando desde um robô que ainda nem tinha o poder de falar até a grande Máquina.
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“Para você um robô é um robô. Engrenagens e metal; eletricidade e pósitrons. Mente e ferro! Feitos pelo homem. Caso necessário, destruídos pelo homem! Mas você não trabalhou com eles, de modo que não os conhece. São uma raça mais limpa e melhor do que a nossa.”
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As Três Leis da Robótica:
1 – Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2 – Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
3 – Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e a Segunda Leis.
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Essas são as três leis da robótica, e nesse livro Issac Assimov usufrui delas para criar seus contos. Ele criou um mundo onde os robôs são fabricados e usados por humanos para trabalhos espaciais, entre outros. E nas histórias contadas por Susan vemos muitas situações onde as leis são batidas de frente e precisam ser resolvidas.

Confesso que estava com medo de ler o livro e acabar não gostando, porque esse autor já é considerado um clássico da ficção científica e tive medo de não gostar; e qual a minha surpresa quando depois do primeiro conto eu me vi amando tudo isso? Eu simplesmente me apaixonei nesse mundo, nessa escrita e nessa forma de questionar tudo. Só quero poder ler mais do autor!

site: https://www.instagram.com/p/BqvJjiDAghU/
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