Eu, Robô

Eu, Robô Isaac Asimov




Resenhas - Eu, Robô


456 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Diego.Petry 30/09/2020

Muito bom.
A muito tempo tinha curiosidade neste livro e finalmente achei um tempo para ele e não me decepcionei, são pequenas histórias com uma certa ligação entre elas e uma mais fascinante que a outra.
comentários(0)comente



layenem 30/09/2020

Completamente diferente do filme e, obviamente, muito melhor.
Os contos rápidos nos levam a ter afeições pelos androides e apreensivos para saber qual era o problema deles e qual lei da robótica que levou ao erro/defeito dos robôs.
comentários(0)comente



Rafael Pravitz 30/09/2020

Adorei conhecer Asimov
Adorei a escrita dele, o livro é escrito em contos/memórias, a contrução das 3 leis é contada de forma ímpar, Razão para mim é o melhor conto, temas polêmicos como religião e existencialismo são apresentados de forma incrível e leve.
Adorei a forma do autor de fazer ficção com certeza partirei para Fundação logo.
comentários(0)comente



fernandesst 29/09/2020

Muito bom
Meu 1° contato com a obra de Isaac Asimov. Gostei de como os contos foram estruturados. Foi muito interessante ver a influência das 3 leis fundamentais e é inevitável deixar de fazer um paralelo com nossa realidade...nos faz refletir. Foi uma ótima leitura.
comentários(0)comente



Emanuel Xampy Fontinhas 28/09/2020

...
Quem abre esse livro pensando encontrar páginas repletas de ação pode se decepcionar, ainda mais se tiver sido levado à curiosidade após assistir o filme homônimo. Mas eu, que não vi o filme, e abri o livro despido de expectativas, achei fenomenal. Adoro a forma como os contos são amarrados com a linha da entrevista e de uma personagem em comum e me fascina, sobretudo, as discussões políticas, econômicas e filosóficas sobre as leis da robótica e a robopsicologia. Pra quem é fã de ficção científica, leitura obrigatória.
comentários(0)comente



Michelly 27/09/2020

Primeiro livro que li do Asimov. Apesar de ser ficção científica, "Eu, robô" se tornou um livro que aborda questões éticas e filosóficas tendo a robótica como pano de fundo.
comentários(0)comente



Bruna | @bmartinssss 27/09/2020

Esse ano foi o ano de conhecer novos autores, e to adorando. Amando ficção científica, e amei o autor.
comentários(0)comente



Letícia 27/09/2020

Sensacional!
Há muito tempo eu não ficava tão empolgada com um livro de ficção científica. "Eu, robô" foi publicado na década de 50, mas 70 anos depois ainda parece uma história atual. Algumas "previsões" do autor realmente se concretizaram. Estou recomendando para todo mundo esse livro! Haha leiam!
comentários(0)comente



Giovanna 26/09/2020

Já conhecia o autor pela coleção da Fundação (que também fica aqui de indicação para quem quiser conhecer mais). Mas esse livro me surpreendeu bastante!!
Comecei a ler sem muita expectativa para o desafio de leitura no Instagram da @indirareads.
O livro é composto de diversos contos, com personagens cativantes (adorei os dois engenheiros sempre se metendo nas mais complicadas situações) e histórias que envolvem e intrigam até o final, com uma solução incrível!!
comentários(0)comente



Perrelli 24/09/2020

Eu, Robô - Uma leitura surpreendentemente morna
Quando falamos de ficção cientifica no meio literário, não há como deixar de comentar ou enaltecer, o trabalho do autor, Isaac Asimov. Escritor de diversas obras fantásticas como exemplo a trilogia Fundação, trouxe em 1950 uma antologia de contos com o nome de: Eu, Robô.

Na obra, acompanhamos basicamente a evolução das maquinas desde a sua criação, até o ponto máximo de sua ascensão. Tratando-se basicamente de um manual das três leis da robótica:
1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Por tratar de um mesmo assunto de maneira repetitiva, com uma roupagem apenas diferente a leitura torna-se enfadonha em diversos momentos, com exceção de uns poucos contos que dão um leve animada.

É importante ressaltar que a obra possui um plano de fundo muito bom, com diversas questões filosóficas e antropológicas instigantes. É uma leitura interessante principalmente para quem quer ter acesso a toda serie dos Robôs.

Contudo, a indicação da leitura vai para quem principalmente já teve uma experiência com as demais obras do autor. Caso contrario poderá se surpreender com a temperatura morna que o livro possui.

comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Nand 20/09/2020

Do leigo ao cara que só consome sci-fi, Asimov é para todos aqueles que gostam de ótimas histórias.
A primeira vez que li esse livro foi entre 2017-2018 e me lembro de ter passado boa parte da leitura extremamente encantada com a capacidade do Asimov de conceber novos conceitos e como ele foi criativo ao fazê-los. Relendo em 2020 descobri que o meu amor por essa obra só aumentou, logo nada mais justo do que escrever um pouquinho sobre esse clássico da FC.

Em meio a tantas histórias da ficção científica em que robôs se rebelam contra os humanos por n motivos, Isaac Asimov apresentou um mundo onde esses seres não são resumidos em vilões da humanidade. Ele cria um cenário no qual, graças à inovação tecnológica e a desconfiança, fez-se necessária a criação de três leis - as chamadas três leis fundamentais da robótica - que se tornam os pilares para a convivência entre a sociedade humana e os robôs, já que estas moldam o comportamento desses cérebros positrônicos, mas que também dão vida aos dilemas éticos e morais enfrentados por essa condição.

Assim, o bom doutor construiu histórias com um leque bem amplo, tendo elementos como a religião, psicologia, ciência (claro!) e até o amor em seus nove contos, sempre incitando reflexões. O resultado disso foram aventuras no tom certo de diversão e profundidade, mas também a criação de um mundo ficcional palpável e com discussões que são ainda mais relevantes hoje em dia.

Os contos estão de certo modo em ordem cronológica, então é possível acompanhar a evolução da U.S. Robots até se tornar o maior império de tecnologia robótica mundial. Tudo é relembrado pela dra. Susan Calvin, que também ocupa o cargo mais sensacional do livro: o de robopsicóloga. É a ela que chamam quando se precisa entender o comportamento de um robô positrônico, o que se torna um tremendo desafio, pois a complexidade dos dilemas enfrentados vai escalando e as três leis vão sendo postas à prova em situações cada vez mais difíceis de serem solucionadas.

Porém quando é para testar novidades ou ir para onde mais ninguém foi, cabe aos personagens Gregory Powell e Mike Donovan tais tarefas. Eles são os protagonistas de alguns contos e são os pioneiros em aguentar os robôs mais doidos do livro, o que me rendeu várias risadas pelo tamanho do azar deles e pela forma como eles encaravam os problemas. Inclusive é uma pena que eles não sejam tão reconhecidos pelo público e que o próprio Isaac Asimov tenha deixado eles de lado depois, mas são coisas da vida.

Nessa edição da Aleph que eu li tem um capítulo chamado “A História por trás dos romances de robôs”, em que o próprio Isaac fala um pouco do porquê a sua visão sobre os robôs se distinguia das outras que costumavam aparecer na época. Também tem citações de outras obras, o que é um ótimo adendo para quem quiser conhecer mais sobre a bibliografia dele e entender um pouco da conexão que existe entre esse livro e os outros.

Por fim, preciso repetir o que sinalizei no título: do leigo ao cara que só consome sci-fi, Asimov é para todos aqueles que gostam de ótimas histórias. E se você nunca leu nada de ficção científica, pode começar por aqui: é o melhor dos começos.
comentários(0)comente



Ari 20/09/2020

Incrível
O livro se divide bem em pequenas histórias mostrando a evolução da importância dos robôs na sociedade, desde um robô com o propósito de ser uma simples babá até uma grande entidade que controla tudo sem a humanidade se dar conta do mesmo.
comentários(0)comente



Cintya 15/09/2020

São robôs, suas ações são lógicas e o livro não fura isso
O livro se desenvolve em torno de uma entrevista em que a personagem nos conta algumas histórias que ocorreram durante sua carreira ligada aos robôs. Por aparecerem de forma cronológica, as histórias nos mostram a evolução dos robôs e as mudanças que ocorrem no mundo a partir da interação do homem com o robô.

Os contos são independentes, e cada um deles apresenta um problema e uma solução, fundamentadas nas três leis da robótica (sobre as quais as ações dos robôs são baseadas).

Achei o livro bastante interessante, com histórias cativantes e que trazem certa humanidade para as ações dos robôs. Além disso, fiquei feliz em perceber que as soluções encontradas para os problemas impostos foram de fato lógicas e coerentes com as três leis da robótica.

Me surpreendeu o pensamento do escritor, pois ele conseguiu construir toda esta relação dos homens e das máquinas de forma crível, você quase chega a imaginar que ao sair de casa agora pode dar de cara com um robô (brincadeira, não chega a tanto).
comentários(0)comente



Reb 14/09/2020

Eu, Robô
Ficção científica não é meu gênero, mas esse livro me surpreendeu.
Digamos que seja Black Mirror ao contrário.
Traz pequenas histórias, independentes entre si, mas interligadas por terem sido vividas por uma personagem que funciona como narradora.
Todas as narrativas envolvem circunstâncias positivas do uso da tecnologia em uma sociedade futurista.
Embora possua alguns termos científicos, isso não torna a leitura enfadonha ou difícil.
As histórias trazem reflexões sobre várias questões relativas à relação do ser humano com o desenvolvimento tecnológico e o uso dos robôs.
comentários(0)comente



456 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |