Cidade das Almas Perdidas

Cidade das Almas Perdidas Cassandra Clare




Resenhas - Cidade das Almas Perdidas


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Nay 09/10/2019

Acho que não tô com paciência pra tanto drama adolescente ksksksksksk
Paula.Soares 09/10/2019minha estante
Vixe tô atécom medo de começar


Nay 09/10/2019minha estante
Menina é muito drama, muita coisa que era pra ter sido resolvido a muitos anos se a merda dos personagens simplesmente abricem a boca kkkkk


Paula.Soares 09/10/2019minha estante
Adoro drama mas mimi de adolescentes não kkkkkk




Anna Maia @livrosdashesha 08/09/2019

Maravilhoso
Achei a narrativa desse livro um pouco mais lenta, mas, isso não significa que achei a história monótona ou chata, a leitura pra mim foi tão fluída quanto a dos outros livros.

Gostei da história seguir com um pouco mais de calma e até normalidade em certos pontos, assim temos a oportunidade de acompanhar os dramas pessoas de alguns personagens "secundários".

Adorei o crescimento dos personagens, muitos deles tiveram picos de coragem e se ofereceram para fazer grandes sacrifícios por amor.

É claro que nesse livro também tem uma batalha épica, confesso que foi a batalha que mais me deixou chocada até o momento.

Pra ser bem sincera tem muita coisa chocante nesse livro.

@livrosdashesha
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De repente, no último livro 27/08/2019

Resenha do blog "De repente, no último livro"
Eu acho que nunca vou me cansar da escrita de Cassandra Clare ou do universo maravilhoso que ela criou desde o primeiro livro dessa série, junto com o sensacional spin off da mesma ambientado na época vitoriana. Sou suspeita em escolher até mesmo um favorito pois com Cassandra sempre me acontece de cada vez que leio um livro creio que esse será meu favorito, mas de repente vem o livro seguinte e descubro que estou amando ainda mais, por essa razão não saberia sequer apontar minha série favorita da autora. Minha única recomendação é Leiam Cassandra Clare! Ela é com certeza uma das melhores autoras de fantasia juvenil que já tive a oportunidade de ler (e olha que eu leio muita, mas muita fantasia).

A resenha deste livro, assim como vem sendo a resenha dos outros livros da série, vai ser relativamente curta. Acho péssimo eu querer me prolongar demais e acabar soltando spoilers assassinos que podem arrancar completamente toda a surpresa para os futuros leitores da série. O mais bacana desses livros são justamente suas constantes reviravoltas, e ficar aqui, relembrando a evolução e conflitos de cada personagem seria apenas me arriscar a estragar a leitura futura de alguém.

Primeiramente, por mais que ame essa série, tenho que ser racional. Instrumentos Mortais não precisava de 6 livros embora seja uma delícia de série, e eu adore os personagens. Até o terceiro livro a história se fez realmente necessária, à partir do quarto livro, todos sabemos, a autora quis apenas estender um pouco mais sua trama de sucesso. Acho legal o fato de Cassandra conseguir criar novas histórias, romances que abalam o leitor e convencem (Izzy e Simon são insuperáveis!), mas a trama em si muitas vezes se torna enrolada, a gente nota a exaustão, o esforço da autora em prolongar ao máximo e isso prejudica o brilho da história.

Peguei ranço de Jace por exemplo. Eu gostava muito dele nos três primeiros livros, mas é como se Cassandra decidisse que à partir daqui o guri deveria ser a bola da vez em tudo, e ficou bem maçante ver Jace sempre atormentado, sempre sofredor e o mundo girando sempre ao seu redor. Esse ar de "guerreiro melancólico" já perdeu um pouco o charme e neste livro, Jace perdeu uns 25 pontos comigo, achei ele um verdadeiro porre.

Quanto aos outros, todos eles, achei que evoluíram muito. Gosto de Clary. Essa protagonista não foi exatamente minha favorita nos princípios da saga, mas relembrando tudo o que Clary passou, acho que ela melhorou demais e nesta quinta parte, mostrou seu lado mais combativo, independente e guerreiro e eu gostei disso.

Ainda assim, quem brilha nesta série são os "secundários". Izzy e Simon, Alec e Magnus, eu adoro os quatro, e acho que sem eles e o destaque que alcançam, a série não seria tão viciante. É um grupo bem diferente entre si, cheio de conflitos, mas que no fundo se entendem, compartilham de confiança, possuem química, funcionam bem juntos. Torço muito pra um final digno pra cada um destes, foram personagens que aos poucos adquiriram um carisma e um magnetismo que me empolgou como leitora e me deixa super ansiosa em ter mais de cada um no último volume.

As cenas de batalha descritas por Cassandra são sempre na medida. Ela nunca se prolonga demais, consegue narrar confrontos épicos sem se tornar surrealista, mas ainda dá uns escorregões, querendo produzir "milagres" que deixam alguns pontos da história um pouco bizarra.

Eu andei repensando em tudo que li, e notei que Cassandra abriu tantos novos núcleos neste livro. Temos o grande vilão da vez que ainda precisa ser derrotado, mas também temos conflitos nos núcleos dos vampiros, e segredinhos a se descobrir sobre Magnus, e a relação abalada de Cassandra e sua mãe Jocelyn que precisa ser melhor trabalhada... Tem várias pontinhas soltas em histórias paralelas que a autora vai ter que fechar no último volume e eu espero que ela consiga dar um desfecho digno à todos esses detalhes.

Eu quero demais conhecer o final da saga, mas ainda me falta ler o último de As Peças Infernais, e como sei que a leitura deste é fundamental antes do sexto livro da série principal, já me preparo pra voltar ao universo vitoriano de Cassandra o quanto antes, pois sei que aguardam fortes emoções em ambos os finais.

Resumindo, Cidade das Almas Perdidas, o quinto livro da consagrada série dos Instrumentos Mortais cumpre bem seu papel, entretendo o leitor, mantendo o bom nível, com um vilão à altura e conflitos paralelos que empolgam. Porém, se nota que alguns personagens como Jace acabam ficando forçados demais, pois muitos conflitos se centram sempre nele e isso o tornou cansativo e chato (essa é a desvantagem de uma série que se prolonga demais, há um desgaste na imagem de seus protagonistas). Ainda assim, é o tipo de livro que li em nada, me divertiu aos montes e cujos personagens tenho certeza que relembrarei, com grande carinho, por muito tempo.

site: www.derepentenoultimolivro.com
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Ana.Oliveira 09/07/2019

De tirar o fôlego
Esse livro na minha opinião é o melhor da série até o momento, esse livro é repleto de reviravoltas, e fica visível o quanto a Clayre e todos os personagens principais amadurecem, mesmo como o Jace não sendo o Jace não pude deixar de gostar dele e que mesmo na forma em que estava seu amor pela Clayre prevaleceu.


E Sebastian? Ele é um demônio muito dos psicóticos
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Jaíne 05/07/2019

Desabafo (de alguém que só se embrenhou nessa leitura, por conta do SIMON)
Os Instrumentos Mortais, foi uma saga literária que me encantou até o terceiro livro, que na minha humilde opinião, era até onde a saga deveria ter ido.

No dia em que finalizei a leitura de Cidade dos Anjos Caídos, tive a certeza que Os Instrumentos Mortais já tinha dado TUDO o que tinha de dar, que a senhora Cassandra Clare estava apenas arranjando meios de prolongar a história (SENDO QUE NÃO TINHA MAIS HISTÓRIA PARA CONTAR), afim, é claro, de ganhar um dinheirão em cima dos fãs. Por esse motivo, cortei relações com a história dos Nephilins e não busquei mais os livros seguintes.

Porém, algo que ficava martelando na minha cabeça, era a curiosidade a respeito de um único personagem, que era o que eu mais gostava, o SIMON.
Queria muito saber como ele lidaria com sua nova natureza de vampiro, a marca de Caim, enfim... todas essas coisas que a Cassandra inseriu às pressas no fim do livro anterior, afim de ter motivos para prolongar as coisas. (Pois é, olha eu aí sendo uma fã trouxa).

Mesmo com essa curiosidade, só após uns bons anos, tomei coragem e peguei em mãos o e-book do quinto livro, Cidade das Almas Perdidas.

Preciso dizer que as únicas partes que eu me interessava mais, era quando o Simon estava presente?
E que eu tinha vontade de dar um tapa na cara da Clary? Toda vez que ela aparecia na história, era um mimimi sem limites, sobre como ela amava o Jace e não conseguia viver sem ele. Foi uma melação muito forçada e muito chata de se ler.
Muitas e muitas páginas foram perdidas só com as lamúrias de Clary. Parecia que a Cassandra estava só enrolando, para o livro ficar “mais gordo”, sabe?

E no geral, o enredo, como era de se esperar, foi muito fraco. Até o personagem Sebastian, eu senti que foi mal explorado, pois o foco principal ali, eram as lamentações de Clary.
No demais, os focos também estavam sempre voltados aos romances dos outros personagens: Jordan e Maia, Alec e Magnus (uma melação só também), e o que na minha opinião, era o menos pior, Simon e Izzy (talvez pelo fato de eu já ter dito que o Simon era meu personagem preferido).

Enfim, não foi uma grande leitura, o que salva é o fato da Cassandra ter uma escrita bem leve e gostosa de se ler, embora pareça que ela não sabe onde quer chegar, às vezes (muitas vezes ao longo desse livro, na verdade).

Provavelmente eu leia o último livro, só para ver como essa enrolação toda vai terminar.

E ah, e só eu que não suporto a Jocelyn (mãe da Clary)? Sério, essa mulher é a maior hipócrita na história das sagas literárias, gente.

Enfim, a galera que já leu todos os livros e amou todos, nada de me odiar, combinado?
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Bruna.Melo 25/06/2019

Entediante
A história demora muito para se desenrolar.

Praticamente o livro todo é só a Clary com o Sebastian e o Jace, fazendo coisas aleatórias. Só não larguei a leitura (na verdade, larguei por um tempo, pq comecei em 2017) pelas cenas do Simon e da Izzy, junto com o Magnus e o Alec tbm, que salvaram o livro.

Mas o final foi interessante, espero q o próximo livro seja melhor.
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Kristine Albuquerque 25/04/2019

Os Instrumentos Mortais #5
Durante os primeiros capítulos dessa leitura eu pensei: parece que Cassandra Clare finalmente se reencontrou na sua história. E foi isso mesmo o que aconteceu. Não chega a ser um livro perfeito, na verdade ainda teve seus altos e baixos na primeira parte, mas é o mais bem construído até aqui, tanto em enredo quanto em evolução e aprofundamento de personagens. Ele fica sendo o segundo melhor da série, porque o melhor ainda é o terceiro.

Talvez o ponto que eu mais tenha gostado foi que não há mais personagens secundários aqui, todos assumem papéis importantes em seus próprios cenários e também ganham destaque pessoal, para além do conflito principal. E eles também se mostram mais vulneráveis quanto a seus problemas, e no processo para entendê-los e resolvê-los acompanhamos o amadurecimento deles bem do jeito "tentativa e erro". Gostei principalmente da abordagem das inseguranças e do processo de autoconhecimento de Isabelle e Alec, e de como isso impactou ou não na relação deles com Simon e Magnus, respectivamente. Isso fez eu me apegar mais a eles e a história.

Outro ponto positivo foi a pluralidade de pontos de vista, o que permite a quem está lendo uma visão abrangente tanto do desenrolar das ações quanto dos pensamentos e sentimentos dos personagens, além de manter a atenção com seus "mini-cliffhangers". Senti a escrita bem mais consistente e segura também, o que deixou a leitura ainda mais envolvente.

O conflito principal do enredo também serviu para dar mais espaço ao crescimento individual de Clary. Ela finalmente demonstra alguma atitude e personalidade e quase consigo vê-la como a protagonista que ela deveria ter sido nessa série. Quase, porque ainda vejo sua coragem sendo mal utilizada pela autora e sua motivação ser apenas e unicamente salvar o grande amor de sua vida. Mas sim, tenho que reconhecer que ela cresceu e amadureceu neste livro e pode crescer ainda mais no próximo (assim eu espero!).

Toda a situação de Jace foi muito bem desenvolvida aqui e ele voltou a ser um personagem interessante, mais um ponto positivo. Só duas coisas foram desnecessárias: o excesso de piadas sem graça e aquele seu brilho corporal à la Edward Cullen.

Sebastian serviu como um "bom" vilão, herdando os ideais do pai mas criando seu próprio caminho para concretizá-los. Embora essa base seja um tanto previsível e em certos momentos me fazer lembrar de planos malignos de vilões de desenho animado. Mas sim, foi um personagem bem desenvolvido do começo ao fim do livro, inclusive a parte sobre ser tão solitário e rancoroso, que é o que o faz querer demonstrar seu poder.

Quase todos os problemas sobre os quais reclamei quanto ao livro anterior foram resolvidos aqui, o que me deixou bem feliz e bem mais ansiosa para ir ao último livro! Vou até aproveitar para acompanhar a terceira temporada da série, que na verdade é péssima mas eu não consigo deixar de ver!
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Romane 16/03/2019

Cidade das Almas Perdidas
Honestamente não sei porque a Cassandra não acabou logo com tudo no terceiro livro, mas não reclamo. Gostei bem mais dos livros a partir do terceiro do que dela para trás. Os personagens estão mais fáceis de aturar, alguns nem tanto, mas sem um quinto livro talvez eu não visse o surgimento de algo entre o Simon e a Izzy. Para mim Sebastian devia ter morrido. Pelo Anjo, o menino é louco, louco de pedra.A Clary como sempre continua absurdamente insuportável, egoísta e fazendo merda por puro egoismo. E é admirada por isso. Meu Deus em que mundo estamos? Ai vocês se perguntam: por que 5 estrelas então? Porque como eu disse, a partir de Cidade de vidro parece que tudo melhorou, não sei porque, mas gosto mais da história com o Sebastian apesar de odiá-lo. Vai entender. Outra coisa, a escrita da Cassandra não é normal de prendedora. Até as descrições você quer saber, eu me pego lendo as descrições que antecedem as ações sem reclamar, e continuo lendo achando a coisa mais interessante do mundo. Não me entendo nenhum pouco, mas continuo dizendo que apesar de odiar a Clary, eu amei o livro. Ela não consegue estragar tudo afinal.
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Ranor Victor 05/03/2019

Muito bom sofro
Achei o livro muito interessante, todos os acontecimentos e fatos ligados fazem sentido apesar dele ter partes que me intediaram outras compensaram bastante...
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Gabrielle 19/02/2019

tinha esquecido como o universo criado pela cassandra é incrível. tô louca pra ler o próximo e os outros livros dela também! só acho meio chato o romance exagerado entre a clary e o jace, mas fora isso, cidade do fogo celestial é incrivel. ah, e o simon se tornou meu personagem favorito, definitivamente.
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Yza 27/01/2019

Antes que você comece a ler essa resenha é minha obrigação dizer que foi impossível não ter spoiler dos livros anteriores, não é nada absurdo, mas é sempre bom avisar.

Cidade das almas perdidas começa algum tempinho depois do sumiço do nosso querido Jace, lá no telhado, lembram? Então, muita coisa acontece nesse meio tempo e esses acontecimentos são narrados pela Clary, entre eles estão o julgamento dela, já que Clary desrespeitou a lei quando fez seu pedido ao anjo lá em Cidade de Vidro, buscas incessantes por Sebastian e Jace e claro a Clave sendo a Clave inúmeras vezes (o povinho). Quem já leu as resenhas anteriores sabe que eu não gostei tanto dos primeiros livros quanto a maioria, a série foi me ganhando aos pouquinhos e eu achei bem gostosa essa coisa de “ir me apaixonando aos poucos” já que geralmente me apaixono de cara e depois me decepciono ou não com a série/saga em questão, enfim, em CDAP eu subi mais um degrau nessa minha relação com Instrumentos Mortais, pois o livro tem um nível bem diferente do primeiro e eu reparei uma leve mudança na narrativa o que possivelmente seja pelo amadurecimento dos personagens.

“ Faria qualquer coisa para salva-lo, qualquer que fosse o preço, independente do que pudesse dever ao inferno ou ao céu, não faria?”

Nesse livro conhecemos melhor o irmão mais velho de Clary, Jonathan Morgenstern ou se preferir Sebastian, entendemos melhor como funciona o feitiço feito por Lility no livro anterior que tem o propósito de ligar Jace e Sebastian em uma única vida e conseguimos enxergar mais fundo a praticidade e frieza com que a Clave trata os seus, já que para eles não teria o mínimo problema se a morte do Sebastian fosse seguida pela de Jace, até tornaria as coisas mais fáceis.

Não vou mentir e dizer que li esse livro super-rápido, demorei para pegar o ritmo, mas depois que entrei no clima a leitura fluiu que foi uma beleza, Clary me deixou preocupada em algumas partes e os questionamentos dela me fizeram duvidar do que eu sabia que era mentira, mas também Cassandra escreveu essas mentiras com tanta verdade que qualquer um duvidaria por algum momento, mas quando foi necessário Clary mostrou o que realmente é, foi forte, destemida e partiu meu coração quando tomou uma das piores decisões de sua vida.

“Era tolice ter esperanças, ela sabia. Mas às vezes, a esperança é tudo que resta.”

Como sempre, Cassandra não deixou nada a desejar, explorou os lugares por onde os personagens passaram, transformou o Simon em alguém de quem eu passei a gosta (finalmente!!) e mostrou que o amor pode ser frágil como porcelana e isso tudo de maneira impecável. A realidade do mundo dos caçadores de sombras é tão absurda que por vezes me pergunto se eles realmente estão por aí, coisa que só aconteceu comigo duas vezes na vida, com Harry Potter e Matrix, por isso sou tão encantada, não com a história dos personagens em si, mas com todo o universo criado pela autora.

Assim como todos os livros anteriores esse livro é narrado em terceira pessoa, o que ajudou muito a termos uma visão clara de tudo que estava acontecendo, ficamos cientes de todos os detalhes dos acontecimentos e quando tudo se encontra não ficamos perdidos. A edição que eu tenho é a primeira, infelizmente essa minha capa não brilha (tristeza define), mesmo assim acho muito bonita, as folhas são amarelas com letras e espaçamento confortáveis o que ajuda na leitura.

“Escuridão demais pode matar, mas luz em demasiado, pode cegar.”

Enfim, se você está lendo essa resenha e já leu os livros anteriores, então o que posso dizer é “está acabando” se joga em Cidade das almas perdidas, se você está lendo essa resenha e ainda não leu todos os outros livros ou está na dúvida se continua ou não, eu digo que vale a pena, tenta mais um pouquinho que talvez você possa ser conquistado como eu fui.

Beijos

site: https://osuficientee.blogspot.com/2016/01/resenha-cidade-das-almas-perdidas.html
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Amanda | @oparaisodaleitura 22/01/2019

Cidade das Almas Perdidas
Assim como no livro anterior, este quinto volume continua com o enfoque em outros personagens. No anterior apareceu quase que um Spin-off de Simon, aqui foi também um quase Spin-off de personagens secundários acoplado a história principal. Clary se mostrou bem apavorada, já que Jace e Sebastian estavam de certa forma ligados, o que deu motivação ao livro. Nesse volume o Sebastian, o novo vilão, acabou sendo mais explorado e Clary se mostrou extremamente dependente de Jace e do seu sentimento por ele.

Muitas coisas são feitas para separar Jace de Sebastian, nessa trama juvenil. Jace, que sempre se envolve em enrascada, acaba sendo alvo de coisas ruins novamente. Acabou ficando uma história um tanto quanto “bate e volta” diante da busca por uma solução, tentando a todo momento resolver as complicações instauradas, o que também causou certa ansiedade e euforia. Um livro que, em alguns momentos, fica meio lento e em outros deixa o seu leitor com o coração bem disparado! Tendo uma mescla entre momentos em que eu gostei e outros que nem tanto.

Contando com poucas cenas de ação se comparado aos antecessores da série, sendo mais montado nas estratégias do que ainda está por vir no sexto livro. Foi uma leitura mais rápida devido a curiosidade, mas, por a história se intercalar entre os outros personagens, me causou certa agonia. Acabou saindo um pouco do foco principal em que a série começou, deixando o contexto parecer estar sendo enrolado pela autora.

@oparaisodaleitura

site: https://oparaisodaleitura.com/
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Naty 07/01/2019

Apaixonada
Esse livro foi um colirio pros meus olhos e um doce pro meu coração
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Nanda 11/12/2018

Status de relacionamento
Uma relação de amor e ódio com Sebastian.
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