Feitas para durar

Feitas para durar Jim Collins




Resenhas - Feitas Para Durar


10 encontrados | exibindo 1 a 10


Pedro 03/12/2021

Excelente
Os autores apresentam, com base em estudos, as melhores práticas para a longevidade das empresas. Sempre com uma empresa ?visionária? e outra como comparação, eles demonstram com fatos que a longevidade de uma empresa está muito além do sucesso financeiro.
 
A qualidade do material é boa, a ideia central é excelente, a leitura é fácil. Um livro que vale reler alguns capítulos e marcações, a forma como eles comprovam suas hipóteses é incrível. Os exemplos dados e as comparações com as empresas do ?grupo controle? elucidam a importância da criação de uma cultura sólida, independentemente dos aspectos que a componham, o principal é a maneira como a cultura é criada e desenvolvida.
 
Lembretes:
Pág. 44: ?...em vez de informar as horas, ela fizesse um relógio...?
Pág. 136: ?Metas audaciosas, Cultura de devoção, Tentar várias coisas e aplicas as que dão certo, Pessoas treinadas internamente e Melhoría contínua.?
Pág. 157: ?Fator hubris ? orgulho, confiança ou arrogância excessiva.?
Pág. 285: ?Mecanismos de descontentamento.?
Pág. 286: ?Parábola da Faixa Preta?.
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Fabiano1980 10/04/2021

Durabilidade e Visão
Este livro mostra o quanto empresas nascem fadadas ao sucesso.
Explicativo em todos os momentos, o autores destrincharam grandes empresas visionárias e me fez chegar à conclusão em que não precisamos de uma "grande ideia" para começarmos.
Apenas foco e persistência.
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Piatã 11/09/2020

Feitas para Durar
O tema central das empresas centenárias é a sua identidade raiz e o porque elas existem neste mundo. Isto explica muito o porque que empresas como Ford, IBM, J&J, Disney etc. estão conosco até o dia de hoje.

Vale a leitura.
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Ana 07/09/2020

Excelente!
O que faz algumas empresas serem visionárias, duradouras e diferenciadas das demais?

Em um estudo que durou mais de 6 anos, Jim Collins e Jerry L Porras coletaram fatores comuns em empresas lendárias e centenárias que possibilitaram mais de um século de sucessos 3 inspiração para demais.

Considerando empresas visionárias as corporações líderes em seu mercado que inspiram outras e impactam significativamente o mundo.
Empresas visionárias prosperam por um tempo desmedido superando as incontáveis gerações de líderes e ciclos de vida de seus produtos.

Comparando 18 empresas visionárias, como 3M, Walt Disney Company, P&G, Merck, Sony, Ford, GE entre outras, com outras empresas do mesmo segmento, analisam o grande diferencial das empresas visionárias.

O livro é muito rico em informações e cases, em como empresas superaram fases críticas e permaneceram inabaláveis à ausência do seu criador, além de fornecer insights de como podemos aplicar os princípios em nosso dia a dia, mesmo sem fazer parte da diretoria de sua Organização. É possível criar uma mentalidade visionária em sua equipe, desenvolvendo uma ideologia estrutural e criando metas GOAA - grandes objetivos audaciosos e arriscados.

Livro bem pratico e inspirador!

Pontos importantes:
1. A essência da empresa visionária vem da tradução de sua ideologia estrutural e de seu impulso particular para progredir no tecido da organização, ou seja, em tudo que a empresa faz.
2. Enxergue o sucesso de empresas visionárias como proveniente de processos subjacentes e dinâmicas fundamentais incorporadas na organização e não apenas como resultado de uma grande ideia ou um único grande líder.

Excelente!!
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Mel 01/05/2020

Muito bom
Livro com as histórias das maiores empresas e como cada uma delas criou a sua fórmula de crescimento e consistência no mercado. Super indicado para quem quer ou já é empreendedor.
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Ramires 24/08/2017

Meus apontamentos

As empresas visionários são empresas de longo prazo, não curto prazo.
Se a única preocupação dos fundadores fosse o retorno financeiro, elas não seriam extraordinárias.
A ideologia talvez seja o maior pilar dessas empresas, onde se assenta todo sistemas de crenças e valores delimitados.
Não adianta ter uma ideologia. É necessário uma sequência de ações e ditames para fazer as crenças valerem. Só palavras não bastam.
Com o passar do tempo tudo muda dentro dessas empresas, menos, é claro, a ideologia central.
Líderes carismáticos, nesse livro, não têm lugar. O que conta é construir uma empresa fornecendo ferramentas e processos condizentes com a ideologia. Os autores falam algumas vezes de uma "abordagem arquitetural", no sentido de construir ou montar. Os fundadores dessas empresas visionárias estão mais preocupados em construir uma empresa duradoura do que com o lucro ou enriquecimento pessoal. Claro, a maioria deles ficaram ricos, mas, no final das contas, esse foi somente um pequeno detalhe como tantos outros.
Não é necessário uma grande ideia para criar uma empresa visionária, mas, os autores colocam isso implicitamente, é necessário uma vida toda dedicada a construção dessa organização. Quando se busca algum resultado financeiro rápido e o que interessa é dispender a menor quantidade possível de esforço (falando em termos de uma vida toda) a abordagem da boa ideia funciona. Já, quando o que se almeja é criar uma organização duradoura e com valor agregado, a dedicação de uma vida inteira talvez não seja suficiente.
Na Wal-Mart (uma das empresas extraordinárias) foram introduzidos prêmios e reconhecimento público para funcionários que dessem boas ideias para cortar custos ou melhorar os processos. A participação nos lucros foi somente mais um diferencial. Parece que para criar uma empresa desse perfil é preciso reconhecer os esforços de pessoas com as quais você trabalha. Vejo que muitos empresários, principalmente no Brasil, ainda usam uma abordagem muito individualista. Buscam pagar o mínimo possível para colaboradores da organização e obter o maior lucro individual possível. Essa abordagem é fracassada.

Algumas práticas de algumas empresas me chamaram a atenção:

Ford: Henry Ford criou o modelo de carro popular no começo do século XX. Ele queria que qualquer um adquirisse um carro, inclusive seus operários. Mesmo com a alta demanda por modelos populares, Ford continuou diminuindo os preços e, como se não fosse suficiente, dobrou os salários dos seus operários. Os acionistas ficaram atônitos. Na época os jornais consideram a elevação dos salários como um "crime" em matéria de negócios, quase algo hediondo.

3M: Como forma de incentivar a criatividade, disseram para os pesquisadores utilizar 15% do seu tempo em projetos da sua própria escolha. A empresa também não obrigava funcionários que eram promovidos a assumirem funções gerenciais, se esses não quisessem.

IBM: Ao criar o IBM 360, um produto muito inovador, ela correu o risco de deixar toda sua linha de produtos anteriores desatualizada.

Boeing: Ao criar o 747 a empresa despendeu todo o esforço possível. Era tudo ou nada. Não existia aviação comercial naquela época, somente aviação para fins militares. Foi uma revolução no setor.

Não gostei de uma parte do livro. Quando os autores falam sobre a cultura de devoção das empresas visionárias e do cultismo como algo absolutamente sagrado dentro dessas empresas fiquei enojado. A ideia de que todos os valores e toda a ideologia é absolutamente sagrada e não merece crítica não me trouxe uma boa impressão.
De uma certa forma, as ideologias das grandes corporações mundiais exercem muita influência no mundo. No seus tratos com clientes, fornecedores e funcionários essas empresas exercem muita influência e moldam a forma como a sociedade moderna pensa. Só de pensar no assunto, me vêm mais preocupações a mente. Essas empresas moldam a nossa forma de pensar e opinião. Pensar criticamente, a meu ver, nunca foi tão difícil. Parece que não somos mais pessoas, mas unicamente consumidores influenciados por esse marasmo ideológico.

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Gabi 15/09/2015

Para quem se interessar por negócios
"A lucratividade é uma condição necessária pra a existência e um meio de se atingir objetivos mais importantes, mas não é o objetivo em si para muitas empresas visionárias. Os lucros são o que o oxigênio, a comida, a água e o sangue representam para o corpo; eles não são o sentido da vida, mas sem eles não há vida."

A história nos conta por meio de fatos o "por quê" de hoje as coisas estarem onde estão. É este o método que Jim Collins e Jerry Porras utilizam para explicar o sucesso das empresas consideradas visionárias. A descrição e análise das histórias das empresas ao longo do tempo quebra diversos conceitos de gestão estabelecidos como a "fórmula do sucesso". É um livro que trás para o leitor uma outra perspectiva, mas como o próprio autor diz, não é um livro para ser usado como manual ou para que tudo nele seja aceito como verdade. O melhor de tudo, é que ele te faz pensar constantemente nas nossas ações com relação à carreira e nas ações da empresa que trabalhamos/gerimos. É um livro indispensável a quem se interessa por negócios.
A única ressalva do livro é que ele é um pouco repetitivo em afirmar e reafirmar a sua ideia central com exemplos diferentes, mas isso não tira o brilhantismo da obra.
João Souto 07/07/2016minha estante
pensei o mesmo




Ricardo 28/07/2014

Preserve o núcleo
Lí esse livro por indicação do consultor Carlos Júlio, e sem dúvida, é um dos livros indispensáveis para gestores e empresários. Trata-se de uma análise prática dos fatores que fizeram com que determinadas empresas atravessassem décadas na liderança de seus mercados.
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MauricioTiso 06/07/2014

Livro de Consulta: Fruto de uma pesquisa igual ao Feitas para Vencer, Collins detalha como fazer durar a excelência.
Na minha opinião, seus conceitos devem ser aplicados como continuidade após se atingir a excelência para minimizar os impactos de crises e manter a continuidade da Cia.
O foco maior aqui é como as grandes se mantém grandes. Não vejo tanta aplicada destes conceitos à gerentes e mais a diretores pois eles se assentam justamente no direcionamento da Cia.
Após arrumar a casa saindo de boas para excelentes, inicia-se a aplicação destes conceitos para trabalhar a manutenção como excelentes.
Recomendo o mesmo esquema gráfico que mencionei nos outros livros do Collins.
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RicaPeloi 06/03/2014

Bom livro!
Livro apresenta práticas de grandes empresas, em comparação com as segundas melhores nas áreas de atuação definidas. O livro oferece uma boa visualização das práticas que tornaram essas empresas imunes à força do tempo e do conformismo.
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