Encontrando a paz

Encontrando a paz Ana Cristina Vargas




Resenhas - Encontrando a paz


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Pluricom 05/06/2012

Ana Cristina Vargas encerra a trilogia das vidas do espírito Layla com a história de coragem de uma beduína em meio ao deserto
Deserto do Egito, aproximadamente ano 700 da era cristã. Menina inteligente, sagaz e livre, Eshe enfrenta a vida com sua inocente sabedoria em um clima de amor e bem viver. Suas aventuras, até tornar-se uma mulher de personalidade forte e inabalável confiança em si e em Deus, são narradas, de modo intenso e envolvente, por Ana Cristina Vargas em 'Encontrando a paz', lançamento da Editora Vida & Consciência que completa a trilogia de algumas encarnações do espírito Layla na Terra.

Layla já foi, em 600 a.C, a bela jovem Dalilah, cuja vida foi retratada no livro Em busca de uma nova vida. Depois se tornou, em 28 d.C., a corajosa e intensa Verônica, protagonista do romance Em tempos de liberdade. Agora a experiência da beduína Eshe encerra o ciclo de encarnações de sua mentora espiritual.

Quando muito jovem, Eshe e seu irmão mais velho Daros perdem seus pais de forma súbita, o que a encoraja a ser ainda mais forte. Morando em uma tribo beduína no meio do deserto, ela aproveita todo o encanto de ser livre. A menina, muito independente, em suas caminhadas encontra uma casa de pedra grande e suntuosa, instigando sua curiosidade para descobrir o que era aquele mundo tão diferente das simples barracas onde morava. Assim ela acaba conhecendo Muna, uma senhora que está muito doente e não sai de seu quarto escuro. Já na tribo, a garota enfrenta grandes problemas quando seu irmão Daros lidera uma rebelião contra o chefe Pepe, que já se encontra muito doente, levando parte da tribo e deixando as mulheres idosas e crianças para trás. Enquanto Eshe floresce em sua adolescência, é obrigada a lidar com o abandonado e desamparo. Aliada a Muna e seu empregado Anísio, a garota luta pela sobrevivência e encara desafios para manter a paz e o equilíbrio.

O livro convida a uma profunda reflexão sobre nossos atos e pensamentos. Com um enredo, a história acompanha esta pequena garota cheia de garra, ensinando que se deve sempre lutar por seus sonhos. Seu exemplo de simplicidade, alegria e aceitação é marcante e nos mostra que, para sermos felizes, precisamos de liberdade interior, fé e amor a nós mesmos, aos outros e à vida.

Sobre a autora – Ana Cristina Vargas nasceu em Pelotas (RS) e, na mesma cidade, formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas (UFP). Atua nas áreas do direito civil e de família. É fundadora e atual presidente da Sociedade de Estudos Espíritas Vida, em Pelotas. Aos 17 anos iniciou o estudo da doutrina espírita e deste então a psicografia faz parte de sua vida, mas foi no ano 2000 que começou a psicografar os livros de seus mentores espirituais José Antônio e Layla. A autora é também orientada pelos mentores espirituais no estudo dos assuntos ligados ao comportamento humano, alem de oradora e médium atuante que desenvolve diversas tarefas na área social e doutrinária de sua cidade.

Título: Encontrando a paz
Autora: Ana Cristina Vargas, pelos espíritos Layla e José Antônio
Número de páginas: 360
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 36,00
ISBN: 978-85-7722-208-7

Mais informações sobre os livros da Editora Vida & Consciência estão disponíveis no site: www.vidaeconsciencia.com.br

Há mais de 20 anos no mercado, a Editora Vida & Consciência tem como missão editorial a valorização da espiritualidade. Seus livros dividem-se em seis categorias.Romances e Cronicas Espiritualistas publica autores de grande sucesso, como Zibia Gasparetto, Luiz Gasparetto, Marcelo Cezar e Mônica de Castro, além de novas promessas da literatura; Fatos e Estudos é voltada à divulgação de pesquisas científicas e narrativas de projetos de transformação social;Desenvolvimento Pessoal oferece caminhos para o autoconhecimento; Metafísica Moderna tem livros dirigidos a todos aqueles que ainda se inquietam diante dos mistérios do universo; Literatura Infantil e Literatura Infantojuvenil são categorias voltadas à formação de crianças e jovens espiritualizados, autônomos e conscientes. Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos, a Editora Vida & Consciência complementa suas atividades buscando a aproximação com o público leitor, em concursos culturais e eventos literários com a presença dos autores.

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Cassia 31/10/2012

Esteticamente bonito; mas a história...
Este livro encerra a trilogia que se iniciou com o livro “Em busca de uma nova vida”. E, infelizmente, não foi um fechamento com chave de ouro (aliás, sinceramente, nem de lata).

Neste livro, retrata-se a evolução ‘final’ do espírito Dalilah, agora na sua reencarnação como Eshe, uma garota que nasce durante a consolidação do islamismo como religião dos povos árabes.

O personagem Jessé, que no segundo volume reencarnou junto com ela com o objetivo de evoluir como espírito, neste terceiro foi completamente jogado para escanteio. A autora decidiu se concentrar inteiramente na história da evolução de Eshe, dando uma sensação de ‘pegadinha do Mallandro’ em quem esperava ver como ele também evoluiria.

E, pelo visto, além de reencarnarem juntos, os personagens também reencarnam na mesma periferia, pois, assim como nos outros, a ambientação manteve-se na região compreendida entre o Egito e o Oriente Médio, com personagens originários da antiga Europa. E, também, parece que, por mais que os espíritos tenham sucessivas reencarnações para evoluir, ainda assim se apegam a valores passados, pois a crença na ‘deusa’ ainda permeava a obra toda.

Também ficou claro que este terceiro volume não tinha praticamente nada de espírita. Optou-se por uma vertente mais ‘espiritualista’, calcada num feminismo discutível, e páginas e mais páginas de clichês saltados diretamente dos maiores clássicos da autoajuda e dessa espiritualidade light da atualidade. Os poucos momentos em que as intervenções ‘espíritas’ surgiam no livro não convenceram, parecendo mais o esforço de não se desligar completamente do gênero literário em que está enquadrado.

Forçando um pouco a barra, poder-se-ia dizer que seria um livro recomendado para mulheres com baixa autoestima, no sentido de que ele prega muito (ainda que de modo discutível e verborrágico) a ideia de que a mulheres devem respeitar-se e fazer-se respeitar, buscar seu valor.

Em suma, não é um bom livro, pois a história não se sustenta sob a enxurrada de clichês. E, positivamente, não é uma obra que faria com que alguém se sentisse tentado a se aprofundar na doutrina espírita após lê-la.
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Literatura 28/11/2012

Lições de vida
Gosto muito da literatura ditada por espíritos desencarnados. Não é um mero emaranhado de palavras unidos a esmo. São lições profundas, carregadas de sabedoria e lucidez, afinal, esses espíritos estão do outro lado e vislumbram o todo, não só o mundo material.

Em Encontrando a Paz (Ed. Vida e Consciência, 356 págs) fiquei tocada com os ensinamentos transmitidos através da narrativa de uma das vidas do espírito Layla.

No ano 700 d.C., Layla nasceu numa tribo beduína no deserto do Egito e foi batizada de Eshe. Essa menina sagaz e extremamente inteligente não aceitava que lhe dissessem o que fazer e como a vida deveria ser levada. Eshe tinha sua própria maneira de encarar o mundo, aliás, uma maneira incrívelmente prática e um tanto utópica.

Gosto de pensar que somos resultado de nossas experiências e aprendizados. E apesar de Eshe ter nascido numa tribo pobre e sem recursos, havia em volta dela pessoas absurdamente evoluídas no que diz respeito a vida e ao mundo espiritual. Eshe teve acesso a ensinamentos admiráveis que a maioria das pessoas demora várias vidas para conquistar.

É nesse cenário que Eshe se desenvolve e a narrativa nos conta sua vida desde a infância até tornar-se adulta. É uma história linda em que os leitores sentirão uma forte atração pela protagonista e é provável que se identifiquem em diversas passagens citadas.

Eshe, ainda criança, se vê num beco sem saída. A tribo que era nômade precisa tornar-se sedentária e Eshe necessitará assumir o comando quando os homens abandonarem os mais fracos para trás. Ela se mostra uma garota forte, uma líder nata.

Veja resenha completa no site:
http://migre.me/c6Udn
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AnaCris 11/02/2013

Fim da saga de Layala
Dos três livros que contam a história do espírito Layla, o primeiro continua sendo o melhor. Pelo menos ele me impressionou e por causa dele li os outros dois, mas não sei se acabaria me impressionando já que foi lido há dois anos e alguns meses que o li.

Este tem mais ou menos a mesma proposta do primeiro e por esta razão gostaria de lê-lo novamente, após algum tempo.

Há algumas momentos em que ele é emocionante e acho que não se trata de feminismo barato, autoajuda barata talvez.

Mas de qualquer maneira é uma leitura cativante que te prende do começo ao fim. Comecei a lê-lo em 25/01 e terminei em 09/02!!!

Para quem gosta do tema vale a pena.
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