Cinquenta Tons Mais Escuros

Cinquenta Tons Mais Escuros E.L. James




Resenhas - Cinquenta Tons Mais Escuros


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Talita 18/07/2012

Esse livro é um absurdo de bom!!!
deveria ser proibido alguém ler um livro com tantas emoções..
coração na boca, sorriso bobo, choro, risos, não começam a descrever minhas emoções para com esse livro.
LINDISSIMO, e como eu disse na resenha do primeiro livro sou uma 'hopeless romantic' e Jeeeezz esse livro fez jus a esse meu 'romantic side'.
Acabei de acabar de ler rs. e assim eu só tenho uma coisa a comentar...
o final do livro me deixou de cabelos em pé... desconfio sim de quem seja, mas GENTEEE esse livro 3 já estou até vendo que será aventuras mais que aventuras..
não quero falar nada mais ou terei que marcar o botão de spoiler.. de qualquer jeito, apesar de ser 1 da manhã eu não posso parar aqui.. preciso começar o livro 3 (sim, isso é quão viciante esse livro faz das pessoas)

preciso mesmo dizer que amei?


Raquel Lima 22/10/2012

Alguns números ...
Alguns números dos livros me deixaram impressionada, vamos lá:

- O primeiro livro tinha 480 páginas, o segundo 512... Incrível como alguém consegue fingir que escreve uma história em quase mil páginas, que somente teria 200, é olhe lá...
- o número de lindo, sedutor, maravilhoso, gostoso, para o Grey, perdi as contas...
- o vestuário também gera alguns números: às vezes em que ele deixou a calça caindo na cintura, que colocou camisa branca e terno cinza; o vestido ameixa do primeiro livro participou de 04 eventos; a lingerie azul que o motorista comprou para ela participou de quase todas as transas.
- Outro número incrível é o número de orgasmos da mocinha do livro, nas quase 1000 páginas, se contarmos que a cada duas páginas, descreve uma transa, e a mocinha chega aos orgasmo, umas 4 vezes, em cada uma, dos mais variados jeitos, com o dedo, com o olhar, com a mão, etc, etc... É impressionante, não é ?...
- ela deve ter mordido os lábios e revirado os olhos umas 500 vezes. Prova que aquela história de que se virar o olho fica vesga é mentira...rsrsr... Uma pena!!!
- Outro dado, é o número de homens que desejam transar com ela... Grey, Jose, o editor, o irmão da amiga... E olha que ela se acha feia...
- a deusa interior dançando balé, samba, rodopiando, de olhos escuros, batendo palmas, não vou poder descrever, porque quando ela se manifestava eu pulava umas 5 páginas...
- os e-mails, cerca de 100, tinham duas ou três frases, e rapidamente eram respondidos com outras 02 frases...enquanto isso ele pedia para ela parar de usar o Mac e usar o Blackberry...
- Tivemos alguns carros descritos: o fusca Wanda, o Audi, um A8, etc...além de um helicóptero que explodiu ou caiu na água, não lembro...
- Agora, para quem não leu, vou descrever um dos diálogos que representa a profundidade de todos os outros das 1000 páginas:
Em um dado momento o Chrystian agradece pela amiga pegar um resfriado e não ter ido fazer a entrevista com ele, fazendo com que se conhecessem , ela responde:
“ Eu tenho certeza que era uma gripe!”...

OHHHHHHHHHHH!!!!

Mas o mais impressionante de todos os números e que o livro já passou a barreira de 20 milhões de cópias, isso em agosto, um mês depois do seu lançamento, somente no primeiro livro. No Brasil, terra de não leitores, no primeiro mês já eram mais de 200 mil leitores, ou melhor leitoras...
Foi surpreendente ver amigas que nunca vi com um livro na mão lendo encantada. ..
Na primeira resenha fiquei feliz pela autora conseguir que pelo menos lessem, neste segundo livro já não tenho tanta empolgação...ler ou não este livro não é referencia para se tornar um leitor...Espero que pelo menos esteja fazendo algum bem sexualmente a estas leitoras...o que é bem triste porque até as transas são chatas demais...
Ao terminar este comentário, fiquei com dois problemas:

- Como fazer a classificação com estrelas... se fosse buraco negro, eu não teria dúvida...

- Acho que me descobri masoquista...A certeza terei ser for ler o terceiro volume...rsrsr...



Maree 03/08/2012

50 tons de tédio
Bom, vamos partir do fato que a série 50 tons não é um primor literário... é um série chiclete.... e como a maioria sabe, surgiu a partir de um fanfic de crepúsculo.... até aí, ok, o primeiro livro cumpre seu propósito e muito bem, uma história de amor, de romance com umas boas (depende do ponto de vista, eu achei boas) cenas de putaria. 5 estrelas pra ele.

Mas fanfics não tem 500 páginas... muito menos tem 3 volumes, e é ai meus amigos que a coisa desanda. Não li o fanfic original mas creio que a história da trilogia vá aborda-la, acrescentando detalhes no enredo original. O livro um se sustenta na trama principal de anastácia descobrindo o mundo do sexo e do BDSM. E a sua relação com Christian se desenvolve a partir daí.

Porém no segundo livro é como se não existisse trama principal, ou melhor, a trama é o desenvolvimento de um relacionamento "baunilha" e existem várias pequenas subtramas, pequenos arcos.... que são mal resolvidos ou simplesmente não empolgam.

Ok, mas e as cenas de sexo? São fracas, ou são curtas demais, sendo mecânicas, ou são longas e confusas, e não tão "empolgantes" como no livro 1. Playroom? Quase nada.

A história do Christian é abordada, acho isso um dos pontos positivos e resulta nas melhores cenas do livro na minha opinião.

Enfim, o livro se torna enfadonho, longo demais para suas 500 páginas, interminável. 200 páginas dariam conta da história com folga. Vc lê, lê e nunca sai do lugar.... e parece rever a Ana dizendo as mesmas coisas na cama a cada 5 páginas. Desanima.


Resumindo: MUITO MIMIMI E POUCO PLAYROOM. =/ E olha que eu AMO livro chiclete.


Thamara 22/12/2012

Cinquenta tons mais medíocres
(ESSA RESENHA CONTÉM SPOILERS)
Sem dúvida esse é o livro mais medíocre que eu já tive o desprazer de ler. Conseguiu superar o primeiro em termos de repetitividade e conservadorismo camuflado. O segundo livro da série " erótica e arrebatadora" de E.L. James consegue ser piegas, irreal e brega em níveis alarmantes.
Primeiramente, creio que Christian Grey deve sofrer de Distúrbio de Personalidade Múltipla porque só isso explica o fato de o personagem começar a série como um sujeito frio, controlador, sádico, "sem coração" como o próprio se declara e no segundo livro aparecer mais romântico e piegas do que um príncipe encantado de filme da Disney.
Se a autora quis atribuir essa mudança repentina de comportamento ao amor ( que tudo transforma e bla bla bla) ela falhou miseravelmente ao não aprofundar essa transformação na personalidade do Sr. Grey e fazer isso de forma muito rápida.
Já a Ana continua tonta e sem sal como no primeiro livro.
O drama que se tentou colocar na história para que desse um ar de suspense provou ser irreal e absurdo na trama. Como assim Cristian Grey, CEO super poderoso, milionário repleto de seguranças não consegue localizar uma ex-submissa com problemas psicológicos, a ponto de ela conseguir entrar em sua casa e tudo o mais? Com certeza o motivo do aparecimento da Leila na história foi pra acrescentar mais cenas dignas de folhetim venezuelano cheios de diálogos como " - Se alguma coisa acontecer com você, eu não vou me perdoar", que se repetem no livro uma enormidade de vezes.
E pra quê tanto zelo com Ana, mandando seguranças a espionarem durante o período de trabalho, forçando ela a se mudar temporariamente pra sua casa e tudo o mais, se simplesmente Christian a deixa subir sozinha pro apartamento dela só para minutos mais tarde encontrar justamente a sua ex-submissa desvairada apontando uma arma pro "grande amor de sua vida"? Coerência, cadê?
As declarações de amor e as situações em que elas ocorrem também são bem forçadas. Culpa da superficialidade das personagens.
Por falar em superficialidade, a autora quis mostrar mais da personalidade do Sr. Grey e deu um motivo para ele fazer o que faz. Como se sua predileção por sexo sádico precisasse de motivo, como se fosse uma doença (ó aqui o conservadorismo). Sinceramente, com os traumas e abusos que sofreu, Christian seria realmente perturbado e perigoso, e não um empresário milionário que faz contratos de submissão com as mulheres que ele quer comer.
As cenas de sexo, por sua vez, despertam tanto tesão quanto a sensação de voltar pro seu carro estacionado e achar uma multa colocada gentilmente em seu para-brisa. E ocorrem da seguinte forma: Christian olha pra Ana - Ana molha a calcinha e todas as camadas de roupa que estiver usando - Christian age como um Deus do sexo e toma a frente da situação toda - "Oh, isso é tão erótico" - "- Ah, baby" - Ana tem um orgasmo homérico - Christian goza dizendo " Ah, baby" ou " - Ah, Ana" ou o que seja.
E como é irritante a mania da autora escrever repetidamente a expressão " envelopinho de papel laminado" pra se referir à camisinha! Qual o problema com a palavra camisinha? Ou preservativo? Se ela escrevesse " E Christian pegou a camisa de vênus" eu juro que não ia ficar tão irritada e combinaria mais com a breguice toda.
Pelo menos o uso dessa expressão não vai ser mais recorrente, já que no começo da "obra" Christian manda a ginecologista dar uma injeção de contraceptivo em sua amada pelo simples fato de ele não conseguir comê-la sem camisinha. Muito romântico. E Ana acha isso muito natural e não se opõe. Uma mulher realmente desafiadora.
E depois vem os dramas do final e a decisão da Ana... tão sem sentido que não vale um comentário.
Enfim, Cinquenta Tons Mais Escuros só corrobora com o meu pensamento de que é um conto de fadas travestido de história moderna e sensual, sendo que nem pra entrar no hall de literatura erótica de qualidade ele serve. Só serve mesmo pra perpetuar o mito do homem perfeito e irreal e mascarar valores machistas e conservadores.


Lú Crisóstomo 31/07/2012

Maçante
Até gostei da história, confesso que fiquei bastante curiosa para entender mais a fundo mas pelo amor, é maçante demais!!!
Pulei várias páginas, esperava um pouco mais, a mocinha é completamente repetitiva, só sabe falar o quanto "ele" é bonito e lindo; faltou um pouco mais de conteúdo.
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patita 27/09/2012

Este livro conseguiu me fazer ver as coisas com outros olhos e rever opiniões
A primeira opinião revista é condenar a incineração de qualquer livro que seja por causar grande prejuizo para a humanidade. Este livro poderia tranquilamente ser incinerado como um favor a humanidade.
Um segundo critério é dar a chance ao livro pelo menos, no mínimo até a página 50, por pior que seja. Abandonei na pág 31. Não pude mais, por mais que me esforçasse. De repente me lembrei que ler é um prazer e me peguei questionando o estava fazendo com aquilo em mãos quando tenho uma estante repleta de bons livros pra começar a ler? E se o problemaa fosse a falta de livros, tenho uma farmacinha repleta de bulas e ainda há os rótulos de shampoo para os momentos de desespero. O que estava fazendo insistindo em ler o tal de Cinquenta Tons Mais Escuros? Seguramente me auto sabotar num momento de baixa auto estima. Freud deve explicar...
Achei que deveria tentar ler o segundo livro pois o primeiro é uma tranqueira. Sabe como é, segunda chance pra autora iniciante e tal.
Mas não dá. Não consegui passar da página 31! Isso nunca, jamais, aconteceu comigo em toda a minha vida!
Esta é facilmente a pior estória, mais mal escrita que já tive o dissabor de encontrar. Estória fraca com personagens irritantes e superficiais. Se vc gostou, ótimo, bom proveito. Se vc está em dúvida se vai gostar, arrume emprestado com alguém, leia os dois primeiros capítulos disponíveis na Leya (já é o suficiente pra vc querer estourar os miolos numa parede) mas NÃO COMPRE DESAVISADA. Vai gastar dinheiro a toa.


João Ferreira 15/08/2013

Resenha: Cinquenta Tons Mais Escuros [Cinquenta Tons Mais Entediantes]
O segundo volume da trilogia de E. L. James começa com Ana separada de Christian Grey, fato que me deixou extremamente preocupado! Comecei a suspeitar que o livro se arrastaria pelas páginas com Ana se lamentando por ter terminado o namoro. Imagina! Quase 500 páginas de lamentação tediosa e sem graça! Levando em consideração a personagem sonsa e a autora inexperiente, era bem possível que isso acontecesse mesmo. Ainda bem que E. L. James teve um pouco de compaixão com o leitor e não permitiu que isso acontecesse, unindo o casal, já no começo da trama.

Continuei com a leitura da saga, primeiro, por que detesto deixar séries em aberto, segundo, por que fiquei curioso em saber as revelações do passado de Grey. Por que ele não gostava de ser tocado? Por que tem todo esse desprezo consigo mesmo? Por que não acha que consegue amar? Essas e outras questões apresentadas no volume anterior acabaram por me intrigar.

Cinquenta Tons Mais Escuros aborda mais a vida do casal, pois Kate está não me lembro onde, de férias e Ana passa a praticamente morar na casa do Grey, depois da perseguição de Leila, uma ex-submissa, colocada por E. L. James como uma tentativa fracassada e infantil de vilã e que conseguiu ridicularizar ainda mais a trama. Essa mulher, com possíveis distúrbios psicológicos, consegue fugir e sumir de todos os seguranças do poderoso Grey, e o bilionário começa a vigiar até o trabalho de Ana, atitude que não resulta em nada, pois Leila consegue ficar cara a cara com ela por duas vezes.

Grey, nesse segundo livro, parece ter se metamorfoseado incrivelmente de frio e sem coração, para atencioso e amável. Ele fica mais acessível à sua amada, deixando que ela o toque e revelando uma boa parte do seu passado. Mais uma vez um fracasso de E. L. James. Quando Grey fala de seu horrível e obscuro passado, realmente impressiona e eu imaginei coisas terríveis de verdade. A mãe ser viciada e o garoto ser maltratado são situações bem ruins, mas ainda não explica o medo de ser tocado. E então, quando ele vai contar o grande segredo, que, de acordo com suas palavras, fariam Ana sair correndo pela porta de tão horroroso, eu me preparo para algo incrivelmente terrível. Ele diz ser sádico. O grande segredo é uma balela infindável. Como uma pessoa sádica tem o comportamento que Grey apresentou no livro? Ama sua família, ama Ana e é bem sucedido. Somente uma pessoa sã conseguiria ser assim. Isso me remete à expressão “Tempestade em copo d’água”.

As repetições de palavras e expressões que destaquei e me irritaram no primeiro livro, infelizmente continuaram, (será que E. L. James não lê críticas?) e já não tenho esperanças para o fim delas no terceiro. Tirando as repetições que citei na minha resenha sobre Cinquenta Tons de Cinza, separei mais outras que conseguiram ser mais irritantes que aquelas. A todo o momento antes do sexo, a expressão “envelopinho de papel laminado” aparece. Qual o problema em dizer camisinha? Ana também não pode deixar de ficar se referindo a Kate como Katherine Kavanagh? Toda vez que Kate perguntava alguma coisa, a sonsa da Ana pensava na “Inquisição Katherine Kavanagh”. Isso foi muito chato. A deusa interior, graças aos céus apareceu menos, mas continuou fazendo parte da trama. Ugh! Agora, nada vai superar a irritação que a expressão “Pare de morder o lábio” me provocou. Deve haver umas 500 repetições dessa expressão. Ninguém merece. Acho que quando E. L. James estava escrevendo a saga, ela deixou essas palavras no Ctrl+C, prontas para a todo o momento dar Ctrl+V.

De pontos positivos no livro, é possível citar as revelações do passado de Grey, as brincadeiras e provocações dele, que por vezes me divertiu, e também uma ou outra cena de sexo mais interessante, por que o restante perdeu todaB a paixão do primeiro livro. Os e-mails também foram muito divertidos. Flagrei-me sorrindo em várias conversas por e-mail dos dois.

O livro, que não teve uma história bem definida, e que gira em torno do ‘sexo baunilha’, termina com a aceitação do pedido de casamento de Grey, e com um suposto vilão surgindo, o chefe que assediou Ana na editora. Não sei o que esperar, pois tomando como exemplo Leila, os vilões criados por E. L. James não são tão ameaçadores. Começarei o terceiro e último livro já sem expectativas, pois parece que quase tudo já foi decifrado e essas revelações foram entediantes, mas nunca se sabe quando nos surpreenderemos.
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Danielle 13/09/2012

O melhor!
Com certeza é o melhor livro da trilogia "Cinquenta Tons de Cinza".

O livro é mais tenso, mais denso, mais romantico e, ao mesmo tempo, mais revelador. O livro começa exatamente onde parou no fim do "Cinquenta Tons de Cinza", se desenrolando com uma série de revelações por parte de ambos os personagens.

Ana aprendendo a viver um relacionamento, enquanto Grey trava suas próprias batalhas pessoais, contra seus traumas, seus medos e tudo aquilo que sempre considerou ser a única forma de relacionamento que ele poderia suportar, mas entendendo que não pode viver mais sem a Ana. É lindo de ver o desabrochar dele e o amor incondicional dela.

O livro é cheio de tensão, momento estressantes e desconcertantes, mas faz um encaixe perfeito, sempre com a delicadeza que lhe é peculiar, as riquezas de detalhes e a presença constante do subconsciente divertidíssimo da Ana.

Ganhou meu coração!
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Fabiana 08/12/2012

Muito chato
Não consigo entender como este livro se tornou best seller. Uma historinha de Cinderela e príncipe encantado muito sem graça. Totalmente absurda, sem um enredo que prenda, mal escrito.
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Cassia 02/12/2012

E a ruindade continua...
Imagine que alguém lhe ofereça sorvete, com calda e cobertura. Você se anima e aceita, mas, na hora de provar, mal consegue sentir o gosto, pois a calda e a cobertura têm um sabor tão forte - e estão em quantidade tão exagerada – que a massa passa despercebida sob aquela massaroca toda que puseram nele.

Esta é a sensação exata ao se ler “Cinquenta tons mais escuros”: uma história que tinha tudo para ser interessante, mas que se perde, soterrada por pieguice e clichês em quantidades industriais.

Continuação do famigerado “Cinquenta tons de cinza”, este segundo volume se propõe a contar um pouco mais sobre o protagonista, Christian Grey, e os motivos que o levaram a se tornar a pessoa que é hoje. E, claro, a evolução de seu relacionamento com Anastasia Steele.

Ao longo de todo o livro, somos apresentados a graves fatos do passado de Christian. Porém, talvez a própria escritora tenha se assustado com eles, porque os lança na cara de seu leitor, mas não se aprofunda. Basicamente, ela segue o seguinte princípio: “fato dramático + momento piegas + trepada alucinante + juras de amor eterno + fato dramático...”, e por aí vai, num looping broxante, e que torna a leitura do livro difícil e entediante. Até mesmo momentos que teriam tudo para fornecer uma carga dramática mais forte à história – como quando a vida da protagonista está em risco, por exemplo – perdem-se, dissolvidos nesse polinômio brega.

E Anastasia, a mocinha que AMA (assim mesmo, bem ‘maiusculado’, pois, afinal, ‘O AMOR TUDO VENCE’), vai se tornando uma personagem cada vez mais plana e sem sal.

Lógico que esse é um romance para divertir, e ninguém espera que em suas páginas seja debatido o Teorema do Gato de Schrodinger; mas a coisa não precisa ser superficial num nível que ofenda a inteligência do seu leitor. E o recurso do uso de toneladas de cenas de sexo tórrido para disfarçar as fraquezas e incoerência do texto se mostra cansativo e repetitivo num nível muito pueril.

Honestamente, tive que me forçar para chegar ao final do volume. O que é uma pena, afinal Christian, trabalhado por um autor verdadeiramente bom e corajoso, poderia render uma história cheia de nuances fascinantes, e desenvolvimentos intensos.

Ainda continuo defendendo que este livro, para ser ruim, precisa melhorar – e muito. Para mim, é um mistério que uma série tão medíocre como essa esteja bombando desse jeito.

P.S. (ou spoiler from hell): Neste volume, Anastasia tem a sua iniciação anal (e, que, como todas as primeiras vezes dela, “foi incrível, uma explosão de sensações prazerosas, aumentou a conexão com esse homem maravilhoso, blá, blá, blá...”). Já que – reza a lenda – esse livro anda revolucionando a vida sexual de muitas de suas leitoras, isso deve causar dois efeitos: 1) algumas sortudas descobriram uma nova maneira de sentir prazer sexual; 2) algumas malucas devem estar sentando naquelas almofadas de rosquinha, após perceberem que, na vida real, sexo anal não é essa coisa fácil e prazerosa como chupar uva...


Lílian 01/10/2012

E segue a história...
Depois de se conhecerem e se apaixonarem em 3 minutos, no primeiro livro, Ana e Christian continuam sua aventura. Entre um sexo louco aqui e umas manias incontroláveis acolá, Ana deixa o seu Cinquenta Tons e agora sofre, em cinco dias, tudo o que toda a humanidade cristã sofreu em um par de milênios. Mas a dor é tão intensa quanto curta, pois logo ela está de volta aos lençois do milionário dominador.
Dessa feita, Ana tem que lidar com a mania de controle do seu agora namorado, a perseguição de uma ex-sub ensandecida e o assédio inoportuno do seu chefe.
A linguagem não melhora, infelizmente. A autora continua sendo chata, sem arte e sem imaginação. Mas se você já leu o primeiro, leia logo os outros dois também...



Humberto Abdo 05/11/2012

Chega de tantos tons
Cinquenta Tons de Cinza, apesar de toda sua ladainha piegas travestida de sadomasoquismo, deusas interiores e calças no quadril, desenrolou bem seu enredo.
Agora vem a regra altamente comercial de que deve existir uma trilogia. Um livro teria sido suficiente e já seria demais, porque Cinquenta Tons Mais Escuros é como uma novela sem grandes emoções, acompanhada de um suspense muito insosso para poder equilibrar (ou talvez disfarçar) o vazio na história toda.
Não fosse por Leila, ex-submissa de Grey que surge estrategicamente neste segundo best-seller para amenizar o fato de que a história não tem um desenrolar interessante, muito menos um clímax respeitável, o livro seria oficialmente tedioso.
Somado a isso, está a propaganda enganosa de que Cinquenta Tons é um romance sadomasoquista. Esta segunda publicação teve não mais que três trechos com atos sexuais BDSM. O resto é a pieguice típica de Crepúsculo (e isso explica muito, já que a autora declarou realmente ter se inspirado na saga dos vampiros), que vai nos torturando até o final. E sem a fantasia vampiresca. É pior: é a fantasia utópica da mulher ser desejada por um homem rico e perfeito.
Eis que, para completar a famigerada trilogia, aparece uma novidade na última página de Cinquenta Tons Mais Escuros. Literalmente na última página, E. L. James oferece um novo personagem, que promete mais algum suspense em Cinquenta Tons de Liberdade. Uma estratégia baixa para amarrar os leitores.


Chris 10/03/2013

Triste
Confesso que havia ficado curiosa em ler o segundo livro da trilogia. Queria saber se Christian iria conseguir superar seus traumas para enfim, criar um relacionamento verdadeiro com Ana. Depois, havia a curiosidade para conhecer mais detalhes do passado desse homem tão misterioso, por que ele havia se tornado tão arisco ao toque das pessoas e tão fechado para relacionamento. Por último, ainda tinha aquela curiosidade por saber se Ana se renderia ao lado obscuro de sua própria sexualidade ou se continuaria afirmando que fazia tudo aquilo por ele.
Meu primeiro choque foi a mudança de Christian, em quatro dias (tempo que ficou separado de Ana) Grey passou de bilionário esquivo que foge de relacionamentos, para um cara completamente apaixonado e entregue, que está disposto a tudo para ficar com Anastásia... Até mesmo abrir mão de seu lado sádico. Uma parte de Ana fica um pouco decepcionada, mas ela também fica feliz por conseguir tirar o seu “50 tons” da escuridão e traze-lo para a luz dos relacionamentos baunilha.
Então o livro prossegue e por conta de uma perseguição implacável de uma ex-submissa maluca, Ana aceita morar com Christian por um tempo e para a segurança dela, ele também coloca seguranças grandalhões próximos a ela enquanto vai ao trabalho e faz com que ela prometa informa-lo sobre todos os passos que der.
Ana começa a trabalhar em uma editora e tem como chefe Jack Hide, como eu havia previsto ele começa a assedia-la, e o chefe se transforma num verdadeiro “mostro”, mas Christian chega na hora e lhe dá uma boa lição.
Eu me preparei para descobrir os segredos mais obscuros do Sr. Grey, e mais uma vez me decepcionei. Nosso mocinho conta um pouco mais sobre o seu passado e realmente ele passou por muitas coisas horríveis até os 4 anos de idade. Mas, não considerei um motivo válido para que ele não suporte ser tocado. Foi ai que comecei a me perguntar se todos esses psicólogos e psiquiatras que Christian frequentou quando era pequeno eram todos uns incompetentes ou se era a autora que não soube justificar bem esse aspecto do seu personagem.
Daí, quando eu pensei que a parte dos segredos não poderia ficar pior, vem o segredo mais obscuro, o mais terrível, aquele que ele teme que fará Ana se afastar dele para sempre...
Christian conta o segredo e... Era isso? A cena foi tão rápida e mal escrita que fiquei sem entender os detalhes, mas, se foi isso mesmo o que eu entendi, acho que a autora subestimou muito a minha inteligência.
Enfim, o livro foi passando e meu incomodo crescendo. Tudo era muito raso, muito frágil no argumento da autora. Isso sem contar a própria Anastásia que novamente pensava uma coisa quando estava longe dele e fazia outra quando estava perto. Numa página acha que eles têm que ir devagar, na outra já está morando com ele. Diz que não gosta de BDSM mas faz provocações sobre o assunto em vários momentos da trama. E a autora ainda chega ao ponto de transformar em vilã a única personagem que assume gostar desse estilo de vida, em mais uma cena desnecessária do livro.
Infelizmente, Ana não sabe o que realmente quer, não conseguiu sair do medíocre e patético papel de sonsa durante todo o livro.
Porém, se no primeiro livro, a trama principal era o contrato que Ana teria que assinar e os mistérios do sr. Grey no segundo livro não há trama nenhuma. É simplesmente o cotidiano desse casal problemático que alterna brigas e discussões a cenas de sexo e declarações de amor e posse. A autora tenta provocar algumas reviravoltas, mas tudo se resolve magicamente na próxima cena, e pasmem,em poucas linhas!


Sinceramente, analisando todo o livro, não há nada (repito, NADA) que justifique metade das 485 páginas de “50 tons mais escuros”. Nem mesmo as cenas de sexo empolgam, achei o livro muito tedioso, a autora mantém as mesmas repetições e expressões do primeiro livro, continuo achando a leitura desbotada.


Karla Fernandes 11/10/2012

Não gostei. Consegue ser mais decepcionante que o primeiro.
Livros eróticos são destinados aos maiores de dezoito anos, mas fica claro que essa trilogia é destinada para adolescentes.
A escrita não é boa e a leitura não prende. É realmente broxante ler esse livro, não que eu queira ficar excitada lendo, mas ele é péssimo, não sei o que viram de tão bom nesse livro.
Se antes era patético a forma como abordaram o tema BDSM, agora, o caso ficou ainda pior, Sr. Grey virou um completa patético apaixonado de livros infanto-juvenis.

Eu ainda tenho impressão que Ana é uma adolescente de uns quatorze anos, e está namorando um garoto um pouco mais velho, mas ambos ainda estão no colegial e são completos sonhadores, e Elena, é só a namorada do colegial que quer destruir o relacionamento. Isso daria um bom roteiro de Malhação.

Não gostei, considero o livro fraco e só estou continuando a ler tal trilogia, pois sou do tipo que não gosto de parar algo pela metade, mas é um sacrifício ler esse livro. Não vejo nenhuma profundidade nele e muito mesmo emoção, vejo apenas um drama adolescente. E olha que existem dramas desse gênero que despertam emoções melhores que muitos
outros gêneros.

Ah! Um minuto de silêncio para quem acha que realmente a casa de um dos homens mais ricos do mundo seria invadida por uma mulher, que estava usando apenas uma arma.


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