Bonequinha de Luxo

Bonequinha de Luxo Truman Capote




Resenhas - Bonequinha de Luxo


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Maria 04/09/2019

Sou suspeita pra falar do livro porque sou fã incondicional da Audrey Hepburn, então já sabia como funcionaria. Mesmo assim, o livro é deveras diferente do filme - o que não é um demérito pra ambos -, nossa Holly Golightly é diferente fisicamente, mas a personalidade é igualmente cativante e divertida. Mesmo que a relação com o Paul tenha mudado muito devido ao público, eu gosto de ambas as versões, porém ela é bem mais trabalhada no livro, o que deixa mais divertido.

A escrita é divertida, a personalidade da Holly é esplêndida (e ela também), o Paul é um cara legal e até o velhinho Sally Tomato me agradou. Foi o meu primeiro livro de Truman Capote e, se minha lista de leituras fluir bem, lerei A Sangue Frio ainda nesse ano.
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xmarcojunior 15/08/2019minha estante
Oi Thiago, adorei sua resenha!
Só não concordo com a parte de ela ser uma garota de programa... no livro, ela mesmo diz que não entende o motivo de ser comparada a uma, já que teve âpoucos homensâ.
Eu vejo mais como uma pessoa âindependenteâ sentimentalmente, entende? Não precisa de alguém pra viver, não pertence a ninguém. Mas, pra sobreviver aceita alguns dólares dos âratosâ que saem com ela.


Thiago Barbosa Santos 15/08/2019minha estante
Oi, Marco...entendo seu ponto de vista. Talvez você até tenha razão mesmo. Era como muitos a enxergavam. Também acabei tendo essa impressão. Mesmo assim, fiz questão de dizer no texto que o livro não faz essa afirmativa. Um grande abraço!




Rafaela Mendes 11/07/2019

"Breakfast at Tiffany's, Truman Capote, 1958.
Quebrei a minha regra de ler o livro antes de assistir ao filme. Esse título é o nome original de um dos filmes mais famosos da história (Bonequinha de Luxo, 1961), filme que vi muitos anos atrás.

Tudo parece que se trata de uma história simplória de uma socialaite novaiorquina, a Holly Golightly (a inesquecível Audrey Hepburn) mas é mais que isso.

A história se passa no pano de fundo da Segunda Guerra Mundial em meio a mudanças de comportamento e rupturas sociais. Holly representa uma mulher de espírito livre e incompreendido que vive um dia de cada vez, enfrentando suas agunstias e desapontamentos numa vida regada a ilusões mundanas mas que de alguma forma a faz viver melhor. A descrição da personagem nos faz entrar em um universo que de fora julgamos muito fútil e superficial, mas achamos isso porque nunca estamos dispost@s a procurar entender o universo do outro.

Holly representa uma personalidade que procura fugas, que aparentemente é sempre feliz e desinibida, mas que guarda profundas dores. A diferença é que essas dores não a dominam.

Uma prostituta? Uma louca? Uma aproveitadora? Um espírito livre? Bom, não sabemos ao certo o que a personagem é ou se é tudo. No entanto sabemos que nenhuma pessoa no mundo é simplesmente aquilo que vemos na superfície.

Vale a pena descobrir a felicidade do outro, mesmo que essa felicidade seja um "café da manhã em frente uma loja Tiffany's" kkk

É uma história curtinha, uma novela pra ser exata, narrada por um escritor que se encontra por Holly e conta suas aventuras e vivências cotidianas de forma bastante capciosa e até mesmo engraçada. Se é uma história de amor entre os dois? Bom, depende do que você considera amor.
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Maitê 19/03/2019

Passei dez anos para finalmente ler esse livro, o que significa que acabei não lembrando muito do filme. Mas foi para o melhor, tenho certeza que várias das coisas que eu mais gostei do livro, não estão no filme.
Como talvez o fato disso não ser uma comédia romântica. Também não sei dizer o que é de fato. Chega a ser triste, e ao mesmo tempo, com aquele gostinho de as coisas no fim, vão dar certo (para alguém).
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Hiago 16/07/2018

Bonequinha de luxo, de Truman Capote
Tanto o livro, quanto filme, marcaram de forma indelével suas respectivas área/artes. Mas é difícil atender às expectativas criadas por décadas de consagração. O que eu quero dizer é que eu curti, mas nem tanto. Gosto como o livro é mais claro no desenhos das personagens, mas eu não me apeguei realmente a nenhum dos protagonistas. Não é que não valha a leitura. Longe disod, o livro é muito bom.

Gosto das rimas narrativas da obra com a obra é da obra com a vida do autor. Capote é muito bom em apresentar uma escrita direta e sem firulas que traduz bem seu tempo. Bonequinha de luxo é daqueles livros que são prazeroso de serem coliccolo em uma lista e de serem riscados dela.
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leila.goncalves 12/07/2018

Quatro Contos
ruman Capote (1924-1984) é um dos nomes mais importantes da literatura norte-americana. Autor de "A Sangue Frio", dentre suas narrativas também desponta a novela "Bonequinha de Luxo" que deu origem ao longa metragem homônimo. Dirigido por Blake Edwards e estrelado por Audrey Hepburn, trata-se de um ícone da filmografia da década de sessenta cujo sucesso desafia sua longevidade.

Porém, a semelhança entre livro e filme é pequena. Publicada em 1958, a história de Capote é ousada, imoral para os padrões da época, e Hollywood, de olhos nos lucros, deu um bom polimento, tornando-a mais digerível para o público.

Ambientada em Nova York, narra o dia a dia de Hollyday Golightly, uma jovem de 19 anos que não se encaixa aos padrões e está sempre a procura da felicidade. Ela sobrevive como uma espécie de "dama de companhia" para homens ricos que lhes dão em troca dinheiro e presentes. O autor afirma que ela não é uma prostituta, porém, em algumas passagens, é difícil não suspeitar de suas atitudes.

Sua vida é narrada por um escritor, seu vizinho, apelidado por Holly de Fred, o nome de seu irmão. No filme, ele é um gigolô, mas no livro, trata-se de um gay cuja inexplicável atração pela protagonista centraliza a atenção. Na versão para as telas foram apagados todos os vestígios de incesto e homossexualidade presentes no original, dando uma perspectiva mais romantizada à história.

Por sinal, com diferentes desfechos, ambos são dois bons programas, mas não deixe de ler os três contos de Capote, escolhidos para fazer parte do livro. Aliás, há um ponto em comum entre os textos: eles apresentam protagonistas solitários e infelizes.

"Uma Casa de Flores" possui um toque fantasioso e retrata uma relacionamento amoroso com alternância de papéis entre dominante e dominado. "Um Violão de Diamantes" explora até que ponto uma pessoa pode romper consigo mesmo para encontrar a liberdade, mas o melhor fica para o final, "Memória de Natal", com traços autobiográficos, é uma pequena jóia que faz lembrar Dickens em sua melhor forma.

Cinco estrelas de brilhantes embrulhadas para presente num estojo da Tiffanny's!
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Cy 06/07/2018

Que mulherão da p!
Uma das criações mais famosas do século XX, Holly Golightly nasceu pra provocar tumulto em quem quer que chegue muito perto. Bonequinha de luxo é uma novela de cem páginas que agrega a leveza de uma escrita às complexidades dos seres humanos. O tom leve de Truman Capote pode enganar o leitor no início, fazê-lo acreditar que está lendo uma comédia romântica (o que também é, mas não só). Porém, aos poucos, com uma mão sutil, ele vai descortinando pedaços do passado e o interior das personagens, entregando um texto bem mais profundo do que jóias, aparências e cafés da manhã na Tiffany's podem simular. Leitura deliciosa.

"Eu não. Nunca vou habituar-me a nada, e quem se habituar mais vale estar morto." (Holly Golightly).
Geórgea 07/07/2018minha estante
Gosto demais do filme. Um dia ainda lerei o livro. Nunca li nada do Capote.


Cy 07/07/2018minha estante
Eu ia assistir ao filme ontem, mas estava caindo de sono e cansada. Vou tentar assistir hoje... Dizem que o filme é "bem" diferente do livro. Em tempo, li ontem numa tarde. É uma novela, acho que não tem nem 100 páginas. =)




TatáVasconcelos 25/04/2018

A Menina Que Roubava – A Cena Nos – Livros
É difícil falar em Bonequinha de Luxo sem produzir uma imagem mental de Audrey Hepburn num tubinho preto, cheia de classe, segurando uma cigarreira, encarnada em Holly Golightly, com sua personalidade tagarela e inquieta, sua independência, e seu jeito espirituoso e extrovertido de encarar a vida.

Embora maravilhoso, o livro Bonequinha de Luxo, de Truman Capote, é somente a sombra do que o filme o tornou. Para começar, temos apenas uma vaga ideia de como Holly se comportava numa festa, pois não chegamos a vê-la realmente em ação. Toda a história é narrada por seu vizinho, a quem ela chama de Fred, o nome de seu irmão. O verdadeiro nome dele não chega a ser revelado, e, na qualidade de narrador-observador, esse amigo anônimo contou apenas o que viu e ouviu sobre Holly, de modo que todas as ações do livro acontecem somente dentro do apartamento dela, ou dele, e no bar do Joe Bell, que ambos frequentavam às vezes. Fred e Holly somente saem destes ambientes poucas vezes: quando ela o conduz a roubar uma máscara de festa numa lojinha – uma das cenas mais descontraídas do filme –, uma vez em que ele a vê entrando na biblioteca para tomar notas de algum assunto – provavelmente sobre o Brasil, pois José já aparecia em seu círculo social na época –, quando passeiam a cavalo no Central Park, e quando ele a leva ao aeroporto para tomar o voo para o Brasil.

Então é de se esperar que as ações fiquem limitadas a um número restrito de personagens. Exceto que Holly recebe muitos amigos em seu apartamento todas as noites – em sua maioria homens –, e Fred acabou sendo convidado para participar de algumas dessas festas.

No filme ficou apenas subentendido, mas o livro deixa claro que Holly era uma garota de programa – pode ficar tranquilo(a), porque o livro não possui nenhuma cena erótica. É uma história bela, sem precisar apelar a vulgaridades –, que somente acompanhava homens ricos, com quem ela pudesse sonhar em se casar um dia, e se tornar uma mulher respeitável. E embora mencione muitas vezes ao longo da narrativa, não chegamos de fato a vê-la pedindo dinheiro aos cavalheiros para ir ao toilette retocar a maquiagem.
O filme faz diversos contrapontos à história do livro, tornando-se mais ou menos oposto a ele em muitos aspectos: enquanto no filme Holly se muda para Nova York para buscar o sonho de se tornar uma famosa atriz de Hollywood e casar-se com algum ricaço, no livro, Holly teve sua oportunidade de se tornar uma atriz famosa, e fugiu disso, convencida de que jamais poderia ser feliz em tal trabalho.

Em sua jornada em busca da felicidade, Holly é apresentada com uma personalidade frágil e confusa. Também tem um quê de ingenuidade, pois parece não se dar conta de que seu amigo mafioso Sally Tomato, a quem é paga para visitar todas as quintas-feiras na prisão, a usa como mensageira para passar informações aos seus comparsas do lado de fora, codificadas em forma de “previsões do tempo”.

O filme também faz uma pequena correção em relação ao livro: o diplomata brasileiro com quem Holly almeja se casar possui um sobrenome nada brasileiro no livro, Ybarra-Jaegar. Embora o autor explique que a mãe de José era alemã, isso não explica o sobrenome Ybarra, que soa mais hispânico que português. No filme, para evitar polêmica etimológica ou regional, o sobrenome de José foi trocado para “da Silva Pereira”. Agora, sim, acredito que é meu compatriota. Exceto por seu intérprete, que era natural de Madri.

Algo que chama a atenção e chega a ser irônico é que, embora o título original seja Breakfast at Tiffany’s (Café da Manhã na Tiffany’s), no livro, Holly não é mostrada na famosa joalheria de Nova York nem uma única vez; apenas é mencionado que ela gosta de ir lá quando se sente deprimida. Ela também costuma comparar a felicidade que procura à sensação de observar as vitrines da Tiffany’s pela manhã.

O final dos personagens no livro também é completamente diferente do filme.

Pessoalmente, gosto mais da história de Holly Golightly no filme. É melhor em muitos aspectos: da cenografia à escolha dos atores, o desenvolvimento dos personagens, o figurino, as festas... Há um glamour em Bonequinha de Luxo, uma magia que somente o cinema soube transmitir. E acima de tudo, o filme tem Audrey Hepburn, e nenhuma outra atriz antes ou depois dela interpretaria Holly Golightly com tanta maestria. Ela capturou perfeitamente todos os traços que tornavam Holly uma das personagens mais irresistíveis da literatura mundial. Ela é a pepita de ouro que brilha numa história mais ou menos, e transforma uma história sem grandes ações ou pretensões, numa das mais deliciosas de todos os tempos.


site: https://admiravelmundoinventado.blogspot.com.br/2018/04/a-menina-que-roubava-cena-nos-livros.html
xmarcojunior 15/08/2019minha estante
Amei sua resenha!
O único ponto que questiono é o fato da titulação de garota de programa... em uma conversa com o âFredâ, ela diz que até entende SER considerada, mas que não era... teve somente alguns namorados, que ela totaliza 11.
Eu acredito que ela é uma mulher fora do seu tempo! Espirito livre e independente. O único problema se dá nela não trabalhar, e contar com os âmimosâ dos âratosâ.


TatáVasconcelos 21/09/2019minha estante
Na verdade, o termo que aparece na edição que eu li não é namorado, mas amantes. Seja lá como for, o fato de ela ser sustentada por eles, e os tais "50 dólares para o toilette" indicam que ela era uma espécie de prostituta de luxo, o que também explica o título em português.


TatáVasconcelos 21/09/2019minha estante
Na verdade, o termo que aparece na edição que eu li não é namorado, mas amantes. Seja lá como for, o fato de ela ser sustentada por eles, e os tais "50 dólares para o toilette" indicam que ela era uma espécie de prostituta de luxo, o que também explica o título em português.
Independente do número de amantes que ela teve, isso a coloca mais ou menos no mesmo papel que a Julia Roberts interpretou com o Richard Gere em Uma Linda Mulher. Ela fez as vezes de "acompanhante", o sexo era apenas uma parte do trabalho. O papel de Holly é basicamente o mesmo, só que com um número alegadamente restrito de parceiros.




Dani 23/03/2018

Bonequinha de Luxo, Truman Capote
Narrado por um personagem desconhecido, Bonequinha de Luxo é sobre Holly Golightly, uma jovem excêntrica, acompanhante de luxo. É uma narrativa que flui bem, com diálogos interessantes e personagens bem construídos, cheios de estórias.

'' Ela é tão confusa que se calhar nem ela sabe mais a verdade. ''

Não há muitos conflitos ou conteúdo além disso, o livro apenas descortina essas estórias de forma simples e envolvente apesar desse lapso. O narrador-personagem não me causou algum sentimento em especial, mas admito que Holly é intrigante e me fez desejar saber cada vez mais sobre ela.

''Todos os dias avançavam mais uma milha, uma milha a frente, e voltava para casa. Duas milhas, e voltava para casa. Um belo dia seguiu sempre em frente. ''

Essa obra inspirou o filme de mesmo nome (em inglês, Breakfast At Tiffany's) e, por ser esse ícone do mundo fashion (apesar de eu ainda não tê-lo assistido), posso dizer que esperava mais.


''De qualquer modo, a nossa casa é onde nos sentimos em casa. E eu ainda estou à procura. ''

Não foi uma leitura negativa, me prendeu e finalizei em um dia, mas não é o livro mais espetacular que li. Acho que não permanecerá em minha memória por muito tempo, sendo porém um bom entretenimento.

site: http://blueunendlichkeit.blogspot.com.br/2018/04/bonequinha-de-luxo-truman-capote.html
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Bya @paixoesliterarias_ 01/03/2018

Ótimo livro, mas esperava mais...
?"Não deve entregar seu coração para um selvagem. Quanto mais der, mais fortes eles ficam. Até que ficam tão fortes que correm e voam para bem longe."?
Finalmente realizei essa leitura que estava há muito tempo na minha lista de livros para ler. Confesso que esperava um pouco mais, talvez seja por isso que quebrei a cara em alguns momentos da narrativa. Contudo, foi uma ótima leitura, bem diferente do que estou acostumada a fazer. Holly é uma protagonista diferente das que costumo ver e gostei disso.
Porém, o livro é narrado por seu vizinho escritor e, através dele, conhecemos a Holly, o que não achei tão apropriado. Poderia ter sido melhor se fosse a visão de ambos, intercaladas entre os capítulos, ou se fosse somente a visão de Holly.
Enfim, no geral foi uma leitura rápida e digamos um pouco intensa, indico para quem gosta de livros assim.
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Nat 18/10/2017

Bonequinha de Luxo - Bem diferente do filme!
Li o livro para o projeto “Um livro por década de Nova Iorque”, esse representando a década de 40.
Já conhecia o filme (que, aliás, adoro) e achei que o livro seguiria a mesma temática doce; mas não é bem assim. O filme é mais leve e com bem menos nuances, menos “escândalos”, menos referências.
O livro é narrado por um escritor o qual nunca descobrimos o nome e ele nos fala sobre sua vizinha de apartamento Holly, uma jovem que mora sozinha e, aparentemente, está aproveitando a vida em NY. Aos poucos, vamos descobrindo mais detalhes sobre a vida dela, prévia e atual.
Holly é uma acompanhante de luxo (apesar de algumas pessoas a considerarem uma prostituta, há uma pequena diferença). E isso, por só, faz dela uma personagem melancólica, um pouco depressiva – diferente da interpretada no cinema. Mas, uma coisa que ambas as versões têm em comum: sempre quando passa por um dia difícil, seja a Holly do livro ou a Holly do filme, elas vão “tomar café da manhã” na Tiffany’s, uma loja com artigos bem caros para elas.
Contudo, apesar da vida que leva, Holly acredita nas pessoas e por isso acaba envolvida com a máfia, e isso lhe causa grandes problemas.
Apesar de serem parecidas, as duas histórias (livro e filme) são muito diferentes e é difícil explicar sem dar spoilers. Por exemplo, o escritor amigo que conta a história: no livro, ele é claramente gay (apesar da questão não ser discutida), já no filme os dois namoram.
O fato é que o livro é mais duro, Holly passa por situações bem difíceis na vida (e difíceis de colocar em um filme naquela época), e o final é totalmente diferente.
É uma história curta e que vale a pena ser apreciada, mas é legal também pesquisar algumas referências, pois assim o livro ganha mais sentido e você entende porque Capote é considerando tão bom escritor.

site: https://www.youtube.com/c/PilhadeLeituradaNat
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Fabrício Lôbo 29/07/2017

Finalizado então o conto Bonequinha de luxo de Truman Capote.
É engraçado que quase tudo o que me foi apresentado no livro está presente na adaptação, só que o filme trouxe material novo e algumas pequenas alterações que mudou o rumo da história. Achei o filme bem satisfatório, mesmo com as mudanças ele representou de forma coerente a essência do livro e dos personagens. Até parece que a analise que faço é inerente ao filme mas é improvável não haver forte ligação com o mesmo que em partes é mais conhecido e criou um ícone da moda e do cinema com base no texto original. Adorei as duas maneiras que me foram contadas a história de Holly Golightly, e confesso como um cara mais romântico que posso ser tenho um certo apego a versão do cinema. Enquanto ao fazer a leitura conseguia enxergar apenas uma amizade entre os dois e que francamente o narrador merecia alguém melhor pra ele. Durante a leitura ficou mais claro o espirito excêntrico e selvagem da srta. Golightly e seu conformismo com uma vida desprezível (Não menos adorável que a querida Hepburn em tela). É um clássico pra todos os lados.
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Mari 13/07/2017

Agora eu entendo o motivo dessa obra de Capote ser tão famosa, uma história leve e sedutora de uma garota que vive à margem da sociedade.
Um tema ousado pro fim da década de 50.
Holly é uma personagem maliciosa e que não se acomoda diante das situações.
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