A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas John Green




Resenhas - A Culpa é das Estrelas


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ntampinha 14/10/2017

Esta foi minha primeira experiência com uma história de John Green. Assisti ao filme com minha amiga quando foi lançado e gostei bastante, me emocionei muito com o final e por causa disso, fui presenteada por ela com este livro.

A Culpa é das Estrelas (ACEDE) é uma história de amor "água com açúcar" entre Hazel, uma paciente oncológica sem possibilidade de cura e Gus, um garoto que perdeu uma perna para o câncer, mas que foi diagnosticado como limpo da doença. Eles se conhecem num Grupo de Apoio, se interessam um pelo outro e começam a partilhar gostos, metáforas, reflexões, além do livro Uma Aflição Imperial (esse livro não existe gente, é fictício, eu já procurei hahaha).

O livro também nos apresenta o personagem Isaac, amigo de Gus, que precisará passar por uma cirurgia ocular que o deixará completamente cego, tudo consequência do câncer. Ele é um personagem muito bacana e assim como Hazel e Gus, é impossível não gostar dele.

O enredo de ACEDE, no geral, é romântico e açucarado, mas também fala sobre a dificuldade de se enfrentar uma doença grave como o câncer, reflete sobre a morte e o medo da morte. Gostei das sacadas do autor e passei muita raiva com Peter Van Houten, bem mais do que no filme.

A escrita de John Green é uma delícia de tão boa, eu gostei muito. A história flui super bem, é fácil de entender e muito gostosa, a única coisa que eu esperava um pouco mais (ou muuuuito mais) era do final, pois, depois de ter tido uma experiência emocionante com o filme, eu achei que iria chorar e me emocionar muito mais no livro, mas não foi o que aconteceu.

Não li os outros livros do autor ainda, mas neste, tive a impressão de que ele não sabe escrever e descrever momentos "emocionantes e decisivos", por causa disso ele não me comoveu nem um pouco e eu acabei terminando o livro meio frustrada. No geral a história é boa, só essa falta de emoção no final (que tinha tudo para me arrancar dezenas de lágrimas) que me deixou desgostosa.

>>> Mensagem: A mensagem que retirei do livro acabou vindo de uma das frases mais famosas do ACEDE, "alguns infinitos são maiores que outros". O tempo de vida é o nosso infinito. O infinito de Hazel era pequeno quando comparado com o de uma pessoa livre do câncer, mas ainda assim era um infinito, um tempo em que poderia viver dezenas de possibilidades se ela "se desse" a chance (coisa que ela não faz no comecinho do livro). Normalmente quando uma pessoa fica seriamente doente, o desânimo é a primeira coisa que se enraíza no coração, e por causa disso, o infinito acaba deixando de ser aproveitado em consequência da doença. Entretanto, assim como Hazel descobriu no decorrer da história, não importa o tamanho do infinito que você esteja vivendo (se uma vida completa ou um tempo contado devido a uma doença fatal), aproveite cada segundo!
Se você está doente e tem pouco tempo de vida, aproveite o seu infinito mesmo assim! Hazel também desejava ter um infinito maior, mas resolveu aproveitar o seu pequeno infinito do mesmo jeito, namorando, vivendo um grande amor, viajando, brincando, conversando e visitando lugares. A felicidade de nossos infinitos podem ser encontradas nas coisas simples da vida, não há necessidade de ter uma fortuna para viver um amor, apreciar a natureza, tomar um banho de mar, dizer que ama alguém ou visitar pontos turísticos. Morrer faz parte da Vida e será o fim de todos nós, portanto, aproveite o seu infinito independente do seu tamanho, aproveite o seu infinito enquanto ainda o tem, faça-o valer a pena.

>>> Opinião Final: Me frustrei um pouco com a falta de emoção do final, mas a história é boa, vale a pena ser lido.
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ntampinha 14/10/2017

Esta foi minha primeira experiência com uma história de John Green. Assisti ao filme com minha amiga quando foi lançado e gostei bastante, me emocionei muito com o final e por causa disso, fui presenteada por ela com este livro.

A Culpa é das Estrelas (ACEDE) é uma história de amor "água com açúcar" entre Hazel, uma paciente oncológica com uma doença sem possibilidade de cura e Gus, um garoto que perdeu uma perna para o câncer, mas que foi diagnosticado como limpo do câncer. Eles se conhecem num Grupo de Apoio, se interessam um pelo outro e começam a partilhar gostos, metáforas e reflexões, além do livro Uma Aflição Imperial (esse livro não existe gente, é fictício, eu já procurei hahaha).

O livro também nos apresenta o personagem Isaac, amigo de Gus, que precisará passar por uma cirurgia ocular que o deixará completamente cego, tudo consequência do câncer. Ele é um personagem muito bacana e assim como Hazel e Gus, é impossível não gostar dele.

O enredo de ACEDE, no geral, é romântico e açucarado, mas também fala sobre a dificuldade de se enfrentar uma doença grave como o câncer, reflete sobre a morte e o medo da morte. Gostei das sacadas do autor e passei muita raiva com Peter Van Houten, bem mais do que no filme.

A escrita de John Green é uma delícia de tão boa, eu gostei muito. A história flui super bem, é fácil de entender e muito gostosa, a única coisa que eu esperava um pouco mais (ou muuuuito mais) era do final, pois, depois de ter tido uma experiência emocionante com o filme, eu achei que iria chorar e me emocionar muito mais no livro, mas não foi o que aconteceu.

Não li os outros livros do autor ainda, mas neste, tive a impressão de que ele não sabe escrever e descrever momentos "emocionantes", por causa disso ele não me emocionou nem um pouco e eu acabei terminando o livro meio frustrada. No geral a história é boa, só essa falta de emoção no final (que tinha tudo para me arrancar dezenas de lágrimas) que me deixou desgostosa.

>>> Mensagem: A mensagem que retirei do livro acabou vindo de uma das frases mais famosas do ACEDE, "alguns infinitos são maiores que outros". O tempo de vida é o nosso infinito. O infinito de Hazel era pequeno quando comparado com o de uma pessoa livre do câncer, mas ainda assim era um infinito, um tempo em que poderia viver dezenas de possibilidades se ela "se desse" a chance (coisa que ela não faz no comecinho do livro). Normalmente quando uma pessoa fica seriamente doente, o desânimo é a primeira coisa que se enraíza no coração, e por causa disso, o infinito acaba deixando de ser aproveitado em consequência da doença. Entretanto, assim como Hazel descobriu no decorrer da história, não importa o tamanho do infinito que você esteja vivendo (se uma vida completa ou um tempo contado devido a uma doença fatal), aproveite cada segundo!
Se você está doente e tem pouco tempo de vida, aproveite o seu infinito mesmo assim! Hazel também desejava ter um infinito maior, mas resolveu aproveitar o seu pequeno infinito do mesmo jeito, namorando, vivendo um grande amor, viajando, brincando, conversando e visitando lugares. A felicidade de nossos infinitos podem ser encontradas nas coisas simples da vida, não há necessidade de ter uma fortuna para viver um amor, apreciar a natureza, tomar um banho de mar, dizer que ama alguém ou visitar pontos turísticos. Morrer faz parte da Vida e será o fim de todos nós, portanto, aproveite o seu infinito independente do seu tamanho, aproveite o seu infinito enquanto ainda o tem, faça-o valer a pena.

>>> Opinião Final: Me frustrei um pouco com a falta de emoção do final, mas a história é boa, vale a pena ser lido.
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Instagram: @livroseummundo 10/10/2017

Simplesmente apaixonante.
O livro é incrível. Cada detalhe que foi ocultado no filme, mas tão bem expressado no livro te fazem refletir e querer ter um amor como o de Hazel e Gus.
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Elissa.Maria 09/10/2017

A Culpa É Das Estrelas
Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: Existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1.Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0, 112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.
Hazel Grace
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Marlene 09/10/2017

Pelo final super inesperado (pelo menos para mim), eu gostei bastante do livro e foi beeeem melhor que Cidades de Papel.
Contudo, ainda achei um romance adolescente bem clichê.
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Juninho 07/10/2017

Emocão a 1000
foi legal ler o livro e to ansioso em ver o filme do livro e os outros livros do autor john green
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Mateus.Alves 07/10/2017

Mas de quem é a culpa na verdade?
A culpa é das estrelas nos trás uma temática que envolve ao mesmo tempo, a realidade que muitos sofrem e o novo que muitos não esperam. Sempre quando tratamos de câncer, na maioria das vezes a fé é o único alimento da vida. Mas e se você tivesse um sonho de conhecer uma pessoa? Isso poderia também ser mais um alimento.
Na escrita, Hazel Grace é uma garota muito amada pelos seus pais, mas a recuperação de sua doença não permiti que ela viva como uma garota normal, pois tem que andar com uma bolsa de oxigênio sempre e está em estado terminal. Mas uma coisa mudará sua maneira de olhar para o mundo. Em uma das reuniões do grupo de apoio para câncer, onde sua mãe sempre insistia que ela participasse, ela conhece um determinado jovem, Augustus Waters, um rapaz que teve câncer, onde teve que amputar uma das pernas, mesmo só com uma, sua autoestima é muito elevada, sua vaidade supera qualquer erro. Nessa reunião acredito que algo mexeu com ambos, pois em uma relação de superação, pensamentos diferentes sempre se atraem. Augusto tem um pensamento positivo em relação a sua cura, ele tem uma metáfora para continuar sem fumar, “Colocar aquilo que te mata entre os dentes, e não deixar que ela te mate”. Já Hazel, ela pensa que todos, logo após sua morte, serão esquecidos.
Ao continuarmos a leitura, vemos que o livro envolve outro pensamento, o de “para sempre”, onde foi criado pelo seu amigo Isaac, que terá que fazer uma cirurgia ocular que ficará cego. Ele e sua namorada criaram uma espécie de permanecerem juntos “para sempre”, de nunca se separar, independentemente do que aconteça, sempre quando eles se encontram, ambos dizem a mesma frase, porém, algo muito estranho acontece...
Com o passar do tempo, a convivência de Hazel e Augustus vai ficando seria, com conversas até altas horas da noite, nascendo um novo sentimento entre eles. Ao final das conversas, ambos digitam “O.K.”, ao perceber isso, Augusto sugere que o “O.K.” seja o “para sempre” deles.
Todas as pessoas que possuem câncer terminais tem um desejo que a Fundação Make-A-Wish realiza. Hazel já realizou o seu o de ir para Disney, já Augustus guardou, não fez nenhum pedido. Porem, Hazel tinha mais um sonho, de conhecer um escritor de um livro que ela amou que mora em Amsterdã. Augustus, ao conhecer e gostar também do livro quer realizar esse desejo de Hazel, mas ela tem que passar por uma avaliação para saber se tem condições de viajar. É autorizada pela doutora, mas terá que ir com um acompanhante que tenha responsabilidade, onde sua mãe é a escolhida.
Nessa viaje, muitas coisas acontecem, tanto da parte de conhecer o escritor, como uma surpresa, que todos esperam acontece ao visitarem a casa de Anne Franklin. Ainda em Amsterdã, eles saem pra jantar em um lugar, tornando uma noite inesquecível para eles.
Ao voltarem para casa, eles permanecem um tempo sem se falar, por exaustão da viaje, porem uma noticia abala a vida de Hazel, que os leitores não esperavam... É por esses motivos que John Green é considerado um autor desconhecido, pois não sabemos o que pode acontecer.

Por hoje é só... Tenham uma boa leitura e até a próxima.

site: https://leiturahoje01.blogspot.com.br/
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O Jardim das Palavras 05/10/2017

A Culpa É das Estrelas
A Culpa É das Estrelas, de John Green, conta a história de Hazel, uma paciente terminal que, à pedido da mãe, começa a frequentar o Grupo de Apoio a Crianças com Câncer.
Lá, ela conhece Augustus Waters, e juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Como escrito na capa do livro pelo autor Markus Zusak (autor de 'A Menina Que Roubava Livros'): "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais."
O livro tem uma linguagem bastante jovial, é uma leitura rápida, que pode ser feita facilmente em dois ou três dias, e apesar disso é um livro cheio de reflexões sobre a alegria, o amor e a tragédia que eles podem vir a ser, e foi justamente isso que me prendeu à história: o romance combinado com as reflexões.
Apesar dos pesares, há muito humor nesse livro, e isso é essencial pra diminuir a atmosfera tensa que há em certos momentos e deixar o livro um pouco mais leve.
É um livro que já li, e li de novo, e leria mais uma vez, vale muito a pena.
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Paullynha 04/10/2017

Tocante, mas...
O livro tem uma história de amor bonita mas não foi o que eu esperava. Talvez tenha sido o momento em que eu li. Talvez se tivesse lido esse livro em outro momento, teria me emocionado e sentido aquela melancolia típica após o fim de uma leitura deliciosa na qual não queremos que acabe. Mas, infelizmente não foi isso que senti. Esperava muito mais desse romance.
Déborah 05/10/2017minha estante
Pois é Paullynha, a mesma sensação que eu tive!




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Drin.Souza 28/09/2017

recomendo
legal,amei interessante recomendo mt

site: sei la
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Nina 26/09/2017

Chorei :(
Muito bom mesmo. O livro prende você do inicio ao fim.
Lidia 03/10/2017minha estante
Verdade, a gente chora muito e ri também......


Nina 03/10/2017minha estante
Ó se chora kkkkk pense




Fabiola 25/09/2017

Um livro com uma boa narrativa. Achei interessante a forma de como o autor tratou um tema tão delicado e triste. Tem trechos lindos, e muito reflexivos.
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Bella 24/09/2017

Emocionante!
Não tem como ler e não sentir fortes emoções! Uma hora você ri e logo em seguida já está chorando! Ele é simplesmente lindo!
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Carolina Gama 11/09/2017

Emocionante
Abrir a resenha dizendo que este não é um dos melhores livros que eu já li seria uma grande mentira. Tudo bem que fiz o possível para não ler tão cedo, já que não gosto de chorar lendo e, confesso, sempre tive um certo preconceito com dramas, mas acabei me rendendo e encontrei, definitivamente, um dos meus favoritos.

"A Culpa é das Estrelas" é um Sick-Lit digno de qualquer estante. A história de Hazel e Gus, dois adolescentes em busca de uma vida normal, embora dependentes de suas condições, causadas pelo câncer, encanta e faz pensar sobre a vida da maneira mais natural possível. Bom, natural dentro da rotina de cada um. Os dois personagens se conhecem durante encontros do grupo de apoio que frequentam e, desde então, não se separam mais.

Primeiro, conhecemos Hazel e seu cotidiano, numa narrativa impecável e um tanto pessoal por parte da personagem. Logo notamos seus maiores anseios, suas dúvidas e seu senso de humor, que em momento algum, a não ser por pura ironia e/ou angústia, demonstram cabeça baixa em relação à doença. Depois, aos poucos, conhecemos os pensamentos de seus pais e seu mundo particular. Ela é bonita, embora tenha as dúvidas de uma jovem qualquer e inteligente, assim como Gus, que cada vez mais faz parte de seu mundo. Mas diferente dela, em muitos aspectos, Augustus Waters é um adolescente consciente de sua condição. Mesmo tendo uma de suas pernas amputada por conta de um osteosarcoma, é seu amor pela vida e sua empolgação diante a simplicidade das coisas que conquista o coração da tímida e esperta Hazel.

Para mim, além do próprio casal principal, a maior sacada do autor foi a maneira com que o círculo social dos dois foi apresentado na história, que tinha tudo para se tornar pesada, carregada de passagens tristes e não se tornou, embora o drama esteja presente o tempo inteiro e até mesmo a história de alguns amigos sejam colocadas. Adorei a liberdade que a Hazel adquiriu ao lado de Gus, a maneira como os dois estavam lá um para o outro e até mesmo a maturidade deles nos momentos mais difíceis, de impotência ou mesmo de frustração. Sem contar, é claro, o brilhante encontro de Hazel com seu autor favorito, digno de raiva e pena, a viagem ao Amsterdã e tudo que aconteceu por causa disso e a partir disso.

Nenhuma ponta fica solta e, realmente, não vi pontos negativos. A única coisa que percebi durante a leitura foi a capacidade do autor de tocar as pessoas criando uma história a partir de um caso real, o que fez com que eu gostasse ainda mais da maneira realista com que ele retratou uma doença tão feroz. Esse livro, na verdade, é uma lição de vida e fico feliz de ter me rendido. Principalmente porque não seria uma escolha óbvia para mim. Vale a compra.

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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