A Culpa é das Estrelas

A Culpa é das Estrelas John Green




Resenhas - A Culpa é das Estrelas


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Raphaella 03/08/2012

Para ser sincera, eu leria até a lista de compras de supermercado do John Green.


Regiane 11/03/2013

A Culpa é das Minhas Expectativas

Às vezes as pessoas não têm noção das promessas que estão fazendo no momento em que as fazem.

Eu criei tantas expectativas com esse livro, mas infelizmente elas não foram superadas. Eu imaginei que ia chorar muito no término da história pois sou uma manteiga derretida mas nem isso aconteceu. A Culpa É das Estrelas é uma obra bonitinha que contém uma mensagem válida, mas que não passa disso.

Hazel Grace é uma paciente terminal de apenas 16 anos. Ela tem câncer desde os 13. Apesar de um possível milagre da medicina ter feito que seu tumor tenha diminuído bastante, dando lhe uma chance de prolongar sua vida por mais um tempo, ela sente como que sua história fosse finalizada no momento que recebeu o diagnóstico.

Mas esse pensamento logo se vai, quando Augustus Waters entra em cena ao participar do Grupo de Apoio de Crianças com Câncer. A partir disso, esses dois vão correr atrás dos sonhos que poderão preencher as páginas em branco de suas vidas.

O livro é narrado em 1ª pessoa, aos olhos de Hazel. John Green conseguiu dar uma boa visão de tudo que ocorria ao redor, mas confesso que me irritei muito com a protagonista no início da história. Sei que ela tinha todos os motivos para reclamar por causa de sua situação, mas dei graças a Deus quando Gus apareceu e ela mudou sua maneira de ser.

A história começa morna e só começa a esquentar lá pela página 60. E quando tudo leva a crer que vai engrenar, ela volta a ficar como no início. Apesar disso, a escrita do autor é boa e acaba fluindo. Acho que se não fosse dessa forma, eu teria tido dificuldades para concluir a leitura.

O romance contido em A Culpa é das Estrelas não me convenceu. Achei muito passivo para duas pessoas que seriam capazes de viver cada momento e cada dia como se fossem os últimos. Esperava um amor mais desesperado e mais intenso e infelizmente não foi assim. Sem contar que no ápice do relacionamento houve acontecimentos que me fizeram crer que Hazel parecia mais uma boneca do que um ser humano. Faltou emoção da parte dela e isso me incomodou. Atrevo-me a dizer que John Green não entende muito do universo feminino e pouco procurou entender. Ele se preocupou muito mais com termos técnicos da medicina do que com os sentimentos dos seus personagens.

Uma das coisas que mais me agradaram nessa obra foi o humor negro na medida certa - que o autor usou para driblar a tensão dos momentos mais críticos do câncer. Com certeza, esse foi um dos pontos mais alto do livro. Outro detalhe que gostei e que achei importante foi a mensagem que foi passada na história: de superação e de persistência.

Quanto aos personagens, não tem nenhum que tenha me conquistado 100%. Hazel é bem chata de início, mas depois que ela começa a mudar, quase me cativa. Nem gosto e nem desgosto dela. Ela se tornou neutra. Já Gus eu gostei bastante da sua personalidade, da forma que ele lidava com sua doença e com as pessoas que estavam ao seu redor. Só não gostei muito da formalidade mesmo que tenha sido um detalhe proposital do autor que ele utilizou para com a Hazel, chamando-a por nome e sobrenome toda vez que se dirigia a ela. Isaac com todo seu drama, chega a ser cômico e apesar de não ter muito destaque, ele tem o seu valor. Van Houten é um personagem que achei totalmente desnecessário. Eu cheguei a pensar que ele era interessante, mas conforme fui conhecendo-o, percebi que ele não faria falta alguma de tão medíocre que ele é. Me causou vergonha alheia. Só não vou falar mais nada sobre ele, pois acabaria em spoiler. Gostei muito dos pais da Hazel e achei que eles deveriam ter sido mais explorados.

Gostei da reviravolta, pois em nenhum momento eu desconfiei. Pegou-me totalmente de surpresa. Só que eu esperava muito mais do final. Imaginei que seria a parte que eu mais poderia gostar, mas me enganei. Não surtiu nenhum efeito, pois faltou impacto. Fechei o livro e pensei: Ficou faltando algo. Sinceramente fiquei espantada com a minha reação. Meus olhos sequer encheram de lágrimas. Costumo chorar com livros com temáticas mais leves e justo nesse que trata de algo sério e delicado, passou longe. Acho que pelo fato de muita coisa ter soado artificial e forçada demais.

Eu ainda estou tentando me conformar por não ter me afeiçoado a esse livro, como eu gostaria. Reconheço que ele tem seus méritos, mas também existem muitas coisas que me incomodaram. Poderia ter sido bem melhor caso o autor ousasse mais no romance. Eu esperava muito mais de John Green. Posso ser apedrejada, mas A Culpa é das Estrelas é um livro pretensioso demais.

Conselho: Não vá com tanta sede ao pote como eu fui, pois você poderá se decepcionar.


marypaixao 10/07/2012

The fault in our stars
~ Resenha postada no MUITO POUCO CRÍTICA ~
http://www.muitopoucocritica.com/2012/07/10/resenha-the-fault-in-our-stars-john-green/

Hazel Grace tem câncer desde os 13 anos. Naquela época, seu estado foi diagnosticado como terminal, mas agora, três anos depois, Hazel Grace ainda vive devido a um milagre da medicina que conseguiu encolher seus tumores. Acostumada a conviver com o câncer, mas sem nunca esquecer de sua presença, Hazel Grace segue sua vida e conhece Augustus Waters no grupo de apoio. Com ele, Hazel Grace vai chegar onde nunca chegou em vários aspectos de sua vida.

Hazel Grace é uma das melhores personagens que eu já li sobre na vida. Não só por causa de sua situação de saúde, porque ela não é só “a garota com câncer”. Mas porque ela é forte, carismática, sarcástica, passional. As sensações e impressões que ela passa durante todo o livro são poéticas, tocantes, emocionantes.

Além de toda a história dela sendo uma sobrevivente do câncer e lutando contra ele, outra coisa linda e emocionante e crucial desse livro (e da Hazel Grace) é que ela tem um livro preferido. E ela o lê e relê e fala sobre ele com as pessoas e insiste para que elas o leiam também. Meu instinto de bookaholic teve uma síncope ao descobrir a Hazel Grace bookaholic. E tudo a respeito do livro é incrível e emocionante e aterrador.

E sem esquecer do Augustus Waters. Augustus conhece Hazel Grace no grupo de apoio, pois ele também é um sobrevivente do câncer. E eu só consigo descrever o sentimento dele pela Hazel Grace como singelo. Os diálogos entre eles são os melhores. A relação deles é incrível. O modo como eles se ajudam e se entendem é algo único. Tudo o que ele faz por ela, e o que ela faz por ele, também, me levaram às lágrimas diversas vezes durante a leitura.

Essa citação da capa “você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais” é algo totalmente verdadeiro. Eu ri muito com a convivência da Hazel Grace com o Augustus. Eu chorei na mesma intensidade. Eu não conseguia me decidir se lia mais rápido pra saber o que iria acontecer ou se lia mais devagar pra aproveitar cada palavra da narrativa do John Green. Quando vi, mesmo relendo vários parágrafos várias vezes (de tão lindos que eles são), terminei cedo demais.


Blog MVL - Nina 13/07/2012

John Green me conquistou e seus personagens me cativaram e arrebataram. Entre risos e lágrimas, eu me apaixonei pelo livro e tudo, absolutamente tudo que ele representa.

"A culpa, querido Brutus, não está nas estrelas, mas em nós mesmos". – Julio César, William Shakespeare.

Hazel é uma leitora assídua... de apenas um livro. Diagnosticada com câncer aos treze anos de idade, a adolescente encontra um refúgio nas páginas de uma obra literária sem fim, que narra a estória de uma jovem leucêmica. Hazel sente que apenas o autor do livro poderia entender seus sentimentos e sua (semi) vida gira em torno dessa obsessão. Até que ela conhece Augustus Waters. Um jovem de dezoito anos, tão charmoso quanto singular, Augustus está em remissão há quatorze meses e possui uma visão grandiosa da vida. Qual o objetivo de viver – e morrer – se não por uma grande causa? Com perspectivas de vida e morte opostas, ambos os jovens encontram um no outro a chave para as emoções mais secretas e inexplicáveis. Hazel e Augustus partem em uma viagem intelectual em busca de respostas para as perguntas mais essenciais sobre a hipocrisia da morte e a fragilidade da condição humana. Em “The Fault in Our Stars” John Green fala diretamente a seu público leitor. Ele usa uma narrativa jovem e uma protagonista carismática para contar uma estória de aflição humana que ocorre todos os dias, com milhares de jovens diagnosticados com câncer. Green desafia Shakespeare e afirma – acertadamente – que às vezes a culpa está no destino, nos eventos que não podemos controlar, e não nas pessoas em si. O autor possui uma voz contemporânea e marcante. Sua personalidade transpira a todo o momento nos pensamentos e diálogos de suas personagens. Eu me encontrei completamente consumida pelo enredo brilhantemente desenvolvido por John Green. A inteligência e a perspicácia de suas observações sobre vida e morte são chocantes e possuem o poder de mudar completamente a perspectiva do leitor sobre ambas. As citações incluídas no texto, as referências literárias transformam a obra em um trabalho literário rico, muito mais do que apenas um livro dramático para jovens.

Há uma acidez incomum e ironia cortante no caráter da protagonista. Ela encara sua doença com cinismo e escárnio. O intrigante é observar como, em certos períodos da leitura, ela demonstra a ingenuidade corriqueira a sua faixa etária. Pensamentos simples, objetivos e tocantes que partem o coração do leitor. Lidar com a eminência da morte, com a lucidez mental de Hazel, é uma tortura intermitente, mas que ela enfrenta com humor e sarcasmo. O que de certa forma alivia o impacto emocional no leitor. A leitura é fácil, apesar da complexidade do tema central. E Augustus. O que contar sobre Augustus? Brilhante? Intensamente questionador? Encantador ao ponto de roubar a cena – e o coração das leitoras – Seu interesse por Hazel é genuíno e suave, desde o primeiro momento, quando ambos trocam o primeiro olhar. Há fagulhas no ar, e o coração do leitor acelera. Porque a doença física não afeta o poder de amar. E eles provam isso muitas vezes durante o enredo. O romance se desenrola lentamente, há entre eles muito mais que o aspecto físico de um relacionamento, e sim um encontro de mentes e almas. É doce, é inocente, é juvenil, é surpreendente. É tudo o que se pode esperar de um amor construído em alicerces (corpos) tão delicados.

A interação de Hazel com seus pais é algo notável na estória. A fragilidade das emoções de seu pai, a força inabalável da mãe. A união incrível de uma família formada apenas por três indivíduos focados em salvar e preservar a vida uns dos outros. Os cuidados da mãe com as necessidades da filha, a compreensão infinita do pai e a preocupação de Hazel com ambos. Seu medo de deixá-los, sua culpa por ser um transtorno, e o temor de mostrar sua própria infelicidade e magoá-los ainda mais. São tantos os elementos que a doença traz para uma família, tantas pessoas saem machucadas além do próprio doente. E ela sabe de tudo isso.

“The Fault in Our Stars” me deu uma incontrolável vontade de ler em voz alta. Não é uma ocorrência freqüente, mas eventualmente, quando estou lendo um livro com personagens tão reais, sinto a urgência de emprestar a minha própria voz para que se tornem ainda mais verdadeiros. Assim são as personagens de John Green. Grosseiramente autenticas. Elas derrubam todas as defesas do leitor, nos deixando vulneráveis e ao mesmo tempo livres. É uma sensação como poucas, é como colocar um pedaço de algodão doce na boca, ou o momento em que o avião alça voo. É indescritível e é assustador pensar que um livro, apenas papel e letras impressas, possa ocasionar tal sensação. É suficiente dizer que quando terminei o livro estava com a palma da mão pressionada em meu peito, sobre o coração. Grande parte da leitura eu estive nessa posição, massageando o meu peito. Como se algo estivesse faltado ali. John Green rouba seu coração e o devolve transformado, um pouco magoado, meio partido, definitivamente diferente de quando você iniciou a leitura. Você mudou. Sua visão de mundo e do ser humano mudou, graças a um livro.

A culpa está nas estrelas. A culpa está em nós, que somos as estrelas deste planeta. A culpa está na cegueira que nos faz indiferente, ou apenas condescendente ao sofrimento alheio. “The Fault in Our Stars” é uma obra crua, que não poupa o leitor, o constrange e força a deixar de lado sua própria superficialidade, e a olhar, realmente olhar para o ser humano.


Marina - Blog Minha Vida por um Livro
http://www.minhavidaporumlivro.com.br


Amanda Azevedo 08/08/2012

"Você morre no meio da vida, no meio de uma frase."

Quantas vezes antes de dormir você desenhou em seus pensamentos a vida perfeita? Talvez não toda a sua vida, mas parte dela. O emprego dos sonhos, a viagem inesquecível, o grande amor... Eu já perdi a conta de quantas noites insones passei imaginando essas coisas e são incontáveis também as vezes em que mudei a versão da minha “história perfeita”. O que só me leva a concluir que: eu não faço ideia de como seria essa vida ideal — alguém faz?

Mas uma coisa eu posso afirmar, independente de quantas noites eu passasse acordada idealizando uma história digna de ser vivida eu não chegaria nem perto de conseguir imaginar uma história como a da Hazel e do Gus. Talvez você possa estar se perguntando como eu posso considerar ideal uma história onde uma personagem adolescente é uma paciente terminal, então eu digo pra vocês: o tempo de vida que teremos não significa tanta coisa assim. Você pode viver 100 anos de uma vida insignificante, ou 20 de uma vida intensa, marcante. Então, respondendo a pergunta feita anteriormente o ideal é viver, não importa o tempo que teremos o que interessa é ser notado, mas perceba: você não precisa fazer a diferença no mundo, se você fizer a diferença na vida de uma pessoa, aí está! Você não viveu em vão. Isso já vale todo o tempo que você teve.

Hazel Grace descobriu que tinha câncer de tireoide aos 13 anos de idade. E o seu caso, como lhe disseram era incurável, mas um tratamento a que foi submetida fez com que seu câncer encolhesse dando a ela assim, mais tempo de vida. Hazel, agora com 16 anos aprendeu a conviver com sua doença, mas ela não a define. Ela tem câncer, sim. Mas isso não é tudo. Ela é uma adolescente inteligente, sarcástica, forte, esperta — incrível, eu diria —, e com o apoio e incentivo dos pais — uma mãe extremamente atenciosa e um pai sentimental — tenta viver sua vida tão normalmente quanto possível.

Não contei que o diagnóstico veio três meses depois da minha primeira menstruação. Tipo: Parabéns! Você já é uma mulher. Agora morra. — Página 29

A pedido da mãe, Hazel frequenta um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer e certa vez o que era pra ser somente mais uma reunião se transforma em um dia especial, pois ela conhece Augustus. Ele está ali para fazer companhia a Isaac, seu amigo, que também participa das reuniões do Grupo. Naturalmente eles se aproximam e de uma forma simples tem início ali uma grande amizade, um grande amor. O relacionamento dos dois é algo lindo de ser lido.

Hazel nutre um amor incondicional por um livro — Uma aflição imperial — ela o leu várias vezes e depois de um tempo o empresta para o Gus. Esse livro tem um papel fundamental na história. A protagonista do livro também sofre de câncer, então, Hazel, de certa forma se identifica com a personagem e por determinadas situações que ela enfrenta. Confesso que torci pra que o livro realmente existisse, pois ela fala dele com tamanho apreço que foi inevitável não querer lê-lo também.

Meu livro favorito era, de longe, Uma aflição imperial, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. — Páginas 36/37

Entre lágrimas e sorrisos tive o imenso prazer de conhecer a história de Hazel Grace e Augustus Waters, personagens fantásticos que me ensinaram muita coisa através de seus pensamentos, medos, anseios, coragem, humor. É a prova de que não importa o quão debilitado você esteja fisicamente, emocionalmente, psicologicamente, etc., nada o impedirá de viver uma história digna de ser lembrada, com momentos incríveis ao lado de pessoas que valem a pena.


Maria Fernanda 16/07/2012

Amor cancerígeno
Posso dizer que meu ano valeu a pena apenas por ter lido "A Culpa é das Estrelas" e eu espero que você,leitor, sinta o mesmo após o ler.
Não costumo chorar em livros, no entanto este me fez desabar em lágrimas.É um livro sobre amor, amor verdadeiro e perda. É engraçado e dramático ao mesmo tempo.
Você entrará nos pensamentos da doce Hazel e se apaixonará junto com ela pela vida, pelos momentos e pelos números de infinitos que possuímos. Aqui você se transportará para outra realidade, enxergará o mundo por outros olhos, entenderá que há coisas que não podemos mudar, aprenderá a fazer o uso de metaforás e adorar bandas suecas.
De repente a simplicidade da palavra o.k. se altera para o complexo das estrelas.
Enfim,na minha humilde opnião, se você é um ser humano,você deve ler este livro.


Leonardo 04/03/2013

Esperava mais.
Depois de tanta fama, tanta modinha, tanto marketing, comentários e elogios sobre o tal romance de John Green, decidi ler o livro. E para ser bem sincero, pelo menos para mim o livro não correspondeu em nada as minhas expectativas. Não me fez rir, nem chorar e muito menos querer mais. Não entendo como Markus Zusak, autor de um dos melhores livros que já li, conseguiu fazer esse breve comentário, tão mentiroso, que está na capa do livro. John Green usou o câncer para manipular emoções e tentar fazer com que a história ficasse mais "emocionante". Para mim a farsa não funcionou, e sei que sou um dos poucos que não gostou realmente do livro, ou um dos poucos que Green não conseguiu manipular. Isso sem falar do romance, que é muito fraco e só gira em torno da doença. Enfim, o livro conta a história de um casalzinho que acabaram de se conhecer, e que dariam a vida um pelo outro. Só que não.


Bárbara 02/05/2020

Ok? Ok.
Esse livro virou verdadeira febre!

Em algum momento de 2014, entrei numa livraria procurando por uma leitura leve e, por algum motivo, saí de lá carregando A culpa é das estrelas, de John Green.
Ao contrário da maioria dos livros que eu compro, esse foi lido quase que instantaneamente depois da compra, com cheirinho de novo!

Pois bem, gostei bastante (e acho que foi por causa dele que comprei Quem é você, Alasca?). A história da adolescente com câncer que conhece o adolescente acometido pela mesma doença tinha tudo para ser uma deprê sem fim, mas eu gostei e até me diverti!

Dentre as lições deixas por Hazel Grace Lancaster, para mim, a mais marcante foi a de que alguns infinitos são maiores que outrossim , o que me fez perceber que se algumas coisas acabam, tudo bem, aquele instante pode, mesmo assim, ter a grandeza de um infinito. muito fofo né?!
Para ser honesta, eu não sei se eu curti o mocinho (Augustus Waters).. sei lá, não sou muito fã de mocinhos e achava ele um pouco presunçoso e, ao mesmo tempo, bobão (não me xinguem), rs.

Aqui, o autor também me pegou desprevenida em relação ao desfecho de um dos personagens (apesar de a história estar batida, não darei spoiler) e foi até difícil não me emocionar.
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Brendices 01/06/2020

Meu amorzinho *-*
Então, todo leitor tem um livro que é o seu xodózinho e comigo não é diferente, pois certamente esse é um dos meus.

Não preciso nem citar o quanto a narrativa é envolvente, os personagens, a história, cada detalhe e tudo mais são impecáveis (na minha opinião é claro, rs :).

Mas uma das coisas que mais me marcam nessa história, é que um dos maiores acontecimentos do enredo tanto em relação a expectativa do personagem em si para quanto nós leitores, acontecesse exatamente no dia 05 de maio por volta das dez horas da manhã, simplesmente os mesmos registros do meu nascimento, coincidência? Sim, Não ou Talvez ? Só sei que fico sem fôlego quando chego nessa parte =)

Mais uma obra maravilhosa do John, que morro de amores s2
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Melina Souza 27/11/2012

emocionante!
A Culpa é das Estrelas (The fault in our stars) foi publicado pela Editora Intrínseca e eu gostei muito da edição. Achei a capa muito bonita (amei o tom de azul que eles escolheram), as páginas são amareladas (❤), a margem, o espaçamento e a fonte são ótimos.

Hazel Grace é uma jovem de 16 anos que, desde os 13, está em estágio terminal de câncer e tem como grande dúvida saber quando irá morrer. Em uma das reuniões do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer ela conhece Augustus Waters (Gus), um garoto mais velho de olhos azuis que, por algum motivo, não tirou os olhos dela durante o encontro. Logo na saída eles começam a conversar e aí vai surgindo uma amizade muito especial. Hazel tem medo de ser uma “grande bomba” para as pessoas e Gus tem medo de morrer sem deixar a sua marca no mundo, sem fazer algo grandioso.

Ao contrário do que pode parecer, o livro não fala sobre o câncer e sim sobre dois adolescentes que (sobre)vivem com essa doença. Hazel e Gus, que nem sempre concordam com tudo, falam de uma forma sincera sobre o câncer, vida, como a doença afeta a vida deles, sonhos e desejos etc.

Os diálogos são irônicos, divertidos, melancólicos e emocionantes. Nas 283 páginas você ri, chora, reflete…é um livro cheio de emoções que continuam com você mesmo depois que ele termina. Não sei se aconteceu (ou vai acontecer) com mais alguém, mas eu cheguei até a sentir dificuldade de respirar algumas vezes por causa da Hazel (ela tem mestástase no pulmão).

Minha frase favorita do livro: “Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações.” (Gus Waters)

No link http://melinasouza.com/2012/11/19/a-culpa-e-das-estrelas-john-green/ você poderá ver a resenha ilustrada com fotos tiradas por mim :)


Vi Santos 22/05/2020

Cara esse livro é magnífico, na verdade são tantos os adjetivos para descrever essa história linda e emocionante, já tinha visto o filme antes de ler o livro e me emocionei da mesma forma ou talvez tenha me sentido mais tocada com o livro, é daqueles livros que te faz rir e chorar ainda mais com o senso de humor de Augustos Waters rs. Leiam, vale muito a pena
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Victoria (Vic) 16/03/2013

Um livro superestimado
Eu estava com uma expectativa enorme com o Culpa é das Estrelas. A capa é linda, só resenhas boas, e uma história interessante.
O seguinte: as pessoas idolatram esse livro. Tudo culpa do marketing. Começou a formar um conceito de que esse livro era o mais novo livro tocante do século 21, e que as pessoas iriam chorar muito, e guardar na estante como Livro Preferido. Então, muitos, ao ler, nem se importam com o livro em si, pensam "ah, o livro não é de todo ruim, e como todo mundo diz que é incrível VOU COMEÇAR A AMAR ELE".
O John Green é um cara que simplesmente tenta ser filosófico e divertido. Ou seja: traz toda hora teorias da relatividade e diálogos que tentam ser jogados para o lado da filosofia mas acabam por se tornar RIDÍCULOS. Para vocês terem noção, uma hora eles discutem o porquê de comer ovos mexidos no café da manhã. Tudo isso usando todas as maiores palavras do dicionário. Parece que o autor quis enrolar, para o livro não ficar tão curto. Isso sem contar suas piadas forçadas. Sim, teve horas que ri, mas outras que eu fiquei "isso foi uma tentativa de piada?"
O começo é bem apressado e logo Gus e Hazel se apaixonam. Crepúsculo feelings? Acho que sim.
Primeiro: não sei se gostei da Hazel. Ela é um pouquinho insuportável na verdade. O Gus? Detesto ele. É simplesmente um cara que não existe. Aquilo não é um amor real. É uma coisa totalmente forçada e rápida. Eu gosto de casais complicados (Rony e Hermione, Chuck e Blair) então, para mim, foi insuportável o tanto que esses dois eram decididos e pareciam ter diálogos na ponta da língua. Irreal, eu diria.
Acho que, de verdade, não gostei de nenhum personagem. Achei eles chatos, muito metidos a filósofos e coisa e tal. Poxa, porque eles não podem conversar como uma pessoa normal?
Além de que as milésimas referências a Uma Aflição Imperial começam a irritar. Hazel, vá ler outro livro, amiga. Esquece esse autor mau-educado.
O autor. Outro cara insuportável.
Acho que a única parte que realmente gostei foi a da carta do Gus sobre a Hazel no final. Simplesmente acho que salvou o livro. Se Green não tivesse pensado naquilo, juro que eu jogava o livro na parede.
Para resumir: esse livro é superestimado. Modinha passageira sem nexo. Leia, pode ler. Esse livro não vai te traz reflexões. Só uma eterna pena e um desejo de receber uma carta dizendo coisas fofas do tipo da contra-capa. Só.
Se estiver procurando um livro com uma escrita natural E REALMENTE filosófica, procure O Apanhador no Campo de Centeio, Vantagens de ser Invisível ou Revolução dos Bichos.
E não, eu não leria a lista de supermercado de Jonh Green.


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