Feche Bem os Olhos

Feche Bem os Olhos John Verdon




Resenhas - Feche Bem Os Olhos


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Leonardo.Calandrini 16/07/2020

Eu li esse livro já tem um tempinho, mas consigo lembro bem dele porque a história é fascinaste e te prende do início ao fim. E esse é o segundo livro do autor com os mesmos personagens (sem que seja uma continuação), então não problema ler ele antes do primeiro, como eu fiz, pois é uma história nova, só não há apresentação e caracterização dos personagens. A narrativa é bem detalhada, mas não a ponto de ser chata ou arrastado. O crime policial e a investigação através dos olhos do detetive te deixa apreensivo e te faz achar que todos os personagens são suspeitos. Com ótimas doses de ação e suspense, é uma ótima leitura. "Eu sei o que você está pensando" está nas minhas metas de leitura!
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JANA 05/06/2020

AMEI
É o tipo de livro que gosto e assim que terminei minha vontade foi começar o outro imediatamente.

A leitura fluiu e o final teve muita ação!
Temas fortes!
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Brenda 05/06/2020

Feche bem os olhos - John Verdon
Eu adoro os livros do John, porém, neste específico, a leitura foi arrastada, devido ao fato de que muita coisa acontecia, muitos detalhes. Porém, como sempre, a conclusão dos fatos me conquistou, fez toda a leitura valer a pena. Recomendo!
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Helen 17/05/2020

Segundo livro de John Verdon que li. Achei a leitura cansativa, mas a história é bem legal! A noiva é decapitada bem na sua festa de casamento e o suspeito principal é o jardineiro da casa, que acabou desaparecendo.
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Denise 06/05/2020

Uma leitura fácil. O livro se desenvolve em um ritmo bom de acompanhar. A trama é bem elaborada e as personagens bem construídas.
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nitinha 04/04/2020

Simplismente Perfeito
Somente leiam, vale muito a pena!
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Leila 04/01/2019

Este é o primeiro livro do autor que leio. É a continuação da série que inicia com Eu sei o que você está pensando. Ainda não li o primeiro, mas tenho curiosidade. Como o livro nunca está disponível na biblioteca, resolvi começar pelo segundo.

A narrativa mostra como o detetive aposentado David Gurney pensa e formula suas hipóteses sobre os casos que investiga. Realmente, ele é muito inteligente para resolver enigmas, mas foi facilmente enganado por seus inimigos, em algumas situações. David é muito bom em descobrir o que aconteceu, em formular teorias, mas na hora da prática, não é tão sagaz.

Há quatro meses, Jillian foi decapitada em sua festa de casamento. O crime ocorreu em um chalé que ficava na propriedade do noivo, local da festa, e nenhum convidado viu quando aconteceu. Aparentemente, o suspeito desapareceu sem deixar pistas e a polícia não chegou a lugar nenhum com a investigação. A mãe da noiva morta contrata Gurney para investigar e descobrir o paradeiro do assassino. Ao iniciar a investigação, o detetive percebe que o caso não tem nada de simples... e nada faz sentido.

Além de Jillian, outras pessoas são assassinadas da mesma forma. David desconfia que se trata de um serial killer.

O final é bom, com reviravoltas chocantes. Desconfiei do assassino, mas não consegui descobrir como ele fez tudo, foi bem mirabolante. No final, David descobre que o assassino está ligado a algo bem maior, que envolve outras pessoas poderosas. Gostei do livro e recomendo a leitura. Quando puder, vou ler o primeiro livro da série também.

Resenha publicada na página Meus Livros e Sonhos.

site: http://meuslivrosesonhos.blogspot.com.br/
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Nana 21/05/2018

Este é o segundo livro da série de aventuras investigativas de Dave Gurney. A leitura pode ser a parte, sem informações do primeiro. Mas, o autor sempre cita seus casos antigos e a vida na polícia, o que pode despertar certa curiosidade em ler outros volumes.

Neste volume, David Gurney se diz aposentado das aventuras policiais e se dedica a uma pacata vida no campo, ao lado de sua esposa Madeleine, nas redondezas das montanhas Catskills. Faz dois anos, que sua atenção é direcionada aos cuidados da casa e jardim. Madeleine se alegra e muito com a escolha do marido, já que no outono anterior, David deixou-se levar e aceitou um caso - durante a aposentadoria - o que acabou colocando a vida dela em risco. Em seu tempo livre, ele dá aulas ocasionais na Academia de Policia de Albany, mas tudo está prestes a se agitar.

Jillian Perry foi assassinada aos dezenove anos, de maneira brutal, no dia de seu casamento. A típica jovem rebelde, de uma elevada classe social. Jillian se casaria com o próprio psiquiatra, o renomado Dr. Ashton Scott. O jardineiro de Ashton, o mexicano Hector Flores, é o principal suspeito do crime, em vista que Jillian entrou em seu chalé e lá permaneceu até ser encontrada morta. Não há rastros sobre Hector, apenas do facão sangrento que ele largou na floresta, ao escapar. O caso de Jillian se conecta a David através de Jack Hardwick, um detetive com quem já trabalhou.

"- Uma vez um terapeuta me disse que uma expectativa não passa de um ressentimento esperando pra nascer."

Jack Hardwick foi afastado do caso e questiona bastante os rumos da investigação. Ele sabe perfeitamente como instigar o velho amigo, mas não significa que David se juntará ao caso num estalo de dedos. Então, David recebe a visita da mãe de Jillian, que após horas de conversa tentando convencê-lo, lhe presenteia com a cartada final: um vídeo da festa, exatamente na hora do crime. Então, aos poucos desiste de lutar contra a inquietação por respostas. E nem é pelo dinheiro que a Sra. Perry lhe oferece...

Primeiro, decide saciar algumas dúvidas, sondando ao redor e uma conversa com Dr. Ashton. Depois, já está cheio de ideias, teorias, fazendo viagens longas, participando de reuniões com outros envolvidos na investigação, enfim, não resiste. Quem não gosta nada da nova recaída é Madeleine. Até metade do livro, a personagem é aquela chata que arrasta a história, sempre de birra.

Dr. Ashton Scott, psiquiatra e noivo de Jillian, cuida de um lar para restruturação de jovens garotas. Garotas com distúrbios psicológicos, algumas até perigosas, e também renegadas pelos pais. Jillian era uma de suas pacientes. Conforme David avança em suas investigações, o local acaba sendo um foco, já que aparecem outras garotas assassinadas e a trama avança para lugares inimagináveis. E David, se dá duas semanas para solucionar o caso. Será que vai conseguir?

"O psicopata jamais se confunde com outras pessoas, tampouco confunde suas necessidades com as alheias, portanto não tem sentimentos relativos ao bem-estar dos outros."

Com uma ótima narrativa, John Verdon nos coloca diante da investigação com maestria, sob os olhos de Gurney. Apesar de uns capítulos a parte - com reflexões do assassino -, o leitor ganha em estar nos passos do protagonista, fazendo as descobertas junto com ele. Nos questionamos bastante sobre a dedução e palpites sobre o assassinato. Difícil não querer avançar as páginas e responder: MAS COMO?

Nos deixa surpresos a forma como o autor expande sua investigação, criando mais e mais dúvidas em relação ao culpado. Jillian não era uma menina tão inocente e se envolveu em um esquema perigoso. Tudo vai muito além de Hector Flores, que aliás, a figura ajuda alimentar o teor misterioso da trama. Depois do assassinato sumiu. Dr. Ashton e ninguém da vizinhança tem pistas sobre ele.

Em suma, parte dos coadjuvantes não nos dão tantos motivos para o apego. Madeleine e Jack são os únicos que despertam certo sentimento de proteção. A esposa, apesar de um início conturbado em relação a sua personalidade e negação ao caso, é uma personagem madura. Ser irritante boa parte da narrativa, é a maneira que ela demonstra seu amor e companheirismo por David. É engraçado uma cena, que ela convida uns amigos para jantar e abafar os pensamentos sobre as investigações de David. Mas, ao sentarem na mesa, suas intenções são destruídas. Os convidados se mostram tão curiosos com o caso e incentivam David...que tadinha.

Feche Bem os Olhos é um investigativo na medida: nem tão pesado; nem tão leve. Mas, também não é daqueles que se espreme sai um rio de sangue. É bem na medida mesmo. O caso é interessante, cheio de expansões, mas a verdade não é algo que impressiona muito, pelo fato que nas primeiras páginas alguns leitores podem cogitar a ideia. Não falo do motivo, mas sim da pessoa envolvida.

"Nós gostamos demais de histórias. Precisamos acreditar nelas. E sabe de uma coisa? A necessidade de acreditar pode sugar você pela porra do ralo."

Leitura feita no Kindle, apreciei bastante a edição e revisão, sem erros tão nítidos. A capa não chega ser uma das minhas favoritas e o título, bom só lendo para entender a referência.

site: http://cantocultzineo.blogspot.com.br/2018/05/livro-feche-bem-os-olhos-john-verdon.html
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cris 25/01/2018

Excelente
Um caso complicado com fim perfeito amei o livro
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Junior Rodrigues 10/01/2018

Mais um excelente caso de Dave Gurney
Excelente desfecho! Mais uma vez John Verdon não nos dá nenhuma pista e nos faz entrar em sintonia com o detetive aposentado Dave Gurney para tentarmos descobrir quem é a grande mente criminosa por trás de um crime brutal e cruel. Assim como Eu sei o que você está pensando, esse fato de não termos muita certeza de nada sobre o criminoso é um bem vindo ao mundo de Dave Gurney e suas teorias complexas.
John Verdon acerta mais uma vez com esse novo caso para seu detetive aposentado!
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Vanessa 20/12/2017

Os livros do John Verdon são muito bons em relação as histórias, que fazem você pensar. O único problema, é que você tem que ler seus livros na ordem certa, pois ele comenta muito sobre os livros anteriores, fazendo com que você fique um pouco perdido se não os leu. Infelizmente isso não é culpa do autor. Já teve casos que a editora lança os livros fora da ordem e isso, realmente é muito chato!
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Aventura de aprender 23/10/2017

Li essa série de uma vez na época, mas não lembro de todos os detalhes.

A base dos três livros é a mesma: Dave Gurney é um policial aposentado que foi morar no campo por insistência da sua esposa Madeleine que não gosta do trabalho dele. Entretanto, ele não consegue ficar parado e por isso sempre ajuda seu amigo Jack Hardwick a resolver casos complicados. O mais surpreendente, é que Madeleine mesmo não gostando é quem sempre dá as melhores pistas.

Os livros são muito longos e detalhados, mas prendem a atenção e não são cansativos. Entretanto, pela minha experiência em ler livros e ver filmes desse tipo nem todos foram tão surpreendentes quanto deveria.

Em “Eu sei o que você está pensando” descobri o assassino assim que ele apareceu no livro, mas não consegui decifrar a forma de ação. Em “Feche bem os olhos” identifiquei tanto o vilão quanto seu modo de agir desde o começo. Já em “Não brinque com fogo” não consegui descobrir o assassino até ser revelado, mas soube o modo de ação desde o começo.
Outro fator que me fez gostar muito dos livros foram as inúmeras citações e lições de vida. Anotei uma do primeiro livro do tanto que é marcante:

"Os problemas pessoais que mais nos incomodam, os que parecemos incapazes de deixar de lado, são aqueles em que representamos um papel que não estamos dispostos a reconhecer. É por isso que a dor permanece: porque nos recusamos a olhar para a fonte do sofrimento. Não podemos nos livrar da dor porque nos recusamos a olhar para o que nos prende a ela. A pior dor da nossa vida vem dos erros que nos recusamos a admitir, das coisas que fizemos e que estão a tal ponto em desarmonia com quem somos que não suportamos olhá-las. Viramos duas pessoas numa pele só, duas pessoas que não se suportam. O mentiroso e a pessoa que despreza mentirosos. O ladrão e a pessoa que despreza ladrões. Não existe dor como a dessa batalha que é travada furiosamente no nível subconsciente. Nós fugimos dela, mas ela foge conosco. Para onde quer que fujamos, levamos a batalha junto.”

Essa é a exata descrição que a Bíblia relata da luta do espírito contra a carne ou da nova natureza contra a velha natureza. Todas as pessoas tem essa luta em certa medida porque Deus nos deu a consciência e o desejo pela eternidade. Entretanto, nos não cristãos a guerra é externa porque o Espírito Santo busca convencer de fora, mas em quem já se converteu como Ele mora dentro de nós a guerra se torna interna e ainda mais intensa. Apenas para quem está em Cristo há possibilidade de Vitória mesmo a luta sendo ainda mais constante e perceptível.

“De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” Romanos 7. 17 a 25

site: https://aventuradeaprender.webs.com/apps/blog/show/44858444-livros-lidos-em-2014
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João Bruno 20/06/2017

Nao
Livro muito extenso, se fosse resumido em metade das páginas talvez fosse melhor. A história fica sem sentido e passa a seguir outro caminho ainda mais desnecessário, o fim é fraco, fim esse que é o único momento do livro em que vc sente um pingo de entusiasmo, bem pouco mesmo, porém é mais do que em todo o livro ... Não gostei
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Sabrina.Soares 12/04/2017

Magnífico
É tão comovente, mas uma dica lêem o 'Eu sei o que você está pensando" do mesmo autor, vai lhe ajudar à ter um entendimento melhor.
Você fica tão fissurado em desvendar o mistério do jardineiro mexicano, que perde a noção do tempo.
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