Manuscrito encontrado em Accra

Manuscrito encontrado em Accra Paulo Coelho




Resenhas - Manuscrito encontrado em Accra


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Tiago 04/05/2019

Opinião: aos moldes de O profeta, de Khalil Gibran, Paulo Coelho traz uma narrativa rica, até poética, sobre diversos aspectos do ser humano. Como O profeta é um dos meus livros favoritos, eu amei a leitura. É como ler um O profeta maior, melhorado, mais aprofundado. "Pois é esta a manifestação do sucesso: enriquecer a vida, e não abarrotar os cofres com ouro."
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Junior.Adeodato 21/12/2018

Manuscrito encontrado em Accra
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade.
A multidão formada por cristãos, judeus e muçulmanos chega à praça achando que irá ouvir uma preleção sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a lhe dizer.
Tudo indica que a derrota é iminente, mas o grego só quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente em sua vida cotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar.
O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte.
Na tradição de O Profeta, de Khalil Gibran, o Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre nossos princípios e nossa humanidade.
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Biblioteca Álvaro Guerra 04/07/2018

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788575428221
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Carol Ribeiro @carolcombina 17/02/2018

Por favor, leia este livro!!!
Este livro é para refletir e repensar seu conceito sobre situações, pessoas e sentimentos.
Embora tenha uma história, ela é desenvolvida somente no começo do livro, enquanto os demais são praticamente independentes, permitindo a leitura esporádica dos trechos sem perder a essência do texto. Ele aborda, de forma maravilhosa temas como solidão, beleza, amor, morte, trabalho... Assuntos aparentemente simples, mas com profunda análise de sentimento, juízo de valor e sinceridade.
Acredito que seja um livro que se deve ter em casa e que, de tempos em tempos, cada releitura trará novas perspectivas.
Também considero um ótimo presente! Conteúdo de uma delicadeza singular - entrou para minha lista de favoritos.

site: http://www.carolcombina.com.br/2017/12/dicas-de-leitura-rapida.html
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Rafael Rios 03/04/2017

Mais um livro no estilo Paulo Coelho. O que o torno muito bom.
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Pablo 22/08/2015

Accra, nosso coração
Já faz algum tempo que acompanho Paulo Coelho mais amiúde. Incomoda-me toda amarra imposta pela sociedade. Posicionar a obra dele como uma literatura menor (e há quem diga que não é literatura!) não foi, para mim, motivo de desistência frente a um conjunto de escritos tão singular. Antes, foi um impulsionador daquela revolta que só quem é minoria sabe como funciona. Após a leitura detida de muitas das suas obras, desenvolvi teorias particulares e as separei em tomos, literaturas e não-literaturas (sim, há obras que não se encaixam no signo literário dentre o que produziu!). este tema é certamente mais proveitoso em um diálogo presencial ou em uma tese de doutoramento – quem sabe?

O fato de hoje é a re-leitura de “Manuscrito encontrado em Accra” (Paulo Coelho, Sextante, 2012). Mais uma vez, permeado pelas muitas remissões à espiritualidade e às esferas outras que teoricamente cercam o mundo comumente designado real, um enredo muito particular, que ganha na intertextualidade e transborda lirismo para aquele que o lê. É uma experiência de vida fazer Accra o seu próprio coração. Alguns grandes temas rondam as reflexões tecidas. Apresento-as conforme as ordens do meu coração.

Nesta leitura (lembro que, segundo a Estética da Recepção, cada pessoa e cada configuração trazem uma nova forma de experienciar o mesmo tecido), a solidão a que estamos condenados (Cf. p.40), embora tão unidos e dependentes – Norbert Elias e sua “A Sociedade dos Indivíduos”, como atividade mais recente, traz toda uma matiz explicativa – é a grande latência. “Nascemos sós e morremos sós. Mas, enquanto estamos neste planeta, precisamos aceitar e glorificar nosso ato de f´é em outras pessoas” (p.97).

O amor, sempre ele, também está presente no livro. Destaco aquele que ultrapassa o carnal e encontra na sublimação da alma sua festa. Amor entre humanidades. “Só os derrotados conhecem o Amor. Porque é no reino do amor que travamos nossos primeiros combates – e geralmente perdemos” (p.31). Neste sentido, sentir-se menor perante o ser amado é natural e inevitável, o que não nos deve levar à depressão, mas à fortaleza com que contamos e desenvolvemos nas grandes batalhas. Mais vale, à moda “coelhana”, a beleza de uma luta justa e seus encargos sobre nossa moral e ética do que a tristeza de um sempre condicional.

Lá pela página 37 tece considerações que unem a perspectiva amorosa com a magia do estar apenas consigo mesmo: “A solidão não é a ausência do Amor, mas o seu complemento” (p.37). O sentimento de Afrodite precisa de descanso, somente aceitando que a sua ardência não é ininterrupta nem conclusiva se pode entender um pouco das necessidades individuais. Ser só não quer dizer estar abandonado. Antes, evoca a oportunidade em que se converte a ausência de outros para se entender o indivíduo. “Assim como o Amor é a condição divina, a solidão é a condição humana. E ambos convivem sem conflitos para aqueles que entendem o milagre da vida” (p.40).

Outro aspecto muito interessante é a concepção do autor de que os conhecimentos que construímos durante toda a existência constituem uma espécie de patrimônio particular relevante que não nos pode ser subtraído. “Podem destruir a cidade, mas não podem acabar com tudo aquilo que ela nos ensinou” (p.20) e, mais tarde, “Podem acabar com meu corpo, mas não podem destruir minha alma” (p.85).

Ademais, todo o texto se faz como discurso religioso, dadas suas contundentes inserções na apresentação e a invocação recorrente de passagens dos livros de referência de várias fés. “Que tudo o que minha mão tocar, meus olhos virem e minha boca provar seja diferente, embora continue igual. Assim, todas essas coisas deixarão de ser natureza-morta e passarão a me explicar por que estão comigo por tanto tempo – e manifestarão o milagre do reencontro com emoções que já tinham sido desgastadas pela rotina” (p.85-6).

Talvez um dos mais importantes índices de Coelho seja justamente a sua opção por dividir a vida e as reflexões feitas durante seu próprio caminho peregrino com o seu leitor. E ele não é apenas um audiente, mas uma configuração ativa. Não que os seres ficcionais se percebam, mas seu discurso é montado a partir de uma percepção muito aguda da essência humana.

Deste modo, normalmente o ser humano é apresentado como um lutador, uma alma que busca o crescimento e a afirmação de sua dignidade. “quando o lutador estiver na arena – seja por escolha própria, seja porque o insondável destino o colocou ali –, que seu espírito tenha alegria no combate que está prestes a travar. Se mantiver a dignidade e a honra, ele pode perder a batalha, mas jamais será derrotado, porque sua alma está intacta” (p.26). Que a nossa construa novas realidades sempre. Intacta.

site: http://pablodepao.wix.com/estivado#!Eu-Li-“Manuscrito-encontrado-em-Accra”/cmbz/55c3b2640cf26ee108808630
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Jenner Azevedo 15/02/2015

Abandonei
Livro curto, menos de 200 páginas... Mas não consegui continuar lendo, é uma auto-ajuda desinteressante... Normalmente por mais que ache um livro sem graça eu continuo lendo até o fim para pelo menos formar opinião ou até mesmo esperando que ele me surpreenda no final. Mas manuscrito encontrado em Accra foi uma decepção. Não sou daqueles pseudointelectuais que odeia Paulo Coelho sem nunca ter lido, eu gostei de tudo que tinha lido dele até agora, mas esse não deu.
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Tainã Buendía 12/12/2014

nao gostei
talvez eu nao tenha prestado atençao suficientemente na resenha ... talvez nao tenha interpretado-a direito.... nao sei , mas achei o livro monótono . beem monotono . meu amigo me contou que leu num dia só e fui p/ a facul com ele na bolsa ; ia aproveitar o tempo que ficaria la esperando a aula e le-lo. grande decepçao , assitir a aula de um prof. repetitivo me pareceu mais interessante. o livro so dá conselhos (bem bobos p/ piorar ) . é um livro de auto ajuda, ou seja, o que eu nao curto nem esperava desse autor. ate as walkirias conseguiu ser melhor que esse . abandonei antes da metade. espiei o fim p/ ver o que aconteçia : perca de tempo pff
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Jaíne 10/07/2014

Fascinante!
Mais do que um livro, uma lição de vida!
Essa foi a segunda obra do autor que li e simplismente amei! Na verdade, nas primeiras notas do livro Paulo Coelho nos dá uma descrição rápida de seu conteúdo, nos mostrando que o conteúdo do livro nada mais é do que um manuscrito que nosso autor nos transcreveu (daí o nome "Manuscrito encontrado em Accra").
Repleto de conselhos maravilhosos e lições para diversos campos da vida, essa obra toca lá no fundo da alma. Ouvi certa vez de uma professora que livro bom é aquele que muda alguma coisinha em você e de acordo com essa definição, posso dizer que esse é um livro mais do que bom!
Queria que a galera das "modinhas", que só leram aqueles romances clichês que viraram febre, lessem esse livro para saberem o que é uma verdadeira leitura profunda e que te faz refletir.
Há tempos não dava 5 estrelas para um livro e é com orgulho que digo: ESSE MERECE ATÉ MAIS!

Para ter acesso a essa e outras resenhas, acesse:

site: mundodasresenhas.com.br
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Leandro Oka 13/06/2014

"Alma" da vida.
(MANUSCRITO ENCONTRADO EM ACCRA, 2012), de Paulo Coelho, conta a história da cidade de Jerusalém dia antes de ser invadida pelos Cruzados. O enredo do livro se passa no centro da cidade, em que um enorme grupo de pessoas, entre elas judeus, muçulmanos e cristãos, de todas as idades, são chamados. Lá estão alguns sacerdotes e um grego (filósofo), que começa o diálogo dizendo sobre conservar a alma de Jerusalém, a alma que está presente em cada habitante da cidade e que, ainda continuará viva após milênios se cada pessoa dali passar para as futuras gerações seu aprendizado, sua história. Então eles começam discutindo sobre ações rotineiras, como o medo, o desejo, a solidão, a alegria, entre muitos outros temas. Perguntas essas que são feitas ao grego, e que são respondidas logo em seguida.
O que é dito naquela época ainda tem relevância hoje, as perguntas e as repostas fundamentais estão em partes presentes, mas pouco conhecidas. O livro é um boa obra para aqueles que querem incrementar algo a mais em suas vidas, como a reflexão e o auto-conhecimento.
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Adriana 28/04/2014

Faz Bem pra alma
Sempre digo que ler Paulo Coelho em algum ponto faz bem pra alma...
Uma frase bem colocada....
E nesse tiveram várias.....
Não espere nada demais....alías de todos esse é bem light......Mas cumpre o papel a que se propões.
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Cris 28/02/2014

Gostei demais.
" Não tente ser útil. Tente ser você: isso basta, e faz toda a diferença". Pág. 46.

Este é um dos livros que mais gostei do Paulo Coelho. Super rápido de ler, contém ensinamentos muito bonitos. Eu não gosto de livros de auto-ajuda, e este segue um pouco esta linha, mas é impossível não admirar as palavras deste livro. Gostei demais.

" Só entende a própria dignidade aquele que foi capaz de honrar cada um de seus passos." Pág. 145
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Francisco M. 25/02/2014

O manuscrito de Autoajuda
Jerusalém final do Seculo IX, as vésperas da invasão dos cruzados, um velho sábio tenta trazer um pouco de esperança a população a beira do colapso. Copta, como chamam o viajante, em plena praça publica, fala sobre religião, sexo, coragem, ansiedade, amor entre outras coisas que tocam nosso coração. Mostrando toda sua sabedoria diante de um grupo de moradores das mais variadas camadas sociais, mendigo, soldados, sacerdotes, velhos, jovens, homens, mulheres... reunidos na praça da cidade.

Paulo Coelho nós revela uma profunda sabedoria através de um livro relativamente curto. O Manuscrito encontrado em Accra é, antes de tudo, uma grande reflexão sobre questões que nos aflige todos os dias. Paulo nos toca o coração com revelações surpreendentes em uma linguagem simples que rasga o véu da complexidade da filosofia antiga.

O livro, ou romance se preferirem, é mais que um livro de autoajuda, uma lição de vida em que podemos buscar refugio para quando sentimos triste ou solitário ou questões como o amor e sexo. Sua universalidade filosófica traça um paradoxo contrário do que costumamos ouvir de outras pessoas. O texto é rico de exemplos e parábolas que tentam lucidar nossa vida direcionando-a para o amor, o perdão e a compreensão do que é bom ou mau.

O autor nos brinda com um texto para nossa autoavaliação de como vivemos e como levar a vida. Assim como Copta encheu de esperança e coragem o povo de Jerusalém diante de uma guerra, procuramos enchermos nossos corações e almas com uma sabedoria infinita, alegria e coragem para enfrentamos os problemas do dia a dia, pois quando a Morte, Indesejada da Gente, chegar estamos preparados para aceitar seu convite para a eternidade.

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marcleana 29/12/2013

Muito bom!
É um livro muito bom,nos faz pensar sobre os valores humanos e o que realmente importa na vida!
Eu particularmente amei!
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Luuu 20/12/2013

Querido Copta:
"Manuscrito encontrado em Accra" é um livro fascinante! fala sobre as coisas que, muitas vezes, as pessoas tem medo de dizer sobre suas vidas, como lidar com seus planos e expectativas, como agir quando se está em tal situação, mas, antes de tudo isso, nos ajuda a pensar, a refletir sobre nós mesmos e o mundo que nos rodeia.
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