Manuscrito encontrado em Accra

Manuscrito encontrado em Accra Paulo Coelho




Resenhas - Manuscrito encontrado em Accra


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24/07/2012

manuscrito encontrado em Accra
vou ler
Rosana 24/07/2012minha estante
ESTOU ANSIOSA ARA LER... EU QUERO...


Rosana 24/07/2012minha estante
MANISCRITO ENCONTRADO EM ACCRA
ANSIOSA PARA LER...


Sandra 24/07/2012minha estante
quero muito louca pra ler


Arlene 26/07/2012minha estante
vou ler


Arlene 26/07/2012minha estante
vou ler


Marcelo 26/07/2012minha estante
vou ler


Marcelo 26/07/2012minha estante
vou ler


Flavia 26/07/2012minha estante
Vou ler


Charles 26/07/2012minha estante
vou ler


Gabi 30/07/2012minha estante
vou ler.


Cris 30/07/2012minha estante
vou ler


cal 31/07/2012minha estante
vou ler


Valeria 31/07/2012minha estante
?vou ler?


Nayla 06/08/2012minha estante
Vou ler


Patty 07/08/2012minha estante
vou ler


Mari 07/08/2012minha estante
vou ler


Fernando 07/08/2012minha estante
Só aguardando o meu Ipad para me deliciar em mais uma bela leitura.


Amanda 09/08/2012minha estante
Vou ler


Gustavo 09/08/2012minha estante
vou ler


Diego 10/08/2012minha estante
Vou ler


Renato 10/08/2012minha estante
Vou Ler *--*


Kami 10/08/2012minha estante
Vou ler


Jullya 19/08/2012minha estante
Vou ler :DD




spoiler visualizar
camargo 26/07/2012minha estante
vou ler


Osmar 31/07/2012minha estante
Vou ler




Erika Augusto 08/08/2012

Passa....
Não é dos melhores, mas passa... Já li quase todos os livros do Paulo Coelho, e prefiro os relatos pessoais, como o melhor deles, na minha opinião, O Aleph.
Manuscrito encontrado em Accra é um livro para ter em mãos a todo momento, com pequenos pensamentos e frases inspiradoras.
Gostei, mas esperava mais!
Gui 11/08/2012minha estante
Preciso reconhecer que nunca li um livro inteiro dele. Já abandonei todos os títulos, vamos ver se esse eu consigo ler do começo ao fim.




Tórtoro 15/10/2012

PAUL LAPIN DANS ACCRA
“Jerusalém! Que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados!”
Lucas 13: 31 - 35


Acabo de ler Manuscrito encontrado em Accra, do acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Cadeira número 21.
Nada de novo para quem, como eu, já li todos os livros anteriores de Paulo Coelho, escritor com obra publicada em 168 países e traduzida para 73 idiomas.
Tenho uma grande amiga escritora que confessa ter deixado de ler uma tradução de livro de um autor nipo-britânico, considerado entre os cem melhores da última década, porque o tradutor, na primeira linha do romance, iniciava com uma próclise ” Me chamo...”.
Meu olhar não é de Mestre. Meu olhar é sempre o de um aprendiz.
Sendo minha formação na área das exatas, pouco me importa, em alguns casos, a obediência às normas restritas da gramática, bastando que, em certos livros eu encontre conteúdo que possa me levar a alguma reflexão, a alguma experiência de vida, ao conhecimento de fatos históricos e de biografias interessantes: penso que só é preciso que a linguagem seja acessível aos leitores.
Pedro Luso de Carvalho, advogado de Porto Alegre, que confessa não ter lido Paulo Coelho, comenta em seu site: “O que se tem visto pelos meios de comunicação é que a obra de Paulo Coelho tem tido uma invejável aceitação, como acontece, por exemplo, na França, país que é um símbolo do bom gosto e da cultura, onde escritores de todo o mundo aportam, principalmente em Paris, em busca da fama que a Cidade Luz pode lhes dar, isso, desde os anos de 1930, no mínimo”.
E continua afirmando que não se pode dizer que, nos países em que seus livros são vendidos, Paulo Coelho seja tratado como uma pessoa folclórica, como, aliás, acontece no seu país, o Brasil. Em muitos países o escritor é recebido por pessoas públicas importantes, como é o caso de Sarkozy, presidente da França, e por aí afora. E nos locais onde se apresenta, a ele é dispensada uma atenção digna de escritor de renome, onde não se vislumbra preconceito sobre a sua obra literária.
E completa informando que no dia 15 de outubro de 2008, Paulo Coelho concedeu uma entrevista coletiva em Frankfurt, Alemanha, onde ele foi o convidado de honra para a 60ª edição da Feira do Livro de Frankfurt, o maior evento da indústria editorial do mundo. Paulo Coelho desembarcou em Frankfurt, onde se encontravam 7.373 expositores de 101 países, para comemorar os 100 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo e receber o prêmio Guinness por ser o autor do livro mais traduzido no mundo, O Alquimista, em 67 idiomas.
Fosse o escritor do Manuscrito, Paul Lapin ou Paul Rabbit, as palavras do grego Copta que prega para jovens e velhos, homens e mulheres, sobre os valores que restam depois que tudo foi destruído — 14 de julho de 1099, enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados — possivelmente estariam sendo citadas em revistas literárias, e o livro sugerido em resenhas como leitura imprescindível para o conhecimento de um dos autores mais lidos da literatura universal.
Mas como santo de casa não faz milagre...

ANTONIO CARLOS TÓRTORO
ancartor@yahoo.com
www.tortoro.com.br
Fer Kaczynski 03/11/2012minha estante
Concordo, Paulo Coelho só não é reconhecido no Brasil, pq temos a tendência de valorizar apenas o que vem de fora, até os ditos cultos e intelectuais tem essa baixa-autoestima enraizada e não admite admirar esse escritor que o mundo inteiro estima e aclama, temos muito o que evoluir ainda, infelizmente!




"Ana Paula" 11/09/2012

11/09/2012
O que dizer deste livro? Não sei, sempre fico assim quando leio um livro do Paulo Coelho. Ele consegue transmitir em palavras tudo o que sentimos, e isso tras uma paz imensa.

Manuscrito Encontrado em Accra, é uma transcrição do verdadeiro manuscrito, que como Paulo explica no livro, foi lhe dado por um amigo.

Neste livro, enquanto Jerusalém se preparava para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta, convoca uma reunião com todos para instigar as pessoas a buscarem a sabedoria que existe em suas vidas.

" E se a vitória não for desta vez, será na próxima. E se não for na próxima, será mais adiante. O pior não é cair, é ficar preso ao chão." Pag: 28

Com uma linguagem simples e direta, Paulo Coelho nos mostra como é possivel enfrentar obstaculos intransponiveis e se sentir bem a cada novo dia. Um livro fantastico e muito encorajador.

" Amor é apenas uma palavra, até que alguém chega para lhe dar sentido. Não desista. Geralmente é a última chave no chaveiro que abre a porta." Pag: 79
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24/04/2013

lições de vida
De acordo com as leituras que já fiz do mesmo autor, não é dos melhores, mas é interessante, tem boas lições de vida.
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Luuu 20/12/2013

Querido Copta:
"Manuscrito encontrado em Accra" é um livro fascinante! fala sobre as coisas que, muitas vezes, as pessoas tem medo de dizer sobre suas vidas, como lidar com seus planos e expectativas, como agir quando se está em tal situação, mas, antes de tudo isso, nos ajuda a pensar, a refletir sobre nós mesmos e o mundo que nos rodeia.
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PAULA 15/04/2013

Quero ler!
Quero muito ler! Quem quiser trocar!!!
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Sergio 10/08/2012

Manuscrito encontrado em Accra
Vou Ler!
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Junior.Adeodato 21/12/2018

Manuscrito encontrado em Accra
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade.
A multidão formada por cristãos, judeus e muçulmanos chega à praça achando que irá ouvir uma preleção sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que o Copta tem a lhe dizer.
Tudo indica que a derrota é iminente, mas o grego só quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente em sua vida cotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar.
O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte.
Na tradição de O Profeta, de Khalil Gibran, o Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre nossos princípios e nossa humanidade.
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Pablo 22/08/2015

Accra, nosso coração
Já faz algum tempo que acompanho Paulo Coelho mais amiúde. Incomoda-me toda amarra imposta pela sociedade. Posicionar a obra dele como uma literatura menor (e há quem diga que não é literatura!) não foi, para mim, motivo de desistência frente a um conjunto de escritos tão singular. Antes, foi um impulsionador daquela revolta que só quem é minoria sabe como funciona. Após a leitura detida de muitas das suas obras, desenvolvi teorias particulares e as separei em tomos, literaturas e não-literaturas (sim, há obras que não se encaixam no signo literário dentre o que produziu!). este tema é certamente mais proveitoso em um diálogo presencial ou em uma tese de doutoramento – quem sabe?

O fato de hoje é a re-leitura de “Manuscrito encontrado em Accra” (Paulo Coelho, Sextante, 2012). Mais uma vez, permeado pelas muitas remissões à espiritualidade e às esferas outras que teoricamente cercam o mundo comumente designado real, um enredo muito particular, que ganha na intertextualidade e transborda lirismo para aquele que o lê. É uma experiência de vida fazer Accra o seu próprio coração. Alguns grandes temas rondam as reflexões tecidas. Apresento-as conforme as ordens do meu coração.

Nesta leitura (lembro que, segundo a Estética da Recepção, cada pessoa e cada configuração trazem uma nova forma de experienciar o mesmo tecido), a solidão a que estamos condenados (Cf. p.40), embora tão unidos e dependentes – Norbert Elias e sua “A Sociedade dos Indivíduos”, como atividade mais recente, traz toda uma matiz explicativa – é a grande latência. “Nascemos sós e morremos sós. Mas, enquanto estamos neste planeta, precisamos aceitar e glorificar nosso ato de f´é em outras pessoas” (p.97).

O amor, sempre ele, também está presente no livro. Destaco aquele que ultrapassa o carnal e encontra na sublimação da alma sua festa. Amor entre humanidades. “Só os derrotados conhecem o Amor. Porque é no reino do amor que travamos nossos primeiros combates – e geralmente perdemos” (p.31). Neste sentido, sentir-se menor perante o ser amado é natural e inevitável, o que não nos deve levar à depressão, mas à fortaleza com que contamos e desenvolvemos nas grandes batalhas. Mais vale, à moda “coelhana”, a beleza de uma luta justa e seus encargos sobre nossa moral e ética do que a tristeza de um sempre condicional.

Lá pela página 37 tece considerações que unem a perspectiva amorosa com a magia do estar apenas consigo mesmo: “A solidão não é a ausência do Amor, mas o seu complemento” (p.37). O sentimento de Afrodite precisa de descanso, somente aceitando que a sua ardência não é ininterrupta nem conclusiva se pode entender um pouco das necessidades individuais. Ser só não quer dizer estar abandonado. Antes, evoca a oportunidade em que se converte a ausência de outros para se entender o indivíduo. “Assim como o Amor é a condição divina, a solidão é a condição humana. E ambos convivem sem conflitos para aqueles que entendem o milagre da vida” (p.40).

Outro aspecto muito interessante é a concepção do autor de que os conhecimentos que construímos durante toda a existência constituem uma espécie de patrimônio particular relevante que não nos pode ser subtraído. “Podem destruir a cidade, mas não podem acabar com tudo aquilo que ela nos ensinou” (p.20) e, mais tarde, “Podem acabar com meu corpo, mas não podem destruir minha alma” (p.85).

Ademais, todo o texto se faz como discurso religioso, dadas suas contundentes inserções na apresentação e a invocação recorrente de passagens dos livros de referência de várias fés. “Que tudo o que minha mão tocar, meus olhos virem e minha boca provar seja diferente, embora continue igual. Assim, todas essas coisas deixarão de ser natureza-morta e passarão a me explicar por que estão comigo por tanto tempo – e manifestarão o milagre do reencontro com emoções que já tinham sido desgastadas pela rotina” (p.85-6).

Talvez um dos mais importantes índices de Coelho seja justamente a sua opção por dividir a vida e as reflexões feitas durante seu próprio caminho peregrino com o seu leitor. E ele não é apenas um audiente, mas uma configuração ativa. Não que os seres ficcionais se percebam, mas seu discurso é montado a partir de uma percepção muito aguda da essência humana.

Deste modo, normalmente o ser humano é apresentado como um lutador, uma alma que busca o crescimento e a afirmação de sua dignidade. “quando o lutador estiver na arena – seja por escolha própria, seja porque o insondável destino o colocou ali –, que seu espírito tenha alegria no combate que está prestes a travar. Se mantiver a dignidade e a honra, ele pode perder a batalha, mas jamais será derrotado, porque sua alma está intacta” (p.26). Que a nossa construa novas realidades sempre. Intacta.

site: http://pablodepao.wix.com/estivado#!Eu-Li-“Manuscrito-encontrado-em-Accra”/cmbz/55c3b2640cf26ee108808630
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Tainã Buendía 12/12/2014

nao gostei
talvez eu nao tenha prestado atençao suficientemente na resenha ... talvez nao tenha interpretado-a direito.... nao sei , mas achei o livro monótono . beem monotono . meu amigo me contou que leu num dia só e fui p/ a facul com ele na bolsa ; ia aproveitar o tempo que ficaria la esperando a aula e le-lo. grande decepçao , assitir a aula de um prof. repetitivo me pareceu mais interessante. o livro so dá conselhos (bem bobos p/ piorar ) . é um livro de auto ajuda, ou seja, o que eu nao curto nem esperava desse autor. ate as walkirias conseguiu ser melhor que esse . abandonei antes da metade. espiei o fim p/ ver o que aconteçia : perca de tempo pff
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Francisco M. 25/02/2014

O manuscrito de Autoajuda
Jerusalém final do Seculo IX, as vésperas da invasão dos cruzados, um velho sábio tenta trazer um pouco de esperança a população a beira do colapso. Copta, como chamam o viajante, em plena praça publica, fala sobre religião, sexo, coragem, ansiedade, amor entre outras coisas que tocam nosso coração. Mostrando toda sua sabedoria diante de um grupo de moradores das mais variadas camadas sociais, mendigo, soldados, sacerdotes, velhos, jovens, homens, mulheres... reunidos na praça da cidade.

Paulo Coelho nós revela uma profunda sabedoria através de um livro relativamente curto. O Manuscrito encontrado em Accra é, antes de tudo, uma grande reflexão sobre questões que nos aflige todos os dias. Paulo nos toca o coração com revelações surpreendentes em uma linguagem simples que rasga o véu da complexidade da filosofia antiga.

O livro, ou romance se preferirem, é mais que um livro de autoajuda, uma lição de vida em que podemos buscar refugio para quando sentimos triste ou solitário ou questões como o amor e sexo. Sua universalidade filosófica traça um paradoxo contrário do que costumamos ouvir de outras pessoas. O texto é rico de exemplos e parábolas que tentam lucidar nossa vida direcionando-a para o amor, o perdão e a compreensão do que é bom ou mau.

O autor nos brinda com um texto para nossa autoavaliação de como vivemos e como levar a vida. Assim como Copta encheu de esperança e coragem o povo de Jerusalém diante de uma guerra, procuramos enchermos nossos corações e almas com uma sabedoria infinita, alegria e coragem para enfrentamos os problemas do dia a dia, pois quando a Morte, Indesejada da Gente, chegar estamos preparados para aceitar seu convite para a eternidade.

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@APassional 12/09/2012

Manuscrito encontrado em Accra * Resenha por: Elis Culceag * Arquivo Passional
“A mais destruidora das armas não é a lança ou o canhão - que podem ferir o corpo e destruir a muralha. A mais terrível de todas as armas é a palavra - que arruína uma vida sem deixar vestígios de sangue, e cujas feridas jamais cicatrizam. Sejamos, portanto, senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.”

Como encontrar palavras para descrever um livro onde praticamente todas as palavras são belas e sábias a ponto de emocionar?

Do começo: esse livro é a transcrição de uma cópia do manuscrito encontrado em 1974, pelo arqueólogo inglês Sir Walter Wilkinson, escrito em árabe, hebreu e latim (possivelmente no ano de 1307 da Era Cristã e originário de Accra), que foi entregue por seu filho a Paulo Coelho em 2011.

O conteúdo do manuscrito é a narrativa de uma reunião que aconteceu na véspera da invasão de Jerusalém pelos cruzados em 1099, quando cristãos, judeus e muçulmanos se reuniram na praça central atendendo ao chamado de Copta, um sábio grego residente no local. Ele os impele a uma reflexão sobre todo o conhecimento de vida que adquiriram até então, para que as testemunhas dessa reunião possam partir antes da invasão e espalhar-se pelos quatro cantos do mundo, disseminando o que ouviram ali.

O discurso de Copta é feito de improviso, baseado nos temas que a própria audiência levanta. Cada tema abordado pelo público marca o início de um novo capítulo. Alguns dos temas são: a derrota, o amor, a solidão, o comodismo, a elegância, o trabalho, a lealdade e o sucesso, dentre outros.

“Só é amado e respeitado aquele que se ama e se respeita. Jamais procure agradar a todo mundo, ou irá perder o respeito de todos.”

Para além de questões como talento, sorte e senso de oportunidade que envolvem a figura de Paulo Coelho (afinal seu nome não rima com pé-de-coelho?), ao término da leitura eu acredito que o manuscrito não caiu em suas mãos por acaso. Quem melhor do que o autor brasileiro mais lido do mundo para apresentar ao maior número de pessoas possível esse conteúdo precioso?

“A mais importante das guerras não é travada com o espírito elevado e a alma aceitando seu destino. É aquela que está em curso neste momento em que conversamos - cujo campo de batalha é o Espírito, onde se enfrentam o Bem e o Mal, a Coragem e a Covardia, o amor e o Medo.”

Não poderia deixar de falar sobre a capa do livro, que me encantou. Em primeiro lugar, tem as cores que eu amo, e para completar, ela é feita de um material com toque aveludado, que nos dá a sensação de estar segurando algo antigo, quente e querido. A diagramação foi delicadamente trabalhada, e em todo o relato há uma transparência em cinza ao fundo, sugerindo uma folha "solta", como seria se estivéssemos lendo realmente um manuscrito.

Com certeza, esse é um dos livros que sempre irei reler e que me ajudará a refletir constantemente sobre os meus princípios e o meu papel na condução da minha própria existência.

“Ame. Não falo aqui apenas do amor por outra pessoa. Amar significa estar disponível para os milagres, para as vitórias e derrotas, para tudo o que acontece durante cada dia que nos foi concedido caminhar sobre a face da Terra.”

Recomendo. Passionalmente.
Beijos... Elis Culceag.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 12/09/2012:

http://www.arquivopassional.com/2012/09/resenha-manuscrito-encontrado-em-accra.html
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Daniel 08/09/2012

Bem-aventurados os que ouvirem as palavras ou lerem o manuscrito...
Um livro maravilhoso, no qual a leitura nos faz refletir sobre nossos conceitos de amor, lealdade, tempo, vitória, derrota, amizade e outros.
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