Manuscrito encontrado em Accra

Manuscrito encontrado em Accra Paulo Coelho




Resenhas - Manuscrito encontrado em Accra


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MILA 31/07/2012

Este foi um livro que não esperava ler tão cedo, foi uma surpresa chegar em casa sexta á noite e encontrar um pacote da Editora Sextante (Parceira do Blog).
Bom, assim que recebi o livro eu comecei a ler, porque sou grande fã do Paulo Coelho, tenho todos os livros publicados, só falta os que foram retirados do mercado. (se alguém tiver avisa ai..)

Quais são os valores que restam depois que tudo foi destruído?!

Esse livro é uma descarga de ensinamentos, nos transporta para o passado, nos faz pensar no futuro, nos deixa com boas vibrações, porque as palavras contidas nele são ensinamentos, palavras às vezes esquecidas, palavras que as vezes precisamos escutar novamente, palavras que nos faz pensar.
Um sábio grego chamado Copta trás essas palavras para o povo de Jerusalém em 1099 e pede que suas palavras sejam eternizadas, que sejam documentadas para que outras pessoas sintam esta sabedoria.

“E o que faremos com as respostas?”, perguntou alguém.
“Alguns escreverão o que digo. Outros se lembrarão das palavras. Mas o importante é que hoje à noite vocês partam para os quatro cantos do mundo, espalhando o que ouviram. Assim, a alma de Jerusalém estará preservada. E um dia poderemos reconstruí-la não apenas como uma cidade, mas como o lugar para onde novamente a sabedoria haverá de convergir e onde a paz tornará a reinar.”

E é com essas palavras sábias que aprendemos ou reaprendemos sobre derrota, solidão, amor, sexo, milagre, ansiedade e muito mais.

“Mas bem-aventurados os que ouvirem as palavras ou lerem o manuscrito, porque o véu irá se rasgar para sempre, e nada mais haverá de oculto que não lhes seja revelado. Ide em paz.”
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24/07/2012

manuscrito encontrado em Accra
vou ler
Rosana 24/07/2012minha estante
ESTOU ANSIOSA ARA LER... EU QUERO...


Rosana 24/07/2012minha estante
MANISCRITO ENCONTRADO EM ACCRA
ANSIOSA PARA LER...


Sandra 24/07/2012minha estante
quero muito louca pra ler


Arlene 26/07/2012minha estante
vou ler


Arlene 26/07/2012minha estante
vou ler


Marcelo 26/07/2012minha estante
vou ler


Marcelo 26/07/2012minha estante
vou ler


Flavia 26/07/2012minha estante
Vou ler


Charles 26/07/2012minha estante
vou ler


Gabi 30/07/2012minha estante
vou ler.


Cris 30/07/2012minha estante
vou ler


cal 31/07/2012minha estante
vou ler


Valeria 31/07/2012minha estante
?vou ler?


Nayla 06/08/2012minha estante
Vou ler


Patty 07/08/2012minha estante
vou ler


Mari 07/08/2012minha estante
vou ler


Fernando 07/08/2012minha estante
Só aguardando o meu Ipad para me deliciar em mais uma bela leitura.


Amanda 09/08/2012minha estante
Vou ler


Gustavo 09/08/2012minha estante
vou ler


Diego 10/08/2012minha estante
Vou ler


Renato 10/08/2012minha estante
Vou Ler *--*


Kami 10/08/2012minha estante
Vou ler


Jullya 19/08/2012minha estante
Vou ler :DD




Rodrigo 25/07/2012

Sabedoria
Se passa na Jerusalém de 1099, na noite em que sofreria uma invasão.Um sábio grego, Copta, reúne judeus, muçulmanos e cristãos para a praça, e começa a responder perguntas sobre assuntos diversos , tais como elegância, sexo, morte, ansiedade.

É Paulo Coelho, novamente, tornando nossas vidas melhores.Gostei muito.
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Elissandro 10/08/2012

Manuscrito encontrado em Accra
14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão formada por cristãos, judeus e muçulmanos chega à praça achando que irá ouvir uma preleção sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que Copta tem a lhe dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, mas o grego só quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente em sua vida cotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte. Na tradição de O Profeta, de Khalil Gibran, o Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre nossos princípios e nossa humanidade.
Este livro realmente é uma reflexão gritante sobre os valores, ou melhor, a perda de valores ao longo do tempo. Esse sim, pode ser considerado um livro de cabeceira, traz mensagens importantes para nossa vida, proposições que precisam ser levadas em consideração em todos os nossos atos, em todos os nossos momentos.
O mundo se encontra hoje perdido em meio a tanto desamor, tanta falta de fé, tanta maldade, tanta intolerência, e esta obra mostra que é possível vivermos em harmonia, cada um buscando seus espaços, lutando por seus objetivos, mas sempre respeitando o outro.
O livro coloca o amor no seu sentido àgape, ou seja, amor incondicional, longe de se reduzir a apenas um sentimento por outra pessoa, mas sim um amor como força de vida, coragem, respeito, dignidade, vivência, fé, é um livro que nos mostra valores que vem viajando no tempo desde a antiguidade, e que nos molda até hoje, mostra que vale a pena viver e que tudo que acontece em nossa vida serve como aprendizado, tudo sempre tem um propósito, apenas precisamos saber aproveitar.
“Ame. Não falo aqui apenas do amor por outra pessoa. Amar significa estar disponível para os milagres, para as vitórias e derrotas, para tudo o que acontece durante cada dia que nos foi concedido caminhar sobre a face da Terra.”
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Daniel 08/09/2012

Bem-aventurados os que ouvirem as palavras ou lerem o manuscrito...
Um livro maravilhoso, no qual a leitura nos faz refletir sobre nossos conceitos de amor, lealdade, tempo, vitória, derrota, amizade e outros.
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Jaíne 10/07/2014

Fascinante!
Mais do que um livro, uma lição de vida!
Essa foi a segunda obra do autor que li e simplismente amei! Na verdade, nas primeiras notas do livro Paulo Coelho nos dá uma descrição rápida de seu conteúdo, nos mostrando que o conteúdo do livro nada mais é do que um manuscrito que nosso autor nos transcreveu (daí o nome "Manuscrito encontrado em Accra").
Repleto de conselhos maravilhosos e lições para diversos campos da vida, essa obra toca lá no fundo da alma. Ouvi certa vez de uma professora que livro bom é aquele que muda alguma coisinha em você e de acordo com essa definição, posso dizer que esse é um livro mais do que bom!
Queria que a galera das "modinhas", que só leram aqueles romances clichês que viraram febre, lessem esse livro para saberem o que é uma verdadeira leitura profunda e que te faz refletir.
Há tempos não dava 5 estrelas para um livro e é com orgulho que digo: ESSE MERECE ATÉ MAIS!

Para ter acesso a essa e outras resenhas, acesse:

site: mundodasresenhas.com.br
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"Ana Paula" 11/09/2012

11/09/2012
O que dizer deste livro? Não sei, sempre fico assim quando leio um livro do Paulo Coelho. Ele consegue transmitir em palavras tudo o que sentimos, e isso tras uma paz imensa.

Manuscrito Encontrado em Accra, é uma transcrição do verdadeiro manuscrito, que como Paulo explica no livro, foi lhe dado por um amigo.

Neste livro, enquanto Jerusalém se preparava para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta, convoca uma reunião com todos para instigar as pessoas a buscarem a sabedoria que existe em suas vidas.

" E se a vitória não for desta vez, será na próxima. E se não for na próxima, será mais adiante. O pior não é cair, é ficar preso ao chão." Pag: 28

Com uma linguagem simples e direta, Paulo Coelho nos mostra como é possivel enfrentar obstaculos intransponiveis e se sentir bem a cada novo dia. Um livro fantastico e muito encorajador.

" Amor é apenas uma palavra, até que alguém chega para lhe dar sentido. Não desista. Geralmente é a última chave no chaveiro que abre a porta." Pag: 79
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Tórtoro 15/10/2012

PAUL LAPIN DANS ACCRA
“Jerusalém! Que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados!”
Lucas 13: 31 - 35


Acabo de ler Manuscrito encontrado em Accra, do acadêmico da Academia Brasileira de Letras, Cadeira número 21.
Nada de novo para quem, como eu, já li todos os livros anteriores de Paulo Coelho, escritor com obra publicada em 168 países e traduzida para 73 idiomas.
Tenho uma grande amiga escritora que confessa ter deixado de ler uma tradução de livro de um autor nipo-britânico, considerado entre os cem melhores da última década, porque o tradutor, na primeira linha do romance, iniciava com uma próclise ” Me chamo...”.
Meu olhar não é de Mestre. Meu olhar é sempre o de um aprendiz.
Sendo minha formação na área das exatas, pouco me importa, em alguns casos, a obediência às normas restritas da gramática, bastando que, em certos livros eu encontre conteúdo que possa me levar a alguma reflexão, a alguma experiência de vida, ao conhecimento de fatos históricos e de biografias interessantes: penso que só é preciso que a linguagem seja acessível aos leitores.
Pedro Luso de Carvalho, advogado de Porto Alegre, que confessa não ter lido Paulo Coelho, comenta em seu site: “O que se tem visto pelos meios de comunicação é que a obra de Paulo Coelho tem tido uma invejável aceitação, como acontece, por exemplo, na França, país que é um símbolo do bom gosto e da cultura, onde escritores de todo o mundo aportam, principalmente em Paris, em busca da fama que a Cidade Luz pode lhes dar, isso, desde os anos de 1930, no mínimo”.
E continua afirmando que não se pode dizer que, nos países em que seus livros são vendidos, Paulo Coelho seja tratado como uma pessoa folclórica, como, aliás, acontece no seu país, o Brasil. Em muitos países o escritor é recebido por pessoas públicas importantes, como é o caso de Sarkozy, presidente da França, e por aí afora. E nos locais onde se apresenta, a ele é dispensada uma atenção digna de escritor de renome, onde não se vislumbra preconceito sobre a sua obra literária.
E completa informando que no dia 15 de outubro de 2008, Paulo Coelho concedeu uma entrevista coletiva em Frankfurt, Alemanha, onde ele foi o convidado de honra para a 60ª edição da Feira do Livro de Frankfurt, o maior evento da indústria editorial do mundo. Paulo Coelho desembarcou em Frankfurt, onde se encontravam 7.373 expositores de 101 países, para comemorar os 100 milhões de exemplares de livros vendidos em todo o mundo e receber o prêmio Guinness por ser o autor do livro mais traduzido no mundo, O Alquimista, em 67 idiomas.
Fosse o escritor do Manuscrito, Paul Lapin ou Paul Rabbit, as palavras do grego Copta que prega para jovens e velhos, homens e mulheres, sobre os valores que restam depois que tudo foi destruído — 14 de julho de 1099, enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados — possivelmente estariam sendo citadas em revistas literárias, e o livro sugerido em resenhas como leitura imprescindível para o conhecimento de um dos autores mais lidos da literatura universal.
Mas como santo de casa não faz milagre...

ANTONIO CARLOS TÓRTORO
ancartor@yahoo.com
www.tortoro.com.br
Fer Kaczynski 03/11/2012minha estante
Concordo, Paulo Coelho só não é reconhecido no Brasil, pq temos a tendência de valorizar apenas o que vem de fora, até os ditos cultos e intelectuais tem essa baixa-autoestima enraizada e não admite admirar esse escritor que o mundo inteiro estima e aclama, temos muito o que evoluir ainda, infelizmente!




Patty 20/05/2013

Auto-ajuda
Para mim o Paulo Coelho não é mais o mesmo. Seus livros eram bons porque os romances tinham uma cota de misticismo e mágica que nos fazia voar na imaginação. Mas em O Aleph já o achei sem essa magia e agora em Manuscrito Encontrado Em Accra,está mais para um livro de auto-ajuda do que de magia, o que é uma pena! Quem gostava dos livros antigos provavelmente irá concordar comigo que esse livro não é dos melhores!
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Adriano 22/08/2012

Interessante
Admito que li poucos livros do Paulo Coelho quando li o que se tratava eu resolvi ler para entender. achei interessante não ficou como livros " o segredo e o sucesso é ser feliz " que tem palavras motivacionais. até tem, tem um fundo histórico, não é entendiante , consegue ler tranquilamente.
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24/04/2013

lições de vida
De acordo com as leituras que já fiz do mesmo autor, não é dos melhores, mas é interessante, tem boas lições de vida.
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@APassional 12/09/2012

Manuscrito encontrado em Accra * Resenha por: Elis Culceag * Arquivo Passional
“A mais destruidora das armas não é a lança ou o canhão - que podem ferir o corpo e destruir a muralha. A mais terrível de todas as armas é a palavra - que arruína uma vida sem deixar vestígios de sangue, e cujas feridas jamais cicatrizam. Sejamos, portanto, senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.”

Como encontrar palavras para descrever um livro onde praticamente todas as palavras são belas e sábias a ponto de emocionar?

Do começo: esse livro é a transcrição de uma cópia do manuscrito encontrado em 1974, pelo arqueólogo inglês Sir Walter Wilkinson, escrito em árabe, hebreu e latim (possivelmente no ano de 1307 da Era Cristã e originário de Accra), que foi entregue por seu filho a Paulo Coelho em 2011.

O conteúdo do manuscrito é a narrativa de uma reunião que aconteceu na véspera da invasão de Jerusalém pelos cruzados em 1099, quando cristãos, judeus e muçulmanos se reuniram na praça central atendendo ao chamado de Copta, um sábio grego residente no local. Ele os impele a uma reflexão sobre todo o conhecimento de vida que adquiriram até então, para que as testemunhas dessa reunião possam partir antes da invasão e espalhar-se pelos quatro cantos do mundo, disseminando o que ouviram ali.

O discurso de Copta é feito de improviso, baseado nos temas que a própria audiência levanta. Cada tema abordado pelo público marca o início de um novo capítulo. Alguns dos temas são: a derrota, o amor, a solidão, o comodismo, a elegância, o trabalho, a lealdade e o sucesso, dentre outros.

“Só é amado e respeitado aquele que se ama e se respeita. Jamais procure agradar a todo mundo, ou irá perder o respeito de todos.”

Para além de questões como talento, sorte e senso de oportunidade que envolvem a figura de Paulo Coelho (afinal seu nome não rima com pé-de-coelho?), ao término da leitura eu acredito que o manuscrito não caiu em suas mãos por acaso. Quem melhor do que o autor brasileiro mais lido do mundo para apresentar ao maior número de pessoas possível esse conteúdo precioso?

“A mais importante das guerras não é travada com o espírito elevado e a alma aceitando seu destino. É aquela que está em curso neste momento em que conversamos - cujo campo de batalha é o Espírito, onde se enfrentam o Bem e o Mal, a Coragem e a Covardia, o amor e o Medo.”

Não poderia deixar de falar sobre a capa do livro, que me encantou. Em primeiro lugar, tem as cores que eu amo, e para completar, ela é feita de um material com toque aveludado, que nos dá a sensação de estar segurando algo antigo, quente e querido. A diagramação foi delicadamente trabalhada, e em todo o relato há uma transparência em cinza ao fundo, sugerindo uma folha "solta", como seria se estivéssemos lendo realmente um manuscrito.

Com certeza, esse é um dos livros que sempre irei reler e que me ajudará a refletir constantemente sobre os meus princípios e o meu papel na condução da minha própria existência.

“Ame. Não falo aqui apenas do amor por outra pessoa. Amar significa estar disponível para os milagres, para as vitórias e derrotas, para tudo o que acontece durante cada dia que nos foi concedido caminhar sobre a face da Terra.”

Recomendo. Passionalmente.
Beijos... Elis Culceag.

Resenha publicada no Blog Arquivo Passional em 12/09/2012:

http://www.arquivopassional.com/2012/09/resenha-manuscrito-encontrado-em-accra.html
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Ana Paula 28/10/2012

Manuscrito Encontrado em Accra - Paulo Coelho
Paulo Coelho foi excepcional nesta obra!
O livro fala sobre um povo que se preparava para uma invasão dos cruzados, e na véspera se reuniram com um homem misterioso e de grande sabedoria. Este homem, chamado Copta, ensina-os sobre a essência da vida. Até mesmo homens de religiões distintas ficam admirados com sua sabedoria.
O livro te faz parar e pensar em cada capitulo. É um excelente mecanismo de busca em momentos de dúvida, onde todos deveriam ter na estante de sua casa.
O interessante do Paulo Coelho é a sua crença, onde não há religião, não há normas, não há sermões. E acredito que, todos deveriam ser um pouco como ensina este livro. Afinal, Deus está dentro de cada um de nós e não necessariamente nos templos religiosos.
Maravilhoso! É mais que claro que indico esta obra a todos vocês!
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Nathalia Neri 13/03/2013

O velho ensinamento
Paulo Coelho vem engrandecendo suas obras desde O Aleph.
O Manuscrito nos traz de uma forma mais clara os ensinamentos que os humanos vem passando de geração em geração há séculos. É um livro que sempre que algo nos abater, se perdemos o equilibro, ler umas páginas ou um tema que nos aflige no momento específico nos faz refletir e pensarmos de uma melhor forma.
Grandes ensinamentos que ainda precisamos colocar em prática, e sempre passar a diante.
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Erika Augusto 08/08/2012

Passa....
Não é dos melhores, mas passa... Já li quase todos os livros do Paulo Coelho, e prefiro os relatos pessoais, como o melhor deles, na minha opinião, O Aleph.
Manuscrito encontrado em Accra é um livro para ter em mãos a todo momento, com pequenos pensamentos e frases inspiradoras.
Gostei, mas esperava mais!
Gui 11/08/2012minha estante
Preciso reconhecer que nunca li um livro inteiro dele. Já abandonei todos os títulos, vamos ver se esse eu consigo ler do começo ao fim.




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