Adoração no Lar

Adoração no Lar Joel R. Beeke




Resenhas - Adoração no Lar


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Marlon 22/02/2019

Você pode estar matando sua família!
Joel Beeke sugere um modelo de Adoração no Lar que sinceramente não vi em nenhuma família atual, talvez me faltem referências. O fato é que mesmo que não tenhamos exemplos disso aplicado, isso não tira a necessidade de fortalecermos nosso lar por meio do culto doméstico. O autor vai combater as principais desculpas para que o culto familiar não aconteça, assim como demonstra o porque é essencial que ele aconteça. O livro é curto, mas muito rico, você verá nos trechos abaixo.
É uma questão de disciplina primeiramente, é de priorização do tempo. Que o Senhor seja a prioridade do nosso lar e família.

Trechos desse livro você encontra em:

site: https://trechoselivroscristaos.com.br/resumos/adoracao-no-lar-joel-beeke/
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Augusto 24/12/2018

Esse livreto de Joel Beeke é um grande encorajamento para realizarmos cultos domésticos. Ele nos traz a base bíblica para sua realização, benéficos e trás um diretório de culto doméstico, com dicas valiosas.
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Marcelo.Avila 13/12/2018

A adoração a Deus deve acontecer também nas nossas casas
O livreto de Joel Beeke tenta resgatar uma prática antiga na Igreja Cristã de vertente reformada que foi sendo deixada de lado com o avanço da modernidade.

Propõe a aproximação diária a Deus, por meio do culto doméstico, e mostra que ela apresenta outros resultados além desse, incluindo a união familiar, o entendimento da matéria bíblica, a aplicação das normas de Cristo na conduta diária de cada pessoa.

Apesar de muito curto, o livro é um excelente começo para nos situar diante do Deus Todo-Poderoso com humildade e amor, e também situar o convívio amoroso no lar.

Não poderia recomendar mais.
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Gilmar.Melo 05/06/2017

Para cultuarmos no lar
Um bom livreto que nos mostra a importância da prática do culto no lar. O livro traz orientações para iniciarmos e mantermos esta prática tão importante para as nossas famílias.
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Tiago 27/03/2015

A arte esquecida do culto doméstico
Uma das reclamações mais frequentes na igreja hoje é a falta de devoção pessoal dos cristãos, o que, com frequência, ocasiona a correspondente falta de vitalidade e crescimento das igrejas. Quando se buscam as raízes do problema, porém, raramente se atribui a frieza espiritual à virtual ausência nas famílias cristãs modernas do culto familiar.
Este pequeno livro do Dr. Joel Beeke pretende ser um guia teológico e prático que possibilite a implantação do culto doméstico nas famílias interessadas. O autor é reconhecidamente umas das figuras mais proeminentes no meio cristão atual. Lembro-me de que, em 2014, participei de um Encontro da Fé Reformada, na cidade de Belém do Pará, onde um dos preletores se referiu ao Dr. Beeke, também presente, como um “puritano vivo”. De fato, ele é um dos maiores divulgadores do pensamento puritano nos nossos dias, especialmente por meio do Seminário Teológico Reformado Puritano (Puritan Reformed Theological Seminary) e da sua editora, a Reformation Heritage Books. E, em Adoração no Lar, é vívido o espírito puritano, seja na sua ênfase na devoção familiar, seja na linguagem tocante e exortativa. Em certo trecho, o Dr. Beeke diz:
“Deus nos deu exemplos bíblicos de culto familiar, e não os seguiremos? Deus colocou em nossos lares, almas de criaturas feitas à sua imagem, e não usaremos todas as nossas habilidades para ver nossos filhos se curvarem em adoração diante de Deus e de seu Filho, Jesus Cristo? Será que não nos esforçaremos para promover a piedade cristocêntrica em nossos lares, a qual o culto doméstico é tão apto a promover? Brincaremos com o alimento espiritual, sim, com a eternidade dos membros de nossa própria família?”
O livro está estruturado em cinco capítulos e dois apêndices. No primeiro capítulo, o Dr. Beeke apresenta as bases teológicas do culto familiar, partindo do princípio de que toda criatura deve adoração ao Deus trino, e que, na Escritura, Deus lida com o homem por meio de alianças e representantes. É interessante a maneira como ele expõe a analogia, ainda que imperfeita, existente nas relações no interior da família terrena e na Santíssima Trindade, sendo esta um modelo ideal no amor e na comunhão para aquela.
No segundo capítulo, o Dr. Beeke apresenta o culto doméstico como um dever, discorrendo sobre a famosa passagem em que Josué afirma ousadamente: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor.” (Js 24:15) Como o autor demonstra, Josué já era de idade avançada e sabia que brevemente morreria; isso não o impediu, porém, de falar não somente por si, mas por toda a sua família. Também é apresentada aqui a maneira pela qual Deus deve ser servido nas famílias, sendo elas: a instrução diária na Palavra de Deus, a oração diária e o cântico de louvores, em especial, os salmos. A exortação é direcionada especialmente aos pais de família:
“Como chefes de famílias, devemos implantar o culto doméstico em nosso lar. Deus requer que o adoremos não apenas em particular, como indivíduos, mas também publicamente, como membros do corpo da aliança e da comunidade; e também socialmente, como famílias. O Senhor Jesus é digno dessa adoração, a Palavra de Deus ordena isso, e nossa consciência afirma que esse é nosso dever.”
O capítulo três traz algumas orientações práticas sobre a implantação do culto doméstico. São discutidas questões como a preparação inicial, a maneira de lidar com as crianças em diferentes faixas etárias, o material que deve ser utilizado, local e tempo das reuniões. Também são dadas orientações sobre a duração do culto doméstico (que deve primar pela brevidade), além de valiosas dicas quanto à leitura das Escrituras, a instrução nelas, o momento de oração e o momento de cânticos.
No capítulo quatro são respondidas diversas objeções ao culto doméstico, dentre elas a falta de ordem específica nas Escrituras para essa prática, a suposta falta de tempo, a incapacidade do chefe de família para a tarefa, etc. Todas elas são respondidas com brandura, mas ao mesmo tempo com firmeza e convicção pelo autor.
Finalmente, no capítulo cinco são apresentadas algumas motivações para o culto doméstico. Esta é parte mais tocante do livro, com diversas citações de J. C. Ryle e outros autores clássicos, demonstrando a importância e necessidade do culto doméstico diário e organizado.
O livro traz ainda dois apêndices, sendo que o primeiro deles é o Diretório para o Culto Doméstico, redigido pela Assembleia de Edimburgo, no ano de 1647. Vale a pena ler e aprender com os mestres do passado sobre como se deve proceder na organização e realização do culto doméstico. Certamente, não é possível atentar para todos os detalhes prescritos, devido à falta de estrutura eclesiástica, mas a leitura deverá servir de grande incentivo para quem já foi convencido pela exposição do Dr. Beeke. Em particular, é interessante a distinção que a Assembleia faz entre o culto familiar e a reunião de grupos familiares, desaprovando essa última:
“Embora possa haver alguns efeitos e frutos do encontro de pessoas de famílias diferentes em tempos de depravação e dificuldades (casos em que muitas coisas são recomendáveis, as quais, de outro modo, não seriam toleradas), quando Deus nos abençoa com a paz e a pureza do evangelho, essas reuniões com pessoas de famílias diferentes (exceto nos casos mencionados pela presente orientação) devem ser reprovadas, por terem a tendência de se tornarem um empecilho à prática religiosa de cada família e um prejuízo para o ministério público, e também por afastarem as famílias de suas congregações específicas e de toda a igreja, com o passar do tempo. Além disso, muitos pecados podem surgir dessa prática, causando o endurecimento dos corações dos homens carnais e tristezas para os piedosos.”
O outro apêndice é o comovente relato sobre o impacto que a lembrança de um pai amoroso e cuidadoso da saúde espiritual do filho pode causar. John Patton, que se tornaria um missionário entre índios canibais, deixou registrado o momento em que se despediu de seu pai, quando foi estudar. Essa história demonstra de modo cabal o impacto que o culto familiar pode ter sobre a vida de um adolescente ou jovem. Patton chega a relatar que fugiu de muitas concupiscências da juventude apenas pela lembrança de um pai amoroso, que se reunia com os filhos todos os dias para orar, ler a Palavra e cantar louvores a Deus.
Concluindo, o livreto do Dr. Beeke é uma leitura agradável sobre um tema negligenciado, mas que comprovadamente exerceu grande impacto na vida e na devoção da igreja no passado. Tomara Deus anime a todos os cristãos para que voltem à prática dessa tarefa tão necessária e urgente para a igreja!
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Geolê 27/10/2012

Desafiando pais!
O livro é pequeno. Pode ser lido em apenas uma sentada, porém é suficiente pra nos desafiar a uma importante responsabilidade na família, principalmente aos pais, que é a prática do Culto Doméstico. Tão pequeno seu formato que não contêm nem uma introdução ou prefácio.

O autor procura mostrar de início a base bíblica pra defende-lo, depois mostra como isso é um dever que não deve ser negligenciado, como implementar isso com dica de tempo, horário, leituras, depois responde a algumas objeções, dentre elas nossa família não tem tempo pra isso, e depois mostra as motivações corretas para o culto doméstico.

Escrito por Joel Beeke, não poderia se esperar algo que não fosse de caráter puritano. Cheio de aplicações práticas baseando-se em alguns contextos diferentes.

O que me chamou muito a atenção foi o Apêndice 1 que é O diretório para culto doméstico que foi organizado na Assembleia de Edimburgo, 24 de Agosto de 1647. De início encontramos a seguinte introdução:

A Assembleia Geral, após um debate maduro, aprova as seguintes regras e instruções para promover a piedade e impedir divisões e facções. Essa assembleia também nomeia pastores e presbíteros governantes em cada congregação, a fim de dedicarem um especial cuidado para que essas instruções sejam observadas e seguidas. Semelhantemente, os presbitérios e sínodos provinciais devem inquirir e investigar se essas instruções estão sendo observadas em suas jurisdições, e repreender ou corrigir (conforme a gravidade da ofensa), quando houver necessidade, de modo que essas instruções não se tornem ineficazes e inúteis entre alguns, pelo fato de terem o costume de negligenciar a própria essência do dever do culto doméstico. Além disso, a assembleia também ordena e designa pastores e presbíteros governantes para pesquisar e investigar com diligência, nas igrejas das quais são encarregados, SE HÁ ALGUMA FAMÍLIA QUE COSTUMA NEGLIGENCIAR ESSE DEVER NECESSÁRIO.

Se alguma família for encontrada nessa situação, o chefe da família deve ser primeiramente admoestado em particular, a fim de corrigir o seu erro. Caso ele continue sendo negligente, deve ser repreendido publicamente, com seriedade. Se depois disso ele ainda negligenciar o culto doméstico, por sua obstinação em tamanho pecado, deverá ser suspenso da ceia do Senhor e proibido de tomar parte nela, sendo justamente considerado indigno de participar desse sacramento, até que corrija essa situação. [ênfase minha]

Eu fico impressionado com a seriedade que o culto doméstico é tratado e como isso é negligenciado hoje em dia. Eu particularmente, limitando-me ao pouco que conheço de algumas pessoas, não conheço um lar que tenha essa prática regular de Culto Doméstico.

Por que essa prática foi deixada de lado? Por que tal coisa nem sequer é mencionado? Eu reconheço a importância de tal prática e pretendo viver isso em minha vida com minha futura esposa e futuramente com os filhos. Concordo com o autor sobre a importância dessa prática não só pra ensino e catequese dos filhos, mas como prática de devoção diária evidenciando que o Deus de nosso lar é Rei e a Ele nós prestamos culto e adoração.

Com isso não pretendo dar indireta a ninguém e muito menos querer ser duro demais para com aquelas famílias cristãs que amo e que não têm essa prática. Mas a respeito desse assunto, se não há uma prática dessa atividade, recomendo que considere minunciosamente esse livro e refletir a respeito.

Recomendo a todas famílias cristãs, em especial aos pais.

Não baixem a cabeça para as adversidades desse mundo! Não baixe a cabeça para as dificuldades que te seguram! Você tem pessoas que foram colocadas ao seu cuidado e como você tem liderado?
Creio sinceramente que uma forma de uma família honrar a Deus na liderança do homem da casa, é com a prática diária regular do Culto Doméstico.

Copio abaixo um trecho final do Diretório para o Culto Doméstico:

Por um lado, o propósito e a intenção dessas instruções é que o poder e a prática da piedade entre todos os ministros e membros desta igreja, de acordo com suas diversas posições e vocações, sejam valorizadas e se desenvolvam; e que toda a impiedade e zombaria em relação às práticas religiosas sejam reprimidas.

E, por outro lado, que sob o nome e pretexto de práticas religiosas, não seja autorizada nenhuma reunião ou prática que cause pecados, escândalo, partidarismos, desprezo, desrespeito com os sacramentos públicos e ministros, negligência dos deveres de vocações específicas ou quaisquer outros males que sejam obras da carne e não do Espírito, e contrários à verdade e à paz.

Que Deus nos leve a sermos agradáveis aos seus olhos em nosso viver diário em nossos lares.

Tenha misericórdia de nós, Oh Deus!
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