As Cavernas de Aço

As Cavernas de Aço Isaac Asimov




Resenhas - As Cavernas de Aço


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50livros 06/07/2020

Livro bom para fãs extremos de sci-fi
Sabe quando você lê a sinopse, se empolga pensando que é uma coisa, mas no fundo é outra? Então, aconteceu exatamente isso comigo. Calma, não me decepcionei em nada com o livro, mas ele é vendido como um romance policial futurista, mas, na verdade, é só uma ficção científica com um crime no meio. É um sci-fi primoroso, com certeza, mas está longe de ser policial. Nessa leitura, meu primeiro contato com Azimov, mostrou porquê ele é referência no gênero. O mundo que ele constrói é extremamente original, com contornos muito reais, o que é um tanto chocante. Só que eu acho que ele só é excepcional na parte científica mesmo, porque, apesar dos personagens serem bons e bem construídos, não são nada cativantes. São bem chatos, para falar a verdade. O final é bem interessante, mas não me empolgou em nada para continuar a série. Com certeza foi uma boa leitura e com inúmeras qualidades, mas não sei se foi realmente a minha praia. Tenho quase certeza de que não continuarei a ler a série e pensarei duas vezes antes de ler outro livro do autor. Para lê-lo, com certeza precisarei estar inspirada para isso.

site: https://www.50livros.com/post/resenha-de-as-cavernas-de-a%C3%A7o-s%C3%A9rie-saga-dos-rob%C3%B4s-vol-01-de-isaac-azimov
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MarceloBighetti 19/08/2010

A primeira vez que li este livro foi em 1992 e terminei agora minha segunda leitura.

Da primeira vez não percebi o que Asimov estava realmente querendo dizer. Eu via apenas uma história policial em um mundo fantástico criado por este gênio, tendo como base as leis da robótica, mas hoje vejo que o conteúdo é muito... muito mais que isto.

Deixando de lado a trama principal da investigação de um assassinato percebemos algo interessante nesta sociedade terrestre do futuro onde a humanidade vive em cidades redomas e as pessoas não tem contato direto com a atmosfera. A simples idéia de uma exposição ao ar livre se transforma em uma fobia. Nesta época, além da Terra, há outros 50 planetas que foram colonizados séculos antes pelos terráqueos. Agora o povo da terra sente ódio dos espaciais (habitantes dos 50 mundos), talvez por inveja de seus mundos melhores ou pela ingratidão dos mesmos em não permite mais a imigração dos terrestres. Os espaciais por sua vez sentem nojo e repulsa pelo povo da Terra, tendo o argumento que estes são cheios de doenças e podem contaminar seus mundos, o que é verdade pois eles perderam a imunidade às doenças terrestres a muito tempo. Mas sua repulsa vem de sua superioridade, menosprezando os mais fracos e esquecendo suas origens.

Na época em que Asimov escreveu este livro (1957) a população mundial era de aproximadamente 2,5 bilhões. Na história de "Caça aos Robos", muitos séculos a frente de nosso tempo, Asimov estimava a população mundial em 8 bilhões. Atualmente somos 6,5 bilhões e os 8 bilhões imaginados por Asimov estimasse que será alcançado em 2025. Acho que estamos bem adiantados.

Com este breve panorama deste mundo Asimoviano tento traçar uma correlação com nossa sociedade atualmente. Será que vivemos em Cavernas de Aço como o título original em inglês sugestiona? É claro que não mas infelizmente vivemos em Cavernas Virtuais e possuímos um preconceito como o dos espaciais.

É com uma certa frequência que ouço muitas pessoas compartilharem com certo orgulho a quantidade de amigos que possuem no orkut, facebook e afins. Se gabam que conseguem "falar" com "tantas" pessoas ao mesmo tempo no MSN. Não estou aqui dizendo que estas ferramentas não são úteis, pelo contrário, as utilizo de forma a aumentar meu desempenho em algumas atividades. O que quero dizer é que as pessoas estão se isolando fisicamente com a falsa auto justificação que neste mundo globalizado precisamos ter contatos pelo mundo afora. Concordo, mas desde que isto não o isole. As redomas virtuais estão se tornando cavernas virtuais, onde a fobia pelo contato social começa a aumentar em proporções .

Nestes 4 dias de carnaval os jovens da minha Igreja foram acampar. Na terça-feira quando fui buscar minha filha e ao ver as sorridentes e cansadas jovens descerem do ônibus uma moça amiga minha responde a minha pergunta de como foi o acampamento desta forma: "Foi uma experiência interessante ficar 4 dias sem internet." Eu espera qualquer resposta, menos esta.

E para terminar, e tratando apenas de uma faceta, vejo o preconceito tecnológico. Quantos mega pixels tem sua máquina? Qual a geração do seu celular? Qual a velocidade da sua banda larga? Qual seu processador? De quanto é seu HD? Só isto... o meu é bem melhor...
ogilvieira 18/11/2013minha estante
Medievalista detected, concordo com tudo que disse.


Junio.Coelho 10/12/2019minha estante
Excelente texto. Parabéns!




Rodrigo Digão 15/05/2020

Uma obra prima, um clássico atemporal, o autor nos ambienta em um mundo futurista onde os humanos " convivem" com Robôs, uma história com ação, política , questões eticas e muito mais. O enredo gira em torno de um assassinato, porém quem eh o culpado? Quais as modificações? Ódio! Raiva! Racismo! Vale muitoooo a pena ler.
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Rafaela (@exlibris_sc) 26/04/2020

Scifi e policial de ponta!
Ainda estreante no cenário asimoviano, me surpreendi demais com esse livro. O primeiro de 4 que compõe a Série dos Robôs. Sem dúvida uma das melhores leituras dos últimos anos!

Junte dois gêneros literários que parecem ser opostos, Romance Policial e Ficção Cientifica, não sei vocês, mas eu não lembro de outro autor que fez o mesmo e se fez, tenho minhas dúvidas quanto a eficiência.

Agora jogue um assassinato na trama; a ambientação, o contexto, os suspeitos e, sobretudo, os investigadores dão ao leitor boas horas de “rachar a cuca” para desvendar o crime e para visualizar com eficácia toda a parafernália das cidades terráqueas sob a redoma (até lembra o livro do Stephen King né? Olha aí a inspiração. Será?) Elijah Bailey é o clássico detetive que, a primeira vista, pode ser considerado um bonachão, mas ao longo da estória sua personalidade vai se desenrolando e vemos seu cérebro afiado agindo de uma forma bem inusitada.

Seu parceiro é um robô, e não qualquer um, um androide bonitão que veio de fora, literalmente, afinal ele é um Sideral. Raça essa que, pelos olhos do Elijah e dos terráqueos, me lembrou bastante os elfos de Tolkien.

O livro apresenta diversos “plots twists” que fazem a gente se sentir em uma montanha russa. Para quem gosta de ficção científica esse livro é para você e para quem curte aquela investigação hardcore de assassinato-motivo-arma-do-crime, então agarre essa leitura na primeira oportunidade!

site: https://www.instagram.com/p/B_awOSwjGYX/
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Carvalhães 01/04/2020

Boa Ficção Científica em um bom Rotmance Policial
É uma boa indicação para leitores de ambos os gêneros, Ficção Científica e Romance Policial. E apesar disso, é um pouco mais do que apenas a história de um crime e de robôs. As ideias do futuro e da robótica de Asimov são impressionantes, não ainda nos dias de hoje, mas ainda mais nos dias de hoje.
"A separação entre humano e robô talvez não seja tão significante quanto a divisão entre inteligência e falta de inteligência."
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heitor 29/05/2020

Finalmente terminei
Bom, provavelmente o problema deve estar comigo por que eu não gosto da escrita do Asimov...

Uma investigação tão básica e forçadamente complicada, com voltas e voltas desnecessárias apenas por uma ação específica de um personagem específico que lá na frente serviu como base bem genérica para a resolução do mistério.

Acho que o que mais me incomodou foi o desenvolvimento de teorias pelo personagem até o limite para no final ele estar equivocado e começar do zero (isso aconteceu duas vezes; ler todo um mistério, uma linha de raciocínio pra chegar no final e o personagem perceber que estava errado).

A filosofia e tudo mais é interessante, mas foi penoso demais terminar de ler! Por fim, o livro ficou no "bom" pelo plot (que eu já suspeitava desde o começo, mas mesmo assim, foi legal).

Já me senti inferior por não entender ou não gostar do autor, já que muitas pessoas gostam e entendem as viagens que o cara faz, mas a verdade é que a leitura tem que ser algo prazeroso e ler Asimov não é nada prazeroso pra mim.

O Fim da Eternidade foi o meu primeiro dele e As Cavernas de Aço, o último...
Thiago.Garisto 18/06/2020minha estante
Também foi penoso para eu terminar o livro, vi tantos comentários positivo que pensei o problema ser comigo mas sua resenha foi exatamente como me senti para chegar no final.


heitor 18/06/2020minha estante
Não tem como forçar algo! O Asimov pode ser um excelente autor, mas em questão de narrativa, pra mim, peca mto no ritmo! Já pensei q era característica do gênero sci-fi, mas já li outros livros bem mais dinâmicos! Essa linearidade constante é difícil demais de prosseguir kkkkk acho que a culpa não é nossa nem dele, só não somos compatíveis kkkk




Kléver 22/05/2020

Os robôs de Asimov
Depois de conhecer a Trilogia da Fundação, conhecer os fatos terrestres que levaram os humanos até o espaço se tornou quase uma obsessão.

As Cavernas de Aço nos mostram um planeta Terra totalmente reformulado em suas condições sociais e políticas.

Conhecer o protagonista Elijah “Lije” Baley é incrível no mesmo ponto que conhecer R. Daneel Olivaw.

A leitura é super recomendada, apenas cuidado com o vício.
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Pedrim 23/05/2020

Mistério robótico.
Gosto muito de livros de suspense policial, investigação. Minha coleção completa de Sherlock Holmes que o diga. Esse livro mistura de forma brilhante investigação com um futuro utópico (mas eu diria distópico) da Terra. Uma coletânea de robôs, crimes, segregação, colonização interplanetária, ETs. Tudo isso nos planos de fundo, enquanto o Detetive Elijah Baley tenta elucidar o assassinato de um Sideral, cujo principal suspeito é uma organização secreta contra a introdução de robôs na economia terrestre. Excelente história. Ansioso para continuar lendo essa saga.
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Blog MDL 29/05/2014

O investigador de polícia Elijah Baley não pode acreditar no que o Comissário da Cidade de Nova York acaba de lhe designar: investigar um assassinato ocorrido na Vila Sideral em parceria com um robô. Apesar de não se enquadrar em um perfil extremista e de pensamento totalmente contrário à presença dos robôs na Terra, ele tão pouco poderia se considerar um simpatizante dos estranhos seres que passavam a ocupar cada vez mais espaço no planeta que já vivia em estado de recessão. No entanto, por infelicidade ele não podia se opor a isso. Ainda mais porque um escândalo muito maior poderia surgir se os humanos se recusassem a procurar o culpado pela morte do embaixador dos Mundos Siderais cujas suspeitas já recaíam sobre eles.

Porém, ele jamais imaginou se encontrar no meio de uma confusa rede de conspiração onde a verdade por mais óbvia que pudesse parecer ser, sempre o levava a um perigoso beco sem saída. Temendo cada vez mais pela segurança da sua família, ele se compromete com mais afinco ao caso e se surpreende ao encontrar no seu parceiro uma lealdade que superava até mesmo a lógica fria e imutável própria dos robôs. Mas o que ele não esperava é que quanto mais empenho ele mostrasse, mais lacunas que ele preferia não preencher fossem surgindo e que ao final, ele tivesse que decidir entre aquilo que era melhor para todos e aquilo que era melhor para aqueles que ele amava.

Em “As Cavernas de Aço”, a surpresa passa a ser uma companheira constante. Com uma narrativa acessível, apesar de tratar de temas científicos, Isaac Asimov trouxe para esse livro uma mescla perfeita de investigação, fanatismo e robótica. A princípio eu sequer imaginava que algo assim pudesse ser concebido de forma clara e objetiva, mas o autor não só me mostrou que eu estava errada, como também, me deixou boquiaberta diante do desenrolar dos fatos. Com personagens bem construídos e caracterizados, não é inesperado o fato desse livro ser tão aclamado entre os fãs de ficção científica, pois é utilizando uma parceria pouco convencional entre um investigador de polícia e um robô, que o autor explora e expõe todas as camadas do seu enredo que tem mais significado do que aquilo que se pode ver à priori.

Narrado em terceira pessoa, o livro acompanha essa jornada focando em Baley. Um personagem que apesar de parecer simples, vai se mostrando mais complexo no decorrer da narrativa e que desperta os mais variados sentimentos no leitor. Eu confesso que demorei bastante para me acostumar com ele. Suas acusações infundadas e sua maneira de não querer enxergar a verdade por medo de sofrer foram os grandes responsáveis por isso. No entanto, quando parei de julgá-lo no calor do momento e analisei mais friamente as suas ações, percebi que o seu jeito de ser era o que fazia dele um verdadeiro humano. Era isso que o distanciava mais e mais do pragmatismo e aparentemente perfeição dos robôs.

Fato que apesar de admitido, não diminuiu em nada o carinho que passei a sentir pelo robô Daneel – verdade seja dita, eu pensava nele como alguém com sentimentos durante todo o tempo. Tanto que mesmo sem nunca ter pensando em robótica, eu acabei me identificando com as máquinas cada vez que o autor mostrava as razões reais para que não só o Daneel, mas como todos os que habitavam a Vila Sideral tivesse interesse na Terra. Essa nova perspectiva também me levou a questionar se o jeito deles não seria melhor do que o jeito humano de lidar com as coisas e por isso acabei desenvolvendo certo apreço pela causa que eles defendiam.

É certo que isso ocorreu com certa relutância. Afinal, em partes eu também apreciava as ideias dos Medievalistas que apesar de ser um grupo radical e que tentava expulsar os robôs da Terra por acharem que eles iriam tomar o lugar dos homens, também nutriam um desejo de ter mais do que aquilo que tinham em um sistema onde a humanidade não respirava ar puro, vivia – literalmente – em cavernas de aço e possuía uma dieta a base de leveduras. Ver o desejo deles de ter o velho sistema de volta, me fez refletir ainda mais sobre a sociedade em que vivo. E talvez esse tenha sido o grande truque de Asimov: preencher as lacunas do próprio leitor e convidá-lo a pensar sobre a realidade em que vive despido de preconceitos, focando apenas no bem comum.

Em suma, um livro absolutamente fascinante que atende tanto as expectativas dos fãs da literatura policial através da investigação de um assassinato quanto dos fãs de ficção científica ao explorar o universo robótico. Com certeza uma leitura mais do que recomendada, principalmente para aqueles que carregam dentro de si o desejo de mudança e que estão dispostos a ler nas entrelinhas da mescla de gêneros que Asimov habilmente reproduz nas páginas de "As Cavernas de Aço".

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/05/resenha-as-cavernas-de-aco-por-isaac.html
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Vee 28/03/2020

Intrigante história que incorpora ficção científica ao drama policial
Como sempre Asimov escreve de forma inteligente. Conseguindo manter sua narrativa criativa permeada por tecnologia e expressões técnicas que de fato existem.

"-Porque a forma humana é a forma geral mais bem-sucedida em toda a natureza....Se o que se quer é um modelo capaz de fazer um grande número e uma grande variedade de coisas, todas razoavelmente bem feitas, não há nada melhor do que imitar a forma humana."

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Sidnei 05/06/2020

Investigação ficcional ou ficção investigativa?!?!?!
Já havia lido pelo menos um livro de Asimov, mas era extremamente ficional, porém esse surpreende no toque de investigação policial!
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Gezaine 13/02/2020

Ainda muito atual!
Excelente livro de ficção científica que, embora seja da década de 1950, ainda é bastante atual. Leitura leve, divertida e história com muitas reviravoltas!
Agnaldo Alexandre 13/02/2020minha estante
Olá, tudo bem? Leia as continuações, que não são de fato continuações, mas ambientadas no mesmo universo. São demais também.


Gezaine 13/02/2020minha estante
Oi, Agnaldo. Pretendo lê-las. Obrigada pela dica




Ze 23/05/2020

Um final meio inesperado, mas relativamente morno para uma trama muito boa
A história começa a mil por hora considerando que nas primeiras páginas do livro já somos apresentados de forma objetiva aos fatos a serem investigados. A trama que se desenrola ao longo do livro segue no mesmo ritmo, levando inclusive a algumas sensações de uma agradável tensão, nos fazendo tentar também descobrir como encaixar as peças encontradas pelo detetive Elijah Baley na tentativa de solucionar o caso. Quando a história se encaminha para o final, e o caso ainda parece muito difícil de solucionar, uma reviravolta no caso nos leva a um final que apesar de inesperado mostrou-se um tanto previsível, entretanto o desfecho para cada um dos personagens envolvidos pareceu não fazer muito sentido diante do que se era apresentado, porém vale para corroborar uma das lições que o livro parece querer transmitir: alguns pequenos sacrifícios podem ser tolerados para se atingir um objetivo maior ainda que esses erros sejam muito graves, ou conforme foi dito por R Daneel: Para o bem da humanidade , os erros menores devem ser tolerados.
Leitura e . 23/05/2020minha estante
Oii.. boa tarde, tudo bem? Gostaria de te convidar para seguir meu instagram literário e me acompanhar em minhas leituras... E tá rolando sorteio de livro lá!! Obrigado ? ??

@leituraeponto


Ze 23/05/2020minha estante
Puxa. Obrigado pelo convite. Seguirei sim!




Guilherme 06/04/2020

Bem mais profundo que a investigação principal
As cavernas de aço, primeiro romance da série ?Robôs? de Isaac Asimov, nos apresenta uma terra no futuro, em um dilema entre humanos e robôs. Somos apresentados a Ellijah, um detetive humano, que é convocado para investigar a morte de um ?Sideral?, pessoas descendentes das antigas colônias da terra e que vivem em uma espécie de redoma acima da terra. Os siderais possuem regras extremamentes rígidas para imigração, sendo a superpopulação da terra uma de suas principais críticas ao habitantes dela. Dentro desse enredo Asimov nos mostra um mundo particular e conflituoso entre máquinas e humanos, em um dilema contemporâneo.
Elijah Baley ? Lije ? é um detetive na terra. Convocado para investigação de um assassinato na vila dos siderais, ele se vê em um dilema, ter de trabalhar com um Robô. Daneel, um robô de feições praticamente humanas, diferente de qualquer robô encontrado na terra, é designado para ser parceiro de Lije. Toda trama investigativa é o fio condutor para apresentação do mundo. O conflito entre homens e robôs é um fator central no livro. Humanos culpam a automação com a falta de trabalho e renda. No meio desse conflito, um grupo de pessoas denominados medievalistas, acirram o conflito, inflamando as acusações contra os siderais máquinas.
Este foi meu 2 livro de Asimov, a escrita dele já me é familiar. A construção da sociedade é excelente, e toda trama te prende, revelando que há um universo muito maior do que a investigação policial.
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Sabryelle Torres 30/01/2020

Em "Cavernas de aço" temos uma sociedade dominada pela tecnologia em que as cidades são verdadeiras cavernas fechadas e autossuficientes, em meio a um governo extremamente centralizado que controla desde a taxa de natalidade até o que você vai jantar hoje. Os robôs são vistos como inimigos, já que estão tomando ao trabalho dos humanos, e determinados grupos defendem a proibição da sua vinda para a terra. Os siderais (como são chamados os robôs) vivem em outros planetas.
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Nessa história um robô é assassinado na Terra e o policial Baley Elias é designado para solucionar o caso. Além disso, a narrativa é lenta, os fatos portantes demoram para acontecer e o autor se prende às reflexões sobre aquela sociedade. No entanto, gostei bastante do final, pois têm muitas reviravoltas.
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No mais, é a boa e velha Ficção Científica com tudo que lhe é de direito.
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