Leviatã: A Missão Secreta

Leviatã: A Missão Secreta Scott Westerfeld
Scott Westerfeld




Resenhas - Leviatã: A Missão Secreta


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Erica 19/09/2020

Ótima estética
Eu tinha lido a série Feios, do mesmo autor, e ela me prendeu bastante. Agora, com o Leviatã, não senti a leitura tão fluida. Os personagens são carismáticos, a ambientação é ótima e a estética steampunk é muito boa, mas a história não é tão interessante assim. Não pretendo ler o próximo livro, não fiquei curiosa o suficiente pelos mistérios deixados. Mas foi uma experiência boa, gostei de ter dedicado um tempo a essa leitura.
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dulcegdorta 06/09/2020

Uma realidade alternativa onde a primeira guerra é um embate entre tecnologias principalmente. Só acho que darwinistas tinhas que ser na verdade mendelenistas, ou mendelianos
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Estela | @euviestrelas 27/07/2020

Quando seus pais são assassinados, Alek Ferdinand, o príncipe do império austro-húngaro, precisa fugir. Correndo perigo de vida, o garoto se vê escapando em uma das grandes máquinas de seu país para bem longe de tudo o que conhece. De outro lado, Deryn Sharp, uma jovem darwinista, está tentando se passar por um homem para ingressar na Força Aérea Britânica. Quando os caminhos dela e de Alek se cruzaram, o garoto precisa fazer o máximo para esconder sua origem, já que é um prisioneiro valioso.

Scott Westerfeld nos traz uma narrativa steampunk de um evento bem conhecido, a Primeira Guerra Mundial. Nesta releitura temos um mundo onde as nações são divididas entre Mekanistas, os países que usam coisas mecânicas/a vapor, e Darwinistas, que são os países que deixam de lado as criações mecânicas e usam os descobrimentos de Darwin para criarem coisas vivas em laboratório.

Eu achei genial o modo como o autor criou toda a narrativa de Mekanistas e Darwinistas e de como a inseriu no nosso mundo, interligando com a Primeira Guerra Mundial. O autor explica muito bem quais os países estão em cada lado da guerra e o porque de um apoiar ao outro de uma maneira bem fácil e sem ficar cansativo.

Por ser um livro bem introdutivo, a leitura se torna um pouco lenta, mas ao mesmo tempo interessante. Durante o desenvolvimento da história conhecemos bem tudo o que levou a ter a guerra, misturando fatos reais aos criados pelo o autor, o que deixou tudo ainda mais intrigante.

Apesar de parecer ser um assunto mais complexo e chato, o fato da história ser contada na visão de jovens de 15/16 anos, faz tudo ficar bem simples e gostoso de se ler. Traz uma certa leveza pra um momento tão tágico e horrível.

Os personagens são todos interessantes e é ótimos, tanto o Alek quanto a Deryn são personagens que eu gostei muito e que ganharam meu coração. Eu amei acompanhar os dois durante a leitura e o quanto eles evoluem ao longo da história.

Embora eu não seja muito fã de história que tem a primeira ou segunda guerra como plano de fundo, eu gostei muito mesmo de Leviatã e não vejo a hora de ler a continuação Beemote.

site: https://www.instagram.com/p/CBB9NpXDonF/
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TioBriel 16/07/2020

Um grande potencial a ser explorado
Infelizmente o livro pode não agradar muitas pessoas já de cara, devido a não entregar de bandeja toda uma conceituação de universo. A leitura fácil, contém diálogos expositivos para que o público não fique perdido ou não corra o risco de soar "esquisito", todavia a dinâmica do livro faz com que você se acostuma com os objetos narrados conforme a progressão da história, e as ilustrações te ajudam mais ainda na imersão.
Apesar de conter sim diálogos expositivos aqui e ali, não compromete ou dúvida da sabedoria do leitor na questão da narração, e a representação ficcional aliada em fatos verídicos, colocam em cheque o clichê.
É uma história muito envolvente e divertida, mas como dito no título dessa pequena resenha, é um potencial a ser explorado, a imersão na história está no seu início e o melhor ainda não foi contado, outrossim poderia ser um primeiro livro de trilogia muito melhor (você precisa prestar um pouco mais de atenção para não se perder)... Muito Ansioso pelo próximo, que creio eu seja o melhor da trilogia... veremos...
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Jey Canavezes 21/06/2020

Terceiro livro do Scott vou pedir música no fantástico!
Scott Westerfeld fala sobre qualquer assunto em seus livros. Assim como em Vampiros em Nova York ele de certa forma fala sobre una pandemia descontrolada, em Leviatã ele fala um pouco sobre como usamos os animais para nossa conveniência.

Armas de guerra biológicas ou roupas de couro e peles de inverno? Máquinas são melhores que animais?

Lá vou eu escrever um textão sobre steampunk, biopunk e veganismo. Scott não para de me surpreender.
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Leo 21/06/2020

Um livro bem detalhado com ilustrações vívidas,sendo uma leitura fluída,relaxante e divertida.
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Marney.Garrido 14/06/2020

Cativante
A história de fato prende. Um conto juvenil no estilo steampunk que apresenta uma narrativa alternativa da Primeira Guerra Mundial, onde o mundo está dividido entre darwinistas (que utilizam animais modificados como armas de guerra) e mekanistas (que utilizam máquinas). Vale ressaltar o carisma dos protagonistas, Deryn, uma menina que sonha em ser aeronauta e se disfarça de garoto para entrar na força aérea britânica (uma potência darwinista) e Aleksandar, príncipe herdeiro do trono da Áustria-Hungria (mekanista) filho de Ferdinando com uma mulher de origem não tão nobre, o que dificulta sua ascensão ao trono. A evolução dos personagens ao longo da história é sem dúvida um ponto positivo no livro. Com destaque para Aleksandar, que de príncipe mimado amadurece bastante diante da perseguição que sofre após o assassinato dos seus pais e a eclosão de uma guerra.
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Jean 05/06/2020

Perfeito, sabe.
Uma história steampunk incrível que passa durante a primeira guerra mundial, as pessoas se dividem entre darwinistas e mekanistas, os personagens são apaixonantes e os dramas são ótimos.
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Nycolle.Amaral 30/03/2020

Para quwm gosta de história ou não
Esse livro é otimo para quem gosta de história ou não. Tem um universo rico, e as ilustrações contribui para isso. E vai ajudar vc a passar na prova de história sobre a primeira guerra mundial.
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Roberto 14/02/2020

Uma deliciosa e criativa aventura Steampunk.
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Adriana 12/03/2019

Não me identifiquei com o tema
Apenas uma questão de gosto.....
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Thaila 01/01/2019

Bom......
TEXTO COPIADO DO  POSFÁCIO DO LIVRO!!
Leviatã é um romance steampunk, portanto a maioria dos personagens, criaturas e mecanismos é invenção do autor . Mas a linha de tempo do livro é baseada no verdadeiro verão europeu de 1914, quando o continente se viu entrando em uma guerra desastrosa. Então eis uma rápida análise do que é verdadeiro e o que é ficcional na trama até aqui. No dia 28 de junho, o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, e sua esposa, Sofia Chotek, foram assassinados por jovens revolucionários sérvios. Em meu mundo, eles sobreviveram a dois ataques, porém foram envenenados mais tarde naquela noite. No mundo real, no entanto, eles foram mortos à tarde. (Eu queria que o livro começasse à noite.) Assim como em Leviatã, os assassinatos levaram a uma guerra entre a Áustria e a Sérvia que se espalhou para a Alemanha e a Rússia, e por aí vai. Na primeira semana de agosto, o globo estava envolvido na Grande Guerra ?agora chamada de Primeira Guerra Mundial. As duas mortes trágicas e uma diplomacia estarrecedora entre as grandes potências da Europa resultaram em mais milhões de outras mortes. Na época, houve rumores de que o governo austríaco, ou talvez o da Alemanha, havia planejado em segredo os assassinatos ?ou como desculpa para começar uma guerra, ou porque Francisco Ferdinando tinha uma índole muito pacifista. Hoje, poucos historiadores acreditam nessa teoria da conspiração, embora tenha levado anos para ser refutada. Certamente os militares alemães estavam determinados a começar uma guerra e usaram os assassinatos para fazer exatamente isso. De qualquer forma, Francisco e Sofia não tiveram um filho chamado Aleksandar. Seus filhos foram chamados Sofia, Maximiliano e Ernesto. Porém, assim como Alek em minha história, os três foram proibidos de herdar as terras ou os títulos de Francisco, tudo graças ao Sangue.muito menos que real da mãe. E, assim como em Leviatã, os pais imploraram tanto ao imperador austro-húngaro quanto ao papa para mudar tal situação. No mundo real, porém, Francisco e Sofia não conseguiram. A história romântica que Alek conta sobre a partida de tênis e o relógio de bolso é totalmente verdadeira. Charles Darwin realmente existiu, é claro, e no meio do século XX fez as descobertas que são o cerne da biologia moderna. No mundo de Leviatã, ele também conseguiu descobrir o DNA e aprendeu a manipular essas ?cadeias vitais?para criar novas espécies. Porém, no nosso mundo, o papel do DNA na evolução não foi totalmente compreendido até os anos 1950. Apenas agora estamos fabricando novas formas de vida, e nenhuma tão grandiosa quanto a aeronave em que Deryn Sharp mora. Nora Darwin Barlow também existiu de verdade, uma cientista por seu próprio mérito. A rosa silvestre Nora Barlow foi nomeada em homenagem a ela, que também editou várias edições definitivas da obra do avô. Mas ela não foi uma diretorade zoológico, nem uma diplomata.O tigre-da-tasmânia é um bicho totalmente real. Era possível ver um tilacino muito parecido com Tazza no zoológico de Londres em 1914, mas não mais. Apesar de ter sido o maior predador do continente australiano há apenas alguns milhares de anos, a espécie foi caçada pelos humanos até sua extinção, no início do século XX. O último tigre-da-tasmânia conhecido morreu em cativeiro em 1936. Quanto às invenções dos mekanistas, elas estão um pouquinho à frente de seu tempo. As primeiras máquinas de guerra blindadas não entraram em batalha até 1916. Elas não podiam andar, mas usavam lagartas de tratores, assim como os tanques de hoje. Somente agora as forças armadas do mundo estão começando a desenvolver veículos funcionais com pernas em vez de lagartas ou rodas. Animais ainda andam muito melhor em terreno difícil do que qualquer máquina. Portanto, Leviatã aborda tanto futuros possíveis quanto passados alternativos. O livro vislumbra o futuro, quando as máquinas parecerão com criaturas vivas, e criaturas vivas poderão ser fabricadas como máquinas. E ainda assim a ambientação também relembra uma época antiga em que o mundo era dividido entre aristocratas e plebeus, e as mulheres na maioria dos países não podiam se alistar nas forças armadas? ou sequer votar. Esta é a natureza do gênero steampunk, misturar futuro e passado. O conflito entre Winston Churchill e os otomanos sobre navios de guerra confiscados também é baseado em fatos. Mas isso é melhor ficar para o segundo livro, que acompanha o Leviatã à antiga cidade de Constantinopla, capital do Império Otomano.
OBRIGADO PELA ATENÇÃO ?
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diogo 29/04/2018

Bom, mas...
Se existe algo que me chama atenção em livros de fantasia, é a construção do mundo. Os personagens podem até ser chatos e clichês, mas se o mundo onde vivem for rico e que por si só, seja um "personagem" - eu me dou como satisfeito. Acho que vi muito disso nesse livro. Um mundo baseado no nosso mundo passado, mas com pitadas de steampunk em cada folha virada. É um livro leve, com historia leve e personagens leves - não vou levar eles pra sempre na memória - diferente do mundo que o autor criou. Esse sim, algo gigante e memorável - mas que poderia ser muito mais explorado. Penso em como poderiam ser refeitas as batalhas, os detalhes das máquinas e animais... Não sei se foi por falta de habilidade do autor, ou que isso não era o foco dele. Mas fico aqui imaginando como seria esse livro nas maos do mestre Cornwell, como seriam as batalhas entre monstros de metais esfumaçados, dos mekanistas - contra outros monstros, esses com vidas e sentidos, dos darwinistas. Talvez eu esperei demais de algo que, no fim, era para ser superficial mesmo.
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Edu | Cavallivro 17/01/2018

Não decepciona.
Ao recontar os acontecimentos da Primeira Guerra Mundial em estilo steampunk, Scott Westerfeld cria um universo totalmente novo e maravilhoso, sabe aquele universo que dá prazer de explorar? Então é desse tipo.

Os acontecimentos da guerra não são apenas plano de fundo para a jornada dos personagens principais, suas vidas – assim como a de todos – são afetadas pela guerra e a reação é meio de “toma lá, dá cá” pois as ações desses personagens acabam afetando o curso que a guerra vai tomar.

De um lado temos Alek, o príncipe perseguido: O assassinato dos seus pais foi o estopim para o começo da guerra e sua a ascensão ao trono é questionável por conta das origens de sua mãe, mas ainda sendo um provável herdeiro ele é perseguido pelo tio e então é obrigado a fugir com seus tutores para um lugar seguro até que tudo se ajeite.

Alek é de uma nação com características “makenistas”. As nações “makenistas” são as nações movidas a vapor – ou a combustão – onde as maquinas feitas de ferro e engrenagens estão extremamente presentes no dia a dia.

Do outro lado temos Deryn, a garota que quer muito – muito mesmo – entrar para a força aérea britânica: O maior sonho de Deryn é poder voar como o pai [que era um balonista] e também servir seu país, mas em 1914 as mulheres não tinham tanta liberdade e nem eram aceitas na força aérea. Não que esses fatores tenham impedido Deryn de entrar para força aérea. A garota resolve então se disfarçar de garoto, adota o nome de Dylan e consegue chegar onde queria.

Deryn é de uma nação com características “darwinistas”, essas nações abandonaram as maquinas feitas de aço e movidas a vapor faz muito tempo e seguiram estudos do grande Charles Darwin sobre o DNA das espécies. Com isso, pararam de fabricar suas máquinas em fábricas e começaram a fabricá-las em laboratórios. Essas fabricações são como monstros-máquina, construídos a partir da junção o DNA de várias espécies, para um fim específico. Esses “monstrinhos” produzem sua energia de forma natural o que dispensa o vapor ou a combustão.

Os conflitos da guerra se dão – quase sempre – entre as nações Makenistas [tríplice Aliança] e as Darwinistas [tríplice Entente].

Mas o mundo de Scott Westerfeld não é feito apenas de nações makenistas ou darwinistas, também temos aqueles países que decidem usufruir do melhor dos dois mundos se tornando assim uma mistura de tecnologias steampunk e Westerfeld faz questão de nós levar em uma viagem ao redor do globo para conhecermos todas essas novas culturas sob o estilo steampunk.

Acompanhando personagens extremamente cativantes viajamos por lugares como a Rússia darwinista, Áustria-Hungria mekanista, o incrível Império Otomano que é uma mistura dos mekanistas com darwinistas.

Modificando os fatos da nossa história, Scott Westerfeld escreve uma narrativa incrível, cheia de ação, sem muitos momentos tristes – apesar da guerra – e com um humor sutil.

Sem contar que os livros são recheados com incríveis ilustrações de Keith Thompson que nos ajudam a visualizar esse universo cheio de possibilidades.

site: https://youtu.be/8WPTr0S-4ZY
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