Leviatã: A Missão Secreta

Leviatã: A Missão Secreta Scott Westerfeld
Scott Westerfeld




Resenhas - Leviatã: A Missão Secreta


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Pam Gonçalves 16/12/2012

Scott... sem mais
Leviatã: A Missão Secreta é o primeiro livro da nova série do autor Scott Westerfeld lançada no Brasil pela Galera Record.

Esse é um livro de steampunk, ou seja, traz a tecnologia do futuro para o passado. Neste caso, Scott Westerfeld nos apresenta aos darwinistas e aos mekanistas. Em uma história ambientada durante a Primeira Guerra Mundial, conhecemos uma outra guerra a da evolução. Quem são melhores? As incríveis máquinas dos mekanistas ou os animais cientificamente modificados a partir da teoria da evolução de Darwin?

Alek é um garoto que acaba de perder os pais e agora precisa fugir do seu próprio povo para continuar vivo. Ele é herdeiro do trono, mas seu título não é reconhecido por motivos políticos e familiares. Junto com poucos tripulantes, ele só tem uma grande máquina a seu favor e defesa. Já Deryn é uma garota que cresceu aprendendo com seu pai as técnicas de aviação. E assim que ele morre, sua única saída é encarnar o personagem de um menino e entrar para a força área, do lado darwinista britânico.

Infelizmente não pude dar cinco estrelas para o livro por uma questão bem pessoal. Alguns de vocês já devem saber que eu não sou muito fã de livros que retratem muito a parte histórica. Ainda estou em processo de me acostumar e saber apreciar esse tipo de livro. Como o fundo da história de Leviatã é bem histórico, o começo é bem lento e chatinho. Durante uns quatro capítulos eu tive dificuldade na leitura e já estava pensando que ia me decepcionar com o Scott. Mas é claro que ele surpreende a todos. Ele transformou os fatos históricos na sua versão da Primeira Guerra Mundial. O livro acaba se traduzindo em ação o tempo todo! É frenético!

Como a história possui partes bastante visuais, as ilustrações do livro ajudaram bastante. É incrível poder associar as criações de darwnistas e mekanistas com a realidade!

Scott Westerfeld fez mais uma história brilhante, onde por mais que possa ser uma coisa totalmente surreal, você se questiona se isso realmente não poderia ser verdade.

Parabéns, Scott.

www.garotait.com.br
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Carol 29/10/2012

Gloriosamente elaborado



O fôlego antes do mergulho.
Não existe definição melhor para esse livro do Scott Westerfeld. E já vou dizendo, se você vier esperando a filosofia que conhecia desse autor ao ler Feios, pode ir tirando o cavalo da chuva. Feios necessitava de uma filosofia por se tratar de uma distopia. Leviatã é um livro SteamPunk, e faz jus ao nome. Vocês verão muita pancadaria envolta numa direção de arte visualmente imposta pelas ilustrações de Keith Thompson; a propósito: Perfeitas!

O que acontece então: Muita gente não vai gostar desse livro. Fato!
Ele tem um início difícil, mega arrastado e muitas vezes você sente que não esta lendo nada que seja da sua língua. Temos aqui alguns termos novos, por se tratar de coisas novas: Mekanistas e Darwinistas. Já dá para ter uma noção do que se trata, né?

Nesse quesito, ponto para Westerfeld!
Ele criou a ideia de máquinas incríveis! E melhor que isso, seres biologicamente criados, que são tão incríveis quanto. Sério, isso, acredito que todo mundo que se der ao luxo de ler, vai concordar comigo.

O livro gira em torno de dois personagens: Deryn, uma menina que não quer ser menina porque quer ser aeronauta. Destemida e com um vocabulário que adotei para mim, a garota é um garoto muito legal! Ela é risada em muitas cenas e um vago pensamento do que seríamos capazes para seguir um sonho. Amei essa personagem! Ela, juntamente com Suzannah (A mediadora) São minhas duas protagonistas femininas prediletas. Queria qualquer menino ter a coragem que essa garota tem.

O carinha é o Alek. Esse é um mekanista bem almofadinhas e que tem um crescimento muito bacana durante o livro. Ele passa por uma tragédia logo no inicio, forçando-o a sair do seu país. Também me cativou bastante! Seja por falar várias línguas, ou por ser um ótimo estrategista. O garoto é sensivelmente uma fortaleza.

E o Leviatã?
É um monstrinho (Como diz Deryn) enorme que mais parece uma baleia gigante e que voa facilmente pelo céu movido a hidrogênio.

Pois é. Não é fácil explicar. Esse livro é cheio de termos técnicos para várias coisas. Até porque, o autor criou uma teoria dentro de teorias existentes que necessitavam de termos e nomes próprios.

Junte isso tudo a um cenário em pleno início de primeira guerra mundial. E você terá um ótimo divertimento enquanto leitura, e quem sabe, um ótimo filme!

Por ter um começo lento, e termos que fazem nos perder na história, esse livro não ganhou todas as minhas estrelas, e exatamente por isso, ele vai ser renegado por muita gente. Mas eu confesso que já estou nervosa pela continuação. Como disse no início da resenha, ele é um fôlego antes do mergulho. Se Leviatã nos mostra o cenário do mundo no desenvolver da história; os próximos mostrarão a guerra em si.

As guerras contam muito sobre quem somos. E o livro do Scott, como uma perfeita ideia SteamPunk, traz algo novo (Seres novos e maquinas novas) em uma ideia velha. (A primeira guerra).

Também já vou avisando que se você for ler esperando um romance, pode fechar o livro. Mas nem tudo esta perdido, por isso estou tão ansiosa pela continuação da série.

Se você leu a resenha e ainda assim esta com vontade de ler o livro, então leia! Eu o achei incrível!

http://www.terradecarol.blogspot.com.br
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TioBriel 16/07/2020

Um grande potencial a ser explorado
Infelizmente o livro pode não agradar muitas pessoas já de cara, devido a não entregar de bandeja toda uma conceituação de universo. A leitura fácil, contém diálogos expositivos para que o público não fique perdido ou não corra o risco de soar "esquisito", todavia a dinâmica do livro faz com que você se acostuma com os objetos narrados conforme a progressão da história, e as ilustrações te ajudam mais ainda na imersão.
Apesar de conter sim diálogos expositivos aqui e ali, não compromete ou dúvida da sabedoria do leitor na questão da narração, e a representação ficcional aliada em fatos verídicos, colocam em cheque o clichê.
É uma história muito envolvente e divertida, mas como dito no título dessa pequena resenha, é um potencial a ser explorado, a imersão na história está no seu início e o melhor ainda não foi contado, outrossim poderia ser um primeiro livro de trilogia muito melhor (você precisa prestar um pouco mais de atenção para não se perder)... Muito Ansioso pelo próximo, que creio eu seja o melhor da trilogia... veremos...
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Gabriele Tenshi 13/11/2012

Sou suspeita pra falar sobre...
Presente também no meu blog: http://entredimensoesbooks.blogspot.com.br/2012/11/resenha-leviata-missao-secreta.html#more

Sou suspeita pra falar desse livro. Primeiramente, por ser do Scott, e eu simplesmente sou apaixonada na série Feios (Falta Extras ainda...). Segundo, porque desde Mass Effect 3, tenho pulado mais para Sci Fi e seus subgêneros (SteamPunk e CyberPunk), ao invés de ficar só na Fantasia e na Distopia.

Segundo, os Darwinistas! Gente, eu como futura bióloga e geneticista sei que o "Pai da Genética" é Mendell, e que Darwin foi apenas evolução e tals, mas é impossível alguém como eu não se apaixonar pelas maquinarias que Scott descreveu como criadas! Sério! E o mapa da Europa que fica na capa ajudou muito, obrigada, a formar a imagem na cabeça. E as ilustrações também!

Enfim... A forma como Scott organizou o livro me lembrou um pouco como Martin organiza Crônicas de Gelo e Fogo, na questão dos personagens. Embora somente dois personagens.

Alek é um príncipe, filho do imperador do Império Austro-Húngaro, sem direito à nada, somente pela mãe ser plebeia. O livro começa justamente com seus tutores o tirando de casa após a morte de seus pais, Francisco e Sofia (personagens reais, inclusive ela sendo plebeia, por assim dizer), para levá-lo à um lugar seguro, já que, aparentemente, ele é uma ameaça ao trono, embora não saibamos porque.

Deryn é aquela típica garota que quer ir contra as regras por ter sido criada contra as regras pelo pai. Sério xD. Se passando por um garoto para entrar na Aeronáutica britânica, em seu lar, a Leviatã, até mesmo nós nos esquecemos que ela é uma garota às vezes, já que NINGUÉM ali sabe o que ela é e ela sempre tem de agir como garoto. E o amor que ela demonstra pelos "monstrinhos", como ela chama as criações darwinistas, é tão carinhoso que me faz lembrar de mim chamando minha mochila da facul de monstrinho, de tão cheia que ela fica xD

A narrativa é... É... Não sei dizer o que é. Mas eu pelo menos me sentia ali, vendo toda a ação da fuga de Alek, Klopp e Volger no Ciclope Stormwalker, dirigindo o andador e sentindo o ronco do motor ao nosso redor (eu me senti u.u Sou muito imaginativa e mergulho fácil, talvez por isso quase todo tipo de leitura me agrade ¬_¬') enquanto escapava do andador Hércules à toda. Me sentia escalando as enxárcias da Leviatã, agindo rapidamente para tentar defendê-la dos aeroplanos alemães, ouvindo o som de vida debaixo de seu couro e ao meu redor, vida dos gaviões e dos morcegos, e sentindo todo aquele ecossistema como parte de mim.

A doutora Barlow é... É... Gente, ela é uma dos melhores personagens! Sério! Mesmo ela fazendo a Deryn/Dylan de burro de carga xD E Tazza, seu lindo, eu quero um igual! (momento de luto pelos extintos Tigres-da-Tasmânia)

Gente, talvez eu esteja sonhando DEMAIS e tals por querer ser geneticista, mas parei pra imaginar quando terminei o livro... E se um dia tivermos animais como o Leviatã - aeromonstros e outros? Cabras que produzem seda no leite já temos... Gente, se um dia chegarmos à tal, EU QUERO ter feito algo para chegarmos lá! E é inegável que Leviatã só me ajudou a expandir meu imaginário!

Recomendo Leviatã. E eu quero a continuação logo!
Jeff 22/11/2012minha estante
Gostei muito de suaresenha. Estou miuto curioso e ancioso para ler esse livro e estou fazendo de tudo para conseguilo. pelas resenhas que ví esse livro é bastante interesante por si tratar de duas coisas opostas a primeira guerra e máquinas tecnológicas e mutações genéticas em animais. HA QUE VONTADE DE LER!...


Gabriele Tenshi 22/11/2012minha estante
Valeu, Jeff ^^
Sim, o livro é bem interessante. Recomendo ^^




dulcegdorta 06/09/2020

Uma realidade alternativa onde a primeira guerra é um embate entre tecnologias principalmente. Só acho que darwinistas tinhas que ser na verdade mendelenistas, ou mendelianos
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Jessé 07/11/2013

Leviatã, de Scott Westerfeld, é um livro singular. Ele apresenta a Primeira Guerra Mundial de um jeito totalmente diferente, onde o mundo está dividido entre os Mekanistas e os Darwinistas. No meio disso tudo, vemos o Príncipe Alek (filho do arquiduque da Áustria-Hungria e órfão há pouco tempo) e a jovem Deryn, uma garota magricela e metida a aventureira que pra poder se alistar no exército se disfarça de menino.

Em meio a toda a confusão e turbilhão da guerra, estes dois jovens se encontram e embarcam numa aventura a bordo do Leviatã, uma grande aeronave construída pelos Darwinistas que junta cadeias vitais de vários animais e peças e motores mecânicos. Juntos eles vão aprendendo várias coisas (como cuidar dos ovos de um grande monstro que a Dra. Barlow produziu, por exemplo) além de outras coisas bastante interessantes, hehe.

O livro acaba num momento bem oportuno, o que me deixou com muita vontade de ler o próximo volume da série, que aliás a Galera Record lançou mês passado. Enfim, se eu fosse você eu correria e começaria a ler esse livro imediatamente, pois o Scott (que não escreve livros ruins) extrapolou em qualidade nessa história.
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Marney.Garrido 14/06/2020

Cativante
A história de fato prende. Um conto juvenil no estilo steampunk que apresenta uma narrativa alternativa da Primeira Guerra Mundial, onde o mundo está dividido entre darwinistas (que utilizam animais modificados como armas de guerra) e mekanistas (que utilizam máquinas). Vale ressaltar o carisma dos protagonistas, Deryn, uma menina que sonha em ser aeronauta e se disfarça de garoto para entrar na força aérea britânica (uma potência darwinista) e Aleksandar, príncipe herdeiro do trono da Áustria-Hungria (mekanista) filho de Ferdinando com uma mulher de origem não tão nobre, o que dificulta sua ascensão ao trono. A evolução dos personagens ao longo da história é sem dúvida um ponto positivo no livro. Com destaque para Aleksandar, que de príncipe mimado amadurece bastante diante da perseguição que sofre após o assassinato dos seus pais e a eclosão de uma guerra.
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Nycolle.Amaral 30/03/2020

Para quwm gosta de história ou não
Esse livro é otimo para quem gosta de história ou não. Tem um universo rico, e as ilustrações contribui para isso. E vai ajudar vc a passar na prova de história sobre a primeira guerra mundial.
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Leo 21/06/2020

Um livro bem detalhado com ilustrações vívidas,sendo uma leitura fluída,relaxante e divertida.
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Tauan 24/09/2015

De volta a Scott Westerfeld e sua ficção científica contemporânea, Leviatã também tem o potencial interdisciplina a que eu me referia mês passado, pois envolve história, literatura e ciência. Diferentemente da distopia Feios, a série iniciada em Leviatã se enquadra no estilo steampunk, em que a história se passa num passado que já contava com as tecnologias de hoje.
Nesse caso específico, Westerfeld utilizou o contexto da Primeira Guerra Mundial, em que a Europa se dividiu ente os aliados da Alemanha (Tríplice Aliança) e os aliados da Inglaterra (Tríplice Entente). O autor mantém alguns fatos histórico inalterados e muda a interpretação de outros, mas a principal alteração está nas tecnologias disponíveis e utilizadas no conflito.
Nesta versão, a Tríplice Aliança são os Mekanistas, que desenvolvem máquinas bélicas surreais para contrapor a Tríplice Entente, ou os Darwinistas, que se utilizam de engenharia genética para misturar espécies e gerar monstros híbridos como armamentos.
Em bora acompanhemos a missão relatado no livro pelo lado Darwinista, seguimos a experiência de Aleksander Ferdinand (Alek), príncipe do império Autro-Húngaro, que foge de seu país após ter os pais assassinados. Alek encontra com Deryn Sharp, uma garota que se finge de garoto para ingressar na Força Aéria Britânica.
A trama se passa com os jovens a bordo do Leviatã, uma espécie de nave secreta dos Darwnistas, contituída da mistura de diversos seres marinhos, sendo o principal, uma imensa baleia.
O livro é ricamente ilustrado, colaborando na compreensão das criações tecnológicas inventadas por Westerfeld.
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Erica 19/09/2020

Ótima estética
Eu tinha lido a série Feios, do mesmo autor, e ela me prendeu bastante. Agora, com o Leviatã, não senti a leitura tão fluida. Os personagens são carismáticos, a ambientação é ótima e a estética steampunk é muito boa, mas a história não é tão interessante assim. Não pretendo ler o próximo livro, não fiquei curiosa o suficiente pelos mistérios deixados. Mas foi uma experiência boa, gostei de ter dedicado um tempo a essa leitura.
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CooltureNews 02/01/2013

Publicada no www.CooltureNews.com.br
Sou um grande fã de Scott Westerfeld desde que li os livros da série Feios também lançados pela Galera Record, desta forma não é grande surpresa saber que estava doido para ler Leviatã – A Missão Secreta desde que foi anunciado. Leviatã é a nova série do autor e está incluída em um subgênero de ficção que até então não tive o prazer de conhecer mais a fundo, o steampunk, ou seja, uma verdadeira mistura de passado e futuro que nas mãos de Scott se tornou a melhor obra de um gênio.

Em Leviatã a história nos é contada sob uma nova visão do primeiro grande conflito mundial, mas aqui ao invés de serem Tríplice Aliança vs Tríplice Entente, temos os darwinistas vs mekanistas, sendo que o primeiro grupo é composto de países que através dos estudos de Darwin sobre manipulação genética conseguiram fabricar diversos tipos de animais híbridos para as mais diversas tarefas, inclusive guerrear. Já do lado dos Mekanistas temos pessoas altamente tecnológicas com máquinas incríveis. Gostaria de ressaltar que mesmo não gostando quando existem ilustrações nos livros, neste caso foi justamente a cereja do bolo, seria impossível minha imaginação chegar próxima ao que era descrito.

Assim como a guerra possui dois lados, em Leviatã acompanhamos a vida de Alek, filho do arquiduque Francisco Ferdinando, sucessor do Império Austro-Húngaro, que foi assassinado (essa pessoa realmente existiu, e a sua morte foi um dos motivos que levaram a esse grande conflito), assim Alek acaba fugindo para salvar sua vida e tentar recuperar o trono assim que a iminente guerra terminar. Por outro lado temos Deryn, uma garota que sempre adorou voar e que resolve se passar por menino para entrar na força área britânica (darwinistas). E lógico que seus caminhos irão se cruzar.

A trama é envolvente, principalmente quando retrata o lado darwinista que me causou grande fascínio, e com isso espanto afinal sou alguém extremamente tecnológico. Scott conseguiu com maestria nos contar sua história tornando o envolvimento com praticamente todos os personagens algo real, o que até então jurava ser impossível. Entretanto, como deve ter ficado claro, o livro retrata somente um lado da guerra, e esse é o lado bom, das pessoas legais, o lado que saiu vencedor. Realmente espero que o autor consiga retratar a história do outro ponto de vista, afinal toda história tem dois lados e espero conhecer ambos, mas isso foi a única coisa que causou certo incômodo durante a leitura.

Não só recomendo a leitura desse livro, como de todos os outros do autor, afinal até o momento não me decepcionei com nenhum. É o típico livro que ao terminar de ler, e isso acontece muito rápido para o meu gosto, a sua única vontade é voltar ao começo e recomeçar a leitura. E nem preciso comentar sobre a capa, simplesmente LINDA.
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Liv 08/10/2014

Imaginação a todo vapor
Minha cabeça explodiu ao ler este livro!
Como vi em outras resenhas, eu, ao contrário das outras pessoas não estava esperando uma história de amor! Esperava justamente o que encontrei neste livro, idéias malucas, um mundo incrivelmente fantástico. As lutas são coisas de outro mundo, os personagens são bem construídos, e o mais legal de tudo, se passa em uma época que o mundo realmente viveu.
Scott consegue dar para a Primeira Guerra Mundial, uma perspectiva muito interessante, com suas criações malucas mecânicas e naturais.
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Estela | @euviestrelas 27/07/2020

Quando seus pais são assassinados, Alek Ferdinand, o príncipe do império austro-húngaro, precisa fugir. Correndo perigo de vida, o garoto se vê escapando em uma das grandes máquinas de seu país para bem longe de tudo o que conhece. De outro lado, Deryn Sharp, uma jovem darwinista, está tentando se passar por um homem para ingressar na Força Aérea Britânica. Quando os caminhos dela e de Alek se cruzaram, o garoto precisa fazer o máximo para esconder sua origem, já que é um prisioneiro valioso.

Scott Westerfeld nos traz uma narrativa steampunk de um evento bem conhecido, a Primeira Guerra Mundial. Nesta releitura temos um mundo onde as nações são divididas entre Mekanistas, os países que usam coisas mecânicas/a vapor, e Darwinistas, que são os países que deixam de lado as criações mecânicas e usam os descobrimentos de Darwin para criarem coisas vivas em laboratório.

Eu achei genial o modo como o autor criou toda a narrativa de Mekanistas e Darwinistas e de como a inseriu no nosso mundo, interligando com a Primeira Guerra Mundial. O autor explica muito bem quais os países estão em cada lado da guerra e o porque de um apoiar ao outro de uma maneira bem fácil e sem ficar cansativo.

Por ser um livro bem introdutivo, a leitura se torna um pouco lenta, mas ao mesmo tempo interessante. Durante o desenvolvimento da história conhecemos bem tudo o que levou a ter a guerra, misturando fatos reais aos criados pelo o autor, o que deixou tudo ainda mais intrigante.

Apesar de parecer ser um assunto mais complexo e chato, o fato da história ser contada na visão de jovens de 15/16 anos, faz tudo ficar bem simples e gostoso de se ler. Traz uma certa leveza pra um momento tão tágico e horrível.

Os personagens são todos interessantes e é ótimos, tanto o Alek quanto a Deryn são personagens que eu gostei muito e que ganharam meu coração. Eu amei acompanhar os dois durante a leitura e o quanto eles evoluem ao longo da história.

Embora eu não seja muito fã de história que tem a primeira ou segunda guerra como plano de fundo, eu gostei muito mesmo de Leviatã e não vejo a hora de ler a continuação Beemote.

site: https://www.instagram.com/p/CBB9NpXDonF/
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Jean 05/06/2020

Perfeito, sabe.
Uma história steampunk incrível que passa durante a primeira guerra mundial, as pessoas se dividem entre darwinistas e mekanistas, os personagens são apaixonantes e os dramas são ótimos.
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