Inverno do Mundo

Inverno do Mundo Ken Follett




Resenhas - Inverno do Mundo


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Cissa 16/04/2013

Excelente
"Inverno do Mundo"
de Ken Follett

Inicialmente li "Queda de Gigantes" que é o primeiro volume da trilogia "O Século" de Ken Follett. Achei excelente e mal conseguia esperar para ler este segundo volume. Agora que acabou fiquei triste ao lembrar que o terceiro volume só será editado o ano que vem, 2014.

Como todos os livros de Follett este não foge à regra: bem pesquisado, bem escrito e bem editado.

Fiquei surpresa ao ver o quão pouco sabia sobre a Segunda Grande Guerra do ponto de vista bélico. O autor me mostrou um sistema cruel fascista alemão, mandatário também cruel russo, obstinado japonês e libertário americano. Fica claro nesta história que a Segunda Grande Guerra seria somente uma questão de tempo em relação à Primeira Grande Guerra. O Mundo continuou andando capenga, tentando se firmar numa paz fraca e interesses comerciais e egocêntricos muito fortes que foram minando a fraca paz firmada até então.

As personagens do primeiro volume têm aqui suas vidas novamente esmiuçadas, entrelaçadas e contadas com muito sofrimento, coragem e patriotismo. Todos sofreram nesta guerra: alemães, ingleses, russos, japoneses, judeus, americanos. Todos sentiram o medo do nazismo batendo à porta de seus países e os horrores da política de Stalin se abatendo sobre a Rússia e ameaçando outros países.

Há trechos de arrepiar, de chorar, de raciocinar e de se espantar quando nos é mostrado até onde o ser humano pode chegar em sua loucura, sede de poder, ganância e egoísmo.

Com esse livro fica, definitivamente para mim, esclarecido o Século XX que mudou a História de Humanidade, já que a Guerra Fria que será o tema do próximo livro eu a vivi quase toda durante minha vida.

Outras guerras viriam como a do Vietnã, do Afeganistão, do Iraque, as guerras da África e tantas mais; só que nenhuma delas alcançou a dor e a ignorância da Segunda Guerra. Crueldades abafadas, mandatários omissos, religiões amordaçadas tiveram sua origem na Segunda Grande Guerra e desde então o Mundo mudou, se para melhor não sabemos, somente o Século XXI talvez nos diga.
Elaini 17/04/2013minha estante
Minha nossa Cissa!!! Fiquei sem fôlego só de ler sua resenha!
Maravilhosa! Como sempre...


Cissa 17/04/2013minha estante
Brigadinha, Elaini, você é um amor de amiga!
Mas, realmente, esse livro mexeu comigo e muito.


Tom 01/05/2013minha estante
Eu estou lendo o primeiro livro; simplesmente sensacional. O segundo deve ser melhor ainda. Também gostei de sua resenha. Parabéns!


Vanessa 13/07/2013minha estante
Estou no inicio do livro ainda... página 199! Mas estou amando! Você tem razão sobre aprender muita coisa nessas páginas. Acho que quando aprendemos na escola, não estamos tão interessados e não vemos a tamanha importância de tudo o que aconteceu naquela época (que nem está tão distante!), mas ler um livro assim, tão envolvente, nos faz aprender muito mais que os anos de escola!


Cissa 13/07/2013minha estante
Tom, que bom que você está gostando desse livro pois o acho sensacional. Agradeço seu comentário sobre minha resenha.


Cissa 13/07/2013minha estante
Vanessa, além desse livro ser instrutivo devido a pesquisa séria do autor, a trama é muito bem montada e cativante. Que bom que está gostando!




Márcio_MX 09/10/2012

Inverno do mundo, alvorecer dos nossos tempos
Segundo livro da trilogia O Século.
Ken Follett consegue nos colocar em uma máquina do tempo. Viajamos para o período da segunda guerra mundial. Suas descrições de personagens históricos e o detalhamento dos fatos que ocorreram na época são tão verossímeis que ao ler o livro nos sentimos espectadores em tempo real, testemunhas que não podem interagir com os personagens (apesar de muitas vezes, querermos lutar ardentemente ao lado dos justos ou dar conselhos para os que são observados). Follett mescla brilhantemente a ficção com a realidade, fruto de sua experiência, principalmente em livros consagrados de espionagem e guerra como O buraco da agulha e A chave de Rebeca.
Aproveitando o período mais instigante da humanidade, onde os homens foram submetidos a importantes decisões, a situações dificílimas e a mudanças radicais em nossa sociedade, o autor traz uma completa amostragem de seres humanos com todas as suas variações de caráter e personalidade. Ele expõe todos os sentimentos que somos capazes, que vão do amor verdadeiro ao extremo ódio e da luta por uma sociedade mais justa usando qualquer sacrifício para obtê-la, até as mais vergonhosas e humilhantes violências físicas e psicológicas praticadas para se atingir o poder e a riqueza.
Aqui temos a oportunidade de matar as saudades de muitos personagens de Queda de gigantes e conhecer seus herdeiros, responsáveis pela continuidade da saga de suas respectivas famílias que apesar de distanciadas geograficamente entre Estados Unidos e Europa, são ligadas em vários pontos pelo destino gerado na mente criativa do escritor.
A leitura é obrigatória e acredite que as 880 páginas que a princípio parecem ser um grande número, no final se tornam insuficientes para tamanho prazer que o livro traz.
O Inverno do mundo é o verão da alma de Ken Follett
Iana soares 09/10/2012minha estante
sempre fico órfã dos personagens do ken follett.




Gisele Alves 16/08/2020

O Autor conseguiu fazer um livro ainda melhor que o primeiro da Trilogia O Século, Queda de Gigantes. Nesse ele relata a 2a. Guerra Mundial aos olhos dos filhos dos personagens do 1° livro. As atrocidades cometidas por Hitler, o papel da União Soviética para derrubar os nazistas, a participação dos Estados Unidos e dos outros países. A luta vivida pelas mulheres fortes é de uma descrição impecável. Valeu cada página lida.
Fran 12/09/2020minha estante
Tão feliz que você gostou... É uma leitura incrível.




Prof.GOD 25/10/2020

História Sexy.
Como uma pessoa formada em História os sentimentos em ler a trilogia o século são conflitantes, o autor é excelente e a precisão histórica é absurda, sendo inclusive superior a muitos livros científicos, mas ela não é total.
Consegui dois exemplares da trilogia em um sebo pagando 15 dinheiros em cada um, por azar era o primeiro e terceiro volumes, o segundo comprei novo tenso que desembolsar 50 dinheiros. Lerei a trilogia, mas me arrependi amargamente.
Qual o problema?
O problema é a introdução de personagens fictícios em cargos e posições muito próximas de personagens reais. Esse fato longe de educar muitas vezes pode até atrapalhar jovens em processo de educação e pessoas mais velhas que não tem conhecimento histórico.
Não me entendam mal, a história é muito boa, mas consigo separar a ficção da realidade, nem todos conseguem fazer isso. Nós professores já temos trabalho demais em explicar que o Kratos não faz parte da mitologia oficial.
Não vou entrar nos méritos das reviravoltas no estilo George R.R Martin que o autor gosta de fazer, se tem alguém feliz pode ter certeza que não durará muito em suas histórias. Em muitas vezes essas tramas pareciam forçadas só para renderem mais páginas.
Poderia falar mais pontos negativos, mas no geral se você não tem interesse em detalhes "extremamente" corretos e quer apenas entretenimento esse livro é prato cheio ainda que para isso eu prefira game of thrones ou senhor dos anéis.
Como diziam meus professores na faculdade cuidado com a ciência sexy (no sentido de tornar agradável algo que não é) não podemos vulgarizar a história.
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Helder 16/12/2013

Lição de como escrever um livro perfeito
Ken Follett para mim é e sempre será O Cara! Esta serie sobre o século XX é um manual de como se escrever um livro perfeito e deveria ser usada em escolas.
Até me pergunto se ele escreve tudo isso sozinho ou se é como os autores de novela da Globo que possuem uma equipe onde cada um é responsável por alguns personagens.
São 870 paginas. Poderia ser dividido em 250 paginas por bimestre. É obvio que existe muita coisa romanceada, mas tem um fundo histórico tão bem pesquisado e fundamentado, que no mínimo instiga a nossa curiosidade por conhecer mais o que realmente ocorreu. E dá-lhe Mr. Google.
Eu imagino que Ken Follett tenha uma caixinha com seus personagens como figuras colantes, e ai ele monta um painel onde coloca os fatos históricos em ordem cronológica. Depois imagino que ele pegue suas figurinhas autocolantes e vá colando em cima do fato histórico, para saber quem vai estar aonde e quando. E assim vamos passando por sua estória sempre cercado de História. E dá-lhe vontade de ir no Google ver o que é verdade e o que é ficção, de tão bem amarradas que as coisas são.
E como se tudo isso já não fosse o bastante, ele ainda consegue amarrar os personagens deste livro com os de Queda de Gigantes, o que realmente nos traz a imagem e a sensação da evolução do tempo. E sempre sem atropelos.
Pelo lado romance, o livro começa com Ethel, que no fim do primeiro livro , após ter lutado pelo voto feminino, conseguira se eleger deputada, indo a Alemanha visitar sua amiga Maud que no livro anterior casará com Walter, um alemão. Nessa visita a Alemanha, Ethel leva seu filho Lloyd, fruto de sua relação com o conde Fitz, irmão de Maud, e que ainda vive com Bea, a ex-princesa Russa e agora tem dois filhos: Andy e Boy. Este último casa-se com Daisy, uma patricinha carreirista filha legitima que Lev Peshkov teve nos EUA após se casar com a filha de seu patrão e se tornar um mafioso. Na Russia seu irmão ainda cuida do filho que Lev deixou e que agora cresceu e trabalha para o Exercito Vermelho e acaba cruzando com Lloyd na Guerra Espanhola e com Werner Frank, espião alemão que se torna namorado de Carla, filha de Maud e Walter. E ainda tem Woody e Chuck, para nos mostrar o ponto de vista dos Americanos, filhos de Gus Dewar que agora virou um respeitável senador. E assim faz-se novamente a ciranda dos personagens que vai se misturando com a história real.
Pelo lado Historia com H maiúsculo, o livro começa com Ethel presenciando a ascensão do Nazismo na Alemanha e depois participando da Batalha de Cable Street, fato que eu não conhecia, mas que após pesquisar (Hey Mr. Google!) soube que foi de extrema importância para evitar que o fascismo crescesse na Inglaterra também. E depois participamos da Guerra Espanhola onde conhecemos mais detalhes sobre a ajuda Russa dada a este movimento,.
Alguns momentos são fantásticos, como as batalhas em que participamos da ação. Follet nos coloca num barquinho no meio do ataque dos japoneses à surdina a Pearl Harbour que fez os EUA entrarem na Guerra. Depois um dos personagens consegue decifrar uma mensagem dos japoneses e participamos da Batalha de Midway (Primeira Batalha aérea feita no mar, que mostrou a importância da criação de Porta Aviões como máquinas de guerra. Hey Mr Google again!). Depois desembarcamos numa praia com japoneses escondidos com metralhadoras e somos um alvo fácil nas praias das Ilhas Salomão (Outra batalha histórica segundo meu amigo Mr. Google). E ai chegamos na Normandia um dia antes do Dia D, saltando de Paraquedas e ajudamos a destruir trens cheio de Nazistas explodindo trilhos e tuneis.
Achou pouco? Que tal acompanhar os primeiros testes de geração da Bomba Atômica? E o nascimento da espionagem entre Americanos e Russos, buscando sempre ser o melhor em artefatos de Guerra. Tem ainda o momento onde a salvação é quase tão ruim quanto a doença, o triste momento que os Russos conseguem invadir Berlim e só conseguem enxergar culpados, onde também existem vitimas.
Posso ficar aqui citando eventos por mais duas paginas, mas será somente perda de tempo. A constatação é óbvia: Ken Follett é o cara! Duvida? Embarque nesta aula de História e deixe se levar por um livro genial, que vale quanto pesa.
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Paulera 25/06/2020

Assim como o anterior, narra com boa interpretação os acontecimentos por trás da guerra que estamos acostumados a conhecer nas aulas de História. Porém, senti que em comparação ao primeiro volume, este perdeu a energia. Talvez por não ter grandes novidades na fórmula de escrevê-lo, ou por algumas vezes se prender a detalhes insignificantes para o desenvolvimento, tornando a história arrastada.
É um livro maravilhoso para se ler enquanto vivemos essa situação política no país. Mesmo que tenha muita ficção no meio, podemos entender como ditadores extremistas conseguem manipular seu povo de uma forma que os fazem lutar por um ideal desumano.
clichesliterarios 25/06/2020minha estante
nossa eu sou apaixonada nessa trilogia! mas se você já achou esse devagar, o terceiro é mais ainda...


Paulera 25/06/2020minha estante
Hahahaha. Tristeeee ?

Vou encarar mesmo assim ?


clichesliterarios 25/06/2020minha estante
sério, vai na fé! o terceiro em relação as personagens eu não gostei tanto mas a tensão da guerra fria em Cuba e toda a luta dos direitos civis é perfeita!




MariBreyer 30/06/2020

Segundo livro da trilogia e continua excelente.
Achei um pouco mais denso do que o primeiro.
Muito bom rever os personagens do primeiro livro já mais velhos e acompanhar a saga de suas famílias.
Maravilhoso!!
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Nat 15/09/2020

^^ Pilha de Leitura ^^
Volume 2 da trilogia O Século, e a história segue acompanhando as mesmas famílias que conhecemos no livro anterior – mas agora com novos arranjos, casamentos e filhos. O período histórico é a Segunda Guerra Mundial; é, portanto, um período mais longo de anos. É, também, uma guerra muito cruel, então nos deparamos com mais mortes (inclusive de personagens queridos) do que no volume anterior. Ambos os livros são excelentes, no entanto, achei Inverno no Mundo menos detalhado; acredito que esperava mais detalhes de guerra e menos de política. Sigo na leitura para logo terminar a trilogia.

site: https://www.youtube.com/c/PilhadeLeituradaNat
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léu 14/06/2020

Bom!
Muito bom, eu recomendaria. Eu li ele bem rápido. Eu gostei.
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Márcio 17/04/2020

Bom
Saga das famílias é interessante, ele mescla personagens reais com fictícios. Mas o excesso de personagens acaba deixando a leitura um pouco rasa e sem aprofundamento, o que me fez demorar a ler esse segundo livro, em todo caso lerei o último volume.
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Caroline 19/01/2015

Incrível, cru, real...
O primeiro livro da trilogia O Século, Queda de Gigantes, me surpreendeu e me prendeu do início ao fim, mesmo com uma escrita simples. Ken Follett soube como contar sua história e nos entreter com tantos personagens, com tantas vidas diferentes. Fiquei me perguntando como ele continuaria, como faria para manter vivo o meu interesse em uma segunda geração, nos filhos daqueles que me envolveram e me conquistaram na primeira parte. Bastou, porém, apenas alguns capítulos de Inverno do Mundo para perceber que ele faria tudo novamente. E ele fez!

Inverno do Mundo nos traz uma enxurrada de novos personagens que se misturam aos que já conhecemos e passam a fazer parte dos nossos dias enquanto lemos. Temos Woody e Chuck Dewar, filhos do senador Gus; Carla e Erik, filhos de Maud e Walter; Greg e Daisy, filhos de Lev Peshkov; Boy, filho de Fitzherbert; Lloyd e Millie, filhos de Ethel; Volodya, filho de Grigori Peszkov. Isso para citar alguns, pois eles, claro, passam a conviver com outros tantos personagens que entram e saem da história.

A princípio entrei em parafuso tentando formar a árvore de todas essas famílias e foi preciso voltar algumas vezes para a lista de personagens presente no início do livro. No entanto, com o passar das páginas, nos tornamos tão íntimos de todos eles que isso já não é mais necessário.

Com eles passamos pela Grande Depressão, pelo Nazismo, pelo Comunismo Russo; passamos pela Guerra Civil Espanhola, pelas lutas de classe, pelos movimentos políticos que antecederam a Segunda Guerra Mundial; passamos, claro, pela Guerra em si e todos os planos e tentativas para selar a paz; passamos por Pearl Harbor, pelo Blitzkrieg, pelas bombas atômicas; passamos por fugas, prisões, desaparecimentos e torturas; passamos por toda a crueldade que esse período da História carrega, sem piedade.

Seria difícil dizer se prefiro esse ou o primeiro livro, pois são um pouco diferentes, não só pelo período histórico. Enquanto Queda de Gigantes tem um ar mais romântico, cheio de encontros, despedidas e esperas, Inverno do Mundo é mais cru, realístico, duro, sem muitos floreios, mas riquíssimo em História.

A escrita não é o forte de Ken Follett, mas a forma como narra e une as histórias, sim. Tem o dom de nos manter entretidos e atentos e nos deixa curiosos mesmo em meio aos acontecimentos históricos que já conhecemos. É como se passássemos a ver a História com outros olhos, com mais sensibilidade e clareza.

Gostei bastante de como ele criou uma segunda geração de personagens que fogem do “preto” ou “branco”. Não existe o mocinho e o malvado, não existe alguém totalmente mal ou bom, nem o certo e o errado. São personagens verossímeis, os filhos nem sempre são cópias dos pais, apesar de percebermos facilmente a influência que sofreram destes. A aleatoriedade dos tipos de personalidade é muito rica e foge bem do clichê.

Gosto, especialmente, que o autor não nos obriga a condenar ninguém – exceto os ditadores, claro. Leva-nos a perceber que por mais errado que seja o comportamento de alguém, nem sempre suas intenções são más, a exemplo de Erik Von Ulrich, que chegou a se iludir pelos dois extremos, nazismo e comunismo, na esperança de solucionar a vida em sua nação.

Poderia citar como ponto negativo que existem coincidências demais, encontros casuais demais, como se o mundo fosse um pequeno território habitado por pouquíssimas famílias. No entanto, prefiro ver isso como um artifício do autor para entrelaçar as histórias a fim de nos manter presos à trama.

Por que não pontuar com todos os 'corações'? Porque é tão duro e seco que não chega a emocionar, é mais razão que emoção, é mais realidade e veracidade que romance. Mas, além de uma incrível aula de História sob uma perspectiva diferente dos livros didáticos, Inverno do Mundo é uma leitura que vale a pena também como ficção e, sem dúvidas, merece todas as estrelas.



★ ★ ★ ★ ★
❤ ❤ ❤ ❤ ♡


site: www.historiasdepapel.com.br
Marques 19/01/2015minha estante
Maravilhosa está trilogia!!!!Ótima resenha!!!


Caroline 19/01/2015minha estante
Obrigada, Marques. É maravilhosa mesmo :))


Caroline 20/01/2015minha estante
Obrigada, Marques. É incrível mesmo essa trilogia :))


Bubu.Lima 11/05/2018minha estante
Me arrepiei com o trecho: "Enquanto Queda de Gigantes tem um ar mais romântico, cheio de encontros, despedidas e esperas, Inverno do Mundo é mais cru, realístico, duro, sem muitos floreios, mas riquíssimo em História." Resumiu o que penso. Ótima resenha.




Mayara Dias 04/06/2020

Muito bom
O segundo livro da Trilogia O Século, Inverno do Mundo, é tão rico e detalhes quanto o primeiro. A forma como Ken Follett escreve no leva a viajar até o local dos acontecimentos, nos faz viver os sentimentos de raiva, tristeza e alegrias.
Uma aula de história de maneira dinâmica e de fácil entendimento, com personagens ricos e envolventes.
Agora vamos partir para o último livro da Trilogia.
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Babi 15/10/2012

Fantástico!
Leitura maravilhosa! Mais uma vez o Ken Follet não decepciona e apresenta uma continuação a altura do primeiro livro ( '' Quedas de Gigantes''),
Dessa vez conhecemos a história dos descendentes do volume um e como suas vidas se relacionam, em um período em que há o crescimento do totalitarismo na Europa, o entre guerras e por fim a Segunda Guerra Mundial. É impressionante ver como homens como Hitler , Mussolini, e Stalin conseguiram mudar a realidade de todo o planeta! SIMPLESMENTE MARAVILHOSO esse livro. VALE CADA CENTAVO!
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marinildac 08/04/2013

Fraco
Não chega aos pés de Queda de Gigantes. A segunda geração de personagens é fraca e chata. A trama não surpreende. Os melhores personagens, os galeses e os russos, ou desaparecem ou amolecem. Os americanos ganham peso, mas são irrelevantemente superficiais. O livro melhora um pouco do meio pro fim, mas volta a cair no último capítulo. Dá a impressão de que Follett escreveu este com pressa.
Tom 09/05/2013minha estante
Nossa, não precisava criticar tanto o livro.


marinildac 09/05/2013minha estante
Tanto precisava que critiquei, ué.




Milla 18/12/2012

www.amorporclassico.com
Ken Follett dá continuidade à trilogia O século com o livro Inverno do mundo. Partindo exatamente do ponto que parou em Queda de gigantes, o autor segue com uma narrativa impecável e envolvente a trama das cinco famílias de nacionalidades diferentes vivendo momentos marcantes do século XX.
Se no primeiro livro presenciamos a I Guerra Mundial de uma forma espetacularmente real, o segundo não deixa nada a desejar quando nos traz a II Guerra Mundial.

Eu estava muito ansiosa para esse livro, mas preciso dizer que o segundo livro ainda não chega ao mesmo nível de maravilha que o primeiro. A verdade é que no início o autor precisa situar o leitor a respeito das cinco famílias que conhecemos no primeiro livro e isso é um pouco cansativo porque é muito introdutório. Mas logo o livro consegue prender a atenção comprovando sua maestria.

Com certeza Inverno do mundo vai além de qualquer outro livro que aborde a Segunda Guerra Mundial porque Ken Follett não se prende ao esquema Alemanha Nazista/Judeus no campo de concentração, ele mostra causas e consequências da maior guerra da História em cinco nacionalidades distintas, mostrando perspectivas de lados e classes sociais diferentes.

Seja na Rússia, Alemanha, Estados Unidos, País de Gales ou Inglaterra, somos inseridos no contexto da trama como se assistíssemos uma reportagem na tevê, presenciamos barbáries e a luta e perseverança de pessoas que só almejam o bem para sua família e seu país.
São fantásticas as relações de poder e o desdobramento de cada ação dos governantes das grandes potências do cenário político-econômico do meio do século XX. E a trama é tão bem elaborada e construída em cima de pesquisas históricas que fica difícil separar o real da ficção.

Ethel, agora uma importante política, fica bastante apreensiva ao ver seu filho Lloyd ir à Espanha lutar contra o fascismo e lá o rapaz descobre que é preciso combater o fascismo e o comunismo. Em campo, ele conhece Volodya, o jovem russo filho de Grigori Peshkov e que agora faz parte da inteligência do Exército Vermelho mas não faz ideia da sua importância para o eventos próximos no seu país.
Contraditoriamente, Lloyd se apaixona pela jovem Daisy Peshkov, uma nata representante da riqueza norte americana, mas ela está mais encantada por Boy Fitzherberts e termina casando com ele à despeito de todas as pessoas de Buffalo que a "excluíam" por causa de seu pai, Lev Peshkov.
Nos Estados Unidos, o senador Gus Dewar ensina seu filho Woody Dewar tudo sobre política enquanto seu outro filho Chuck Dewar se alista na Marinha. Na Alemanha, os Von Ulrich passam por momentos difíceis com as ascensão de Hitler ocasionando o fim do parlamento, onde Walter trabalhava, e enquanto Carla von Ulrich deseja com todas as suas forças combater os nazismo, seu irmão Erik von Ulrich pretende serví-lo.

As histórias das cinco famílias continuam se cruzando de forma fantástica e é brilhante a construção de Ken Follett, em muitos momentos me senti eletrizada pela trama e com certeza esse tiquinho de contei não é nada das 875 páginas muito bem preenchidas por este autor.

Vemos calmamente a ascensão de Hitler, a instalação do regime nazista na Alemanha, a Guerra Civil Espanhola com a ascensão de Franco ao poder, as oscilações de Stalin na Rússia, os avanços perigosos da tecnologia nuclear, a vida no front, as fugas, as privações, desilusões e tantas outras experiências com as minúcias que apenas Ken Follett é capaz de captar e transmitir para os seus leitores.

Recomendo a série para os curiosos ou apaixonados por história. Além de entretenimento de primeira qualidade, Follett nos presenteia mais uma vez com uma magnífica aula de história. E, por último, não poderia deixar de deixar também expressar aqui minha admiração pela tradutora Fernanda Abreu, que traz sua excelência para mais uma obra!
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