Charlotte Street

Charlotte Street Danny Wallace




Resenhas - Charlotte Street


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Milla Carvalho 23/01/2017

"E eu? Eu sou Jason Priestley. E sei o que está pensando. (...) E a resposta surpreendente para sua pergunta bastante sensata é não. Não, não sou eu. Eu sou o outro. (...) É. Aquele Jason Priestley. Também sou o Jason Priestley com um problema."
E foi assim, com esta introdução bizarra, que conhecemos o homônimo de Brandon Walsh. Num dia monótono na Charlotte Street, o protagonista ajuda uma mera desconhecida e acaba se encantando por ela. Com a pressa e a quantidade de pacotes, a moça acaba esquecendo uma câmera descartável nas mãos dele e assim uma história de amor começa...

Bem que poderia ser assim tão simples, mas Danny Wallace não deixaria por menos. O livro traz a jornada de Jason e seus amigos a descobrir a identidade da moça - conhecida como A Garota. Contudo, a vida do jornalista não é fácil.

Ainda de coração partido, Jase terá que enfrentar seu cotidiano enquanto investiga os passos de uma garota que mexeu com ele. E as pistas que ele tem são as fotos da câmera que pertencia a ela. Durante toda a narrativa, nosso herói terá que decidir sobre como prosseguir e solucionar as dificuldade que ameaçam o seu caminho.

Particularmente, adorei o humor ácido e a quantidade maluca de referências sobre Londres. Mas o ritmo da narrativa me cansou um pouco, uma vez que o autor muitas vezes usa os eventos secundários para atrapalhar, deixando parte do desenvolvimento enfadonho. E, por fim, a utilização da fonte pela editora também deixa o texto cansativo, já que meu astigmatismo não coopera em leituras longas.

No mais, é um bom livro para evitar ressaca literária! Diverte, tem algumas tiradas legais e uma dica importante: jamais vá a festa de um ex sem seus amigos!!!! (risos)

PS. Quer ler mais resenhas e notícias sobre livros,visite o link do Blog Cinco garotas Exemplares:

site: https://cincogarotasexemplares.com.br/
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Conchego das Letras 24/11/2016

Resenha Completa
Sabe aquele romance despretensioso, que não quer arrebatar o coração de ninguém, nem arrastar o leitor por uma montanha-russa de emoções, mas que te prende do início ao fim? É este aqui sem dúvida nenhuma.

Não é romance açucarado e, apesar de haver na própria capa dessa edição uma inscrição que diz “Uma história de amor”, em minha humilde opinião, é muito mais a história do “término de um amor”. Calma, não se desanime, é também a história de um recomeço, cheio de perspectivas, com um horizonte aberto, tudo isso contado de uma maneira deliciosamente irreverente.

Difícil de entender? Então deixe que eu conte um pouquinho do que você irá encontrar.

Jason Priestley, um jovem ingl... O quê?, está estranhando o nome? Se está, é porque, assim como eu, foi um adolescente na década de 90. Todo mundo que foi adolescente nessa época, sabe quem é Jason Priestley! Okay, você ainda era um bebê e não sabe do que eu estou falando... Bom, vou deixar que o autor explique a interessante história de seu nome.

Voltando, Jason Priestley, um jovem inglês de 32 anos, que sofre de uma forte “dor de cotovelo”... É isso mesmo, ele não suporta ver a felicidade da ex-namorada e anda se afundando em um processo de autocomiseração até que, certo dia, esbarra com uma jovem desconhecida. Esta, antes de entrar em um táxi, em plena “Charlotte Street”, deixa um objeto cair acidentalmente.

Tarde demais para avisá-la, Jason guarda consigo o objeto, que nada mais é que uma câmera fotográfica descartável. Certo dia ele revela as fotos e, incentivado pelo amigo, que já não suporta vê-lo no fundo do poço, resolve refazer o trajeto retratado nas fotografias da jovem. Está aí o início de seu “recomeço”, se é que posso dizer isso sem parecer redundante, o “horizonte aberto” de que falei acima.

O melhor de tudo é que Jason, o narrador-personagem, conta tudo isso ao leitor de modo interativo, e muito original. Para mim, a narrativa de Danny Wallace é genial!

Leitura super-recomendada!

site: http://www.conchegodasletras.com.br/2016/11/resenha-charlotte-street-danny-wallace.html
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Mariély 24/09/2016

"Acredito realmente que as coisas mudam, é claro. Mas, na minha experiência, acredito que, frequentemente, as coisas mudam porque as pessoas não mudam".

Charlotte Street é uma rua na corriqueira cidade de Londres, onde um rápido encontro (ou desencontro) na porta de um táxi pode desenrolar uma história inteira. A vida de Jason estava desmoronada: trabalhando de crítico para um jornal de distribuição gratuita que estava falindo, morando com um amigo e tinha acabado de sair de um relacionamento. Sejamos sinceros, o cara tá na merda. Até que ele encontra com uma moça desconhecida cheia de sacolas entrando um táxi, ele vai ajudá-la, eles trocam aquele olhar clássico de todo livro clichê de romance e ela vai embora eles trocarem mais que duas palavras. E ela deixa uma parte dela ali. Uma câmera descartável.

Então, começa a busca por ela, A Garota. Jason e seu melhor amigo Dev (depois de muita reflexão), revelam o filme da câmera descartável e começam a procurar A Garota. Vão aos lugares onde as fotos foram tiradas e começam a montar um perfil de como seria A Garota. Muita coisa acontece, muita confusão e muitas cenas bem humoradas.

Eu gostei do livro pelo fato que não é uma história de insta love de uma pessoa que eu vi só uma vez na vida e estou apaixonado pra sempre. Muito pelo contrário. É uma história de crescimento pessoal, da importância da amizade e das pessoas que você tem ao seu redor, da importância dos seus sonhos e seus objetivos.

A leitura foi bem fluída no começo, mas confesso que lá pela segunda metade do livro eu já estava cansada do plot principal e totalmente desinteressada pelo plot secundário. O personagem principal pode ser bem chato quando quer. Porém, a escrita é muito boa e tem uns quotes lindos.

E por último eu gostaria de comentar sobre o que eu mais gostei no livro: o final. É lindo, é inesperado, é poético e foge muito do que eu estava esperando que acontecesse, acredito que esse foi o melhor encerramento possível e eu amei.
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Memórias de uma Leitora 11/09/2016

Charlotte Street conta a história de Jason Priestley (e não é o de Barrados no Baile), um ex professor e atual critico da London Now. Seu namoro de 4 anos com Sarah acabou de terminar e pouco tempo depois descobre pelo Facebook que ela está no "melhor momento de sua vida" e vai se casar com Gary, enquanto ele mora com Dev, seu amigo, que é dono de uma loja de vídeo games e ao lado de um lugar em que todos acham ser um bordel, mas não é.
Apesar de Jason está com a vida toda conturbada, sem namorada, sem um bom emprego, sem perspectiva de vida, ele pensa em "agarrar o momento", aquele momento em que sua vida irá mudar, que será conhecido por seu heroísmo, que o fará crescer na vida.
"Eu sempre achei que se você não se arrisca, termina com absolutamente nada."
E tudo começa com uma garota (porque sempre tem uma garota) que ele vê pela primeira vez na Charlotte Street. Ela estava tentando entrar no táxi, se atrapalhando com as sacolas e ele, por educação, foi ajudar e então ela se foi, deixando-o, por engano, com sua câmera descartável 35mm.
Jason então começa uma busca incessante por A Garota. Dev o convence a revelar as fotos, pois assim conseguiria com mais facilidade encontra-la. A principio a ideia era apenas devolver a câmera, porem Jason começa a se sentir ligado a garota. Tenta, por meio das fotos, recriar seus passos, descobrindo cada vez mais sobre a moça. Nesse meio tempo muita coisa acontecem coisas que nos ensinam muito sobre a vida, sobre realizações de sonhos, amadurecimentos, amizades, medos e principalmente sobre seguir em frente.
Não foi um dos melhores livros que li, a história é arrastada e acabei demorando muito pra terminar. Mas o final é fofo demais e a capa nem se fala, totalmente linda.

site: http://memoriasdeumaleitoraa.blogspot.com.br/2013/11/charlotte-street.html
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Gi 29/07/2016

Se alguém me perguntasse sobre este livro, eu responderia: NÃO!
O livro é confuso, fraco, a história não prende, não envolve. Deixar levar-se pela capa, literalmente, é um erro. Se alguém me perguntasse se eu indicaria, algum dia, este livro, eu diria que apenas para uma lista: "livros para não ler nunca."
Daiana.Benck 02/02/2017minha estante
Exatamente! Pra mim, foi impossível terminá-lo! E olhe que é muito, muito difícil eu abandonar um livro... O livro é chato, o protagonista é chato, a narrativa é chata.... Enfim, não recomendo.




Horroshow 11/05/2016

Resenha por Jacqueline Romaro (Blog Horrorshow)
Jason Priestley é um típico britânico que vive em um apartamento dividido com seu melhor amigo Dev – que tem uma loja quase falida de videogames. Jason é jornalista do London Now e ainda sofre pelo término não tão recente do seu casamento com Sarah, que agora está noiva de outro e ficará grávida no decorrer do livro.

Então, em um dia londrino qualquer, Jason ajuda uma garota com suas sacolas a embarcar num táxi na avenida (adivinhem só?) Charlotte Street, o motivo evidente do título do livro. Jason tem “aquele momento” com ela, em que se olham e ela dá “aquele sorriso”, entra no táxi e vai embora, levando consigo todas as possibilidades de um encontro com o nosso protagonista, ou quase todas.

(...) Leia mais no link abaixo

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2016/03/charlotte-street-danny-wallace.html
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andressa.moreir 05/03/2016

chato
Amei a capa.. Mas o livro me cansou.. É uma pena..
Fiquei louca para comprar quando vi.. mas é um porre..
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Josiane 10/02/2016

Não era o que eu esperava.
Queria muito que a minha experiência tivesse sido diferente com Charlotte Street, que durante toda a leitura eu pudesse ter sido absorvida pela mesma ansiedade que senti ao vê-lo e desejá-lo na minha estante.
Mas não foi.
Não vou falar que não houve momentos de descontração, de riso – momentâneo devo dizer –, e que a decepção veio intercalada. Nem Londres foi capaz de tornar tudo melhor.
Se eu tive alguma dúvida de que a vida do personagem principal tenha sido o foco de Charlotte Street, e não o que eu esperava e que a sinopse nos transmite, essa dúvida virou pó. Somos conduzidos por uma vida repleta de baixos e baixos enquanto a procura pela A Garota, a dona da câmera descartável 35mm fica em segundo plano.
Oh, estou sendo generosa demais.
Eu não diria nem segundo.
Talvez o propósito do autor tenha sido isso mesmo, nos dizer que a vida pode ser cheia de frustrações, de coisas que não dão certo e de uma procura incansável por si mesmo. Apesar de não ter visto muito isso em Jase Priestley.
Danny Wallace tem uma escrita detalhista que por vezes me deixava confusa e com vontade de fechar o livro pra nunca mais abri-lo, mas não tiro o seu mérito.
Mariana 11/07/2016minha estante
Pretendia tomar nota do que achei do livro neste momento, mas depois da sua avaliação, prefiro fazer das suas palavras as minhas. Senti a mesma frustração, e pior: tentei ler o livro três ou quatro vezes, retomando e tentando ver o melhor dele. Não consegui chegar ao final. Lamentável...


Josiane 24/07/2016minha estante
Sim, é lamentável mesmo. Eu diria pra você prosseguir, mas eu acho melhor não. Foi muito difícil manter a leitura e sinto que após Charlotte Street eu não tenho insistido tanto em leituras que não me agradam tanto.




Vanda 20/01/2016

socorro
Santo Deus, não consigo mudar a página da leitura. Tão chato, tão bobo, que há um mês tento ler e 'malémá' consigo virar uma página, daí solto uma página inteira para ver se melhora, mas não tem jeito...é ruim mesmo. Agora resolvi parar de vez. Afinal ninguém está me obrigando a lê-lo.
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Júlia 04/01/2016

Bem ruim
comprei esse livro porque achei a capa bonita e ele é horrível , achei bem ruim a história tem que ter muito saco pra ler !
Vanda 20/01/2016minha estante
e eu não tive, abandonei na metade, depois de tanto tentar.




Stephanie 22/12/2015

Entediante
Desapeguei de tentar ler e desisti.
Extremamente entediante, enrolado e passa muito tempo descrevendo ruas desnecessárias.

O início estava legal e eu queria mesmo saber o que ia acontecer, só que chega um momento que a história parece perder o rumo e vira uma enrolação que só.
Vanda 20/01/2016minha estante
Verdade. Ontem me perguntei quem é que está me obrigando a ler um livro tão ruim. Depois de soltar muitas páginas, virar, tentar ler uma página inteira, me perguntei pra que tanto sofrimento? larguei mão.




Lovegood 19/11/2015

Vale a pena ler sim.
Li esse livro já faz um tempo e sou totalmente apaixonada por ele.Além de ser engraçado vc embarca numa missão junto com Jason,que faz vc se agarrar ao livro até o final.
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Daiana.Benck 30/06/2015

A vida é muito curta pra insistir em livro ruim! Chaaaato demais!!!
Não costumo abandonar livros mas, cansei! Muito chato, confuso, irritante até! Não tem nada do "romance engraçado e irreverente" que promete. Li quase 200 páginas das 388 e nada de romance! O personagem principal não tem nenhum carisma, aliás, fez umas coisas no começo que já me fizeram achá-lo um idiota e daí, até tentei dar uma chance mas, não deu, não pegou, não rola mais! Abandonei! Penso que existem muito mais livros interessantes pra eu me prender a uma porcaria dessas! Fui!
Vanda 20/01/2016minha estante
Foi exatamente isto que eu me disse: para que insistir na leitura que não rende? Nem soltando linhas e páginas a danada da história sai do lugar. Também até agora estive procurando o que tem de ''engraçado'' na história. Um dos poucos livros que abandonei, por mais ruins que fossem.




Dani Carmim 05/06/2015

http://paetescarmim.blogspot.com.br/2015/06/desafio-de-leitura-n-31-charlotte-street.html

site: http://paetescarmim.blogspot.com.br/2015/06/desafio-de-leitura-n-31-charlotte-street.html
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Nanda Palhari 25/05/2015

Resenha #29 - Charlotte Street, Danny Wallace
Há alguns anos sou perseguida por esse livro. O via em algumas páginas do facebook, ou quando estava lendo alguma outra página da internet. Enfim, vira e mexe nos encontrávamos novamente. Até que finalmente dei início à nossa relação. Quando iniciei a leitura, cheia de expectativas, acabei me decepcionando um pouco. Mas aos poucos fui me entendendo com esse amigo (agora não mais platônico) e finalmente nos acertamos.

Jase, o personagem principal, a priori me pareceu um cara bem irritante e frustrado, que não havia conseguido chegar muito longe em sua carreira profissional e tinha abandonado os sonhos que um dia possuíra. Ele mesmo chega a admitir em determinado ponto do livro que talvez pudéssemos tê-lo achado não amigável no início. Mas aí é que está. Continuei a leitura, já que eu finalmente tinha o livro em mãos, e me mantive firme, sendo recompensada com uma história linda. Aos poucos ele vai nos contando o que aconteceu em sua vida no último ano, como ele perdeu a namorada e o que foi o gatilho para que sua vida desandasse de vez. Em alguns momentos fiquei um pouco revoltada com ele, mas foi passageiro.

A ex-namorada de Jase, Sarah, no momento está em um relacionamento com outro homem, Gary, com quem logo irá se casar. A relação entre os dois ainda é meio conturbada, mesmo depois de meses separados, e a culpa na verdade é do próprio Jase. Ela é uma pessoa resolvida e decidida, que seguiu em frente na vida, não ficou parada no mesmo lugar - que é praticamente o que ele fez. Mas a rotina dele muda depois de ajudar uma moça na Charlotte Street a entrar em um táxi e acidentalmente acabar ficando com a câmera dela, uma descartável.

Segundo Dev, amigo de Jase, as fotos tiradas com esse tipo de câmera têm uma ligação entre si, além de serem importantes – afinal, são apenas doze fotos, então é preciso ter certeza de que determinado momento deve ser registrado. A busca de Jase pela garota (que ele espera ser A garota) perpassa todo o livro. Eu já estava começando a achar que eles nunca se encontrariam de fato e que a história era apenas sobre a vida do personagem e não teria nada de romance para ele. E a verdade é que não há muitas linhas em que os dois estão juntos, mas o autor nos deixa saber o fim da história deles. Isso foi essencial para mim, apesar de o livro não ser exatamente sobre o romance.

A história é mais ampla do que uma história de amor. Como eu já disse, no início do livro Jase está frustrado e infeliz, portanto acompanhamos sua vida e suas asneiras nesse estado de emoção. Enquanto tenta descobrir quem é a moça dona da câmera ele vai, lentamente, encontrando o caminho para reencontrar a si mesmo, o “eu” que parece estar perdido ou desaparecido desde o dia do incidente (que ele demora um século para nos revelar). O livro, para mim, foi uma aprendizagem. Tenho apenas dezoito, então ainda tenho um longo caminho pela frente, que provavelmente será cheio de decisões a tomar, planos a fazer e concretizar. E desilusões deverão aparecer também, o que significa que terei que contorná-las e seguir em frente, assim como Jase faz na história, mesmo que em alguns momentos nem ele perceba. E talvez não seja fácil, mas isso nunca foi razão para desistir, não é mesmo?

Terminei a leitura com uma risada, leve e livre, cheia de não sei o quê - esperança, talvez, aquela da qual Jase vive (ou costumava viver) tentando se apartar. E também com uma ambição imediata: ser dona de uma câmera descartável 35 mm.

site: http://sobrecontarhistorias.blogspot.com.br/
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