Charlotte Street

Charlotte Street Danny Wallace




Resenhas - Charlotte Street


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Jeni 20/08/2012

Charlotte Street - Irreverente e divertido
Como resenhar um livro que você gostou tanto e que você tem certeza que um resumo sobre o que você achou da leitura não irá ser suficiente para demonstrar o quanto gostou do livro, o quanto se envolveu nele e o quanto foi gratificante tê-lo lido?!

Mas enfim, logo quando li a sinopse de Charlotte Street pensei que seria mais um livro com um romance leve, divertido com seus clichês mas que iria me agradar por eu gostar de livros assim e por geralmente a leitura de romances leves serem muito bem fluidas e rápidas. Mas não foi exatamente assim.

Jason Priestley é um ex-namorado e um ex-professor que divide agora um apartamento com seu amigo, Dev um apaixonado (completamente, literalmente) por videogames, em cima da loja de videogames de Dev e ao lado de um edifício que todos acham que é um bordel, mas não é. Ele agora é freelancer de um jornal distribuído gratuitamente pelo metrô em Londres onde escreve resenhas e críticas de restaurantes e filmes horríveis. Num belo dia da sua rotina frequentando pubs, na Charlotte Streett ele a vê, ela atrapalhada cheia de pacotes e sacolas e ele a ajuda carregá-las, um olhar e um sorriso direcionado a ele e Jase se vê fascinado, planejando maneiras dos dois falarem-se por mais tempo originando um começo de uma história, mas o táxi parte e Jason percebe estar com algo em suas mãos, uma câmera descartável 35mm, dela.

E é assim que a estória começa, a partir daí conhecemos melhor Jason, através da sua própria narrativa sobre suas histórias, sobre sua 'não-superação' em relação à sua ex, Sarah, que ele descobre estar noiva agora, de Gary, sobre sua insatisfação com seu trabalho e suas poucas expectativas de um futuro brilhante e sobre seu amigo Dev, tão esquisitamente fissurado em videogames, o único que manteve depois de sua separação com Sarah.

Eu costumo sempre me identificar e gostar de personagens mais introspectivos, meio imaturos e principalmente confusos e Jason é assim, além do enigma dA garota de Charlotte Street, das fotos naquela câmera descartável que podem dizer tudo ou nada sobre ela, Jason tem problemas com a ex, com seu trabalho que não considera nada interessante, com sua forma nada otimista sobre esperança. Ele toma decisões erradas, no passado e no presente, ele tem 32 anos e está interessado em saber mais sobre uma garota totalmente desconhecida que viu na rua e que sorriu para ele. Ele pode ser considerado meio depressivo, mas é muito irônico e realmente tem uma mente parecida com a minha: Faz mil e uma conclusões e cogita várias possibilidades sobre algumas situações e pessoas.
(...)

Leia mais: http://mon-autre.blogspot.com.br/2012/08/resenha-charlotte-street.html
Didi 17/09/2012minha estante
Realmente tudo que está escrito na capa e verdade,uma leitura leve e bem humorada, aquelas que vc qdo da uma pausa na leitura fica com um sorriso nos labios, amei.


Leticia.Oliveira 17/10/2015minha estante
Um dos livros que li e mais gostei.... me apeixonei pela história, personagens e tudo mais.... dei muitas gargalhadas e me emocionei com livro... a sinopse me chamou a atenção, é um livro que vale a pena até ler novamente. Bom demais!!!




*Rô Bernas 03/07/2014

CHATO AO CUBO!
Eu esperava um livro leve, gostoso, romântico e altamente engraçado mas...pense num livro chato...:/
Fui fisgada pela capa/sinopse ...e estou até agora esperando esse conjunto de coisas. Achei uma história chata, confusa, arrastaaaaada..... com pitadas de humor é verdade, mas o vai e vem do personagem me deixou confusa e desmotivada e fiquei assim desde o primeiro momento da leitura, só que achei que fosse melhorar...me enganei...continuou chata e confusa.

O personagem principal não podia ser mais chato e ele leva esse chatice durante todo o livro. Não consegui nem gostar das partes engraçadas, achei tudo muito forçado. Sem falar que ele conversa diretamente com o leitor e eu odeio romance assim...A história perdia o foco em várias situações e tive que voltar diversas vezes para poder entender o que estava acontecendo. O livro aborda muito mais o autoconhecimento, a amizade e a lutar pelo que você quer, não que não seja bom...mas não é o que estava proposto.

Sim..o que escrevi é muito chato, pois na minha mente só piscavam as palavras "chato", "monótono", "cansativo"...complicado escrever sobre uma história que não agradou... :(

Mas opinião é uma coisa bem pessoal, então leia e avalie! =D
Carrie 27/02/2013minha estante
Eu entendo bem o q vc disse, porque eu realmente achei um saco. Achei confuso no começo, depois me acostumei com essa confusão, mas não gostei. Só não abandonei porque detesto largar livro na metade e não terminar, por mais chato q seja.
O final não foi nada de mais nem de menos, foi um final qualquer e não compensou o decorrer enrolado e cansativo do livro.


Flávia 27/02/2013minha estante
Rsrsrs, desde que vi o livro, não despertou meu interesse. Agora, depois de ler sua resenha, pude confirmar q realmente não vale.


*Rô Bernas 27/02/2013minha estante
Flávia vc que não gosta de livro meloso, bem capaz de gostar desse rssss


*Rô Bernas 27/02/2013minha estante
Pois é Regiane, sou igual a você, pra eu chegar ao ponto de abandonar um livro é pq tentei muito e realmente não consegui. Esse foi quase um parto e de fórceps rsss Pior que fiquei frustrada pois tinha colocado tanta expectativa :/


Jacy Coelho 27/02/2013minha estante
hahahhahahaha chatooooooo! hhahahahhaha

ói, tu até que escreve bem, fala que não, que foi parto, blá, blá...mas é isso mesmo, também tô sofrendo pra fazer as resenhas sem enfiar adjetivo atras de adjetivo...

adorei Rô!


Dih 07/03/2013minha estante
Oi Rô!
Mais uma decepcionada com o livro para rir! rsrsrs
Vou passar longe! rs

beijos.


Fran 03/07/2014minha estante
Rô,
Consegui avançar mais duas páginas, estou na 58...rsrsrsrs
Já tem 45 dias que estou lendo...
A capa é linda...rsrsrsrsrs


Kelly 16/06/2015minha estante
De fato, a definição para este livro é: chato.




spoiler visualizar
Karina 11/10/2012minha estante
Isso me incomodou muito também! O livro promete uma história de amor que não acontece de fato. Acho que amadureci o gosto adolescente também! :D


Camila Cunha 23/10/2012minha estante
vc disse tudo!! estou quase desistindo de ler este livro!


Limao 01/02/2013minha estante
eu desisti do livro na pagina 55...depois comecei a pular pra ver se achava algo ineressante, li o final e continuou chato...então...está pra troca kkkk


Fer 09/02/2013minha estante
Eu li até a pag. 140. Pra falar a verdade, já tinha desistido de lê-lo nas primeiras págs. Mas eu ficava imaginando: " ah vai dá uma reviravolta e o livro vai se tornar legal e tals" ou então " leia só mais um pouquinho". Quando vi que nada aconteceria li o final e disse: "499 páginas pra isso?". Só perdi tempo e dinheiro.


BeL 27/03/2013minha estante
que bom que vc leu até a página 140, eu li até a 137 e não me prendeu, detesto abandonar livros, mas acontece. Tenho outros na fila... mas não descarto um dia quem sabe continuar a lê-lo.


Mônica 14/08/2013minha estante
Esse é o tipo de livro que te surpreende no fim, onde tudo começa a fazer sentido.




Helô 19/10/2014

Decepção
O famoso ditado "não julgue um livro pela capa" nunca fez tanto sentido depois de eu ter lido Charlotte Street. Decepcionante. Não existe outra palavra para descrever o que senti.

A capa é bem chamativa e eu, como sou uma amante de Londres, me interessei na hora. "Um romance engraçado e irreverente. Uma história de amor..." e a pequena sinopse me fizeram acreditar que o livro seria ótimo. Só me fizeram acreditar mesmo, porque quando comecei a ler esse encanto pelo livro murchou.

Confuso. Muito confuso. Diversas vezes tive que ler mais de uma vez para entender em qual contexto o livro estava situado. O humor do livro é algo irônico, típico de britânicos, que não me chamam muito a atenção. Em momento algum dei risada ou me diverti lendo o livro.

Romance? Que romance? Na última página do livro? Ou quando Jason começa a relembrar sua vida ao lado de Sarah? Pela sinopse você acha que ele logo vai encontrar a tal garota e vai se desenvolver uma paixão ali, algo detalhado, explicativo. Não apenas na última página do livro!!!

Outro ponto que achei muito negativo foi: se você não mora ou não esteve em Londres, você ficará confuso. O autor faz muitas menções de ruas, programas, talk shows que não temos ciênscia aqui no Brasil. Mesmo com a explicação no rodapé fica confuso.

É um livro mais de autoajuda do que de romance e humor. Se esse era o objetivo do autor, comunicar que o ser humano comete diversos erros mas no final tudo se ajeita, acho que não deveria fazer propaganda "enganosa" na capa do livro.

Quase desisti, perdi totalmente a vontade de ler logo nos primeiros capítulos, só não abandonei porque tinha esperanças que melhoraria no decorrer. Não melhorou. Perdi meu tempo lendo esse livro.

Que decepção.
Milena Scur 21/04/2013minha estante
É totalmente o que eu sinto! Comprei pela capa e, certamente, nunca mais farei isso. Ainda estou lutando pra ler (pelo menos faltam menos de 100 páginas), mas só nisso demorei meses e estou quase desistindo. Acredito que só não o fiz ainda porque não gosto de começar um livro e não acabar.


Helô 24/04/2013minha estante
Pois é Milena Scur, eu só não desisti porque li quando estava na fazenda e não tinha nada para se fazer lá. Nunca mais compro um livro pela capa, olharei mil resenhas antes!


Gi 24/01/2015minha estante
Também me decepcionei muito com o livro, comprei pela capa e pela sinopse, e nunca me arrependi tanto. Abandonei... O enredo é entediante, e de "história de amor" o livro não tem nada.




Lucianoasantos 02/03/2013

Adiei por muito tempo a leitura de Charlotte Street, nada nele me chamava a atenção então deixava o livro para depois. Agora posso dizer o quanto me arrependo de ter feito isso – ou, para parar de me culpar, talvez este tenha sido o momento certo de lê-lo.

Charlotte Street conta a história de Jason, que possui o mesmo nome do carinha de Barrados no Baile – filhos dos anos 80/90 provavelmente vão se lembrar – que fora abandonado pela mulher que amava após quatro anos de namoro e agora tinha de lidar com a felicidade e o iminente casamento dela, enquanto remói dentro de si que não conseguira progredir muito desde a separação.

Mas este não é um livro somente sobre a dor. Diria que ele fala bem mais da descoberta do amor e da busca pela felicidade. Nele estas coisas não são pintadas em cores quentes e chamativas – o livro se passa em Londres, então o frio, a garoa e a noite fazem muito mais sentido – mas estão implícitas desde as primeiras páginas.

Após o término de seu namoro com Sarah, Jason se muda para o apartamento de um colega com quem cursou faculdade, Dev, que é dono de uma loja de videogames retrô que fica ao lado de um lugar que todos pensam ser um bordel, mas não é. Com sua mudança, Jason esperava fazer algo com sua vida, lutar para que algo aconteça, para que prove a sim mesmo que pode fazer dar certo, assim como Dev, por exemplo, faz com sua loja, que é sua paixão.

Ao mesmo tempo em que lutava pelo que acreditava – trabalhando como escritor freelancer para um jornal gratuito, o London Now – em que tentava seguir em frente, dava algumas espiadas básicas no perfil do Facebook de sua ex. Lá ele leu sobre o noivado, e que ela estava no momento mais feliz da vida dela.

Não questiono a reação dele. Após quatro anos de namoro, eles se separam – e só ficamos sabendo o motivo bem mais à frente – e alguns meses depois ela está noiva de um outro cara, e aparentemente feliz. A questão aqui é: alguns meses são o suficiente para deixar para trás anos de relação? Acho que depende da qualidade de ambas as relações.

E se posso trazer para mim, uma das primeiras coisas a se fazer quando um romance não dá certo é bloquear a pessoa no Facebook. Finda a relação, temos de ter um resquício de amor próprio o suficiente para fazer isso. Ninguém quer ver a ex sorridente e, segundo a legenda da foto, “Feliz”,e se você não a bloqueou não resistirá em dar aquela espiada no perfil dela, só para conferir. Acreditem em mim: isso não leva a lugar algum.

Voltando ao livro, Jason não consegue – por mais que diga o contrário – seguir em frente, até que encontra uma garota toda atrapalhada para entrar em um táxi, a ajuda, recebe um olhar e, acidentalmente, fica com a câmera dela.

Aí que entra Dev, no papel do amigo que todos queriam ter.

É ele a mola propulsora que faz Jason revelar as fotos e partir em busca dA Garota. Claro que eles possuem pouquíssimas pistas de quem ela é: Jason a vira duas vezes na Charlotte Street, e possuem fotos dela em diversos lugares, então uma das alternativas é tentar identificar estes locais, numa expectativa um pouco tola de que, de alguma forma, digam mais sobre ela.

O autor, Danny Wallace, é bem mais inteligente que a foto na orelha do livro – na qual ele parece um integrante de uma boyband britânica qualquer – faz parecer. Jason é um personagem cativante que, mesmo um tanto irritante e chato no inicio foi me conquistando aos poucos, e antes da metade do livro já era um grande fã seu, e torcia abertamente por ele.

Acredito que o autor consegue emular esta identificação por ser o livro narrado por Jason em uma sincera confissão, de como tudo aconteceu, de como as coisas deram terrivelmente errado, e do quanto ele é atrapalhado e com uma grande tendência para piorar as situações.

Ou seja: ele é um personagem perfeitamente possível. Assim como Dev, Matt e Abbey, companheiros na jornada em busca da tal Garota.

No livro, Jason faz confissões corajosas, mas nem sempre totalmente sinceras. Ele se dá o direito de rever algumas passagens, assim como omitir temas. Isso mostra que a tarefa não é tão fácil, e na verdade ela, em nenhum momento, se mostra banal. Mas nas passagens onde ele revê suas ações e assume sua parte de culpa vai deixando claro que, aos poucos, ele está seguindo em frente, e, sim, pode conseguir o que tanto deseja.

Mas o que ele realmente deseja? Uma mulher em uma foto, esquecer a ex, seguir em frente, ser um bom jornalista?

Ao terminar de ler, percebi que se pode gostar de uma porção de livros, mas são bem poucos aqueles pelos quais você sente verdadeira afeição. Gosto realmente de Jason e seus amigos, e sua busca, que por qualquer um seria considerada uma perseguição, me parece um tanto justa. É o gatilho que o fará sair da mesmice e buscar algo de concreto.

É um longo caminho, mas vale por cada trecho percorrido.

Resenha originalmente publicada aqui: http://www.pontolivro.com/2013/02/charlotte-street-resenha-107.html
Kelry 02/03/2013minha estante
Eu to louca pra ler esse livro, a estoria me pareceu muito interessante!

Ps: A capa é linda.


Pandora 03/03/2013minha estante
É raro ver o um romance no qual o personagem principal é um rapaz, eu adoro Londres e claro to muito afim de ler esse livro!


Maristela 03/03/2013minha estante
Amo a capa desse livro. Tenho lido resenhas sobre ele e até agora só vi elogios. Quero muito ler o livro.


stehremohi 03/03/2013minha estante
Esse é um livro que eu me interessei há algum tempo já, e a sua resenha foi a mais completa que já vi até hoje. Você destacou os pontos fortes e fracos do livro, o que me deu a impressão de que é um livro mediano, mas gostoso de se ler. Eu gosto desse tipo de romance. Quero muito lê-lo.


Rosiclecia 03/03/2013minha estante
Como todos eu tenho uma linha de preferencia de leitura, porém diferente de muitos eu gosto de ler muito e isso faz com que eu não tenha rejeição por nenhum estilo e até mesmos os mais monótonos e sem sal me prendem a leitura, pois sou dessas que fico procurando os "por que?" e "como" dos texto.

Porém diferentemente de minha expectativa que tive só com a capa do livro... De ser só mais um livro com começo, meio e fim bem traçados... Ele me traz uma expectativa grande para desvendar seu enredo e principalmente por ser por uma visão masculina das coisas, o que me agrada muito.

Até mais.


Thicy 14/03/2013minha estante
A capa do livro é linda!! O livro parece ser muito bom, e eu pretendo lê-lo ainda esse ano!!


Mayra 24/03/2013minha estante
Esse livro esta no topo da minha lista! a historia parece ser muito interessante!


Belle 25/03/2013minha estante
otimo livro




Yasmin 25/08/2012

Supreende, Diverte, Emociona, Fora o cenário.

Quando a Novo Conceito anunciou o lançamento de "Charlotte Street" foi o maior barulho. Nome charmoso, capa charmosa e sinopse que deixa aquela curiosidade no ar, isso para não dizer que ela é charmosa. Londres, com o tempo aprendi a admirar Londres. Que cidade! Quanta história, quantos séculos, ela é tão, seria abuso dizer charmosa de novo? Mas é verdade. Charlotte é um nome charmoso. Não foi minha paixão platônica pela cidade que me conquistou. Foi o conjunto. Até perdoei aquele quadrado de código na capa estragando o charme do todo. Algumas horas depois fico feliz em dizer que Danny Wallace construiu uma história a altura das minhas expectativas e que justificam o uso proposital da palavra charme e seus derivados.

Jason Priestley, que não é o ator de Barrados no Baile está com a vida em decadência, terminou um namoro de quatro anos de forma mal resolvida com Sarah, que para piorar já está noiva de outro em menos de seis meses. Jason era professor, atualmente faz críticas diversas para um jornal, mas sem nenhum preparo verdadeiro, divide um apartamento com Dev, dono da loja de vídeo games antigos e mais bebe do que tudo. É nesse meio tempo que vê uma garota toda enrolada com pacotes tentando entrar no táxi, na esquina de Charlotte Street, sem deixar nada cair. Jason em um impulso nada londrino oferece ajuda e só quando o táxi partiu percebe que ficou com uma pequena câmera descartável nas mãos. Nada de extraordinário se um tempo depois no meio de um jantar ele vê a mesma moça de casaco azul passando apressada pela Charlotte Street em direção de um táxi. Ele a segue, mas paralisa apenas a observando ir embora de novo. E é a partir daí que a trama realmente começa.

O dilema de Jason de procurar ou não a garota, revelar ou não as fotos, continuar ir a Charlotte Street na esperança de vê-la ou não. Dev acha que sim. A narrativa de Wallace é muito boa, os toques de humor e as conversas com o leitor deixa tudo com um toque especial. As descrições são o ponto alto do livro, um verdadeiro passeio por Londres aliado a história de Jason. A partir dessa simples premissa e com uma narrativa em primeira pessoa extremamente agradável que conhecemos Jason e acompanhamos as mudanças que uma simples câmera com doze fotos promoveu em sua vida. O ritmo é algo crescente, à medida que a vida de Jason saiu da inércia o clima muda de forma sutil e animadora. Você pode pensar que o livro é sobre um herói imperfeito, uma garota misteriosa e um amor certo no final, mas não é. A história construída por Danny Wallace é sobre amizade, sobre transformação, sobre como momentos são importantes.

Os personagens são todos ótimos, bem caracterizados e com uma personalidade que evolui de forma muito natural durante a história. Jason por exemplo não sofre aquela mudança radical que vai do extremo fracasso para o extremo bem-estar. Foi mais como sair da inércia e da rotina. Foi muito bom como os pequenos encontros do início do livro se mostraram parte da trama principal. Bem criativo, aliás, o final do livro foi uma surpresa agradável para quem esperava algo mais comédia romântica cosmopolita. Não se é exagero meu, mas o autor conseguiu uma história com a cara de Londres. Entra na lista dos livros que quando termina queremos mais, a conclusão está ali, mas o clima é tão bom que porque não um pouco mais? Ainda mais com aquela última parte...

Leitura rápida, de ritmo agradável e surpreendente. Não espere amor, espere amizade, descubra uma cidade e deixe-se levar, não se frustre no caminho por alguma falsa impressão. A história deve ser descoberta e não imaginada. A edição (...)

Termine de ler o último paragráfo em: http://www.cultivandoaleitura.com/2012/08/resenha-charlotte-street.html

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Thamires 03/02/2014

A tediosa vida de Jason
Logo quando li a resenha e um folder com o primeiro capítulo, achei que ali havia uma boa história. Afinal... Londres, romance, um objeto perdido, uma garota com olhar apaixonante e etc. Não poderia estar mais enganada. De início dei um crédito ao livro dando oportunidade para a história se desenrolar, mas cheguei na metade e a convicção se esvaiu transformando-se em impaciência. O desenrolar da história se tornou enrolada. O livro tão monótono quanto a vida do Jason Priestley (personagem principal). Quatrocentas páginas de um enredo que poderia ser resumido em cem páginas. E nem se fale do desfecho, à altura da história em si.
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Saleitura 22/10/2012

O amor pelas ruas de Londres
Jason Priestly depois que sua namorada o deixou ele passa por uma crise que o leva a largar o trabalho de professor para seguir o sonho de ser jornalista. Passa a ser free lancer escrevendo para o “London Now”, jornal gratuito que é distribuído no metrô.

Ele mora com o amigo Dev (super divertido) em um apartamento na Caledonian Road que fica “em cima de uma loja de vídeo game entre uma agência de notícias polonesa e aquele lugar que todo mundo pensa ser um bordel, mas não é.”

Começa a história na movimentada Charlotte Street , quando Jason Priestley por um acaso encontra uma garota cheia de sacolas tentando equilibrá-las para pegar o taxi. Percebendo que ali havia “alguma coisa doce, pequena e frágil” ofereceu ajuda. Foi assim que sem perceber acabou ficando com sua câmera descartável 35 mm.
“E Ela sorriu para mim. Um sorriso inacreditável”. pg. 15

Bastou esse acontecimento para Jason acreditar que essa seja “A GAROTA” de sua vida. Somado a isso tudo fica sabendo que sua ex-namorada Sarah fica noiva de seu amigo Gary e ainda que está grávida.

Seu mundo parece em crise, mas é quando ele se agarra a esperança de encontrar “A Garota” , pois se acha ligado a ela, que é o destino que os fez se encontrarem.

Com a ajuda do amigo Dev as fotos são reveladas o que cada vez descobre acontecimentos que mostram que deve seguir em frente a sua busca.

No decorrer na história que é narrada em primeira pessoa, Jason nos relata o seu cotidiano, os lugares em que vai a pedido do Jornal para avaliar e com isso vamos tendo contato com alguns personagens como Zoe a sua chefe no Jornal London, Abby e tantos outros que vão surgindo nomeio dessa busca.

Confesso que me desmotivou um pouco a leitura, tornando ela um pouco desgastante nas intermináveis páginas que narram tantos detalhes sobre os diversos lugares em Londres que talvez por não conhecer me senti perdida. Tentei localizar no Google para poder acompanhar a história que tem seus momentos divertidos como também tristes e emotivos. Poderia encher esta resenha de milhares de imagens que em parte me ajudaram a imaginar e continuar acompanhando o Jason em sua busca. Como ajuda uma pesquisa no Google vocês não acham? Só que temos que saber como pesquisar e como perguntar, pois nem sempre chegamos no lugar certo.

O que achei muito interessante foram os provérbios que surgem após alguns capítulos que nos fazem parar para refletir não só na história, mas em nossas vidas.

“Onde estiver a mulher que você ama, você irá fazer todo o esforço, até a morte, para chegar até ela” Provérbio tradicional da Tribo Shona, Zimbábue. pg. 238

Gostei também das histórias que Jason narrava sobre casos de casais que tiveram encontros em situações diferentes, mas semelhantes quanto ao sentir ser coisas do destino e que acabaram tendo um final feliz. Acho que davam a ele uma motivação para seguir em frente e continuar sua busca.

“É o que venho fazendo com A Garota, é claro. Esse planejamento. Encontrando significado onde talvez não exista, baseando tudo em poucas coisas: um meio sorriso arrancado rapidamente em uma noite escura na Charlotte Street.” pg. 209

O autor Danny Wallace escreve de uma forma agradável , inteligente e o romance que nos conta é criativo e bem diferente. Talvez por se passar em Londres e pela sinopse imaginei um tipo de “História de Amor”, mas não é pelo fato de não ter sido aquilo que esperava que venha a tirar os méritos desta obra. Neste romance o protagonista vai a busca da garota de sua vida, mas por outro lado ele está procurando se encontrar depois dos tropeços que a vida lhe deu. Quanta a capa é linda, digna de elogios que me conquistou a primeira vista.

Diversão e romance
Uma comédia requintada, ambientada nas ruas de Londres, repleta de muita confusão, cenários estonteantes e um romance pra lá de inusitado. É isso o que podemos esperar de Danny Wallace, no livro “Charlotte Street”.

Autor da comédia “Yes Man”, que inspirou o longa Sim, senhor, interpretado pelo ator Jim Carrey, Danny traz para o seu mais novo trabalho todo o seu senso de comédia, regado à cultura pop inglesa e muito humor.
Segundo o site de cinema Omelete, a Working Title Films adquiriu os direitos para adaptar o livro “Charlotte Street” para as telonas.Saiba mais clicando aqui.

Resenhado por Irene Moreira
http://www.skoob.com.br/resenha/nova/21246690/

Postagem Saleta de Leitura
http://saletadeleitura.blogspot.com.br/2012/10/resenha-do-livro-charlotte-street-de.html
VitrinedePromos 04/11/2012minha estante
Adoro ler sobre comédias românticas e ainda sendo em Londres deve ser super interessante.
Gostei muito da resenha e da sua opinião muito precisa.


Ju 04/11/2012minha estante
Sou mega louca pra ler esse livro!! Esses detalhes de descrição de Londres realmente incomodaram muita gente, pelo que li por aí. Eu acho que até gostaria, ainda mais agora que você me deu a ideia do Google! hahaha... tem aquela visão de satélite que vai ajudar bastante! rs... Adoro o fato deles cismar com A GAROTA. Enfim, quero ler! =)


Rayme 04/11/2012minha estante
bom, um dos motivos de eu querer muito ler o livro é minha paixão por Londres, e já vi várias resenhas de gente reclamando sobre este detalhe, e tbm falando que pesquisou no google para se situar melhor! hahaha
ótima resenha, e estou super curiosa para ler ele *---*


Maria P 04/11/2012minha estante
Três estrelas me desanimou mais vô ler mesmo assim afinal eu já comprei ;(


Saleitura 05/11/2012minha estante
Olá Maria !
Não desanime não O livro é bom . Três estrelas é uma avaliação boa e isso depende muito da visão e preferência de cada um. Veja que a maioria avaliaou entre qutroe cinco estrelas e isso vai dar uma média muito boa. Eu é que sou mesmo exigente.:)Obrigado pelo comentário. Beijos


Clara 05/11/2012minha estante
Ai esse livro parece ser tudo de bom, amei ele. Adoro livro que é tipo comédia romantica, assim como amo Londres. Acho que esse livro é a minha cara! Parabéns pela resenha, como sempre arrasando!


Gladys 07/11/2012minha estante
Estou bem curiosa em relação a esse livro.

Achei interessante essa temática e pretendo lê-lo em breve, :)


Maristela 13/11/2012minha estante
Esse é um dos livros que quero muito ler. Adoro esse tipo de romance. Também gostei muito de sua resenha. Está ótima.


Fernanda Yano 01/12/2012minha estante
A resenha está ótima!
Adoro romance com pitadinha de comédia! Esse parece ser ótimo.




Carolina Durães 28/10/2012

Vou começar esclarecendo que eu escrevi essa resenha umas quatro vezes. Escrevia, não gostava, apagava. Escrevia, não gostava, apagava. Eu não sei, talvez esteja me tornando chata na leitura, mas se eu tivesse que definir esse livro em uma única palavra, seria: maçante. Isso mesmo. Jason é um daqueles personagens que você ama ou odeia, não tem meio termo. Eu o achei chato, com piadas extremamente sem graça. O cara mora com o amigo Dev (que tem uma loja de vídeo games); tem um emprego de crítico em um jornal, mas não dá a atenção merecida ao emprego, vai sempre empurrando as responsabilidades, tem uma ex que resolveu seguir em frente (sério, depois de quatro anos de um relacionamento sem perspectiva, ele ficou surpreso que ela seguiu em frente? Eu achei que ela demorou muito rs) e ele não se conforma com isso, o amigo Dev que alguns podem ter achado engraçado, eu achei um chato de primeira. Então imaginem esse cenário que eu descrevi acima, e aí Jason esbarra com uma linda garota que sem querer deixa cair uma câmera descartável antes de entrar no táxi, e ele fica obcecado com o sorriso e o agradecimento dela. A partir daí, o livro gira em busca dessa garota e da análise da sua vida. Adicione a isso um ex-aluno do Jason, que era um encrenqueiro na época (e de certa forma continua sendo).
O momento que mais me emocionou no livro foi o passeio deles no Postman’s Park e eles leram:
“Alice Ayers, filha de um pedreiro, que por uma conduta valente salvou três crianças de uma casa em chamas na Union Street, Borough, e perdeu a própria vida” (p. 44). E o motivo da minha emoção nada teve a ver com o livro, e sim com a história do Postman”s Park e com o filme Closer (aquele com a Julia Roberts e a Natalie Portman, filme esse pelo qual sou apaixonada).
O livro simplesmente não me conquistou. E ainda por cima alguns detalhes me deixaram ainda mais desanimadas com o livro, como o fato da história se passar na Inglaterra e toda vez que aparecia o preço ou o custo de algo, o valor é dado em real (??? Como pode isso??). Eu espero que aqueles que lerem a resenha e estão interessados na leitura desse livro não desanimem. Não esqueçam que é a opinião de uma única pessoa (eu rs) e eu li algumas resenhas bem positivas do livro.
Glaucia 28/10/2012minha estante
Carol, gostei da sinceridade. Não sei exatamente como vou me sentir com esse livro. Me disseram que ele é fofo e tenho um fraco por livros fofos. Quando terminar a leitura, um dia quem sabe, trocamos figurinhas sobre ele. bjs no core




Paulinha 10/09/2012

Persistência ou TOC
Pensei muitas vezes em abandonar a leitura deste livro, ele não estava me atraindo muito, embora ele me fez lembrar Londres e seus lugares típicos! Não sou de abandonar um livro pela metade, embora muitos me dizem que eu tenho este direito, direito do leitor de seguir em frente ou não, de ler total ou parcial .... mas acho que o meu toc não me permite abandonar nada pela metade.

Sempre gostei das visões dos britânicos ... os autores apresentam seus personagens sempre atrapalhado, como a Becky Bloom ou Jones, ou meio fora da sociedade como o Dex e o próprio personagem deste livro.

Eu acabei torcendo pela Abby que nem é uma personagem principal mas que me cativou, pela Zoe, não gostei muito da Sarah nem do Gary ... mas são apenas opiniões!

Uma parte que realmente nunca vou esquecer é a representação da maquina descartável de fotografia. Nunca tinha me ligado nisso, mas depois que li no livro faz todo o sentido:
o que elas contém é especial, pois vc não pode ver instantaneamente. Vc tem que esperar, vc tem que investir no momento e então esperar para ver o que conseguiu. E aqueles momentos tem que ser o momento certo. Vc precisa ter certeza que quer este momento quando aperta o botão, pois o tempo corre e vc pode perder o momento. E depois de 12 poses vc terá que revelar e esperar para ver o que conseguiu. E serão únicas!
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igorhaarus 28/08/2012

Existem livros que faz a gente suspirar durante quase toda leitura, chorar feito criança quando perde seu melhor brinquedo, sorrir como se tivéssemos levado uma bolada de grana pra casa, despertar sentimentos tão leves quanto um pedaço de papel solto no ar, e até mesmo livros que nos deixam pensando horas e horas para expressar o quão legal foi a experiência de lê-lo. Pois bem, Charlotte Street pode perfeitamente se encaixar em tudo isso que você acabou de ler. E não estou exagerando! Esse livro é realmente bom. Ah, mais vou logo avisando pra você que mesmo com tantos adjetivos dados por mim, ele não ganhou as tão estimadas cinco estrelas na minha estante no skoob ou o coração que tantos livros disputam para ter. É o negócio é que Danny Wallace, o autor, conseguiu me fazer gostar da história proposta. E isso fez com ele superasse as minhas expectativas inexistentes, pois se não fosse pela vontade surgida do nada, o livro ficaria por um bom tempo parado em minha estante.

Jason Priestley é um dos protagonistas mais inusitados da face do mundo literário. Ex-professor e ex-namorado de Sarah, Jason - que é sempre confundido com o famoso ator de séries inglesas que possui o mesmo nome que o seu - é um crítico de um jornal inglês não muito conhecido que é semanalmente distribuído gratuitamente nos metrôs da cidade. Altamente desiludido, o cara fica ainda pior ao saber que Sarah está noiva de um estranho e que aparamentemente já superou o fim do relacionamento de quatro anos com ele. E não é apenas por isso, pois além de não ter o emprego dos sonhos, ele divide um apartamento com Dav, seu melhor amigo que é dono de uma loja de vídeo games antigos e viciado em um bom copo de cerveja que só vive tentando conquistar mulheres bem exóticas.

É em meio de toda essa confusão que o cara vê uma garota muito atrapalhada e cheia de pacotes tentando entrar em um táxi na esquina da famosa rua Charlotte Street. Como um bom londrino, ele oferece uma mãozinha para moça que acaba esquecendo de pegar uma câmera descartável nas mãos de Jason. Totalmente desligado, ele só percebe depois do táxista dar a partida no automóvel. Porém, o destino é bom com ele e dar uma segunda chance: quando a vê em um restaurante, Jason tenta devolver o objeto, mas o coração acelera e as pernas travam e mais uma vez o rapaz fica apenas observando a desajeitada entrar novamente em um táxi. E é com esse acontecimento que o livro começa a tomar um rumo.

Procurar ou não a garota? Revelar ou não as fotos da câmera? Essas são algumas das perguntas que ficam por dias assombrando a cabeça de nosso protagonista. Dev, como bom amigo diz que ela pode ser a mulher de sua vida e Jason talvez concorde, mas será mesmo que é certo mexer em algo que não é seu? Talvez sim, talvez não. O fato é que ele não deixa de pensar na moça desajeitada da Charlotte Street.

A premissa do livro parte desse encontro e é com uma narrativa muito engraçada e cheia de boas surpresas que o autor coloca a trama para frente sem deixar cair a peteca. Quem me acompanha no Twitter percebeu que a minha frustração só crescia nas primeiras páginas. Pensei que o livro não ficaria legal e que acabaria finalizando a leitura apenas pra não deixá-la incompleta. Mas foi depois de quase 150 páginas lidas que tudo começou a melhorar. Fazendo diálogos super bem construídos, o autor leva o leitor por uma Londres não muito conhecida e acaba envolvendo a gente com os pensamentos de Jason. É em uma narrativa super bacana feita em primeira pessoa que ficamos sabendo como uma pequena câmera descartável consegue modificar a vida de um rapaz normal e como as coisas vão se desenvolvendo ao seu redor. Charlotte Street é um daqueles livros que só conseguem engrenar após um tempo e quando você menos percebe já está adorando todo o enredo.

Uma das coisas que notei com o fim da leitura é que o livro não é sobre amores impossíveis, casais que não se acertam, personagens perfeitos ou do tipo de histórias a la Nicholas Sparks. Sem ao menos piscar, posso afirmar com todas as letras que o livro é sobre um dos sentimentos mais agradáveis e singelos do mundo: a amizade.

Outra coisa que é de destaque no livro são os personagens. Minha gente, ainda não consigo explicar como gostei de tantos personagens em um livro só. Sério. Danny Wallace deu vida para vários coadjuvantes literários incríveis. Sabe quando cada um tem uma filosofia de vida, um jeito de ser e no final tudo acaba como uma combinação praticamente perfeita? Pois bem. Indiscutivelmente, esse é um dos pontos mais fortes do livro. E sabe o que fiquei sabendo para a minha alegria e de outros leitores? A Working Title Films adquiriu os direitos para adaptar o livro. Mal posso esperar para reviver tudo isso nas telonas.

Com ótimas passagens, situações diferentes e com uma leitura agradabilíssima - tirando as inacabáveis 150 primeiras páginas -, Charlotte Street tem um ótimo enredo e que vai te proporcionar boas horas. Não se decepcione caso não encontre o romance esperado, pois a amizade que a obra tem conseguirá te convencer do mesmo modo que me convenceu, nem que seja nas últimas páginas. Super indicado ;)
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Rose 29/11/2012

Jason estava meio "drepê" desde que viu fotos recentes de sua ex noiva no Facebook. A felicidade das fotos estava ali para todos mundo ver, inclusive ele, mas o que ele viu foi tudo o que ele deixou escapar, o sonho de seu futuro.
As coisas começam a mudar quando ele ajuda uma garota toda atrapalhada com várias bolsas a entrar em um táxi. Destino ou não, ele acabava ficando com a máquina fotográfica da garota misteriosa.
Querendo encontrá-la e sem saber como, ele divide com seu amigo Dev este encontro. Dev pressiona Jason para que ele revele as fotos da máquina, usando como desculpa, que as fotos podem levar Jason até a garota misteriosa que ele tanto queria encontrar e conhecer. É por conta das fotos que ele vai atrás dela, com as pistas deixadas pelas imagens encontradas nas fotos, Jason inicia uma viagem pela cidade por onde ela passou, na esperança de encontrar aquela que ele acha ser a "garota da sua vida".
Apesar do mote da história ser interessante, e olha que eu gosto de comédia romântica, não foi uma história que me conquistou. Achei-a um pouquinho chata e minha leitura não fluiu como de costume. Jason para mim foi muito chato e eu dou parabéns pela Sarah (ex noiva do Facebook) ter largado ele. Tenho a impressão que um filme do livro seria melhor e mais agradável. Mas isso é minha opinião viu meus amigos?
Jessie J 01/12/2012minha estante
Nossa meus amigos acho muito legal e acho que vou achar tam bem e a resnha esta boa


Yassui 01/12/2012minha estante
Hum pensei que já tinha comentado este livro...rsrsrs Mas enfim amei e capa....a resenha esta muito boa e vou lê-lo.


Sabrina Piano 02/12/2012minha estante
Pense num livro que eu quero ler, eu achei a capa linda, apesar que eu sei que vc não gostou muito do livro!
Mas eu quero ler mesmo assim!


Escuta Essa 04/12/2012minha estante
Achei a capa uma graça e fiquei empolgada para ler o livro. Pena que a leitura não fluiu pra vc... mas vou dar uma chance ao livro, eu gosto de comédia romântica :)

Beijinhos
Renata
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@blogescutaessa


Danny 05/12/2012minha estante
achei o livro bem interessante , e achei a capa linda quero ler muito esse livro


Maristela 08/12/2012minha estante
Esse livro chamou-me a atenção primeiramente pela capa que é linda e depois pelas resenhas que tenho lido. Gostei muito da sua resenha que está muito bem escrita e deixou-me mais curiosa ainda.


Sand 20/12/2012minha estante
Adoro romances, com pitada de comédia então ... Quero ler :)


Paty 27/12/2012minha estante
Bom achei que o livro seria bom , mas como não gosto de caras como o Jason, desgostei.


Virgínia 29/12/2012minha estante
Apesar da sua resenha ainda tenho interesse em ler o livro, talvez eu goste.


Nátila 30/12/2012minha estante
Desde a primeira vez que vi esse livro fiquei doida para ler, a capa é tão linda! Sua resenha me desanimou um pouco mas acho que mesmo assim vou me arriscar a ler, depois volto aqui para deixar minha opinião.


AndressaPalmaS 31/12/2012minha estante
Estou louca pra ler esse livro. Pretendo lê-lo o mais breve possível.
E adorei a resenha.


Thicy 31/12/2012minha estante
Desde que vi a capa me interessei pelo livro, e ouvi várias críticas positivas, então quero ler logo.




João 05/12/2013

Decepção
⭐️ Uma estrela só porque não pode dar só porque não pode dar nenhuma.
De longe o pior livro que eu já li na minha vida. Foi uma vitória pra mim terminar de ler. É isso que dá comprar livro só pela capa...
Jason Priestley é um ex-professor que atualmente é crítico de London Now. Ele mora com Dev, um geek que tem sua própia loja de games. Ambos estão com problemas amorosos: a ex-namorada de Jason está noiva e grávida. E Dev, está apaixonado por Pamela, uma garconete comprometida.
Mas "tudo" muda quando Jason ajuda uma moça na Charlotte Street e por engano, fica com a sua câmera descartável. A partir dai, começa a "grande" (que de grande não tem nada) pela A Garota em Londres.
Danny Wallace coloca no livro alguns personagens no livro: como Abbey, uma moça super animada que força Jason a sair da sua zona de conforto, também Zoe (sua chefe) e Matt (seu ex-aluno)
O livro é muito detalhado, eu gosto de detalhes mas não em excesso. Não acontecem muitas coisas no livro, e o que acontece são coisas inúteis.
A ideia do autor é ótima, porém o desenvolvimento, a narrativa cansativa e as piadinhas internas sem graça são péssimas. Sem falar do Jason, que é super chato e sem graça.
Acho que vou morrer sem saber como tiveram pessoas que riram e gostaram desse livro.
A minha dica é: Não perca seu tempo lendo esse livro. Se você gosta de livros com narrativa cansativa, piadas sem graça e que não acontecem nada, esse é o livro ideal pra você
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Ju 22/01/2013

Charlotte Street
Charlotte Street não é um livro para rir o tempo todo, ou para chorar descontroladamente, ou para suspirar por um romance. É um livro em que acompanhamos a jornada de Jason rumo ao autoconhecimento. Ele encontra, por acaso, uma garota na Charlotte Street, a ajuda a carregar alguns pacotes e a colocá-los em um táxi e, quando ela parte, percebe que ficou com uma câmera descartável nas mãos. E é aí que começa uma longa história.

Eu, no início, não me convenci de que ele queria mesmo saber quem era a garota. Isso porque o Jason estava completamente obcecado pela ex-namorada, Sarah (e só mais ou menos no meio do livro o autor nos diz porque, afinal, o relacionamento deles havia acabado).

"Eu ia pedi-la em casamento, na verdade. Não pedi, mas ia. Um dia. Eu tinha tudo planejado. Bem, não exatamente planejado, mas tinha planejado fazer planos. Planejar fazia parte dos meus planos."

A garota, na minha opinião, era mais uma válvula de escape, uma tentativa de enganar a si mesmo e de se livrar da opinião de outras pessoas que insistiam em se meter no assunto. Mas não é que funcionou? Jason acabou deixando a obsessão de lado ao se ocupar com outros aspectos de sua vida, um efeito da busca pela garota misteriosa (ele tem uns delírios impagáveis sobre a vida dela).

"Talvez eu estivesse certo ao pensar que poderia parar de ter as pessoas tomando decisões por mim. Que eu deveria começar a decidir."

Enquanto ele a procura, ela desabafa em um blog. Fiquei ansiosa pelas poucas postagens que ela escrevia. Me diverti bastante com A Garota. Pena que a participação direta dela na história é bem pequena.

"Há seis pessoas seguindo esse blogue agora., mesmo que até agora eu tenha escrito três posts embaraçosamente chorosos. (...) Vocês provavelmente devem estar se perguntando sobre o último post. Eu escrevi isso em um dia ruim. Foi um dia em que perdi algo. Duas coisas, na verdade, nenhuma das quais recuperei. Uma foi o amor, e provavelmente o mais importante, eu acredito, porque poucos poetas escrevem poemas maravilhosos sobre a perda de uma câmera descartável, que foi a outra coisa que perdi."

Voltemos ao Jason. Sim, ele me irritou. Me irritou bastante, aliás. Mas, com o tempo, passei a gostar dele. Ele fala diretamente com o leitor, e enrola a gente por uma boa parte da história. Só que acabei percebendo que ele não fazia por mal, e sim por medo. Medo de encarar os fatos de sua vida. Decide contar versões completas e reais quando está preparado para isso.

"Porque estávamos nos dando bem, eu sinto, você e eu. Nós tivemos um começo meio complicado, acho; talvez eu tenha sido um pouco irritante, mas você sabe que eu tive meus motivos."

Teve uma coisa que me incomodou demais. A história se passa em Londres, as personagens são de lá. Por que razão os preços são citados em reais? Não faz o menor sentido...

Em compensação, a questão da câmera descartável me trouxe ótimas recordações. Pois é, eu sou idosa e usava uma dessas... rs... máquina Love, a gente levava pra revelar as fotos na Sonora e aí ganhava uma nova... hahaha... Nem me lembrava disso, mas Charlotte Street me permitiu rever vários momentos da minha vida. E sim, a gente realmente precisava escolher bem o momento de tirar uma foto.

"- O negócio com as descartáveis é que elas são fotos especiais. Você deleta fotos normalmente, porque você sabe que pode, então você as apaga sem pensar ou considerar a qualidade ou o tempo. (...) Mas essas... (...) Essas são cliques característicos. Cliques da vida. Momentos felizes ou especiais, e você tem que decidir tirá-las. Você tem que planejá-las. Porque você pode perder os momentos. Você está sempre por um fio de perdê-los. (...) Na hora que você tira a última foto, é melhor ter certeza de que aquele momento é especial, pois e se o próximo vier e você tiver que deixá-lo ir?"

Eu sou apaixonada pela capa desse livro, linda demais. Mas talvez ela seja o maior problema, porque realmente dá a entender que é um romance meloso. E o livro é tudo menos isso. Pode até ser uma história de amor, mas não sobre Jason e A Garota. O amor pelos amigos tem um destaque bem maior na obra.

Charlotte Street não me envolveu profundamente, mas me permitiu viajar. E fiquei satisfeita ao perceber o sorriso no meu rosto quando terminei a leitura.

Postada originalmente em: http://entrepalcoselivros.blogspot.com.br/2013/01/resenha-charlotte-street.html
Aline Oliveira 05/02/2013minha estante
Vi esse livro e me apaixonei pela capa, li a sinopse e me interessei por lê-lo. Sinceramente sua resenha me tirou um pouco o interesse pelo livro, mas ainda não desisti dele. Vou ler para tirar minhas próprias conclusões e ver se concordo com você ou não. ;D


Leilane 14/02/2013minha estante
Eu falei para você que o livro é bom! O problema que tem superar as estranhezas iniciais da história, mas depois o livro deslancha e nós aprendemos com o personagem.
Amei a resenha!


Amanda 15/02/2013minha estante
Uma pessoa já tinha me falado desse livro não o bastante pra me convencer de que é bom. Gostei muito dessa resenhas que vc escreveu, dessa e de várias outras aqui tbm!! Vc escreve muito e isso é um dom pra poucas pessoas, acredite :)


Adriane Rod 29/03/2013minha estante
Há algumas boas regras que um tradutor deve seguir ao traduzir, e uma delas é ao traduzir passar para a realiza do público que vai ler. Nesse caso o Brasil, é por isso que a escritora teve que fazer a conversão para o dinheiro vigente no país - o real.
Caso não traduzisse ela teria que fazer uma nota de rodapés toda vez que aparecesse um preço e isso não é aceito pela maioria das editoras.
A tradutora não tem total liberdade na sua tradução, porque a editora impõe regras, o revisor censura algumas coisas.
Não é tão simples quanto parece ser uma tradutora.
;)

http://pseudonimoliterario.blogspot.com.br/


Thaís 07/04/2013minha estante
Me apaixonei por essa resenha, a capa dele é LINDA atras do casal é Londres não é? Deve ser um otimo livro de romance!


Baah 11/04/2013minha estante
esse livro é um fofo, adoro demais ele, a capa é perfeita e linda. uma leitura lindaa


Dani 15/04/2013minha estante
Como assim NÃO É UMA HISTÓRIA DE AMOR SOBRE JASON E A GAROTA??????? @@
Traz esse Jason pra cã :S
Ok, a história pode existir sem o ''lek lek'' do casal mas... cara, ela é A Garota ;_ ;


Lua 18/04/2013minha estante
Nossa eu gostei do enredo dele, e agora dps de ler a resenha estou muito afim de ler e sim quando vi a capa achei que era aqueles romances que fazem você chorar rs




Leitor Cabuloso 21/12/2012

http://leitorcabuloso.com.br/2012/12/resenha-charlotte-street-de-danny-wallace/
Levei muito tempo para terminar esse livro pois, na minha opinião, é uma narrativa cansativa com modificações bruscas de foco e com raros momentos onde você consegue tirar proveito, mas que, por sua vez, é logo interrompido por uma outra mudança de texto. Na sinopse, há a divulgação de um conteúdo que, na verdade, não é a principal “meta” do livro, mas sim só o estopim, pois o foco real é o relacionamento entre o personagem principal e seus amigos (suas relações vividas) que o ajuda a seguir em frente, frustrando quem leu e imaginou algo totalmente diferente com a sinopse.

Outra coisa sem graça é o trocadilho do autor com o nome do personagem, Jason Priestley, nome do ator americano que fez Barrados no Baile e que por sinal, o autor espalhou vários trechos onde o Jason do livro sempre encontra alguém que faz a mesma pergunta e o compara com o ator… Caramba é chato para o personagem e pra nós mais ainda… Na minha humilde opinião, a única coisa que realmente foi válida nesse livro foi o bom gosto da Novo Conceito em relação a capa e a diagramação deste (simplesmente impecável) mais, no mas… De um a cinco: fico com o um já que foi realmente um sacrifício terminar essa obra.

Como sempre, resenhamos nossas interpretações, no entanto, o gosto é seu e cabe a você, querido leitor, ler e comentar aqui a sua opinião que é muito bem vinda.
*Rô Bernas 25/02/2013minha estante
Simplesmente e totalmente de acordo com o que vc escreveu. Fui fisgada pela capa e pela sinopse, mas...decepção master :/




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