Fios de Prata

Fios de Prata Raphael Draccon




Resenhas - Fios de Prata


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Vincent.Uriel 28/09/2020

Um dos melhores livros de fantasia
Sempre falo que autores brasileiros são os melhores escritores de fantasia, Fios de Prata é o melhor exemplo disso. Draccon é meu autor favorito e por um bom motivo, ele consegue transformar os mundos e personagens mais estranhos e fantasiosos em algo palpável. Fios de Prata te apresenta paisagens incríveis e personagens únicos durante toda a sua narrativa.
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Giuliana 29/08/2020

Favoritado
Um dos melhores livros que li abordando os mundos dos 3 deuses. Vale demais a leitura pra quem gosta de fantasia. E autor brasileiro, galera, vamos apoiar. ?
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Rodrigo 29/07/2020

Livro mt bom . Gostei do cenário e dos personagens. Poderia ter sequências.
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Clecio (@cleciorodripereira) 12/02/2020

Fios de Prata - Reconstruindo Sandman
"A história de um homem disposto a ir ao inferno em busca do amor de uma mulher, ao redor de uma guerra de Deuses , envolvendo sete bilhões de sonhadores terrestres..." Este livro foi meu primeiro contato com a obra de @raphaeldraccon. Ele foi um divisor de águas e inclusive foi inspirador pois me mostrou que a literatura fantástica nacional tem grandes autores e grandes histórias! Vamos prestigiar e principalmente, ler!
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Loo - Bruxa Literária 31/01/2019

Fios de Prata conta a história do brasileiro jogador de futebol Mikael Santiago, ou Allejo. O jogador conhece a ginasta famosa, também brasileira, Ariana. Ambos se apaixonam. Eles não faziam idéia que fariam parte de uma batalha onírica nunca vista.
Baseado nos quadrinhos do escritor Neil Gaiman, Sandman, Draccon escreveu um belo romance, que vai muito além do tempo, do pensamento e dos sonhos.
🏆⚽🏅
Minha opinião: foi o primeiro livro do Draccon que li. Draccon conseguiu quebrar meu preconceito de que obras brasileiras eram ruins. Livro maravilhoso! Escrita muito bem elaborada! A leitura te instiga até o final.
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Levi 19/08/2017

Sonhar, define Fios de Prata
RESENHA: FIOS DE PRATA – RECONSTRUINDO SANDMAN
AUTOR: RAPHAEL DRACCON
EDITORA: LEYA
ANO DE LANÇAMENTO: 2012
FICÇÃO – LITERATURA DE FANTASIA

Sonhar, define Fios de Prata.

Fala meus leitores e leitoras, venho trazer mais uma resenha sobre um livro que trouxe sentimentos diversos durante a sua leitura.

Sou fã da literatura de Raphael Draccon e novamente ele conseguiu me surpreender.
Fios de Prata nos apresenta a história de Lady Madelein, o anjo responsável pelos condados do Sonhar que em um estratagema perigoso quer acender a sua posição atual e com isso acaba por desencadear uma guerra entre os três deuses menores, Morpheus (Deus dos Sonhos), Phantasos (Deus da Fantasia) e Phobetor (Deus do Medo).

A história nos traz o personagem Mikael Santiago, um jogador de futebol aclamado por todo o globo que se apaixona por um jovem chamada Ariana. Acontecimentos no decorrer da história levam com que sua amada vivencie pesadelos constantes e com o intuito de salva-la promete que iria até o inferno para ajudá-la.

No demais, terão que ler o livro para saber o desenrolar da história e vamos a nossa resenha.
Eu comecei a ler Fios de Prata com a mesma expectativa que li Dragões de Éter (outra obra de Draccon), porém, fui surpreendido com seu conteúdo e assunto.

Comparado aos livros anteriores que li de Draccon, posso dizer que Fios de Prata é um livro espiritualista, sombrio, que faz com que nossa imaginação divague em lugares que temos na maior parte em pesadelos e sonhos felizes.

O livro aborda assuntos religiosos de diversas crenças, fazendo uma mistura de tudo que já pude aprender e estudar.

Por mais que a história se apresente sombria, ela te prende, te faz querer saber o que virá nas próximas páginas, atiça a sua curiosidade de tal forma que você lê sempre querendo mais.

O livro tem passagens filosóficas que nos fazem refletir por bons momentos e rever certas atitudes que temos.

Fios de Prata tem o cuidado de mostrar um universo místico que se interliga por vários caminhos, abrangendo todos os ideais de religião e crenças, tornando-os apenas um.

A leitura dele é rápida, pois são capítulos curtos até quase a terceira parte do livro, com exceção dos últimos que se tornam maiores, porém não deixam de ser fáceis de concluir.

A forma de escrita de Draccon continua simples e de fácil assimilação, sem muitos rodeios ou utilização de termos que nos confundam, o que me agrada muito, pois tenho problemas com leituras mais pesadas no sentido de palavras complicadas.

Porém a leitura é mais jovem/adulto, não tão infantil/juvenil como eu imaginava que seria.
Falei que o livro é sombrio, mas não impediu de me arrancar sorrisos durante a sua leitura e sobre o final rolaram incontáveis lágrimas.

Enquanto lia, posso dizer que os meus “sonhos” eram abalados e minha crença em algo melhor ficou até mexido, isso no sentido planeta, mas o final, como um toque de esperança em meu coração, me fez brilhar novamente e ter fé em coisas melhores e que tudo seria possível (Só sabia chorar na reta final).

Foi incrível essa experiência, somente lendo você poderá entender isso ao que me refiro, essa sensação de perda total dos sonhos e de repente tudo volta a ter cor e fazer sentido e você começa a brilhar com tanto amor que surge e esperança de dias melhores.

Quando um autor consegue fazer você se identificar com a história que está contando, quando ele consegue te fazer entrar nesse mundo que está apresentando através de palavras e paginas é fenomenal. Essa capacidade de fazer você sentir medo, repulsa e depois chorar de emoção e sorrir novamente é sem igual, me impressiono toda vez que um livro atinge o meu lado emocional.

Como eu disse, Fios de Prata se resume em Sonhar, foi um bom livro, uma história que ficará guardada em minha mente e com toda certeza plantou uma semente de sonhos em meu coração.

Parabenizo Draccon por mais essa excelente obra e fica a dica de leitura a todos vocês.


site: https://levigarian.blogspot.com.br/
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jady 30/08/2016

Fantástico
Muito bom, o livro que te prende do começo ao fim!! Recomendo muito!!
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Luiza 07/04/2016

Fios de Prata
Mikael Santiago, o Allejo, é um jogador brasileiro de fama conhecida no mundo inteiro. Frequentemente comparado aos grandes do futebol mundial, sua carreira está prestes a dar um salto estratosférico: uma poderosa marca de produtos esportivos, o levou para a França, onde ele está perto de assinar um contrato milionário (o mais caro já visto no cenário esportivo) com um dos maiores clubes de futebol do país.

Apenas um fato não torna sua vida perfeita: Allejo sofre de pesadelos terríveis. E tão reais que ele chega a ter controle sob seu corpo mesmo estando dentro dos sonhos. Isso sem falar que, a cada noite, é cada vez mais difícil acordar. Cada vez mais difícil distinguir a que realidade ele pertence.

Seu consolo, além de sua carreira era a ginasta gaúcha Ariana Rochembach. Atleta consagrada na modalidade solo da ginástica artística, Ariana foi logo cativada pelo jeito moleque de Allejo, e o mundo não demorou a adotar o casal de esportistas.

Só que havia planos maiores para os dois. Muito maiores.

No mundo etéreo, uma guerra estava se formando. Madelein, o Anjo dos Sonhos e Senhora dos Sonhos Despertos conspirava uma guerra contra Morpheus, o Moldador dos Sonhos e o Senhor das memórias, conhecido por muitos em nosso mundo sob a alcunha de Sandman.

De acordo Madelein, Sandman a trapaceou, usando de seus domínios e das inspirações dadas por suas afilhadas, as musas inspiradoras de todas as formas de arte, para reunir seguidores e aumentar seu poder sob o mundo dos sonhos.

A sede por justiça levaria o Mundo dos Sonhos (a vários outros além dele) em uma guerra que colocaria em jogo o destino dos sonhos de toda a humanidade.

Existem algumas histórias que se harmonizam tanto com uma canção, que fica dificílimo separar uma da outra depois. No caso de Fios de Prata, a canção é Imagine, do Beatle John Lennon. O primeiro capítulo começa com um verso que define tão bem o que será contado que, sinceramente, eu ficava a beira de um ataque de ansiedade só com a linha que era adicionada.

You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day You'll join us
And the world will be as one

Esses versos, aparentemente tão simples, fizeram uma diferença enorme da história porque a cada linha adicionada, ganhava-se a noção do rumo grandioso que a história estava tomando. Do rumo grandioso que tomou aliás.

Lendo Fios de Prata, percebi que sonhos podem ser podem ser poderosos. Bem, eu meio que sempre soube disso. O que eu não sabia, ou não entendia, é que os sonhos movem forças muito maiores que ele. É um pouco estranho na verdade. Por um lado, são apenas sonhos, quase sempre surreais e até impossíveis, mas por outro, um sonho pode ser o desejo que move uma pessoa a agir. Um desejo forte o bastante para literalmente influenciar um mundo inteiro de pessoas.

Eu não tinha expectativas com a história. Ultimamente tenho tentado me manter neutra quando encaro um autor novo mas, apesar de ele não ter conseguido ultrapassar alguns autores nacionais que ganharam meu carinho do ano passado para cá, a escrita de Raphael Draccon me surpreendeu de uma maneira muito positiva.

site: http://www.oslivrosdebela.com/2016/04/fios-de-prata-raphael-draccon.html
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João Pedro 14/03/2016

Resenha de leitura inacabada
Não consegui passar muito das 200 páginas. Adoro as obras de Draccon, mas essa me decepcionou bastante. Não só pela confusão dos fatos, mas pela falta de lineariedade e concretude do enredo (Cemitérios de Dragões é confuso por muitos capítulos, mas depois engata num enredo sólido). Enfim, não achei um bom livro (e nem creio que valesse a pena tentar o esforço de terminá-lo, já que já o fazia por quase dois meses).
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Our Brave New Blog 25/02/2016

RESENHA FIOS DE PRATA - OUR BRAVE NEW BLOG
Eu vou direto ao ponto e dizer quais são os problemas do livro. O personagem principal é raso que nem uma poça, dá para resumir tudo que ele é e gosta em poucas palavras: gosta de futebol, Harry Potter e Sandman, não gosta de Senhor dos Anéis, é obstinado, mas muito lerdão. Já a sua namorada, Ariana, tinha uma personalidade mais sólida e parecia ser uma mulher forte e interessante, mas seu sotaque horrivelmente mal emulado dá raiva e ainda mais revoltante é ver o escritor jogando ela de parceira com carisma para mocinha indefesa.

As coisas ficam piores para o lado onírico da coisa. Quem já leu Sandman sabe que nada é resolvido no sopapo, Morpheus não dá um soco durante toda a saga no gibi e tudo é construído para ser algo inteligente e surpreendente. Já nesse Reconstruindo Sandman, Draccon usa o mundo dos sonhos para fazer uma guerra gigante de tudo que é elemento possível para cair na porrada numa bagunça extremamente mal narrada. Tem de tudo mesmo: samurais, dinossauros, jedis, demônios, robôs, o que você quiser. Essa guerra não é aproveitada e Draccon prefere focar as 300 páginas dessa batalha em lutas a lá dragonball dos irmãos do sonhar, algo totalmente broxante para quem estava achando que ele pretendia levar a obra que o inspirou a sério.

RESENHA COMPLETA NO SITE!!

site: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/fios-de-prata-por-raphael-draccon
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Victor 07/02/2016

Fios De Prata - Our Brave New Blog
RESENHA COMPLETA NO LINK

"Eu vou direto ao ponto e dizer quais são os problemas do livro. O personagem principal é raso que nem uma poça, dá para resumir tudo que ele é e gosta em poucas palavras: gosta de futebol, Harry Potter e Sandman, não gosta de Senhor dos Anéis, é obstinado, mas muito lerdão. Já a sua namorada, Ariana, tinha uma personalidade mais sólida e parecia ser uma mulher forte e interessante, mas seu sotaque horrivelmente mal emulado dá raiva e ainda mais revoltante é ver o escritor jogando ela de parceira com carisma para mocinha indefesa."




site: http://ourbravenewblog.weebly.com/home/fios-de-prata-por-raphael-draccon
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Ricardo Santos 02/10/2015

péssimo exemplo para novos autores
Fios de prata é um tapa na cara de qualquer aspirante a escritor de entretenimento no Brasil. Pelo menos, para aqueles autores que acham que escrever bem é o começo de todo esse complicado processo de publicar um livro, de ter uma carreira. O exemplo deste romance mostra que é mais fácil ser um sucesso praticando o oposto. Nada de texto fluido, com bom ritmo, sintaxe clara e trama bem desenvolvida (e de preferência, com alguma criatividade ou elemento novo). Nada de escrever um texto decente, que não provoque vergonha alheia. Faça apenas um texto minimamente estruturado, que consiga passar pelo crivo de uma editora profissional. Crie um universo minimamente interessante com personagens e situações cheios de fantasia. E dedique a maior parte de seu tempo se promovendo, dizendo as pessoas como você é um autor tão especial. Investir no aprimoramento do texto não é o mais importante. Os livros não são um fim, mas um meio para o autor estar em evidência. Outra coisa é o autor que rala para escrever o melhor texto possível, e depois sai promovendo um livro em tudo quanto é lugar. Ele quer ser lido. Ele quer que, no final, falem mais do seu livro do que dele. Fios de Prata é um romance que teria potencial para ser algo bom, uma muito bem-vinda novidade em nosso mercado editorial, mas que falha miseravelmente por sua execução pobre e por muitas ideias batidas. E o que piora sua situação é o fato de estar bastante ligado ao universo de Sandman, de Neil Gaiman, muito superior em todos os aspectos. Fios de Prata acaba ficando ainda mais nanico.
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Higor 27/06/2015

Sobre autores que estragam histórias consagradas
Raphael Draccon é um autor nacional de renome, o que é louvável, visto que não é um artista global, nem blogueiro/vlogger com centenas de inscritos; ao invés disso, é um simples autor de literatura fantástica, que, assim como Eduardo Spohr, batalhou para chegar ao lugar em que está. Acontece que Spohr é bom; Draccon não.

“Fios de Prata” é um livro que conquista pela capa, bem similar as de George Martin e Brandon Sanderson, autores de literatura fantástica épica, e também publicados pela editora Leya. O maior problema é que, apesar querer vender "Fios de Prata" como se fosse patamar, o livro não chegar nem perto de se igualar aos citados acima.

Falta de conteúdo não é, pois a história tem potencial. O que a gente vê logo de cara é a imaturidade do autor em conseguir amarrar a história em míseras 350 páginas. E digo míseras pelo fato de que, geralmente, livros do tipo ultrapassarem facilmente 500 páginas. O começo é bom, muito bom, admito, mas então aparece à mocinha da história, e o desconforto começa.

Ariana é gaúcha, o que deveria nos dar um alívio gigantesco por enfim lermos um livro em terras tupiniquins, mas Draccon logo corta o barato, ambientando a história na França, o que é um pouco plausível. Um pouco, já que os personagens são atletas em campeonatos mundiais. O problema é que, de brasileira amável, Ariana passou a ser antipática, de dar náuseas no leitor com a mera possibilidade de ela abrir a boca mais uma vez. O autor não soube usar – e dosar – o sotaque da personagem, deixando-a insuportável a cada vez que falava “tu”, “tchê” e “bah”.

O livro começa a cair a partir daí, e deslancha quando o clímax enfim chega, o que era para ser totalmente o oposto. Pior: é assim que permanece até o final. Uma historia cheia de altos e baixos – infelizmente mais baixos – e quando chega aos momentos altos, são cenas mornas, que não chegam a encher os olhos, apenas nos fazem retorcer a boca e acabar logo a leitura para passar para o próximo livro. Isso quando não sentimos vergonha alheia de certos acontecimentos.

A história é jogada, e as informações que o autor nos dá, achando ele ser o suficiente, não são. Então ficamos perdidos com o que está acontecendo, com quem é quem na história, e o porquê de esse alguém ter tanto destaque assim, já que aparentemente não passa de um mero personagem secundário que poderia ser melhor trabalhado. Além disso, a batalha não convence; o progresso do personagem principal é de rir; e a resolução, que era para ser chocante e agradável, passa a ser apenas incômoda.

O ponto alto no livro são as cenas em que uma reação em Sonhar reflete diretamente na Terra. Tudo bem que Draccon usou e abusou da técnica, mas mesmo assim, foi interessante ver, por exemplo, o que acontece na Terra quando um deus fica enfurecido, mexendo involuntariamente com o clima, os sonhos e as perspectivas de vida de cada habitante.

Enfim, “Fios de Prata” é um livro com uma ideia genial, mas que foi executado de maneira vergonhosa, amadora. Muitos foram os comentários nas resenhas, e tenho de concordar com os que disseram: Fios de Prata seria um excelente livro se não fosse escrito por Raphael Draccon.
Priscila Ferreira 27/06/2015minha estante
adoro tuas resenhas *-*




Karine 24/04/2015

Sombrio e misterioso, do jeitinho que eu gosto, perfeito para aquele dia de chuva.
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Matheus 07/03/2015

Criando pouquíssimo e abusando das referências, Raphael Draccon faz uma história medíocre, que nos deixa com um gosto amargo na boca pelo potencial desperdiçado.
http://antarktos.blogspot.com.br/2015/03/fios-de-prata-raphael-draccon.html
Ernani 25/07/2015minha estante
só a chamada da resenha já resume meu sentimento por esse livro




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