O caminho para casa

O caminho para casa Kristin Hannah




Resenhas - O Caminho Para Casa


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meiriellen 31/08/2013

REcomendo
"GEnnnnnnnnnnte este livro é super recomendado, demorei para ler, porque quis guardá-lo bem na memória, é uma história de convivência entre uma família bem estruturada financeiramente, e uma jovem de 14 anos que precisa de um lar. As vias se cruzam e após algum tempo quando os jovens da estória terminam o ensino médio, acontece algo que mudará a vida de todos. É dramático, envolvente e muito gostosinho de ler."
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Sandra 16/08/2013

Emocionante.
Adorei esse livro, uma historia emocionante, amor, amizade, onde nunca se deve desistir.
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Aline Coelho Cury 23/07/2013

O caminho para casa - livro emocionante!!!

Nesse livro somos apresentados a história de Lexi Baill, uma garota que cresceu sem conhecer o que era uma família e uma mãe de verdade, isso porque sua mãe vivia em clínicas de reabilitação ou na cadeia devido escolhas erradas. Lexi fazia parte do Cadastro Nacional de Adoção e por isso precisou ficar em lares adotivos provisoriamente até que sua mãe tivesse condições de assumir sua guarda, mas esse dia sempre chegava de forma passageira e quando sua mãe faleceu o conselho tutelar acabou encontrando uma tia-avó que aceitou receber Lexi. Agora com 14 anos ela teria a oportunidade de conhecer um lar e permitir se apegar a alguém.

Ao mesmo tempo somos apresentados a história de vida de Jude Farraday que também tem problemas de relacionamento com a mãe, desde que o pai faleceu. Ela tem mágoa devido a mãe ter deixado ela de lado aos cuidados de babás e ter se dedicado a sua vida profissional. Quando Jude encontra Miles e casa com ele, sonha em ser mãe mas ao mesmo tempo tem medo de ser fria e ausente como sua mãe foi. Após algumas dificuldades para engravidar ela consegue ter gêmeos: Mia e Zach. A partir daí se torna uma super mãe, mega presente o que chega até o extremo quando os filhos entram na adolescência.

Chega o dia em que o caminho de Lexi e Jude se cruzam e desse encontro muitas situações serão vividas e mexerão com as emoções, valores e crenças de todos.
No seu primeiro dia de aula na escola nova Lexi é defendida pelo bonitão da sala (Zach) e durante o intervalo prefere ler em um lugar mais reservado quando encontra e conhece uma garota bem diferente (Mia) e quando pergunta se pode ficar ali com ela a resposta que recebe é "suicídio social!" desse dia em diante tornam-se melhores amigas inseparáveis. Com o tempo ela se paixona por Zach e ele por ela.

O livro vai nos mostrando o passar dos anos na vida deles e já com 18 anos estão totalmente integrados e Lexi sente-se pela primeira vez parte da família Farraday (modelo de família perfeito) e eles a adoram também, já que seus filhos estão mais felizes desde que ela apareceu. Começam os preparativos para o último ano antes da faculdade e todos os perigos das festas de despedidas com álcool, primeira vez (sexo) etc deixam Jude uma pilha de nervos.
Lexi percebe que mesmo se sentindo parte da família Farraday na verdade não é e isso se reflete na escolha da faculdade, ela não pode acompanhar Mia e Zach devido a sua realidade financeira e isso seria uma separação de anos que nenhum dos três estava preparado para encarar. Esse fator começa a gerar brigas já que Jude não aceita que seus filhos pensem em mudar de planos porque ela já tinha planejado todo o futuro dos mesmos. Nesse clima eles saem para a última festa do segundo grau e na volta, todos bêbados sofrem um acidente de carro que mudará o rumo da vida de todos.
Pensam que falei muito e liberei algum spoiler??? Garanto que não porque é a partir desse ponto que todos os personagens serão testados pela a vida e tomarão escolhas que podem facilitar ou dificultar o futuro deles. Muitas questões são levantadas nesse momento e as mensagens que a autora passa nesse parte de conflitos da narrativas são de extrema importância na evolução e amadurecimento dos personagens.

Uma história rica em reflexões sobre a maternidade, sobre se colocar no lugar do outro para entender suas decisões e a cima de qualquer coisa o poder de superação da dor e do saber se perdoar e perdoar o outro.
Esse livro será inesquecível para mim, aprendi muitas coisas com ele. Fica a dica de um livro emocionante da primeira a última página.
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Sâmmy 17/07/2013

Resenha original para o blog SammySacional

Como descrever um livro que te marca tanto?

Eis o meu dilema do momento.

Mudando um pouco a forma como geralmente começo as resenhas - até porque repetir a sinopse acima seria um tanto desnecessário, já que ela é bem explícita - quero começar dizendo que claramente não sei o que falar sobre esse livro. Ele simplesmente chegou e me impactou de uma forma que poucos livros conseguiram, isso é, me fazer chorar, me emocionar, sofrer, rir, agonizar... por tudo o que acontecia no decorrer da história. Realmente, fiquei no limite com a história, tudo era muito real, e esse foi só mais um dos motivos para que eu desse a avaliação que lhe dei. A história aparentemente tem uma base simples, da qual não se imagina que a trama chegue a tanto, nem que esta fuja dos clichês habituais. A verdade é que clichês estão visivelmente presentes nas entrelinhas, mas Kristin Hannah aprofundou tanto a história, desenvolveu-a de uma forma tão real e intensa, que é impossível não se conectar com tudo o que acontece, e se sentir no lugar de cada um dos personagens.

Sobre eles, todos desempenharam muito bem seus respectivos papéis na trama, mas gostaria de ressaltar duas em especial. Lexi, uma das protagonistas principais, que por mais que tivesse passado uma infância sofrida com uma mãe totalmente instável e diversos lares adotivos temporários, ainda assim conseguiu se reerguer aos poucos já adolescente, morando então com a dona Eva, sua tia. O mais interessante é notar o quão incrível essa personagem, de forma que seu caráter é muito bem formado, não há de ser subestimado pela sua vida humilde. Ela certamente é uma das protagonistas mais bem feitas da literatura, seja por seus defeitos e qualidades, erros e acertos; acima de tudo, ela é humana, e mostra isso de uma forma muito plausível. Do outro lado da história, temos então a Jude, mãe superprotetora, que sempre põe as necessidades dos filhos em primeiro lugar. Não vou negar, ela cumpre muito bem seu papel como mãe no início da história, e é uma pessoa muito boa, inclusive; a ponto até de quase ter a Lexi como uma pessoa da família, tamanho o seu coração.

Mas a vida toma rumos distintos durante a história, e todos esses personagens têm suas vidas fortemente impactadas por um determinado acontecimento que quebra todas as suas forças. Começa, então, uma grande etapa de provação que dura por muito tempo, abalando as estruturas de todos que a presenciaram. As famílias de Jude e de Lexi, em especial, claro. Nesses momentos, eu ficava me corroendo de tanta agonia, ao passo de que os personagens começavam a tomar certas atitudes que eu desaprovava, e uma série de outras situações (ainda piores) eram geradas a partir daí. Aguenta coração nessas horas. Tudo ficou tenso e eu chorei demais, e me vi criticando alguns personagens ao longo da leitura, principalmente a Jude. O fato é que você vê as atitudes que ela toma e não concorda, e fica de mal com ela; mas só depois você para pra pensar no que você faria se estivesse em seu lugar. Julgamentos esvaindo logo depois disso. Eu não aguentei pensar no que EU faria nessa situação, e foi quando eu compreendi as atitudes dela, e lhe estendi a mão - poeticamente falando.

Estou falando bastante aqui, mas a verdade é que, não importa o quanto eu fale, não vou conseguir dizer realmente tudo o que senti com essa leitura. Não sei, em parte é algo que eu mesma desconheço; me conectei demais com a história, os personagens e simplesmente não sei o que dizer realmente depois de tudo. Os acontecimentos ao longo da história são o reflexo da vida real, tão dotada de provações, na vida de qualquer pessoa. Mas se tem algo que eu achei ótimo na história foi o fato da Kristin ter narrado a questão da provação junto com o perdão. É fato que a vida da gente vez ou outra toma rumos inesperados, pessoas se vão, pessoas aparecem, histórias são reconstruídas. Mas nós temos que aprender a lidar com isso, da mesma forma que a Jude o fez ao longo da história. Por fim, cada personagem teve um papel marcante na vida um do outro, e, por mais que certas coisas tenham acontecido, a vida continua, e nada é para sempre. O perdão, porém, é uma das grandes chaves para o recomeço, basta apenas as pessoas acordarem para o que realmente importa - e não vale ser egoísta nesses momentos - e seguir em frente.

site: http://sammysacional.blogspot.com.br/
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Leandro 13/07/2013

Não atendeu minhas expectativas...
A principio a estória apresentada na contracapa do livro me chamou atenção... mas no decorrer do livro fui sentindo uma frustração tão grande... não atendeu minhas expectativas!

Será que só eu não gostei da história e achei tudo tão chato?

A estória é entediante e muito previsível... nada te surpreende, os personagens não são carismáticos e são muito clichês...

Temos a garota adotada rejeitada, os gêmeos, em que um é popular e a outra excluída da sociedade, a mãe super mega hiper protetora que se culpa por tudo, mesmo que seja um fio de cabelo cortado errado.

A autora é muito detalhista na escrita e enrola demais para contar pequenos episódios.. muita coisa desnecessário feito apenas pra "Encher Livro"... e olha que gosto deste tipo de livro... mas talvez seja o momento que to passando que fez com que eu não gostasse tanto do livro.
Mel 13/07/2013minha estante
Compartilho sua opinião!


Manu 29/06/2014minha estante
Foi o que senti também. Apesar do meu veredicto de ser um bom livro, 3 estrelas, li uma avalanche de clichês e muitas incoerências.

Apesar de todo egoísmo de Jude, a achei uma personagem bastante humana. Fiquei com raiva foi do Zach, que não impediu o sofrimento da Lexi.


Hester 30/12/2015minha estante
Concordo com vc. Este livro nao gostei.




L 24/06/2013

Kristin Hannah tem livros incríveis e esse é um dos meus preferidos. A protagonista sofre bastante, é uma história triste, mas maravilhosa.

Já li jardim de inverno, o caminho para casa, quando você voltar, lembranças de nós dois, entre irmãs, e além da esperança. Os três primeiros são excelentes, quem ainda não leu, leia! Os outros também são bons. O mais fraco é o último, mas soube que a versão que eu li foi publicado como livrinho de banca e deceparam "só" umas 150 páginas do livro(sacanagem).

Enfim... Pelo que vi, ela tem mais livros, mas sem tradução para o português. Provavelmente lerei em inglês mesmo, porque não aguento esperar alguém publicar por aqui.
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Manu 07/06/2013

O caminho para casa
Caminho Para Casa - Para Uma Mãe, a Vida Traz Uma Série de Escolhas Difíceis - Kristin Hannah

"O caminho para casa" é mais que um drama,é um livro sobre lição de vida que conta a história de Jude,esposa de Miles e mãe de um casal de filhos gêmeos,Zach e Mia,no qual desde o momento em que ambos nasceram,ela faz de tudo para ser uma mãe perfeita e protetora.Quando eles chegam ao ensino médio,é o momento em que Jude sofre uma grande tensão pelas preocupações peculiares de uma mãe de adolescentes.Do outro lado da história,se encontra Lexi,uma garota que diferente de Zach e Mia,não teve nada desse amor e proteção que os gêmeos sempre tiveram.Filha de uma mãe drogada,Lexi ja havia passado por sete lares adotivos e quando sua mãe morre,ela vai morar com uma tia-avó que nem sabia que existia.É nesse espaço de tempo que ela vai estudar na mesma escola de Mia e Zach e a partir daí,surge um grande laço de amor e amizade entre os três,onde Lexi se torna a melhor amiga de Mia e o grande amor de Zach.O tempo vai passando e esse laço vai se fortificando cada vez mais,até que um dia uma escolha mal feita,traz uma tragédia que faz com que o destino de todos os personagens envolvidos na trama mude completamente.
É difícil falar ao certo o impacto que esse livro me causou,pois em cada capítulo eu era pega de surpresa de uma forma que quase me deixava sem ar.Os temas abordados nesse livro,falam de amor,amizade,escolhas,perdão e caem como luva tanto para jovens,quanto para adultos.
É o tipo de história que faz você refletir sobre a vida e se perguntar como você agiria em determinadas situações.Com certeza irá arrancar muitas lágrimas de quem o lê,pois além de ser uma história forte,os acontecimentos são tão intensos que faz você pensar muitas vezes que também faz parte da história.É muito fácil eu me apegar a um livro,mas "o caminho para casa" vai além disso.Quando terminei a leitura minha vontade era que todas as pessoas que eu conheço,lessem esse brilhante drama para que experimentassem o mesmo sentimento que eu experimentei.Não canso de dizer que compartilhar dessa leitura foi um presente pra mim,cada personagem ficou gravado em mim de uma forma que me fazem falta.É a primeira obra que leio de Kristin Hannah e me sinto sortuda em ter começado tão bem,pois ela me mostrou ser uma autora extremamente talentosa que sabe conduzir os fatos de uma maneira impecável.Enfim,"o caminho para casa" se tornou sem nenhuma dúvida um dos meus livros favoritos e eu me vejo no dever de recomendar essa grande obra prima.
Então,não percam tempo e boa leitura!
=D
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Elves ºº 06/06/2013

Riiiiiios de lagrimas...kkkkkkkkkkkk
Que me lembre, somente A menina que roubava livros conseguiu me fazer chorar, mas mesmo assim foram algumas lagrimas... Mas em O caminho para casa é impossível vc não chorar,se revoltar, tomar as dores dos personagens, compreender suas dores e temores.
Comprei o livro e decidi ler sem muita empolgação. Mas me surpreendi com a estoria e a narrativa da autora. Um livro cativante, reflexivo, angustiante. O que parecia um romance adolescente nos primeiros capítulos, se tornou um livro cheio de dores e necessidades de perdão.
Tem que ser muito duro de coração pra não se emocionar com a história dessa familia.
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Mel 27/04/2013

A narração é um pouco forçada, mas a história é linda!
Leandro 13/07/2013minha estante
Já estava me perguntando se somente eu havia achado a narrativa cansativa...




Michelle 14/04/2013

Uma história emocionante
Jude Farraday é uma mãe super-protetora. Sua vida gira em torno dos filhos gêmeos, Mia e Zach. Tudo que faz é para eles, por eles e principalmente para protegê-los de tudo e de todos. Casada com Miles, vive em uma casa confortável e tem uma vida abastada, típica dos subúrbios americanos. Guarda dentro de si uma enorme mágoa, por não ter o amor de sua mãe, sempre tão fria e distante.
Mia e Zach são adolescentes normais, ele, muito popular na escola, vive cercado de amigos e garotas enquanto Mia, vive sem amigos, tem uma baixa auto-estima, é extremamente tímida e acredita que nunca terá uma amizade verdadeira.
O início do Ensino Médio traz muitas mudanças pra esta família, expectativas, dúvidas e muito medo por parte de Jude, que tenta a todo custo proteger e resguardar os filhos.

“O papel da mãe é proteger os filhos, quer eles queiram, quer não.”

Lexi Baill morava na Califórnia, e viva em lares adotivos, sendo jogada de lá pra cá. Sua mãe, viciada em drogas, morreu de overdose e nunca conseguiu cuidar da filha, que cresceu sem amor e sem referências. Depois de muito sofrimento, uma assistente social descobre uma tia-avó de Lexi, Eva Lang de 66 anos, uma mulher sofrida e batalhadora, que mora em um trailler simples em Port George – Washington.

“Não vou causar problemas. Prometo.”

Apesar de todas as dificuldades financeiras, Eva acolhe Lexi com muito amor e carinho e pela primeira vez ela se sente amada, cuidada. Mas esse sentimento traz também o medo de se apegar, de se permitir amar e ter que ir embora mais uma vez.
É neste momento, no início do Ensino Médio, que Lexi, Mia e Zach se conhecem . Lexi e Zach se olham e se amam a primeira vista, apesar de não se abrirem um com o outro imediatamente. Mia, sempre isolada, conhece Lexi e a empatia é imediata. Elas se tornam amigas instantaneamente, uma amizade verdadeira, sólida, em que uma apóia a outra incondicionalmente. Mia e Lexi, apesar das diferenças, encontram muitas semelhanças que as aproximam cada vez mais.
Mia leva Lexi para conhecer sua casa e sua família, e ela fica impressionada com o que vê. A beleza da casa e principalmente a beleza daquela família. Ela se encanta por Jude e vê nela uma mãe perfeita! Amorosa, zelosa, tudo o que ela não teve. E acaba se abrindo com ela, contanto tudo sobre seu passado. Apesar do medo permanente de Jude, e seu desejo de proteger Mia a qualquer preço, ela resolve incentivar a amizade entre as duas, quando percebe o quanto Lexi faz bem a Mia, o quanto ela é importante na vida da filha.
3 anos se passam, e a amizade entre Lexi e Mia só fez se fortalecer. Mas Lexi e Zach se amam e não conseguem mais esconder esse amor. Apesar do medo de decepcionar Mia, eles assumem o namoro e garantem que nada mudará a amizade entre os três. Mia, a princípio se sente magoada, traída, mas aceita o amor de seu irmão e sua melhor amiga. A reação de Jude, como sempre, é de preocupação.
A partir aí, a história tem uma reviravolta trágica, que mudará o destinos de todos trazendo muito sofrimento, mas também muitas lições de vida.


O livro de Kristin Hannah é narrado em terceira pessoa e tem um bom ritmo. Os personagens são muito reais e a gente acaba se identificando com algum deles. No meu caso, que sou mãe, me identifiquei com Jude, suas dúvidas, suas preocupações constantes, seu desejo de proteger os filhos de todo mal e sua total incapacidade de livrá-los dos perigos da vida.
O livro é bom, tem uma história bem construída e faz a gente repensar nossos valores. Vale muito a pena indicar esse livro para adolescentes, para que façam uma reflexão sobre suas vidas, seu atos e principalmente as consequências de seus atos.
Justamente por seus personagens serem tão reais e bem construídos, encontramos neles defeitos, como em qualquer pessoa que conhecemos. Jude, extremamente egoísta, super-protetora a ponto de sufocar os filhos por conta de suas preocupações. Mia, menina mimada, insegura, cheia de dúvidas. Zach, um bom menino, um tanto inconsequente e covarde. E Lexi, que se subestima o tempo todo, não tem atitude e se deixa influenciar pelas pessoas.
Essas mesmas pessoas tem qualidades incríveis, como o amor incondicional uns pelos outros e um desejo muito grande de superar as dificuldades e seguir em frente.

“Em um mar de lamentação, havia ilha de bênçãos, instantes no tempo que nos lembravam do que ainda tínhamos, em vez de tudo o que tínhamos perdido.”

Uma boa leitura, com uma final terno e emocionante. Recomendo!

Confira outras resenhas em: www.sonhandoporescrito.blogspot.com
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Douglas Brandão 05/04/2013


Em minha vida de leitor, acabei descobrindo que existem livros que foram escritos para combinar com você ou com qualquer outra fase de sua vida onde você esteja triste, alegre, radiante, ou extremamente na deprê. Quando você ler uma romance quando está apaixonado você se envolve de uma maneira ímpar a história, como se fosse um dos personagens e até chega a trocar o nome do mesmo com o seu de forma imperceptível; quando esta triste, você se ver lendo um livro a la Evanescence; quando estar revoltado, com certeza você ler um livro que tem policia, justiça, ou um que tem qualquer serial-killer. Isso se chama vibe. E foi nessa fase que embarquei em O Caminho para Casa, escrito com sutileza e emoções à flor da pele.

Jude Farraday é uma mãe super protetora. Depois que deu a luz aos gêmeos Mia e Zach, vive fazendo de tudo para protegê-los e entra em pânico só em pensar no que pode acontecer com eles longe de suas vistas. Casada com o médico Miles, moram numa casa relativamente espaçosa. Quando os gêmeos vão para o ensino médio, Jude reluta no que pode ou poderia lhes acontecer, já que seria um mundo totalmente novo para ambos e tudo espreitava com um aviso em néon: Cuidado! Ela simplesmente não aceita o fato de que seus bebês cresceram e querem voar como pássaros. Mas Jude insisti e persiste em querer cortar suas asinhas.
Intercaladamente conhecemos Lexie Baill, uma jovem com passado doloroso, do qual vivera com sua mãe viciada em drogas e depois de sua morte passara a viver em lares adotivos temporários. Ela estava convencida que não tinha mais família, mas quando descobre que tem uma tia-avó, fica toda feliz. Eva Lange a leva para morar consigo, e passa a ser a mãe que Lexie nunca teve. E logo a matricula no ensino médio.
Ao chegar à nova escola, Zach é o primeiro a vir lhe falar, e naquele momento Lexie se apaixona por aquele menino de cabelos loiros. Mesmo na escola ela se sente sozinha, só que quando conhece Mia, tornam-se amigas feitas unha e carne ou qualquer outra coisa que se possa comparar a ambas. Entre elas surge uma amizade poderosa que nada poderia abalar ou destruir.
A vida de Lexie vai ser unir à vida dos Farraday de uma maneira incomparável e única. Um fascinante jogo de emoções dá se início cheio de delicadeza, doçura, sentimentos e sensações capazes de fazer você se arrepiar. Além de contar com uma belíssima história sobre perdão e recomeço, e onde o amor verdadeiro é o único em questão.

“As pessoas pensam que amar é um ato de fé – falou a mãe – Às vezes, é um ato de vontade.” Pág. 322

O Caminho Para Casa é um livro mágico. Ele provoca em você uma avalanche de emoções que ti farão se emocionar a cada página. Uma história meiga, cheia de amor, compaixão e uma mensagem que ficará gravada na memória de cada um até o dia em que suas pálpebras se fecharem desfalecidas. O livro que marcará a vida de quem o lê.
Kristin Hannah fez bem em largar a advocacia e engrenar na escrita. Sua narrativa interligada aos mais belos adjetivos, é de uma poesia sofrida e ao mesmo tempo alegre, que é impossível você não se ressenti com a história de vida dos personagens. Eles foram criados com características e atitudes tão marcantes, que vai ser difícil se esquecer deles facilmente.
Jude com sua alma de leoa, Miles com seu ar de gratidão e perdão, Mia com sua hesitação, medo e coragem, Zach com sua popularidade e cheio de razão, Lexie, com sua história e predicados únicos, e Grace, com sua pureza, inocência e amor. Você aprende a amar cada um deles como se fosse amigos reais e sente vontade de abraçar cada um deles.
Óbvio que recomendo o livro a todas as pessoas, pois mesmo quem não gosta de drama/romance vai amar e se emocionar com este enredo imprevisível onde você não imagina o que vai acontecer na página seguinte.
Espero ler mais livros da autora, pois ela transborda potencial e sucesso, e isso é indubitável!
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Fabiane Ribeiro 05/04/2013

Resenha - O caminho para casa
É impossível ficar indiferente quando se termina a leitura de O caminho para casa. Ele é um livro completamente envolvente, capaz de provocar mudanças em nosso interior, se estivermos de coração aberto.
Inúmeras vezes a trama pode nos levar às lágrimas – e, em certas situações, até aos soluços! E, ao final, a sensação que fica é de leveza e renovação.
Lexi é uma jovem órfã que, aos quatorze anos, descobre ter uma tia-avó viva e distante. Sem ter tido sucesso em suas adoções ao longo da vida, devido aos vícios da mãe, Lexi muda-se de cidade para viver com a tia Eva, que a recebe com muito carinho.
Logo no início das aulas na nova cidade, Lexi aproxima-se de Mia, uma garota que, assim como ela, estava isolada em um canto da escola, com um livro nas mãos e sem amigos ao redor. Elas instantaneamente percebem ter afinidade e a amizade começa a crescer conforme os dias passam e a narrativa se desenvolve.
Mia, por sua vez, vem de uma família rica e aparentemente perfeita, com a mãe zelosa, o pai divertido e o irmão gêmeo que faz tudo por ela.

“A questão não é estar na mesma escola, nem na mesma cidade ou no mesmo quarto, Lexi. A questão é estar ‘juntos’. O amor é uma escolha. Eu sei que você é jovem, mas isso não significa nada. Você acredita no que sente? É isso que importa” (Pág. 109).

O livro fala de amizade, amor, família, perdão e recomeço. A mãe dos gêmeos tem grande destaque durante toda a narrativa, sendo uma mulher extremamente preocupada com os filhos e controladora, que acaba passando por um momento terrível e tem que fazer escolhas dificílimas.
A relação de Mia, Lexi e o irmão gêmeo da primeira, Zach, é extremamente bem construída, levando a um clímax aterrorizante, divisor de águas na narrativa, e do qual não darei detalhe algum para não estragar a surpresa dos leitores. Gostaria apenas de salientar que a história começa com eles aos quatorze anos, mas os anos se passam ao longo da trama e chegamos a conhecê-los na fase adulta.

“Uma sensação curiosa tomou conta de Lexi. Era como o leve bater de asas de um passarinho, uma emoção tão estranha que ela não a reconheceu de imediato. Esperança” (Pág. 15).

Em uma noite que parecia como qualquer outra, a vida de todos os personagens da história muda, levando o livro a outro nível, cada vez mais profundo e arrebatador.
As reviravoltas e surpresas são muitas e chegam a me faltar palavras para descrever com justiça todos os sentimentos que a leitura de O caminho para casa pode provocar.
Contudo, se você, por algum motivo, não gosta de chorar em livros, provavelmente deve esperar por um momento mais adequado para ler este, uma vez que as lágrimas são inevitáveis.

“Ela não podia ficar muito tempo ali. Se alguém a visse naquela estrada solitária, a notícia correria, e as pessoas se preocupariam com ela. Ainda assim, ela fechou os olhos só por um momento e se lembrou daquela noite, tanto tempo atrás, quando a chuva se transformou em cinzas...” (Pág. 350).

Em alguns pontos, para não serem apenas elogios, a leitura pode ser um pouco previsível, mas em nenhum momento ela perde o brilho. Seja no começo mais ameno, com a construção dos relacionamentos, ou na segunda parte completamente eletrizante e dramática, o livro como um todo é um tesouro, que não deve passar despercebido aos amantes da boa leitura.
Eu passei a amar e a compreender cada um dos personagens, e foi difícil me despedir quando virei a última página.
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Edimara 14/03/2013

Me surpreendeu !
assim que minha amiga me mostrou achei a capa linda, mas não tive vontadade de ler, mas por causa de varias recomendações comecei a ler. Hoje eu me arrependeria se não o tivesse lido, esse é aquele tipo de livro que TODO MUNDO deveria ler, como se as coisas só fossem fazer sentido se você o lesse, esse é um dos meu livros prediletos. Me surpreendeu muito, mesmo tendo um parte narrada por uma mãe ( no começo achei que não fosse gostar disso, mas me enganei) que nos faz entender as coisas por lado, nos faz pensar na nossa vida e nas dos outros, mas sem aquela cara chata de livros de auto ajuda ou algo parecido.
RECOMENDO!
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