O caminho para casa

O caminho para casa Kristin Hannah




Resenhas - O Caminho Para Casa


123 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Rafa 18/10/2012

Resenha - O Caminho para Casa - Kristin Hannah
Quando peguei este livro pra ler já tinha total certeza que iria me emocionar, adoro livros assim que chamam a atenção só pela sinopse. A editora arrasou nesse lançamento, capa e diagramação, tudo conforme eu esperava...

Por um breve momento pensei que era mais um livro qualquer, quando acabei me surpreendendo com a narrativa da autora bem no começo da leitura. Kristin consegue deixar o leitor ávido a cada página do livro. É melhor controlar suas emoções durante a leitura deste livro, porque pra mim foi impossível.

O livro é contado em terceira pessoa, dividido em duas partes, a primeira parte conta desde o princípio detalhadamente como Zach e Lexi e Mia se conheceram, até chegar na parte dramática, onde perdão e ressentimento se rebatem.

O que mais me chamou a atenção foi o tema maternidade abordado no livro, Jude é uma mulher forte, daquelas que defendem seus filhos à qualquer custo, dos conselhos até castigos por desobedecerem, me fez lembrar da minha mãe também, talvez eu tenha me envolvido na trama sem querer, e fiquei imaginando ela como minha mãe.
Seus filhos Zach e Mia são gêmeos, trabalho redobrado pra ela, sempre aconselhando os filhos para não tomar bebidas quando iam para a balada. Mas eles são jovens, família bem de vida, e todos adoravam a pobre órfã Lexi que apareceu como se fosse alguém que faltasse pra completar a felicidade deles. Bom, nada fica tudo bem pra sempre... Durante um acontecimento inesperado, tudo se abala, e talvez só o tempo poderá consertar.

A dissolução dos problemas ao longo da história mostra ao leitor o quanto foi fácil organizar cronologicamente essa história. Os detalhes se encaixam perfeitamente com os diálogos dos personagens, por isso achei O Caminho para Casa incrível.

Falando sobre a revisão da obra, tem umas traduções que achei bem estranha, porém os poucos erros que encontrei não me atrapalharam em nada, eu só quis citar aqui... A capa é muita linda, tem o mesmo aspecto das capas da editora.

Concluindo... Se quer um livro que te faz sentir raiva, assim como senti muita raiva da personagem Lexi por causa de algumas de suas atitudes, te fazer sentir pena também, te faz sorrir poucas vezes, talvez você até possa sentir ódio, talvez mesmo. Então este livro é pra você. Sei que muitos se identificarão com a história assim como eu, todo mundo tem ou já teve uma mãe super preocupada. As mães destacadas aqui deve se levar em consideração que traduz naturalmente um pouco de cada mãe que está dentro de cada mulher, que vive conosco, que pode ser você, não sei... Espero que todos leiam, afinal aprendi que perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil.
Angela Gabriel 18/10/2012minha estante
Creio que ante ontem , vc me falou no twitter que estava lendo esse livro e estava adorando. Agora, lendo a sinopse e a resenha, dá pra entender o pq..rs
Não conhecia o livro, mas me encantei com a capa e a sinopse.
Eu não tive uma mãe super protetora,mas tenho medo de estar sendo uma :/ e que atire a primeira pedra a mãe q nunca se preocupou com as festas q os filhos vão ou a hora de chegar em casa.
Mas lendo sua resenha, percebi que os conflitos, os problemas e talvez até as soluções, são coisas corriqueiras, que a maioria de nós vive ou já viveu.
Livros assim, tem esse poder, de nos colocar no centro da história e junto com o autor, traçar o caminho.
Adorei e o livro já está indo pra lista de desejados, com certeza!

Beijo e parabens pela resenha!


Rafa 18/10/2012minha estante
Muito obrigado Angela, amei seu comentário, concordo totalmente.


Vanilda 19/10/2012minha estante
Primeiro, a capa é realmente muito bonita. Depois, sua resenha é daquelas que ficam martelando assim: "Leia! Leia!" Quase consegui sentir você emocionado ao escrever sobre o livro. Então, eu sou mãe, mas minha filha é pequena ainda e muitas vezes fico me perguntando que tipo de mãe eu sou e serei quando ela ficar maior ... enfim, acho que a leitura deve ser super válida e adorei quando você diz que "perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil". Às vezes somos rigorosos demais conosco mesmos.


Géssica Ferreira 19/10/2012minha estante
Fechou com frase de ouro a resenha. Isso é muito verdadeiro, ein?!
Fiquei muito curiosa sobre o que acontece na vida dessa família que os abalam tanto. Ou seja, tenho que ler para saber, né?


Rafa 19/10/2012minha estante
Com certeza Geh, isso abala mais o leitor do que os personagens em si.


Cris Dornelas 20/10/2012minha estante
Esse livro é um dos lançamentos que me chamou atenção. Bem legal, com uma pegada gostosa e de um gênero que amo ler! Eu queria ver se lia também.


Ju 03/11/2012minha estante
O livro parece ser mesmo incrível. A começar pela capa, que é extraordinária, até a história, que é bem do estilo que eu gosto. Amo a ideia do livro despertar vários sentimentos.


Jayme 06/11/2012minha estante
O livro parece ser bem interessante! Já vi várias resenhas em outros blogs e em sua grande maioria, falavam coisas boas sobre o livro.
Olhando assim de primeira, você já se sente atraído pela capa.


Sabrina Piano 12/11/2012minha estante
Quando vi a capa desse livro eu disse: é exatamente o estilo de livro que eu gosto, e não estava errada, amei a resenha e fiquei louca pra ler.


Li 30/11/2012minha estante
Terminei minha leitura na madrugada. Quando cheguei a segunda parte do livro já não conseguia mais deixá-lo e precisa saber o final,e confesso que se não fosse esse, ficaria muito decepcionada.

Assim como você, senti várias emoções, raiva, tristeza, pena , e mesmo não concordando com algumas atitudes em vários momentos distintos, conseguia entender.
Só senti falta de uma coisa no final, e precisava LER como a Lexi estava se saindo nesta nova fase com a Grace e o Zach, e que finalmente ela teria apoio para retomar seu sonho em se formar em Direito. Este era o final que eu esperava, e ficaria imensamente feliz em Ler, após tanta dor e sofrimento desta personagem.


Gladys 07/12/2012minha estante
Gosto de tramas que retratam a realidade e esse livro parece que cumpriu esse papel.


Fran 28/12/2012minha estante
Adorei esta resenha, mostra que é bem o tipo de leitura que eu gosto, além do que a capa está divina! Além de falar sobre maternidade, que sempre acaba mexendo comigo!


Marília 18/04/2013minha estante
Ontem li este livro e mexeu bastante com meus sentimentos, amor e ódio, foram os mais tangentes. Nunca odiei tanto um personagem, Jude me deixou esgotada e a Lexi em alguns momentos me causou fúria. Mas no final das contas quando terminei, O caminho para casa, fiquei satisfeita, é um livro muito bom e nos faz pensar e reavaliar coisas importantes, como escolhas e perdão. Percebemos que no decorrer da vida de uma família, essas atitudes podem transcender gerações, deixar marcas profundas, afastar pessoas que deveriam se amar independente das circunstâncias. Super recomendo, vale a pena ler esta estória de amor e superação, onde a escolha do perdão faz toda a diferença, muda o rumo da vida e sara feridas que não queriam ser cicatrizadas.


Deinha 04/05/2013minha estante
Acabei de ler este livro e a sensação que tenho é como mais do que nunca o perdão deve ser o agente motivador de nossas ações, e claro com o amor acima de tudo! Me emocionei em cada página, adorei sua resenha, e que "O Caminho para Casa", seja sempre aquele que aproxima as pessoas!


Aline 24/07/2013minha estante
Ainda não terminei de ler o livro, mas precisei parar um pouco pra ver se consigo controlar minhas emoções.
As duas narrativas tão diferentes tornam encantador. Nunca me senti assim lendo nenhum outro livro, acredito que nunca transitei tão rápido entrei os sentimentos de amor, ódio, fúria, desapontamento e frustação. Foi meio como querer entrar no livro e dizer "Porque vocês tão fazendo isso comigo? Tomem a decisão certa ao menos uma vez".
Não é como a maioria dos livros onde me sinto um personagem, eu não sinto que to na pele de nenhum deles ali, mas mesmo não sendo nenhum deles, consigo sentir a dor, a forma como veem tudo, como sentem, consigo entender o ponto de vista e porque de tomarem certas decisões, e até penso que se fosse eu faria igual, não tem como descrever, nunca me senti assim.
E o acotecimento e todos os fatos sucessivos, me tocaram de uma forma inexplicavel, me fazendo chorar mais que bebê.
É meio como se eu não fosse um personagem e ao mesmo tempo fosse todos. Eu não sei, não tem como explicar o sentimento que ele livro me despertou.


Laura 05/11/2013minha estante
Vou comprar neste minuto. Adorei Jardim de Inverno e depois de ler sua resenha tenho certeza de que passarei algumas noites em claro sem conseguir largar meu tablet!!!!


Mila 02/02/2014minha estante
Este livro foi um dos livros que eu mais gostei durante minha vida! Eu tinha a vontade de lê-lo, eu viciei nele, na história, cheguei a chorar nos capítulos finais. A cada página passada, a história ficava cada vez mais bonita, envolvente. Eu tinha sede de acabar para ver o final, e saber que foi um final feliz, mas sem a Mia :( e além do mais, ensina uma grande lição de vida.




Leninha Sempre Romântica 14/11/2012

Devo confessar que estou sem palavras para começar essa resenha. Adoro quando ao término de um livro me vejo abraçada a ele, refletindo sobre toda a carga emocional contida na história, ouvindo apenas o silêncio. Foi assim que fiquei durante longos minutos, pensando, refletindo e torcendo para ter em minha estante pelo menos uns 10 livros iguais a esse.

Lágrimas foram as minhas companheiras durante toda a leitura. Um livro que nos faz suspirar tamanho amor que encontramos entre suas páginas, mas percebemos também muita dor, muito rancor, muita culpa...

Lexi, Zach e Mia estudam na mesma escola, cada um vivendo em seu próprio mundo. Lexi sempre se sentiu rejeitada pela vida, com uma mãe drogada, sem amigos, vivendo em lares de adoção, ela carrega muita tristeza no olhar e conhece como ninguém o que é sentir solidão. Mia se acha um patinho feio, tem um mundo particular em seus livros, seu quarto, e os poucos amigos que tem, são amigos de seu irmão, Zach. Ele é o popular, lindo, cheio de vida, sabe que tem sempre um lugar para onde correr, os braços da sua mãe, seu lar, sua família. Quando os três se conhecem é como se almas gêmeas se reencontrassem. Mia e Lexi se tornam amigas inseparáveis, e Zach apesar de se manter um pouco distante, nutre uma paixão secreta por Lexi, sem saber a princípio, que é correspondido.

Jude é a mãe zelosa e superprotetora de Mia e Zach, extremamente voltada em ser "mãe", curtindo todas as suas obrigações, desde transformar sua casa num lugar onde os amigos de seus filhos se sintam bem, até levá-los para casa em segurança.
Sempre muito preocupada com a vida dos filhos, tentando de todas as maneiras livrá-los dos perigos, fazendo de tudo para mantê-los longe das más companhias e principalmente das bebidas.
Ao conhecer Lexi ela age com todos os sentimentos de proteção, verifica sua vida, onde mora, seu passado, mas no fundo de seu coração ela a adota, e acaba de certa maneira se tornando como uma mãe para Lexi.

Desde o princípio eu sabia que essa superproteção era quase um sexto sentido, e já fiquei atenta à leitura, sabendo que algo de muito grave iria acontecer. Mas nada me preparou para tamanho choque.

É complicado tentar passar através de palavras todo o turbilhão de emoções que me acompanharam durante a leitura. O Caminho para casa, como sugere o título, é uma longa caminhada de reencontros, superação, sempre regada por muita dor, culpa, mas acima de tudo, focado principalmente na esperança e no perdão.

Uma linda história de amizade e amor, mas permeada por todas as perguntas que rodeiam a adolescência e a vida. Será que é cedo demais? Será que vale a pena? Será que eu devo fazer isso? E agora, o que eu fiz?!

Foi dilacerante vivenciar a história sob a perspectiva de todos os personagens, porque todos os sentimentos guardados dentro deles, nos recôncavos mais íntimos, são colocados na narrativa. A leitura vai desde o amor incondicional, passando pelo total alheamento, até a justiça extrema.
Um livro maravilhoso, muito bem escrito, que não nos conta apenas a história de uma família que teve que conviver com a dor, mas nos alerta que o simples ato de viver pode ser perigoso.

Se você é uma pessoa que curte um drama esse é um livro perfeito, eu, como uma apaixonada pelo gênero posso afirmar que foi o melhor livro lido esse ano. Agora se você se emociona facilmente, se é suscetível e impressionável peço que se prepare para a leitura, porque com certeza você terá fortes emoções.

O caminho para casa é um daqueles livros que te fazem adentrar na história e sentir tudo, todas as sensações possíveis e imagináveis. Nos sentimos como coadjuvantes da história, mas nos mantendo calados, sem conseguir tomar partido, sempre na espera de que o melhor aconteça.
Um super drama que merece ser lido, apreciado e que certamente tocará seu coração.
Érica 19/11/2012minha estante
tocou mto o meu coração.....lindodmais


Amy 01/12/2013minha estante
E o incrível é que eu senti tudo de novo quando acabei de reler... Amei sua resenha!


Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Estou lendo e como sempre nos livros da autora está impossível largar.




Leandro 13/07/2013

Não atendeu minhas expectativas...
A principio a estória apresentada na contracapa do livro me chamou atenção... mas no decorrer do livro fui sentindo uma frustração tão grande... não atendeu minhas expectativas!

Será que só eu não gostei da história e achei tudo tão chato?

A estória é entediante e muito previsível... nada te surpreende, os personagens não são carismáticos e são muito clichês...

Temos a garota adotada rejeitada, os gêmeos, em que um é popular e a outra excluída da sociedade, a mãe super mega hiper protetora que se culpa por tudo, mesmo que seja um fio de cabelo cortado errado.

A autora é muito detalhista na escrita e enrola demais para contar pequenos episódios.. muita coisa desnecessário feito apenas pra "Encher Livro"... e olha que gosto deste tipo de livro... mas talvez seja o momento que to passando que fez com que eu não gostasse tanto do livro.
Mel 13/07/2013minha estante
Compartilho sua opinião!


Manu 29/06/2014minha estante
Foi o que senti também. Apesar do meu veredicto de ser um bom livro, 3 estrelas, li uma avalanche de clichês e muitas incoerências.

Apesar de todo egoísmo de Jude, a achei uma personagem bastante humana. Fiquei com raiva foi do Zach, que não impediu o sofrimento da Lexi.


Hester 30/12/2015minha estante
Concordo com vc. Este livro nao gostei.




Marcela @ler_sim_ler_sempre 01/10/2016

Amor e Culpa - Lagrimas e emoçao
O caminho para Casa - Kristin Hannah

(...) Quando se ama alguém ... e se perde essa pessoa , você tambem pode acabar se perdendo (...)


Não costumo ler sinopse de livro. E dessa autora já havia lido Jardim de Inverno, e me apaixonado pro sua escrita e nesse não foi diferente.
No inicio você se depara com a amizade de duas adolescentes de mundo completamente diferentes. Mia, que tem uma mãe dedicada a família e bem estruturada financeiramente e Lexi uma órfã de uma drogada e ex presidiária. Temos o encontro do primeiro amor entre duas pessoas que são capazes de sufocar esse sentimento para o bem de uma terceira pessoa. E como disse anteriormente, uma mãe super protetora, que tem como razão de vida a proteção e criação de seus filhos gêmeos, Mia e Zach.
Mas ai a medida que as paginas forem rolando e as lagrimas caindo, você vê que a historia e muito mais do que isso.
Que a culpa destrói um casamento perfeito, um futuro brilhante, uma mãe dos sonhos e um amor genuíno.
Mas que o AMOR pode recuperar tudo isso e que o perdão pode da uma expectativa para um futuro mais feliz.
As tragédias existem e podem nos transformar em algo que não somos mas cabe a nós olhar pra dentro do coração e trazer as pessoas de volta.
Um livro emocionante que você LÊ e que da vontade de gritar para o mundo inteiro que ele existe. Que me destruiu completamente, mas que me ensinou muito sobre o amor e o perdão.
Está na lista dos favoritos da vida.

(...) Sim ela amava Zach. De corpo e alma. Mas não amava menos Mia . Era uma emoção diferente, mas arredondada, leve e confortavel, talvez também fosse mais solido e confiável. Tudo que sabia era que ela não podia trocar um Pelo outro. Seria como escolher entre ar para respirar e água para beber . Ela precisava dos dois para viver (...)



https://www.instagram.com/p/BK9HfHNg251/?taken-by=marcellakast_


site: https://www.instagram.com/p/BK9HfHNg251/?taken-by=marcellakast_
Patrícia 02/10/2016minha estante
Maravilhoso


Marcela @ler_sim_ler_sempre 02/10/2016minha estante
Esse livro é muito amor né Patrícia


Patrícia 03/10/2016minha estante
Favorito da Vida




Fernando Lafaiete 06/05/2017

Emoção sem fim em um livro escrito de maneira perfeita!

Eu fiquei durante muito tempo pensando se escreveria ou não uma resenha para este livro, simplesmente por ele ter mexido muito comigo ao ponto de eu não conseguir expor de maneira coerente a minha opinião sobre o mesmo.

"O caminho para casa" vai retratar questões familiares, amizades, o processo de perdoar a si mesmo e perdoar os outros entre tantos outros assuntos, que não entrarei em detalhes exatamente para não dar nenhum spoiler. Mas garanto pra vocês que este livro é sensacional e merece muito ser lido.

Mia e Jack são irmão gêmeos e fazem partem de uma família extremamente bem sucedida. Eles são super amados pelos pais e a mãe deles é super-protetora. Na escola eles acabam conhecendo a Lexie, uma garota que vai morar com a tia devido à uma situação familiar bem complicada; e os 3 acabam se tornando melhores amigos. Milhões de coisas acontecem com estes personagens e eu acho praticamente impossível não ficar destruído emocionalmente após terminar a leitura.

A escrita da Kristen Hannah é MUITO emocionante, profunda, muitos vezes leve, mas ao mesmo tempo dolorida. Não é um livro fácil de digerir, mas é uma leitura muito, mas muito necessária. Eu fiquei muito abalado conforme eu ia virando as páginas e preciso dizer que este livro é um dos meus favoritos da vida e um dos melhores que eu li este ano.

O amor que a Jude (a mãe dos protagonistas) sente pelos filhos, é algo muito bem explorado pela autora e é muito lindo de se ler. O amor entre os irmão também é magnífico e a amizade deles com a Lexie é algo muito visceral e extremamente envolvente e mais do que emocionante.

Eu chorei horrores com este livro e fiquei quase um mês pensando sobre ele. É tudo sensacional desde o primeiro parágrafo e ele é muito bem escrito. Os personagens são excepcionais, os temas escolhidos foram muito bem desenvolvidos, a ambientação é incrível e o desenvolvimento e o crescimento dos protagonistas é impecável!

Uma história pesada, muito difícil, MUITO, mas MUITO triste, mas muito linda também. Eu poderia escrever uma resenha imensa, só rasgando seda tanto pro livro quanto para a autora... mas vou terminar dizendo apenas mais uma coisa: "Por favor deem uma chance para esta história e preparem os lencinhos, este livro é pura emoção!"
Esdras 06/05/2017minha estante
Já quero! ^^


Fernando Lafaiete 06/05/2017minha estante
Leia Esdras... Que livro maravilhoso!!


Esdras 06/05/2017minha estante
Sua indicação é uma ordem! Haha.




Rose 30/04/2014

Resolvi ir direto para resenha, pois não sei como explicar este livro. Qualquer coisa que eu diga ficará aquém do que eu queria dizer .
Este livro eu li em dois dias, e só não atravessei a noite lendo, pois estava emocionalmente abalada.
Chorei muito ao longo da leitura e dormi chorando. Na verdade, demorei a dormir, pois fiquei pensando em tudo que tinha acontecido no livro.
Eu sempre digo que a leitura é uma viagem, e como tal, cada um sente de um jeito. Não sei se pela minha TPM emotiva, pelo enredo emocionante, por me colocar no lugar da mãe, pelos meus filhos, ou por tudo isso junto, fato é que o livro me marcou.
Jude Farraday é uma dona de casa bem casada com o médico Miles Farraday. Mãe de um casal de gêmeos, Zach e Mia, a família vive confortavelmente em Pine Island. Todos se amam muito. É uma daquelas famílias felizes, do estilo comercial de margarina. Mas todo este sentimento é verdadeiro e real.
Jude perdeu o pai cedo, e não teve o apoio e carinho que queria de sua mãe. Isso a deixou com uma convicção na vida: seria para os filhos o que sua mãe não foi para ela. Eles nunca achariam que não eram amados pela mãe.
Sua vida era toda dedicada aos gêmeos. Escola, lições de casa, passeios, amizades, cursos extras, tudo era checado e analisado para que eles estivessem bem e felizes. Isso é o que normalmente toda mãe quer não é?
Acontece que o tempo passa e os filhos crescem, e com isso, nada mais natural que os questionamentos e anseios de tomar suas próprias decisões e cometer seus próprios erros comecem a aparecer.
Zach e Mia sempre foram muito unidos, do tipo unha e carne. Eles sabiam o que o outro queria ou pensava, tinham até uma linguagem própria. Eram crianças felizes e amadas, frutos de um lar bem estruturado.
A adolescência chegou, Zach tornou-se um belo rapaz, carismático, cheio de energia. Vivia rodeado de amigos e garotas. Era popular na escola, tinha ótimas notas, queria ser médico igual ao pai e continuava super apegado à irmã.
Mia por sua vez, estava em uma fase difícil. Tímida, estava tentando descobrir a si mesma. Não tinha amigos e nem era popular. Suas notas eram boas e sua vida girava em torno dos livros, seus fiéis companheiros, além de seu amado irmão.
Jude é um poço de preocupação. Tenta sempre estar um passo na frente para atender seus filhos. Nunca relaxa, afinal um erro e o futuro dos gêmeos poderia estar comprometido.
Entra então em cena Lexi, uma menina de 14 anos, que ao contrário dos gêmeos não sabe o que é um lar, o que é uma família. Filha de uma ex-drogada, passou sua infância pulando em lares adotivos. Sem pai nem mãe, acaba de descobrir que tem uma tia avó e que esta a queria.
É aqui que o caminho destes três jovens se cruzam, pois Lexi acaba indo estudar na mesma escola que Zach e Mia. De cara ela já fez amizade com Mia, duas almas tímidas e solitárias que se juntam e descobrem inúmeras semelhanças. No início Jude ficou receosa com esta amizade, mas depois percebeu que Lexi era uma ótima garota e só queria o bem de sua filha.
Mia ganha uma amiga, e Lexi uma família postiça, pois os Farraday a recebem de braços abertos.
A amizade de Lexi fez Mia crescer e desabrochar. De patinho feio, ela acaba se tornando um cisne, mas continua cheia de inseguranças.
O término do ensino médio está próximo. Um mundo de descobertas se abrindo, os primeiros amores... e as preocupações de Jude se intensificam e vão às alturas quando ela descobre que Zach e Lexi estão apaixonados.
O trio está formado e indissolúvel. Ela tinha medo de não conseguir controlar o futuro...
A um passo da faculdade, eles não queriam se separar, mas sabiam que isso era inevitável. Jude estava finalmente vendo seu sonho se realizar, seus amados filhos juntos na faculdade que ela tanto queria.
Mas eles também tinham seus próprios sonhos e queriam pela primeira vez tomar suas próprias decisões. Infelizmente nem todas acertadas, e o destino destes jovens é marcado por uma tragédia.
Jude vê seu mundo ruir e junto dele seus sonhos. Sem forças, antes o que era colorido e cheio de vida, torna-se uma depressão sem fim.
Jovens que tinham o mundo, agora estavam juntando os cacos para seguir em frente e tentar, quem sabe, um dia serem felizes, ou pelo menos, voltarem a sorrir.
Só o verdadeiro amor e a força do perdão pode trazer de volta a luz que se apagou na vida destas pessoas.
Um livro profundo, belo em seu sofrimento e triste na verdade transmitida. Leiam, mas se vocês são chorões como eu, já reservem os lencinhos.

site: http://www.fabricadosconvites.blogspot.com.br/p/minhas-resenhas.html
Beth 31/07/2014minha estante
Uma história muito comovente e emocionante. Não sabia que seria assim. Gostei da história. Beijos.


Clarice.Castanhola 23/06/2015minha estante
AMO este livro, to louca para ler o jardim de inverno e vários outros livros da autora, gosto de livros que me emocionam.parece ser um livro profundo mesmo ;D




Uiara.Marcossi 07/04/2017

Comovente, mas atropelado
A primeira parte é perfeita, comovente, triste e realista. A dor dos personagens nos deixa sem ar... O desenrolar da trama, após o "acontecido" porém é trôpego e atropelado, principalmente o final... Parece que a autora tinha o número de páginas determinado para concluir o livro e teve que terminá-lo às pressas.
Outros livros da autora são bem melhores..
Amanda 11/04/2017minha estante
undefined


Carlise Paiva 07/12/2017minha estante
Tinha essa mesma impressão sobre a segunda parte. Infinitamente triste. Mas um livro bom.




Patricia Chame 03/10/2017

“– Desculpe-me por demorar tanto para chegar até aqui. Eu… me perdi – disse ela finalmente.”
Começo com um desafio: Leia as primeiras páginas deste livro e tente largar.
Tente não se emocionar.
Tente não se envolver.
Já adianto: será muito, muito difícil.

Mesmo depois de ter lido outros 4 maravilhosos livros da autora (Jardim de Inverno, O rouxinol, As cores da Vida e Quando você voltar) ela ainda consegue tirar meu chão e devastar meu coração.
O que esses 5 livros tem em comum?
Tudo e nada. Histórias completamente diferentes mas ao mesmo tempo TÃO profundas e tocantes, tão envolventes que te fazem pensar em tudo: na vida, no mundo, nas pessoas, além de chorar, claro, impossível não se emocionar em seus romances.

Só a Kristin Hannah consegue escrever personagens com tanta dose de realidade que parecemos conhecer aquela pessoa e estar vivendo aquele sentimento.

O livro é devastador e vai partir seu coração. Você sofrerá com cada personagem, assim como encontrará o perdão com eles.
Você lerá sobre perda, maternidade, amizade, luto, perdão, escolhas, julgamento e recomeços.

O título que sei a resenha resumo muito do livro, mas só depois da leitura vocês entenderão.
por enquanto deixo outros trechos que dão uma previa do que esperar:

'As pessoas pensam que amar é um ato de fé – falou a mãe – Às vezes, é um ato de vontade."

"O preço de ser franca com os filhos era muitas vezes ficar sabendo de coisas que seria melhor não saber. Acreditava que os pais tinham duas escolhas: exigir sinceridade e lidar com verdades indesejáveis ou enfiar a cabeça na terra e aceitar as mentiras."

"Os sonhos eram coisas efêmeras, como balões que, uma vez soltos, desaparecem no céu."

“Uma sensação curiosa tomou conta de Lexi. Era como o leve bater de asas de um passarinho, uma emoção tão estranha que ela não a reconheceu de imediato. Esperança” (Pág. 15).

"Era isto o que o amor fazia com uma pessoa? A retorcia e esvaziava até restar apenas a necessidade? Se fosse assim, como ela sobreviveria?"

"-Você sempre amou seus filhos excessivamente. Você se preocupa demais em fazê-los felizes.
Conselhos vindos de sua mãe. Perfeito. Jude deu um meio sorriso.
-É impossível amar excessivamente os filhos. Mas eu não espero que você entenda isso."

Claro que recomendo - FAVORITO DA VIDA - 5 ESTRELAS
Jaque Ferreira 03/10/2017minha estante
Também é um dos meus favoritos da vida . Já li 3 dessa autora mas diferente de você esse foi o único que gostei .
E como você disse , é impossível não chorar , não se emocionar , não torcer e não xingar alguns personagens !


Kelly Brandão 27/03/2019minha estante
Essa autora se tornou minha favorita tbem. Tudo que li dela eu favoritei. Ela sempre me toca fundo, me leva as lágrimas e depois me faz sonhar com as possibilidades infinitas que os personagens tem de seguirem com suas vidas. Ela faz com que eu me sinta íntima dos personagens, não uma mera espectadora, e eu AMO isso




Simone.Sardinha 28/09/2015

Não julgar, saber reconhecer os erros e, acima de tudo, perdoar são lições interessantes que absorvemos desse livro.
Vale a pena ler!
Felipe 07/10/2015minha estante
Esse livro me destruiu psicologicamente, Sabe agora sei que o difícil não é perdoar as pessoas , o difícil é conseguir perdoar a sim mesmo. A Lição que esse livro passa é de quebrar corações e tenho certeza que quebrantou o meu. Agora sou outra pessoa e sei que perdoar é algo que deve ser feito sem nenhum questionamento !


Simone.Sardinha 14/10/2015minha estante
Realmente, Felipe.
Perdoar já é difícil, acho que é um exercício, uma aprendizagem. Mais difícil ainda é perdoar e aceitar a nós mesmos.
Foi um livro maravilho que também me fez pensar muito.




Andréa Bistafa 16/03/2017

www.fundofalso.com
O Caminho Para Casa foi um dos livros mais intensos que li nos últimos tempos. Em questões de sentimentos reais, o deixaria acima de Proibido (Tabitha Suzuma), livro que também me marcou muito.

Nessa obra, a autora nos conta a história de Lexi, menina pobre, criada em abrigos e lares temporários, dividindo a guarda entre os mesmos e sua mãe, que foi usuária de drogas toda a vida. Lexi apesar de sofrida não teve em momento algum a tendencia de seguir pelos caminhos errados. Uma menina doce, que sempre buscou o melhor nas pessoas, mesmo naquelas que pouco tinham a lhe oferecer.
Quando a mãe de Lexi morre, sua assistente social a designa para morar com a tia-avô, da qual tomou conhecimento da existência a pouco tempo. É então que Lexi chega a Port George (Washington) e sua vida finalmente começa a melhorar de fato. Eva é uma mulher batalhadora, viúva e que não gerou filhos, acaba por encontrar em Lexi a alegria de ser mãe.

Mudando a perspectiva da narrativa passamos a conhecer Jude. Mãe atenciosa, pessoa de boa índole, amorosa e que dedica a vida aos filhos gêmeos: Mia e Zach.
Jude sempre sonhara em ser mãe, depois de alguns abortos espontâneos, seus gêmeos eram uma vitória e o amor por eles era inexplicável, assim como o amor por seu esposo e o dele pelos filhos. Familia Farraday, mais feliz não poderia haver.

Então Lexi entrará para essa familia, com a amizade inesperada com Mia, duas almas que se reconheciam em meio as dificuldades da socialização, duas almas destinadas a mais bela e pura das amizades.

O tempo faz uma grande passagem na trama, quando conhecemos Lexi ela tem 14 anos, assim como Mia e Zach, a amizade entre eles evolui, Lexi e Zach se apaixonam e aparece a dificuldade de lidar com a posição social da amiga e namorada diante da mãe ao completarem 18 anos.

Zach passam por grandes momentos de questionamento: o que escolher, o amor de sua vida ou a faculdade e a carreira? É obvio que ambos ele não pode ter naquele momento, o abismo social entre eles é enorme, e como desistir da faculdade e de acompanhar sua irmã que tanto precisa dele? Uma irmã insegura que não conseguiria sair-se bem sem a melhor amiga e sem o irmão amado.

Em meio a tudo isso, uma tragédia se abate sobre a família.

"Você sempre diz que nada importa mais que o amor e a família. Estava falando a verdade?"


Como esse livro é muito intenso, eu escolhi fazer essa resenha com SPOILERS. Se você não quer pegar nenhum, recomendo que pule até a parte indicada!
*O spoiler não revela o final, mas um acontecimento importante por volta da página 170.


Vamos falar sobre a maternidade.
Jude é a mãe que todas nós que amamos nossos filhos, é. Ela cuida, ela quer o melhor, ela estando em uma posição social superior, pena em aceitar a nora, para ela pesa a carreira e as condições financeiras do filho, afinal toda mãe quer o melhor, o conforto e a estabilidade, ainda que aja com aparente egoismo.

Eu encontrei em Jude a mãe que eu queria ser, ela conversa com os meninos, ela não aplica castigos sem fundamento, e ela sempre diz que eles podem confiar nela. Porém em um momento, ela erra.
Quando os meninos chegam na adolescência e começam as festas regadas a álcool, Jude lembra-se que já teve essa idade e sabe que proibir não é o caminho, então pede que sempre sejam prudentes e não tenham medo de ligar caso bebam e não possam dirigir. Mas em uma dessas vezes ela da uma bronca nos três (Lexi sempre estava junto, era praticamente da família) e os deixa de castigo. Eu acredito que faria igual, mas o que vem em seguida me fez refletir muito.

Na noite antes da formatura, Jude, Mia e Zack se desentendem ao discutirem sobre a faculdade e os rumos da vida em relação ao relacionamento dos três, e assim seguem para a última festa com a turma do colégio. Os três bebem, e nenhum deles tem plena condição de dirigir, no entanto a confusão gerada com a mãe na última festa os fazem tomar a decisão de não chama-la e seguem para a casa embriagados.
Acontece o acidente. Mia morre.

Então me veio a mente milhares de questionamentos sobre a atitude dessa mãe. Até onde a liberdade que ela deu a eles foi válida e até onde o castigo também foi. Será que devemos ser rígidos ou maleáveis com nossos filhos?

O que segue após a morte de Mia é extremamente pesado. O luto de todos é terrivelmente cruel de se ler. Mas o luto de Jude me fez sofrer de verdade, me fez levantar durante a noite várias vezes para olhar meu filho dormindo na cama dele e pensar no futuro.

O pior estava por vir, pois quem conduzia o carro não era Zack, conforme foi combinado, quem conduzia era Lexi, e mesmo com 1ml a mais de álcool no sangue que o permitido por lei, ela foi levada ao tribunal. Sua culpa pela morte de uma das pessoas que mais amava no mundo a fez se declarar culpada, com o peso das acusações sem piedade de Jude e a falta de voz de Zack, o mundo não fazia mais sentido para Lexi. Culpada, pena: 6 anos de reclusão.

Então o tempo corre pelos personagens, e nesse meio tempo muito sofrimento entra na vida de Lexi e de Jude. O grade foco da narrativa sempre está nas duas, ora focado numa, ora noutra. A perda de Mia na trama tem impacto forte no leitor, pois muito presente, ela chega a deixar o sentimento de falta nas páginas.

Jude é tão cruel com Lexi, que eu chorei de ódio por muitas páginas, eu a odiei como nunca odiei nenhum personagem. Meu senso de justiça nunca gritou tão forte, foi como se tudo aquilo estivesse acontecendo comigo e eu simplesmente não pudesse fazer nada, eu me senti completamente impotente e fora do controle, assim como Jude. Logo Jude que sempre pensou estar no controle de tudo. Foi injusto, injusto demais. A conexão desse livro comigo foi algo inexplicável. Por mais que eu odiasse tudo que Jude estava fazendo para Lexi, eu também entendia seu lado, ainda que descordando, eu sentia seu luto e a necessidade de jogar sua culpa em alguém. Não existia culpados ao mesmo tempo que todos eram culpados. Eu vi ela se fechar, ela negar o filho sobrevivente, ela negligenciar a neta(porque desgraça pouca é bobagem). Eu vi a Lexi desistir, depois de tanto lutar, depois de conquistar o amor do menino e da família, depois de superar o abandono da mãe, de negar as drogas, eu vi ela desistir de tudo, vi ela ser presa, vi ela abrir mão de ser mãe pelo medo de não ser melhor que aquela que a pós no mundo. Pelo medo da filha ver a mãe atrás das grades.

"Aqui estou, mãe. Depois de tudo, igual a você."

Se você pulou o spoiler, pode voltar a ler aqui!


A família Farraday sempre pareceu insensível a Lexi, mas existem passagens que podemos comprovar que Jude e o esposo sempre a amaram como filha. Mas todo amor sempre misturou-se muito ao egoismo de Jude diante dos filhos, e isso nos faz pensar o quão podemos ser tóxicas, sufocantes e severas, ainda que só queiramos o bem dos filhos.

O egocentrismo de Mia, foi colocado a prova e então descobrimos que o amor destrói todos os medos, e que amar, seja tanto no âmbito amoroso, como no familiar, é deixar livre, é viver livre.

No segundo período, já que a trama se estende por aproximadamente 12 anos, vemos que as coisas são mais difíceis de serem superadas quando só conseguimos enxergar o nosso lado do dado. Como compreender e perdoar não liberta o próximo e sim nós mesmos.

O livro fala sobre luto, sobre superação e sobre perdão, esteja preparado para sofrer! E se você for mãe, te desafio a não derramar uma lágrima nesse livro!

site: http://www.fundofalso.com/2017/03/resenha-o-caminho-para-casa-kristin.html
Iago.Santiago 24/08/2017minha estante
Nesse livro a Lexi vai morar com a família Farraday?




Dana 08/09/2013

Não consigo lembrar de ter chorado tanto com um livro...
O que eu posso falar desse livro? Ele me prendeu completamente!

Estava ali pela página 60 e fui ler as habituais 5 páginas antes de desmaiar na cama (mãe de um bebê e de um menino de 9 anos, tem dias que a gente conta as horas para chegar o momento de poder dormir...) mas, enquanto não terminei, não sosseguei!

Não conseguia fechar o livro, só precisava saber o que iria acontecer.
E, às 7 da manhã, depois de encharcar alguns lencinhos, fiquei com aquela sensação, misto de dor e esperança e querendo mais.

Recomendo muitíssimo!
Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Amo os livros da Kristin Hannah e já vi que esse nao será diferente. Estou em 60% aprox e não consigo largar. Fortes emoções (alias, como sempre!)




Mel 27/04/2013

A narração é um pouco forçada, mas a história é linda!
Leandro 13/07/2013minha estante
Já estava me perguntando se somente eu havia achado a narrativa cansativa...




spoiler visualizar
Thais.Fernandini 17/11/2017minha estante
undefined




Fê Borges 22/01/2015

Perfeito!
Este livro como todos da Kristin nos deixa com uma ressaca literária rs, pelo fato de ser muito próximo a histórias da vida real. O livro fala sobre a história de Lexi, uma garota orfã de mãe até mesmo quando ela estava viva, pois era usuária de drogas e Lexi sempre vivendo em um lar adotivo aqui, outro lá e quando estava com uma família acolhedora a mãe sempre voltava para buscá-la até sua morte. Até então, Lexi acreditava que não tinha parentes até que a assistente social encontra uma tia (Eva) e Lexi vai morar com ela. Lexi sempre foi uma moça reservada e não tinha amigos até ingressar na nova escola, conhece Mia uma garota reservada que também tem problemas ao fazer amizades e as duas se tornam amigas inseparáveis. Mia é irmã gêmea de Zach um garoto muito popular na escola e cobiçado por muitas garotas acaba se apaixonando por Lexi e os três se tornam amigos inseparáveis até a noite em que foram a uma festa...tudo mudou completamente na vida dos três.
É um livro muito emocionante, pois fala sobre amizade, álcool e direção, ódio, perdão, enfim, muitas coisas que acontecem constantemente na vida real narrada de uma forma emocionante.
Recomendo!
Fer Kaczynski 31/01/2015minha estante
Jura que os livros dela dão ressaca? Devem ser tristes e fortes então, fiquei assim com Fuga do campo 14...
Pela sua resenha parece bem triste e que faz pensar bastante nas consequências dos nossos atos, pelo visto tem muito drama, adoro leituras assim.
Tenho esses livros dela em ebook, quero ler logo tbm, bjs

http://dailyofbooks.blogspot.com.br/




Bru 06/01/2017

surpreendente
enrolei para ele este livro. e me arrependo até a última página.

maravilhoso e surpreendente. prepare o coração e as lencinhos é choradeira sem fim.
Janna 14/01/2017minha estante
Terminei ele hoje e desde que lançou eu queria ler, já tinha lido outros da autora, e terminando essa leitura me senti assim como você.




123 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |