O caminho para casa

O caminho para casa Kristin Hannah




Resenhas - O Caminho Para Casa


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Rafa 18/10/2012

Resenha - O Caminho para Casa - Kristin Hannah
Quando peguei este livro pra ler já tinha total certeza que iria me emocionar, adoro livros assim que chamam a atenção só pela sinopse. A editora arrasou nesse lançamento, capa e diagramação, tudo conforme eu esperava...

Por um breve momento pensei que era mais um livro qualquer, quando acabei me surpreendendo com a narrativa da autora bem no começo da leitura. Kristin consegue deixar o leitor ávido a cada página do livro. É melhor controlar suas emoções durante a leitura deste livro, porque pra mim foi impossível.

O livro é contado em terceira pessoa, dividido em duas partes, a primeira parte conta desde o princípio detalhadamente como Zach e Lexi e Mia se conheceram, até chegar na parte dramática, onde perdão e ressentimento se rebatem.

O que mais me chamou a atenção foi o tema maternidade abordado no livro, Jude é uma mulher forte, daquelas que defendem seus filhos à qualquer custo, dos conselhos até castigos por desobedecerem, me fez lembrar da minha mãe também, talvez eu tenha me envolvido na trama sem querer, e fiquei imaginando ela como minha mãe.
Seus filhos Zach e Mia são gêmeos, trabalho redobrado pra ela, sempre aconselhando os filhos para não tomar bebidas quando iam para a balada. Mas eles são jovens, família bem de vida, e todos adoravam a pobre órfã Lexi que apareceu como se fosse alguém que faltasse pra completar a felicidade deles. Bom, nada fica tudo bem pra sempre... Durante um acontecimento inesperado, tudo se abala, e talvez só o tempo poderá consertar.

A dissolução dos problemas ao longo da história mostra ao leitor o quanto foi fácil organizar cronologicamente essa história. Os detalhes se encaixam perfeitamente com os diálogos dos personagens, por isso achei O Caminho para Casa incrível.

Falando sobre a revisão da obra, tem umas traduções que achei bem estranha, porém os poucos erros que encontrei não me atrapalharam em nada, eu só quis citar aqui... A capa é muita linda, tem o mesmo aspecto das capas da editora.

Concluindo... Se quer um livro que te faz sentir raiva, assim como senti muita raiva da personagem Lexi por causa de algumas de suas atitudes, te fazer sentir pena também, te faz sorrir poucas vezes, talvez você até possa sentir ódio, talvez mesmo. Então este livro é pra você. Sei que muitos se identificarão com a história assim como eu, todo mundo tem ou já teve uma mãe super preocupada. As mães destacadas aqui deve se levar em consideração que traduz naturalmente um pouco de cada mãe que está dentro de cada mulher, que vive conosco, que pode ser você, não sei... Espero que todos leiam, afinal aprendi que perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil.
Angela Gabriel 18/10/2012minha estante
Creio que ante ontem , vc me falou no twitter que estava lendo esse livro e estava adorando. Agora, lendo a sinopse e a resenha, dá pra entender o pq..rs
Não conhecia o livro, mas me encantei com a capa e a sinopse.
Eu não tive uma mãe super protetora,mas tenho medo de estar sendo uma :/ e que atire a primeira pedra a mãe q nunca se preocupou com as festas q os filhos vão ou a hora de chegar em casa.
Mas lendo sua resenha, percebi que os conflitos, os problemas e talvez até as soluções, são coisas corriqueiras, que a maioria de nós vive ou já viveu.
Livros assim, tem esse poder, de nos colocar no centro da história e junto com o autor, traçar o caminho.
Adorei e o livro já está indo pra lista de desejados, com certeza!

Beijo e parabens pela resenha!


Rafa 18/10/2012minha estante
Muito obrigado Angela, amei seu comentário, concordo totalmente.


Vanilda 19/10/2012minha estante
Primeiro, a capa é realmente muito bonita. Depois, sua resenha é daquelas que ficam martelando assim: "Leia! Leia!" Quase consegui sentir você emocionado ao escrever sobre o livro. Então, eu sou mãe, mas minha filha é pequena ainda e muitas vezes fico me perguntando que tipo de mãe eu sou e serei quando ela ficar maior ... enfim, acho que a leitura deve ser super válida e adorei quando você diz que "perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil". Às vezes somos rigorosos demais conosco mesmos.


Géssica Ferreira 19/10/2012minha estante
Fechou com frase de ouro a resenha. Isso é muito verdadeiro, ein?!
Fiquei muito curiosa sobre o que acontece na vida dessa família que os abalam tanto. Ou seja, tenho que ler para saber, né?


Rafa 19/10/2012minha estante
Com certeza Geh, isso abala mais o leitor do que os personagens em si.


Cris Dornelas 20/10/2012minha estante
Esse livro é um dos lançamentos que me chamou atenção. Bem legal, com uma pegada gostosa e de um gênero que amo ler! Eu queria ver se lia também.


Ju 03/11/2012minha estante
O livro parece ser mesmo incrível. A começar pela capa, que é extraordinária, até a história, que é bem do estilo que eu gosto. Amo a ideia do livro despertar vários sentimentos.


Jayme 06/11/2012minha estante
O livro parece ser bem interessante! Já vi várias resenhas em outros blogs e em sua grande maioria, falavam coisas boas sobre o livro.
Olhando assim de primeira, você já se sente atraído pela capa.


Sabrina Piano 12/11/2012minha estante
Quando vi a capa desse livro eu disse: é exatamente o estilo de livro que eu gosto, e não estava errada, amei a resenha e fiquei louca pra ler.


Li 30/11/2012minha estante
Terminei minha leitura na madrugada. Quando cheguei a segunda parte do livro já não conseguia mais deixá-lo e precisa saber o final,e confesso que se não fosse esse, ficaria muito decepcionada.

Assim como você, senti várias emoções, raiva, tristeza, pena , e mesmo não concordando com algumas atitudes em vários momentos distintos, conseguia entender.
Só senti falta de uma coisa no final, e precisava LER como a Lexi estava se saindo nesta nova fase com a Grace e o Zach, e que finalmente ela teria apoio para retomar seu sonho em se formar em Direito. Este era o final que eu esperava, e ficaria imensamente feliz em Ler, após tanta dor e sofrimento desta personagem.


Gladys 07/12/2012minha estante
Gosto de tramas que retratam a realidade e esse livro parece que cumpriu esse papel.


Fran 28/12/2012minha estante
Adorei esta resenha, mostra que é bem o tipo de leitura que eu gosto, além do que a capa está divina! Além de falar sobre maternidade, que sempre acaba mexendo comigo!


Marília 18/04/2013minha estante
Ontem li este livro e mexeu bastante com meus sentimentos, amor e ódio, foram os mais tangentes. Nunca odiei tanto um personagem, Jude me deixou esgotada e a Lexi em alguns momentos me causou fúria. Mas no final das contas quando terminei, O caminho para casa, fiquei satisfeita, é um livro muito bom e nos faz pensar e reavaliar coisas importantes, como escolhas e perdão. Percebemos que no decorrer da vida de uma família, essas atitudes podem transcender gerações, deixar marcas profundas, afastar pessoas que deveriam se amar independente das circunstâncias. Super recomendo, vale a pena ler esta estória de amor e superação, onde a escolha do perdão faz toda a diferença, muda o rumo da vida e sara feridas que não queriam ser cicatrizadas.


Deinha 04/05/2013minha estante
Acabei de ler este livro e a sensação que tenho é como mais do que nunca o perdão deve ser o agente motivador de nossas ações, e claro com o amor acima de tudo! Me emocionei em cada página, adorei sua resenha, e que "O Caminho para Casa", seja sempre aquele que aproxima as pessoas!


Aline 24/07/2013minha estante
Ainda não terminei de ler o livro, mas precisei parar um pouco pra ver se consigo controlar minhas emoções.
As duas narrativas tão diferentes tornam encantador. Nunca me senti assim lendo nenhum outro livro, acredito que nunca transitei tão rápido entrei os sentimentos de amor, ódio, fúria, desapontamento e frustação. Foi meio como querer entrar no livro e dizer "Porque vocês tão fazendo isso comigo? Tomem a decisão certa ao menos uma vez".
Não é como a maioria dos livros onde me sinto um personagem, eu não sinto que to na pele de nenhum deles ali, mas mesmo não sendo nenhum deles, consigo sentir a dor, a forma como veem tudo, como sentem, consigo entender o ponto de vista e porque de tomarem certas decisões, e até penso que se fosse eu faria igual, não tem como descrever, nunca me senti assim.
E o acotecimento e todos os fatos sucessivos, me tocaram de uma forma inexplicavel, me fazendo chorar mais que bebê.
É meio como se eu não fosse um personagem e ao mesmo tempo fosse todos. Eu não sei, não tem como explicar o sentimento que ele livro me despertou.


Laura 05/11/2013minha estante
Vou comprar neste minuto. Adorei Jardim de Inverno e depois de ler sua resenha tenho certeza de que passarei algumas noites em claro sem conseguir largar meu tablet!!!!


Mila 02/02/2014minha estante
Este livro foi um dos livros que eu mais gostei durante minha vida! Eu tinha a vontade de lê-lo, eu viciei nele, na história, cheguei a chorar nos capítulos finais. A cada página passada, a história ficava cada vez mais bonita, envolvente. Eu tinha sede de acabar para ver o final, e saber que foi um final feliz, mas sem a Mia :( e além do mais, ensina uma grande lição de vida.




Leninha Sempre Romântica 14/11/2012

Devo confessar que estou sem palavras para começar essa resenha. Adoro quando ao término de um livro me vejo abraçada a ele, refletindo sobre toda a carga emocional contida na história, ouvindo apenas o silêncio. Foi assim que fiquei durante longos minutos, pensando, refletindo e torcendo para ter em minha estante pelo menos uns 10 livros iguais a esse.

Lágrimas foram as minhas companheiras durante toda a leitura. Um livro que nos faz suspirar tamanho amor que encontramos entre suas páginas, mas percebemos também muita dor, muito rancor, muita culpa...

Lexi, Zach e Mia estudam na mesma escola, cada um vivendo em seu próprio mundo. Lexi sempre se sentiu rejeitada pela vida, com uma mãe drogada, sem amigos, vivendo em lares de adoção, ela carrega muita tristeza no olhar e conhece como ninguém o que é sentir solidão. Mia se acha um patinho feio, tem um mundo particular em seus livros, seu quarto, e os poucos amigos que tem, são amigos de seu irmão, Zach. Ele é o popular, lindo, cheio de vida, sabe que tem sempre um lugar para onde correr, os braços da sua mãe, seu lar, sua família. Quando os três se conhecem é como se almas gêmeas se reencontrassem. Mia e Lexi se tornam amigas inseparáveis, e Zach apesar de se manter um pouco distante, nutre uma paixão secreta por Lexi, sem saber a princípio, que é correspondido.

Jude é a mãe zelosa e superprotetora de Mia e Zach, extremamente voltada em ser "mãe", curtindo todas as suas obrigações, desde transformar sua casa num lugar onde os amigos de seus filhos se sintam bem, até levá-los para casa em segurança.
Sempre muito preocupada com a vida dos filhos, tentando de todas as maneiras livrá-los dos perigos, fazendo de tudo para mantê-los longe das más companhias e principalmente das bebidas.
Ao conhecer Lexi ela age com todos os sentimentos de proteção, verifica sua vida, onde mora, seu passado, mas no fundo de seu coração ela a adota, e acaba de certa maneira se tornando como uma mãe para Lexi.

Desde o princípio eu sabia que essa superproteção era quase um sexto sentido, e já fiquei atenta à leitura, sabendo que algo de muito grave iria acontecer. Mas nada me preparou para tamanho choque.

É complicado tentar passar através de palavras todo o turbilhão de emoções que me acompanharam durante a leitura. O Caminho para casa, como sugere o título, é uma longa caminhada de reencontros, superação, sempre regada por muita dor, culpa, mas acima de tudo, focado principalmente na esperança e no perdão.

Uma linda história de amizade e amor, mas permeada por todas as perguntas que rodeiam a adolescência e a vida. Será que é cedo demais? Será que vale a pena? Será que eu devo fazer isso? E agora, o que eu fiz?!

Foi dilacerante vivenciar a história sob a perspectiva de todos os personagens, porque todos os sentimentos guardados dentro deles, nos recôncavos mais íntimos, são colocados na narrativa. A leitura vai desde o amor incondicional, passando pelo total alheamento, até a justiça extrema.
Um livro maravilhoso, muito bem escrito, que não nos conta apenas a história de uma família que teve que conviver com a dor, mas nos alerta que o simples ato de viver pode ser perigoso.

Se você é uma pessoa que curte um drama esse é um livro perfeito, eu, como uma apaixonada pelo gênero posso afirmar que foi o melhor livro lido esse ano. Agora se você se emociona facilmente, se é suscetível e impressionável peço que se prepare para a leitura, porque com certeza você terá fortes emoções.

O caminho para casa é um daqueles livros que te fazem adentrar na história e sentir tudo, todas as sensações possíveis e imagináveis. Nos sentimos como coadjuvantes da história, mas nos mantendo calados, sem conseguir tomar partido, sempre na espera de que o melhor aconteça.
Um super drama que merece ser lido, apreciado e que certamente tocará seu coração.
Érica 19/11/2012minha estante
tocou mto o meu coração.....lindodmais


Amy 01/12/2013minha estante
E o incrível é que eu senti tudo de novo quando acabei de reler... Amei sua resenha!


Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Estou lendo e como sempre nos livros da autora está impossível largar.




Leandro 13/07/2013

Não atendeu minhas expectativas...
A principio a estória apresentada na contracapa do livro me chamou atenção... mas no decorrer do livro fui sentindo uma frustração tão grande... não atendeu minhas expectativas!

Será que só eu não gostei da história e achei tudo tão chato?

A estória é entediante e muito previsível... nada te surpreende, os personagens não são carismáticos e são muito clichês...

Temos a garota adotada rejeitada, os gêmeos, em que um é popular e a outra excluída da sociedade, a mãe super mega hiper protetora que se culpa por tudo, mesmo que seja um fio de cabelo cortado errado.

A autora é muito detalhista na escrita e enrola demais para contar pequenos episódios.. muita coisa desnecessário feito apenas pra "Encher Livro"... e olha que gosto deste tipo de livro... mas talvez seja o momento que to passando que fez com que eu não gostasse tanto do livro.
Mel 13/07/2013minha estante
Compartilho sua opinião!


Manu 29/06/2014minha estante
Foi o que senti também. Apesar do meu veredicto de ser um bom livro, 3 estrelas, li uma avalanche de clichês e muitas incoerências.

Apesar de todo egoísmo de Jude, a achei uma personagem bastante humana. Fiquei com raiva foi do Zach, que não impediu o sofrimento da Lexi.


Hester 30/12/2015minha estante
Concordo com vc. Este livro nao gostei.




naniedias 26/09/2012

Lexi não teve uma infância fácil, durante boa parte de sua vida não teve uma casa - fosse em abrigos temporários ou adotivos, a menina nunca teve um lar.
Até que descobre que existe uma tia-avó. Família. Uma família que quer cuidar dela.

As coisas realmente dão certo e ela vai morar com a tia, que já parece amá-la logo de cara.
Na nova cidade, ela conhece Mia, que se torna sua melhor amiga, e Zach - o irmão gêmeo de Mia -, por quem se apaixona. Os três serão grandes amigos durante toda a adolescência - e Lexi viverá momentos que nunca poderia ter imaginado.

Mas um trágico acidente mudará tudo. Festa, bebida, direção, imprudência. A vida de Lexi nunca mais será a mesma.


O que eu achei do livro:
Não é fácil escrever uma resenha - há quem ache que é, mas eu não. Sempre tenho muitas dificuldades para expressar em palavras o que eu senti ao ler um livro. Principalmente porque muitas coisas podem soar parecidas - ei, temos um número finito de palavras e o meu vocabulário é, infelizmente, muito limitado -, mas uma leitura é sempre única e mexe de maneira ímpar comigo.
Não foi diferente com O Caminho Para Casa. O livro é extremamente emocionante - sentimentos escorrem pelas páginas desse livro - e tenho certeza que nunca chorei tanto lendo uma história, nunca me emocionei tanto com uma história fictícia.

Me surpreendi por nunca ter lido nada da Kristin Hannah - a autora já escreveu mais de 18 livros, que já venderam mais de 8 milhões de exemplares no mundo inteiro. Não é pouca coisa. Tampouco é à toa, tomando como base o que encontrei nesse livro.
Pelo que pude ver numa rápida (e não muito extensa) pesquisa pela internet, os livros dela só foram publicados aqui no Brasil naquelas coleções da Reader's Digest e esse agora pela Arqueiro.
Preciso deixar bem claro nessa resenha o quanto eu quero que os outros livros da autora cheguem ao Brasil - eu seria a primeira a lê-los.

Kristin Hannah com certeza é uma mulher muito sensível e escreve maravilhosamente bem.
Ela brinca com as palavras e forma uma obra de arte com aquelas que escolhe - de forma a contar uma história que encanta o leitor e o prende às páginas de seu livro, impossibilitando-o de largá-lo antes de chegar ao final. Entrei madrugada a dentro inebriada pela vida de Lexi, Mia e Zach.
A leitura é extramente ágil e envolvente - os capítulos parecem ter o tamanho exato para não deixá-lo se desprender. A trama é incrivelmente bem estruturada e os personagens bem caracterizados.

Gosto de personagens que tenham um pano de fundo. Um personagem não passa muita credibilidade quando não tem um passado - ou quando o mesmo não influencia a sua vida presente - porque não é assim que as coisas acontecem no mundo real. Tudo aquilo pelo que já passamos, pelo que nossos pais passaram e de alguma forma transmitem para nós faz parte de quem somos. E a autora deixa isso muito claro em seu livro - as feridas e as mágoas do passado são uma presença constante e marcante na vida de todos. Mesmo aqueles que não têm um passado aterrorizante, como no caso dos gêmeos, só tem o presente que têm por causa do passado da mãe. Isso é maravilhoso!
É completamente impossível não se ligar às pessoas deste livro - são tão perfeitos que se tornam mais do que meros personagens, são quase amigos. Confesso que passei por momentos de ódio e amor com alguns personagens - concordei e discordei de suas atitudes. Mas era tudo tão real, tão bem feito, tão bem narrado, que eu podia entender, mesmo quando não concordava. E assim me vi mergulhada nos intrigantes acontecimentos dessa trama - fui levada pela autora da forma como ela quis e, felizmente, encontrei o final que queria e esperava. Nem sempre gosto de finais previsíveis, mas admito que se esse livro não tivesse o final previsível que eu esperava, eu o teria jogado na parede. É tanta coisa acontecendo que eu não admitiria outro final.

Sempre estou lendo coisas novas e, por isso, uma afirmação de hoje não é perpétua. Até hoje, nunca chorei tanto lendo um livro - e olha que eu sou chorona, me emociono facilmente, não tenho medo (ou vergonha) de chorar lendo um livro e já li muito Nicholas Sparks. Com tudo isso em mente, não tenho medo de afirmar que chorei demais. E o mais surpreendente não foi ter chorado lendo um drama (como eu disse, eu choro facilmente... e gosto bastante de dramas, então não é novidade que um livro bem escrito e que saiba medir bem as emoções que sua trama passa ao leitor me leve às lágrimas), mas porque chorei da primeira à última página - por conta de acontecimentos tristes, felizes, surpreendentes, lindos! O livro é cheio de altos e baixos, como a vida - e foi capaz de me emocionar em diversas passagens diferentes. Isso sim foi realmente uma delícia.
Talvez eu tenha sido influenciada pelo momento que estou vivendo. Ok, não talvez, com certeza eu fui influenciada pelo momento que estou vivendo, mas a autora foi muito habilidosa no tecer de sua história.

Se os demais livros de Kristin Hannah forem 5% do que é O Caminho Para Casa, eu os lerei com muito gosto.
Um drama familiar recheado de emoções: alegrias, tristezas, perdas, recomeços, amor. Uma história para aquecer corações e levar esperança aos desacreditados.


Nota: 10


Leia mais resenhas em www.naniesworld.com
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Dana 08/09/2013

Não consigo lembrar de ter chorado tanto com um livro...
O que eu posso falar desse livro? Ele me prendeu completamente!

Estava ali pela página 60 e fui ler as habituais 5 páginas antes de desmaiar na cama (mãe de um bebê e de um menino de 9 anos, tem dias que a gente conta as horas para chegar o momento de poder dormir...) mas, enquanto não terminei, não sosseguei!

Não conseguia fechar o livro, só precisava saber o que iria acontecer.
E, às 7 da manhã, depois de encharcar alguns lencinhos, fiquei com aquela sensação, misto de dor e esperança e querendo mais.

Recomendo muitíssimo!
Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Amo os livros da Kristin Hannah e já vi que esse nao será diferente. Estou em 60% aprox e não consigo largar. Fortes emoções (alias, como sempre!)




Alessandra 08/08/2014

Mais cinco estrelas para a Kristin!!!!
A Kristin Hanna tem que parar com isso, essa mania de me prender e não me largar até eu acabar o livro, foi assim com ‘Quando você voltar’ e especialmente com o incrivelmente tocante ‘Jardim de inverno’. Acabo de ler esse livro, comecei hoje ao meio dia e termino agora as 10 pra meia noite. Passei o dia chorando e lendo, lendo e chorando, mas não me arrependo nenhum pouco porque se tem uma coisa que essa autora sabe fazer é manter a esperança em nossos corações de que as coisas irão melhorar em algum momento.

A Lexi é uma personagem incrível, sofrida e bondosa, a narrativa é dividida entre a sua perspectiva e a de Jude, uma mãe amorosa de um casal de Gêmeos que acabam por se apaixonar por Lexi, de formas diferentes, é óbvio, Mia a amava como sua melhor amiga praticamente uma irmã e Zach como o grande amor da sua vida. Jude se preocupa com essa relação dos filhos com Lexi, apesar de também se encantar com a garota, mas não tem nada com que Jude não se preocupe no que se refere aos seus filhos.

Lexi toma uma decisão errada, decisão essa que não tomou sozinha, mas que lhe custa muito caro, ela é uma personagem incrível, altruísta, humana, carente e extremamente bondosa, não tenho nada a dizer contra a Lexi, pois assim como os gêmeos farradey também me encantei com ela.

Jude é uma mãe maravilhosa, também bondosa e cuidadosa, os filhos são sua grande realização, mas ela me deixou muito irritada por um tempo, juro que tentei me colocar no lugar dela e pra falar a verdade acho que se passasse pelo que ela passou acabaria tendo a mesma reação, mas odiei a sua crueldade e frieza com a Lexi, a menina claramente não merecia aquilo, todos podiam entender isso: o filho, o marido, mas como esperar que uma MÃE veja com clareza em um momento como esse?

Enfim, o livro é maravilhoso e foi umas das melhores leituras da minha vida.
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Rose 30/04/2014

Resolvi ir direto para resenha, pois não sei como explicar este livro. Qualquer coisa que eu diga ficará aquém do que eu queria dizer .
Este livro eu li em dois dias, e só não atravessei a noite lendo, pois estava emocionalmente abalada.
Chorei muito ao longo da leitura e dormi chorando. Na verdade, demorei a dormir, pois fiquei pensando em tudo que tinha acontecido no livro.
Eu sempre digo que a leitura é uma viagem, e como tal, cada um sente de um jeito. Não sei se pela minha TPM emotiva, pelo enredo emocionante, por me colocar no lugar da mãe, pelos meus filhos, ou por tudo isso junto, fato é que o livro me marcou.
Jude Farraday é uma dona de casa bem casada com o médico Miles Farraday. Mãe de um casal de gêmeos, Zach e Mia, a família vive confortavelmente em Pine Island. Todos se amam muito. É uma daquelas famílias felizes, do estilo comercial de margarina. Mas todo este sentimento é verdadeiro e real.
Jude perdeu o pai cedo, e não teve o apoio e carinho que queria de sua mãe. Isso a deixou com uma convicção na vida: seria para os filhos o que sua mãe não foi para ela. Eles nunca achariam que não eram amados pela mãe.
Sua vida era toda dedicada aos gêmeos. Escola, lições de casa, passeios, amizades, cursos extras, tudo era checado e analisado para que eles estivessem bem e felizes. Isso é o que normalmente toda mãe quer não é?
Acontece que o tempo passa e os filhos crescem, e com isso, nada mais natural que os questionamentos e anseios de tomar suas próprias decisões e cometer seus próprios erros comecem a aparecer.
Zach e Mia sempre foram muito unidos, do tipo unha e carne. Eles sabiam o que o outro queria ou pensava, tinham até uma linguagem própria. Eram crianças felizes e amadas, frutos de um lar bem estruturado.
A adolescência chegou, Zach tornou-se um belo rapaz, carismático, cheio de energia. Vivia rodeado de amigos e garotas. Era popular na escola, tinha ótimas notas, queria ser médico igual ao pai e continuava super apegado à irmã.
Mia por sua vez, estava em uma fase difícil. Tímida, estava tentando descobrir a si mesma. Não tinha amigos e nem era popular. Suas notas eram boas e sua vida girava em torno dos livros, seus fiéis companheiros, além de seu amado irmão.
Jude é um poço de preocupação. Tenta sempre estar um passo na frente para atender seus filhos. Nunca relaxa, afinal um erro e o futuro dos gêmeos poderia estar comprometido.
Entra então em cena Lexi, uma menina de 14 anos, que ao contrário dos gêmeos não sabe o que é um lar, o que é uma família. Filha de uma ex-drogada, passou sua infância pulando em lares adotivos. Sem pai nem mãe, acaba de descobrir que tem uma tia avó e que esta a queria.
É aqui que o caminho destes três jovens se cruzam, pois Lexi acaba indo estudar na mesma escola que Zach e Mia. De cara ela já fez amizade com Mia, duas almas tímidas e solitárias que se juntam e descobrem inúmeras semelhanças. No início Jude ficou receosa com esta amizade, mas depois percebeu que Lexi era uma ótima garota e só queria o bem de sua filha.
Mia ganha uma amiga, e Lexi uma família postiça, pois os Farraday a recebem de braços abertos.
A amizade de Lexi fez Mia crescer e desabrochar. De patinho feio, ela acaba se tornando um cisne, mas continua cheia de inseguranças.
O término do ensino médio está próximo. Um mundo de descobertas se abrindo, os primeiros amores... e as preocupações de Jude se intensificam e vão às alturas quando ela descobre que Zach e Lexi estão apaixonados.
O trio está formado e indissolúvel. Ela tinha medo de não conseguir controlar o futuro...
A um passo da faculdade, eles não queriam se separar, mas sabiam que isso era inevitável. Jude estava finalmente vendo seu sonho se realizar, seus amados filhos juntos na faculdade que ela tanto queria.
Mas eles também tinham seus próprios sonhos e queriam pela primeira vez tomar suas próprias decisões. Infelizmente nem todas acertadas, e o destino destes jovens é marcado por uma tragédia.
Jude vê seu mundo ruir e junto dele seus sonhos. Sem forças, antes o que era colorido e cheio de vida, torna-se uma depressão sem fim.
Jovens que tinham o mundo, agora estavam juntando os cacos para seguir em frente e tentar, quem sabe, um dia serem felizes, ou pelo menos, voltarem a sorrir.
Só o verdadeiro amor e a força do perdão pode trazer de volta a luz que se apagou na vida destas pessoas.
Um livro profundo, belo em seu sofrimento e triste na verdade transmitida. Leiam, mas se vocês são chorões como eu, já reservem os lencinhos.

site: http://www.fabricadosconvites.blogspot.com.br/p/minhas-resenhas.html
Beth 31/07/2014minha estante
Uma história muito comovente e emocionante. Não sabia que seria assim. Gostei da história. Beijos.


Clarice.Castanhola 23/06/2015minha estante
AMO este livro, to louca para ler o jardim de inverno e vários outros livros da autora, gosto de livros que me emocionam.parece ser um livro profundo mesmo ;D




Tânia Gonzales 17/09/2014

Muitas estrelas...
O início é lento como os outros livros da Kristin e isso é de propósito. A história vai se desenrolando lentamente para existir uma conexão entre leitor e personagens. Você aprende a amá-los e quando a tragédia(que você já sabia que iria acontecer, só não imaginava como seria!) acontece você já está ligada a todos eles e sofre junto. É isso. Gostei muito de todos os personagens. Entendi os motivos de cada um, mas é claro que senti uma empatia maior pela Lexi e como não gostar da pequena e frágil Grace? Livro lindo! Muitas estrelas para ele! Ah, é claro que chorei... muito! A minha cabeça até doeu um pouco!
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Andréa Bistafa 16/03/2017

www.fundofalso.com
O Caminho Para Casa foi um dos livros mais intensos que li nos últimos tempos. Em questões de sentimentos reais, o deixaria acima de Proibido (Tabitha Suzuma), livro que também me marcou muito.

Nessa obra, a autora nos conta a história de Lexi, menina pobre, criada em abrigos e lares temporários, dividindo a guarda entre os mesmos e sua mãe, que foi usuária de drogas toda a vida. Lexi apesar de sofrida não teve em momento algum a tendencia de seguir pelos caminhos errados. Uma menina doce, que sempre buscou o melhor nas pessoas, mesmo naquelas que pouco tinham a lhe oferecer.
Quando a mãe de Lexi morre, sua assistente social a designa para morar com a tia-avô, da qual tomou conhecimento da existência a pouco tempo. É então que Lexi chega a Port George (Washington) e sua vida finalmente começa a melhorar de fato. Eva é uma mulher batalhadora, viúva e que não gerou filhos, acaba por encontrar em Lexi a alegria de ser mãe.

Mudando a perspectiva da narrativa passamos a conhecer Jude. Mãe atenciosa, pessoa de boa índole, amorosa e que dedica a vida aos filhos gêmeos: Mia e Zach.
Jude sempre sonhara em ser mãe, depois de alguns abortos espontâneos, seus gêmeos eram uma vitória e o amor por eles era inexplicável, assim como o amor por seu esposo e o dele pelos filhos. Familia Farraday, mais feliz não poderia haver.

Então Lexi entrará para essa familia, com a amizade inesperada com Mia, duas almas que se reconheciam em meio as dificuldades da socialização, duas almas destinadas a mais bela e pura das amizades.

O tempo faz uma grande passagem na trama, quando conhecemos Lexi ela tem 14 anos, assim como Mia e Zach, a amizade entre eles evolui, Lexi e Zach se apaixonam e aparece a dificuldade de lidar com a posição social da amiga e namorada diante da mãe ao completarem 18 anos.

Zach passam por grandes momentos de questionamento: o que escolher, o amor de sua vida ou a faculdade e a carreira? É obvio que ambos ele não pode ter naquele momento, o abismo social entre eles é enorme, e como desistir da faculdade e de acompanhar sua irmã que tanto precisa dele? Uma irmã insegura que não conseguiria sair-se bem sem a melhor amiga e sem o irmão amado.

Em meio a tudo isso, uma tragédia se abate sobre a família.

"Você sempre diz que nada importa mais que o amor e a família. Estava falando a verdade?"


Como esse livro é muito intenso, eu escolhi fazer essa resenha com SPOILERS. Se você não quer pegar nenhum, recomendo que pule até a parte indicada!
*O spoiler não revela o final, mas um acontecimento importante por volta da página 170.


Vamos falar sobre a maternidade.
Jude é a mãe que todas nós que amamos nossos filhos, é. Ela cuida, ela quer o melhor, ela estando em uma posição social superior, pena em aceitar a nora, para ela pesa a carreira e as condições financeiras do filho, afinal toda mãe quer o melhor, o conforto e a estabilidade, ainda que aja com aparente egoismo.

Eu encontrei em Jude a mãe que eu queria ser, ela conversa com os meninos, ela não aplica castigos sem fundamento, e ela sempre diz que eles podem confiar nela. Porém em um momento, ela erra.
Quando os meninos chegam na adolescência e começam as festas regadas a álcool, Jude lembra-se que já teve essa idade e sabe que proibir não é o caminho, então pede que sempre sejam prudentes e não tenham medo de ligar caso bebam e não possam dirigir. Mas em uma dessas vezes ela da uma bronca nos três (Lexi sempre estava junto, era praticamente da família) e os deixa de castigo. Eu acredito que faria igual, mas o que vem em seguida me fez refletir muito.

Na noite antes da formatura, Jude, Mia e Zack se desentendem ao discutirem sobre a faculdade e os rumos da vida em relação ao relacionamento dos três, e assim seguem para a última festa com a turma do colégio. Os três bebem, e nenhum deles tem plena condição de dirigir, no entanto a confusão gerada com a mãe na última festa os fazem tomar a decisão de não chama-la e seguem para a casa embriagados.
Acontece o acidente. Mia morre.

Então me veio a mente milhares de questionamentos sobre a atitude dessa mãe. Até onde a liberdade que ela deu a eles foi válida e até onde o castigo também foi. Será que devemos ser rígidos ou maleáveis com nossos filhos?

O que segue após a morte de Mia é extremamente pesado. O luto de todos é terrivelmente cruel de se ler. Mas o luto de Jude me fez sofrer de verdade, me fez levantar durante a noite várias vezes para olhar meu filho dormindo na cama dele e pensar no futuro.

O pior estava por vir, pois quem conduzia o carro não era Zack, conforme foi combinado, quem conduzia era Lexi, e mesmo com 1ml a mais de álcool no sangue que o permitido por lei, ela foi levada ao tribunal. Sua culpa pela morte de uma das pessoas que mais amava no mundo a fez se declarar culpada, com o peso das acusações sem piedade de Jude e a falta de voz de Zack, o mundo não fazia mais sentido para Lexi. Culpada, pena: 6 anos de reclusão.

Então o tempo corre pelos personagens, e nesse meio tempo muito sofrimento entra na vida de Lexi e de Jude. O grade foco da narrativa sempre está nas duas, ora focado numa, ora noutra. A perda de Mia na trama tem impacto forte no leitor, pois muito presente, ela chega a deixar o sentimento de falta nas páginas.

Jude é tão cruel com Lexi, que eu chorei de ódio por muitas páginas, eu a odiei como nunca odiei nenhum personagem. Meu senso de justiça nunca gritou tão forte, foi como se tudo aquilo estivesse acontecendo comigo e eu simplesmente não pudesse fazer nada, eu me senti completamente impotente e fora do controle, assim como Jude. Logo Jude que sempre pensou estar no controle de tudo. Foi injusto, injusto demais. A conexão desse livro comigo foi algo inexplicável. Por mais que eu odiasse tudo que Jude estava fazendo para Lexi, eu também entendia seu lado, ainda que descordando, eu sentia seu luto e a necessidade de jogar sua culpa em alguém. Não existia culpados ao mesmo tempo que todos eram culpados. Eu vi ela se fechar, ela negar o filho sobrevivente, ela negligenciar a neta(porque desgraça pouca é bobagem). Eu vi a Lexi desistir, depois de tanto lutar, depois de conquistar o amor do menino e da família, depois de superar o abandono da mãe, de negar as drogas, eu vi ela desistir de tudo, vi ela ser presa, vi ela abrir mão de ser mãe pelo medo de não ser melhor que aquela que a pós no mundo. Pelo medo da filha ver a mãe atrás das grades.

"Aqui estou, mãe. Depois de tudo, igual a você."

Se você pulou o spoiler, pode voltar a ler aqui!


A família Farraday sempre pareceu insensível a Lexi, mas existem passagens que podemos comprovar que Jude e o esposo sempre a amaram como filha. Mas todo amor sempre misturou-se muito ao egoismo de Jude diante dos filhos, e isso nos faz pensar o quão podemos ser tóxicas, sufocantes e severas, ainda que só queiramos o bem dos filhos.

O egocentrismo de Mia, foi colocado a prova e então descobrimos que o amor destrói todos os medos, e que amar, seja tanto no âmbito amoroso, como no familiar, é deixar livre, é viver livre.

No segundo período, já que a trama se estende por aproximadamente 12 anos, vemos que as coisas são mais difíceis de serem superadas quando só conseguimos enxergar o nosso lado do dado. Como compreender e perdoar não liberta o próximo e sim nós mesmos.

O livro fala sobre luto, sobre superação e sobre perdão, esteja preparado para sofrer! E se você for mãe, te desafio a não derramar uma lágrima nesse livro!

site: http://www.fundofalso.com/2017/03/resenha-o-caminho-para-casa-kristin.html
Iago.Santiago 24/08/2017minha estante
Nesse livro a Lexi vai morar com a família Farraday?




martinha 24/09/2012

Lágrimas que valem a pena
Lindo, fascinante, extremamente comovente.
Uma história que faz pensar sobre o quanto o ser humano é frágil e como a vida é imprevisível; quanto o preconceito pode marcar uma vida e como o amor pode restaurá-la.
Ler "O Caminho Para Casa" me fez pensar que perdemos muito tempo com coisas tão sem importância, que deixamos de dar valor às coisas e às pessoas que realmente importam para nós.
Uma frase resume bem a mensagem da obra: "Em um mar de lamentação, havia ilhas de bênçãos, instantes no tempo que nos lembravam do que ainda tínhamos, em vez de tudo o que tínhamos perdido" (p.351).

A aquisição de uma caixa de lenços é um bom investimento para acompanhar o livro.
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Elves ºº 06/06/2013

Riiiiiios de lagrimas...kkkkkkkkkkkk
Que me lembre, somente A menina que roubava livros conseguiu me fazer chorar, mas mesmo assim foram algumas lagrimas... Mas em O caminho para casa é impossível vc não chorar,se revoltar, tomar as dores dos personagens, compreender suas dores e temores.
Comprei o livro e decidi ler sem muita empolgação. Mas me surpreendi com a estoria e a narrativa da autora. Um livro cativante, reflexivo, angustiante. O que parecia um romance adolescente nos primeiros capítulos, se tornou um livro cheio de dores e necessidades de perdão.
Tem que ser muito duro de coração pra não se emocionar com a história dessa familia.
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Fernanda Souza 11/10/2012

Emocionante
Resenha postada no blog Leitora Incomum, não reproduzir sem autorização ou os devidos créditos
http://leitoraincomum.blogspot.com.br/2012/10/resenha-o-caminho-para-casa.html


Quando terminei esse livro ele estava tão infiltrado em mim que levei quase uma semana para conseguir me desligar dele e começar outro, não sei nem como expressar como me senti ao ler a última linha, era como se a partir dali eu fosse ficar orfã. Então prepare-se, devido ao meu grau de envolvimento, esta resenha pode parecer confusa em alguns momentos, acho muito difícil escrever sobre algo que eu goste muito.
As protagonistas Jude e Lexi, não tem nada em comum e quando as suas vidas se cruzam confesso que não consegui imaginar como seria o desenrolar dessa relação.
Jude é uma super mãe, dedicada e batalhadora e que faz tudo pelos seus filhos gêmeos inseparáveis: Mia e Zach. Ela tem medo de não ser boa para seus filhos, mas isso vai além do que toda mãe pensa pois ela tem marcas em si por conta do seu relacionamento fracassado com sua mãe após a morte de seu pai quando era criança. Isso torna ela egoísta e obsessiva, chegando até a deixar que seu amor e proteção a ceguem em alguns momentos em que ela precisa além de ver, se colocar no lugar dos filhos.
Lexi é uma jovem pobre que após passar por muitos lares provisórios devido ao comportamento perturbado de sua mãe, fica orfã. Consegue enfim encontrar um lar, vai morar com a tia e a partir de então consegue entender o que é o amor e ter uma família.

Uma sensação curiosa tomou conta de Lexi. Era como o leve bater de asas de passarinho, uma emoção tão estranha que ela não a reconheceu de imediato.
Esperança.
Página 15


Seus caminhos se cruzam no primeiro dia de aula de Lexi, Mia e Zach no ensino médio, quando as garotas se tornam melhores amigas por pensarem bem parecido em relação aos círculos sociais escolares: elas não dão a mínima. Zach por outro lado, balança o coração de Lexi também a primeira vista, apesar de ser o tipo de garoto que ela se manteria a distância, popular, com corpo atlético e rodeado de garotas. Inevitavelmente, os três se tornam inseparáveis e passam pela transição entre serem adolescentes despreocupados e escolherem a profissão e a universidade que vão frequentar para se tornarem adultos juntos e com a supervisão implacável de Jude que faz de tudo para ter os jovens sempre por perto e se torna uma referência sobre maternidade para Lexi.
A única coisa capaz de abalar a linda amizade de Mia e Lexi, está longe de ser a diferença social. Quando Zach assume seu amor pela melhor amiga da irmã, a relação dos três fica estremecida por que Mia tem medo de ser abandonada pelos dois e ficar sozinha se tudo der errado entre os dois porque isso já aconteceu uma vez, mas eles prometem que agora tudo será diferente e nada vai abalar esse amor puro que os une.
Em meio a conturbada despedida na última festa antes de irem para faculdade, o destino prega uma peça imprevisível na vida de todos quando eles se envolvem em um grave acidente com danos irreparáveis na vida de todos e traçando um destino totalmente diferente de tudo que eles haviam planejado. Tudo que Jude fez para protegê-los nesses 18 anos parece ter sido em vão e seus piores pesadelos se solidificam em questão de minutos quando eles demoram a chegar da festa.
Em O caminho para casa, a autora nos presenteia com uma estória próxima da realidade em um drama familiar cheio de conflitos com um início perfeito, um desenrolar emocionante e um final longe de previsível. As principais personagens, Jude e Lexi, tem muito em comum já que ambas não tiveram uma boa relação com suas mães, mas uma tem o que a outra não possuí mais que é a chance de tentar de novo, já que a mãe de Jude ainda está por perto. No início, achei que isso que seria desenvolvido no decorrer do livro, mas a partir da festa que muda tudo na vida de todos, é que pude entender a riqueza trama: o drama de uma mãe que sempre protegeu os filhos o máximo que pode se sentir impotente diante de alguma coisa.
Jude surta, não consegue mais discernir entre o certo e o errado, e isso a torna uma pessoa completamente perturbada, mesquinha e egoísta. Aquela que até ali era um exemplo de mãe e amorosa, se torna uma pessoa completamente amarga. Pra mim foi impossível não amá-la e odiá-la, sendo mãe mesmo que de uma criança eu consegui me colocar no lugar dela, mas também não consegui concordar com a sua escolha de não seguir em frente.
Jude fitou os olhos azuis do homem e viu lágrimas. Aquele estranho estava chorando por ela, e então a verdade implacável e fria se solidificou em seu âmago.
Página 142


O conto de fadas interrompido desses três jovens com um futuro brilhante pela frente, me fez chorar e ter a certeza que nem nos livros a vida consegue ser melhor em algumas circunstâncias e o quanto a gente se preocupa com banalidades nessa transição como a distância que ficaremos do nossos amigos quando sairmos da escola e partirmos para a faculdade.
Os personagens vão aprender o poder de suas escolhas de uma forma dramática e precisaram rever seus erros para se perdoar e perdoarem os outros. Eu chorei em vários momentos, não conseguia desgrudar do livro e ficava pensando nele quando tinha que interromper a leitura para trabalhar por exemplo. Ficava em mim um vazio em cada perda que um personagem sofria ou uma escolha que eu não aprovasse. Posso dizer que vivi intensamente todas as páginas.
A narrativa é totalmente em terceira pessoa e em alguns momentos até poética, o que nos possibilita enxergar como um expectador ativo todas as cenas, mas não deixa nenhuma lacuna de sentimentos e não nos afasta do drama dos personagens que se solidifica a cada página. A diagramação em páginas amarelas, mas com letras pequenas, pode dificultar um pouco a leitura - pelo menos eu ainda não me adapto muito bem as letras pequenas - porém o envolvimento que o leitor fica com a estória faz isso quase passar despercebido.
Recomendo a leitura para mães, pais, filhos e filhas, ninguém vai se decepcionar.

Em um mar de lamentação, havia ilhas de bênçãos, instantes no tempo que nos lembravam do que ainda tínhamos, em vez de tudo o que tínhamos perdido.
Página 142

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Gleise 24/09/2013

Como nunca ouvi falar desse livro antes?
A ligação de 3 amigos e um fato que mudou a história deles. Um perdão tão simples, mas tão difícil de se dar. Um final que foi incrível e me ensinou que o poder de falar aquilo que você sente, mesmo tendo o receio de ser rejeitada.
Chorei feito uma criança, com direitos a falta de ar de tanto chorar.
Não tem como falar sobre o livro sem soltar spoilers, só digo que simplesmente amei.
Leitura que me prendeu desde as primeiras páginas e foi a mais fast de todas que tive.
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Eliane Maria 10/10/2013

Minhas impressões do livro : O Caminho para Casa - Kristin Hannah
Nos primeiros 30% do livro achei que se tratasse de um romance água com açúcar, problemas normais de adolescentes com mãe super protetora, onde numa noite , seus piores pesadelos se concretizam.
Mas essa estória me surpreendeu, pois foi sendo acrescentado gradativamente problemas alguns comuns, outros nem tanto, nos relacionamentos das famílias e personagens existentes no drama. Fazendo com que eles fossem levados a viver sentimentos muito intensos, que iam do amor ao ódio, da excessiva culpa ao perdão .
Guinadas e mais guinadas vão mudando o destino de cada personagem. Essa autora passa ao leitor com muita perfeição e delicadeza esses sentimentos de dor, que não são fáceis de suportar.
Situações apresentadas no romance, me fez refletir muito no meu modo de tratar aos que me cerca. É uma estória muito forte e sofrida, mas ao mesmo tempo é linda. Para pessoas mais sensíveis, irá arrancar algumas lágrimas. Ler O Caminho para a Casa foi muito gratificante para mim. Era como se eu fosse Judi ou minha irmã passando por aquele problema. Já estou com saudades dos personagens. rsrsr
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Aline Coelho Cury 23/07/2013

O caminho para casa - livro emocionante!!!

Nesse livro somos apresentados a história de Lexi Baill, uma garota que cresceu sem conhecer o que era uma família e uma mãe de verdade, isso porque sua mãe vivia em clínicas de reabilitação ou na cadeia devido escolhas erradas. Lexi fazia parte do Cadastro Nacional de Adoção e por isso precisou ficar em lares adotivos provisoriamente até que sua mãe tivesse condições de assumir sua guarda, mas esse dia sempre chegava de forma passageira e quando sua mãe faleceu o conselho tutelar acabou encontrando uma tia-avó que aceitou receber Lexi. Agora com 14 anos ela teria a oportunidade de conhecer um lar e permitir se apegar a alguém.

Ao mesmo tempo somos apresentados a história de vida de Jude Farraday que também tem problemas de relacionamento com a mãe, desde que o pai faleceu. Ela tem mágoa devido a mãe ter deixado ela de lado aos cuidados de babás e ter se dedicado a sua vida profissional. Quando Jude encontra Miles e casa com ele, sonha em ser mãe mas ao mesmo tempo tem medo de ser fria e ausente como sua mãe foi. Após algumas dificuldades para engravidar ela consegue ter gêmeos: Mia e Zach. A partir daí se torna uma super mãe, mega presente o que chega até o extremo quando os filhos entram na adolescência.

Chega o dia em que o caminho de Lexi e Jude se cruzam e desse encontro muitas situações serão vividas e mexerão com as emoções, valores e crenças de todos.
No seu primeiro dia de aula na escola nova Lexi é defendida pelo bonitão da sala (Zach) e durante o intervalo prefere ler em um lugar mais reservado quando encontra e conhece uma garota bem diferente (Mia) e quando pergunta se pode ficar ali com ela a resposta que recebe é "suicídio social!" desse dia em diante tornam-se melhores amigas inseparáveis. Com o tempo ela se paixona por Zach e ele por ela.

O livro vai nos mostrando o passar dos anos na vida deles e já com 18 anos estão totalmente integrados e Lexi sente-se pela primeira vez parte da família Farraday (modelo de família perfeito) e eles a adoram também, já que seus filhos estão mais felizes desde que ela apareceu. Começam os preparativos para o último ano antes da faculdade e todos os perigos das festas de despedidas com álcool, primeira vez (sexo) etc deixam Jude uma pilha de nervos.
Lexi percebe que mesmo se sentindo parte da família Farraday na verdade não é e isso se reflete na escolha da faculdade, ela não pode acompanhar Mia e Zach devido a sua realidade financeira e isso seria uma separação de anos que nenhum dos três estava preparado para encarar. Esse fator começa a gerar brigas já que Jude não aceita que seus filhos pensem em mudar de planos porque ela já tinha planejado todo o futuro dos mesmos. Nesse clima eles saem para a última festa do segundo grau e na volta, todos bêbados sofrem um acidente de carro que mudará o rumo da vida de todos.
Pensam que falei muito e liberei algum spoiler??? Garanto que não porque é a partir desse ponto que todos os personagens serão testados pela a vida e tomarão escolhas que podem facilitar ou dificultar o futuro deles. Muitas questões são levantadas nesse momento e as mensagens que a autora passa nesse parte de conflitos da narrativas são de extrema importância na evolução e amadurecimento dos personagens.

Uma história rica em reflexões sobre a maternidade, sobre se colocar no lugar do outro para entender suas decisões e a cima de qualquer coisa o poder de superação da dor e do saber se perdoar e perdoar o outro.
Esse livro será inesquecível para mim, aprendi muitas coisas com ele. Fica a dica de um livro emocionante da primeira a última página.
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