O caminho para casa

O caminho para casa Kristin Hannah




Resenhas - O Caminho Para Casa


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Rafa 18/10/2012

Resenha - O Caminho para Casa - Kristin Hannah
Quando peguei este livro pra ler já tinha total certeza que iria me emocionar, adoro livros assim que chamam a atenção só pela sinopse. A editora arrasou nesse lançamento, capa e diagramação, tudo conforme eu esperava...

Por um breve momento pensei que era mais um livro qualquer, quando acabei me surpreendendo com a narrativa da autora bem no começo da leitura. Kristin consegue deixar o leitor ávido a cada página do livro. É melhor controlar suas emoções durante a leitura deste livro, porque pra mim foi impossível.

O livro é contado em terceira pessoa, dividido em duas partes, a primeira parte conta desde o princípio detalhadamente como Zach e Lexi e Mia se conheceram, até chegar na parte dramática, onde perdão e ressentimento se rebatem.

O que mais me chamou a atenção foi o tema maternidade abordado no livro, Jude é uma mulher forte, daquelas que defendem seus filhos à qualquer custo, dos conselhos até castigos por desobedecerem, me fez lembrar da minha mãe também, talvez eu tenha me envolvido na trama sem querer, e fiquei imaginando ela como minha mãe.
Seus filhos Zach e Mia são gêmeos, trabalho redobrado pra ela, sempre aconselhando os filhos para não tomar bebidas quando iam para a balada. Mas eles são jovens, família bem de vida, e todos adoravam a pobre órfã Lexi que apareceu como se fosse alguém que faltasse pra completar a felicidade deles. Bom, nada fica tudo bem pra sempre... Durante um acontecimento inesperado, tudo se abala, e talvez só o tempo poderá consertar.

A dissolução dos problemas ao longo da história mostra ao leitor o quanto foi fácil organizar cronologicamente essa história. Os detalhes se encaixam perfeitamente com os diálogos dos personagens, por isso achei O Caminho para Casa incrível.

Falando sobre a revisão da obra, tem umas traduções que achei bem estranha, porém os poucos erros que encontrei não me atrapalharam em nada, eu só quis citar aqui... A capa é muita linda, tem o mesmo aspecto das capas da editora.

Concluindo... Se quer um livro que te faz sentir raiva, assim como senti muita raiva da personagem Lexi por causa de algumas de suas atitudes, te fazer sentir pena também, te faz sorrir poucas vezes, talvez você até possa sentir ódio, talvez mesmo. Então este livro é pra você. Sei que muitos se identificarão com a história assim como eu, todo mundo tem ou já teve uma mãe super preocupada. As mães destacadas aqui deve se levar em consideração que traduz naturalmente um pouco de cada mãe que está dentro de cada mulher, que vive conosco, que pode ser você, não sei... Espero que todos leiam, afinal aprendi que perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil.
Angela Gabriel 18/10/2012minha estante
Creio que ante ontem , vc me falou no twitter que estava lendo esse livro e estava adorando. Agora, lendo a sinopse e a resenha, dá pra entender o pq..rs
Não conhecia o livro, mas me encantei com a capa e a sinopse.
Eu não tive uma mãe super protetora,mas tenho medo de estar sendo uma :/ e que atire a primeira pedra a mãe q nunca se preocupou com as festas q os filhos vão ou a hora de chegar em casa.
Mas lendo sua resenha, percebi que os conflitos, os problemas e talvez até as soluções, são coisas corriqueiras, que a maioria de nós vive ou já viveu.
Livros assim, tem esse poder, de nos colocar no centro da história e junto com o autor, traçar o caminho.
Adorei e o livro já está indo pra lista de desejados, com certeza!

Beijo e parabens pela resenha!


Rafa 18/10/2012minha estante
Muito obrigado Angela, amei seu comentário, concordo totalmente.


Vanilda 19/10/2012minha estante
Primeiro, a capa é realmente muito bonita. Depois, sua resenha é daquelas que ficam martelando assim: "Leia! Leia!" Quase consegui sentir você emocionado ao escrever sobre o livro. Então, eu sou mãe, mas minha filha é pequena ainda e muitas vezes fico me perguntando que tipo de mãe eu sou e serei quando ela ficar maior ... enfim, acho que a leitura deve ser super válida e adorei quando você diz que "perdoar os outros é fácil, perdoar a si mesmo que é difícil". Às vezes somos rigorosos demais conosco mesmos.


Géssica 19/10/2012minha estante
Fechou com frase de ouro a resenha. Isso é muito verdadeiro, ein?!
Fiquei muito curiosa sobre o que acontece na vida dessa família que os abalam tanto. Ou seja, tenho que ler para saber, né?


Rafa 19/10/2012minha estante
Com certeza Geh, isso abala mais o leitor do que os personagens em si.


Cris 20/10/2012minha estante
Esse livro é um dos lançamentos que me chamou atenção. Bem legal, com uma pegada gostosa e de um gênero que amo ler! Eu queria ver se lia também.


Ju 03/11/2012minha estante
O livro parece ser mesmo incrível. A começar pela capa, que é extraordinária, até a história, que é bem do estilo que eu gosto. Amo a ideia do livro despertar vários sentimentos.


Jayme 06/11/2012minha estante
O livro parece ser bem interessante! Já vi várias resenhas em outros blogs e em sua grande maioria, falavam coisas boas sobre o livro.
Olhando assim de primeira, você já se sente atraído pela capa.


Sabrina Piano 12/11/2012minha estante
Quando vi a capa desse livro eu disse: é exatamente o estilo de livro que eu gosto, e não estava errada, amei a resenha e fiquei louca pra ler.


Li 30/11/2012minha estante
Terminei minha leitura na madrugada. Quando cheguei a segunda parte do livro já não conseguia mais deixá-lo e precisa saber o final,e confesso que se não fosse esse, ficaria muito decepcionada.

Assim como você, senti várias emoções, raiva, tristeza, pena , e mesmo não concordando com algumas atitudes em vários momentos distintos, conseguia entender.
Só senti falta de uma coisa no final, e precisava LER como a Lexi estava se saindo nesta nova fase com a Grace e o Zach, e que finalmente ela teria apoio para retomar seu sonho em se formar em Direito. Este era o final que eu esperava, e ficaria imensamente feliz em Ler, após tanta dor e sofrimento desta personagem.


Gladys 07/12/2012minha estante
Gosto de tramas que retratam a realidade e esse livro parece que cumpriu esse papel.


Fran 28/12/2012minha estante
Adorei esta resenha, mostra que é bem o tipo de leitura que eu gosto, além do que a capa está divina! Além de falar sobre maternidade, que sempre acaba mexendo comigo!


Marília 18/04/2013minha estante
Ontem li este livro e mexeu bastante com meus sentimentos, amor e ódio, foram os mais tangentes. Nunca odiei tanto um personagem, Jude me deixou esgotada e a Lexi em alguns momentos me causou fúria. Mas no final das contas quando terminei, O caminho para casa, fiquei satisfeita, é um livro muito bom e nos faz pensar e reavaliar coisas importantes, como escolhas e perdão. Percebemos que no decorrer da vida de uma família, essas atitudes podem transcender gerações, deixar marcas profundas, afastar pessoas que deveriam se amar independente das circunstâncias. Super recomendo, vale a pena ler esta estória de amor e superação, onde a escolha do perdão faz toda a diferença, muda o rumo da vida e sara feridas que não queriam ser cicatrizadas.


Deinha 04/05/2013minha estante
Acabei de ler este livro e a sensação que tenho é como mais do que nunca o perdão deve ser o agente motivador de nossas ações, e claro com o amor acima de tudo! Me emocionei em cada página, adorei sua resenha, e que "O Caminho para Casa", seja sempre aquele que aproxima as pessoas!


Aline 24/07/2013minha estante
Ainda não terminei de ler o livro, mas precisei parar um pouco pra ver se consigo controlar minhas emoções.
As duas narrativas tão diferentes tornam encantador. Nunca me senti assim lendo nenhum outro livro, acredito que nunca transitei tão rápido entrei os sentimentos de amor, ódio, fúria, desapontamento e frustação. Foi meio como querer entrar no livro e dizer "Porque vocês tão fazendo isso comigo? Tomem a decisão certa ao menos uma vez".
Não é como a maioria dos livros onde me sinto um personagem, eu não sinto que to na pele de nenhum deles ali, mas mesmo não sendo nenhum deles, consigo sentir a dor, a forma como veem tudo, como sentem, consigo entender o ponto de vista e porque de tomarem certas decisões, e até penso que se fosse eu faria igual, não tem como descrever, nunca me senti assim.
E o acotecimento e todos os fatos sucessivos, me tocaram de uma forma inexplicavel, me fazendo chorar mais que bebê.
É meio como se eu não fosse um personagem e ao mesmo tempo fosse todos. Eu não sei, não tem como explicar o sentimento que ele livro me despertou.


Laura 05/11/2013minha estante
Vou comprar neste minuto. Adorei Jardim de Inverno e depois de ler sua resenha tenho certeza de que passarei algumas noites em claro sem conseguir largar meu tablet!!!!


Mila 02/02/2014minha estante
Este livro foi um dos livros que eu mais gostei durante minha vida! Eu tinha a vontade de lê-lo, eu viciei nele, na história, cheguei a chorar nos capítulos finais. A cada página passada, a história ficava cada vez mais bonita, envolvente. Eu tinha sede de acabar para ver o final, e saber que foi um final feliz, mas sem a Mia :( e além do mais, ensina uma grande lição de vida.




Nicoly Mafra - @nickmafra 29/01/2020

Sobre "O Caminho para Casa"!
"Era isto o que o amor fazia com uma pessoa? A retorcia e esvaziava até restar apenas a necessidade? Se fosse assim, como ela sobreviveria?"

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Os gêmeos Zach e Mia não poderia ter uma mãe mais protetora e dedicada; desde o nascimento dos filhos, Jude não mediu esforços para cuidar dos seus filhos preciosos e priorizar a felicidade e o futuro dos dois, e todo esse carinho foi extremamente necessário para que os dois se tornassem jovem incríveis. Agora adolescentes, Zach é uma garoto popular, inteligente e com um futuro brilhante, e Mia, mesmo encontrando algumas dificuldades no caminho, tornou-se uma jovem perspicaz, criativa e também com um caminho incrível pela frente. Porém, quando os gêmeos se tornam amigos de Lexi, que acabou de se mudar para a cidade após alguns eventos traumáticos, a vida dos irmãos muda para sempre.

A conexão entre Lexi e Mia é instantânea e em poucas horas as garotas se tornam grandes amigas, já com Zach a relação é um pouco conturbada, mas os dois não entendem muito bem os sentimentos que permeiam essa amizade, e com o passar dos anos, os laços entre os três jovem se intensifica. Entretanto, em uma noite de verão durante as comemorações de conclusão do ensino médio, uma decisão muda seus destinos, que trará graves consequências para os três amigos.

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Apenas Kristin Hannah possui o poder de me destruir em pedacinhos e acalentar meu coração no mesmo livro. Com uma história forte, emocionante e muito especial, a autora tece uma trama impecável sobre maternidade, amizade, dor, cura, esperança e perdão, com personagens cativantes e intensos que enfrentam muitos percalços durante suas jornadas.

Como sempre, a força, a resiliência, e perseverança das personagens femininas nas obras da autora é inspiradora; narrado no ponto de vista de Jude, mãe dos gêmeos, e Lexi, uma jovem com uma história cheia de sofrimento e dor, é possível sentir a incrível conexão entre as duas mulheres e o quão forte e determinadas elas precisam ser. Uma leitura arrebatadora e apaixonante!

site: www.instagram.com/nickmafra
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Fabi | @psamoleitura 08/10/2020

{resenha feita no blog PS Amo Leitura}
O Caminho para Casa, livro publicado pela Editora Arqueiro e escrito por Kristin Hannah, vai contar uma história emocionante, onde mostra a importância da família e a coragem necessária para perdoar as pessoas que amamos.

Jude sempre colocou as necessidades de seus filhos em primeiro lugar, e o resultado disso é que os gêmeos, Mia e Zach, são adolescentes felizes. Ou é o que ela acha. Mia sempre foi aquela menina quieta e que tinha atenção de todos por ser irmã de Zach, o cara popular do colégio. Mas era só questão de tempo para tudo isso passar e eles irem para a faculdade.

Por outro lado, conhecemos a Lexi, uma menina que tem um passado bem conturbado. Foi criada em lares adotivos temporários e depois de anos, descobriu que havia uma tia que nunca foi mencionada. Com isso, ela vai morar com sua tia em Pine Island e começa a frequentar um colégio com a bolsa de estudos.

Esse colégio é o mesmo que Mia e Zach frequentam e assim, ela acaba conhecendo os irmãos e viram grandes amigos. Jude gosta de Lexi logo de cara e vê o quanto a amizade dela é importante para eles, principalmente para Mia, mas também sabe que o último ano do ensino médio é difícil manter o controle sobre os jovens e a preocupação sempre está ali, presente.

E em uma noite de verão, uma decisão dos jovens muda completamente o destino de todos. Uma decisão que trará inúmeras consequências.

Mais um livro da Kristin Hannah que me fez chorar.

Não é novidade que venho lendo as obras da autora desde ano passado, né? E em cada livro, eu sinto como a autora consegue envolver completamente o leitor em seu livro e mais uma vez, a Kristin Hannah soube como envolver e emocionar. Trabalhou perfeitamente os pontos, proporcionando inúmeras lágrimas ao longo de cada capítulo.

Nessa história a gente conhece adolescentes e que tem um futuro brilhante pela frente. A amizade construída entre Zach, Mia e Lexi é algo incrível e maravilhoso. Apesar de Zach e Mia possuírem uma grande estabilidade financeira, Lexi é totalmente o oposto e para eles, isso não importa. Essa empatia é algo muito bem explorado e cativante. Senti aquele quentinho no coração em ver isso sendo desenvolvido perfeitamente bem ao longo das páginas.

Tudo fica ainda melhor que mesmo com um passado traumático de Lexi, ela é aquela personagem que tem esperança e que não se deixa abalar por isso, mesmo que, às vezes, fica se comparando com o que aconteceu com a sua mãe. Mas acredito que isso é algo normal, afinal, há traumas que não conseguimos superar completamente.

Assim como os outros livros da autora, ela aborda sobre dramas familiares, mas nesse, foi um pouco além: mostrou os estágios da dor, a culpa por uma decisão errada; uma vida marcada por medo, insegurança e dor. O leitor já está completamente envolvido na trama e todos os relatos, aí uma decisão muda completamente o rumo da história, causando uma dor absurda. Faz tempo que não chorava tanto com um livro como chorei nesse.

Com uma narrativa em terceira pessoa, consegui sentir fortes e diversas emoções através de cada personagem. É impossível não se apegar aos personagens e tudo o que ela está apresentando ao longo da narrativa. A gente cria empatia, se apaixona pelos personagens, entendemos todos os conflitos de ir para a faculdade e que é o último ano, e precisam aproveitar o máximo possível.

Durante a história a gente consegue enxergar, mesmo em terceira pessoa, vários pontos de vista, pois a autora soube como trabalhar cada emoção, sendo da Mia, Zach, Lexi ou até mesmo da Jude. É algo completamente indescritível.

Fica até difícil expressar em palavras o quanto esse livro me causou fortes emoções. Eu me coloquei no lugar dos personagens e vivenciei cada momento com total intensidade, assim como eles. Eu sofri, sorri e senti esperança de que tudo terminasse perfeitamente bem.

Fiquei imaginando quantas vezes uma decisão pode mudar completamente o rumo de nossa vida, né? E se a gente escolhesse por outro caminho? E se tivéssemos a chance de voltar no tempo e ter feito tudo diferente? E se... A vida é cheia de "e se", mas que nem sempre temos a chance para uma nova escolha.

O Caminho para Casa é uma perfeita montanha-russa de emoções e quando achamos que não seremos mais surpreendidos, há uma reviravolta mudando todo o cenário. E a lição mais valiosa do livro é que o amor sobrevive à tudo. Não importa os erros do passado, as mágoas, a dor. O que é verdadeiro permanece intacto.

Esse é aquele livro que eu recomendo de olhos fechados, principalmente para quem busca uma leitura impactante e com fortes emoções. Kristin Hannah nos apresentou uma obra comovente, com questões profundas sobre maternidade, identidade, amor e perda.

site: https://www.psamoleitura.com/2020/10/resenha-o-caminho-para-casa-de-kristin.html
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Cami @leiturizar 03/06/2020

Perfeito!
Jude é uma super-mãe. É presente na vida dos filhos, lhes dá, amor, carinho e atenção a tal ponto de eu achar em alguns momentos um pouco super protetora demais. Mas não tem problema porque Zach e Mia amam isso nela.

Lexi é uma garota que já passou por quase tudo nessa vida, com uma mãe viciada e pulando de lar em lar temporário, tudo o que ela quer é uma família de verdade e vê esse sonho realizado quando ela e Mia viram melhores amigas.

Tudo ia muito bem até que em uma fatídica noite suas vidas viram de cabeça pra baixo e agora resta para Jude aceitar o que aconteceu e seguir em frente ou mergulhar na dor a ponto de não saber mais quem é.

Kristin tem o dom de emocionar e tocar o leitor com sua escrita fluida e cheia de sentimentos pulsantes e com esse livro não foi diferente. Sorri e chorei muitas vezes seguidas. É impossível não se conectar com os personagens. A autora narra os fatos como se fossem acontecimentos do dia a dia e o que se passa nesse livro poderia facilmente ter acontecido com alguém que conhecemos.

Me senti unida a Lexi e Mia e apaixonada por Zach que é um filho tão bom e tão amável com a mãe que me pegou desejando ter um filho assim num futuro distante.

Em O Caminho Para Casa, a autora nos ensina uma lição valiosa sobre perdas, família e superação, além de ressaltar que o amor é sempre o mais importante dos sentimentos. Um livro de acalentar o coração e ao mesmo tempo que nos emociona nos faz sentir vivos.
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thaismag 02/11/2020

Um livro trágico sobre amor, amizade e perdão.
Eu só fico pensando em como alguém poderia tentar viver com essa culpa. Que tristeza, me emocionei em várias partes da história.
Segundo livro da autora que leio e confesso que ?O Rouxinol? me tocou bem mais que esse. Mas sua mensagem é linda. Que venha as próximas leituras da Kristin.
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Leninha Sempre Romântica 14/11/2012

Devo confessar que estou sem palavras para começar essa resenha. Adoro quando ao término de um livro me vejo abraçada a ele, refletindo sobre toda a carga emocional contida na história, ouvindo apenas o silêncio. Foi assim que fiquei durante longos minutos, pensando, refletindo e torcendo para ter em minha estante pelo menos uns 10 livros iguais a esse.

Lágrimas foram as minhas companheiras durante toda a leitura. Um livro que nos faz suspirar tamanho amor que encontramos entre suas páginas, mas percebemos também muita dor, muito rancor, muita culpa...

Lexi, Zach e Mia estudam na mesma escola, cada um vivendo em seu próprio mundo. Lexi sempre se sentiu rejeitada pela vida, com uma mãe drogada, sem amigos, vivendo em lares de adoção, ela carrega muita tristeza no olhar e conhece como ninguém o que é sentir solidão. Mia se acha um patinho feio, tem um mundo particular em seus livros, seu quarto, e os poucos amigos que tem, são amigos de seu irmão, Zach. Ele é o popular, lindo, cheio de vida, sabe que tem sempre um lugar para onde correr, os braços da sua mãe, seu lar, sua família. Quando os três se conhecem é como se almas gêmeas se reencontrassem. Mia e Lexi se tornam amigas inseparáveis, e Zach apesar de se manter um pouco distante, nutre uma paixão secreta por Lexi, sem saber a princípio, que é correspondido.

Jude é a mãe zelosa e superprotetora de Mia e Zach, extremamente voltada em ser "mãe", curtindo todas as suas obrigações, desde transformar sua casa num lugar onde os amigos de seus filhos se sintam bem, até levá-los para casa em segurança.
Sempre muito preocupada com a vida dos filhos, tentando de todas as maneiras livrá-los dos perigos, fazendo de tudo para mantê-los longe das más companhias e principalmente das bebidas.
Ao conhecer Lexi ela age com todos os sentimentos de proteção, verifica sua vida, onde mora, seu passado, mas no fundo de seu coração ela a adota, e acaba de certa maneira se tornando como uma mãe para Lexi.

Desde o princípio eu sabia que essa superproteção era quase um sexto sentido, e já fiquei atenta à leitura, sabendo que algo de muito grave iria acontecer. Mas nada me preparou para tamanho choque.

É complicado tentar passar através de palavras todo o turbilhão de emoções que me acompanharam durante a leitura. O Caminho para casa, como sugere o título, é uma longa caminhada de reencontros, superação, sempre regada por muita dor, culpa, mas acima de tudo, focado principalmente na esperança e no perdão.

Uma linda história de amizade e amor, mas permeada por todas as perguntas que rodeiam a adolescência e a vida. Será que é cedo demais? Será que vale a pena? Será que eu devo fazer isso? E agora, o que eu fiz?!

Foi dilacerante vivenciar a história sob a perspectiva de todos os personagens, porque todos os sentimentos guardados dentro deles, nos recôncavos mais íntimos, são colocados na narrativa. A leitura vai desde o amor incondicional, passando pelo total alheamento, até a justiça extrema.
Um livro maravilhoso, muito bem escrito, que não nos conta apenas a história de uma família que teve que conviver com a dor, mas nos alerta que o simples ato de viver pode ser perigoso.

Se você é uma pessoa que curte um drama esse é um livro perfeito, eu, como uma apaixonada pelo gênero posso afirmar que foi o melhor livro lido esse ano. Agora se você se emociona facilmente, se é suscetível e impressionável peço que se prepare para a leitura, porque com certeza você terá fortes emoções.

O caminho para casa é um daqueles livros que te fazem adentrar na história e sentir tudo, todas as sensações possíveis e imagináveis. Nos sentimos como coadjuvantes da história, mas nos mantendo calados, sem conseguir tomar partido, sempre na espera de que o melhor aconteça.
Um super drama que merece ser lido, apreciado e que certamente tocará seu coração.
Érica 19/11/2012minha estante
tocou mto o meu coração.....lindodmais


Amy 01/12/2013minha estante
E o incrível é que eu senti tudo de novo quando acabei de reler... Amei sua resenha!


Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Estou lendo e como sempre nos livros da autora está impossível largar.




Jhoy - @sabedoriaentrelivros 24/06/2020

Releitura - Projeto Ponto de Impacto.
A primeira vez que li esse livro foi em 2014, último ano do ensino médio, e foi uma das minhas melhores leituras, um livro marcante, que graças ao projeto Ponto de Impacto, fiz a releitura, e para minha surpresa continua tendo a mesma importância para mim.
Um livro impactante, sobre amizade, proteção, abandono, perdão, tudo envolto no tema sobre alcoolismo, que na primeira leitura não dei tanta importância, mas agora vejo a conscientização sobre o alcoolismo, os perigos, e a importância de se ter conversas francas com os filhos sobre isso, o que é transmitido muito bem.
Possui uma estória linda, vê a amizade da Lexi com a Mia, a forma maternal da Jude, a proteção do Zach. O livro foca bastante no relacionamento dos personagens que são bem construídos e únicos. Também é devastador, uma estória que te faz chorar muito, mas que o final é lindo e acolhedor.
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Julia 22/04/2020

Uma tristeza feliz
Este foi meu primeiro contato com a autora Kristin Hannah e foi suficiente pra eu ter a certeza que quero ler tudo dela. Ela tem uma escrita muito envolvente e a história é incrivelmente cativante, triste e reflexiva.
É impossível você ler sem refletir muitos dos seus atos também.
E, se for comovido facilmente como eu, será impossível não soltar algumas lágrimas durante a leitura.
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Rodrigues 23/09/2020

No final tudo vai dar certo
Esse é um daqueles livros com uma história intensa.A autora aborda diversos assuntos nesse livro.
O amor incondicional de uma mãe,a amizade verdadeira,daquelas que agente sabe que vai levar pra vida inteira,a arte de recomeçar mesmo quando o que mais queremos é desistir e no final aquilo que é mais importante de tudo em nossas vida,que pode parecer clichê mas não é,o amor.
Primeira experiência que tenho com a autora e simplesmente amei esse livro.Ele me tocou de uma forma especial.So leiam que vocês gostar.
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Aline.Rodrigues 28/06/2020

Não quero nunca ser uma mãe como a Jude.
Esse é um livro a qual me empactou muito.E como eu disse no título da resenha,jamais quero ser uma mãe como a Jude, extremamente super protetora.
O livro fala sobre Jude,uma mulher rica e que morre de medo que aconteça alguma coisa com seus filhos gêmeos,e então uma menina com passado nebuloso se aproxima dos seus filhos,e ela tem medo de que devido a essa aproximação as coisas saiam do seu controle.
O livro é muito bem escrito,os personagens são bem desenvolvidos e cheios de conflitos.
Gostei bastante desse livro da Kristian Hannah,de alguma forma a história me tocou e sempre vou gostar de livros que mexam com o meu emocional.
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Pam 15/04/2020

Livro emocionante, que toca profundamente nossa alma. A lição de perdão e como é preciso ter coragem pra amar é muito forte.
Kristin Hannah sabe como prender atenção do leitor com dramas familiares.
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Leandro 13/07/2013

Não atendeu minhas expectativas...
A principio a estória apresentada na contracapa do livro me chamou atenção... mas no decorrer do livro fui sentindo uma frustração tão grande... não atendeu minhas expectativas!

Será que só eu não gostei da história e achei tudo tão chato?

A estória é entediante e muito previsível... nada te surpreende, os personagens não são carismáticos e são muito clichês...

Temos a garota adotada rejeitada, os gêmeos, em que um é popular e a outra excluída da sociedade, a mãe super mega hiper protetora que se culpa por tudo, mesmo que seja um fio de cabelo cortado errado.

A autora é muito detalhista na escrita e enrola demais para contar pequenos episódios.. muita coisa desnecessário feito apenas pra "Encher Livro"... e olha que gosto deste tipo de livro... mas talvez seja o momento que to passando que fez com que eu não gostasse tanto do livro.
Mel 13/07/2013minha estante
Compartilho sua opinião!


Manu 29/06/2014minha estante
Foi o que senti também. Apesar do meu veredicto de ser um bom livro, 3 estrelas, li uma avalanche de clichês e muitas incoerências.

Apesar de todo egoísmo de Jude, a achei uma personagem bastante humana. Fiquei com raiva foi do Zach, que não impediu o sofrimento da Lexi.


Hester 30/12/2015minha estante
Concordo com vc. Este livro nao gostei.




Andréa Bistafa 16/03/2017

www.fundofalso.com
O Caminho Para Casa foi um dos livros mais intensos que li nos últimos tempos. Em questões de sentimentos reais, o deixaria acima de Proibido (Tabitha Suzuma), livro que também me marcou muito.

Nessa obra, a autora nos conta a história de Lexi, menina pobre, criada em abrigos e lares temporários, dividindo a guarda entre os mesmos e sua mãe, que foi usuária de drogas toda a vida. Lexi apesar de sofrida não teve em momento algum a tendencia de seguir pelos caminhos errados. Uma menina doce, que sempre buscou o melhor nas pessoas, mesmo naquelas que pouco tinham a lhe oferecer.
Quando a mãe de Lexi morre, sua assistente social a designa para morar com a tia-avô, da qual tomou conhecimento da existência a pouco tempo. É então que Lexi chega a Port George (Washington) e sua vida finalmente começa a melhorar de fato. Eva é uma mulher batalhadora, viúva e que não gerou filhos, acaba por encontrar em Lexi a alegria de ser mãe.

Mudando a perspectiva da narrativa passamos a conhecer Jude. Mãe atenciosa, pessoa de boa índole, amorosa e que dedica a vida aos filhos gêmeos: Mia e Zach.
Jude sempre sonhara em ser mãe, depois de alguns abortos espontâneos, seus gêmeos eram uma vitória e o amor por eles era inexplicável, assim como o amor por seu esposo e o dele pelos filhos. Familia Farraday, mais feliz não poderia haver.

Então Lexi entrará para essa familia, com a amizade inesperada com Mia, duas almas que se reconheciam em meio as dificuldades da socialização, duas almas destinadas a mais bela e pura das amizades.

O tempo faz uma grande passagem na trama, quando conhecemos Lexi ela tem 14 anos, assim como Mia e Zach, a amizade entre eles evolui, Lexi e Zach se apaixonam e aparece a dificuldade de lidar com a posição social da amiga e namorada diante da mãe ao completarem 18 anos.

Zach passam por grandes momentos de questionamento: o que escolher, o amor de sua vida ou a faculdade e a carreira? É obvio que ambos ele não pode ter naquele momento, o abismo social entre eles é enorme, e como desistir da faculdade e de acompanhar sua irmã que tanto precisa dele? Uma irmã insegura que não conseguiria sair-se bem sem a melhor amiga e sem o irmão amado.

Em meio a tudo isso, uma tragédia se abate sobre a família.

"Você sempre diz que nada importa mais que o amor e a família. Estava falando a verdade?"


Como esse livro é muito intenso, eu escolhi fazer essa resenha com SPOILERS. Se você não quer pegar nenhum, recomendo que pule até a parte indicada!
*O spoiler não revela o final, mas um acontecimento importante por volta da página 170.


Vamos falar sobre a maternidade.
Jude é a mãe que todas nós que amamos nossos filhos, é. Ela cuida, ela quer o melhor, ela estando em uma posição social superior, pena em aceitar a nora, para ela pesa a carreira e as condições financeiras do filho, afinal toda mãe quer o melhor, o conforto e a estabilidade, ainda que aja com aparente egoismo.

Eu encontrei em Jude a mãe que eu queria ser, ela conversa com os meninos, ela não aplica castigos sem fundamento, e ela sempre diz que eles podem confiar nela. Porém em um momento, ela erra.
Quando os meninos chegam na adolescência e começam as festas regadas a álcool, Jude lembra-se que já teve essa idade e sabe que proibir não é o caminho, então pede que sempre sejam prudentes e não tenham medo de ligar caso bebam e não possam dirigir. Mas em uma dessas vezes ela da uma bronca nos três (Lexi sempre estava junto, era praticamente da família) e os deixa de castigo. Eu acredito que faria igual, mas o que vem em seguida me fez refletir muito.

Na noite antes da formatura, Jude, Mia e Zack se desentendem ao discutirem sobre a faculdade e os rumos da vida em relação ao relacionamento dos três, e assim seguem para a última festa com a turma do colégio. Os três bebem, e nenhum deles tem plena condição de dirigir, no entanto a confusão gerada com a mãe na última festa os fazem tomar a decisão de não chama-la e seguem para a casa embriagados.
Acontece o acidente. Mia morre.

Então me veio a mente milhares de questionamentos sobre a atitude dessa mãe. Até onde a liberdade que ela deu a eles foi válida e até onde o castigo também foi. Será que devemos ser rígidos ou maleáveis com nossos filhos?

O que segue após a morte de Mia é extremamente pesado. O luto de todos é terrivelmente cruel de se ler. Mas o luto de Jude me fez sofrer de verdade, me fez levantar durante a noite várias vezes para olhar meu filho dormindo na cama dele e pensar no futuro.

O pior estava por vir, pois quem conduzia o carro não era Zack, conforme foi combinado, quem conduzia era Lexi, e mesmo com 1ml a mais de álcool no sangue que o permitido por lei, ela foi levada ao tribunal. Sua culpa pela morte de uma das pessoas que mais amava no mundo a fez se declarar culpada, com o peso das acusações sem piedade de Jude e a falta de voz de Zack, o mundo não fazia mais sentido para Lexi. Culpada, pena: 6 anos de reclusão.

Então o tempo corre pelos personagens, e nesse meio tempo muito sofrimento entra na vida de Lexi e de Jude. O grade foco da narrativa sempre está nas duas, ora focado numa, ora noutra. A perda de Mia na trama tem impacto forte no leitor, pois muito presente, ela chega a deixar o sentimento de falta nas páginas.

Jude é tão cruel com Lexi, que eu chorei de ódio por muitas páginas, eu a odiei como nunca odiei nenhum personagem. Meu senso de justiça nunca gritou tão forte, foi como se tudo aquilo estivesse acontecendo comigo e eu simplesmente não pudesse fazer nada, eu me senti completamente impotente e fora do controle, assim como Jude. Logo Jude que sempre pensou estar no controle de tudo. Foi injusto, injusto demais. A conexão desse livro comigo foi algo inexplicável. Por mais que eu odiasse tudo que Jude estava fazendo para Lexi, eu também entendia seu lado, ainda que descordando, eu sentia seu luto e a necessidade de jogar sua culpa em alguém. Não existia culpados ao mesmo tempo que todos eram culpados. Eu vi ela se fechar, ela negar o filho sobrevivente, ela negligenciar a neta(porque desgraça pouca é bobagem). Eu vi a Lexi desistir, depois de tanto lutar, depois de conquistar o amor do menino e da família, depois de superar o abandono da mãe, de negar as drogas, eu vi ela desistir de tudo, vi ela ser presa, vi ela abrir mão de ser mãe pelo medo de não ser melhor que aquela que a pós no mundo. Pelo medo da filha ver a mãe atrás das grades.

"Aqui estou, mãe. Depois de tudo, igual a você."

Se você pulou o spoiler, pode voltar a ler aqui!


A família Farraday sempre pareceu insensível a Lexi, mas existem passagens que podemos comprovar que Jude e o esposo sempre a amaram como filha. Mas todo amor sempre misturou-se muito ao egoismo de Jude diante dos filhos, e isso nos faz pensar o quão podemos ser tóxicas, sufocantes e severas, ainda que só queiramos o bem dos filhos.

O egocentrismo de Mia, foi colocado a prova e então descobrimos que o amor destrói todos os medos, e que amar, seja tanto no âmbito amoroso, como no familiar, é deixar livre, é viver livre.

No segundo período, já que a trama se estende por aproximadamente 12 anos, vemos que as coisas são mais difíceis de serem superadas quando só conseguimos enxergar o nosso lado do dado. Como compreender e perdoar não liberta o próximo e sim nós mesmos.

O livro fala sobre luto, sobre superação e sobre perdão, esteja preparado para sofrer! E se você for mãe, te desafio a não derramar uma lágrima nesse livro!

site: http://www.fundofalso.com/2017/03/resenha-o-caminho-para-casa-kristin.html
Iago.Santiago 24/08/2017minha estante
Nesse livro a Lexi vai morar com a família Farraday?




Dana 08/09/2013

Não consigo lembrar de ter chorado tanto com um livro...
O que eu posso falar desse livro? Ele me prendeu completamente!

Estava ali pela página 60 e fui ler as habituais 5 páginas antes de desmaiar na cama (mãe de um bebê e de um menino de 9 anos, tem dias que a gente conta as horas para chegar o momento de poder dormir...) mas, enquanto não terminei, não sosseguei!

Não conseguia fechar o livro, só precisava saber o que iria acontecer.
E, às 7 da manhã, depois de encharcar alguns lencinhos, fiquei com aquela sensação, misto de dor e esperança e querendo mais.

Recomendo muitíssimo!
Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Amo os livros da Kristin Hannah e já vi que esse nao será diferente. Estou em 60% aprox e não consigo largar. Fortes emoções (alias, como sempre!)




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