O caminho para casa

O caminho para casa Kristin Hannah




Resenhas - O Caminho Para Casa


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Andréa Bistafa 16/03/2017

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O Caminho Para Casa foi um dos livros mais intensos que li nos últimos tempos. Em questões de sentimentos reais, o deixaria acima de Proibido (Tabitha Suzuma), livro que também me marcou muito.

Nessa obra, a autora nos conta a história de Lexi, menina pobre, criada em abrigos e lares temporários, dividindo a guarda entre os mesmos e sua mãe, que foi usuária de drogas toda a vida. Lexi apesar de sofrida não teve em momento algum a tendencia de seguir pelos caminhos errados. Uma menina doce, que sempre buscou o melhor nas pessoas, mesmo naquelas que pouco tinham a lhe oferecer.
Quando a mãe de Lexi morre, sua assistente social a designa para morar com a tia-avô, da qual tomou conhecimento da existência a pouco tempo. É então que Lexi chega a Port George (Washington) e sua vida finalmente começa a melhorar de fato. Eva é uma mulher batalhadora, viúva e que não gerou filhos, acaba por encontrar em Lexi a alegria de ser mãe.

Mudando a perspectiva da narrativa passamos a conhecer Jude. Mãe atenciosa, pessoa de boa índole, amorosa e que dedica a vida aos filhos gêmeos: Mia e Zach.
Jude sempre sonhara em ser mãe, depois de alguns abortos espontâneos, seus gêmeos eram uma vitória e o amor por eles era inexplicável, assim como o amor por seu esposo e o dele pelos filhos. Familia Farraday, mais feliz não poderia haver.

Então Lexi entrará para essa familia, com a amizade inesperada com Mia, duas almas que se reconheciam em meio as dificuldades da socialização, duas almas destinadas a mais bela e pura das amizades.

O tempo faz uma grande passagem na trama, quando conhecemos Lexi ela tem 14 anos, assim como Mia e Zach, a amizade entre eles evolui, Lexi e Zach se apaixonam e aparece a dificuldade de lidar com a posição social da amiga e namorada diante da mãe ao completarem 18 anos.

Zach passam por grandes momentos de questionamento: o que escolher, o amor de sua vida ou a faculdade e a carreira? É obvio que ambos ele não pode ter naquele momento, o abismo social entre eles é enorme, e como desistir da faculdade e de acompanhar sua irmã que tanto precisa dele? Uma irmã insegura que não conseguiria sair-se bem sem a melhor amiga e sem o irmão amado.

Em meio a tudo isso, uma tragédia se abate sobre a família.

"Você sempre diz que nada importa mais que o amor e a família. Estava falando a verdade?"


Como esse livro é muito intenso, eu escolhi fazer essa resenha com SPOILERS. Se você não quer pegar nenhum, recomendo que pule até a parte indicada!
*O spoiler não revela o final, mas um acontecimento importante por volta da página 170.


Vamos falar sobre a maternidade.
Jude é a mãe que todas nós que amamos nossos filhos, é. Ela cuida, ela quer o melhor, ela estando em uma posição social superior, pena em aceitar a nora, para ela pesa a carreira e as condições financeiras do filho, afinal toda mãe quer o melhor, o conforto e a estabilidade, ainda que aja com aparente egoismo.

Eu encontrei em Jude a mãe que eu queria ser, ela conversa com os meninos, ela não aplica castigos sem fundamento, e ela sempre diz que eles podem confiar nela. Porém em um momento, ela erra.
Quando os meninos chegam na adolescência e começam as festas regadas a álcool, Jude lembra-se que já teve essa idade e sabe que proibir não é o caminho, então pede que sempre sejam prudentes e não tenham medo de ligar caso bebam e não possam dirigir. Mas em uma dessas vezes ela da uma bronca nos três (Lexi sempre estava junto, era praticamente da família) e os deixa de castigo. Eu acredito que faria igual, mas o que vem em seguida me fez refletir muito.

Na noite antes da formatura, Jude, Mia e Zack se desentendem ao discutirem sobre a faculdade e os rumos da vida em relação ao relacionamento dos três, e assim seguem para a última festa com a turma do colégio. Os três bebem, e nenhum deles tem plena condição de dirigir, no entanto a confusão gerada com a mãe na última festa os fazem tomar a decisão de não chama-la e seguem para a casa embriagados.
Acontece o acidente. Mia morre.

Então me veio a mente milhares de questionamentos sobre a atitude dessa mãe. Até onde a liberdade que ela deu a eles foi válida e até onde o castigo também foi. Será que devemos ser rígidos ou maleáveis com nossos filhos?

O que segue após a morte de Mia é extremamente pesado. O luto de todos é terrivelmente cruel de se ler. Mas o luto de Jude me fez sofrer de verdade, me fez levantar durante a noite várias vezes para olhar meu filho dormindo na cama dele e pensar no futuro.

O pior estava por vir, pois quem conduzia o carro não era Zack, conforme foi combinado, quem conduzia era Lexi, e mesmo com 1ml a mais de álcool no sangue que o permitido por lei, ela foi levada ao tribunal. Sua culpa pela morte de uma das pessoas que mais amava no mundo a fez se declarar culpada, com o peso das acusações sem piedade de Jude e a falta de voz de Zack, o mundo não fazia mais sentido para Lexi. Culpada, pena: 6 anos de reclusão.

Então o tempo corre pelos personagens, e nesse meio tempo muito sofrimento entra na vida de Lexi e de Jude. O grade foco da narrativa sempre está nas duas, ora focado numa, ora noutra. A perda de Mia na trama tem impacto forte no leitor, pois muito presente, ela chega a deixar o sentimento de falta nas páginas.

Jude é tão cruel com Lexi, que eu chorei de ódio por muitas páginas, eu a odiei como nunca odiei nenhum personagem. Meu senso de justiça nunca gritou tão forte, foi como se tudo aquilo estivesse acontecendo comigo e eu simplesmente não pudesse fazer nada, eu me senti completamente impotente e fora do controle, assim como Jude. Logo Jude que sempre pensou estar no controle de tudo. Foi injusto, injusto demais. A conexão desse livro comigo foi algo inexplicável. Por mais que eu odiasse tudo que Jude estava fazendo para Lexi, eu também entendia seu lado, ainda que descordando, eu sentia seu luto e a necessidade de jogar sua culpa em alguém. Não existia culpados ao mesmo tempo que todos eram culpados. Eu vi ela se fechar, ela negar o filho sobrevivente, ela negligenciar a neta(porque desgraça pouca é bobagem). Eu vi a Lexi desistir, depois de tanto lutar, depois de conquistar o amor do menino e da família, depois de superar o abandono da mãe, de negar as drogas, eu vi ela desistir de tudo, vi ela ser presa, vi ela abrir mão de ser mãe pelo medo de não ser melhor que aquela que a pós no mundo. Pelo medo da filha ver a mãe atrás das grades.

"Aqui estou, mãe. Depois de tudo, igual a você."

Se você pulou o spoiler, pode voltar a ler aqui!


A família Farraday sempre pareceu insensível a Lexi, mas existem passagens que podemos comprovar que Jude e o esposo sempre a amaram como filha. Mas todo amor sempre misturou-se muito ao egoismo de Jude diante dos filhos, e isso nos faz pensar o quão podemos ser tóxicas, sufocantes e severas, ainda que só queiramos o bem dos filhos.

O egocentrismo de Mia, foi colocado a prova e então descobrimos que o amor destrói todos os medos, e que amar, seja tanto no âmbito amoroso, como no familiar, é deixar livre, é viver livre.

No segundo período, já que a trama se estende por aproximadamente 12 anos, vemos que as coisas são mais difíceis de serem superadas quando só conseguimos enxergar o nosso lado do dado. Como compreender e perdoar não liberta o próximo e sim nós mesmos.

O livro fala sobre luto, sobre superação e sobre perdão, esteja preparado para sofrer! E se você for mãe, te desafio a não derramar uma lágrima nesse livro!

site: http://www.fundofalso.com/2017/03/resenha-o-caminho-para-casa-kristin.html
Iago.Santiago 24/08/2017minha estante
Nesse livro a Lexi vai morar com a família Farraday?




Aione 30/01/2013

Conheci a escrita de Kristin Hannah há muitos anos, ao ler "Para Sempre". Lembro-me de ter ficado encantada com o livro, a ponto de relê-lo várias vezes. Ao ver que "O Caminho Para Casa" seria lançado pela Editora Arqueiro, não pude deixar de me sentir empolgada, afinal, outra obra da autora já havia me agradado. Ler várias resenhas positivas sobre ele aumentou a minha vontade, mas não me preparou para gostar tanto do livro.
Fui envolvida na primeira página e, quando digo isso, não me refiro somente à sensação de ter conseguido entrar na história, mas, principalmente, à vontade alucinada de continuar lendo e não interromper por nada a leitura. Não há nenhum grande acontecimento inicial que possa ter sido o causador de meu envolvimento, apenas a narrativa da autora e suas complexas personagens.
Logo de início, me encantei com Lexi e sua sofrida história de vida. Quanto à Jude, não sabia o que pensar sobre ela, apenas que seu excesso de preocupação e necessidade de controle me incomodavam. Ao longo da leitura, ela também provou ser a personagem que mais me despertou agonia. Mia e Zach também me conquistaram, mas mais pela história construída junto das outras duas do que por seus papeis isoladamente. Não que elas não sejam admiráveis, elas são.
Não sei explicar o porquê de o livro ter me encantado tanto. Talvez tenham sido as palavras escolhidas pela autora, resultando em uma narrativa fluida, madura, bem estruturada e característica de alguém que sabe o que faz enquanto escreve. Talvez, tenham sido os sentimentos tão bem existentes dentro de suas personagens, convidando o leitor a conhecê-las a fundo. Talvez, também, tenham sido os tantos elementos que rechearam a história e fizeram dela bela: há romance, há drama, há a juventude e há a maturidade. Acima de tudo, há a vida e tudo aquilo implícito no ato de viver.
O que posso dizer é que não vi o tempo passar enquanto lia "O Caminho Para Casa" e soube desde o início que ele entraria para minha lista de favoritos. Foi uma das melhores leituras que fiz nesse início de ano, já recheado de livros, tanto pelas boas sensações que me proporcionou quanto pelas ruins, provas de como eu estava evolvida. Eu não senti a menor vontade de deixar o livro de lado enquanto o lia e, nos momentos em que precisei interromper a leitura, quis voltar para ela o mais rápido possível.
Aos que procuram um bom livro, carregado de emoções, que tempera a realidade com uma chama de esperança, então não deixe de fazer essa leitura. Esteja preparado para se aprofundar e se emocionar com uma história sobre relacionamentos: entre um homem e uma mulher, entre irmãos, entre amigos e, principalmente, entre mães e filhos.
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naniedias 26/09/2012

Lexi não teve uma infância fácil, durante boa parte de sua vida não teve uma casa - fosse em abrigos temporários ou adotivos, a menina nunca teve um lar.
Até que descobre que existe uma tia-avó. Família. Uma família que quer cuidar dela.

As coisas realmente dão certo e ela vai morar com a tia, que já parece amá-la logo de cara.
Na nova cidade, ela conhece Mia, que se torna sua melhor amiga, e Zach - o irmão gêmeo de Mia -, por quem se apaixona. Os três serão grandes amigos durante toda a adolescência - e Lexi viverá momentos que nunca poderia ter imaginado.

Mas um trágico acidente mudará tudo. Festa, bebida, direção, imprudência. A vida de Lexi nunca mais será a mesma.


O que eu achei do livro:
Não é fácil escrever uma resenha - há quem ache que é, mas eu não. Sempre tenho muitas dificuldades para expressar em palavras o que eu senti ao ler um livro. Principalmente porque muitas coisas podem soar parecidas - ei, temos um número finito de palavras e o meu vocabulário é, infelizmente, muito limitado -, mas uma leitura é sempre única e mexe de maneira ímpar comigo.
Não foi diferente com O Caminho Para Casa. O livro é extremamente emocionante - sentimentos escorrem pelas páginas desse livro - e tenho certeza que nunca chorei tanto lendo uma história, nunca me emocionei tanto com uma história fictícia.

Me surpreendi por nunca ter lido nada da Kristin Hannah - a autora já escreveu mais de 18 livros, que já venderam mais de 8 milhões de exemplares no mundo inteiro. Não é pouca coisa. Tampouco é à toa, tomando como base o que encontrei nesse livro.
Pelo que pude ver numa rápida (e não muito extensa) pesquisa pela internet, os livros dela só foram publicados aqui no Brasil naquelas coleções da Reader's Digest e esse agora pela Arqueiro.
Preciso deixar bem claro nessa resenha o quanto eu quero que os outros livros da autora cheguem ao Brasil - eu seria a primeira a lê-los.

Kristin Hannah com certeza é uma mulher muito sensível e escreve maravilhosamente bem.
Ela brinca com as palavras e forma uma obra de arte com aquelas que escolhe - de forma a contar uma história que encanta o leitor e o prende às páginas de seu livro, impossibilitando-o de largá-lo antes de chegar ao final. Entrei madrugada a dentro inebriada pela vida de Lexi, Mia e Zach.
A leitura é extramente ágil e envolvente - os capítulos parecem ter o tamanho exato para não deixá-lo se desprender. A trama é incrivelmente bem estruturada e os personagens bem caracterizados.

Gosto de personagens que tenham um pano de fundo. Um personagem não passa muita credibilidade quando não tem um passado - ou quando o mesmo não influencia a sua vida presente - porque não é assim que as coisas acontecem no mundo real. Tudo aquilo pelo que já passamos, pelo que nossos pais passaram e de alguma forma transmitem para nós faz parte de quem somos. E a autora deixa isso muito claro em seu livro - as feridas e as mágoas do passado são uma presença constante e marcante na vida de todos. Mesmo aqueles que não têm um passado aterrorizante, como no caso dos gêmeos, só tem o presente que têm por causa do passado da mãe. Isso é maravilhoso!
É completamente impossível não se ligar às pessoas deste livro - são tão perfeitos que se tornam mais do que meros personagens, são quase amigos. Confesso que passei por momentos de ódio e amor com alguns personagens - concordei e discordei de suas atitudes. Mas era tudo tão real, tão bem feito, tão bem narrado, que eu podia entender, mesmo quando não concordava. E assim me vi mergulhada nos intrigantes acontecimentos dessa trama - fui levada pela autora da forma como ela quis e, felizmente, encontrei o final que queria e esperava. Nem sempre gosto de finais previsíveis, mas admito que se esse livro não tivesse o final previsível que eu esperava, eu o teria jogado na parede. É tanta coisa acontecendo que eu não admitiria outro final.

Sempre estou lendo coisas novas e, por isso, uma afirmação de hoje não é perpétua. Até hoje, nunca chorei tanto lendo um livro - e olha que eu sou chorona, me emociono facilmente, não tenho medo (ou vergonha) de chorar lendo um livro e já li muito Nicholas Sparks. Com tudo isso em mente, não tenho medo de afirmar que chorei demais. E o mais surpreendente não foi ter chorado lendo um drama (como eu disse, eu choro facilmente... e gosto bastante de dramas, então não é novidade que um livro bem escrito e que saiba medir bem as emoções que sua trama passa ao leitor me leve às lágrimas), mas porque chorei da primeira à última página - por conta de acontecimentos tristes, felizes, surpreendentes, lindos! O livro é cheio de altos e baixos, como a vida - e foi capaz de me emocionar em diversas passagens diferentes. Isso sim foi realmente uma delícia.
Talvez eu tenha sido influenciada pelo momento que estou vivendo. Ok, não talvez, com certeza eu fui influenciada pelo momento que estou vivendo, mas a autora foi muito habilidosa no tecer de sua história.

Se os demais livros de Kristin Hannah forem 5% do que é O Caminho Para Casa, eu os lerei com muito gosto.
Um drama familiar recheado de emoções: alegrias, tristezas, perdas, recomeços, amor. Uma história para aquecer corações e levar esperança aos desacreditados.


Nota: 10


Leia mais resenhas em www.naniesworld.com
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Dana 08/09/2013

Não consigo lembrar de ter chorado tanto com um livro...
O que eu posso falar desse livro? Ele me prendeu completamente!

Estava ali pela página 60 e fui ler as habituais 5 páginas antes de desmaiar na cama (mãe de um bebê e de um menino de 9 anos, tem dias que a gente conta as horas para chegar o momento de poder dormir...) mas, enquanto não terminei, não sosseguei!

Não conseguia fechar o livro, só precisava saber o que iria acontecer.
E, às 7 da manhã, depois de encharcar alguns lencinhos, fiquei com aquela sensação, misto de dor e esperança e querendo mais.

Recomendo muitíssimo!
Patricia Chame 30/09/2017minha estante
Amo os livros da Kristin Hannah e já vi que esse nao será diferente. Estou em 60% aprox e não consigo largar. Fortes emoções (alias, como sempre!)




Miranda 07/03/2020

Uma decisão errada e tudo muda para sempre
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Entrelivros_efilho 21/05/2020

📖❝Quando se ama alguém... e se perde essa pessoa, você também pode acabar se perdendo.❞
ㅤㅤ
Jude, desde que seus filhos gêmeos Mia e Zach nasceram vive em função de programar a vida deles, para ela, as necessidades dos filhos vem sempre em 1º lugar e eles são adolescentes felizes, Zach é um garoto popular e inteligente e Mia, criativa e perspicaz e ambos com um brilhante futuro pela frente.
ㅤㅤ
Lexi se mudou para morar com a tia após viver em vários lares temporários e já no 1º dia de aula faz amizade com Mia, e quando Zach se apaixona por ela eles ficam inseparáveis, mas em uma noite de festa uma decisão muda o destino de todos eles e então, cada um precisará lidar com as consequências dessa escolha e durante esse caminho aprender a perdoar para recomeçar.
ㅤㅤ
📖❝Talvez você precise se quebrar um pouco, para poder se reconstruir.❞
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Sou fã da Kristin e há tempos não lia nada dela e arrependo de não ter lido esse antes, que leitura necessária para aprendermos a nos colocar no lugar dos outros, ela sabe como abordar assuntos que levam o leitor a muitas reflexões e com essa história dá vontade de chorar em posição fetal porque nos mostra que basta um milésimo de segundo para a vida mudar e não podemos fazer nada porque não temos o controle de tudo.
ㅤㅤ
O livro é dividido em duas partes e narrado em 3ª pessoa, é uma leitura que te vira do avesso e te leva ao limite, causa um misto de revolta, empatia, esperança e uma vontade enorme de entrar no livro e abraçar os personagens. Zach, Mia, Lexi, Jude, Miles e Grace são personagens tão reais e falhos como nós que os sentimentos como ansiedade de ser aceito, a necessidade de ser amado e o de se sentir culpado e injustiçado deixa a história absurdamente verossímil.
ㅤㅤ
O Caminho Para a Casa emociona ao abordar drama familiar, perdão, recomeços e amor, mas acima de tudo é um livro que mostra o quanto é difícil recomeçar e encontrar o caminho para casa depois de ter perdido tudo, é uma grande lição de perdão e empatia e que nos mostra que para amar, é preciso coragem!
ㅤㅤ
📖❝As pessoas pensam que amar é um ato de fé – Às vezes, é um ato de vontade.❞

site: https://www.instagram.com/p/CAdGdKhDKzK/
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Alessandra 08/08/2014

Mais cinco estrelas para a Kristin!!!!
A Kristin Hanna tem que parar com isso, essa mania de me prender e não me largar até eu acabar o livro, foi assim com ‘Quando você voltar’ e especialmente com o incrivelmente tocante ‘Jardim de inverno’. Acabo de ler esse livro, comecei hoje ao meio dia e termino agora as 10 pra meia noite. Passei o dia chorando e lendo, lendo e chorando, mas não me arrependo nenhum pouco porque se tem uma coisa que essa autora sabe fazer é manter a esperança em nossos corações de que as coisas irão melhorar em algum momento.

A Lexi é uma personagem incrível, sofrida e bondosa, a narrativa é dividida entre a sua perspectiva e a de Jude, uma mãe amorosa de um casal de Gêmeos que acabam por se apaixonar por Lexi, de formas diferentes, é óbvio, Mia a amava como sua melhor amiga praticamente uma irmã e Zach como o grande amor da sua vida. Jude se preocupa com essa relação dos filhos com Lexi, apesar de também se encantar com a garota, mas não tem nada com que Jude não se preocupe no que se refere aos seus filhos.

Lexi toma uma decisão errada, decisão essa que não tomou sozinha, mas que lhe custa muito caro, ela é uma personagem incrível, altruísta, humana, carente e extremamente bondosa, não tenho nada a dizer contra a Lexi, pois assim como os gêmeos farradey também me encantei com ela.

Jude é uma mãe maravilhosa, também bondosa e cuidadosa, os filhos são sua grande realização, mas ela me deixou muito irritada por um tempo, juro que tentei me colocar no lugar dela e pra falar a verdade acho que se passasse pelo que ela passou acabaria tendo a mesma reação, mas odiei a sua crueldade e frieza com a Lexi, a menina claramente não merecia aquilo, todos podiam entender isso: o filho, o marido, mas como esperar que uma MÃE veja com clareza em um momento como esse?

Enfim, o livro é maravilhoso e foi umas das melhores leituras da minha vida.
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Tânia Gonzales 17/09/2014

Muitas estrelas...
O início é lento como os outros livros da Kristin e isso é de propósito. A história vai se desenrolando lentamente para existir uma conexão entre leitor e personagens. Você aprende a amá-los e quando a tragédia(que você já sabia que iria acontecer, só não imaginava como seria!) acontece você já está ligada a todos eles e sofre junto. É isso. Gostei muito de todos os personagens. Entendi os motivos de cada um, mas é claro que senti uma empatia maior pela Lexi e como não gostar da pequena e frágil Grace? Livro lindo! Muitas estrelas para ele! Ah, é claro que chorei... muito! A minha cabeça até doeu um pouco!
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Rose 30/04/2014

Resolvi ir direto para resenha, pois não sei como explicar este livro. Qualquer coisa que eu diga ficará aquém do que eu queria dizer .
Este livro eu li em dois dias, e só não atravessei a noite lendo, pois estava emocionalmente abalada.
Chorei muito ao longo da leitura e dormi chorando. Na verdade, demorei a dormir, pois fiquei pensando em tudo que tinha acontecido no livro.
Eu sempre digo que a leitura é uma viagem, e como tal, cada um sente de um jeito. Não sei se pela minha TPM emotiva, pelo enredo emocionante, por me colocar no lugar da mãe, pelos meus filhos, ou por tudo isso junto, fato é que o livro me marcou.
Jude Farraday é uma dona de casa bem casada com o médico Miles Farraday. Mãe de um casal de gêmeos, Zach e Mia, a família vive confortavelmente em Pine Island. Todos se amam muito. É uma daquelas famílias felizes, do estilo comercial de margarina. Mas todo este sentimento é verdadeiro e real.
Jude perdeu o pai cedo, e não teve o apoio e carinho que queria de sua mãe. Isso a deixou com uma convicção na vida: seria para os filhos o que sua mãe não foi para ela. Eles nunca achariam que não eram amados pela mãe.
Sua vida era toda dedicada aos gêmeos. Escola, lições de casa, passeios, amizades, cursos extras, tudo era checado e analisado para que eles estivessem bem e felizes. Isso é o que normalmente toda mãe quer não é?
Acontece que o tempo passa e os filhos crescem, e com isso, nada mais natural que os questionamentos e anseios de tomar suas próprias decisões e cometer seus próprios erros comecem a aparecer.
Zach e Mia sempre foram muito unidos, do tipo unha e carne. Eles sabiam o que o outro queria ou pensava, tinham até uma linguagem própria. Eram crianças felizes e amadas, frutos de um lar bem estruturado.
A adolescência chegou, Zach tornou-se um belo rapaz, carismático, cheio de energia. Vivia rodeado de amigos e garotas. Era popular na escola, tinha ótimas notas, queria ser médico igual ao pai e continuava super apegado à irmã.
Mia por sua vez, estava em uma fase difícil. Tímida, estava tentando descobrir a si mesma. Não tinha amigos e nem era popular. Suas notas eram boas e sua vida girava em torno dos livros, seus fiéis companheiros, além de seu amado irmão.
Jude é um poço de preocupação. Tenta sempre estar um passo na frente para atender seus filhos. Nunca relaxa, afinal um erro e o futuro dos gêmeos poderia estar comprometido.
Entra então em cena Lexi, uma menina de 14 anos, que ao contrário dos gêmeos não sabe o que é um lar, o que é uma família. Filha de uma ex-drogada, passou sua infância pulando em lares adotivos. Sem pai nem mãe, acaba de descobrir que tem uma tia avó e que esta a queria.
É aqui que o caminho destes três jovens se cruzam, pois Lexi acaba indo estudar na mesma escola que Zach e Mia. De cara ela já fez amizade com Mia, duas almas tímidas e solitárias que se juntam e descobrem inúmeras semelhanças. No início Jude ficou receosa com esta amizade, mas depois percebeu que Lexi era uma ótima garota e só queria o bem de sua filha.
Mia ganha uma amiga, e Lexi uma família postiça, pois os Farraday a recebem de braços abertos.
A amizade de Lexi fez Mia crescer e desabrochar. De patinho feio, ela acaba se tornando um cisne, mas continua cheia de inseguranças.
O término do ensino médio está próximo. Um mundo de descobertas se abrindo, os primeiros amores... e as preocupações de Jude se intensificam e vão às alturas quando ela descobre que Zach e Lexi estão apaixonados.
O trio está formado e indissolúvel. Ela tinha medo de não conseguir controlar o futuro...
A um passo da faculdade, eles não queriam se separar, mas sabiam que isso era inevitável. Jude estava finalmente vendo seu sonho se realizar, seus amados filhos juntos na faculdade que ela tanto queria.
Mas eles também tinham seus próprios sonhos e queriam pela primeira vez tomar suas próprias decisões. Infelizmente nem todas acertadas, e o destino destes jovens é marcado por uma tragédia.
Jude vê seu mundo ruir e junto dele seus sonhos. Sem forças, antes o que era colorido e cheio de vida, torna-se uma depressão sem fim.
Jovens que tinham o mundo, agora estavam juntando os cacos para seguir em frente e tentar, quem sabe, um dia serem felizes, ou pelo menos, voltarem a sorrir.
Só o verdadeiro amor e a força do perdão pode trazer de volta a luz que se apagou na vida destas pessoas.
Um livro profundo, belo em seu sofrimento e triste na verdade transmitida. Leiam, mas se vocês são chorões como eu, já reservem os lencinhos.

site: http://www.fabricadosconvites.blogspot.com.br/p/minhas-resenhas.html
Beth 31/07/2014minha estante
Uma história muito comovente e emocionante. Não sabia que seria assim. Gostei da história. Beijos.


Clarice.Castanhola 23/06/2015minha estante
AMO este livro, to louca para ler o jardim de inverno e vários outros livros da autora, gosto de livros que me emocionam.parece ser um livro profundo mesmo ;D




Amanda 28/06/2020

Surpresa
Ganhei esse livro como cortesia do skoob (nem acreditei, pois participei poucas vezes). Não estava com muita expectativa, achei que seria um daqueles romances bem senso comum. Mas me surpreendi, pois a história é envolvente e tem algumas reviravoltas. Só achei que a parte mais interessante, que é da metade para o final, fica um pouco corrida, mas no geral, avaliei como bom.
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Marilda 01/11/2020

MARAVILHOSO
É o primeiro livro que leio dessa escritora! Não consigo me expressar como este livro tocou profundamente minha alma! Deslumbrante! Indico para todas pessoas que amam, lutam buscando seu objetivo, sofrem ás vezes por excesso de amor, sorriem, acreditam!
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marcia 16/12/2012

Esse livro é maravilhoso. Li num dia. Chorei muuuuuuito!!! Essa autora foi muito feliz ao descrever as emoções, a dor da perda. Foi de uma sensibilidade incrível! Adorei!
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Paula Danielly @chuvadeleitura 28/05/2020

Emocionante
“Era isto que o amor fazia com uma pessoa? A retorcia e esvaziava até restar apenas a necessidade? Se fosse assim, como ela sobreviveria?”
⠀⠀⠀⠀
Jude é uma mãe exemplar. Ela é carinhosa, protetora e tem um bom coração, mas as vezes acaba sufocando seus filhos, o casal de gêmeos Zach e Mia. Sua super proteção às vezes acaba atrapalhando só que ela não vê dessa forma (coisas de mãe).
⠀⠀⠀⠀
Zach é bonito, inteligente e popular. Está sempre de bem com a vida e vive cercado de amigos. Por onde ele passa acaba conquistando as pessoas com seu jeito meigo e simples. Já sua irmã Mia é mais retraída. Ela tem certa dificuldade em se enturmar e prefere passar despercebida pelos lugares. Não gosta de atrair a atenção para si e não possui amigos, pois já se decepcionou e prefere não se machucar novamente, mas Lexi , uma menina meiga, bonita, simples, de personalidades forte e com um humor sagaz acaba conseguindo romper a barreira que Mia ergueu ao seu redor e elas acabam se tornado melhores amigas.
⠀⠀⠀⠀
Lexi é acolhida pela família de Mia e Zach e com o passar dos anos o laço entre eles só aumenta. Muitos sonhos e planos são traçados e compartilhados ao longo dos anos, mas algumas escolhas acabam destruindo tudo o que foi construído e afastam aqueles que se amam.
⠀⠀⠀⠀
Essa história me fez rir, chorar, esbravejar e por diversas vezes não entender as atitudes de um dos personagens. O enredo que a Kristin criou foi dosado perfeitamente, e embora eu tenha gostado muito da trama achei o final meio corrido, mas nada que tenha estragado todo o resto. ⠀⠀⠀⠀
A narrativa intercalada por Jude e Lexi foi muito fluida e envolvente. Parecia que todo o sofrimento de ambas pulavam das páginas, me deixando por diversas vezes angustiada e querendo saber onde tudo aquilo iria levar. História incrível e leitura recomendada.
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Elves ºº 06/06/2013

Riiiiiios de lagrimas...kkkkkkkkkkkk
Que me lembre, somente A menina que roubava livros conseguiu me fazer chorar, mas mesmo assim foram algumas lagrimas... Mas em O caminho para casa é impossível vc não chorar,se revoltar, tomar as dores dos personagens, compreender suas dores e temores.
Comprei o livro e decidi ler sem muita empolgação. Mas me surpreendi com a estoria e a narrativa da autora. Um livro cativante, reflexivo, angustiante. O que parecia um romance adolescente nos primeiros capítulos, se tornou um livro cheio de dores e necessidades de perdão.
Tem que ser muito duro de coração pra não se emocionar com a história dessa familia.
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