Insurgente

Insurgente Veronica Roth




Resenhas - Insurgente


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Beatriz 22/01/2013

Insurgent conseguiu evoluir a história para um outro patamar.
Devo avisar que ler em inglês não facilitou muito a minha leitura, principalmente por que as facções tem nomes totalmente diferentes, e muitas vezes foi difícil de compreender. Por exemplo: a facção Amizade, na verdade se chama Amity, e eu esperava Friendship.

O livro com certeza mantém a excelente qualidade que tem no primeiro, e apresenta uma Tris mais humana, menos limitada a ser somente corajosa ao tempo todo, e se permitindo ficar triste e quebrada. Dá pra ver que ela está traumatizada com a perda de seus pais e arrependida até a morte por ter matado Will (coisa que não ficou tão clara em Divergente, o que me incomodou muito).

Outra coisa que ficou mais humana foi sua relação com Tobias, que passou de um idolatrando o
outro para algo mais real, com brigas, reviravoltas, reconciliações, mais pegação... Enfim, uma relação normal. O livro também explica melhor muitos assuntos que ficam meio mal explicados no primeiro:
Quais as filosofias das outras facções, além do óbvio? Como realmente vivem os sem facção? Como as facções vêem umas as outras? Quais são seus líderes? Como realmente era a família de Tobias? Todas essas questões são resolvidas.

Além de muitos esclarecimentos, o livro não deixa a desejar no quesito ação que é com certeza o ponto alto de Divergente! As facções estão em guerra e o livro te prende do começo ao fim, tanto para ver o quanto Tris vai evoluir quanto para descobrir qual é a real intenção da Erudição para tentar eliminar uma facção inteira.
E é claro que há aquele final marcante que de deixa mais curioso ainda para o próximo livro, que eu estou começando a achar que é a marca registrada de Veronica Roth.


Fernanda 13/05/2013

Resenha: Insurgente
Resenha aqui:

http://www.segredosemlivros.com/2013/05/resenha-insurgente-veronica-roth.html

Resenha: Insurgente é o segundo volume da série distópica de Verônica Roth, e para quem acompanhou a resenha de Divergente pôde perceber o quanto gostei da narrativa da autora. Normalmente, é difícil uma trama me impressionar mais que o primeiro livro, porém esse sendo a continuação me encantou igualmente e só me fez ansiar por mais. A trama é fascinante e inicia logo onde terminou Divergente. Fiquei meio perdida até me situar novamente na história, mas creio que seja pelo fato de que é preciso voltar novamente aos fatos anteriores. Confesso que fui conferir de novo as últimas páginas de Divergente, para poder me situar completamente. O mais interessante neste enredo é poder conhecer melhor as facções e entender todos os sentidos deste novo mundo. O ritmo dos acontecimentos se tornou cada vez mais ágil e intensificado, fazendo com que o leitor se prenda à leitura de um jeito totalmente frenético.

“– Às vezes – disse ele, deslizando os braços ao redor dos meus ombros – , as pessoas só querem ser felizes, mesmo que seja de uma maneira irreal.” Pg. 74

Beatrice Prior – ou Tris – está cada vez mais impulsiva, porém seu estado físico e emocional requer muita atenção, diante de tantos acontecimentos e escolhas difíceis. Quatro – ou Tobias – parece estar meio perdido... Não sei se essa seria a palavra certa, mas parece que ele não sabe realmente qual o caminho seguir. Em algumas partes, é perceptível a maneira como ele se mostra confuso, inseguro e por vezes irritadiço. O que dizer da relação dos dois? Conflitante não é bem a palavra real, mas confirma algumas ações de Tris e Quatro. Falta confiança entre os dois, e por isso a relação se encontra meio balançada, apesar do sentimento ser intenso. Tenho que dizer: fiquei com o coração apertado cada vez que eles discutiam ou acontecia algo que poderia influenciar no caso dos dois. Posso dizer também que senti falta de algumas explicações para as ações de Quatro. Mesmo que a narrativa seja feita por Tris, acredito que o enredo seria engrandecido com algumas narrações feita por nosso querido Tobias. Os outros personagens secundários também entram em cena, assim como em Divergente, apresentam grande importância na trama. Apesar de que, preciso alertá-los, caso não tenham lido ainda, estejam preparados para fortes emoções e reviravoltas chocantes.

“Queremos estabelecer uma nova sociedade. Uma sociedade sem facções. – Minha boca fica seca. Sem facções? Um mundo onde ninguém sabe quem é ou onde pertence? Não consigo nem imaginar isso. Só consigo imaginar o caos e o isolamento que isso provocaria.” Pg.115-116

Neste novo enredo, os personagens finalmente entenderam a real importância de lutar por seus objetivos. Depois de uma fase considerável de aprendizados, onde todos se encontravam meio perdidos, o que importa agora é encontrar um foco que os instrua a decidir o futuro da nação. E por meio disso, é importante destacar que todas as ações, serviram como base aos personagens, no quesito amadurecimento, e as facções acabam se tornando responsáveis por tais lições. A fragilidade também está presente nas páginas, diante de alianças e escolhas mal formuladas e culpas compreensíveis. A autora expande as cenas de ação e se mostra impiedosa e imprevisivel diante de algumas realizações, deixando os leitores abismados e cada vez mais alucinados.

“De repente, fico paralisada. Um dos feixes azuis está fixado em meu peito. Mergulho para o lado, para fugir da linha de fogo, mas não sou rápida o bastante. A arma dispara. Eu desabo.” Pg. 179

O final não apresentou ser tão surpreendente, porém deixou grandes pontas soltas para o próximo volume – que espero, não demore tanto – e diante das revelações, já dá para sacar quais serão os assuntos tratados na continuação. No quesito de edição, a Editora Rocco está novamente de parabéns pelo excelente trabalho realizado na capa, na tradução e em todo o conteúdo.

“ – Jeanine não quer matar a todos – digo lentamente. – Ela sabe que isso seria ilógico. Nossa sociedade só funciona com todas as facções, porque cada uma delas treina seus integrantes para funções especificas. O que ela quer é controle.” Pg. 201

Você não leu Divergente ou Insurgente ainda? Está esperando o que? Essa série distópica, com certeza é uma das mais elaboradas e condizentes com o gênero. Leitura mais que recomendada!


Resenha aqui:

http://www.segredosemlivros.com/2013/05/resenha-insurgente-veronica-roth.html
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Érika 31/03/2020

Nostálgico.
Tive novamente um maravilhoso sentimento de nostalgia ao ler esse livro.
Adoro a maneira como a autora escreve, gosto da leitura fluida que me faz imergir.
Insurgente põe em conflito a ideia de "bem e mal" que convencionamos. Traz a luta interna sobre quais ações devem ser feitas em prol do bem maior.
O que é "certo" e "errado"? Esse livro aprofunda esses conceitos nos mostrando que na realidade não há vilões; existem apenas pessoas com crenças diferentes, todas lutando pelo que acreditam e dispostas a pagar o preço das suas decisões.
Achei lindo ler esse livro depois de adulta e tendo um pensamento tão diferente da minha adolescência. Quem sabe, se cada um se dispusesse a entender (ou tentar) o que o outro defende e parasse de ver apenas o próprio umbigo, houvesse menos problemas e mais soluções para as desigualdades.
Escrevendo isso agora, sinto que preciso fazer isso com mais vontade, também. Boa sorte pra mim - e pra quem mais tentar.
Paz, amor e bem.
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Flavia 20/05/2013

Divo!!
Insurgente é o segundo volume da trilogia distópica de Veronica Roth lançado pela Editora Rocco aqui no Brasil que dá sequência a Divergente, contando a história de Tris Prior após sua iniciação na facção que escolheu, as consequências dessa escolha e o rumo que a guerra que foi travada está tomando, e isso tudo com uma Chicago bem futurística como pano de fundo, dividida em cinco facções que separam os cidadãos de acordo com suas virtudes.
Tris, Quatro e o restante dos sobreviventes do grupo estão a caminho de abrigo na sede da Amizade (facção que prega a compreensão, a paz e a felicidade, e que está de portas abertas para receber quem precisa de uma força) após o ataque da Erudição, mas ao descobrirem que estão submetidos a algumas condições em troca de refúgio, começam a bolar um plano a fim de saírem de lá e acabarem com a tirania de Jeanine, a líder da facção inimiga, que está atrás de uma informação super confidencial e importante que estava guardada na facção da Abnegação. Eles se unem aos sem facção, muitos deles divergentes, e decidem enfrentar o inimigo e quem mais estiver aliado a ele...

Depois da guerra que aconteceu no primeiro livro, em que Tris ficou completamente abalada por ter matado alguém, ela agora demonstra ser alguém fria e despreocupada com as consequências de seus atos.
Porém, mesmo com essa personalidade "nova", Tris não deixa que seu romance com Quatro escorra por água abaixo, por mais que eles se desentendam com mais frequência. E por todos estarem mais maduros, o romance resiste, mesmo que não seja o foco principal. Quatro (ou Tobias, seu verdadeiro nome), inclusive, nos surpreende com segredos que vêm a tona.

"Não posso falar que preciso dele. O fato é que não posso precisar dele. Na realidade, não podemos precisar um do outro, porque quem sabe quanto tempo vamos durar nesta guerra?" - pág. 166

Uma coisa que achei válido comentar é que a facção da Amizade lembra o estilo de vida dos Hippies nos anos 60 e aquele movimento "Paz e Amor". Até um "soro especial" pra manter a pessoa "leve, alta e feliz" existe alí... E confesso ter dado umas risadas com isso e com as sensações que Tris experimentou com essa "felicidade" .
O ritmo da narrativa continua frenético, empolgante, viciante, e deixa claro uma evolução por parte da autora no que diz respeito a complexidade da trama e até na escrita. Todos os detalhes são importantes e fundamentais, e vários acontecimentos, principalmente por serem narrados em primeira pessoa, deixa o leitor agoniado, com os nervos a flor da pele.

"- Insurgente. Substantivo. Uma pessoa que age em oposição à autoridade estabelecida, mas que não é necessariamente considerada agressiva." - pág. 445

Por ser um volume que se inicia de onde o primeiro parou, eu recomendo que a leitura seja feita em sequência, pois os fatos não ficam sendo repetidos para refrescar nossa memória. Por um lado, isso é ótimo, pois quanto menos enrolação, melhor, mas os esquecidos poderão ter um pouquinho de dificuldade de se situarem para pegarem o ritmo da coisa.
A capa é finíssima e traz o símbolo da Amizade. A diagramação é simples e as folhas amareladas com letras grandes colaboram pra tornar a leitura mais rápida, mesmo que o livro tenha mais de 500 páginas. A revisão também é perfeita.
Muitas questões, como mágoa, perdão e coragem pra seguir em frente são abordadas de forma bem adequada, aproveitando a fragilidade das pessoas em meio a guerra, evidenciando seus sentimentos e nos deixando mais próximos aos personagens, o que os torna mais vivos e reais.
O final fica em aberto, pois pede a continuação com urgência! E por favor, necessito o quanto antes de Allegiant!
Super recomendo e assim como Divergente, entrou pra lista das distopias favoritas!
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Thamy 27/05/2020

Em Insurgente as facções continuam em guerra. Tris tem que conviver com sofrimento pela morte dos pais e a culpa pela morte de Will. O relacionamento com Quatro continua tenso, e algumas vezes desejei que os dois não tivessem se envolvido. Conhecemos melhor as facções e o livro não deixa a desejar no quesito ação.
Recomendo.
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Isabel 01/12/2012

Tenho alguns problemas com séries literárias. Não que estes me impeçam de lê-las; não, não é isso, mas sei que evitar as que estão inacabadas seria bastante ajuizado da minha parte. Obviamente, há a parte da ansiedade: não posso olhar para minha estante com um apertozinho no coração por não ter disponível ou não poder comprar (graças a minha maravilhosa desorganização e compulsividade na hora de gastar a maior do que deveria parcela da minha mesada reservada para livros) várias continuações de séries que adoro.

Mas falando daquelas cuja continuação ainda não foi publicada, tenho problemas por causa do autor: ainda com séries que marcaram minha infância (tipo Harry Potter ou Desventuras em Série) eu me preocupava com a saúde dos mesmos. O que seria da minha existência se JK Rowling ou Lemony Snicket se acidentassem, não podendo amarrar as pontas soltas de suas sagas? Por mais dramático que isso possa parecer, é um medo real, que qualquer bookaholic entende: depois de passar horas e mais horas divertindo-se graças à trajetória de um personagem não saber seu fim é trágico. A única vez que meu medo de infância se concretizou não sofri muito (por só conhecer a série depois): Stieg Larsson, autor de Millenium, havia planejado-a para cinco ao invés de três livros, projeto interrompido por um ataque cardíaco fatal. É uma pena: Lisbeth Salander, sua anti-heroína, é digna de centenas de obras.

Algo também aumenta minha desconfiança quanto a séries: a qualidade. Não é raro que alguns livros depois (até mesmo no segundo) o autor perca o fôlego, a magia e a noção, enrolando seus fãs com finais meia-boca e extremamente comerciais. São poucas as exceções que posso destacar (entre elas está Jogos Vorazes) mas geralmente o melhor livro de uma saga é o primeiro.

Só que às vezes as coisas não são bem assim. Às vezes, a continuação de uma série não é melhor ou pior do que seu primeiro livro, apenas diferente. E foi isso que senti com Insurgent, livro precedido por Divergent (resenha aqui) da escritora Veronica Roth. [Observação: a partir daqui, teremos spoilers de Divergent.]

O mundo aparentemente perfeito de Tris Prior está caindo aos pedaços: o sistema de facções, que funcionava antes como um relógio, foi desmantelado graças a ambição dos Erudite, os intelectuais da cidade. As facções então começam a se dividir, tomando lados em uma guerra que já matou quase todos os Abnegation, onde Tris nasceu e foi criada.

No meio dessa confusão, Tris tem seus próprios problemas: como lidar com ter matado um de seus amigos – e namorado de Christina, sua melhor amiga em Dauntless – em auto defesa? Como honrar a morte dos pais, que morreram para proteger a ela? E o mais importante de tudo: o que há de tão especial nela e nos outros Divergent para que eles mereçam a morte e a atenção de Jeanine, a cruel líder dos Erudite?

Isso é o que diferencia Insurgent de Divergent: enquanto o primeiro livro se preocupa em desenrolar as questões “filosóficas” inseridas no sistema de facções, o segundo foca-se em Tris e suas dificuldades durante a guerra – sem esquecer, claro, de várias cenas de ação, descritas brilhantemente pela autora. Não é muito raro YAs distópicos não parecerem de fato YAs, o que não ocorre em Insurgent: do começo ao fim vemos as dúvidas, as escolhas e as inseguranças de Tris, característica presente nos livros desse gênero. Se você gosta de protagonistas perfeitas com namorados perfeitos, nem considere ler este livro: as "pisadas na bola" de Tris e de Four são gigantescas.

Veronica Roth agora encontra-se finalizando sua trilogia, com um último livro (ainda sem nome) que provavelmente será lançado em agosto ou setembro do ano que vem. Por favor, Ms.Roth, cuide de sua saúde: o final de Insurgent foi misterioso demais para que continuemos sem respostas.

Publicada originalmente em http://distopicamente.blogspot.com.br


Padronizado 14/04/2015

Resenha: Insurgente - Veronica Roth
Bom, pelas muitas - e grandes - críticas que a continuação de Divergente teve, acho que muitos ficaram com um pé atrás. Além dos milhares de spoilers de Convergente (quem ainda não tinha lido os outros, com certeza perdeu um pouco a vontade de ler), Insurgente (da Editora Rocco) precisava ser um livro espetacular para se comparar ao grande sucesso que foi o primeiro.
Em minha opinião, esse volume foi realmente mais fraco, se comparado ao primeiro. Divergente é sensacional, emocionante e envolvente, o que me deu grandes expectativas para a continuação. Já em Insurgente, a história perde um pouco a "qualidade", por ser levemente monótona, diferente do que eu (e acho que todos) esperavam.
Não que a história tenha ficado ruim: é uma ótima distopia. O que acontece é que essa não era para ser só uma "ótima" distopia. Baseando-me em Divergente, Roth tinha de tudo para publicar uma das melhores - se não a melhor - dos dias atuais.
O livro é bem explicativo quanto às questões que ficaram em aberto, como os sentimentos de Tris e o modo como as facções são diferenciadas e muito bem construídas, pois passamos mais tempo conhecendo, por exemplo, a Amizade e a Erudição. O relacionamento de Tris e Tobias "Quatro" também tem uma grande evolução.

site: http://blogpadronizado.blogspot.com/2015/04/resenha-insurgente-veronica-roth.html
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Camille 21/04/2013

http://beletristas.com/resenha-insurgente
O livro se inicia exatamente no mesmo instante que Divergente acabou. Algo estranho está acontecendo, a simulação da Audácia resultou na morte de inúmeras pessoas cujo papel era indiscutível. Pelo que alguns Divergentes estavam lutando?

Insurgente nos leva a conhecer mais da Amizade e da Franqueza, o refúgio de Quatro, Tris e de toda população que não está de acordo com a matança proposta pelos traidores da Audácia, a comando da Erudição.

Entendo aos poucos o objetivo de Jeanine, Beatrice quer explorar mais o que ouviu de Marcus enquanto Tobias quer primeiro encarar a espécie de guerra que se segue.

Insurgente é um livro complexo, e completamente apaixonante. Começando exatamente no mesmo ponto que Divergente acabou, somos logo presos à leitura. Preparem-se para não esquecer em momento algum o livro, para querer tê-lo em mãos o tempo inteiro e ler ininterruptamente.

Verônica Roth não cai em clichês em momento algum: não há triângulos amorosos, não há dúvidas do amor de Beatrice e Tobias - apesar das dificuldades geradas pela falta de comunicação e pelos segredos.

Há a busca pela informação e, principalmente, existe uma guerra cuja peça principal são os Divergentes. Entendemos finalmente o por que das simulações, conhecemos a verdadeira face de pessoas que jamais questionaríamos.

Todas as dúvidas são resolvidas ao longo das 512 páginas, com todas as personagens sendo desenvolvidas ao mesmo tempo que conhecemos em primeira mão os sentimentos e pensamentos de Beatrice.

Ao final, quando achamos que tudo vai se resolver, Veronica engata no próximo livro de forma sensacional, preparando-nos para um livro possivelmente mais tenso, complicado e, imagino, que vai nos prender tanto quanto os outros.

Não achem que Insurgente vai encerrar sua ansiedade, porque, mesmo quando faz isso, deixa-nos ansiosos para o próximo e pela verdade que ninguém (nem nós) estava preparado para lidar.


Filippi 26/05/2020

O melhor livro da saga
"Insurgente" acompanha os acontecimentos diretos do primeiro livro da saga, porém trabalha os personagens de forma mais madura e bem construída, se libertando um pouco dos clichês e criando uma narrativa mais única e melhor escrita. O desfecho e as reviravoltas são muito bem trabalhados e até os personagens menos cativantes são mais interessantes no segundo livro da saga.
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12/08/2013

É realmente um livro destinado para garotas, eu gostei e não gostei de toda a trama. Ele como o primeiro, diverge, tem altos e baixos, pontos bons e ruins.

Garotas leiam. vocês gostam deste tipo de leitura. E eu sou louco? Por ter gostado mais do final do que todo o livro? Aquela revelação foi o ponto chave que vai me fazer ler o terceiro e ultimo volume.

As facções e a política retratada num mundo futurístico e muito "Puta que pariu!" desculpe meu palavreado. E o ponto negativo, um deles, é o romance existente que se torna bastante desnecessário mais especificamente as cenas de quase-sexo que me fizeram ter vontade de rasgar aquelas páginas. Aquilo foi babaca. E se espantem, não acontece uma vez, mas várias e várias vezes. Outro ponto que me desagradou muito foi a babaquice da personagem principal. Ela é muito insana, nunca odiei tanto um personagem como Tris.

Mas eu gostei do livro, ele se passa exatamente após os acontecimentos do fim do primeiro volume, onde todas a Abnegação está devastada. E a Erudição está continuando com sua sede de poder. Apesar de Jeanine ser a vilã principal, ela não é exatamente uma vilã ela é a representação de tudo de mal que existe naquela sociedade. Apesar de a trama ter altos e baixos é realmente algo que se valha a pena ler.

O bom do livro que ele fala sobre política e principalmente pessoas. E a curiosidade minha não deixa de perguntar: Quando lançará o próximo livro?
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Rafa 25/12/2013

Sei que vai ter gente querendo me bater mas não gostei tanto assim do livro.
Sou apaixonada pelo primeiro livro, mas com o segundo eu fiquei cansada de ficar ali lendo e pensei em abandonar umas três vezes, só não o fiz por respeito ao primeiro e por saber que terei que ler o terceiro.
Para mim só valeu a pena o último capítulo, sinceramente foi perfeito e agradeço eu ter conseguido manter o foco e terminado de ler porque valeu a pena só pelo final.
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Ivo 03/05/2020

leitura bem cansativa, bastante arrastada, a autora só enrolou nesse segundo livro e alguns personagens passaram o livro inteiro tomando decisões estúpidas e sendo extremamente chatos, mas apesar disso a escrita da autora segue bem fluída.
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Fabiana 20/04/2020

2020
Li o primeiro livro da série a muito tempo atrás e foi bom retornar a esse universo novamente, leitura bem leve e fluida.
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Renata Rocha 22/02/2020

Estou anciosa para ler o próximo.
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