Queimada Viva

Queimada Viva Souad




Resenhas - Queimada Viva


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Jonara 23/04/2010

É um relato chocante de uma mulher que sofreu um crime pela honra da família. Souad conta sua história desde a infância quando sofria maltratos do seu pai na Cisjordânia, a violência e opressão à mulher como atitudes usuais, o desejo desesperado pelo casamento como fuga da escravidão imposta pela família e a punição chocante para aquelas que não obedeceram as regras da sociedade. O título explica muito - Souad é queimada viva mas sobrevive e refaz sua vida na Europa, graças à uma organização humanitária. Parece inacreditável que ainda existam sociedades como esta, onde a mulher tem menos valor que animais e coisas. Ler este livro lembra de todas as conquistas feministas e de toda a luta da mulher pela liberdade, que para nós hoje em dia parece tão natural. Vale a pena ler e parar pra pensar um pouco.
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Marinélia 31/01/2010

Para tudo há um propósito
Há um propósito para tudo e creio que Souad sobreviveu para documentar ao mundo a violência rotineira de sua aldeia, onde ser mulher é apenas sofrer e servir e ser massacrada. Só não sei se isto vai mudar em alguma coisa o sofrimento das mulheres que vivem sob tal regime, mas ficou o grito de socorro. Que quem possa fazer algo, ouça!!!

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Magali.Ferreira 28/11/2020

Queimada Viva
Foi muito difícil dar 5 estrelas numa história que me causou tanta repugnância e ódio!!! ?
Como pode um povo achar normal, bater, matar, queimar mulheres vivas por elas não serem homens? Como?? Homens pode tudo, mulher não! ?Mds!! Que triste vida levam essas mulheres, triste mesmo ?
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Sharon 03/02/2009

É um livro para conhecer as mulheres que nascem sob o regime muçulmano mais radical. Entendi os motivos de não haver revolta, união, tentativas de mudar as coisas.
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Renata 06/02/2011

Souad é uma sobrevivente. Não só de uma condenação à morte, mas também de uma infância infeliz e de uma cultura onde a mulher vale menos do que qualquer animal.Infelizmente pouco se pode fazer para mudar essas tradições tão crueis, onde o homem tudo pode, inclusive espancar e até matar as mulheres que lhe "pertencem". Souad sobreviveu, mas suas cicatrizes, visíveis ou não seguirão com ela por toda sua vida.
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Monica Santos 18/09/2011

Esse livro é muito triste de inocencia e sobrevivencia.
É difícil acreditar que mulheres passam por essa situação.
Vale a pena ler e depois acessar essa página, há fotos de muitas mulheres que passaram por situações similares
http://mulheresabias.blogspot.com/2011/01/ataques-com-acido-no-rosto-filhas-e.html

Souad tinha dezasseis anos e na sua aldeia da Cisjordânia, como em tantas outras, o amor antes do casamento era sinónimo de morte. Souad era maltratada pela família desde pequena. A certa altura, quando foi estender a roupa, vê um rapaz e fica encantada com ele. Apaixona-se. Eles encontram-se várias vezes e Souad pensa no dia do seu casamento com este rapaz. Mas quando descobre que está grávida tudo piora, ele deixa e é rejeitada pela família, não podendo casar antes que as suas irmãs mais velhas tenham marido. Assim vive no receio constante de ser assassinada, já que o seu “crime” põe em causa a honra de toda a família. [b]Quando o pai descobre pede a um cunhado de Souad que se encarregue de tratar do “assunto” e o cunhado rega-la com gasolina e pega-lhe fogo. Com queimaduras em cerca de 90% do seu corpo, Souad sobrevive. No hospital, para onde a levam e onde se recusam a tratá-la, a própria mãe tenta assassiná-la, envenenando-a. É neste hospital que nasce o seu filho, mas as enfermeiras levam-no. Deixada a morrer no hospital é ajudada por uma voluntária europeia (pertence a uma fundação A SURGIR, que ajuda as mulheres que são maltratadas pelas sociedade como o caso de Souad) que, em primeiro lugar tenta encontrar o filho de Souad (conseguindo) e depois leva-a para a Suíça com o filho. Souad vai para a Suiça, onde aprende a viver com as suas cicatrizes permanentes e mutilações, mas também com os fantasmas do passado, que a atormentam diariamente. Na Suiça Souad constrói uma nova vida com muito esforço, mas como não consegue dar a vida que o filho merece é obrigada a dá-lo à sua família de acolhimento. Em 20 anos visita o seu filho 3 vezes, mas deixa de o visitar pois cada vez que o visitava saia de lá sempre triste. Souad casa-se, tem duas filhas e é muito feliz, mas falta-lhe algum, o seu filho… Souad continua com complexos do seu corpo pois as queimaduras fazem-na lembrar o seu horroroso passado. Hoje, muitos anos depois, Souad decide falar em nome das mulheres que, por motivos idênticos aos seus, ainda arriscam a vida. Para o fazer, para contar ao Mundo a barbaridade desta prática, ela corre diariamente sérios perigos, uma vez que atentado à honra da sua família é um crime que ainda não prescreveu. A certa altura, o seu filho telefona-lhe e combinam um encontro para falarem, a partir daí eles começam e encontrar-se e a formarem uma família.

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Bruninha 26/08/2012

Souad, Queimada viva
Um lugar onde se apaixonar vem junto com a sentença de morte. Na aldeia onde Souad vive, as mulheres não tem nenhum valor,quando uma nasce é uma desgraça para familia, o que reina nesse lugar é a lei dos homens, as mulheres não tem direito de frequentar as escolas, nem de desobedecer os homens, elas são tratadas que nem escravas, para o povo de la, os animais tem mais serventia que elas.
Desde de que nascem as mulheres são disciplinadas atras de diversas acreções físicas, muitas são seriamente feridas, mas tudo isso é visto como normal nessa região, as próprias mulheres acham normal. Para elas o melhor jeito de se livrar dessa vida e se casando, então a partir dos 13 anos os pais vão em busca de noivos, ela não tem o direito de escolher um marido, nem de se apaixonar, as mulheres nascem nesses lugares só com um objetivo, obedecer os homens.
Souad era uma tipica mulher dessa aldeia, sua vida era resumida em trabalhar no campo, e ser espancada pelo pai, sabia que tinha que fazer tudo certo se não seria condenada a morte, já havia visto sua mãe asfixiar vários recém nascidos por serem meninas. Um dia trabalhando no terraço de sua casa viu na rua, o belo jovem, ele morava em frente a sua casa, ele também já pedira a mão de Souad a seu pai, mas como as mulheres eram proibidas de olhar para os homens aquela foi a primeira vez que o viu.
Estava apaixonada, sabia que ele era o meio de ela sair das casas dos pais, sabia que era com ele que construiria uma família, mas como faze-lo notar, ela era uma mulher não podia ser pega conversando com um homem, isso seria a desgraça de sua família, então ela ia no terraço todos os dias ate que ele a percebesse, um dia ela foi trabalhar no campo e ele a seguiu, ficara muito constrangida nunca tinha ficado sozinha antes com um homem, mas como ele seria seu futuro marido não teria nada demais, os encontros continuaram, sempre escondidos, os dois declararam seu amor.
Souad se sentiu estranha, suas regras não vinham, ela estava gravida. Sua vida estava perdida, uma mulher tem que se casar virgem, para não ser desgraça por toda a aldeia, mas naquele momento e com sua imaturidade ela achou que tudo se resolveria quando ela se casasse com seu amor, mas isso não aconteceu, ele a deixou assim que soube, uma mulher na situação de Souad era considerada uma puta, uma mulher sem honra, uma vergonha a todos.
Tentou esconder o tempo que pode sua gravidez, mas seu pai era muito esperto e logo descobriu, não a agrediu, a que a deixou assustada, sabia que já estava sentenciada de morte, e fui exatamente isso oque aconteceu numa manhã em que toda família, sairá de casa, seu cunhado apareceu de depois tudo era fogo...
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Michelle Cruz 05/01/2016

Chocante e realista
Livro que conta a autobiografia de uma menina chamada Souad, que foi queimada viva numa aldeia da Cisjordânia por ser acusada de cometer um crime de honra. É inacreditável ver através do relato de Souad, toda a humilhação que as mulheres da região devem suportar e suportam com normalidade, pois não conhecem outra realidade. Um livro com linguagem simples, mas que não há como passar despercebido.
Débora 28/01/2016minha estante
O título parece tentar os curiosos à leitura.




João 16/03/2017

Souad nasceu em uma pequena aldeia na Cisjordânia,no final da década de cinquenta.
Assim que teve idade para saber o que a vida representava para as mulheres na sua cultura Souad concluiu que nascer mulher era uma maldição.
Ela,sua mãe e irmãs eram espancadas pelo mínimo erro,fosse ele derrubar alguns grãos de açúcar no chão ou por causa da água do chá não estar quente o suficiente.
Souad e as mulheres da sua família viviam à mercê dos humores de um pai violento e um irmão mimado.
Mas a vida prepara algo ainda pior para Souad. Quando ela engravida e o pai da criança some seu cunhado recebe a incumbência de jogar gasolina nela e colocar fogo. Queimada viva Souad e totalmente destruída física e psicologicamente. Nesse livro ela narra sua trajetória com todas as suas dores.

Esse livro é daqueles que chocam.
O livro nos mostra uma cultura em que vacas e ovelhas tem mais valor que as mulheres.
A forma como as mulheres são tratadas é impressionante,não consigo imaginar o que é viver assim,sendo maltratada e espancada a cada instante da vida.
A narrativa de Souad deixa um gosto amargo na boca,um bolo preso na garganta.
Imaginar que ainda há mulheres que vivem semelhante coisa é terrível.
Um livro para ler,refletir.
O mundo é cruel demais com as mulheres onde a religião e o machismo imperam.
Indignação é o que sinto ao terminar de ler esse livro. Revolta também.
Euflauzino 16/03/2017minha estante
caro amigo, tenho este livro, porém falta-me coragem e tempo pra lê-lo. minha mãe já leu e ficou chocada, imagino o quão cruel pode ser alguém que se diz humano e toca fogo por qualquer desentendimento (será que consegue dormir o sono dos justos?)
um dia desses tomo coragem e encaro este pesadelo.


Douglas 16/03/2017minha estante
Que história triste.




Thata 10/07/2014

Excelente livro e de leitura fácil e simples. O tema do livro é basicamente sobre atrocidades causadas as mulheres muçulmanas, mas além disso mostra a força de um ser humano totalmente destruída fisicamente e pscicologica e sua recuperação e força para encarar tais monstruosidades que para sempre será marcada na mente do leitor.
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Edvanio.Disneu 13/10/2016

uma linda histoia
uma grande liçao de vida e preciso ter muita coragem para fazer isso
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Caturra 07/02/2017

Duro
Um testemunho duro e cruel de uma mulher que sofreu horrores nas mãos da própria família. Onde todas as barbaridades que foi vítima eram "normais" na sua aldeia.
Uma história de vida incrível.
Aconselho a ler!
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